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Doutrina de engajamento da US Navy contra submarinos inimigos

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Submarinos chineses classe Song

A doutrina de Guerra Antissubmarino (ASW) da US Navy (Marinha dos EUA) prioriza a destruição dos submarinos de um país inimigo ainda no porto.

A razão disso é que, uma vez que alcance o mar aberto, um submarino está em tremenda vantagem em relação às forças que pretendem caçá-lo.

Os submarinos convencionais modernos são a única arma verdadeiramente stealth à disposição de países com menos recursos e o advento da propulsão AIP, multiplicou ainda mais sua capacidade, que pode limitar a liberdade de ação das marinhas das potências.

Por esse motivo, cada vez mais recursos são usados na pesquisa e desenvolvimento de novos sensores e armas contra os submarinos, que por sua vez também não param de evoluir.

A doutrina americana de engajamento compreende 4 fases, detalhadas no gráfico abaixo:

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Os daqui eles não teriam nem dificuldades, já estão todos parados kkkkkkkkkkkk

Júlio Buzoli
Júlio Buzoli
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Vita latas boçal detectado!

JOAO
JOAO
Reply to  Júlio Buzoli
1 ano atrás

Infelizmente o colega Douglas não falou nenhuma inverdade. Temos que reconhecer que atualmente a nossa marinha encontrasse extremamente degradada. Reconhecer as deficiências e restrições talvez senha o primeiro passo para a renovação. Infelizmente a MB é uma força “obesa” tendo em vista o seu excesso de pessoal e incapaz militarmente tendo em vista os poucos meios e a sua defasagem tecnológica.

Paulo
Paulo
Reply to  Júlio Buzoli
1 ano atrás

Lamentável o comentário.

Mais um que não tem argumentos e se fixa em ‘ad hominem’.

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

É triste, mas temos que concordar com o Douglas. Quem chega de avião ao RJ vê nada menos que metade de nossa marinha atracada em uma área de poucos quilômetros quadrados, na cabeceira da pista. A ausência de ameaças iminentes não justifica afrouxar doutrina.

Maus
Maus
1 ano atrás

Interessante, poderia fazer uma matéria sobre a tática dos outros países?

ecosta
ecosta
Reply to  Maus
1 ano atrás

De acordo

Antoniokings
Antoniokings
1 ano atrás

Essa doutrina deve ser para os países cacarecos que eles costumam atacar.
Está parecendo tudo muito fácil.

Daglian
Daglian
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Você sabe o que é uma doutrina de combate, kings? Ou sua implicância com os EUA é tamanha que você aproveita ardilosamente até disso para tecer uma suposta “crítica” aos americanos? Uma doutrina de combate, tal como a exposta, indica uma sequência de procedimentos e estratégias que uma determinada força emprega para atingir determinado objetivo. Nesse caso, os americanos pensaram na sequência de procedimentos descrita para tentar atacar e derrotar submarinos inimigos. A doutrina não pressupõe que nada seja fácil ou difícil, ela apenas indica o que fazer de acordo com qual situação. Se você observar bem, verá que ela… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Devo até admitir que vc tem certa razão no seu comentário, mas vc também deve considerar que isto daí está parecendo uma baboseria genérica que qualquer secundarista poderia escrever.

Daglian
Daglian
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Parabéns por ter a humildade de reconhecer razão no meu comentário. Eu entendo seu ponto, mas temos que ter mente que isso é informação pública. A doutrina real, que os comandantes de submarinos americanos utilizam, muito provavelmente é mais detalhada e embasada do que o escrito.

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Fato é que contra Rússia e China, não conseguiriam aplicar nada da sua doutrina.

Daglian
Daglian
Reply to  100nick-Elã
1 ano atrás

Obviamente! Os EUA estão em guerra com a Rússia e a China? Nesse caso, os EUA entrariam em guerra com esses países se atacassem um de seus submarinos, certo? Então é absolutamente elementar que não conseguiram aplicar sua doutrina completamente contra esses países, dado o estado de “paz” relativa entre essas nações.

Obs: a decorrência lógica do seu comentário é, claro, que os russos e chineses também não conseguiram aplicar nada ou quase nada de sua doutrina de guerra antisubmarina contra os americanos…

francisco
francisco
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Qual é a doutrina de guerra anti-submarino da Russia e da China?

Bosco
Bosco
Reply to  francisco
1 ano atrás

“Qual é a doutrina de guerra anti-submarino da Russia e da China?”
Fugir da USN.

jagderband#44
jagderband#44
Reply to  Daglian
1 ano atrás

MAV não cansa de passar vergonha pois ganha dinheiro para isso.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  jagderband#44
1 ano atrás

Mimimi
Vai se acostumando.
A situação está ficando difícil e tenha certeza que vai piorar.

teropode
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Traumas da pré adolescência, certamente foi coroinha de padre Norte Americano kkkkkkkkkkk

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Fácil foi o Kursk!

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Rafael Coimbra
1 ano atrás

Só colocar um navio civil no meio do caminho, que os americanos vão colidir com ele. Isso se acertarem a navegação, capaz de errarem e parar no Brasil, como fizeram quando decidiram ameaçar a Coreia do Norte.

Bosco
Bosco
Reply to  100nick-Elã
1 ano atrás

100,
Seu país do coração não tá com essa bola toda. Até hoje ele recebe ajuda americana em dólares (centenas de milhões) para manter seu arsenal nuclear seguro.
Você fingem desconhecer essa fato ou na verdade simplesmente não se interessam pela verdade já que vivem na matrix e se sentem confortável nela.

Brunow basillio
Reply to  Rafael Coimbra
1 ano atrás

“Pelo jeito o kursk foi o único submarino nuclear perdido no mundo”.
É cada uma….

Sagaz
Sagaz
Reply to  Brunow basillio
1 ano atrás

Foi perdido, o governo “democrático” deixou os tripulantes morrerem e no final das contas o mesmo governo “democrático” abaixou as calças e aceitou ajuda externa.

Mas é o país que a turma de camisa rosa com arco-íris do Che amam, lá é tudo bom .

francisco
francisco
Reply to  Brunow basillio
1 ano atrás

Amigo anti-Russia, você está desinformado: acidentes com submarinos acontecem com mais frequencia do que são divulgados: vou citar apenas dois com submarinos atomicos dos USA e um Chines- leia a relação completa em http://www.defesanet.com.br/ecos/noticia/2337/Perigo-Submerso—Veja-os-principais-acidentes-com-submarinos-de-guerra 1- TRESHER – 10 de abril de 1963 – submarino atômico norte-americano U.S.S Tresher afunda no Oceano Atlântico a 350 km da costa de Boston, no Estado americano de Massachusetts, matando todas as 129 pessoas a bordo – incluindo 21 civis . 2 – SCORPION – 21 de maio de 1968 – O submarino nuclear norte-americano U.S.S Scorpion desaparece quando realizava exercícios a 81 km da… Read more »

Paulo
Paulo
Reply to  francisco
1 ano atrás

Que bom que você avisou que ia citar apenas dois casos dos ianques, porquê só existem estes dois mesmo e foram nos anos 60.

Mas como bom russófilo (ou anti-ianque) que é você “esquece” que o número de casos russos (e soviéticos) é muito maior, não é mesmo?

TONY
TONY
1 ano atrás

Nossa tática é deixar no porto pra não gastar.

filipe
filipe
1 ano atrás

Por isso é que os Russos inventaram aquele Torpedo Robotico de 1 Mega Tons de TNT, capaz de destruir toda a costa leste dos EUA, o torpedo nuclear russo Status-6 (conhecido também como Poseidon) anula toda essa estratégia, na era dos drones submarinos, na era da Inteligência Artificial, é necessário começar a pensar em outro tipo de defesas, veiculos sub-aquáticos suicidas podem fazer muito estrago, se armados com bombas nucleares… Muda tudo. Essas doutrinas têm que ser repensadas , não para os AIP, mas para a era do drone submarino, essa é a era que estamos vivendo.

Neves João
Neves João
Reply to  filipe
1 ano atrás

1 MT destrói tudo num raio máximo de 2 km. de 2 a 10 km a destruição é parcial a leve/moderada, dependendo da geografia favorável, não tem como “destruir toda costa leste dos EUA” que tem mais de 6000 km.

francisco
francisco
Reply to  Neves João
1 ano atrás

E muito menos teria os USA em destruir todos os submarinos da Russia.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  filipe
1 ano atrás

A costa leste, Poseidon, não irá destruir, o poder da ogiva não será suficiente. Tsunami não vai.
O máximo que o drone é capaz é destruir a base naval e o grupo de navios, para o qual o Poseidon é planejado.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  filipe
1 ano atrás

Perfeito.
As novas doutrinas russas e chinesas estão privilegiando a utilização de armas altamente lastreadas em I.A.
Enquanto isso, os EUA estão deslocando B-52 para a Europa.
Surreal.

Bosco
Bosco
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Antônio,
Quem mais investe em IA militar são os EUA. Capaz que sozinho ele investe mais que o resto do mundo todo.
Quem está à frente em relação a drones navais, aéreos e terrestres são os EUA, disparado.
Procure , só pra citar um exemplo, por “Orca” da Boeing e você vai ter uma ideia do que é ter um minissubmarino útil e não perder tempo com um torpedo de 200 toneladas capaz de gerar tsunamis.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
1 ano atrás

A massa real de “Poseidon”, assim como seu tamanho, é desconhecida para hoje. Existe apenas um conjunto de especulações.
Poseidon, diferente de Orc. Estas são máquinas diferentes com atribuições diferente

Bosco
Bosco
Reply to  Evgeniy (RF).
1 ano atrás

Evgeniy,
Sem dúvida que são máquinas diferentes com atribuições diferentes. Uma serve para combate naval e a outra não serve pra absolutamente nada no mundo real.
Na verdade eu acredito que o tal Poseidon é só cortina de fumaça. Nunca vai sair do papel. É só pra satisfazer a verborragia putinesca para parecer ao público interno que é um grande líder e que está enfrentando o imperialismo.
Se um dia ficar pronto de verdade, será cômico.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco.
Do ponto de vista russo, todo o sistema Poseidon parece bastante adequado. Quanto à luta contra o agrupamento de porta-aviões, e pela greve de retribuição e o estiramento das forças de um inimigo em potencial.
Os primeiros elementos do drone começaram a ser produzidos em 1992, quando Putin ainda era assistente do prefeito de São Petersburgo.
Para consumo interno, tal notícia não se aplica, é para um destinatário externo.

Bosco
Bosco
Reply to  Evgeniy (RF).
1 ano atrás

Evgeniy, O ponto de vista soviético/russo nunca foi diferente dos EUA e com tal é baseado numa tríade formada por ICBMs, SLBMs e bombardeiros dotados de ALCMs. Adotar uma quarta “perna” é completamente desnecessário haja vista que os russos hoje já conseguem destruir completamente os EUA com os meios que já dispõem e estão aperfeiçoando. Sabemos que os russos usam da retórica contra o tal “escudo antimíssil” apenas para justificar seus gastos com defesa. Se eu sei que os americanos não são capazes de se defender de um ataque maciço dos russos, ainda mais o Putin, e não será o… Read more »

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
1 ano atrás

“Poseidon” não nasceu da tríade nuclear. No início, ele pensou nisso como um meio alternativo de luta contra agrupamentos de transportadoras, já no final da URSS. Na Rússia moderna, naturalmente continuou, como um meio relativamente barato para combater a formação de porta-aviões.
Posteriormente, todo o sistema se tornou mais flexível e pode ser usado, como um elemento de dissuasão, em um novo nível. Especialmente contra o pano de fundo da morte previsível do tratado, um míssil de médio alcance e alcance mais curto, o que era inevitável.

Bosco
Bosco
Reply to  Evgeniy (RF).
1 ano atrás

Poseidon, Como um torpedo de propulsão nuclear e com ogiva nuclear pode ser útil contra uma CSG? Como ele pode ser controlado? Como ele acha a frota? De forma autônoma? Ele recebe atualizações debaixo d’água? Como faz isso? Ele sobe até a cota periscópica para receber dados? Ele lança uma antena rebocada? Ele arrasta uma antena flutuante? Eu até entendo um torpedo nuclear ser lançado de um submarino a milhares de quilômetros contra um alvo costeiro fixo e ir navegando durante dias até o alvo por conta do sistema inercial, apesar de achar que se ele depender só do sistema… Read more »

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
1 ano atrás

1.Presa na parte inferior do “Poseidon”, mais resistente a um possível ataque repentino. E dada a retirada dos americanos do tratado dos mísseis de médio alcance e curto alcance, a ameaça de tais mísseis, tanto para a parte européia quanto para a parte asiática da Rússia, é muito provável. Será muito mais difícil acertar um “Poseidon” no fundo com um golpe repentino.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
1 ano atrás

2. O sistema de comunicação de controle com o dispositivo é atualmente absolutamente secreto. Este é o principal segredo de todo o sistema Poseidon. Só se pode adivinhar sobre isso.
O drone em si provavelmente tem um sistema hidro-acústico razoavelmente bem desenvolvido, com uma seleção de alvos.
Sim, é bem possível, pode ter antenas retráteis. Incluindo para comunicação com o satélite.
O primeiro transportador, o submarino nuclear Belgorod, será lançado este ano, em abril.
A segunda operadora, a construção já especial, “Khabarovsk”, no próximo ano. Este provavelmente será o portador de drones, para rastrear grupos de porta-aviões.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Quem sabe, algum dia, inventem, pra atualização dos drones eternamente submersos, um tipo de comunicação quântica…

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Reply to  Evgeniy (RF).
1 ano atrás

Só mais uma “Tsar Bomb” que nunca sera operacional!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco
Só como exemplo, os chineses já apresentaram (eu tinha a reportagem até pouco atrás) uma embarcação para caçar submarina totalmente automatizada.
Sou de opinião de que iniciativas isoladas de empresas nunca vão substituir o investimento maciço gerenciando pelo Estado, como fazem Rússia e China.
Daí, o salto gigantesco que as duas vêm tendo no campo de armamentos.

Paulo
Paulo
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Pela barba de Odin.

Você realmente acha que o desenvolvimento de novos conceitos e armas ianques é feito de modo isolado por empresas privadas?

Ou só está escrevendo esta bobagem para aparecer?

Dalton
Dalton
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Em dezembro passado os russos enviaram 2 TU-160 para a Venezuela com o mesmo motivo do envio dos B-52s para a Europa.
.
Quanto a “I.A.”, os americanos também estão investindo bastante…poucos meses atrás, por exemplo, o “Sea Hunter” uma embarcação não tripulada que deverá gerar unidades semelhantes para combate anti submarino navegou de San Diego até Pearl Harbor e retornou, algo inédito.
.
E se os russos vierem a utilizar o “Poseidon” contra os EUA, a retaliação será nuclear.

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton, O Poseidon parece ser uma arma de vingança e não uma arma de primeiro emprego. Pelo jeito os russos imaginam que ele seria utilizado no caso dos americanos interceptarem todos os mísseis lançados contra os EUA. Ou seja, depois de dias ou semanas dos EUA terem torrado toda a Rússia e saído incólume da empreitada os russos iriam liberar alguns vingadores tsunâmicos pra matar alguns americanos que moram no litoral. Ou seja, tudo não passa de uma tolice. Os americanos jamais irão interceptar todas as ogivas que os russos possam lançar. Não há tecnologia para isso hoje e nem… Read more »

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Você mesmo citou, em algum dos seus comentários, que os EUA pensavam que poderiam vencer uma guerra nuclear. Se você pensar, a doutrina nuclear russa proibe um primeiro ataque, logo toda arma nuclear russa é para fazer justiça (e não vingança, como você define). Portanto, o Poseidon, como toda arma nuclear russa, tem a função básica de dissuadir, sendo que os russos preferem e pretendem nunca ter que usá-lo. Porém, como a elite norte americana está histérica e ensandecida e completamente fora da realidade face a perda de todo o seu império, que está paulatinamente caindo, essa arma é muito… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  100nick-Elã
1 ano atrás

100, Você enche muito a bola dos russos mas sou obrigado a te lembrar que menininhas esquerdistas como você lá , eles jantam e palitam os dentes com suas costelinhas delicadas. Mas voltando ao tema. Quer dizer que de acordo com seu entendimento o fato de haver um torpedo nuclear tsunâmico vai enterrar de vez o Escudo americano? Ou seja, pela sua cabeça já que os americanos estão cientes que não têm como escapar de levar alguns tsunamadas no lombo eles vão entregar os pontos? Já pensou se o mundo funcionasse assim? Já que existe defesa antiaérea não vamos mais… Read more »

Leth
Leth
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Segundo alguns autores russos o Poseidon é uma arma inútil. Afinal não há dinheiro pra investir nos Borei-B mas sobra pro Poseidon?
Pela quantidade de Poseidons que se pretende construir (32 Poseidons: 4 de cada em 4 submarinos mais 16 na reserva) parece aqueles projetos pra inglês ver.

Humberto
Humberto
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Só complementando,
Mesmo os americanos tem dúvidas sobre interceptar ogivas, é só procurar um pouco que dá para entender as dificuldades e valores.
Abaixo, uma mostra da teoria de que a melhor defesa é o ataque, no caso sobre misseis hipersônicos.

https://breakingdefense.com/2019/03/tackling-hypersonic-threats-offense-or-missile-defense/

Bosco
Bosco
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Humberto,
Vale salientar que a melhor defesa contra um ataque nuclear é a dissuasão. E ter certeza que o inimigo sabe que se atacar, será igualmente destruído.
Então, procurar armas que consigam interceptar mísseis balísticos ou hipersônicos é uma redundância tendo em vista já haver uma defesa efetiva.

Humberto
Humberto
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Exato, caro Bosco.
Conceito do MAD.

JPC3
JPC3
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Cara, que mala.

Pesquisa um pouco sobre os assuntos antes de comentar. Os EUA são líderes em I.A militar e possuem vários projetos de plataformas autônomas utilizando inteligência artificial.

Inclusive estão na frente de russos e chineses.

francisco
francisco
Reply to  JPC3
1 ano atrás

Só eles (USA, Russia, China) sabem de sua real capacidade. O resto é só especulação de “estrategistas de vídeo-games”.
Nenhum dos que aqui comentam sabem com certeza o que cada um desses países podem fazer. Tudo é só achismo e fake divulgado na internet (Afinal a mentira faz parte de toda guerra).

Bardini
Bardini
1 ano atrás

Poderiam existir opções, para apoiar as operações dos submarinos ao longo de toda a costa…comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Gostei da lembrança Mestre Bardini….

Ter uma infra de contingencia para este tipo de apoio é essencial.

A doutrina acima ilustrada pelo editor deixa isto bem claro….um eventual adversario investirá tudo para impedir que um SSK saia do porto/base…

Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

É fácil minar e bloquear um porto brasileiro que serviria de apoio. Agora, tentar conter a operação de apoio, quando ela é móvel é outra coisa. Teriam que envolver meios aéreos e muitas plataformas ISR na jogada.
.
Mas existem complicações a se pensar… Uma vez encontrado o Navio de Apoio, uma hora o submarino irá aparecer e ficará vulnerável por uma grande janela de tempo. Isso demandaria Escoltas e proteção aérea.
.
Fora isso, em uma operação ofensiva, poderíamos suprir nossos Navios perto do front inimigo.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
1 ano atrás

um pequeno SSK poderia ser abastecido ate por caminhão na praia/litoral….

Um Yugo de miseras 160 toneladas foi capaz de partir em dois uma corveta atual da Corei do Sul…..

O que um tosco e simples submarino assim nao poderia fazer se for desenhado para lançar GLSDB´s?? Como um adversario poderia implementar uma cabeça de praia?? Seria quase impossivel com qualquer equipamento atual mesmo de uma potencia, contrapor este tipo de ameaça neste cenario….

Existe um importante nicho ai….se voce levar o conceito das GLSDB´s
ou sistemas Astros 2020 para um equipamento submersivel a coisa fica muito complicada ao adversario…

Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Interessante! Se fosse um catamaran, dependendo do tamanho, o submarino poderia ficar até mais “protegido” (escondido). Sou um fã dessa mentalidade de operar “desdobrado”.

Bardini
Bardini
Reply to  Pericles Ferreira Leite
1 ano atrás

Teria de ser um senhor catamarã…

Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Nesses catamarãns, o “casco central” não auxilia na flutuação. Obviamente teriam de ser adaptados (por conta da vela, etc), mas poderiam desempenhar outras funções, até mesmo de resgate submarino, se equipado com um sistema DSRV. Todos são maiores que um SBR.

https://en.wikipedia.org/wiki/HSV-2_Swift
https://en.wikipedia.org/wiki/HMAS_Jervis_Bay_(AKR_45)
https://en.wikipedia.org/wiki/HSC_Manannan
https://en.wikipedia.org/wiki/USAV_Spearhead_(TSV-X1)

Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Incrível!! Não conhecia.

Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  Bardini
1 ano atrás
Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  Pericles Ferreira Leite
1 ano atrás

Porém os hidrofólios do SWATH seriam um complicador… KKKK!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Engraçado….
Estava lendo sobre as “vacas leiteiras”, submarinos alemães da WWII que serviam exclusivamente para apoio e reabastecimento de outros subs, e tava pensando nisso. De algo ( embarcação ou outro sub ) pra reabastecer e dar apoio a submarinos em alto-mar.
Tava me perguntando se isso era aplicável hoje em dia.

nonato
nonato
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Muito bom.
Seria interessante haver várias bases na costa.
Algumas até disfarçadas.
Só para o básico.
Combustível, água, comida.
Coisas que não chamariam a atenção.
Mas se preparar para valer para uma guerra contra um inimigo de grande porte custa muito dinheiro.
Pode não valer a pena.

Dalton
Dalton
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Os alemães possuíam muitos submarinos em uma época que era relativamente barato construi-los e muitos deles tinham pequeno alcance e os alemães não tinham bases em áreas distantes para dar apoio,então fez sentido construir alguns submarinos com uma função específica de reabastecer com combustível, comida, etc os que se encontravam na linha de frente. . Hoje submarinos são caros, especialmente os de maiores dimensões, não há mais enormes forças de submarinos e no caso americano e russo essa força irá diminuir de tamanho na próxima década e embora os chineses venham a ter um número maior, boa parte será constituída… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Uma boa opção , têm mais algumas? Interessante.

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
1 ano atrás

Me lembrei daquela antiga base soviética na Crimeia , encravada na montanha.

kemen
kemen
Reply to  Rene Dos Reis
1 ano atrás

Nos dias de hoje as existem bombas que perfuram bunkers e concreto explodindo la dentro ou bloquendo a entrada e saida, vai de pender da profundidade da rocha ou do concreto, também um missil com carga nuclear controlada de pouca magnitude poderia fazer um bom estrago, inutilizando a base oculta. A malhor solução em caso de conflito bélico aberto é manter os submarinos sendo abastecidos em alto mar ou locais remotos, o que também não é fácil, pois depois de algum tempo teriam que atracar…e o satélite estaria ali no espaço vigiando…

Bosco
Bosco
Reply to  kemen
1 ano atrás

Kemen,
Sem falar que as saídas das bases subterrâneas de submarinos podem ser facilmente minadas.

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
Reply to  Bosco
1 ano atrás

sim , o melhor lugar para os submarinos hoje em dia e o mar aberto com certeza.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Brasil deveria ter 8 Sub no Rio e 4 em Belém! Esse numero de subs novos estava de bom tamanho.

nonato
nonato
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

E algumas mini bases espalhadas.
São Luís, Natal, Salvador, Rio grande do sul.
Só a estrutura mínima.

francisco
francisco
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

O Brasil deveria ter tantos submarinos quanto o numero de estados brasileiros e bases navais no Sul, Nordeste e Norte, fechando todo o litoral.

Bosco
Bosco
Reply to  francisco
1 ano atrás

E quando precisássemos de mais submarinos seria só criarmos mais estados. Boa sacada!
Só uma dúvida: o DF conta?

Paulo
Paulo
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Hahahahahaha.

Larri Gonçalves
Larri Gonçalves
1 ano atrás

Em vários comentários tenho falado a respeito de submarinos com AIP, acho uma falha a MB não ter ainda desenvolvido estudos para ter submarinos com AIP, eles são ótimos para operações junto a costa, operando de forma defensiva contra agressores, portanto protegendo nossas rotas da navegação de cabotagem, plataformas de petróleo, acessos a portos e os próprios portos, Bases Navais, cidades litorâneas e seus complexos industriais no litoral, vamos deixar o nosso futuro submarino Nuclear para o ataque ou contra-ataque, contra forças agressoras, ainda está em tempo de adquirir sistemas AIP para nossos submarinos classe Scorpene.

Daglian
Daglian
Reply to  Larri Gonçalves
1 ano atrás

A MB não só já desenvolveu estudos sobre AIP, como concluiu que para ela não valeria a pena a adoção desta tecnologia. Os SBR têm seção adicional voltada para armazenamento de víveres, por exemplo, mas se a MB quisesse poderia ter instalado um AIP neste mesmo compartimento. Ela não o fez porque não quis, mas não irei julgar o mérito dessa decisão pois desconheço as motivações da marinha.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Numa dissertação que li sobre o SNBR, dizia que a motivação da MB dispensar o AIP nos convencionais é que o acionamento deste gera uma queda brutal no desempenho do submarino, passando a uma propulsão de 4 a 5 nós no máximo. Logo, “a vantagem dos submarinos com propulsão AIP será tão menor quanto maior for a velocidade requerida para seus deslocamentos, o período e a área marítima a ser operada”. Concluindo, “em mares fechados como o Mediterrâneo e o Báltico, o submarino com propulsão AIP pode ser suficiente”. Analisando-se por este prisma, o litoral brasileiro sendo muito largo, vasto… Read more »

Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  Larri Gonçalves
1 ano atrás

Acho mais vantajoso investir em baterias com maior densidade energética do que em sistemas API.

karlos
karlos
Reply to  Pericles Ferreira Leite
1 ano atrás

bateria não geram OXIGÊNIO para a tripulação.

Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
Reply to  karlos
1 ano atrás

Karlos, até onde eu sei, todos os sistemas API utilizam oxigênio líquido como oxidante para a geração de energia elétrica, mesmo aqueles movidos por pilhas de combustível.

jodreski
jodreski
1 ano atrás

Pergunta: quando os nossos Scorpenes forem fazer atualização de meia vida, seria possível incorporar AIP nos mesmos? Ou isso seria inviável devido a tantas adaptações necessárias tornando a incorporação desse sistema inviável financeiramente?

Marcos
Marcos
Reply to  jodreski
1 ano atrás

Totalmente possível. O submarino foi construído com uma seção adicional.

MGNVS
MGNVS
1 ano atrás

[OFF-Topic] Com a devida permissao dos editores. Para aqueles que gostam de submarinos, atualmente estao disponiveis na net dois excelentes filmes sobre o assunto e baseados em fatos reais. KURSK – ano 2018 Um filme franco-americano dirigido por Luc Besson, onde o mesmo busca desvendar os acontecimentos tragicos que causaram o afundamento do submarino KURSK. OBS: no filme tudo indica que a causa do acidente foi a explosao de um torpedo de treinamento. *Com a palavra o pessoal da area sobretudo Dalton, para comentarios tecnicos. The GHAZI Attack – ano 2017 Filme sobre o afundamento do submarino PNS Ghazi qndo… Read more »

Augusto L
Augusto L
1 ano atrás

Com navios com pump jet e propulsão eletrica, tambem fica difícil para os submarinos acharem os navios enquanto submersos. As Fragatas FREMM, no caso francês todas, no italiano, as modificadas para guerra anti-submarinos, tem uma assinatura acústica muito menor que outros navios atuais por causa dos meios de propulsão. De qualquer modo, depois de o submarino inimigo estar fora do porto, o melhor é saturar a aérea com fragatas anti-submarino, aviões patrulha e submarinos aliados, e aceitar perdas no processo. Os submarinos americanos agora tem como lancar drones subaquáticos como meios ISR/ISTAR. Assim como na guerra aérea a guerra naval… Read more »

Bosco
Bosco
1 ano atrás

Engraçado que não tem nenhum “Mãe Diná” pra escrever: o dia que inventarem um sensor que detecta submarino no fundo do mar os submarinos serão coisa do passado.
Esse exercício de futurologia só serve para a tecnologia stealth.

Señor batata
Señor batata
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Oi bosco tudo bem? Com relação à criação de uma tecnologia que ponha em xeque oa submarinos concordo qur nada se levanta no horizonte, mas como o senhor sabe mesmo os meios atuais estão se tornando mais sofisticados, vale dizer q o avanço no software e no hardware (em especial capacidade de processamento), podem tornar o sonar muito mais eficiente do que atualmente é. De toda maneira concordo quando os senhor expõe sobre os drones (Orca da boeing), os eua tem um programa bem legal na área.
De todo modo agradeço pelo atenção e tchau.

Leth
Leth
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Há meios pra detectar submarinos em trânsito usando radar de aviões pra encontra-los através do deslocamento de ondas na superfície. Isso é descrito por um relatório secreto americando desclassificado em 1988 e indiretamente confirmado por vários estudos cientificos de diversas fontes.
Tanto americanos como russos conhecem esse sistema de detecção, a desvantagem russa é a defasagem tecnológica de sua frota aérea anti-submarina.

Bosco
Bosco
Reply to  Leth
1 ano atrás

Leth,
Esse método foi aventado na década de 70/80 e inclusive cogitou-se de utilizar satélites, mas nunca se mostrou viável.
Pra achar um submarino debaixo d’água navegando a baixa velocidade, por enquanto, só o bom e velho sonar.

Leth
Leth
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Existe o relato do ex-capitão do K-455 que disse em 1985 que seu submarino navegando a 5 nós foi monitorado por P-3 americanos o tempo todo. A princípio o ex-capitão acreditou estar sendo monitorado por sonobóias dos P-3, porém mudou de opnião após ocorrerem outros casos de monitoramento semelhantes.

Bosco
Bosco
Reply to  Leth
1 ano atrás

Leth, Ele poderia estar sendo monitorado pelo MAD. Achar que há ou havia em 85 tecnologia de processamento e software capaz de processar a informação da pequena elevação observada quando um submarino se desloca não acho muito realista. Outra tecnologia para caçar submarinos submersos que foi abandonada é a da detecção por calor. Só funciona em filme do 007. De certo mesmo é som e magnetismo. Na década de 80 falavam de um laser azul-esverdeado que poderia atravessar centenas de metros de água do mar, mas fato é que essa tecnologia tem sido empregada timidamente em comunicação submarina e na… Read more »

Bosco
Bosco
1 ano atrás

O Naval devia colocar um artigo sobre o Orca, da Boeing.

gordo
gordo
1 ano atrás

É bem interessante, e é um tanto obvia já que destruir equipamento no porto ou na pista não é nenhuma novidade, os EUA mesmo foram vitimas na segunda guerra em Pearl Harbor e os árabes na guerra dos seis dias (nesse caso foi a força aérea). A questão ai é ter meios para inutilizar (isso os EUA tem de sobra), e quem vai ser inutilizado. Obviamente essa doutrina funciona melhor contra forças mais modestas.

Bosco
Bosco
Reply to  gordo
1 ano atrás

Gordo,
Não acho não. Acho que “em tese” funciona contra qualquer um.
Os meios furtivos (B-2, F-35, RQ180) e de de longo alcance (Tomahawks, JASSM-ER, etc) permitem atacar as bases de submarinos de qualquer nação. Só de Tomahawks há cerca de 4500 disponíveis.
A minagem ofensiva também pode ser realizada por minas de longo alcance laçadas de aeronaves como a Quickstrike-LR e minas depositadas por torpedos (SLMM).

bjj
bjj
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco Mas também em tese, a coisa complica bastante a depender do adversário, não? Se os alvos fossem, por exemplo, China ou Rússia, considerando um ataque contra suas bases navais em um conflito não nuclear. Para atacar com mísseis Tomahawk, seria necessário se aproximar das bases navais para colocá-las dentro do alcance dos mísseis, e tanto China quanto Rússia possuem meios em quantidade suficiente, principalmente submarinos, capazes de criar uma grande área de risco para qualquer frota que se aproximasse. E pensando em um ataque utilizando bombardeiros de longo alcance, os dois exemplos citados também possuem IADS modernas e com… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  bjj
1 ano atrás

Há um certo exagero quanto a números de submarinos chineses, russos e americanos quando trata-se de disponibilidade.
.
No caso russo por exemplo, a maior parte está concentrada na Frota Norte, mas, os restantes precisam ser divididos entre outras 3 Frotas e dada a necessidade de manutenção de rotina, modernizações que envolvem anos e treinamento os números caem ainda mais.
.
Ninguém tem “quantidade suficiente” de submarinos e os números irão diminuir na próxima década para americanos e russos, simplesmente porque um número maior será retirado de serviço e um número menor será incorporado.

Bosco
Bosco
Reply to  bjj
1 ano atrás

BJJ,
Com certeza. Eu não disse que seria fácil!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Voces tem de considerar que para alvos tão estrategicos seria necessario um ataque bem cirurgico e stealth….

Apesar dos aviões 5a. geração, a melhor ferramenta para ataque a bases de submarino seria justamente um Submarino…..um sub este sim pode se aproximar bem invisivel sem despertar desconfianças e prover um ataque a estas bases. Depois e de forma cronometrada, é que viriam os avões para complementar o ataque ou compreender outros alvos estrategicos.

elton
elton
1 ano atrás

o Mundo mudou muito recentemente,na guerra fria nosso pais era uma força reserva da OTAN então nossa marinha era voltada mais para patrulhamento e anti-submarino,não se contava com a hipotese de um Carrier Strike Group atacando nosso litoral mas agora devido a bagunça que nossos governos pos-guerra fria fizeram na aerea geopolitica com nosso relacionamento entre as naçoes todas as hipoteses devem ser levantadas ,so que agora não ha recursos nem tempo e muito menos organização de nossa marinha que passou os ultimos 30 anos fazendo remendo e se desorganizando na gestão de pessoal e financeira que agora não nos… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Até Eu consigo pensar em algo semelhante, e sou apenas um curioso de assuntos militares.

Pergunta do milhão: “O que quer dizer atingir o mission kill através de meios não letais”???

Seria através de cusparadas????? Seria pedindo por favor para eles afundarem os submarinos por vontade própria???

Segue o jogo

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Ok, um ataque hacker… pode ser.

Esteves
Esteves
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Não seria exatamente ataque hacker. Guerra não letal é impedir o inimigo. Na 2a.guerra comandos eram lançados atrás das linhas. Tirando o exagero e as maluquices do Tarantino, vide Bastardos Inglórios. Sabotagem. Raptos. Envenenamento. Coceiras e micoses.

Matheus Santos
Matheus Santos
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Exemplos de Mission kill contratuais. Vc pode vender o submarino ou uma nação amiga sua. – Venda o pacote de sobressalentes, mas não entregue tudo. Exemplo dos 50 rolamentos, entregue 5 e deixei os outros 45 no país de origem. Sim, eles estarão lá, guardados e embalados com o no.e do cliente. Mas, no caso de conflito, haverá um embargo de armas… – deixe o custo de manutenção com o fabricante “baixo”, de modo q nunca valerá a pena a relação custo/benefício de se ter a capacidade no país. Pois esse número é fundamental para justificar os donos do dinheiro… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
1 ano atrás

Digo ‘caçar submarinos’.

Esteves
Esteves
1 ano atrás

Continuo em dúvida se os Scorpenes brasileiros poderiam na vida prática (nada de teorias) virar AIP CCD. Não encontrei nenhuma marinha com planos para isso. O que encontrei no mundo real são submarinos com motores Stirling dos suecos prontos para virar AIP. Nesse caso entra o deus ToT. “No caso do AIP CCD, o submarino transformado é um sistema muito mais complexo e difícil de manter que a propulsão diesel convencional, e exige também instalações logísticas muito mais caras e complexas para armazenar o oxigénio líquido e o argon.” Então. Seriam instalações logísticas e pessoal para operar 3 classes de… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

Esta doutrina deixa claro o calcanhar de aquiles de uma Forsub…. É por isto que vivo repetindo que existe uma lacuna para Submarinos menores que os IKL e logo logo, algum país lançará o conceito… Na realidade, pequenos barcos submersíveis. Parece uma contramão, mas explico: A miniaturização de munições inteligentes permitem agora o que antes era impossível a um submarino. Antes, um Submarino tinha de dedicar seu exíguo espaço interno quando muito, a misseis estratégicos, de grandes dimensões. Com o tempo, misseis taticos como Exocet, Tomahawk, etc, tambem passaram a ser possiveis. No entanto, a coisa não para. Atualmente ja… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Concordo com vossos argumentos Sr. carvalho2008. Venho e acredito neste conceito, repetindo vários comentários a respeito. Pode ser feito, baixo custo, inda com a tecnologia disponível poderíamos ter pelo menos 10 num bom e curto espaço de tempo. submarinos de 900 a 1000 toneladas no máximo. Pequena tripulação, poder de dissuasão. sem tirar o foco dos subs atuais que estão sendo construídos. Excelente, parabéns.

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

continuação…

Então, pequenos Submersiveis exigem pouca estrutura….

Um IKL-209 usa uma 180 ton de diesel e possui 1500 ton de deslocamento….

Já um Gadhir apenas para exemplificação, possui deslocamento de 160 tn…e provavelmente empregue apenas 16 ton de combustivel interno ( aprox 10%)….isto quer dizer que um pequeno Submersivel com cruzeiro otimizado de superificie, poderria ser mantido em reabastecimento por pequenos barcos ou até caminhões e qualquer ponto de litoral ou ribeirinho….

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

Existe uma argumentação de que nosso litoral é extenso e aberto o que não favorece o emprego de pequenos barcos missileiros….mas se estes pequenos missileiros puderem submergir, ganham a característica stealth tão necessaria a infiltração. Velocidade alta de cruzeiro de superficie e baixa de mergulho; Pouca profundidade de mergulho… + 4 tubos de torpedos pesados não recarregáveis ( torpedos/Idas/Exocet); + 120 GLSDB´s Ele não caça navios, embora possa atacar alvos de oportunidade….sua missão é checar ao ponto alvo e lançar sua carga….isto quer dizer que poderia ser uma das primeira opções para desmantelar bases adversarias em Ilhas no Atlantico e… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás
sergio ribamar ferreira
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Prefiro conceitos de submarinos mais tradicionais. porém tudo é válido. Parabéns

sergio ribamar ferreira
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Novamente reafirmo que são excelentes seus argumentos. Parabéns.

sergio ribamar ferreira
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Reitero seus argumentos. Grande abraço

Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Eu não investiria nisso para o Brasil. É de uma aplicação muito restrita… Isso é baseado em um cenário limitado e muito longe da nossa realidade. Interpreto que seja necessário que exista toda uma cadeia de eventos favoráveis, para que esse sistema se mostre funcional.
.
Eu colocaria a grana no desenvolvimento e compra de um míssil de cruzeiro com características stealth, para ser lançado dos tubos de torpedos dos submarinos convencionais e nucleares futuramente, bem como de outras diversas plataformas das 3 Forças.
.
O negócio é investir em meios que possam ser o mais multimissão possível.

carvalho2008
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Depende mestre Bardini, Não é de aplicação tão restrita assim. A abordagem realmente é diferente. Normalmente, um SSK é desenhado e configurado para exercer praticamente 100% de suas missões contra navios ou outros submarinos. Somente os grandes Subnukes é que possuem algum arsenal, embora restrito, a alvos em terra ( alvos estritamente estrategicos) Nesta abordagem, voce transforma um submersivel ( e veja que uso terminologia diferente de submarino) em uma plataforma de ataque a superficie com capacidade residual a alvos de navios. É uma inversão onde onde antes 100% dedicado a navios, agora passa a ser balanceado para 60% a… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

“Projetar de forma stealth, ataques de saturação a cabeças de praia de inimigos em uma profundidade de 10 a 120 km de alcance de armas.” . Muito investimento para um cenário extremamente específico, que poderia ser atendido por outros meios, mais multimissão. É coisa longe da nossa realidade. . Enquanto você pensa no entorno, eu penso em um SNBR indo até águas inimigas, armado até os dentes para minar portos e caçar os grandes navios de carga de 100.000t, 200.000t, 300.000t +, que impactariam em perdas econômicas catastróficas para empresas do país atacante. “Um pequeno missileiro submersivel assim com GLSDB´s… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Mas Mestre Bardidini, Não é necessariamente uma questão de “entorno” X “aguas inimigas”….é uma questão de camadas e complementaridade, ou ainda de custo empregado… Se houver capacidade para 100% da frota de submarinos ser todos nucleares ok….mas não parece uma realidade…. 1 Nuke vale varios Scorpene….e um Scorpene vale dois SMX-23…se fosse alemão…uns 3 Midgets IKL210… Veja que havendo orçamento ok, mas não havendo, voce terá de equilibrar distribuindo entre poucos nucleares para as missões que voce ilustrou , as mais afastadas e complexas, depois a segunda zona ficam com os SSk´s…e por ultimo, aquilo que seriam midgets….. de fato… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Carvalho para nosso T.O. necessitamos de meios de longo(a) alcance/autonomia. Antes que venha batê o martelo que a MB quer ter uma força de submarinos exclusivamente de propulsão nuclear. É provavelmente inviável pois teríamos uma quantidade muito pequena (!) Em quanto uma força só de SSK provavelmente obrigaria uma quantidade muito alta, já que um SSN terá uma alcance maior já que pode se deslocar em uma velocidade maior, observe que eu estou considerando a mesma autonomia (nesse caso seria o tempo de patrulha mais o de deslocamento). O oceano Atlântico Sul é muito grande para ter só um punhado… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Mestre Flavio, Não entendi mas tentarei traduzir… Não havera orçamento para uma força puro sangue Subnukes….certo? Ou seja, ficaremos entre 1 a 3 deles e olha lá…..e mesmo que chegassemos a 6…ainda é pouco….apesar da autonoima e velocidade….poucos olhos e não estara em varios lugares ao mesmo tempo, inclusive pela natural disponibilidade… SSK´s classicos serão necessarios para complementar este cenario….e como classicos…que fique claro que são SSK´s Oceanicos a exemplo dos Scorpene ( o proprio IKL209 é visto com perna curta)….então teriamos quem sabe…entre 06 a 12 destes… Veja…ai é que começa a coisa….mesmo nestas hipoteses, apesar de um numero… Read more »

Alessandro
Alessandro
1 ano atrás

Não vou entrar no mérito da doutrina se é a melhor ou não, mas me parece ser apenas eficiente para uma guerra convencional contra países medianos, pois convenhamos, contra uma Rússia ou China para que atacar submarinos em portos? Não iria sobrar nada em terra após o ataque nuclear que todas as potências iriam fazer entre si.

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

no caso de uma potencia com Nae e Subnukes um dia aproximar-se de forma agressiva, a primeira coisa que deveríamos fazer é inundar as correntezas de nossa ZEE com esferas que possam simular as assinaturas de snorquel de SSKs…este é um equipamento simples e que valhe a pena….um C-130 espalhando isto o Oceano faria com que uma Task agressora perdesse muito tempo para mapear e checar quem é verdadeiro ou falso….iria saturar a capacidade de detecção submarina….exponenciando o risco deles contra nossos SSks…

sergio ribamar ferreira
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Tudo pode ser feito e com baixo custo. Só quererem. Reitero os abraços

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

francisco
francisco
1 ano atrás

Fake, os USA não iriam divulgar a sua estratégia de guerra.

Luiz Floriano Alves
Reply to  francisco
1 ano atrás

Essa doutrina lembra a frase de Garrincha:”mas será que alguém avisou aos russos que devem se posicionar em campo desta maneira?”

Valim
Valim
1 ano atrás

Bom dia.
Em relação à Doutrina em si, nada de novidade. Essa Doutrina me parece ser utilizada desde a WWII.
Abraços

CRSOV
CRSOV
1 ano atrás

Espero que nossos Almirantes tenham conhecimento dessas táticas (por precaução não apenas contra os EUA mas contra qualquer país) e tenham já em mente uma contra medida eficaz para evitar que isso ocorra com nossos submarinos !! Isso se os nossos submarinos estiverem em condições de navegar é claro !!

ednardo curisco
1 ano atrás

Tem gente surpresa com esta estratégia.

Ela nada tem de secreta. É apenas o óbvio.

E praticamente só eles, chineses e russos podem pensar em executá-la. Porque só eles têm submarinos nucleares em quantidade suficiente para operar tão distante de suas bases.

e lembrando que o local onde os submarinos mais estão expostos é justamente em casa, chegando ou partindo.

Aliás, é super comum, mesmo em tempo de paz, ter um submarino ‘inimigo’ vigiando a partida de navios e especialmente submarinos.

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
1 ano atrás

O Problema se chama escalada das tensões , no caso de China e Russia a doutrina só sera aplicada a partir do item 6 “seis” ou então inicia um ataque surpresa tipo Pearl Harbor.

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

Off-Topic

Mestre Galante, voce viu que estão saindo noticias e imagens de um prototipo do EE-9 Cascavel com a torre Torc-30??? Parece que sera exibido na LAAD.

Felipe Souza
Felipe Souza
1 ano atrás

Submarinos são uma ameaça real para qualquer Marinha. A Base de Itaguaí deverá operar nossos 5 Escorpene e 5 U-209, imprescindível um sistema antiaéreo em terra para dar cobertura para esta base , bem como para a base da Esquadra. Tanto quanto a FAB precisaria de mísseis AA de maior capacidade nas bases de Anápolis, Canoas, Manaus e Santa Cruz que abrigam nossos caças de primeira linha. Só aí já há uma demanda de 6 baterias AA. O Spyder MR com mísseis Derby (50km) e Pyton V (20km) seria uma ótima opção.

carvalho2008
1 ano atrás

Bardini Eu não investiria nisso para o Brasil. É de uma aplicação muito restrita… Isso é baseado em um cenário limitado e muito longe da nossa realidade. Interpreto que seja necessário que exista toda uma cadeia de eventos favoráveis, para que esse sistema se mostre funcional. . Eu colocaria a grana no desenvolvimento e compra de um míssil de cruzeiro com características stealth……. ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Depende mestre Bardini, Não é de aplicação tão restrita assim. A abordagem realmente é diferente. Normalmente, um SSK é desenhado e configurado para exercer praticamente 100% de suas missões contra navios ou outros submarinos. Somente os… Read more »

Souto.
Souto.
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

A armada Argentina tem algum navio em PMG?

Pedro
Pedro
1 ano atrás

Marinha de ataque é outra história. Eles tem por doutrina levar a guerra a casa do inimigo.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Ainda no aguardo da matéria que esclareceria o quanto a USNavy teria decaído na capacidade ASW…