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Fuzileiros Navais peruanos receberão helicópteros médios russos Mi-171 Sh

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Mi-171Sh

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A Aviação da Marinha de Guerra do Peru prepara um importante salto de qualidade em sua capacidade de transportar pessoal combatente.

Semana passada, a Força Naval divulgou que, no âmbito do Programa de Recuperación de la Capacidad de Movilidad Aérea Eficaz y Soporte de la Fuerza con Aeronaves de Ala Rotatoria en la Base Aeronaval del Callao, serão adquiridos cinco helicópteros médios Mi-171 Sh, de fabricação russa, capazes de embarcar, cada um, 36 fuzileiros navais completamente equipados (ou uma dúzia de macas para a evacuação de feridos).

A Fuerza de Infanteria de Marina peruana é relativamente pequena – cerca de 4.000 militares – e, num primeiro momento, as aeronaves servirão às operações de Deslocamento Rápido e Vigilância na Região Amazônica, onde atuam grupos irregulares que se dedicam à guerrilha, à defesa de áreas produtoras de maconha e pasta de cocaína e à proteção do contrabando.

A Marinha possui dois batalhões de Infantaria de Marinha de Selva desdobrados na Amazônia peruana.

Até aqui, esses combatentes, em suas movimentações, vêm sendo apoiados por helicópteros da FAP (Fuerza Aerea Peruana) e pelos dois únicos aparelhos Mil Mi-8T Hip C, também russos, que o Peru mantém voando (em meio a uma série de restrições operacionais).

Prevista para se estender pelos próximos dois anos e meio, a chegada dos novos Mi-171 Sh, representará uma vantagem significativa, em relação aos préstimos dos Mi-8T.

Por exemplo: seu limite de carga útil é de 4 toneladas. Impulsionado por um par de motores VK-2500 (de 2.700 hp), o helicóptero decola pesando até 13 toneladas, voa a uma altitude máxima de 6.000 m, e seu raio de ação, sem tanques de combustível auxiliares, alcança os 580 km.

O Mi-8T não carrega mais do que 3 toneladas; seu teto operacional é de 4.500 m, e o alcance não supera os 450 km.

A FAP comprará 8 unidades do mesmo Mi-171 Sh – para missões de transporte, salvamento e evacuação aeromédica em áreas de combate – como forma de estandartizar a manutenção.

Mil Mi-8 do Peru
Mil Mi-8 do Peru

Força Aeronaval – Cada uma dessas aeronaves russas custa cerca de 20 milhões de dólares (sem o pacote de sobressalentes, equivalente a 10% desse custo), valor amplamente divulgado na América do Sul ainda no período 2013/2014, época em que o 2º governo da então presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner tentou, em vão, obter dois desses aparelhos diretamente na Rússia, para reforçar os voos de sua Aviação Militar sobre a Antártida.

A compra não foi concluída pelo temor dos russos em abrir um crédito em dólares, sem garantias especiais, para a Administração peronista de Buenos Aires.

Atualmente os argentinos estão empenhados em obter um Sikorsky SH-60 Seahawk americano, dos estoques de aeronaves usadas das Forças Armadas dos Estados Unidos, para embarca-lo no navio polar Almirante Irízar.

No Brasil, o histórico de emprego dos helicópteros para o transporte de frações da tropa do Corpo de Fuzileiros Navais – que ajudou a construir a fama do aparelho britânico Westland/Sikorsky WS-55 Whirlwind (nos anos 1960/1970) e do americano SH-3D/H Sea King –, precisou ceder espaço à ênfase adotada pela Força Aeronaval, na década de 1990, para o desenvolvimento dos seus meios e o aperfeiçoamento das suas tripulações nas técnicas de guerra antissubmarino e de guerra de superfície.

Nesse momento, o transporte de fuzileiros vem sendo feito pelos helicópteros UH-14 (Super Puma) e UH-15 (Super Cougar), modelos que se equiparam ao Mi-171 Sh russo, mas não o superam – nem em capacidade de carga útil, nem em desempenho no ar.

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Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

No final acabou saindo a compra dos dois Mi-17 para a FAA para apoiar a missão na Antartica.
. https://opisantacruz.com.ar/wp-content/uploads/2013/12/MI17.jpg

Marcos
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Marcos

A Argentina comprou alguns MI-17 em 2011. Provavelmente tentou comprar mais durante o segundo governo de Kuka mas não conseguiu.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Deve ser isso mesmo.

100nick-Elã
Visitante
100nick-Elã

Contra todos e contra tudo, os equipamentos russos seguem sendo vendidos na AL. É que contra a qualidade superior e ótimo preço, não existem argumentos, ainda que alguns ainda insistam no manual em cirílico, não compatibilidade com os nossos sistemas ocidentais, pós-vendas ruim, etc.

Sagaz
Visitante
Sagaz

“Qualidade superior”, com qual embasamento? Abs

Hélio
Visitante
Hélio

Os helicopteros russos são conhecidos pela grande confiabilidade e robustez, muito diferente de uma certa kombi voadora.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Visitante

Nossa, você deve ter voado todos os helis russos e ocidentais, ja que afirma que sao superiores com tanta certeza.

Hélio
Visitante
Hélio

Engraçado, se ele tivesse alegado uma superioridade dos helicópteros americanos você não estaria falando isso.

Sagaz
Visitante
Sagaz

E só russos e americanos fazem helicópteros?

É um bom helicóptero o russo, mas porque ele é “o melhor”!? É só torcida?

Favaratti
Visitante
Favaratti

Outros países fazem excelentes helicópteros. O que vale no neg´cio de armas é PREÇO

Mário - SEAE
Visitante
Mário - SEAE

Até que as ditas kombis, vem voando sem dar problemas, aliás as informações de quem as opera, vem deixando claro que elas estão dando conta do recado.

Mauricio R.
Visitante

Além da revisão das 10 horas, e sem restrição de peso, velocidade, aceleração em manobra, etc, etc, etc????

Hélio
Visitante
Hélio

Isso é o grande ponto, como é o pós-venda com o Peru? Como é a disponibilidade?

Robson Rocha
Visitante

E as Forças Armadas do Peru, entre governo e sai governo, continuam fieis aos materiais de defesa de origem russa.

Maus
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Maus

Os peruanos não compram equipamentos americanos ou os americanos que não vendem para eles?

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Eles tambem compram equipamentos americanos, C-26 Elint, C-130, LearJet de reconhecimento e A-37 por exemplo.
Mas tem tradição em armamentos soviéticos e um centro de manutenção da Rússia em instalação no Peru para atender a AL.
. https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRbZkXI3JizFZ2D8jqM2V5qQtli3moXePkIau83NZeHYOHeok3EqloJb6cHPA

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel
Antonio Palhares
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Antonio Palhares

O problema do Peru chama-se Chile. Que é aliado incondicional dos Estados Unidos e Inglaterra. Como existem restrições ao uso de material de guerra Americano. O Peru de forma acertada e responsável com sua defesa, compra e usa material de guerra Russo. A base de La Joia na linda cidade de Arequipa opera os Mig 29.

Dalton
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Dalton

Apenas como curiosidade, ano passado, tanto Chile como Peru, enviaram novamente submarinos para participar de treinamento nos EUA o que acaba sendo bom para todos, já que os EUA não possuem submarinos convencionais e os países que os possuem podem treinar com meios da US Navy…ano passado foi a vez do chileno “Simpson” enviado para costa oeste e do peruano “Arica” para costa leste.

Favaratti
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Favaratti

o Perú é terceiro mundo enquanto o Chile é reconhecido pelo mundo inteiro

Caio
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Caio

Os equipamentos russos são segundo o que leio, dos colegas mais curiosos, menos sofisticados em software e eletrônica principalmente, mas são resistentes, além de sempre terem um bom poder fogo, fora o preço mais acessível que europeus e americanos.
Creio que se no Brasil tivéssemos mais independência e personalidade na área de defesa, poderíamos ter ummelhor cenário, pelo mwnos em números de equipamentos, como uma centena ou mais de mi 17, algumas dezenas de mi 24/35, corvetas gepard( steruguschy) e devagando mais até umas admiral Essen navegando pelo nosso litoral dada as devidas parcerias e ajustes.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Não tem nada haver com personalidade, de russo tem algumas coisas que prestam e muitas que não prestam, no geral o que é pé de boi tem bom custo beneficio mas quando vc leva ao setor de tecnologia de ponta a coisa fica mais feia pela falta de recursos mesmo… excessões aqui e ali, o mi 17 é excelente para selva mas jamais eu iria atrás de uma corveta ou fragata russa por exemplo!

Peter nine nine
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Peter nine nine

Eu admiro muito a polivalência russa, reparem na imagem, eles não fazem um heli medio só pra transporte, a filosofia é o bicho já sai a barrer a zona em volta da LZ, providenciando suporte para a tropa que transporta. Um país ocidental de filosofia multi role bem que dava uso a uma máquina deste género, mas o que vemos são células no mínimo dedicadas para não dizer limitadas. Um eh101 merlin europeu por exemplo, bem que podia, opcionalmente, trazer pelo menos uns rockets. A realidade é no entanto outra, a filosofia ocidental requer vastos investimentos económicos apenas para manter… Read more »

Plinio Carvalho
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Plinio Carvalho

É bem isso mesmo, outro exemplo, o MI 35, leva tropas e tem poder de fogo para varrer as proximidades da LZ.

Peter nine nine
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Peter nine nine

Sim, sobre o mi35, diz se que o bicho levando tanques conformais, externos, alcança os 1000km de distância. 😳
Pode não fazer muito sentido porque é um heli de ataque, mas sendo um multi role suponha se que é preciso, é só equipar a aeronave com quatro tanques de combustível, suponho que no mesmo sitio onde normalmente se equipam as armas, o bicho até podia fazer SAR em alto mar 🤔😉, era só pôr um guincho e estava feito.

Hélio
Visitante
Hélio

Que besteira, de onde tirou uma coisa dessas? O que é esse “muitas que não prestam”? De onde tirou essa inferioridade tecnológica? Engraçado, os americanos discordam muito de você, gastam bilhões e bilhões para tentar sobrepor o equipamento russo, que na imensa maioria das vezes tem um custo muito menor e uma disponibilidade muito maior. Além do mais, quem disse que o MI 17 não tem versões navais?
Eu fico impressionado como tem gente que fala o que não sabe com tanta autoridade.

Flanker
Visitante
Flanker

Disponibilidade muito maior? Em qual operador? Em quais condições operacionais ou TO? Com qual tipo de contrato de suporte? Sem analisar essas variáveis, tudo que você disse é exatamente aquilo que você critica nos outros,, ou seja,, falar com autoridade sobre aquilo que não sabe.

Hélio
Visitante
Hélio

Não, não, meu querido, você está cobrando informações apostando que ninguém as tem já com a intenção de desqualificar o argumento. Basta ver quem opera, ou será que todos aqueles países africanos pagam bilhões em contratos de manutenção e sobressalentes? A maior prova do que eu estou dizendo é o fato dos próprios EUA terem comprado MI17 para o Afeganistão usando justamente esse argumento. O equipamento russo é de fácil operação e manutenção porque ele é feito para ser usado, da mesma forma que o equipamento brasileiro, que sempre foi reconhecido pela mesma razão.

Flanker
Visitante
Flanker

Tergiversou e não respondeu minhas perguntas…..generalizar, dizendo que é barato porque paises africanos usam é muito genérico….mas, tudo bem….fica com tuas opiniões e eu com as minhas…hoje tô sem saco pra ficar escrevendo…

Jeff
Visitante
Jeff

Lada Niva… Lembram dele?

igortepe
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igortepe

Eu lembro. Resistentes. Pena que os Russos à época não tiveram coragem de instalar uma fábrica no Brasil.
Inclusive o Niva ainda é fabricado com motor 1.7 com injeção eletrônica.
A lada hoje é uma marca da AutoVaz em parceria com a Renault.

Brunow Basillio
Visitante

Hoje os Lada tem alguns modelos bons , agora tem o tal do Aurus , mas só pra quem tem $$$..
O problema dos Russos é o custo do ciclo de vida de seus equipamentos , são baratos a unidades , mas quando VC tem que mante los , o bicho pega..

Hélio
Visitante
Hélio

Muito pelo contrário, manter o equipamento russo é muito mais barato, o custo de aquisição é que é semelhante, tanto que o equipamento russo é o preferido dos países pobres.

Brunow Basillio
Visitante

Negativo Hélio vou citar só como exemplo a concorrencia dos Mi-26 com os Chinooks na Índia ..O preço de compra do lote de Mi-26 girava em torno de U$1,060 bi , os do Chinook era U$1,200 bi , os últimos era um pouco mais caro , mas quando foram analisar o custo do ciclo de vida dos aparelhos os Americanos era pouco mais de U$1,2 bi, já os Russos superava os €8,5 bi de Euro..

Hélio
Visitante
Hélio

O MI-26 nem é da classe do Chinook, justamente por seu tamanho o MI26 é custoso. Comprar o MI-26 com o Chinook é como comprar o Mryira com o 747.

PauloSollo
Visitante

Os indianos disseram que o SU-30 é 3x mais caro de operar que os similares ocidentais com dois motores.

Hélio
Visitante
Hélio

O deles é muito modificado, é mais israelense que russo.

Flanker
Visitante
Flanker

Por acaso está dizendo que o Su-30 indiano é caro de operar por conta dos componentes israelenses?

Joao Moita Jr
Visitante
Joao Moita Jr

Esse aparelho, é muito confiável e rústico. Já o vi em operação no exterior, e tenho alta opinião dele. Muito boa compra do Peru.

MGNVS
Visitante
MGNVS

Ao que parece o Perú e Equador ja tem uma certa tradicao em compras de material russo, junto com Venezuela e Bolivia entao seriam pelo menos 4 clientes na America do Sul e com Nicaragua e Cuba seriam mais 2 na America Central.
No meu ponto de vista e sem entrar em questoes ideologicas, o Brasil poderia comprar pelo menos 48 caças SU-34 Fullback para defesa naval e protecao da nossa ZEE ate a operacionalizacao dos Grippen NG. Poderia tbm comprar alguns Pantsir e S-400 para atraves da engenharia reversa agregar tecnologia ao nosso sistema Astros.

Brunow Basillio
Visitante

Se um dos fatores que pesou para o Brasil comprar o Gripen foi o custo operacional baixo , imagina operar um Su-34 que o custo da hora de vôo deve ser umas três vezes mais a do Gripen…Sem chance..

MGNVS
Visitante
MGNVS

Brunow Basilio
Sim… o custo operacional é contraproducente ao Brasil.
Mas se nosso país tivesse o dinheiro entao o SU-34, junto com o Swordfish ou o P3, seria um aviao excelente para defesa da nossa ZEE.

Maus
Visitante
Maus

Você fala como se esses equipamentos não custassem nada. Atualmente não compensa mais comprar armas russas, se nós fizermos isso vamos ser sofrer sanções como a Venezuela. Estamos em uma guerra fria, pode sonhar com equipamento americano europeu, japonês ou sul coreano porque russo não rola.

MGNVS
Visitante
MGNVS

Maus
Deixe a ideologia de ladobe analise o material.
Vc tem o direito de nao “gostar” da Russia mas vc esta bem fora da realidade sobre sancoes.

O Perú sofre “sançoes” pq compra material russo? E o Equador? Ate o Mexico estava analisando helicopteros russos.

Pq justamente o Brasil que tem boas relacoes com EUA e Europa sofreria “sancoes”?

Em relacao ao custo eu concordo com vc.
Mas se o Brasil tivesse o dinheiro entao o SU-34 seria sim um aviao excelente para barrar uma possivel aventura de uma força “chinesa” na nossa ZEE.

Plinio Carvalho
Visitante
Plinio Carvalho

Lembrando que operamos os MI-35 e não sofremos sanções.

MGNVS
Visitante
MGNVS

Plinio
Exatamente.
Temos o Mi-35 e nao sofremos sancoes ou qualquer tipo de embargo.
E necessario que alguns comentaristas deixem a ideologia de lado e analisem apenas o material.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

MGNVS, o México já usa helicópteros russos.
A Mexican Navy Mi-8 helicopter stands by for passengers on the flight deck aboard the amphibious assault ship USS Bataan (LHD 5), off the coast of Mississippi.
.comment image

Hélio
Visitante
Hélio

Qual guerra fria? Não estou sabendo de nada, guerra fria e Rússia malvadona comunista só existe nesses grupos de facebook formado por palpiteiros. Primeiro, o Brasil é um país soberano e pode comprar o que quiser de qualquer um, quem iria impor sanções? Se esse está disposto a impor sanções, porque devemos manter relações com eles, já que não respeitam nossa soberania? Segundo, não sei de onde tirou isso, está cheio de país por aí operando tanto equipamento russo como o americano sem qualquer problema com nenhum dos dois países, o Peru mesmo é exemplo disso. A tal desculpa dos… Read more »

bjj
Visitante
bjj

MGNVS

Até que os tais 48 SU-34 fossem entregues, nossos 36 Gripens certamente já estariam em solo brasileiro totalmente operacionais. Aliás, por mais que ache o SU-34 um baita avião, não faz muito sentido tê-los, a não ser que estejamos pensando em atacar um frota nucleada por um NAe utilizando grandes mísseis supersônicos. Acho que o dinheiro gasto com 48 SU-34 seria mais bem aproveitado na compra de mais Gripens e talvez alguns aviões de patrulha marítima Swordfish da SAAB para futuramente substituir os P-3.

MGNVS
Visitante
MGNVS

bjj
Analisando pela sua otica eu concordo com o Swordfish.
O P3 de nova geracao seria o aviao ideal mas nao gosto da dependencia de tecnologia americana.
Eu citei o SU-34 justamente pelo q vc falou… condicoes de ataque a uma forca nucleada em NAe alem da costa, tipo barrar uma possivel aventura “chinesa” por aqui. Nao sei qual seria o alcance do Grippen NG, mas o SU-34 cumpriria bem a missao ate que os Grippens estivem operacionais, isso é claro se o Brasil tivesse o dinheiro para bancar esse aviao.

bjj
Visitante
bjj

MGNVS

Mas se o seu objetivo seria barrar um frota se aventurando por aqui, a melhor arma é o submarino. Segundo a Wiki, o custo unitário do SU-34 é de 36 milhões de dólares por unidade, sem considerar os contratos logísticos. 48 unidades certamente não iriam sair por menos de 2 bi, contando tudo. Com esse dinheiro seria possível adquirir de 3 a 5 submarinos convencionais. Um bom número de submarinos na água é a melhor forma de dissuadir uma frota naval, seja de quem for.

Bardini
Visitante
Bardini

“custo unitário do SU-34 é de 36 milhões de dólares” . Ahahahahahaa…. . Cara. Acorda para a realidade. Essa baboseira aí de 48 Su-34 não se sustenta de forma alguma, nessa realidade ou na realidade paralela em que vocês estão discutindo. Tem que ter uma quantidade enorme de pessoal na Força, mais do que a FAB terá de alocar aos Gripens, para treinar, operar, manter e evoluir a Doutrina operativa desses monstrengos sem função dentro do TO do Brasil. Tem que adaptar TODA uma estrutura enorme, para abrigar, manter e operar as aeronaves enormes e caras de voar, o pessoal… Read more »

MGNVS
Visitante
MGNVS

Essas crianças… mais um F-35zete.
Isso explica tudo.

bjj
Visitante
bjj

Bardini

“Segundo a Wiki, o custo unitário do SU-34 é de 36 milhões de dólares por unidade, sem considerar os contratos logísticos.”

Já havia deixado claro que esse era o custo só da aeronave, segundo a Wiki, sem treinamento, peças, armamento, nada. Aliás, acho que está bem claro que não estou defendendo a adoção do SU-34, nem pela FAB nem pela MB.

MGNVS
Visitante
MGNVS

bjj
Saudacoes
Nao de atencao ao besteirol americano.
Seu comentario foi bem claro e conciso, ngm defendeu a compra deste ou daquele material. Mas algumas pessoas tentam distorcer os comentarios alheios so para levarem o tema para o lado ideologico da questao.
Todos aqui sabem dos custos de se implementar uma cadeia logistica e operacional de um novo sistema de armas, entao é só “mais do mesmo”, nem de atencao.

Hélio
Visitante
Hélio

O grande problema é que o pessoal pensa no SU34 como o TU22, o SU34 é como um AMX gigante, não é um avião criado especificamente para ataque anti-navio, apesar se levar grandes mísseis anti-navio. Eu entendo o que vocês estão propondo. Eu não acho que o gripen tenha pernas o suficiente para patrulhar e atacar navios com o tamanho de Amazônia azul que temos, além que os mísseis usados pelo SU34 são muito mais poderosos, maiores e mais pesados. Eu concordo que seria interessante um bombardeiro estratégico para ataque anti-navio, mas o SU34 não é exatamente para isso, por… Read more »

MGNVS
Visitante
MGNVS

Helio
Saudacoes
Vc captou e entendeu bem o cerne da questao.
O problema aqui na Trilogia sao alguns comentaristas fanboys que gostam de distorcer os comentarios alheios so para levar o debate para o lado ideologico do tema.
Esses “estadiunidenses” de araque na maioria das vzs fazem o que os proprios EUA nao fazem, ou seja, subestimar o material de defesa de países estrangeiros, sobretudo russos ou chineses. Atitude tipica de mentes pequenas e obtusas.

Bosco
Visitante
Bosco

MGNVS,
Mas tu é chato, hem?
Tá sempre criticando os fanboys americanos como se não fosse um fanboy sinorrusso.
Deixa de ser hipócrita e adote a postura que quer que outros a tenha ou se cale.

MGNVS
Visitante
MGNVS

bjj
Concirdo olenamente com vc.
No nosso caso o submarino se torna de vital importancia. O SU-34 tem custos operacionais contraproducentes para o Brasil e foi citado apenas como exercicio de imaginacao.
Novos esquadroes de Grippen sao a melhor opcao.

Flanker
Visitante
Flanker

Su-34? Para cumprirem função de ataque até os Gripen chegarem? Se esses aviões russos fossem encomendados hoje, levaria uns 3 anos, no mínimo, para serem entregues os primeiros….todo treinamento, doutrina, equipamentos de manutenção e suporte. …até hangaretes novos teriam que ser construídos, pois esses aviões não cabem nos que a FAB possui. A FAB optou pelo Gripen….e disse, reiteradas vezes, que não pretende operar outro avião de combate. Se é para gastar comprando Su-34, pegue esse dinheiro e invista em mais Gripen e em uma boa quantidade de RBS-15 para ataque naval. Falaram no Mi-35…pois bem, segundo o TB Rossato,… Read more »

MGNVS
Visitante
MGNVS

Flanker Parece que vc e outros “comentaristas” aqui nao entendem bem o uso correto da palavra “se”, ou seja, uma possibilidade futura que fica apenas no futuro, ela nao se realiza. Tipo os jogadores inveterados: “se ganhar na mega-sena…” ou seja, uma chance em 50milhoes. Parece q tbm nao entenderam qndo escrevemos “custo operacional contraproducente”. Nova cadeia logistica, treinamento e operacao, novos hangares e bla…bla..bla… vc so esta dizendo “mais do mesmo”, todo mundo sabe disso. O problema é q vcs fanboys levam a serio ate mesmo um simples exercicio de imaginaçao e logo ja começam o mi.mi.mi. generalizado. Relaxa… Read more »

Flanker
Visitante
Flanker

Cidadão, suas aspas na palavra comentaristas mostra que você não é muito afeito ao contraditório, ;pois tenta desqualificar o contraditório.
Suas palavras:
“No meu ponto de vista e sem entrar em questoes ideologicas, o Brasil poderia comprar pelo menos 48 caças SU-34 Fullback para defesa naval e protecao da nossa ZEE ate a operacionalizacao dos Grippen NG.”
Então, você não sugeriu comprar 48 Su-34?
Quanto a ser fanboy, se você analisar meus comentários, ,verá que tenho preferência por equipamentos dos EUA, sim….mas, quando cabem críticas, as faço sem problema algum, e isso, fanboys de qualquer bandeira não fazem.

MGNVS
Visitante
MGNVS

Flanker Vc leu todos os comentarios ou pega apenas “partes” deles para reforçar a sua tese? Se leu os comentarios completos entao vc viu que la esta escrito “SE” e tbm “custo operacional contraproducente” ou entao vc esta se fazendo de bobo. Qnto as preferencias, cada um tem a sua, vc pelos EUA e outros aqui pela Russia, China e tem ate uns malucos aqui que “torcem” pelo Iran e North Korea. Eu penso diferente, pra mim o Brasil deve comprar o melhor de tudo para estudar e fazer seu proprio sistema, seja por engenharia reversa, pesquisa e desenvolvimento ou… Read more »

SSK
Visitante
SSK

O que poderia ser agregado a um sistema de saturação de foguetes através da engenharia reversa de sistemas de defesa antiaérea?

MGNVS
Visitante
MGNVS

SSK
Exatamente isso q vc disse.
Alem de saturacao os nossos Astros tbm teriam um equivalente de defesa anti-aerea. So que seriam nossos Astros-400.

Flanker
Visitante
Flanker

ASTROS é ASTROS! Seu nome é a sigla de sua função. ..ou seja, foguetes de artilharia de saturação! Qualquer outra coisa quexseja desenvolvida não será o ASTROS! Em um sistema AAé, o máximo que poderá ser utilizado em comum com o ASTROS é o caminhão quexwerve de base para o lançador. ..o resto do sistema não tem nada a ver….

MGNVS
Visitante
MGNVS

Flanker Vc so pode estar de brincadeira. Onde esta escrito que os equipamentos “sao iguais” ou que “tem a mesma funcao”? Ali esta escrito “equivalente”, ou seja, comprar, desmontar e aprender a fazer um sistema nosso, para isso serve a engenharia reversa e a Pesquisa e Desenvolvimento. A Avibras poderia aprender com o know-how do S-400 igual a Embraer vai fazer com o Grippen para criar uma arma equivalente so qye totalmente nossa. Se ela vai usar o caminhao, a base ou um parafuso ae ja é com o corpo tecnico cientifico da empresa. Para dxar claro meu ponto de… Read more »

Flanker
Visitante
Flanker

Onde, no meu comentário, eu fui contra desenvolver o que quer que seja aqui no Brasil? Falei apenas que um sistema de defesa antiaérea, desenvolvido pela Avibrás, não deveria ser chamado de ASTROS-400 coko você sugeriu. …pois ASTROS é outra coisa….
Tu anda muito nervosinho….kkkkk

MGNVS
Visitante
MGNVS

Entao parece que agora vc leu os comentarios na integra. Parabens. kkkkkkk

Flanker
Visitante
Flanker

Sempre leio TODOS os comentários….Por isso, li que você propôs, lá no início, comprar 48 Su-34 para operarem até que os Gripen ficassem operacionais….você escreveu isso! Depois, falou que era uma “hipótese”, “se caso”….Se era isso desde o inicio5, o problema foi seu, que não se expressou corretamente desde o início….
Mas, como já falei para outro aí pra cima, tô sem saco goje5pra ficar escrevendo….

MGNVS
Visitante
MGNVS

Flanker
Relaxa.
Aqui sao so postagens de internet, nao é o “futuro do mundo” decidido em teclados de computador.
Cada um tem sua opiniao, o debate faz parte e msmo que hajam diferenças de argumento ha que se respeitar todos os pontos de vista mesmo que eu ou voce nao concordemos com alguns deles.

Bardini
Visitante
Bardini

Essas crianças…

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Cara, eu sou fa dos equipamentos russo, o pantsir por exemplo ficaria ótimo nos fuzileiros ou no eb, mas no caso da mb operar su-34 e difícil de isso acontecer.
é mais facil a marinha comprar f-18 usados para serem futuramente embarcados do que su-34 russos.

Mauricio R.
Visitante

SU-34 “Fullback”, pra que???? Da mesma forma que os chineses recriaram o Tu-16 “Badger” através do H-6, por que não recriamos o A-3 ou o “Camberra” a partir das tecnologias dos E-1/E-2????
Se ficar muito caro, ou a desculpa padrão; houver algum contingenciamento de verbas, podemos tentar recriar algo assim mais simples e barato: o “Vautour”!!!!

Delfim
Visitante
Delfim

Pintura pixelizada. Gostei.

Osvaldo serigy
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Osvaldo serigy

Também achei legal!

RENAN
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RENAN

Sem considerar política! Da Rússia compraria tudo das defesas antiaérea. Mas para usar nos envelope que foram projetados. Exemplo existe um número correto de unidades para proteger uma área. Se comprar um número inferior já cria um buraco na defesa. Outra tem que ter unidades extras pois um dia algumas entram em manutenção. Compraria uma defesa completa para cada estado do Brasil. Com múltiplas camadas 500km, 400km, 300km, 200km, 36km, 25km, 10 km e 4km. Isso sim é defesa antiaérea tudo automática. 27 estados com cada sistema citado a cima. Sim bilhões de dólares para a Rússia. Mas uns 30… Read more »

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Visitante

Meu, nem os EUA tem sistema de defesa nessas dimensões…

RENAN
Visitante
RENAN

Sim eles não precisam pois tem milhares de elementos de dissuasão (economia, armas atômicas, maior marinha expedicionária do mundo e capacidade de levar a guerra a lua se necessário)

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Os equipamentos russos sao ótimos, mas investe 1/4 desses bilhões de dólares na Industria de Defesa Nacional e teremos equipamentos iguais ou ate melhores e gerando empregos e renda aqui.
so lembrando que nao e necessário ter baterias anti-aéreas em todos os estados e sim apenas em regiões vitais

RENAN
Visitante
RENAN

Concordo mas neste país cada 10 reais que sai do governo federal apenas 1 é realmente aplicado no objetivo destinado.
Se você pegar 10 bilhões para investir em tecnologia pode ter certeza que 80% será gasto com pessoas. 10% será em algo tangível. E 10% em algo como meios infraestrutura.

MGNVS
Visitante
MGNVS

Renan
Acho dificil essa defesa escalonada para cada estado, eu iria dar prioridade para ZEE e costa litoranea, Amazonia, Natal, Brasilia, Itaipu e estados do Sul.
Em relacao ao caça eu tbm gosto do SU-34 pelo raio de açao, mas so ate que os nossos Grippens navais estivessem operacionais. O problema do SU-34 é o custo.
As corvetas russas eu nao conheço, vou pesquisar.
Quanto aos helicopteros eu apostaria numa parceria Brasil e Africa do Sul para otmizacao ou construcao conjunta de um novo modelo do Denel Rooivalk.

RENAN
Visitante
RENAN

Amigo concordo com tudo porém, não levei em conta nossa capacidade econômica e sim nossa necessidade de negar o espaço aéreo e naval a todos. Sem ceder o território para agrupar uma defesa considerável.
Pois hoje mesmo que tenhamos nestes pontos mais críticos uma defesa antiaérea teríamos que ignorar o resto do território cedendo campo ao inimigo.
Penso em um Brasil atacado por uma coalizão com múltiplos interessados.
Não apenas um invasor isolado.
Isso inclui grupos separatistas internos e estrangeiros.
O SU 34 é um sonho, não levei em conta a nossa capacidade econômica no momento.
Abraço

MGNVS
Visitante
MGNVS

Renan
Analisado o tema pelo seu ponto de vista e sem levar em conta o aspecto economico entao sim, unidades otmizadas em cada estado seriam uma opcao.

Bardini
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Bardini

“O SU 34 é um sonho, não levei em conta a nossa capacidade econômica no momento.”
.
É uma ilusão… Delírio de febre de 41 graus em um leito de morte.

Flanker
Visitante
Flanker

Kkkkkkkk……boa, Bardini!

MGNVS
Visitante
MGNVS

Renan
Nao se preocupe com as criticas.
Alguns aqui so fazem isso, so sabem criticar por criticar e nada mais.
E o B… de “besteirol” americano nunca abandona a trilogia, so “mais do mesmo”.

Bosco
Visitante
Bosco

Tu é chato hem “cumpadi”!!!!

Señor batata
Visitante
Señor batata

Oi Renan tudo tranquilo? No caso de uma coalizão grande (toda NATO) decidir invadir nosso território a única alter viável é guerrilha, de resto por mais recursos que tenhamos acabaríamos perdendo numa guerra convencional. Saudações.

RENAN
Visitante
RENAN

Oi! Batata Concordo com você um ataque de saturação e já foi tudo para o ar. Já imaginou países da América do Sul apoiados por um aliado estrangeiro sobre um pretexto fútil. (Devolve a democracia, acusações de armas nucleares ou química, etc) Isso já ocorreu em outros governos pelo mundo. E quando for interessante a uma super potência. Podemos ter vizinhos realizando o sonho de acesso ao mar. Ou anexação de parte do Brasil. Basta um país como a China por exemplo financiar uma Argentina ou Paraguai. E um apoio com sua marinha de guerra e pronto tamo lascado. Basta… Read more »

Señor batata
Visitante
Señor batata

Bem Renan me permita discordar do senhor. A capacidade de levar guerra para o território de um eventual agressor é algo desejável (mas fora de questão por bons anos nas forças armadas), mas assumindo que vamos adquirir tal habilidade a prioridade seria capacidade de projetar força convencional e depois adquirir capacidade nuclear. Se não ocorreria risco do Brasil se tornar uma nação terrorista (vide Coreia do Norte). Mas mantendo os pés no chão o Brasil tem nos próximos 10 anos uma quantidade hercúlea de projetos e deficiências que exigem atenção.
No mais, flw.

Rustam
Visitante
Rustam

Roberto Lopez in the second photo is not MI-8, new Mi 171 Sh-P Contract 2013 for 24 new helicopters The delivered Mi-171Sh helicopters are equipped with new systems that increase the effectiveness of their combat use, with a set of means to protect the main systems and the crew of the helicopter from destruction. They also have electronic and instrumentation equipment that allows them to fly in adverse weather conditions at any time of the day. Helicopters can take on board up to 26 paratroopers. The vehicles are equipped with two sliding doors and an electro-hydraulic ramp, which allows full… Read more »

Vladimir
Visitante
Vladimir

Vladimir
Visitante
Vladimir