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DSME entrega fragata stealth à Tailândia

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Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Na sexta-feira da semana retrasada (14.12), a Real Marinha Tailandesa recebeu com festa, no estaleiro Okpo-Dong, da Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co. Ltd. (DSME), de Busan, na Coreia do Sul, a sua primeira fragata “de alto desempenho” (como os chefes navais tailandeses gostam de dizer) derivada da classe KDX-I.

A nova classe Tachin, conhecida na DSME como DW 3000H, foi desenvolvida a partir do destróier Gwanggaeto, o Grande (KDX-I), da Marinha sul-coreana.

De acordo com o portal de notícias tailandês AAG, seu custo total foi fixado em 396 milhões de dólares, com outras fontes dizendo que o custo do navio chegou a US$ 410 milhões.

Armas e sensores – O navio tailandês, de 136 tripulantes, foi equipado com sistemas de última geração, e sofisticadas armas navais. O casco foi projetado utilizando tecnologia stealth (furtiva), e sua propulsão deve permitir uma velocidade máxima de 30 nós, além de autonomia na faixa das 4.000 milhas náuticas.

O armamento e os sensores de combate constituem capítulo à parte.

O Tachin III foi equipado, entre outros sistemas, com:

  • um canhão Oto Melara 76/62 na proa (em casamata também furtiva);
  • dois sistemas CIWS Raytheon Phalanx, de 20 mm;
  • 2 lançadores quádruplos de mísseis anti-navio Boeing RGM-84L Harpoon Block II;
  • 2 lançadores triplos de torpedos leves Mk.54 Mod 0 (de 324 mm de diâmetro);
  • 8 lançadores de míssil Raytheon RIM-162 ESSM;
  • Radar de Vigilância (aérea e de superfície) Saab Sea Giraffe 4A AESA;
  • Radar de Combate Saab Sea Giraffe; e
  • Sistema de Gerenciamento de Combate Saab 9LV Mk4.

Transferência de tecnologia – A Tachin III partirá para a Tailândia em janeiro.

Encomendada em 2013, a embarcação foi lançada ao mar em janeiro de 2017 – em uma cerimônia presidida pelo então Comandante da Força Naval Tailandesa, almirante Aree Nani –, e deveria ter sido entregue ao cliente em agosto deste ano, mas essa data precisou ser adiada por quatro meses.

A DSME deverá receber encomenda de uma segunda fragata Tachin. Mas, nesse caso, o navio será construído no Estaleiro Mahidol Adulyadej, da Tailândia, com transferência de tecnologia por parte da DSME. O custo dessa aquisição ainda não foi informado.

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Renan Lima Rodrigues
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Renan Lima Rodrigues

Do encouraçado Yamato em diante, só se vê agora navios com o bulbo na proa, que reduz o spray da água, se eu não me engano. Eu não entendo porque só se falam de fragatas hoje em dia, parece que está acontecendo igual na WW2, o contratorpedeiros eram muito caros e começaram a construir os “Kaiboukan” ou DDE “Escort Destroyer” como o Tachibana e Samuel Roberts com equipamentos Type-B (AA) e Type De (ASW). No caso as fragatas modernas seguem esse mesmo conceito de DDE, ou algumas são quase consideradas equivalente a um cruzador pesado? Não entendo nada de navios… Read more »

João Francisco Neves
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João Francisco Neves

Exato, o bulbo diminui o tamanho da onda de casco e quanto maior a velocidade do navio maior a sua efetividade, economizando combustível.

Renan Lima Rodrigues
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Renan Lima Rodrigues

É notável que o Yamato com o bulbo conseguiu alcançar os 27,4 e 28 nós em treinamento, com 154,000 SHP. Mesmas caldeiras Kampon Rō-Go 152,000 cavalos, num navio de 72 mil toneladas. Talvez a classe Iowa poderia ter alcançado os 35 a 36 nós se fosse instalado o bulbo, afinal tem a power train dos Iowas é de 212,000 cavalos (normais)

Otto Lima
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US$ 410 milhões a unidade, é isso mesmo? Menos do que os US$ 450 milhões que a MB está disposta a pagar por cada CCT.

_RR_
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_RR_

Otto,

Segundo noticiado, o preço de uma ‘Tamadaré’ pode variar de US$ 350 milhões até os US$ 450 milhões originalmente previstos. Se for um vaso abaixo das 3000 ton. full., chuto que cada vaso vai custar algo perto do que custou esse da nova classe tailandesa.

Fabio
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Fabio

Agora vc esta entendendo o que significa o “custo Brasil”…são por esses motivos que perdemos nos últimos anos centenas de industriais para o Paraguaia…estamos num processo acelerado de desindustrialização…

Br
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Br

Sem os sistemas, creio eu, os coreanos constumam divulgar o preço do casco.

Vovozao
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Vovozao

26/12 – quarta-feira, bnoite, pela descrição deve ser uma fragata com deslocamento de 3000t, o maior atrativo é o preço de +- USA 410. Milhões de dólares, preço das corvetas que deverão ser construídas no Brasil, também com transferência de tecnologia; bem armadas. Ou o preço nosso é caro ou a Tailândia conseguiu um ótimo preço.

Roberto Bozzo
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Roberto Bozzo

Vovozão, estes US$410 milhões é pra construção na Coréia; quando forem construir na Tailândia estes valores devem subir bastante.

Vitor
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Vitor

Na verdade na Tailandia seria mais barato porque a mao de obra local é tao barata quanto a china, porem, a qualidade de um navio como esse construido na Coreia do Sul eé infinitamente Superior. Na coreia do Sul quando voce assina o contrato de construçao, voce ja recebe o convite do dia/data/horario da entrega do Navio. La nao existe entrega de Navio atrasado. Os Navios mercantes mais complexos do mundo sao construidos la na Coreia ou Japao.

Leonardo M.
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Leonardo M.

Engraçado que na matéria diz que eles atrasaram em 4 meses a entrega do navio.
Estranho não? Afinal os coreanos são quase deuses e não atrasam nada, né!?

Marcos
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Marcos

O preço do Navio condiz com a sua estética. Oh bicho feio kkkk

Brincadeiras à parte, bem, a nossa realidade é outra. O custo Brasil encarece tudo.

_RR_
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_RR_

Francamente…

Olhando a proa desse navio, parece mais um… “Inhaumão”…

A ‘Gowind’ e a MEKO parecem ter proas mais elevadas, e assim mais adequadas.

Gowind 2500:
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OPV Slazak:
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Luiz Floriano Alves
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Tudo no Brasil sai mais caro. Não somos competitivos. Os entraves burocráticos e impostos e taxas fazem aqui, um imperador Bizantino parecer aprendiz de taxador. Além da famosa T.Te. que significa que muitos viajarão e farão belos passeios na conta da obra. Mais ganharemos riscos de barcos que vão apodrecer nos depósitos, sem aproveitamento. Ver o caso das River, ou Amazonas. Temos a licença e vamos desenvolver outro projeto, de resultado ainda nebuloso.

Camargoer
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Camargoer

Caros Colegas. Algumas coisas que chamaram a minha atenção. A primeira delas é que a segunda unidade será construída na Tailândia (com ToT). O texto não fala nada em uma terceira unidade. A segunda é o valor da unidade em relação ao seu deslocamento, US$ 400 milhões de dólares para 3000 ton. (cerca de US$ 130 mil por ton). O valor pode servir de comparação para o projeto da CCT.

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

Esse é só o valor do primeiro navio a gente vai comprar um lote.

Camargoer
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Camargoer

Olá Flavio. Acho que não entendi o seu comentário. Eu não acho razoável discutirmos o valor total da CCT enquanto o fornecedor e projeto estiverem indefinidos. Contudo, o valor de US$ 130 mil por tonelada pode ser uma boa referência para avaliarmos os custos do programa de MB. Chama muito a minha atenção o fato de que muitos países insistirem em construir seus navios militares em seus países (mesmo que seja apenas um). Acho curioso que alguns colegas dizem que a MB deveria construir seus meios em estaleiros estrangeiros.

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

“De acordo com o portal de notícias tailandês AAG, seu custo total foi fixado em 396 milhões de dólares, com outras fontes dizendo que o custo do navio chegou a US$ 410 milhões” “A DSME deverá receber encomenda de uma segunda fragata Tachin. Mas, nesse caso, o navio será construído no Estaleiro Mahidol Adulyadej, da Tailândia, com transferência de tecnologia por parte da DSME. O custo dessa aquisição ainda não foi informado.” Camargoer Gosto da ideia de construir tudo aqui mas acho meio difícil competir com certos países. Então acho melhor “eleger” o que deve e não deve construir aqui… Read more »

Camargoer
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Camargoer

Caro Flavio. Concordo que a MB (e as demais forças) precisam priorizar alguns programas em relação à outros. Realmente, não dá para ter muito, de tudo, ao mesmo tempo. Considerando que os programas militares duram décadas, muito mais longos que governos ou comandos, isso demanda um planejamento e uma execução competentes. O objetivo das empresas privadas é o lucro, por isso elas buscam vender pelos maiores preços com os menores custos. Por outro lado, muitas empresas públicas têm como objetivo prestar um serviço e por isso buscam reduzir os custos para reduzir os preços ao consumidor. Outros órgãos públicos que… Read more »

Marcos10
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Marcos10

Se não for uma Navantia…

Luiz Floriano Alves
Visitante

Os barcos Coreanos são feios, mas bem equipados. Pergunta que não quer calar: num combate naval de barcos equivalentes, vc gostaria de estar na tripulação de um barco Coreano, Holandês ou Britânico?

Carlos Campos
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eu achei normal, nem feio nem bonito, bom, os coreanos não tem pedigree, já os Britânicos e os Holandeses tem, então fico com os holandeses ou britânicos.

Joao Carlos
Visitante
Joao Carlos

Belo navio… Me disculpem os invejosos de plantao, mas achar esse navio feio é pura dor de cotovelo.
Parabens à Thailandia que tem mais do que promessas, tem navios novos.

Gilbert
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Gilbert

Lembrem que nós não compramos só o navio compramos também a transferência de tecnologia.

Marcos10
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Marcos10

Compramos (e pagamos) por transferência de tecnologia que depois não usamos.

Eduardo von Tongel
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Eduardo von Tongel

Exatamente! Vamos para por 4 navios + transferência de tecnologia. Para quê? Para não fazer mais nenhum navio? Não faz sentido. Essas Tamandaré vão navegar por 40 anos e serem usadas até o osso! Em 40 anos a tecnologia muda e será necessário a compra de mais 4 (ou mais) navios! E com nova tecnologia!! Enfim, pagaremos por algo que não usaremos. Melhor comprar de prateleira sim(!), dessa forma os navios vem por preço fixo, sem os aumentos constantes no Brasil, e entregues no prazo previamente estipulado, sem atrasos como é comumente feito no Brasil. O meu, o teu (nosso)… Read more »

Eduardo von Tongel
Visitante
Eduardo von Tongel

* pagar por…

Fernando Gomes
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Fernando Gomes

Nao importa e o navio eh bonito ou feito ele deve ter estanquidade e compartimentos bem divididos, além de uma boa equipe de controle de avarias. Nao adianta ter uma Ferrari se voce so sabe dirigir fusca.

Esteves
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Esteves

Pois, Gostaria de saber sobre o padrão de construção dos coreanos. Tipo do aço, espessura, especificações de soldas, corte das chapas. Notei que alemães, aparentemente, cortam as chapas em tamanho maiores. É isso? Imagem aqui no PN de 22/12/2013. Significaria resistência maior com menor aplicação de soldas? As Wurttemberg da ThyssenKrupp parecem ter. Eliminando os preconceitos o que sobra? Meios asiáticos tem padrão de construção naval 7 e alemães seriam 9? Inventei agora. Mas há como comparar qualidade? Se não…compara preço. Compara canhão. Compara sistemas e armas. Se afunda como a fragata Ingstad norueguesa produzida pela Navantia, chegam as críticas… Read more »

Andrey Pinheiro Lisbôa
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Olá Esteves. Não conheço o padrão de construção naval específico dos coreanos, mas conheço outros, e o que posso te dizer é mais ou menos o seguinte: – O aço usado nos cascos e estruturas é meio comum, de qualidade estrutural ou acalmado com silício, tipo os USI-SAC-250 ou 300 (como um ASTM A-36); – As espessuras são determinadas pela engenharia e arquitetura navais, podendo variar de 6,35 mm (um quarto de polegada) a bem mais de 25,4 mm (uma polegada); – As soldas em geral devem ter penetração total, sejam de topo ou em ângulo; – Os processos de… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Navio bem simpático…

Paulo Costa
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Paulo Costa

Ha menos que eles comprem outras 20 iguais a ela, uma ou duas nao fara a menor diferença contra a marinha chinesa e seus 100 navios como dizem

Vovozao
Visitante
Vovozao

27/12 – quinta-feira; bdia; senhores; se possivel ajude-me a entender: temos uma empresa de projetos: ENGEPROM; temos varios estaleiros inoperantes; inclusive pertecente ou associado a grandes estaleiros a nivel mundial; temos o Arsenal; ja construimos fragatas; podemos comprar aço de ótima qualidade ou fabricarmos aqui. Temos FCN; FCG; que poderiamos fazer engenharia reversa e produzir estas fragatas aqui; muito mais em conta; criando emprego; porém, so vejo dizerem que nao temos condições de fabricar: porque; Coreia, Japão; Índia, China; Israel oodem; antes compravam Europo ou USA, se nao tentar nunca iremos ter Made in Brazil. Vamos aproveitar nossa mao de… Read more »

Vovozao
Visitante
Vovozao

27/12 – quinta-feira; bdia; senhores; se possivel ajude-me a entender: temos uma empresa de projetos: ENGEPROM; temos varios estaleiros inoperantes; inclusive pertecente ou associado a grandes estaleiros a nivel mundial; temos o Arsenal; ja construimos fragatas; podemos comprar aço de ótima qualidade ou fabricarmos aqui. Temos FCN; FCG; que poderiamos fazer engenharia reversa e produzir estas fragatas aqui; muito mais em conta; criando emprego; porém, so vejo dizerem que nao temos condições de fabricar: porque; Coreia, Japão; Índia, China; Israel oodem; antes compravam Europo ou USA, se nao tentar nunca iremos ter Made in Brazil. Vamos aproveitar nossa mao de… Read more »

Marcos10
Visitante
Marcos10

Os outros fazem, nós não. Tem nome: preguiça.
Você pode substituir o termo preguiça por outros adjetivos: cultura, falta de dinheiro, corrupção, preguiça mesmo, etc.

andrepoa2002
Visitante
andrepoa2002

Um belo navio.

Joel Soares
Visitante
Joel Soares

Caraca concurso miss mundo de navios, kkkk!
Navio de guerra tem que ter poder dissuasório e o resto é história
Abraço a todos!

Marcos10
Visitante
Marcos10

Até o dia que a Fragata da Navantia afundou, bastava ser bonito e barato. Agora todo mundo preocupado com estanquicidade.
Tem mais coisas a serem consideradas.

João Francisco Neves
Visitante
João Francisco Neves

Parabéns pra Tailândia, um minúsculo país que consegue fazer compras certas e com armamento capaz, mas chamou minha atenção os dois sistemas CIWS Phalanx, aqui no Brasil dizem os “especialistas” que é muito caro de manter, uau, a Tailândia tem 2 num único navio, e vem mais outro, chego a conclusão que a Tailândia é muito mais rica que o Brasil…

Dalton
Visitante
Dalton

Não é bem assim…lembra-se do NAeL tailandês de nome impronunciável ? A princípio ele operou alguns poucos jatos “Harrier” que foram retirados de serviço na década passada e não foram repostos, passando a operar apenas alguns helicópteros…muito criticado e mesmo apelidado de iate real, inúmeras vezes provou seu valor…mas…prestando ajuda humanitária. . Quanto ao “Phalanx” da marinha brasileira apenas um navio de segunda mão veio equipado com uma das primeiras versões, o “Mattoso Maia” isso há mais de 20 anos atrás e a marinha na época não quis pagar pelos serviços e o equipamento já passou do tempo de tentar… Read more »

Dodo
Visitante
Dodo

Danton, ignore essas pessoas, são claramente leigos que não entendem nada do tema, e ainda vem quere tirar onda dizendo que quem realmente entende está errado, que é só colocar o Bixo e dane -se( pra não usar a palavra com F)…. é o nível de inteligência dessa gente, uma coisa é ser leigo, outra é ser leigo e achar que sabe mais do que quem é da área

Dodo
Visitante
Dodo

Dalton*

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Dodo. Talvez a maior contribuição daqueles que têm mais experiência seja informar e ilustrar de forma didática os pontos de vista corretos. Frequentando o PN há dez anos, aprendi muito lendo os comentários dos oficiais da ativa e na reserva, dos especialistas e dos entusiastas mais antigos. Geralmente, há um queixume sobre a pouca importância dada pela população às questões de defesa. Ao ignorar aqueles que sabem menos ou pensam diferente, as discussão se tornar tautológica. Mas concordo que algumas provocações ultrapassam o razoável. né?

Dodo
Visitante
Dodo

Endosso 100% suas palavras camargoer

Camillo Abinader
Visitante
Camillo Abinader

Não sei porque falam do Brasil em relação ao EUA, China, Rússia, Índia, Japão, Alemanha, França, Inglaterra, Coréia do Sul, Turquia, etc, o Brasil está atrás da Tailândia

Dodo
Visitante
Dodo

Na sua cabeça só se for meu amigo. Qnd a Tailândia tiver a capacidade bélico industrial do Brasil, aí nos discutimos tá ok ?
Moderadores, o nível de estupidez dos comentários está brabo…..

Camillo Abinader
Visitante
Camillo Abinader

Não menospreze a Tailândia, os modelos a diesel da Toyota no Brasil os motores são fabricados justamente na Tailândia, com relação a marinha a Tailândia não só já está recebendo uma moderna fragata como já está certo de começar a construir uma do mesmo modelo localmente, então realmente no quesito marinha está a frente do Brasil

Dodo
Visitante
Dodo

Tá certo Camillo, a Tailândia é uma potência, daqui a pouco estarão até construindo scorpenes com base em projetos roubados de nois por seus super agentes secretos, equipado assim sua poderosa armada

Robson PM df
Visitante
Robson PM df

Navio muito bem armado, com excelentes equipamentos eletrônicos, boa defesa de ponto.. Design moderno e com um bom preço.. Me parece que com armamento mais pesado que as Tamandaré..

ney
Visitante
ney

Os militares do Brasil não conseguiram trazer os sistemas CIWS Raytheon Phalanx, junto ao PMH para o brasil e a Tailândia consegue levar?

João Luiz Barreto Passos
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João Luiz Barreto Passos

Levando-se em consideração a necessidade de modernização da nossa marinha e o estado de nossa economia, digo que não dá, por ora, para iniciar mais um projeto com Transferência de Tecnologia, sem que isso signifique ’10 anos em 30′. A meu ver, o melhor seria reformular a Tamandare para um projeto de vasos de 4500/5000 ton. para serem contratadas a partir de 2025; comprar 6 ou 8 fragatas de 2500/3000 ton. construídas fora do país (seria bom ampliar os horizontes e admitir projetos de estaleiros coreanos e japoneses) e priorizar a finalização do Prosub. Assim, daqui a 10 anos, teríamos… Read more »