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EXCLUSIVO: Karam diz a Mourão que o Brasil deve ter uma ‘marinha de dissuasão’

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Escoltas da Marinha do Brasil em manobras táticas
Navios da Marinha do Brasil em manobras táticas

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

O ex-ministro da Marinha – e atual Decano dos Submarinistas brasileiros –, almirante de esquadra Alfredo Karam, disse ao vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, que o país precisa ter uma “marinha de dissuasão”.

Os dois se sentaram à mesma mesa no almoço de fim de ano promovido, neste domingo (23.12), pelo Clube Piraquê – sede esportiva do Clube Naval –, às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

Ouvido com exclusividade, no início da noite desta segunda-feira (24.12) pelo Poder Naval, Karam, de 93 anos, recordou: “Disse a ele [Mourão] que não precisamos de uma Marinha grande, e sim de uma marinha de dissuasão, dotada dos meios que sinalizem para um eventual agressor os riscos que ele correrá caso decida nos agredir”.

A advertência foi ouvida por outros dois oficiais da Força Naval que ocupavam lugares à mesa (juntamente com quatro senhoras que acompanhavam o grupo): o Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, e o ex-Comandante da Força, almirante de esquadra Roberto de Guimarães Carvalho, de 79 anos.

Karam também fez a Mourão uma sugestão: “eu o convidei a visitar a nossa base de submarinos [Base Almirante Castro e Silva], para conhecer a situação em que se encontra a Arma Submarina e o apoio institucional que ela requer. O general Mourão disse que irá conhecer a base”.

Submarino Riachuelo
Submarino Riachuelo, primeiro S-BR do PROSUB, no dia do lançamento do mar

Clube Militar – A confraternização do domingo, organizada pelo Comodoro do Clube Piraquê, vice-almirante (médico) José Carlos Monteiro de Melo, reuniu cerca de 70 militares e suas esposas, e se estendeu até o meio da tarde.

Compareceram ao evento, entre outros, o secretário-geral da Marinha, almirante de esquadra Liseo Zampronio, e o comandante-em-chefe da Esquadra, almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva (recentemente promovido a quatro estrelas).

Karam e Hamilton Mourão já se conheciam.

Em uma noite de setembro deste ano, o ex-ministro da Marinha foi convidado a comparecer a uma reunião fechada, presidida por Mourão na sede esportiva do Clube Militar, que também fica na Lagoa, no Rio.

Diante de uma plateia de quatro militares da reserva (todos ligados ao Clube Militar) e um civil, Karam foi instado a falar sobre a situação da Força Naval e suas necessidades.

O almirante discorreu sobre o estrangulamento financeiro da corporação diante dos seus compromissos com o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) – um acordo de governo a governo estabelecido em 2009 com o Ministério da Defesa da França –, e a necessidade urgente de apoio à recomposição da força de escoltas da Esquadra – em especial ao programa dos navios Classe Tamandaré (em fase final de seleção do estaleiro estrangeiro que fornecerá o projeto do barco).

Karam tem boa impressão do vice-presidente eleito na chapa do deputado Jair Bolsonaro: “eu o acho muito accessível”, disse o ex-ministro, nesta segunda, ao PN.

Submarino Tikuna na BACS
Submarino Tikuna na BACS

Osmose Reversa – Sede, há mais de sete décadas, da Força de Submarinos da Esquadra (ForSub), a Base Almirante Castro e Silva (BACS), na Ilha de Mocanguê Grande (Baía da Guanabara), tem se esforçado por manter um padrão de qualidade compatível com o que dela se espera: funcionar como Base de Apoio bem qualificada para todas as classes de submarinos operados pela MB.

Nove meses atrás, a BACS inaugurou um Sistema de Tratamento de Água por Osmose Reversa com Eletrodeionizador embutido – equipamento capacitado a atender a demanda de água destilada dos meios da Marinha.

O evento, nas dependências da Base, foi prestigiado, entre outros chefes militares, pelo contra-almirante Humberto Caldas da Silveira, da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN).

O novo sistema possui uma tecnologia inovadora que permite remoção dos sais dissolvidos na água de entrada num processo seguro e limpo, sem uso de produtos químicos, e com capacidade de 1.000 litros por hora de vazão de água tratada.

A utilização de água destilada é fundamental para operação adequada e segura dos meios submarinos, em especial, baterias e sistema elétrico, e seu fornecimento dentro dos mais elevados parâmetros constitui parte das atribuições de uma Base de Submarinos.

Sua aquisição fez-se necessária tendo em vista os requisitos mais restritos e exigentes dos S-BR, atualmente em fase final de construção em Itaguaí, ressaltando que o produto do novo equipamento é de extrema importância para atender a demanda de água destilada dos submarinos das classes Tupi e Tikuna e, subsidiariamente, aos demais meios da Marinha do Brasil.

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Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Cada um puxando a sardinha para sua brasa. Mesmo dentro da própria força.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

Não seria puxar a brasa para a sua sardinha?

Felipe Silva
Felipe Silva
Reply to  Marcelo
1 ano atrás

Kkkkkkkkkkkkk

Manuel Flávio
Manuel Flávio
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

é melhor vc reler a matéria, Wellington: “O almirante discorreu sobre o estrangulamento financeiro da corporação diante dos seus compromissos com o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) – um acordo de governo a governo estabelecido em 2009 com o Ministério da Defesa da França –, e a necessidade urgente de apoio à recomposição da força de escoltas da Esquadra – em especial ao programa dos navios Classe Tamandaré (em fase final de seleção do estaleiro estrangeiro que fornecerá o projeto do barco).” Ou seja, o Karam abordou a situação dos submarinos atuais, mas disse que a necessidade mais urgente… Read more »

JPC3
JPC3
1 ano atrás

Penso que o número de submarinos deveria ser maior. Talvez uns doze.

Não adianta também ficar sonhando com equipamentos em grandes quantidades se o orçamento é limitado.

Jefferson A.
Jefferson A.
1 ano atrás

Parou os ataques contra as forças armadas? Até que enfim uma matéria. Se ataques contra militares já temos os blogs da extrema esquerda.

Daglian
Daglian
Reply to  Jefferson A.
1 ano atrás

Que ataques? Se está falando da previdência para os militares, sinto informar-lhe, mas se trata de bom senso. Da onde mais virá o dinheiro para que surja essa marinha e dissuasão que o almirante Karam está dizendo? A principal reforma para isso ser possível é a reforma da previdência, e por que motivos os militares estariam isentos disso quando ninguém do país estará? Menos corporativismo, por favor.

Jerdesson
Jerdesson
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Podem fazer a reforma dos militares, é só fa todos os direitos que um cívil tem!!!
Militares trabalham até 88hs semanais, esta disposto a trabalhar essa carga horária???
Ou ficar 15 dias em manobra e voltar dando 1×1???

HIPOCRISIA

Marco
Marco
Reply to  Jerdesson
1 ano atrás

Kkkkkkkkkkk. É piada mesmo, agora os militares vão se escorar na desculpa da falta de alguns direitos trabalhistas para não ter reforma. Cada categoria tem que dar sua cota de contribuição. Só teria sentido essa sua posição, se o governo igualasse o tempo de contribuição dos civis e militares, mas não, o que se propõe é aumentar um pouco para cada categoria, de forma proporcional, mas os militares continuarão tendo uma aposentadoria diferenciada.

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
Reply to  Jerdesson
1 ano atrás

88h semanais?
Já trabalhei o dobro disso na briosa.

Petardo
Petardo
Reply to  Carlos Eduardo Oliveira
1 ano atrás

Você trabalhou 172h em uma semana? Interessante. Achei que a semana só tinha 168h.

Eduardo von Tongel
Eduardo von Tongel
Reply to  Jerdesson
1 ano atrás

Jerdesson 25 de dezembro de 2018 at 19:51

Menos por favor. Não é a toa que estão tudo gordos nos quartéis! Se ferrar 1 semana por ano ou 2 em treinamento não é nada! Qualquer setor passa por isso. Até porque, sem dinheiro para o rancho, não é em gasolina e munição (treinamento) que irão gastar.

E a aposentadoria precoce? E o meio turno? Fala sério, independente de tudo isso, a aposentadora militar é uma bola de neve! E precisa de mudanças urgente.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Eduardo von Tongel
1 ano atrás

1 ou 2??????? Fumou o q???? 1 ou 2 no mês, prezado….

Miquéias
Miquéias
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Oficiais recebem aposentadoria privada!

Douglas
Douglas
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Eu acho um absurdo que todas as pessoas têm que dar uma contribuição para a reforma da previdência e os militares não. Nos Estados Unidos, onde um militar “trabalha” muito mais do que no Brasil, um militar para se aposentar com o salário integral precisa trabalhar, no mínimo, 40 anos. E como pra muita gente os Estados Unidos é exemplo pra tudo poderiam seguir esse onde o militar demora muito pra receber o teto do salário. Um militar tem uma carga horária de trabalho diferenciada, mas tem beneficios diferenciados, mas se todos tem que dar uma contribuição, os militares não… Read more »

Mf
Mf
Reply to  Douglas
1 ano atrás

Os militares já tem a sua própria proposta cara pálida. Isso já foi dito mais de uma vez. Uma contribuição maior e uma idade maior para se aposentar. É o que dá pra fazer. Direito adquirido não tem como mexer.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Douglas
1 ano atrás

Lá, se vc vai pra reserva com menos de 20 anos, vc recebe uma indenização como o FGTS. Após os 20 anos, vc recebe 75%, e após 30 anos, vc recebe 80%, mais um “plano de saúde” pra família toda q equivale aos mais caros planos americanos, lembrando q lá não há SUS. Cada um paga o q pode. E mais, durante a carreira, há casa pra todos.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Engraçado, como tem gente que acha moleza a carreira militar, mais parece que estão é com raiva de não terem nela entrado. Mas óbvio que o sistema de disciplina, diário, não é coisa se encaixe em suas índoles. Quanto as profissões, é a única que manda o cidadão para o campo de batalha, no meio do frio, calor, fome, dor, cadáveres, desespero, perdas de amigos do lado etc, sem choro nem vela. Que lindo, se fosse um mar de rosas como pintam. Sou civil, mas tenho muito respeito e admiração por todos que nela estão, e que na hora H… Read more »

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Jefferson A.
1 ano atrás

Deve estar se confundindo, não vi nemhuma matéria atacando as FAs.

João Souza
João Souza
Reply to  Jefferson A.
1 ano atrás

Está proibido criticar o lado ruim agora. Vcs aí vêem “esquerdismo” nas coisas não passam de uns doentes na moral…

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  João Souza
1 ano atrás

Tenho alguns parentes e amigos oficiais das Forças Armadas, mas vou falar de um primo mais velho que é Tenente-Coronel no EB, pois tenho mais contato. Fica na Vila Militar, no Rio de Janeiro: faz p**** nenhuma a semana inteira e joga polo umas 2 vezes por semana… Isso desde patentes menores. A esposa, que é médica, trabalha muito, muito mais do que ele. Esse papo de trabalhar “88 horas semanais” é pra patentes baixíssimas e muito, muito raramente. Os oficiais têm uma realidade bastante folgada. Qualquer gari ou operário de fábrica trabalha o mesmo ou mais que militares e… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  737-800RJ
1 ano atrás

Acusa o nome dele ai, pq já ponho ele na linha rapidinho…. desconheço quem está mamando, PRINCIPALMENTE na VM….
É justamente ai, q vc é pego na mentira!!!!!

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Agnelo, a parte de acreditar ou não fica com você. Se nem o Toquinho deu jeito na ociosidade local, não será você quem dará.
Encerro aqui.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Quero mesmo ver se esse próximo governo vai fazer algo com nossas forças armadas, principalmente a marinha que é a mais desgastada de todas. Se ele pelo menos aumentar de 4 para 6 unidades dos submarinos e as covertas, já é um bom começo, fora uma aquisição de 6 Fragatas!

Burgos
Burgos
1 ano atrás

Pelo que to entendo aí no texto, parece que a Marinha vai continuar pequena, mas porém, bem equipada e atualizada.
To achando que a 2ª Esquadra foi pro brejo !!!
Mas existindo,e no seu estado da arte, já é um importante paço para Segurança da navegação e preservar as vidas em seu mar territorial.
E para patrulhar sua Águas Azuis e ZEE Também !!!
Enfim !!!
A Missão vai continuar !!!

Matheus
Matheus
Reply to  Burgos
1 ano atrás

Não é necessário ter uma marinha enorme. Grandeza não é sinônimo de eficiência. Veja as marinhas do Canadá e Austrália. São forças enxutas e no estado da arte.

ALEXANDRE
Reply to  Matheus
1 ano atrás

Exato,tendo bons equipamentos, bom treino e estrategia ja é suficiente

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Matheus
1 ano atrás

E que operam em coalizão.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Matheus
1 ano atrás

E o Brasil é neutro ou seja não tem nem “amigo”, nem “inimigo”. Se uma guerra estourar contra o Brasil devemos ser capaz defendemos sozinhos… Essa coisa de fazer aliança é furada. e reduzir a FFAA, com a promessa de uma FFAA mais eficiente e tal, mas não fá garantia de socorro, mesmo em países próximos !!!

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Pelo que sei o Brasil tem um tratado de não proliferação de armas nucleares com o EUA, em contra partida no caso de invasão os Yankes nos defenderiam.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

Será? lembra da guerra da lagosta?… desde aquela época o militares viram que não da para confiar em palavras…. Mas veja no caso dá até para entender já que o EUA uns dos aiados mas antigos deles é justamente a França, quem os apoio na independência, seria o mesmo se fosse o Brasil com a Inglaterra e outro país sobre sua influência… Muito embora isso não tenha ocorrido no caso das Malvinas…

https://www.naval.com.br/blog/2016/01/28/a-guerra-da-lagosta-e-suas-licoes/

Augusto L
Augusto L
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

É só o Brasil não ser o agressor como nessa guerra.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

Perai Augusto L você os Franceses violaram a ZEE Brasileira e ainda você vem dizer que a culpa é do Brasil ??? Espero que você esteja sendo irônico.

Verva
Verva
1 ano atrás

Penso em qualidade e nao quantidade

Mauro
Mauro
1 ano atrás

Vamos criar a versão naval do MTC-300 lançado a partir de plataformas litorâneas móveis.
Difícil alguém chegar perto com algo assim para lhes dar as boas vindas.
O Mansup também pode ser usado da mesma forma, lançado da costa, com motor turbo jet.
Ou um míssil novo, um cruzamento entre o alcance e o poder do MTC-300 e o radar de busca e direção do Mansup.
Isso é ter um esquadra pequena, mas com meios modernos e letais.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Isso é ter uma mente fértil, com ideias estranhas e inusitadas.

luiz henrique
luiz henrique
1 ano atrás

Momento ufanista…
6 S-BR
4 SN-BR
8 TAMANDARÉS
5 FREEM
1 LHD
ufanismo off….

MGNVS
MGNVS
Reply to  luiz henrique
1 ano atrás

Momento Ufanista II

18 S-BR
06 SN-BR
24 TAMANDARES
18 FREEM
03 LHD
03 PA’s

48 SU-34 fullback
54 GRIPEN NAVAL

Momento Ufanista II off

Puro exercicio de imaginaçao pois isso vai ser dificil de acontecer.

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  MGNVS
1 ano atrás

Momento ufanista, porém realista:
8 ou 10 S-BR
2 ou a 4 SN-BR
6 a 8 corvetas
4 a 6 fragatas
2 a 3 LHD
Muitos NPa-500 BR
0 PA
Sobre novos caças, prefiro não opinar…

Nada impossível de acontecer nos próximos 8 anos. Viável e louvável. Voltaríamos não somente a nos reafirmarmos como potência no Atlântico Sul, mas iríamos nos impor como uma das mais bem equipadas marinhas do mundo.

Ádson
Ádson
Reply to  737-800RJ
1 ano atrás

momento ufanista 4:
8 S-BR
3 SN-BR
12 Tamandarés (equipadas com ARTISAN, VLS SEA CEPTOR, um sonar de casco e outro rebocado)
1 PH (Atlântico)
Aviação Naval baseada na costa (Gripens com mísseis ant-navio integrados).
0 Fragatas
0 PA
Pequena, porém dissuasória.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Ádson
1 ano atrás

Adson: A minha MB “pequena” é bem próximo da sua
8 SBR
6 SNBR
8 Tamandaré
4 Fragatas (feitas fora do Brasil)
2 LHD (para substituir o Atlântico e o Bahia por uma unica classe quando ambos darem)

Marcos Campos
Marcos Campos
Reply to  luiz henrique
1 ano atrás

OBaaaa !!!!!! Super Trunfo !!!!
Momento Ufanista neh…?
12 S-BR
15 SN-BR
12 TAMANDARÉS
15 KDX III AEGIS
4 LHD
2 PA Nuk
4 Class Wave
2 Resgate Submarino
35 Visby no lugar do Macae, com variações para servir também no 9° e 6° Distritos Navais.

Vovozao
Vovozao
1 ano atrás

25/12 – terca-feira (dia de natal). Quando o almte Karam fala grande; não é uma marinha tipo a Americana; e, sim uma tipo a Inglesa; poucas e ótimas naus; com qualidade e novas. O que o grande almte falou é que nos infelizmente so (com poucas exceções) temos navios velhos; superados os sistemas operacionais; e; quando quizerem com o que temos hoje nao fazemos frente a ninguém. Olha que ele sabe realmente o que fala; aos 93 anos conhece perfeitamente as necessidades da MB.

JPC3
JPC3
1 ano atrás

Baterias terrestres móveis do MANSUP talvez ajudassem. Poderiam impedir que embarcações adversárias se aproximassem da costa.

_RR_
_RR_
Reply to  JPC3
1 ano atrás

JPC3,

A costa brasileira é simplesmente grande demais…

Poderíamos até considerar esse tipo de arma para proteger algum ponto vital ou como elemento diversivo ( no intuito de fazer um adversário dividir suas forças ), mas a verdadeira proteção será uma força naval ( principalmente o componente submarino ) capaz. Logo, penso que o desenvolvimento do TPN e de uma versão do MANSUP lançada por TT devem ter prioridade.

GUPPY
GUPPY
1 ano atrás

Muito importante essas conversas entre oficiais generais de diferentes forças. Mesmo que estejam na reserva e/ou rsformados, são vozes de muito respeito tanto pelo fato das respectivas carreiras como pelos laços de amizade e congraçamento entre eles. Vejam, um vai assumir a vice-presidência da República e o outro é um respeitado Alte de Esquadra submarinista e ex-comandante (ou ex-Ministro?) da Marinha. E tinha a presença de outros almirantes também inclusive da ativa.

Daglian
Daglian
Reply to  GUPPY
1 ano atrás

Mais do que oficial general do Exército, Mourão agora é vice-presidente da República. Também é responsável pela Marinha, então comungo da sua opinião e espero que esses diálogos entre ele e oficiais das três forças sejam frequentes. As FFAA poderão ser motores desta nova fase do país: primeiro, contribuem com a segurança pública de diversas forças; e segundo podem contribuir com o desenvolvimento industrial e educacional do país. Elas são chave para colocar nosso país num rumo constante de desenvolvimento.

Jefferson A.
Jefferson A.
1 ano atrás

Esse papo de 2 esquadra é a coisa mais absurda que eu já ouvi…o Brasil ano precisa disso. Precisamos de bons navios patrulha, umas 20 com canhão de 76mm e outras, para cobrir todo o litoral, basta ver Estados como SC e RS totalmente descobertos, sem falar Estados como Pará do outro lado do pais sem cobertura alguma; precisamos de submarinos modernos, uns 4 nucleares e 6 convencionais, umas 7 Tamandaré umas 4 Fremm operando junto com o atlântico e o Bahia.
O resto é bobeira…essa descrição acima é o necessária, bem realista!

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Jefferson A.
1 ano atrás

Uma segunda esquadra no norte/nordeste seria interessante dada a proximidade com Africa….Mas penso que a mesma seria bem menor que a 1°, seria mais uma pequena força de pronto emprego.

Uma ideia interessante seria uma base de submarino convencionais no norte/nordeste pois o fato de ser próximo da africa….

Marcos
Marcos
1 ano atrás

Ainda bato na tecla que precisamos de uma lei do petróleo, análoga a lei do cobre chilena. A Marinha precisa explorar o Pré-Sal com vídeos ao estilo da Coreia do Norte. Montagens mal feitas de forças inimigas tomando as plataformas. Bombardeios com efeitos da década de 90 em navios mercantes. Contratar uns 200 brasileiros descendentes de asiáticos para fazer filmagens de invasão de portos, etc.

Tacar o terror na população, só assim o povo acorda para a realidade

Astolfo
Astolfo
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Pensei que era so eu que pensava assim kkkkkkkkkkk, mas realmente o medo de ameaças externas e o unico jeito de fazer a população civil cobrar dos politicos investimento na area militar. Espero que o aumento de tensoes com a Venezuela desperte isso na populaçao

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Marcos
1 ano atrás

?? Explica mais e melhor o seu raciocínio, fiquei especialmente interessado no ponto da Coreia do Norte, achei meio “ditadura”, meio que condução dos rumos da nação por meio de mentira e adulteração da verdade, ação ardilosa, e outros adjetivos depreciativos que possamos imaginar, por isso preciso de mais detalhes.

Marcos
Marcos
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Sim, vamos tacar o terror na população. É melhor deixar eles cientes agora do que quando as bombas começarem a cair. Fim de papo

Wilson França
Wilson França
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Agora fiquei preocupado. Quem vai nos bombardear?!

Ah, é só a sua estratégia de terror. Ufa…

Cláudio
Cláudio
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Com a imprensa livre, vc não terá 5 horas de ufanismo…

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Se tiver misseis balísticos anti navio (e toda a parafernália de vigilancia, inteligência, reconhecimento, rastreamento e aquisição de alvo associada) já dispensa os cacos velhos sustentados na fé em Netuno. Grande ou pequena, de superfície, subsuperfície ou aérea, o que importa é que seja uma marinha pronta pra sentar a pua, nada de frescura de patrulha e presença, isso é missão de guarda costeira ou piquete…

Foxtrot
Foxtrot
1 ano atrás

É o que sempre digo, não precisamos de GAAs super dimensionadas e desatualizadas. E sim de forças médias, super modernas e extremamente tecnológicas (de preferência com tecnologias de domínio nacional,). Mas para isso, se faz necessário o fim do serviço militar obrigatório, retirada das bases militares dos grandes centros urbanos e transferência para as fronteiras do país, integração de meios, treinamentos, redução de pessoal etc. Uma marinha ideal para o Brasil na minha ótica seria a seguinte 12- CCT,s (6 no Rio de janeiro e 6 na segunda esquadra) 2 LHD,s ( 1 em cada esquadra) 6 SBR (3 em… Read more »

ALEXANDRE
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Esse seria um sonho,mas,duvido muito virar realidade.

Ádson
Ádson
Reply to  ALEXANDRE
1 ano atrás

Desnecessário.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Isso daria só para a 1° esquadra isso considerando que os períodos de manutenção…

James Marshall
James Marshall
1 ano atrás

O Brasil tem que se espelhar nas forças armadas dos três países derrotados na 2a guerra mundial, Alemanha, Itália e Japão. Ter delírios ufanistas não ajuda em nada, temos que aceitar as limitações orçamentárias e nos virar, outra coisa é incentivar mais a cultura militar na população, tão bombardeada por mais de trinta anos de viés ideológico. Temos que ter uma marinha condizente com o tamanho de nosso litoral e a adoção de uma guarda costeira com parceria do ministério da justiça, polícia federal e polícias estaduais, pois só a marinha que faz o papel de guarda costeira no Brasil.… Read more »

Wilson França
Wilson França
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

Agora com o novo governo não haverá mais viés ideológico.

É isso possível?

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

Só a JDMSF é maior que German Navy(Al) e Marina Militare(It) juntas ! a Marine Militare é do tamanho da Mirine Nacionale(Fr) a diferença está mais para os navios capitais e Submarinos…Boa parte das escoltadas são projetos conjuntos (só abaixo das FREMM que os projetos se difere)

Marcos10
Marcos10
1 ano atrás

Tudo isso é fácil, desde que tenha dinheiro.
Para fazer investimentos é preciso poupar. Para poupar é preciso cortar gastos. Como não dá para cortar gastos de consumo, só restaria cortar gastos com pessoal. Quero ver cortar a folha de pagamento dos militares, do judiciário, do legislativo e do executivo.

Saulo
Saulo
1 ano atrás

Infelizmente o Brasil só investirá mesmo nas forças armadas quando for tarde demais,se entrar em algum conflito e perder extensão territorial de terra e mar e for humilhado internacionalmente,infelizmente temos esta cultura de colocar o cadeado depois que o bandido arrombou a porta. Por isso que pra compensar esta escassez de armas que temos deveríamos ter armas nucleares isto sim seria uma pela forma de dissuasão . Vide o caso da Coreia do Norte e Paquistão que possuem.

Adriano monteiro
Adriano monteiro
1 ano atrás

Verbas e fácil de consegui e só fazer as obras públicas e usar o dinheiro para fortalece as forças armadas ,que são necessários para proteger contra o tráfico ,imigração ilegal e roubo de riquezas incalculável brasileira ,sem falar que vamos economizar com os super faturamentos das obras do voverno

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
1 ano atrás

A Marinha do Vietnam explora a fundo esta opção de se defender com mísseis baseados em terra com plataformas móveis como o K-300 Bastion russo complementando a acção de navios e submarinos.
. https://m.youtube.com/watch?v=0M5Fjt5elLE

Señor batata
Señor batata
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Walfrido bem legal o vídeo, acho bem interessante as notas q o senhor adiciona na parte técnica, uma dúvida q gostaria de levantar para o senhor. Quais canais vc usa para se informar sobre a região dó sudeste asiático/ oceania? Pois o senhor sempre traz algumas notícias bem interessante relacionadas a região.
Bom natal a todos.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Walfrido o CFN tem como metade ter um sistema terra-sup ! Tá listado na publicação o anfíbio edição extra de 2010… Considerando que em publicações mais recente o CFN tem interesse no matador e o mesmo opera o Astro e o mansup assim como os outros dois têm relação com a Avibras… Me parece que o sistema Astro vai ganhar muita mais capacidade….

ALEXANDRE
1 ano atrás

Seria um sonho mas acho q bamos ter so o Atlântico os 4 sub conv 1 nuclear e 4 corvetas

Flávio Henrique
Flávio Henrique
1 ano atrás

MB “batata” 6 SSN (esse número não é negociável) 8 SSK 3 grupos de escoltas [12 Tamandaré 6 FREMM ( classe de exemplo feita lá fora)] 3 NApLog 4 NPM( LHD?) 2 NAe pequenos (pode ser 2 dos LHD desse modo diminuir o número de meios a ser escoltados caso seja SVTOL deve se capaz de no mínimo levar 16 caças)… Mas acho difícil atingir esse número então: 6 SSN (novamente esse número não é negociável pois devemos sempre ter dois patrulhando 4 a 8 SSK) 2 grupo de escoltas [8 Tamandaré + 4 FREMM (novamente feitas lá fora)] 2… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
1 ano atrás

Desculpe-me o batata o correto era Barata

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

A parte “Barata” seria porquê só os Submarinos e as Tamandaré seriam construídos aqui. E caso opte por construir os NPM NApLog e NAe aqui eles seriam feitos em padrões “civis”.. embora ache não ser uma boa ideia fazer um NAe em padrões civis (se bem que se for que nem um navio petroleiro quando acabar as aeronaves é só passar por cima da esquadra adversária…rs…)

br
br
1 ano atrás

Dissuadir quem? Se a lorota de ToT continuar, com a ideia de moldar as forças armadas aos nossos vizinhos, pobres, atrasados, e não ao tamanho do Brasil, isso nunca vai acontecer. Se a função das forças armadas é se defender dos vizinhos, e não defender o Brasil de potências estrangeiras, nem necessidade de marinha nos vamos ter, afinal, quem vai invadir o Brasil por mar? Angola? Temo eu que um governo tão cheio de generais vai dar prioridade ao EB, que é o menos útil como dissuasor, se o Brasil quer dissuadir eventuais potências inimigas, primeiro deve começar pela marinha,… Read more »

JPC3
JPC3
Reply to  br
1 ano atrás

Uma boa frota de submarinos elétricos funciona muito bem para dissuasão. Assim como também um forte sistema de defesa aérea integrado. Claro, com “bombas” fica melhor, mas ainda dá para ter forças de respeito usando apenas meios convencionais.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

O Brasil tivesse hoje com 12 fragatas, 8 covertas, 8 sub/con e 2 sub/nu, como também 1 porta aviões e um porta helicópteros, estava bom até demais. Mas claro, embarcações novas e tecnológicas. O Brasil não precisaria mais do que isso, conseguindo manter tudo isso ai em ótimo estado! Marinha pequena, porém poderosa.

GUPPY
GUPPY
1 ano atrás

Off-Topic,
Recebi uma mensagem via WhatsApp com a seguinte informação:
“Marinha intercepta barcos perto da área em que Bolsonaro passa folga de Natal”.
A fonte é: JORNAL21BRASIL.COM.BR

Alguém desse conceituado blog pode checar se essa info procede?

Mauro
Mauro
1 ano atrás

Eu havia feito um longo comentário sobre uma possível compra de material militar dos EUA para as Forças Armadas, levando-se em conta a eleição de Bolsonaro, minha especulação era de pelo menos 12 Super Hornet, um esquadrão, seja para a FAB ou para a Marinha, caso o Gripen naval não vá adiante, nos dois casos, é uma tremenda força de dissuasão. Tem outra coisa acontecendo no horizonte, é a aproximação de Bolsonaro com Israel, já em janeiro o ministro da Ciência e Tecnologia viaja para aquele país. Alguém acredita que Marcos Pontes, que pilotou F-16 nos EUA durante seu treinamento,… Read more »

Cleber
1 ano atrás

Pelo jeito a parceria Venezuela -Rússia ( base aérea ) , começou a tirar muito ” sono ” dos comandantes e ” futuros ” das 3 Forças . É preciso agir rápido , não podemos perder mais tempo , investimentos se faz necessário , principalmente na Região Norte/Nordeste . Talvez uma base aérea da MB de pronta resposta , armada com Super Hornets em complemento aos Gripen NG da FAB seja um começo .

MAICON ADRIANO BECKHEUSER
1 ano atrás

Muito simples resolver os problemas das forças armadas brasileiras. peguem esses empresas que devem milhões aos cofres públicos e façam eles pagarem a divida com consorcio de construção ou aquisição de material bélico

Esteves
Esteves
1 ano atrás

Não dará certo. Antes de pensar em mais precisa fazer melhor. 8% para investimentos não tem sido suficiente porque todo o resto é custo. O Brasil está lá pela 40a. posição entre os países que investem em tecnologia, inovação e absorção. A Austrália constantemente citada aqui está entre os 15 que mais investem. O país campeão em investimentos não financeiros é Israel. Não basta comparar o Brasil entre os que mais gastam. Precisa comparar a eficiência. Mais meios significa maiores despesas com gente. E despesa com gente come quase 80% do orçamento. . A MB já é contemplada na divisão… Read more »

ALEX ROCHA
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Esteves concordo contigo nesta questão até certo ponto. Mais meios realmente é igual a mais custos,porém a reforma que você cita não deve ser feita somente na marinha ou qualquer outra força,mas sim no Brasil e na sua forma de gestão. Ter dinheiro temos sim, não é possível um país como nosso com PIB entre os 10 maiores do mundo não conseguir chegar lá. As reformas devem ser feitas na gestão do dinheiro. A Administração pública precisa ser simples, focada e enxuta. Ao meu ver assim como as organizações privadas as públicas também deviam ser geridas. Claro as privadas buscar… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  ALEX ROCHA
1 ano atrás

Sim. Esse é um país isolado. 80% do PIB vem da economia interna. Quando o agronegócio vai bem. Quando não vai e a exportação (carnes e óleos) cai dependemos 90% dos impostos. Dependendo quase que exclusivamente do que se planta é arriscado dizer que dinheiro não falta. Os chineses já não compram mais carros pequenos. A VW e a GM anunciaram o fim dos motores a combustão. Nós? Sem dólares não há como contratar a construção de navios modernos. Sem euros no bolso não dá pra renegociar tarifas com os europeus. 50% dos municípios brasileiros não sobrevive sem ajuda federal.… Read more »

Geraldo C Faria
1 ano atrás

Excelente debate! Estou vendo um assim pela primeira vez e confesso que estou orgulhoso do meu País! Espero me orgulhar mais e mais com o novo Governo e torço para que mais e mais nossos militares retomem a administração da nação, promovendo o desenvolvimento em todos os aspectos e varrendo a praga esquerdista que quase nos destruiu nesses últimos 40 anos! Salve as FFAA!!! Vida longa e próspera a essa nova fase do nosso Brasilzão! Congratulações a todos!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
1 ano atrás

Momento uai sô;
6- Fragatas de emprego geral
12-CCT’s
12- SBR
6- SNBR
2- Navios de socorro submarino
2-LHD ou LPD
No caso de um ou dois LPD’s se adquire quantidade de F-35 para operar neles e assim se dispensa o uso de porta aviões.
Também pode se operar o Gripen baseado em terra para defesa de nossa Amazônia Azul.

Delfim
Delfim
1 ano atrás

03 SSN
06 SSDE
.
03 DST
06 FRA
09 CVT
12 OPV
Todas com helis com MAGE e mísseis antinavio.
.
36 F-39 com capacidade antinavio.

sub urbano
sub urbano
1 ano atrás

É o que se espera que um submarinista diga mesmo. Mesma coisa que perguntar um gordo qual a melhor poltrona. Ele vai responder que é a mais espaçosa rs

Francisco Barollo
Francisco Barollo
1 ano atrás

Bob Lopez tá que tá nesse fim de ano!

Esteves
Esteves
1 ano atrás

A MB leva 0,85% do orçamento. É a maior parte salvo engano do Esteves. 1,5% a 1,8% do PIB congelado tem sido a vida dos militares. Aumentar a despesa com defesa para 2,5% sem reformar o que está sendo mostrado pelos blogs de defesa (obsolescência, alto custeio, baixa eficiência) é gastar mais.

E vai gastar mais pra que? Qual Arma apresentou plano para transformar, mudar, melhorar, reformar, reconstruir?

Abrimos uma janela após 30 anos de governos incompletos. Começa, para. Inicia, interrompe. Dispara, suspende. Aprova, cancela. Atira, erra.

Jesus ajuda. Mas…tem muita lição de casa pra fazer.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Esteves
1 ano atrás

A salvação das nossas forças armadas depende de boa vontade política de todos os lados, um bom caminho seria aumentar a porcentagem do repasse em prol da redução de custos com pessoal!
Apenas como um exemplo ou um chute, que suba-se para 2,5 mas em troca 30% de redução de custos com folha, a solução viria de dentro para este problema com o efeito que a matéria sugere, uma força menor no estado da arte!

Esteves
Esteves
Reply to  Carlos Gallani
1 ano atrás

Como reduzir a despesa com gente?

76% da despesa de 80% são inativos. Como cortar?
Essa gente toda é consequência do pensamento estratégico dos anos passados. Dá pra mudar fazendo daqui pra frente. Mas o resultado chegará em…25 anos.

Força menor na visão de um submarinista. Quero ver negar o Atlântico Sul com meia dúzia.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Ah sim, essa redução seria de longo prazo e bem debatida!
Ainda tem o fato de podermos
aumentar a operacionalidade mas não tem milagre mesmo!

Marco Antonio
Marco Antonio
1 ano atrás

A lógica militar do Império me parece, em linhas gerais, a mais acertada para nosso Brasil. A guerra (contra potências) tem que se dar no mar, antes de chegar aos nossos litorais. Uma força aérea eficiente e muito bem equipada, garantidora da supremacia aérea, inibiria qualquer (improvável) aventura dos vizinhos. As forças armadas como estão hoje não são o ideal, mas são as que estão mais “perto” do ideal estratégico Nacional. A marinha, de longe, é a mais negligenciada, não somente em suas funções de guerra marítima, mas de patrulha oceânica, costeira e ribeirinha. Não seria mais vantagem criar uma… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Marco Antonio
1 ano atrás

Há. Dezenas de debates aqui no PN.

Negação do mar vem em primeiro. Depois a projeção de poder. Significa subs mais escoltas. E toda a logística que esses dois meios requerem.
Costeira não está definida como missão. Tem sido uma atribuição dos estados e da PF. Continuará assim.

Penso que não há negligência. Existe lentidão. Hoje é a consequência do pensamento militar que ruiu nos anos 1990. O amanhã será o hoje. Lentamente vamos empurrando as Tamandarés.

Sidy
Sidy
Reply to  Marco Antonio
1 ano atrás

Penso a mesma coisa. Inviabilizar o desembarque de tropas hostis é a melhor forma de nos defendermos de possíveis invasores. Acho que os investimentos da marinha deveriam seguir esta linha de raciocínio e, até pir conta disso, não entendo porque insistem com a história de ter porta-aviões.

Sidy
Sidy
Reply to  Sidy
1 ano atrás

“alguns insistem”

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Exatamente. Impedir que se aproximem de nosso território é o segredo da coisa. Por isso que temos que aumentar o número de submarinos, de caças e comprar pra ontem sistemas antiaéreos de médio alcance, no mínimo.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Simples um PA afundar os navios antes deles lançarem um ataque massivo, que vem antes do desembarque, por ser uma base aérea móvel tem maior capacidade de sobrevivência, eles não tem CEP, fora que eles devem da cobertura ara o CFN, arena Ar-Ar o CAS pode ser feito por Helis, o fato da “base” ser no “mar” aumentar o tempo de permanência das aeronaves na área e por fim “dizer”: Não nos ataque pois podemos levar a guerra até você (!) Só lembrando que em caso de guerra/ameça de invasão talvez seja necessário torna/realizar desembarque em aéreas hostis longe da… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Mas claro o PA é a ultima peça do conjunto embora seja junto com os SSN’s a peças mais importantes

ALEX ROCHA
1 ano atrás

Senhores como leigo que sou, mas deixa eu perguntar,seria possível fazer um super tucano para operar em porta aviões? Teria alguma utilidade? Serviria para algum embate?

pm
pm
Reply to  ALEX ROCHA
1 ano atrás

oi Alex,
acho que te deixaram pra traz na enxurrada de comentarios.

Sim, um Super Tucano poderia ser adaptado para uso em porta-avioes mas seu uso nao seria diferente da versao atual: ataque leve e contra-insurgencia. Isso significa que um ST nao seria um meio adequado para uma serie de outras funcoes como defesa aérea e ataque naval.

Na pratica um porta-avioes capaz de operar apenas avioes pequenos como o Super Tucano seria de utilidade muito pequena

ALEX ROCHA
Reply to  pm
1 ano atrás

obrigado pm.

Leo Rezende
Leo Rezende
1 ano atrás

Bosco,Juarez,Ivan,MO,Comandante Luiz Marinho,Poggio e muitos outros não citados porque agora a memória me trai.
Vocês fazem MUITA falta na trilogia.

Paulo
Paulo
Reply to  Leo Rezende
1 ano atrás

Vamos falar em quem NÃO faz falta. Já reparam que os esquerdis tas daqui (Defensor da liberdade, AntonioKinks, 100nick-Elã, etc) desapareceram todos ao mesmo tempo nos últimos três dias. É como se combinassem quando postar ou não aqui ou … são mesmo a mesma pessoa.

Waldir Fares Filho
Waldir Fares Filho
Reply to  Leo Rezende
1 ano atrás

Eu acompanho a trilogia a muito tempo. Gostaria de saber o por que desses grandes comentaristas nao estarem mais por aqui. Pessoas que comentavam com conhecimento e não com o fígado. Vc esqueceu do Vader tbem. Grande época essa do blog.

Esteves
Esteves
1 ano atrás

Olha, Quem tem bunda grande usa selim grande. País grande precisa de marinha grande. Até um sub nuclear só pode estar em 1 lugar. A Marinha que temos é uma Marinha superfície e submersa. Não é marinha de desembarque. A MB comprou o Atlântico porque o Atlântico é um porta helicópteros. Helicóptero para guerra superfície e submersa. E para emprego geral. A MB não imagina invadir. Nem conquistar. Estamos rodeados por ilhas britânicas. E iremos defendê-las ou invadir com apoio aéreo. Sei…sei. PA projeta poder e nega o mar. Faz sentido. O problema do PA é o preço e a… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Caro esteves: -Quem falar na importância de ter capacidade de conquista e manter é o CFN só que a um fator interessante a Inglaterra usou essas ilhas em 1982… o fato de estarem no meio do Atlântico ajudar a dá maior destaque para as mesma pois seriam pontos de apoio para navios… -Quando eu falo eu é uma “base” móvel é no sentido de que o mesmo levará uma boa parte da estrutura de uma base terrestre. -Sobre o custo de um PA devemos analisar qual seria o custo das base no litoral e da quantidade necessária, levando em conta… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Então,

Os ingleses estavam vindo. Usaram as ilhas como apoio. Manter uma base em uma ilha significa construir uma ponte até essa ilha. Tomar ou invadir uma ilha significa manter…ou não teria invadido. Quanto custa? Vale?

Penso que nosso tempo de PAs tradicionais se foi-se. Passou. Ximbiu. Vendo o que os japoneses estão fazendo com seus porta-helis…vetores como o F35 dominarão os céus dos mares em 2035?

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Os caças de 5° só serão regra quando o F-35C e seu concorrente tiverem operacionais o F-35B não é tão vantajoso a não ser se o EV-22 AEW&C sem isso ele tá mais para compensar as deficiência dos NAe SVTOL

Bardini
Bardini
1 ano atrás

Existe pelo menos cinco tipos de “Marinha do Brasil”, que estão interligadas. . A “Marinha do Brasil” silenciosa e que não aparece, que precisa do Submarino Nuclear e de mísseis de cruzeiro, para encarar o que der e o que vier, fazendo o pau comer feio com sua capacidade de atacar a estrutura vital de um inimigo, em território inimigo, bem como ter capacidade de bloquear movimentações na ZEE deste, causando um diabo de transtornos econômicos. . A “Marinha do Brasil” que é a que aparece e precisa de uma Força de Superfície moderna e enxuta, capaz de prevalecer não… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Excelente, Bardini.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Parabéns pelo excelente comentário Bardini.

Jbrito
Jbrito
1 ano atrás

Acho que se nossas forças armadas conseguissem ficar pelo menos entre as 10 maiores e mais bem equipadas já seria uma grande conquista.

ALEXANDRE
1 ano atrás

Pega as 4 corvetas tamandare compra tb 4 destroyers asahi e pronto ja eh um bom impulso.

Airacobra
Airacobra
Reply to  ALEXANDRE
1 ano atrás

Esse destroyer ai só se for com peixe e farinha

Esteves
Esteves
1 ano atrás

A NASA gasta 0,45% do orçamento americano. Ou 20 bilhões de dólares. Envia (a NASA) sondas ao Sol para estudar reações solares, nucleares e, claro, novas formas de energia. Encontrou o enigmático exoplaneta X. Pousa em Enceladus. Mergulha em Júpiter. Explora Ceres. A aventura da Lua custou mais de 130 bilhões de dólares. Tem que haver teto de gasto. Importância financeira uma ova de peixe. Despesa tem que mostrar resultado e eficiência. Essa história do vai gastando que eu vou pagando…foi o que quebrou o país. Vivemos a maior crise desde desde exatamente porque não soubemos e ainda não sabemos… Read more »

Jeff
Jeff
Reply to  Esteves
1 ano atrás

“…Essa história do vai gastando que eu vou pagando…foi o que quebrou o país…”
.
O que quebrou o país foi gastar com propinas, enviar bilhões para paisecos comunistas, enfiar grana em bobagens bancadas pela tal Lei Rouanet, socar dinheiro em partidos aliados, usar muito dinheiro e toda a máquina pública para se manter no poder.
Se apenas 10% dessa grana toda tivesse sido usada para equipar as forças armadas seria muito bem aproveitado e teríamos muita coisa nova para discutir aqui.
Forças armadas tem que estar aparelhadas, projetos de armamento nacional não tem obrigação de dar lucro.
.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 ano atrás

Já alteraram a lei para dar parte do fundo de marinha mercante para a marinha de guerra? Pode não ser uma quantia grande, mas já ajuda!

Heli
Heli
1 ano atrás

Seria oportuno o Brasil ter uma boa Marinha, com destróieres, fragatas, corvetas, satélites de comunicação, aviões de patrulha, e principalmente muitos submarinos. Contudo, fica a pergunta: no cenário atual e num futuro breve, pra quê??? O Pré-Sal vai sendo transferido a preço de banana para as multinacionais (em alguns leiloes abaixo de 10% do valor de mercado do barril), governo Temer foi rápido no gatilho nisso. Só no período entre a posse provisoria e a definitiva foram 3 leilões que presentearam a Chevron (intermediado, entre outros, por Jose Serra e Rosângela Moro), Shell-BP (Temer e cia dá uma rasteira em… Read more »

Fernando Pereira
Fernando Pereira
1 ano atrás

Posso estar equivocado, mas penso que estamos no caminho certo mesmo que a passos curtos..mas estendo algumas observações que considero importantes e que teriam um peso extra no fôlego financeiro da marinha: – Pagamento de pensões e reservistas não podem ser vistas como investimento, portanto, devem ter valores e pagamento separados do total da verba destinada a marinha; – Para ações de polícia nas águas costeiras não precisamos de embarcações caras, a criação de uma Guarda-Costeira seria infinitamente mais barata tanto em investimentos como em manutenção. – As pesquisas da marinha, estudo de projetos bem como manutenção de unidades acadêmicas… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando Pereira
1 ano atrás

Despesa com custeio de gente e benefícios de gente leva 80%. Não é investimento. É custo. 10% são despesas com manutenções e conservações. Sobra em torno de 8% para investir. Essa é a foto da defesa no país. A MB gostaria de receber 1,5 bilhões de dólares ao ano para investir em meios por 15 anos. Gostaria. O investimento público no Brasil é 5%. 95% = custos. Entre eles o custo da dívida pública. Cada regime tem sua despesa. Cada categoria de funcionalismo tem seu orçamento. Os militares são estatutários. Tem regime próprio. O que acontece com as Armas é… Read more »

_RR_
_RR_
1 ano atrás

Amigos… Oxalá se chegarmos a 2025 com as quatro ‘Tamandaré’ e os quatro ‘Riachuelo’ entregues… Mais importante, e que tem que por na conta, é um bom navio se apoio logístico e uma nova classe de caça-minas. Se até 2030 chegarmos com o PMN, o NDM, as quatro novas escoltas, o NaApLog, os quatro SSK, mais dois caça-minas e o SSN em construção, já dá pra soltar rojão… Será uma força respeitável. Tão importantes quanto, são os meios distritais, que precisariam ser complementados por uma classe de NPaOc. Isso, além de assistir a Marinha em suas funções de guarda costeira,… Read more »

Mahan
1 ano atrás

Não entendi. Dissuadir pretenso inimigo atacar, em qualquer situação, é objetivo de toda Força Militar. A RN é pequena hoje em dia. A MB deve ser capaz de projetar poder em terra, controlar áreas do Atlântico Sul e Caribe usando seus navios e submaronos, juntamente com Marinhas amigas.

Doug385
1 ano atrás

O tamanho da Marinha deve ser proporcional às aspirações do país. Se o país entrar num ciclo de crescimento constante e de aumento de sua importância no âmbito internacional com certeza precisaremos de uma Marinha de projeção.
Em todos os casos, uma Marinha de dissuasão é o mínimo que o país precisa. O problema é que nem isso temos.