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Submarinos nucleares ameaçam afundar o orçamento de defesa do Reino Unido

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Concepção do submarino de mísseis balísticos Dreadnought

Escritório Nacional de Auditoria alerta para uma lacuna de financiamento de 15 bilhões de libras em programas de equipamentos

Por David Bond e Sylvia Pfeifer

A decisão da Grã-Bretanha em 2016 de renovar a dissuasão nuclear do país e construir quatro novos submarinos de última geração a um custo de £ 31 bilhões está ameaçando afundar o orçamento de defesa do Reino Unido.

Gavin Williamson, secretário de Defesa, ganhou 1 bilhão de libras extras para as forças armadas em outubro, o que lhe permitiu evitar mais cortes imediatos nas forças armadas.

Mas os analistas dizem que ele precisará lutar por mais dinheiro na revisão de gastos abrangente do próximo ano para ajudar a cobrir o que o Escritório Nacional de Auditoria alertou que poderia ser uma lacuna de financiamento de até £ 15 bilhões no programa de equipamentos do Ministério da Defesa na próxima década.

A pressão financeira decorre principalmente dos submarinos “Dreadnought”, como o programa de renovação de dissuasão nuclear foi nomeado.

É o maior e mais complexo projeto de defesa que o Reino Unido empreendeu — um funcionário o descreveu como “o equivalente da engenharia de construir um ônibus espacial”.

“Submarinos nucleares são o projeto de defesa mais exigente”, disse Trevor Taylor, especialista em naval do Royal United Services Institute, um centro de estudos. “Você não consegue construir um protótipo — você tem que acertar da primeira vez.”

Uma revisão das capacidades e ambições de defesa do Reino Unido, publicadas pouco antes do Natal, reafirmou o compromisso da Grã-Bretanha com a dissuasão, descrevendo o Dreadnought como “a garantia definitiva” da segurança do Reino Unido.

O problema para as autoridades de defesa é que o custo de manter a dissuasão nuclear – que inclui os quatro novos submarinos nucleares de ataque da classe “Astute”, bem como o sistema de mísseis nucleares Trident – compõe um quarto do plano de equipamentos de 10 anos do Ministério da Defesa, um gap de acessibilidade de £ 2,7 bilhões, a diferença entre o custo previsto e o orçamento esperado.

Por sua vez, o “Dreadnought” é responsável por um quinto do orçamento global de dissuasão nuclear, de acordo com os números do NAO para 2018-19. Para manter o programa no caminho certo e aliviar as pressões iniciais, o MoD recebeu permissão em março para retirar 600 milhões de libras de um contingente de 10 bilhões de libras do Tesouro.

“O Dreadnought pode afundar o orçamento de defesa? A resposta é sim ”, disse Taylor.

A BAE Systems, que está construindo os novos submarinos em Barrow-in-Furness, na Cúmbria, juntamente com os parceiros industriais Rolls-Royce e Babcock International, descreveu o programa como “um dos desafios de engenharia mais complexos do mundo”.

Os submarinos terão 152,9 m de comprimento – um pouco mais do que os atuais submarinos da classe “Vanguard”, que transportam os mísseis Trident – com um deslocamento de 17.200 toneladas.

Pela primeira vez, os submarinos serão alimentados por um novo reator nuclear, o Rolls-Royce PWR3. Isso representa um dos maiores riscos para o projeto, segundo analistas, porque não será testado em um protótipo.

O Dreadnought terá 12 tubos de mísseis Trident, uma redução dos 16 carregados pelos Vanguard; a maioria dos detalhes restantes sobre os novos submarinos é um segredo bem guardado.

Com os submarinos levando ainda de 15 a 20 anos para entrar em serviço operacional, também terão que evoluir continuamente seus sistemas de defesa para lidar com a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos.

“As tecnologias que o Dreadnought enfrentará em 15 anos, só podemos sonhar”, disse Paul Ingram, analista da consultoria básica de controle de armas, aos ministros recentemente.

Para enfrentar as inúmeras incertezas, o MoD mudou a forma como o programa é executado, criando a Submarine Delivery Agency (SDA) – inspirada pela autoridade criada pelo governo para construir os locais para as Olimpíadas de Londres 2012.

Considerando que grandes projetos de infraestrutura recentes, incluindo o Crossrail e o programa ferroviário de alta velocidade HS2, foram realizados por empresas independentes, a SDA deve permitir ao MoD maior controle sobre custos e prazos.

Mas as metas são altas, com o Ministério da Defesa empenhado em encontrar eficiências de 3 bilhões de libras em seu orçamento de dissuasão nuclear nos próximos 10 anos e a experiência recente do programa Astute já atrasado e superestimado na memória.

Richard Scott, editor consultor naval da Jane’s, uma revista de defesa, disse: “Há um entendimento entre o MoD e a BAE Systems de que eles continuamente falharam em cumprir os marcos do projeto no Astute e precisam melhorar”.

O próximo mês de abril marcará meio século desde que a Grã-Bretanha lançou sua chamada dissuasão contínua no mar – o que significa que não perdeu um único dia em patrulha.

Nas décadas que se passaram desde o fim da Guerra Fria, a ameaça da guerra nuclear pareceu diminuir, permitindo que os ativistas argumentassem que os mísseis e submarinos Trident necessários para carregá-los em patrulhas do Atlântico Norte eram relíquias caras de uma época passada.

Mas a escalada das tensões entre os EUA, a Rússia e a China levou a novos temores de um Armagedon nuclear e a um colapso nos tratados internacionais assinados para impedir a proliferação de armas nucleares.

Apesar disso, analistas disseram que a pressão que o Dreadnought aplicou ao orçamento de defesa do Reino Unido levou a novas dúvidas sobre sua viabilidade a longo prazo.

O Sr. Scott disse que, pela primeira vez nos últimos dois ou três anos em conversas privadas com altos oficiais da Marinha Real e do Ministério da Defesa, “você ouve comentários sobre o impacto desproporcional que o dissuasor tem sobre o orçamento geral de defesa”.

“Algumas pessoas estão perguntando: ‘podemos realmente justificar isso’?”

O Sr. Taylor vê a situação de forma diferente. Ele disse que o dissuasor nuclear custa apenas 2% do produto interno bruto da Grã-Bretanha, uma quantia relativamente pequena, mesmo se a economia for duramente atingida depois do Brexit.

“Em que ponto um dissuasor britânico independente se torna inacessível”, disse Taylor. “Para mim, existe um compromisso para o qual gastariam o que fosse necessário”.

FONTE: Financial Times

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Jr
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Jr

A Bae Sytems também conhecida pelos britânicos como Big And Expensive, depois de arrancar até as calças dos almirantes britânicos com aqueles dois porta aviões superfaturados vai atacar de novo, não preciso nem dizer que eles vão atrasar esses submarinos e cobrar muito mais do que o planejado, esse modis operandis deles já é bem conhecido por lá

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

?? Explica mais a questão do superfaturamento.

Heli
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Heli

Ótimo comentário. Vejo esses governos reféns de um monopólio ou de um oligopólio no setor de defesa. Na Inglaterra, quase tudo é BAE, nos EUA ou é Boeing ou Lockheed Martin, no setor naval até que tem mais competidores, mesmo assim não passa de 4. Dessa forma fica difícil negociar custos, isso sem falar no lobby dessas mega empresas no Congresso.

Bardini
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Bardini

“Vejo esses governos reféns de um monopólio ou de um oligopólio no setor de defesa.”
.
Já parou pra pensar que… São os próprios Governos que criaram estas estruturas, visando sustentar assim toda uma indústria de defesa local, bem como literalmente criar um avançado instrumento de Guerra?

Cristiano GR
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Cristiano GR

Além disso tentam dificultar o caminho para que outros países também tenham uma indústria forte e desenvolvedora de tecnologias, seja através do poder econômica de suas empresas já estabelecidas (vide caso Embraer), seja através de embargos.

Cristiano GR
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Cristiano GR

Sem esquecer do caso Engesa com o Osório.

Lewandowski
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Lewandowski

Sem querer intrometer, mas já dando o pitaco: a engesa com o Osorio não teve sequer apoio do governo brasileiro, sendo que o EB receberia, GRATUITAMENTE, uma quantidade X de Osório a cada Y exportado, o que não se vê com a BAe e os britânicos… ali se paga pelo produto, enquanto que aqui se torceu para vender e receber… . Indústria de Defesa cresce com o apoio governamental… Nao adianta culpar A ou B quando vc mesmo ( Brasil) não apoiou… É um.mercado muito restrito e o GF precisa atuar junto ( os EUA são o maior exemplo). .… Read more »

Bardini
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Bardini

“Altas autoridades do Governo Brasileiro foram mobilizadas para convencer os sauditas a assinar um contrato com a Engesa. Antes mesmo da concorrência, o então ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves esteve em Riad, juntamente com o presidente da Engesa, para tratar da questão com o príncipe Abdulaziz. O interesse do Exército Brasileiro era justificado, pois a corporação receberia uma certa quantidade de carros caso o contrato saudita fosse fechado. Algumas fontes falavam em 25 unidades. Outras, em um carro financiado para o EB a cada dez vendidos ao exterior.” . Houve ajuda. . Fora isso, o Governo foi quem deu… Read more »

Camargoer
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Camargoer

Olá Bardini. Trabalhei alguns anos com um ex-gerente da Engesa, que acompanhou a produção do Urutu e Cascavel. Um dia ele disse que a estratégia da engenharia da empresa era aproveitar o máximo da tecnologia/conhecimento usado pela industria de caminhões e tratores na construção dos carros de combate. Essencialmente, militarizar a tecnologia civil disponível. Havia muito apoio da engenharia do EB.

Jeff
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Jeff

Se a Engesa tivesse continuado no feijão com arroz dela, fazendo novas versões dos Cascavel e Urutus, quem sabe estivesse no mercado até hoje, fornecendo para as FAs brasileiras e para o exterior.
Acho, ACHO que foram com muita sede no pote internacional de fornecedores de mbt, apesar do Osório pelo que foi muito comentado era um grande projeto e produto, mas a empresa não tinha tanta tradição internacional e não passou de um peão numa jogada de peças grandes.
O jipe Marruá por exemplo, poderia ser um projeto da Engesa.

Sagaz
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Sagaz

Vide esses últimos 13 anos mais décadas anteriores de fortalecimento de um grupo de empreiteiras nacionais estratégicas… A liberdade de mercado que trás retorno, a imposição acarreta em desperdício.

Doug385
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Desenvolvimento de material de defesa envolve valores exorbitantes e, para piorar, a escala é reduzida e os processos produtivos em muitos casos são quase artesanais. No Ocidente ainda tem o agravante do custo empregado em recursos humanos. A sobrevivência não é nada fácil para empresas que investem no setor de defesa. Na Inglaterra quase tudo é BAE porque foi a única que sobreviveu aos sucessivos cortes orçamentários desde o fim da Guerra Fria. De Havilland, Avro e outras sucumbiram, foram absorvidas ou se uniram. Na Europa em geral isso virou regra. Acho que somente a Dassault ainda sobrevive sozinha, mas… Read more »

luiz henrique
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luiz henrique

Eu gostaria que o Brasil tivesse um “monopólio” como a BAE SYSTEM, principalmente na área naval, enquanto isso pagaremos caro para uma empresa estrangeira construir em um estaleiro civil e sem experiência em navios militares as corvetas Tamandaré’s.(retenção de conhecimento e continuidade efetiva da capacidade de construção naval militar no país beirando a zero e tem gente achando vantagem).

Camargoer
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Camargoer

Caro Luiz. O Brasil tinha um “monopólio” mas agora virou Boeing.

Washington Menezes
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2% do PIB só a dissuasão nuclear. Caro pra capeta.

Theo Gatos
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Theo Gatos

O Dalton já cantou essa bola varias vezes em comentários aqui no Blog há um bom tempo…
.
Será que sobrarão, desta pressão toda sobre o orçamento, mais alguns bons sistemas de armas para o Brasil e a MB?
.
Sds

jack
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jack

Na torcida…

James Marshall
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James Marshall

Fica a dica para o Brasil
Só acho. $$$

Eduardo von Tongel
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Eduardo von Tongel

Ahhh pois é, e ainda tem sonhador querendo sub nuclear no Brasil. Mal temos sub convencional e navios…

Jeff
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Jeff

Não só queremos, como o teremos. E vamos ter que aprender a mantê-lo.
O tamanho do Brasil permite e exige que tenhamos este tipo de dissuasor. É só se organizar no orçamento e parar de mandar bilhões pras republiquetas comunistas que o dinheiro vai ter.
O resto é mimimi.

Luis Henrique Lopes de Almeida
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Luis Henrique Lopes de Almeida

Só sabe por a culpa no comunismo.

Camargoer
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Camargoer

Caro Eduardo. Um submarino de propulsão nuclear é bastante caro, mas no caso da RN, o custo é sobre todo o sistema de dissuasão nuclear, o que inclui os mísseis e os dispositivos nucleares (isso considerando que o custo de fabricação do dispositivo nuclear não esteja sendo computado, caso contrário o valor será muito maior).

CESAR ANTONIO FERREIRA
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CESAR ANTONIO FERREIRA

Ora, ora, não estavam dias desses anunciando abertura de bases militares na Ásia?
Agora aparecem lacunas para o financiamento e desenvolvimento da arma submarina da Royal Navy?

Que piadistas são estes britânicos…

Harriman Nelson
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Harriman Nelson
Esteves
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Esteves

“Com os submarinos levando ainda de 15 a 20 anos para entrar em serviço operacional, também terão que evoluir continuamente seus sistemas de defesa para lidar com a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos” Levando em conta a distribuição dos gastos, a primeira linha de defesa (subs convencionais e nucleares) leva 25% do orçamento. A segunda linha são os sistemas de defesa. Meios de superfície aparecem em 4o. lugar com 12% do orçamento do MOD. Helicópteros contam com 5%. Nossa realidade é outra mas se fosse possível pensar no mesmo teatro de guerra, somente se, temos orçamento para sistemas de defesa?… Read more »

Marcelo
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Marcelo

mais um motivo para o Tempest não sair…acho que irão de carona no 6a geração da USAF…já fazem isso desde o F-4 Phantom…

elton
Visitante
elton

desde que aceitou entra no progama que deu origem ao TORNADO a Inglaterra perdeu a capacidade de fabricar caças e outros tipos de avioes sozinha ,sobrou apenas os helicopteros em parte.

elton
Visitante
elton

o custo da inovação tecnologica e esse, poderiam fabricar copias dos atuais SSBNs mas prescisam inovar para girar a maquina da pesquisa e desenvolvimento por que se não fosse isso ate hoje o ocidente ainda usaria caldeiras a carvão em navios de guerra ,a russia construiu rapidamente os Borei que são apenas copias melhoradas dos seus submarinos da decada de 1980.

Marcelo
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Marcelo

Hein? Já deu uma boa olhada nos Borei? Eles não tem nada a ver com a série Delta e com os Typhoons, portanto é um projeto novo sim…

EduardoSP
Visitante
EduardoSP

Corremos o mesmo risco aqui. Nosso SSN tem potencial para destruir as finanças da MB, já que esta faz planejamento na base do “quanto eu acho que mereço” e não na base de “quanto eu normalmente tenho para gastar”

Esteves
Visitante
Esteves

6 ou 7 bilhões de euros do Prosub (convencionais+nuclear+Itaguaí) não irão destruir nada. Pode ser que no futuro, caso engatemos a construção do segundo nuclear a coisa mude. Projetando que será necessário investir em desmantelamento, descontaminacao e recarga. “Pela primeira vez, os submarinos serão alimentados por um novo reator nuclear, o Rolls-Royce PWR3. Isso representa um dos maiores riscos para o projeto, segundo analistas, porque não será testado em um protótipo.” O Labgene é o protótipo do reator nacional do Alvaro Alberto em terra. A evolução do PWR não precisa de protótipo porque é segura ou porque seria caro demais… Read more »

Sagaz
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Sagaz

Na área industrial ouvi certa vez de um gestor do cliente:

“Não basta ter iniciativa, é fundamental ter ‘acabativa’ “

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

2 NaE + F35 + Novos subs nucleares + BREXIT
Vão ter libra pra tudo isso?

JT8D
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JT8D

Porque não, se tem comentaristas por aqui que acham que o Brasil também deveria ter PA com F-35

JT8D
Visitante
JT8D

Senhores, trata-se de um SSBN, uma ordem de grandeza mais complexo e caro do que um SSN, especialmente de um SSN como o Álvaro Alberto. Que gostem ou não vai ser concluído. Se a MB ficasse resmungando ao invés de trabalhar até hoje não teríamos dominado o ciclo do combustível nuclear

Camargoer
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Camargoer

Olá JT&D. Concordo com você que não há comparação entre um SSBN e um SSN, principalmente porque junto com o custo do SSBN também tem o custo de manutenção dos mísseis balísticos e dos dispositivos nucleares.

Elton
Visitante
Elton

Construir um SSBN e complexo ,a USNAVY ainda usa os classe Ohio da década de 1980 e os novos Columbia ainda estão na prancheta ,antes de incorporar a classe atual vanguard a RN usou por 30 anos os classe resolution que ainda usavam o slbm polaris só a URSS construía uma classe em cima da outra.

Dalton
Visitante
Dalton

Elton…provavelmente você sabe disso, mas, apenas para complementar, diferente de SSBNs anteriores, os da classe “Ohio” estão programados para durar 42 anos…para tanto sempre há 2 passando por modernização de meia vida e reabastecimento do reator nuclear, um processo que consome mais de 3 anos em média e custa centenas de milhões de dólares.
.
Como o último da classe o USS Louisiana foi comissionado em 1997 e será o último a passar por modernização de meia vida e reabastecimento do reator, programado para 2020, espera-se que ele permaneça em serviço até 2039 quando completará sua última patrulha.

igortepe
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igortepe

Isso! Deveriam fazer equipamentos que durassem mais, e tivessem espaço para modernizações.

Dalton
Visitante
Dalton

Os 4 submarinos da classe “Vanguard” estarão tendo suas vidas estendidas para cerca de 35 anos, quase tão bom quanto os 42 anos
da classe “Ohio” e durarão mais que os anteriores classe “Resolution”.
.
Os submarinos da classe “Vanguard” foram construídos sob forte pressão para conter gastos e o quarto quase foi cancelado, então, se tivessem sido projetados para mais de 40 anos teriam saído mais caros do que saíram, então, 35 anos está de bom tamanho.

Tiago Gimenes
Visitante
Tiago Gimenes

“. .. maiores riscos para o projeto, segundo analistas, porque não será testado em um protótipo.” Como assim kkkk vão usar pela primeira vez um novo motor para propulsão e simplismente não existe um protótipo? Kkk

RENAN
Visitante
RENAN

Comentário retido

RENAN
Visitante
RENAN

Espero do fundo do meu coração que a Inglaterra não desista destes submarinos e que afunde o orçamento da armada.

Forçando a vender navios de 10 a 15 anos de uso

E que o Novo presidente consiga comprar rapidamente todos os meios que a marinha do Brasil precisa para operar com tecnologia deste milênio.

10 Fragatas, 2 navios tanque, e todos os periféricos necessários.

Na liquidação

José Lemos filho
Visitante

São todos e tudo, iguais!! A nossa mídia desde a lenha com força em nosso sistema público governamental de chegar ao ponto de termos vergonha de sermos brasileiros. Imaginam esta fabulosa soma de euros para quatro submarinos nucleares. Quantos Álvaro alberto onstruiriamos aqui no Brasil com esta fortuna. O mudo jaz no maligno, não só o Brasil!!

Alezera
Visitante
Alezera

Será que algum dos amigos poderia me tirar uma duvida ? Os submarinos da classe Vanquard não são excelentes e o Reino Unido já não domina a tecnologia nuclear de deles ?
Já são bem armados, silenciosos, e confiáveis, porque o Reino Unido esta investindo tanto em um novo submarino que não vai ter nem protótipo ?
Não seria mais fácil modernizar o projeto do Vanguard ?

Dalton
Visitante
Dalton

Não houve protótipos para as classes anteriores “Resolution” e “Vanguard” e não haverá protótipo para a futura classe “Columbia” da US Navy…é absolutamente normal e os britânicos ainda terão a comodidade de que o compartimento de mísseis, com 12 silos para os britânicos e 16 silos para os americanos será construído em conjunto. . Se problemas técnicos surgirem, os britânicos sempre poderão contar com ajuda americana como quando precisaram com seus novos submarinos da classe “Astute” e os mísseis continuarão sendo o “Trident II” que já é compartilhado pelos britânicos, então, os riscos não são tão grandes. . Submarinos devem… Read more »

igortepe
Visitante
igortepe

Deveriam fazer equipamentos que durassem mais, e tivessem espaço para modernizações.

Antonio Palhares
Visitante
Antonio Palhares

Os governos estão nas mãos das grandes corporações.
Deve correr por fora uns “caraminguás”. O que não é apenas privilégios das terras de Pindorama.

Bosco
Visitante
Bosco

Ficaria mais barato se o RU investisse em torpedos nucleares gigantes causadores de tsunamis ou em mísseis de cruzeiro de propulsão nuclear que dão 10 x a volta na Terra ou pelo menos em ogivas planadoras manobráveis, que é pra serem ininterceptáveis, mas não, vão gastar essa grana toda em simples SSBNs armados com SLBMs dotados de MIRVs que… não manobram. Ohhhhh!!!!!!!!!!!!!!
O povo besta esses britânicos! Não sabem que suas ogivas, de acordo com o Putin, são facilmente interceptadas? Com esses brinquedinhos eles esperam dissuadir o que contra quem? rsrssss

Vinicius
Visitante
Vinicius

O cara nem citou a Rússia e tu ja vens “soltando os cachorros ideológicos?” Russofobia e fogo viu.

Bosco
Visitante
Bosco

Vinicius, Não é russofobia não. Na verdade meu comentário foi muito técnico e pertinente, apesar de com uma dose de ironia. Só um tolo não faria a correlação dos meios de dissuasão nuclear que os russos se propõem e os britânicos ou franceses ou indianos ou americanos. Por que só os russos é que alegam que MIRVs convencionais são obsoletos? Por que outros atores nucleares não têm essa mesmo percepção? Os russos são famosos por seus super mísseis antiaéreos e antibalísticos e portanto, para desenvolverem e implantarem um “escudo” antibalístico que leve à obsolescência os MIRVs britânicos é facílimo. Antes… Read more »

Luiz Floriano Alves
Visitante

Tudo indica que os submarinos nucleares se acham em fase de transição para uma classe de barcos que são muito difíceis de detectar. Seja por menor emissão de ruídos (hélices, condensadores, turbinas, bombas de circulação, etc..) ou calor. Serão muito bem isolados e seus equipamentos não emitem ruidos significativos. Manobras da US Navy mostraram que os navios de superfície são extremamente vulneráveis aos Subs. AIP. Fazer um Sub Nuc com características de um AIP não é impossível. É muito caro, isso sim. Os súditos de S. Majestade estão constatando isso.

Bosco
Visitante
Bosco

Luiz,
O que mais temos aqui na Trilogia são futurólogos que preveem o dia que haverá “radares” que detectam aviões stealths e os tornem obsoletos. Eu já entro nesse embalo adivinhatório e antevejo o dia que haverá uma tecnologia de sensores que deixe os oceanos transparentes. Será o fim do submarino? Na década de 80 previram que sensores a base de um tal “laser azul-esverdeado” iria fazer isso, mas nunca se concretizou… até agora. Quem sabe no futuro.

Henrique de Freitas
Visitante
Henrique de Freitas

O custo é 2% do PIB ?!?! Acham pouco ? É simplesmente impossivel sustentar isso a longo prazo.
Teremos mais meios para a MB com certeza; mesmo esquema de proprietários que alugam de graça o imóvel pois não conseguem pagar o condominio. Caríssimo e inviável.
Abraços

Esteves
Visitante
Esteves

2% do PIB em libras. Para um país que emite moeda. Na falta, os americanos ajudam. Com dólares.
2% do PIB para um país que não emite dólares, euros ou libras e que precisa comprar tudo no mercado internacional seria inviável.

Para os ingleses é uma questão de querer.

Lucio Maia Pinheiro
Visitante
Lucio Maia Pinheiro

Tudo bem que essa matéria envolve diretamente as finanças. Mas o broxante é ver que em um site sobre materiais de DEFESA , 70% dos comentários em todas ou quase todas as matérias são de teor puramente econômico, o chororô de escassez de dinheiro deveria ser transformado em passatempo oficial. Não me interessa como está o orçamento de defesa do Reino Unido. A mim me interessa a máquina de guerra em si, suas potencialidades, suas tecnologias, o que representa no cenário mundial de projeção de poder naval, que armamentos leva, a quantos metros essa belezinha conseguiria mergulhar. SE vão poder… Read more »

Nilson
Visitante
Nilson

Permita-me discordar concordando. Creio que o site não é apenas sobre materiais de defesa, é sobre defesa. Parece haver vários tipos de visitantes, alguns mais focados nos materiais de defesa, outros (eu por exemplo) também interessados na matéria geopolítica, histórica e econômica envolvida. Tenho visto que o site atende a todos, e podemos conviver bem por aqui.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Ola Lucio. Acho que o Nilson tem razão. Temas sobre defesa envolvem tecnologia, geopolítica, economia, e até mesmo aspectos de sociologia e antropologia. Claro que cada pessoa tem suas preferências, mas também é a chance de aprender coisas diferentes, mesmo discordando. Aqui o normal é discordar mesmo…

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Concordo com voce sobre a questão da capacidade dos equipamentos que inúmeras vezes o blog nao apresenta na postagem e também acrescento sobre esses vários comentários ideológicos negativos que não passam de lixo e nao acrescentam nada na discussão da postagem.

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Realmente manter 10 submarinos nucleares ativos estoura qualquer orçamento de defesa

Acredito que a Marinha do Brasil possa no futuro manter entre 02 a 04 SNBR e mais de 08 a 12 SBR no máximo porque o custo de tudo isso deve ser exagerado.

Ter forças armadas com real capacidade de defender seu Pais e para poucos.

Mercenário
Visitante
Mercenário

1. Paulo,

Na realidade, a RN planeja manter 11 submarinos, sendo os 4 SSBN da matéria, mais os 7 SSN Astute.

2. Acredito que há um equívoco na matéria quando aponta o custo equivalente a 2% do PIB. Este é o percentual atualmente alocado para a defesa, no orçamento do Reino Unido.

Ademais, o custo dos SSBN indicado na matéria, logicamente, não será suportado no mesmo ano fiscal.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Mercenário. Você está certo. Segundo dados do STOCKHOLM INTERNATIONAL PEACE RESEARCH INSTITUTE, os gastos militares da UK em relação ao nos últimos anos foram 1,8% (2017), 1,8% (2016) e 1,9% (2015).

filipe
Visitante
filipe

O Brasil com o SNBR Alvaro Alberto corre os mesmos riscos, apesar de ter um prototipo do reactor de 48 MW, atraves do LABGEN , os nossos engenheiros terâo de acertar a primeira, o Reino Unido têm 10 a 15 anos , igualmente o mesmo tempo que temos para o SNBR, 10 a 15 anos, espero que até 2030, o SNBR esteje pronto e bem armado, será o maior projecto de engenharia de todo o Hemisfério Sul… Sem querer excluir o programa do Barracuda Australiano, o SNBR será o sistema mais complexo alguma vez produzido no Brasil, é o cartão… Read more »

Dexter
Visitante
Dexter

Bah …programa BR super faturado e cheio de pix.ulecos…
Dava pra ter o mesmo resultado pela METADE do preço, e sem “empreiteiras de estimação” envolvidas…
Fato!!!

Aldo Ghisolfi
Visitante

Boa noite.
Realmente, pelo tamnho das nossas costas e pelas riquezas que pretendemos serem nossas e que como tais precisamos defender, vamos precisar de alto e eficiente poder de dissuasão.
MAS fiquei preocupado com o fato de que poderia ser sugerido à MB adquirir algum…

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

Infelizmente é o preço a se pagar por falta de planejamento adequado de finanças para cobrir tal necessidade de construção.

abrahamyamato
Visitante
abrahamyamato

os querem construir um typhoon da vida

abrahamyamato
Visitante
abrahamyamato

Alguem poderia me dizer se esse sub vai ser equivalente ou mais poderoso do que o typhoon russo

Dalton
Visitante
Dalton

Depende muito do que se considera “poderoso”. Os “Typhoon” foram construídos na década de 1970, incorporados na década de 1980 e foram gradualmente retirados de serviço na década de 1990…mesmo sendo “novos” não havia como continuar produzindo os grandes mísseis desenvolvidos para eles e por serem mais caros de manter, etc, ficou-se com os mais antigos e menores “Deltas” que continuam sendo a espinha dorsal da força de SSBNs russa. . Apenas um “Typhoon” permaneceu em serviço na virada do século e foi utilizado para testar os novos mísseis “Bulava” para os submarinos “Borei”, mas, essa função acabou e ele… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

“‘Typhoons” não podem ser considerados um sucesso…apesar de novos foram gradualmente sendo retirados de serviço ainda na década de 1990 por conta de não ser mais possível fabricar os mísseis designados para eles e apenas um permaneceu em serviço na virada do século que foi utilizado para testar os mísseis “Bulava” …acabada essa função, tem sido utilizado como um submarino de ataque, inclusive participando no treinamento de forças anti submarinas, e peça de propaganda…deverá ser retirado de serviço em 2025. . “Typhoons” foram os maiores submarinos já construídos, mesmo assim, perdiam para os “Ohios” menores quanto a capacidade de mísseis,… Read more »

Delfim
Visitante
Delfim

Atualmente o UK é potência de segunda classe. Mas nem americanos nem chineses querem que volte a ser de primeira.

Dalton
Visitante
Dalton

Os americanos certamente gostariam que os britânicos pudessem investir bem mais nas forças armadas e assim ter o peso aliviado de tantos compromissos pelo mundo todo. . Os britânicos até tentam, como poucos meses atrás, enviaram o HMS Albion para o Mar da China Meridional, para mostrar aos chineses a disposição de defender a liberdade de navegação…muito pouco, além de desviar o único “LPD” ativo de outras funções e regiões. . Os britânicos estão fadados a serem comparados com os franceses quanto a capacidade militar, podem ganhar em algumas áreas, perder em outras, mas, nada que denote uma diferença significativa.… Read more »

Mercenário
Visitante
Mercenário

Dalton,

Ainda que o HMS Albion tenha sido enviado para o Mar da China, a capacidade anfíbia existe também nos 3 classe “Bay”, sendo que há sempre um deles em rodízio no Golfo Pérsico (Operation Kipion)

Ademais, salvo engano, não havia qualquer outra demanda de missão para o Albion, que obstasse sua presença naquela região.

Nesse momento, as fragatas type 23 HMS Argyll e HMS Montrose estão no pacífico, sendo que a última ficará baseada na HMS Jufair, no Bahrein.

Dalton
Visitante
Dalton

Mercenário…com toda certeza haveria outros lugares para o “Albion” ir…veja por exemplo que recentemente o equivalente da US Navy, só que maior, o USS Anchorage baseado no Pacífico separou-se do USS Essex subiu o Mar Vermelho e atravessou todo o Mediterrâneo…algo bastante incomum para um navio baseado em San Diego Califórnia. . E o “Albion” não poderá navegar eternamente, ele terá que passar por manutenções de rotina, daí a falta que faz o irmão dele o “Bulwark” encontrar-se em “Extended Readiness” pelos próximos 5 anos porque os britânicos não conseguem operar ambos ao mesmo tempo e desejam conserva-los até meados… Read more »

Dalton
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Dalton

Há muito por fazer para aliviar a pressão sobre a US Navy no Ártico, Atlântico Norte, Mediterrâneo e não apenas na área de atuação da V Frota dos EUA. . Recentemente o equivalente do “Albion” na US Navy o USS Anchorage baseado em San Diego, separou-se do USS Essex, subiu o Mar Vermelho e atravessou todo o Mediterrâneo, algo incomum para um navio baseado no Pacífico. . Enquanto isso, os britânicos não conseguem manter operacionais seus dois únicos “LPDs”… o irmão do “Albion” o “Bulwark”encontra-se em “Extended Readiness” e assim permanecerá pelos próximos 5 anos, quando então substituirá o “Albion”.… Read more »

Mercenário
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Mercenário

Dalton,

Que houve significativa redução de meios na RN e em outras tantas marinhas a partir do final da guerra fria, não há dúvida.

Mas seguramente existem outros tantos países membros da OTAN que deveriam, também, ajudar a aliviar a pressão sobre a USN no Mediterrâneo, como no seu exemplo.

Vale lembrar que o HMS Albion, pouco tempo depois de transitar no Mar da China, esteve em Omã participando do exercício Saif Sareea, no final do ano passado.

Enfim, entendo o seu ponto de vistas, mas não vejo qualquer prejuízo em ter enviado o navio anfíbio para a missão no oriente.

Saudações

Dalton
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Dalton

Nem foi minha intenção escrever que foi má ideia/prejuízo, pelo contrário, foi a coisa certa a fazer, só que com tão poucos meios, enfraquece outras operações e áreas que estão sacrificando à US Navy…simplesmente há muita coisa a fazer e meios anfíbios estão sendo usados para outros fins como é o caso dos “LPDs” da US Navy também. . Os outros países da OTAN também fazem o que podem, a marinha espanhola está enviando uma fragata para juntar-se ao NAe Abraham Lincoln, durante a última e mais extenuante fase de treinamento para então acompanha-lo em boa parte da missão pelo… Read more »

Dodo
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Dodo

Off-topic, dentro de aprox.2 semanas ter a início a operação aspirantex 2019, teremos a oportunidade de mostrar aos Hermanos uruguaios e argentinos o novo phm Atlântico.

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Bom para o Brasil abrir o olho e ver que não tem nem terá cacife para brincar com submarinos nucleares, isso é brinquedo de gente grande.

Camargoer
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Camargoer

Caro Walfrido. É preciso separar o custo de construção/operação de um submarino nuclear de ataque (SSN) de um submarino de propulsão nuclear para lançamento de mísseis balísticos armados com dispositivos nucleares (SSBN). Tem um artigo “The full price of nuclear deterrence” do “Bulletin of atomic scientists” que questiona o enorme custo de se manter armas nucleares (os EUA estimam que a manutenção/modernização de sua capacidade nuclear custará US$ 1 trilhão nos próximos 30 anos, ou mais de USS 300 bilhões por ano).

Camargoer
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Camargoer

Olá Walfrido. Encontrei um outro texto com estimativas mais detalhadas do custo da capacidade nuclear dos EUA (U.S. Nuclear Weapons Budget: An Overview). A estimativa é de uma média de US$ 20 bilhões por ano, sendo praticamente metade disso usada na manutenção dos dispositivos nucleares (garantias de segurança de operação e operação). O custo da força de submarinos Ohio (incluindo o pessoal) é da ordem de US$ 2,5 bilhão por ano. É interessante observar que a frota de B52 e B2 é quase o dobro do que o custo dos submarinos Ohaio e similar ao custo dos misseis Minuteman.

Delfim
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Delfim

E quantos artefatos nucleares os EUA devem ter ? Para ter uma estimativa de qual o custo de manutenção unitário.

Bosco
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Bosco

Cerca de 2200 armas operacionais e 5000 na reserva. Na reserva quer dizer que não foram desmanteladas mas não estão montadas num “veículo”, portanto, não estão operacionais, mas são manutenidas.
Vale salientar que é dito que as armas nucleares americanas foram feitas pra durar 100 anos. As última foram produzidas na década de 90.

Mauricio_Silva
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Mauricio_Silva

Olá.
Não sei se foi “voluntário”, mas o título da postagem é um excelente trocadilho.
🙂
SDS.

Pedro nine-nine
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Pedro nine-nine

Alguém me pode explicar o porquê deste novo projecto? A classe Astute não chega? Tenho ideia que os Astute são submarinos nucleares de ataque sem armamento nuclear e os Vanguard são os que contam com essa capacidade, que dentro de portanto 10 ou 15 anos deveriam comessar a ser substituídos, no entanto, não seria possível e/ou melhor, ter criado um Astute com essa capacidade? Porque dois projectos tão distintos quando se podia ter feito 2 projectos no mesmo conceito estrutural da classe Astute?

Pedro nine-nine
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Pedro nine-nine

Perdoem me por este comentário, tive a ler, as origens do astute de facto remontam a classe Vanguard, partilhando inclusive alguns dos seus problemas, não existem semelhanças entre estes dreadnought porque o próprio astute atrasou se, sendo ele idêntico em certos aspectos ao Vanguard apesar de mais recente. Vale a pena dizer que é acompanhado de sérios problemas, desde o reactor à estrutura e às acomodações. O Astute em sim, não é tão perfeitinho como se publicita.