Home Asa fixa Porta-aviões Charles de Gaulle embarca 30 caças Rafale Marine durante exercício

Porta-aviões Charles de Gaulle embarca 30 caças Rafale Marine durante exercício

13765
82
Porta-aviões Charles de Gaulle (clique na imagem para ampliar)

Por ocasião do exercício FANAL da Marinha Francesa, o porta-aviões Charles de Gaulle (R91) estabeleceu um novo recorde. Nada menos que 35 aeronaves, incluindo 30 caças Rafale Marine, estavam presentes a bordo e, durante um “Photex”, todas alinhadas no convés de voo.

Apenas um dos dois Dauphin que realizam a tarefa de “Pedro” (socorro de tripulantes de aeronaves em caso de queda na água durante pouso e decolagem) do grupo aerotransportado, aquele de onde as imagens foram tiradas, não aparece nessas fotos.

Além dos dois Dauphin “Pedro” da flotilha 35F e Rafale Marine das flotilhas 11F, 12F e 17F, há duas aeronaves de alerta aéreo antecipado E-2C Hawkeye da 4F , bem como um terceiro helicóptero Caiman Marine da 31F ou 33F.

Esta é a primeira vez que o Charles de Gaulle embarcou tantos Rafale Marine, mesmo em relação ao seu último desdobramento no final de 2016, quando embarcou 24 aeronaves.

O Charles de Gaulle foi originalmente projetado para poder carregar até 40 aeronaves no total, entre caças, aeronaves AEW e helicópteros.

O PA Charles de Gaulle teve sua construção iniciada em 1989, foi lançado ao mar em 1994 e fez sua primeira viagem em 2001.

O navio desloca 42.500 toneladas e é movido a propulsão nuclear, com dois reatores Areva K15 de água pressurizada (PWR) com 150 MWt cada.

O custo total do navio chegou a 3 bilhões de euros, sem contar as aeronaves.

Porta-aviões Charles de Gaulle
Porta-aviões Charles de Gaulle

FONTE: Mer et Marine

Subscribe
Notify of
guest
82 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 ano atrás

Boa tarde Senhores!

Sei que nossa realidade está muuuuuito longe disto, mas como eu desejo que nossa Gloriosa Marinha de Guerra do Brasil, volte a ter um NAe realmente capaz. Penso que um programa baseado no R91 mas não nuclear, seria para nós o ideal. O componente aéreo o Sea Gripen (ainda que monoreator), E-2C Hawkeye, SH60 Sea Hawk, e alguma aeronave de REVO.

CM

paulop
paulop
Reply to  Claudio Moreno
1 ano atrás

Apoiado Cláudio. Talvez se a MB tem ainda a intenção, mesmo sem ter dinheiro ainda, de possuir um NaE, o projeto do Charles de Goulle seria muito interessante. Aliás ao meu ver o Brasil deveria pensar em ter dois núcleos navais: um baseado em NaE com escolhas e navios logísticos e outro núcleo baseado em um PHM mais outros navios de capacidade anfíbia, mais as escoltas e navios logísticos, visando a estabilização de uma unidade do tipo MEU (Marine Expedicionary Unit) para se constituir em uma força de caráter expedicionaria permanente. Seria uma boa. Abraço

Gustavo
Gustavo
Reply to  paulop
1 ano atrás

Quando a realidade financeira permitir, o projeto não nuclear do CDG seria o melhor para a MB.
A MB teve conversas neste sentido com a antiga DCNS pelo que falaram por aí, mas isso nunca avançaria pelo alto custo para uma força que está quase deixando de existir e tem outras prioridades.

wesley alves
wesley alves
Reply to  Gustavo
1 ano atrás

Com a reforma da previdência se estendendo aos militares e a diminuição das pensões das viúvas, as condições das forças melhorarão, pois todo esse dinheiro sai do nosso orçamento militar q, por sinal, é o 13º do mundo.

TeoB
TeoB
1 ano atrás

Bem, chega a da água na boca… e pensar que se os recursos fossem adequadamente administrados em nosso país poderíamos ter algo parecido…

igortepe
igortepe
Reply to  TeoB
1 ano atrás

NAe para que? Quem vamos invadir?
A marinha precisa de caças e meios de patrulha e detecção para enfrentar e barrar o inimigo longe do nosso território.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  igortepe
1 ano atrás

“NAe para que?”
R: “barrar o inimigo longe do nosso território”

Por que o NAe para isso ?
R; Simples quanto mais longe da costa melhor….outra quanto mais longe da base menor é o tempo para localizar e atacar os navios e se tiver um LHA/LHD/NAe na área menor a chance de exito… já que o tempo de permanência será menor….

Hermes
Hermes
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Na mente de uns teríamos uma linha Maginot e uma Muralha do Atlântico e nos trancaríamos dentro delas deixando o inimigo agir como bem entender fora. E nenhuma das duas deu certo.

Alex Rocha
Reply to  igortepe
1 ano atrás

Igor, esta sua pergunta também se aplica a Franca. Se esta fosse a justificativa, por que os franceses têm um? Eles também não têm interesse de invadir nenhum outro país. Até onde sei.

Humberto
Humberto
Reply to  Alex Rocha
1 ano atrás

Alex, a França possui interesses fora da França (como a Guiana Francesa) e sim, vira e mexe eles intervem (ou auxiliam) em outros países, como Mali, Chade, Djibouti e por ai vai. Então para eles, tem uma lógica possuir o PA. Já o Brasil, com a sua tradição não faz estas intervenções, no máximo sobre a égide da ONU, que neste caso, tem suporte de quase todo mundo (no caso os Gringos, Russos e Chineses), tem sentido em gastar Bilhões de dólares e ter um PA para exercícios, manter docado no Rio ou mostrar bandeira? A uns 20 anos atras,… Read more »

Heitor
Heitor
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Além de que o tamanho do Brasil já o torna difícil de invadir (apesar que invasões hoje em dia são muito mais difíceis de acontecer). O Brasil precisa de marinha que defenda pontos específicos (costa Brasileira é muito grande). Para defesa do território, é mais eficaz que tenhamos uma força aérea moderna, flexível, sistemas anti-aéreos de longo alcance e radares que cubram grandes porções, de maneira que qualquer ameaça seja anulada o mais rápido possível. Tudo isso tem que acontecer sem que haja burocracias. Mas repito, a geografia do Brasil já ajuda e muito. Defendo que o Brasil tenha mísseis… Read more »

TeoB
TeoB
Reply to  igortepe
1 ano atrás

´´si vis pacem para bellum´´
bem, mias que uma arma de ataque um Nae é uma arma de diplomacia e de dissuasão, mostrar capacidade diz mais do que de qualquer discurso! ter um Nae na costa é desestimulante para qualquer adversário que pense atacar nosso litoral, assim como um SubNuc.
mas se formos pensar como vira latas, então vamos desmontar nossas Forças armas, não temos inimigos, não vamos invadir ninguém… ai daqui uns 20 ou 30 anos vamos ver no que deu.

nonato
nonato
Reply to  TeoB
1 ano atrás

Mas na minha opinião ter um nae para defesa não faz o menor sentido. Ele não pode estar em todos os lugares. Um inimigo não avisaria: estou indo. Vamos brigar em local X. Espere lá… A única serventia é ter aviões para lutar e disparar mísseis. Geralmente o alcance da maioria dos aviões baseados em NAEs é relativamente pequeno. Nada que um caça baseado em terra não possa fazer inclusive com reabastecimento. Um nae agiria a que distância da costa? 5 mil km? 1.000 km? Acredito que 1 000 km da costa já estaria de bom tamanho, distância facilmente alcançada… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  igortepe
1 ano atrás

Independente de eu achar que a MB precisa ou não de NAe’s, sua lógica não faz sentido algum. Afinal de contas, temos navios de desembarque de tropas e equipamentos e ainda assim não pretendemos invadir ninguém.

Maus
Maus
1 ano atrás

O caça de sexta geração franco-germânico com certeza terá uma versão naval para operar no futuro porta aviões francês.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Maus
1 ano atrás

Concretizando se, seria bastante possível.

Maus
Maus
1 ano atrás

Se a França tivesse entrado no programa do Typhoon, será que a uma versão embarcada dele teria algum defeito grave?

TeoB
TeoB
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Com certeza Galante, tem toda a razão arma majestosa pra quem pode, não pra quem quer. Mas sabe como é né, agente baba hehe.. em relação a questão politica, infelizmente as coisas podem mudar, o Japão até uns tempinhos atrás tbm não tinha vontade politica, mas foi só o dragão se espreguiçar que a vontade (necessidade) apareceu, e pra sorte deles tinham alguma bala, no caso Izumo e F35, Em nosso caso torço para no futuro ser o contrário. ter uma cartucheira cheia mas não se preocupar com a vizinhança.

ednardo curisco
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Mais uma vez assino embaixo.

Mesmo que tivéssemos grana para isso, nossos porta-aviões seriam para projetar forças sobre quem?

Em todo o Atlântico (Norte e Sul) não temos conflitos nem mínimos com ninguém.

E toda vez que tem uma trêta mundial tendemos a ser a turma do ‘deixa-disso’, sem maiores complicações.

Porta aviões é mais que uma arma, é um ‘porrete’ para dar na cabeça de quem nos dá trabalho. E isso exige grana, força e convicção, 3 coisas que não temos.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  ednardo curisco
1 ano atrás

O NAe tem bem mais atribuições que projetar poder, depois da guerra fria essa foi a principal função, as pergunta que devem a ser feitas: É o quanto estamos dispostos a pagar e quanto realmente podemos pagar… Não hoje e sim daqui a 10~20 anos; E a outra, é o que se espera enfrentar… Atribuições a um NAe: 1-Patrulha ASuW & ASW (atualmente “desativada” na USNavy) 2-Controle marítimo (longo alcance) 3-Defesa (o grupo naval vira um “escudo” e compõe uma camada de defesa, a primeira linha de defesa) 4- Ataque naval. 5- Projeção de poder 5a-Ataque em posições terrestre 5b-“Escolta”… Read more »

Munhoz
Munhoz
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Seria bem mais interessante para o Brasil ter a sua frota de AMX voltados para missões aeronaval com um estoque de pelo menos uns 100 mísseis antinavio, mais uns 20 aviões tipo os P 3 ou o EMB 190, mais umas 8 fragatas na faixa das 6000 ton !

Do que se meter a ter uma força de fuzileiros mais PHD mais um porta aviões para invadir o que ?

Um país que não têm capacidade de defesa querendo ter capacidade de intervenção e ataque?

Nilo Antonio Rodarte
Nilo Antonio Rodarte
1 ano atrás

Um poderio militar respeitável, mas imagina a grana necessária para manter essa flotilha.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Nilo Antonio Rodarte
1 ano atrás

Pois é…
Teve uma matéria aqui dizendo que a China vai vender um NaE para o Paquistão.
Me perguntei se o Paquistão teria grana pra manter o NaE, seus caças embarcados, sua tripulação, e seus navios de escolta e apoio.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Há não ser que os chineses dêem um mensalinho aos paquistaneses…

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Nilo Antonio Rodarte
1 ano atrás

Mas para nós sobra grana, afinal os governos vivem perdoando as multas dos grandes empresários e suas empresas, então sobra dinheiro.

firefox
firefox
Reply to  Nilo Antonio Rodarte
1 ano atrás

Dinheiro tem!! temos que pensar grande e nos colocarmos no devido lugar, que é de liderança do hemisfério sul!!

Alex Nogueira
Alex Nogueira
1 ano atrás

Todo mundo demonstando força!

Que pena não termos nesse momento o A-12 São Paulo revitalizado, com a ala aérea completa de 23 A-4KU SkyHawk (modernizados), junto com nossos 4 Sea Hawks, 2 UH- 15, 2 UH-15A e nossos KC-2 Turbo Traders…que pena.

Kommander
Kommander
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Só pode tá de zoeira. Se essas velharias estivessem operacionais, seriam capaz é de matar alguém, infelizmente.

jodreski
jodreski
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Pô Alex… vc acha mesmo que os 23 A-4 fariam diferença contra quem??? Essa ala aérea não serve pra nada além de manutenção de doutrina/treinamento, poder de fogo dele é pífio!

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  jodreski
1 ano atrás

É nada! Qual marinha aqui do hemisfério Sul, tirando a Austrália, conseguiria fazer frente a nossa esquadra capatâneada pelo A-12 operando FULL, consedere no exercício de imaginação, todos A-4 modernizados, com capacidade de lançar Python V, Derby e Harpoon, além de munições guiadas. Sem contar que em uma possível coalizão, nossos A-4 seriam utilizados para ataque/apoio de fogo para tropas em solo e receberiam cobertura aérea dos Super Hornet e F-35 dos aliados. *Muita gente não sabe, mas os A-4 adquiridos pela MB, tinham poucas horas de voo, na época estavam bem conservados de modo geral (não sei depois como… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Alex, não estou bem certo se é algo significativo ser a “maior potência naval do hemisfério sul”, algo que constantemente leio aqui no PN com todo respeito aos demais países, mas, na falta de argumento melhor, não temos nem nunca teremos qualquer problema com eles ainda mais que exijam uma marinha forte…mas…é só minha opinião. . Quanto aos 23 A-4s, apenas 18 vieram com potencial para serem modernizados, incluindo os 3 de dois lugares que seriam normalmente utilizados a partir de terra para treinamento e dos 15 mono postos, razoável supor que sempre haveria alguns em manutenção, então, provavelmente algo… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton obrigado pelas explicações, quanto a ser a principal marinha do hemisfério Sul, é mais sobre o tamanho da responsabilidade geopolítica do Brasil de um modo geral.

José carlos
José carlos
1 ano atrás

A corrida armamentista começou e as principais potências demostram seus poderes de persuasão
Já o Brasil só quer paz e amor e se finge de cego no contexto geopolítico.

Ednardo Sombra
Ednardo Sombra
1 ano atrás

Realmente é de dar inveja, mas como não vamos entrar no país de ninguém, é muito mais interessante a marinha ter um esquadrão de SU-34 para afastar qualquer tipo de agressão por via marítima.

matheus
matheus
Reply to  Ednardo Sombra
1 ano atrás

Alguns sea gripen´s munidos de Rbs 15 já estariam de bom tamanho

jodreski
jodreski
Reply to  matheus
1 ano atrás

Com a perninha curta que os Gripen tem? Neste caso o Su-34 faz mais sentido! Eu particularmente prefiro a ver Rafale Marine!

Bardini
Bardini
Reply to  jodreski
1 ano atrás

O Su-34 é tão perna curta quanto o Gripen E…

Ednardo Sombra
Ednardo Sombra
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Realmente, fui pesquisar sobre o alcance do Fullback tem praticamente o mesmo alcance do previsto para o Gripen E , nesse caso é melhor investir tudo no Grifo sueco.

João Borges Queiroz Júnior
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Não dá pra comparar, o Su-34 carrega 12.100 kg de combustível internamente (o Gripen-E, 3.400 kg internamente), ainda podendo carregar mais 3 tanques externos de 3.000L como este:
comment image

Bardini
Bardini
Reply to  João Borges Queiroz Júnior
1 ano atrás

É óbvio que leva mais combustível. Ele é muito maior e consequentemente mais pesado, tem maior arrasto e tem ainda mais se você pendurar tanques gigantescos como esse aí e os vários mísseis que o bicho pode levar. E não que isso seja demérito. A razão de existir dessa aeronave é essa: Ser grande e levar muita carga, mas não até o fim mundo, como maluco acredita que ele leva… Quanto mais carga, mais você mata o alcance e o Su-34 leva muita coisa. .?itok=F5vgsvdY . Tanque central, de 3.000l + 12x FAB-250M (~3.000KG): 510 nm… Nada de outro mundo.… Read more »

Ednardo Sombra
Ednardo Sombra
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Obrigado pela paciência, caro Bardini

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Ednardo Sombra
1 ano atrás

Uns 4-6 fullback em Fernando de Noronha seria uma boa, poderiam até apoiar os Orion, mas como material russo dá urticaria nos militares daqui, não passa de sonho.

Alex Rocha
1 ano atrás

Senhores sou leigo no quesito militar, mas me respondam. Se nós pudêssemos ter um novo NAE com o mesmo tamanho do Minas Gerais faria sentido? Ou não daria certo as aeronaves que poderiam ser embarcadas?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Alex Rocha
1 ano atrás

Esse PA francês tem por volta de 260 metros e é um dos menores PA em ação no Mundo. O Minas não chegava a 215 metros de comprimento, acho que seria pequeno demais para levar um bom grupo de aeronaves convencionais modernas. Vale a pena lembrar que as aeronaves hoje em dia são um pouco maiores e o consumo de suprimentos (combustível e armas) para as campanhas aéreas demandariam um espaço um pouco maior (sempre com o intuito de diminuir o numero de fainas). Se utilizássemos um F-35B talvez o espaço não fosse um problema tão gritante assim (decolagens sem… Read more »

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

A foto mais linda de navios em 2019 até agora.
Legal ver a configuração do CDG em tempos de guerra, com 32 Rafales, 2 E-2C e 4 helicópteros.
Essa força teoricamente tem capacidade de colocar o Brasil e o Chile no chão, não em simultâneo.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Gustavo
1 ano atrás

30 Rafales Marines e 3 helicópteros…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Um “irmão gêmeo” para o Charles de Gaulle deve ser o sonho de consumo da Marinha Francesa.

Sempre gosto das fotos desse navio, parece atarracado, mas parece dar conta do recado.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 ano atrás

Acho o NaE uma embarcação magnífica. Assim como todos os comentaristas aqui, adoraria que o Brasil tivesse um navio desses, e recursos e meios para operá-lo.
Mas, entre um NaE e Subs nucleares para o Brasil, eu prefiro muito mais uns 3 ou 4 subs nucleares.

Jagderband#44
Jagderband#44
1 ano atrás

A França, a depender do resultado da próxima eleição, poderá começar a desdobrar, eventualmente, o CDG para o pacífico. Então, será mais uma pedrinha no chinelo dos chineses.

Rômulo R
1 ano atrás

Eu odeio ler comentários do tipo o ” Brasil não tem dinheiro pra porta aviões ” gente acorda pra vida de uma vez por todas o Brasil é um dos países mais ricos do mundo entre as dez maiores economias mundiais , o maior cobrador de impostos , e possui um dos maiores orçamentos militares do mundo como vocês bem sabem . Como já dizia o Enéas Carneiro, dinheiro temos somos ricos o problema é falta de gestão e isso serve para o MD também , talvez quando os críticos deixarem de lado o complexo de vira latas e se… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Galante para você qual é o tamanho mínimo para ser considerada uma esquadra? (falando no contexto geral)

Apocalyptikum
Apocalyptikum
Reply to  Rômulo R
1 ano atrás

Não entendo muito do assunto aqui posto, mas concordo que se o governo quiser, em 2030 teríamos um SubNuc e um NA E também nuclear. Basta ter a vontade política de concretizar a aquisição.

Dalton
Dalton
Reply to  Apocalyptikum
1 ano atrás

Muito otimismo…primeiro são necessários alguns anos de estudos e projetos, para finalmente ser assinado um contrato com um bom adiantamento financeiro, materiais começarem a ser adquiridos, mão de obra contratada e normalmente a construção para valer é iniciada um ano após à assinatura do contrato para uns 3 anos depois o NAe ser lançado, então a construção prossegue por pelo menos outros 3 anos se não houver atrasos como ocorreu com o “Charles De Gaulle”, isso que os franceses já tinham uma boa experiência tanto com NAes quanto com reatores nucleares. . Mesmo que estudos fossem iniciados seriamente para um… Read more »

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Rômulo R
1 ano atrás

Só a previdência social custa mais de 200 bilhões do que deveria custar. Se não mudar isso, vamos ter que vender o Brasil em breve para pagar a conta.

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Rômulo R
1 ano atrás

Brasil tem recursos. Infelizmente, isso não se traduz em riqueza automaticamente.

Humberto
Humberto
Reply to  Rômulo R
1 ano atrás

Romulo,
Onde está o dinheiro que vc comenta? Se vc souber, abra uma consultoria cobrando 0,5% de taxas para a empresa que conseguir o dinheiro.
Tenho certeza que vc vai ficar rico, já que o pais tem tanto dinheiro e vc um excelente gestor.

Rômulo R
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Você quer dizer Contando os bilhões desviados para fora do Brasil via BNDS nos anos anteriores, mais os super faturamentos de obras públicas internas apenas nos últimos dez anos já supera alguns trilhões de reais , mais as péssimas gestões de empresas estatais anualmente, e por aí vai.
Segundo dados divulgados pelo IBGE somente no primeiro trimestre de 2018 a economia brasileira gerou 1,6 trilhão de PIB isso em época de crise financeira .

Humberto
Humberto
Reply to  Rômulo R
1 ano atrás

Rômulo, Não sei de onde vc tira este números, trilhões de reais por causa de superfaturamente, isto é uma ilação sua. Dezenas de Bilhões OK, mas trilhões… Quanto ao PIB, o crescimento do pais é pífio, se o pais tivesse um bom crescimento, do jeito que o orçamento é montado (obrigações do Estado) não teriamos deficit e os juros seriam bem menores. Uma coisa que tem que sacar, o orçamento das Forças Armadas, só vai crescer em duas situações. 1- Um crescimento do PIB cavalar (a partir de 4% ao ano). 2- O Brasil entrar em guerra ou estar sobre… Read more »

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Rômulo R
1 ano atrás

O Brasil não é rico. Pela renda per capita, que é uma forma de compararmos as economias dos países, somos um país de renda média/inferior.

jose
jose
1 ano atrás

brasil jamais terá outro NAE,jamé,nunca mais,a não ser na imaginação de um entusiasta,pra brasil precisa NAE boinachão de toca sem expresssão mundial militarmente!

Bardini
Bardini
1 ano atrás

A modernização pela qual o CDG passou, custou mais de um bilhão de Euros… Só aí já dá pra tirar que é coisa pra quem leva Marinha a sério. . Para o Brasil, o caminho para voltar a ter aeronaves de asa fixa embarcada, será via F-35B + LHD, isso na década de 30, e com uma visão de empregar estas aeronaves para ISR e ataque de profundidade. Ou seja, o F-35B deveria ser encarado de forma semelhante a um SeaHawk da MB. . Aeronave STVOL também agrega no sentido de dispensar a necessidade de uma aeronave dedicada a reabastecimento,… Read more »

Leo Barreiro
Leo Barreiro
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Bardini

Por favor, vesse caso então não seria interessante a aquisição de um NAE no estilo do Cavor? Mas com gancho de parada para um eventual Sea Gripen operar junto com o F-35B? O NAE nesse caso seria parecido com o que os indianos estão construindo…

P.S: Estou supondo apenas, infelizmente não tenho conhecimento suficiente para argumentar a minha suposição…

Bardini
Bardini
Reply to  Leo Barreiro
1 ano atrás

A proposta operativa do Cavour é um pouco diferente da proposta do Vikrant. . O Cavour, mesmo sendo menor é mais multifunção e de certa forma, além de ser o centro de comando das operações aéreas da Marina Militare e além de operar e dar suporte a Helicópteros e aeronaves V/STOL, tem capacidade de operar com tropas embarcadas e/ou capacidade de transportar veículos, carga e equipamentos. O Cavour pode embarcar 350 fuzileiros, por exemplo. . O Vikrant é um Porta Aviões STOBAR clássico… É dedicado a função e pode operar um número maior de aeronaves. . Para a MB, eu… Read more »

Leo Barreiro
Leo Barreiro
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Bardini

Muito interessante o seu ponto de visto!

Obrigado pela aula!

Pedro Bó
Pedro Bó
1 ano atrás

Toda postagem sobre PAs são repletos de comentários reclamando sobre o Brasil não ter porta-aviões com vetores modernos. Mas ninguém percebe que o país não é uma superpotência, e só é uma potência regional (em termos de Atlântico Sul) por razões econômicas. Não temos inimigos diretos e potenciais em futuro próximo. China e EUA são nossos parceiros econômicos, e só interviriam aqui em caso interno extremo, como violações afrontosas contra os direitos humanos como na Venezuela. E mesmo com PAs dificilmente poderíamos contrapor o poderio de ambos os países. PAs também são armas de projeção de poder, e a própria… Read more »

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Pedro Bó
1 ano atrás

Amigos, aliados, parceiro ou seja lá qualquer ou conotação, podem virar inimigos, concorrentes, adversários, basta somente que os interesses entrem em conflito, aí sim veremos se o amor vai durar…
Em geopolítica não existe amigos…

Rômulo R
Reply to  Adriano Madureira
1 ano atrás

Se o Brasil eventualmente der um salto econômico e tecnológico semelhante ao evento chinês em um período de aproximadamente trinta anos , não vejo como os EUA poderão ser parceiros econômicos disputando os mesmos mercados sendo assim o cenário muda totalmente e a amizade tende a encurtar , só acho !

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Pedro Bó
1 ano atrás

Os navios citados podem sim ser considerados porta-aviões dês que seja mobiliado para Isso. PS.: Um Porta-aviões pequeno seria interessante para o Brasil, só precisa leva 2 esquadrões de caça (24) 2 helicóptero de SAR e 3-4 aeronaves de alerta antecipado (3 se for de asa fixa, 4 se for helicópteros). Idealmente teria 3 esquadrões… Ou seja 42 aeronaves… PS2.: O Gripens é uns dos caça mais leves da atualidade, mas a diferença de peso entre o A-4 e o Gripens NG é de 5t a 6t… PS3.: Sobre o custo um PA SVTOL + F-35B pode ser mais barato… Read more »

jodreski
jodreski
1 ano atrás

Quem tem um Nae não tem nenhum né? Discordo!
Quem tem 1, tem UM e ponto!
E quando ele não está em manutenção pode ser muito útil!

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  jodreski
1 ano atrás

O problema é precisar dele em quanto tá em manutenção

Dalton
Dalton
Reply to  jodreski
1 ano atrás

Não sei porque o negativaram…você está certo…o “Charles De Gaulle” já provou seu valor quando foi provado que ele poderia zarpar para uma missão
em menos de 3 dias para um período de 5 meses não planejado, apenas 4
semanas depois de haver retornado de uma missão de 4 meses, isso ocorreu no período de 2010 – 2011.

Humberto
Humberto
Reply to  Dalton
1 ano atrás

É isto que ando vendo, negativam por negativar, sem colocar um contra-ponto. Claro, tem alguns que já nem vale a pena argumentar.

cesar silva
1 ano atrás

pelo que parece a nossa marinha não abandonou o sonho de ter porta-aviões, particularmente acho que levara uns 20 ano pra volta a ter um, com os submarinos, tamandaré, e talvez uma fragata a marinha não vai ter dinheiro para porta-aviões

Luiz Floriano Alves
Reply to  cesar silva
1 ano atrás

No TO do Atlantico Sul o NAe necessário é o tático. De construção mais simples e compacto transporta um grupo reduzido de aeronaves, 20 no máximo. Porém dotados de misseis que podem atacar qualquer esquadra que queira se aventurar em nossas costas (F-35 B). Requer uma escolta significativa, ou será torpedeado por SubNuc ou AYP com facilidade. A função ASW será responsabilidade das asas rotativas em pequeno grupo tb, uns quatro. Será muito parecido com o Atlântico, porém mais veloz e bem defendido por Sea Sceptor ou similar. Terá base de apoio secundária em Fernado Noronha para ressuprimento e folga… Read more »

Guilherme Gabriel Lins
Guilherme Gabriel Lins
1 ano atrás

trata-se do único porta-aviões não americano do mundo! parabéns aos franceses!

PACRF
PACRF
1 ano atrás

Estou impressionado com o poder de fogo desse PA. Posso estar enganado, porém ainda não vi nenhum PA tão poderoso quando esse.

Dalton
Dalton
1 ano atrás

Os 3 E-2Cs franceses dos quais dois embarcam no “CDG” foram recentemente modernizados, mas, o futuro é o E-2D que já está operando a bordo de de 3 NAes da US Navy e serão adquiridos futuramente pela França. . Há um excesso de “Rafales M” no exercício por conta de alguns de um terceiro esquadrão estar a bordo, mas, normalmente apenas 2 esquadrões totalizando 24 aeronaves, embarcam enquanto o terceiro esquadrão permanece treinando e há ainda “Rafales M” extras para testes, que encontram-se em manutenção e como substitutos para eventuais perdas em acidentes, aliás, como já ocorreu.

Johnwolque
Johnwolque
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Sempre me perguntei sobre o por que fo rafale M não ter sido prejetado com asas dobráveis,se tivesse caberiam até mais no GDG

Dalton
Dalton
Reply to  Johnwolque
1 ano atrás

O “Rafale “M” é uma aeronave com asas em delta, já ocupa pouco espaço, nem mesmo há uma diferença muito significativa entre ele e um Super Hornet com as asas dobradas evitando-se todo o mecanismo para se dobrar asas e o
Rafale M é mais curto que um Super Hornet, portanto não há nenhuma relação com o número de Rafales M que o “CDG” pode embarcar com o fato dele não ter asas dobráveis.

Deco Bell
Deco Bell
1 ano atrás

Somente quando ocorrer um conflito vamos sentir a necessidade de nos armamos, então vamos as compras. Esqueci da burocracia até ser aprovada pelos congressos da vida.
Não adianta ser grande e não ser “forte”, quando vier a rasteira a queda é devastadora. E o preparo, treinamento? Temos uma base depois de uma ponte, e se aquela ponte for bombardeada? Mas eu sou carioca, a base naval tem que ser no Rio de Janeiro. Fala sério senhores estudiosos e estrategistas.