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Marinha do Brasil lança segundo Míssil Antinavio Nacional de Superfície

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Fragata Independência lançando o MANSUP
Fragata Independência lançando o MANSUP

A Marinha do Brasil (MB) lançou na quarta-feira (20), o segundo protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP).

O lançamento foi realizado a bordo da Fragata “Independência“ e confirmou o correto funcionamento de vários subsistemas e de alguns aperfeiçoamentos realizados após o primeiro teste, ocorrido em novembro de 2018 a bordo da Corveta “Barroso”.  Durante o lançamento, foram feitas verificações adicionais no sistema de navegação, controle e guiamento do MANSUP, cumprindo com êxito a trajetória esperada, conforme verificado por meio dos dados da telemetria, também nacional, instalada no míssil e em unidades participantes da operação. Tais dados serão empregados adicionalmente como subsídios para o aperfeiçoamento do protótipo.

O evento aconteceu na área compreendida entre Rio de Janeiro e Cabo Frio e foram empregados três navios da Esquadra: o Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico”, o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia” e a Fragata “Independência”, de onde o míssil foi lançado. A operação contou ainda com o apoio do Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, do Comando do 1º Distrito Naval, que efetuou o lançamento do alvo, e das aeronaves Esquilo, Super Cougar e Seahawk, do Comando da Força Aeronaval.

O MANSUP será um míssil do tipo fire and forget para emprego contra alvos na superfície do mar (navios ou similares), sendo utilizado nas instalações de tiro dos navios da Esquadra. O Míssil está sendo desenvolvido pela Marinha em parceria com as empresas Avibrás, Siatt, Omnisys e Fundaçao Ezute.

Todo projeto contribui para a criação de empregos diretos e indiretos no setor da indústria de defesa, fomenta o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira, garante a manutenção do Poder Naval e da soberania nacional e ainda inclui o Brasil no seleto grupo de países produtores de mísseis.

DIVULGAÇÃO: Marinha do Brasil

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Henrique de Freitas
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Henrique de Freitas

Para fechar com chave de ouro. O filme senhores !!

Thiago Telles
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Thiago Telles

Nunca tem. Dos mísseis novos desenvolvidos aki. Isso frusta um pouco.

Minuteman
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Minuteman

Meus parabéns MB!

Saldanha da Gama
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Saldanha da Gama

Onde assino por favor?

Pedro S
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Pedro S

Pena que a Omnisys está nas mãos dos Franceses.. Se o almofadinha do Macron quizer o MANSUP não voa.

André
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André

Coisa boa que a tecnologia do Seeker já é dominada pelo Brasil!

Mauricio R.
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Bela roba, você pode dizer o mesmo da listinha de materiais????
O seeker do Mansup tem sua lista de materiais absolutamente e completamente, 100% nacionalizada????
Por que qndo há algum embargo, este se dá sobre as partes e peças que compões o item embargado.

F16 nutela
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F16 nutela

Conhecimento não se confisca, veja o exemplo da MECTRON, que fechou, mas seus funcionários fundaram a SIATT e continuam tocando os projetos da antiga MECTRON, inclusive nesse míssil MANSUP.

Camargoer
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Camargoer

Caro Pedro. Sem problema. A Embraer(a) também está nas mãos dos norte americanos.

Favaratti
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Favaratti

Essa área não está com a Boeing. Leia um pouco mais.

Camargoer
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Camargoer

Caro Favaratti. O comentário é apenas irônico. Após a FAB investir no desenvolvimento do KC390, a torcida da galera é para que ele se torne um produto Boeing.

teropode
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Vc nunca vai superar este trauma, meu deus, basta uma venda de empresa Nacional para os EUA acontecer para a máscara dos vermelhinhos disfarçados caírem, kkkkkkl, chorem , shorem, xorem.

Jorge
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Jorge

quiser é com S

Aldo Ghisolfi
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Nunca esquecendo dos Exocets durante a Guerra das Malvinas…

teropode
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E do vetor que fez o lançamento, se houvessem mais Exocet e portadores , a história séria diferente ,

Leonel testa
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Leonel testa

Espero que o alcance seja superior aos exocet block 2 .

André
Visitante
André

O Alcance especificado para os modelos de qualificação é 70km! Depois a coisa pode evoluir

Ronaldo
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Ronaldo

O alcance vai depender de peso e combustível

Foragido da KGB
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Foragido da KGB

O alcance do MANSUP é de até 150km.

teropode
Visitante

Espero que não seja utilizado apenas por Navios , espero que os marujos acordem pra vida , que deixem um pouquinho de lado os dogmas que travam a criatividade e a efetividade dos poucos recursos disponíveis para a defesa , novamente cito a grande utilidade que teria o AMX como um vetor bala de prata para este MANSUP , há condições favoráveis para converter 30 células para esta função, vejam a matéria sobre o AMX naval , um AMX anti-navio não precisa operar em porya-avioes, acordem senhores pensadores da defesa , a realidade da grana curta ainda vai durar décadas,… Read more »

Paulo Costa
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Paulo Costa

Deixa eu ver se entendi direito,

voce diz para a FAB transferir para a MB uns 30 AMX e que seriam entao modernizados e preparados para lançar mansup e para substituir os A4 em todas as funções dele na marinha.

boa ideia

ALEXANDRE
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Top…agora poderiam comecar a fazer e testar defesa antiaérea de medio e longo alcance

Burgos
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Burgos

E é claro !!!
Tudo com o Padrão Findep de qualidade !!!
Parabéns “Léo Pirata” pelo êxito da missão !!!

Gabriel BR
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Gabriel BR

Um grande passo em direção a autonomia tecnológica que precisamos

Alexandre Esteves
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Alexandre Esteves

Bravo Zulu!

J.Neto
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J.Neto

Boa notícia e seguindo em frente…

William Munny
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William Munny

Será que presta? Será que bom?

Roberto
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Roberto

Lançar é uma coisa, se presta ou não é outra.

Nilo Antonio Rodarte
Visitante
Nilo Antonio Rodarte

Tem que começar de algum ponto, não? E ir evoluindo depois. Quantos países do mundo dominam essa tecnologia? Quanto tempo e dinheiro eles gastaram? Será que eles iam dar isso de graça ao Brasil? Digam o que quiserem, mas é uma conquista louvável para o país e daí, para várias evoluções, é bem mais fácil quando se domina o básico.

Wellington Góes
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Wellington Góes

BRAVO ZULU!!!

Que isto sirva de exemplo àqueles ex-comandantes de um determinado aeroclube e atual, que este é o melhor caminho à independência tecnológica e de dissuasão das forças armadas brasileiras. O desenvolvimento autóctone de armamentos inteligentes e sistemas embarcados nacionais.

Parabéns aos envolvidos no projeto!!!

Foxtrot
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Foxtrot

Concordo em gênero, número e grau.
Mas além força aérea de brinquedo o exército de brinquedo acredita que importar e ou montar localmente é a melhor solução.
Pode até ser, mas depende para quem?
Garanto que não é para o Brasil.

Jacinto
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Jacinto

O Brasil tem condições de produzir bons equipamentos. O problema – e isso é a história quem demonstra – é que a indústria bélica brasileira tem muita dificuldade em vendê-los em quantidade suficientes para sustentá-las a longo prazo.

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Meu amigo, o problema maior é internamente, com gente aqui boicotando bons projetos. De gente que não tem mentalidade tecno-industrial e sim mercantilista (afora outros maus costumes).

Cristiano GR
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Cristiano GR

O Brasil tem muitas instituições de ensino muito qualificadas e boas, que proporcionam pessoas com alta capacidade e no passado já exportou muitos equipamentos de uso militar e civíl. O problema que afeta as vendas brasileiras e, por consequência, a capacidade de investimento em pesquisa e desenvolvimento, é a moeda valorizada em relação ao Dolar. A moeda valorizada só é benéfica para se importar, mas se o que se quer é alavancar a indústria nacional e exportar produtos com alto valor agregado, gerando empregos e melhor renda o que movimento a economia e promove o crescimento econômico em todos os… Read more »

india-mike
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india-mike

Pela sua lógica, caro Cristiano, tanto o Reino Unido quando os países da zona do euro teriam muita dificuldade de exportar seus equipamentos militares, uma vez q a Libra e o Euro são mais valorizados que o Dólar, e muito embora eles não consigam competir diretamente com os EUA em volumes de vendas eles têm indústrias muito bem estabelecidas na área militar.

Na verdade, o que você colocou tem um peso maior na área de commodities, como o preço da saca do café por exemplo, mas em produtos industrializado de alto valor tecnológico influencia muito pouco.

Jeff
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Jeff

Indústria bélica não precisa necessariamente dar lucro, ela serve aos interesses do país e pronto.

teropode
Visitante

Filantropia nesta área não dá certo , indústria bélica que não dá lucros quebra e perde suas melhores cabeças, ou o estado tem que cobrir o preju , tirando o leite dos mamadores.

Nilson
Visitante
Nilson

Ótima notícia, demonstrando que o cronograma deste projeto está caminhando bem. Fazer mais alguns lançamentos de protótipos, certificar se está atingindo o alvo, depois encomendar alguns mísseis de produção em série, de forma a não perder o conhecimento adquirido.

Demara
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Demara

Alto padrão, excelente trabalho é a MB superando desafios, mesmo em meio a crises orçamentárias
BZ

Roberto
Visitante
Roberto

agora depois do desenvolvimento milionário, só falta comprar as unidades de superficie… ou então classe Niteroi até 2050.

paulop
Visitante
paulop

Como foi discutido em um post anterior, a possível ampliação dos pedidos das Tamandares ou outras embarcações de maior porte, deva contemplar a integração do MANSUP às futuras novas escolhas da MB.
Abraço

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Nao conheço nada desse tipo de míssil, Mas me pergunto se esse míssil no futuro nao venham informar que pode ser usado em alvos em terra

Bosco
Visitante
Bosco

Paulo,
Se o seeker e o radialtímetro forem desabilitados ele pode ser programado para voar numa dada altitude fixa e ser utilizado contra alvos no solo. Claro que a precisão seria deficiente já que ele contaria só com o sistema inercial, mas poderia ter seu alcance estendido já que passaria a ter uma trajetória semibalística.
Mísseis antinavios dotados de GPS podem ser utilizados contra alvos fixos em terra com grande precisão e até podem voar em baixa altitude seguindo o terreno. Ex: Exocet Block III, Harpoon Block 2, etc.

Bosco
Visitante
Bosco

Só pra deixar claro meu comentário anterior, jamais a Marinha do Brasil vai “desabilitar” o seeker de seus mísseis Exocets e Mansups pra poder utilizá-los contra alvos em terra. Seria um desperdício de recursos. Eu só fiz referência a isso porque a posse de milhares de mísseis antinavios por diversas nações é motivo de preocupação internacional já que eles podem ser utilizados da forma como citei para levar armas de destruição em massa. Há uma série de estudos que apontam essa preocupação. Ela só não é maior que a imensa quantidade de mísseis sup-ar manpads distribuídos no mundo e alguns… Read more »

Delfim
Visitante
Delfim

Bosco, Ou que a posse de mísseis antinavio pode ser um obstáculo para a hegemonia de poder, seja de quem for ? E não me refiro a um uso “terrorista” de um míssil de 855 kg e 5,8 metros de comprimento (Exocet MM-40), o que fatalmente o limita para tal uso. Me refiro a dissuasão militar, mesmo. Pelo que li no Wiki, apenas do Exocet mais de 60.000 (!) unidades já foram produzidas. A Argentina apenas com um punhado deu trabalho, se tivesse mais provavelmente as Falklands hoje seriam Malvinas. Talvez este seja o real motivo de se querer limitar… Read more »

Henrique de Freitas
Visitante
Henrique de Freitas

Com sistemas de GNSS e AI poderá ser utilizado sim, aliás com certeza já deve estar em desenvolvimento paralelo. Abraços

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

So gente inteligente respondendo , é muita informação pra mim kkk

nonato
Visitante
nonato

E é porque eu nem falei nada. 🤭

Almeida
Visitante
Almeida

Com motor foguete e esse alcance de apenas 70Km, nem vale a pena. A plataforma lançadora ficaria muito próxima do alvo e suas defesas. Quem sabe numa evolução do mesmo com motor turbojato e alcance acima de 180Km.

teropode
Visitante

Ou um vetor aéreo.

Aldo Ghisolfi
Visitante

Parabéns! E o filme do lançamento?

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

As Forças armadas do Brasi estão mais activas ou é impressão minha? Umas poucas boas noticias reveladas recentemente…

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Peter. Acho que é impressão. Se você fizer uma pesquisa nos últimos 30 anos, desde FHC, verá que periodicamente ocorre um anaço aqui e outro acolá. Houve a aquisição do A12, dos F2000, dos helicopteros de transporte, da Barrroso, do Tikuna, da classe Amazonas, do Bahia e Atlantico, do Gripen, do KC390, do Guarani, dos Leopard e Gepard, da remotorização do Exocet, dos misseis BVR na FAB, do F$M, do M109, dos radares móveis, da reestruturação da FAB, do Astros 2020, do novo fuzil de assalto, dos Scorpenes, de Itaguaí, do Labgene, das Tamandarés, do novo campo de tiros… Read more »

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Sim camargoer, mas vejamos, que paralelamente a essas referidas aquisições, muita coisa corria mal e muita outra coisa era deixada para trás por meio de “remendos” , por exemplo, o mirage era um tampão, o a12 uma novela, o f5m um remendo, o fuzil não agrada a todos (não estou a descredibilizar, mas bom, ele não é)… Actualmente vejo umas forças armadas melhor e mais bem intencionadas e decididas. O projecto Scorpene a avançar com relativo bom passo, o gripen a bater a porta, o atlântico e o bahia numa compra de oportunidade muito bem aproveitada, o Mansup a receber… Read more »

Fabio Araujo
Visitante
Fabio Araujo

Apesar da grana curta continuamos avançando! Excelente, é melhor ir devagar do que não seguir em frente!

José Gomercino C Fernande souza
Visitante
José Gomercino C Fernande souza

Parabéns marinha do Brasil agora precisamos só de um míssil anti aéreo de longo alcance para defesa da frota

GUTEMBERG FELIPE MARTINS DA SILVA
Visitante

Bravo Zulu MB

Caio
Visitante
Caio

Parabéns a estes heróis!!! Isso mostra que se o orçamento das forças armadas for focada em armas, iremos longe, autonomamente.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Quais será as melhorias feitas no segundo protótipo? Infelizmente a redução da assinatura visual diminuindo o rastro de fumaça não foi uma delas. Mas é umas notícias dessas que ainda me gera um pouco de ânimo, e me leva a ter um pouco mais de esperança nesse país. A FAB e EB deveriam aprender com a MB, a mesma foi lá solicitou a indústria e administrou o projeto, o que levou um relativo tempo reduzido de desenvolvimento. Coisa corriqueira no mundo todo, diferente da FAB/EB que querem desenvolver todo o projeto para só após repassar para indústria, ocasionando tempo grande… Read more »

JonasN
Visitante
JonasN

Sem querer ser chato kkk, mas não concordo. O mansup faz muitos anos, se não estou engano são quase duas década que está sendo desenvolvido. E acho que a situação da fab e do exército é bem melhor que a da marinha.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Caro Sr. Jonas. Sim a demora tem em vista falta de verba para deslanchar o projeto. Isto, opinião, por não ser prioritário. por isso , uma das causas do atraso. grande abraço. Pelo menos estão evoluindo

Felipe Souza
Visitante
Felipe Souza

A FAB está remando para concluir o MAR-1. O A-Darter só saiu do papel por ter outro país envolvido. O MSS 1.2 do EB demorou muito e está só no lote poto. O MTC300 foi o único relativamente rápido no seu desenvolvimento. O Piranha 2 foi vendido para ninguém até hoje.

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

O MTC300 ainda está em desenvolvimento. Parece-me que em estágio similar ao Mansup.

Leonardo Costa da Fonte
Visitante
Leonardo Costa da Fonte

Por enquanto, todos nenhum deles chegou a escala de produção comercial. Até o Piranha – MAA1, não vale nada. Um colega de forum postou há alguns anos que numa exposição numa base aérea ouviu um piloto de caça apesentar o míssil a um oficial de alta patente. Ele disse o PK do míssil era de 3% (!!!!!!!!!!). Isto é inútil. Só serviu para a Mectron aprender alguma coisa e para nós sustentarmos um conjunto de especialistas. O MAR foi descontinuado. O MAA-2 parou. O A-Darte, pelo jeito, parou também. O MSS 1.2. depois de quase 30 anos de projeto, ainda… Read more »

Parabellum
Visitante
Parabellum

Vc tem toda a razão. Um verdadeiro descaso e desperdício de dinheiro fizeram os os governos passados.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Sério, acha isso mesmo?
Se lembra do MAR-01, MAA1 A/B, MSS 1.2, MT-300, M.S.A 5.1, M.A.S etc etc etc.
Isso para não me alongar muito.
Diga se de passagem além dos N,s anos de desenvolvimento alguns desses sistemas ainda não estão acabados e outros nunca chegou a terminar.

Edu
Visitante
Edu

Dos projetos citados, com exceção do MT 300 que está em pleno sucesso, todos pertenceram a antiga Odebrech (Ex-Mectron). Empresa bem conhecida na mídia nacional e internacional (wash car).

Edu
Visitante
Edu

Caro Jonas, precisa estar mais informado. Menos de 10 anos e ainda com muitas dificuldades!

india-mike
Visitante
india-mike

provavelmente as mudanças foram apenas de software (e provavelmente no sistema de guiagem), uma vez que uma alteração de hardware como a sugerida por você seria muito mais demorada que esse gap de 1-2(?) meses que tivemos.

O Âncora
Visitante
O Âncora

Um míssil anti-navio tipo Exocet, após lançado, faz uma trajetória em parábola, primeiro subindo e em seguida descendo, para manter uma altura estável sobre o mar, certo? A caminho do alvo ele faz um ‘sea-skimming’, variando a altura? Qual seria essa altura, no caso dos Exocet? Outra: quanto ele sobe na parábola, antes de descer para a altura estável?

Bosco
Visitante
Bosco

O Âncora,
Dependendo do estado do mar é dito que um míssil classe Exocet chega a até 2 m de altura na fase terminal. A altitude de cruzeiro não passa de 100 metros, com uma altitude de aproximação de não mais de 20 metros.
Quanto a quanto ele sobe no lançamento é cerca de 100 metros.

O Âncora
Visitante
O Âncora

100m de altura no lançamento é bastante, o abrigo da linha do horizonte se interromperia nesse momento, dependendo da distância …então o lançador possivelmente, além de alertar o alvo, revelaria sua posição.

O Âncora
Visitante
O Âncora

Bosco,
Completando o raciocínio, o míssil não deveria subir muito acima do ponto mais alto do mastro do lançador para não comprometer sua discrição sob o horizonte. Especulo se talvez 100m não seja exatamente a altura máxima que alcança no lançamento, mas a distância que percorre antes de assumir uma altitude de cruzeiro, parece que de até 50m.

Robson oliveira
Visitante
Robson oliveira

Vendo o vídeo desse lançamento da para ver que o míssil não sobe muito acima do mastro não…

Por sinal achei bacana a forma didática para nos leigos de como e o procedimento… Inclusive TB como e feito o o municiamento do míssil (via guindaste) o que me faz pensar como se faz o remuniciamento em alto mar depois de lançar todos os mísseis…
Aprendo muito com vcs

Bosco
Visitante
Bosco

Robson,
Não há como remuniciar em alto mar.

Robson Oliveira
Visitante
Robson Oliveira

Bosco Obrigado
como disse aprendo muito com vcs do canal

me veio outra coisa em mente, o por que um navio tao caro só teria 04 misseis para lançar como e a proposta das tamandarés.

a MB deve ter seus motivos

mais uma vez obg pelo retorno

Bosco
Visitante
Bosco

Robson, Como as fragatas Niterói são de origem britânicas elas seguiram o padrão da RN para mísseis antinavios até a década de 80 com o advento do Harpoon. Os navios britânicos sempre levaram 4 Exocets. Mesmo as fragatas Greenhalgh levam só 4 Exocets. Lá na OTAN a RN tem mais função antisubmarino e mesmo porque nunca precisou se preocupar muito com as forças de superfície da URSS. O conceito migrou a MB e além do mais, no cenário da América do Sul não há forças de superfícies de grande porte. A combinação de meios dos submarinos, navios de superfície com… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

O Âncora, O Harpoon alcança 480 metros no lançamento. Do Exocet é dito ser de até 70 metros. O Exocet por utilizar um motor de cruzeiro tipo foguete não precisa subir tanto. Na distância máxima do alvo ele é difícil de detectar por conta do RCS reduzido e por conta de ficar alguns segundos nessa altura. Mas você está certo. O Exocet e o Mansup tem que se preocupar com a altura por conta de terem alcance menor. Provavelmente o míssil pode variar a altura de lançamento na dependência da distância do alvo. Contra alvos no limite do alcance provavelmente… Read more »

Dodo
Visitante
Dodo

Ue, faltou o vídeo. MB danadinha, da um teaser de fotos pra gente ficar esperando o vídeo lançar kkkkk

Sandro
Visitante
Sandro

O missil AV-TM 300 da avibras, podera ser usado em navios como missil Mar-Terra? Alguem sabe dizer se a Marinha cogita usar ele em nossas futuras fragatas?

Luiz Floriano Alves
Visitante

Persiste a fumaça branca em grande volume. Indicio de combustível a base de orgânicos de elevado peso molecular. Somente com a adoção de micro turbina a fumaça se reduz drástica mente e aumentamos o raio de ação para centenas de quilômetros. É o próximo passo no desenvolvimento desta arma, afim de possuirmos um vetor atual e efetivo.

Reginaldo
Visitante
Reginaldo

Luiz, a fumaça é característica do booster do foguete, esta queima só ocorre nos primeiros segundos do lançamento para que o míssil alcance a velocidade de cruzeiro, após esse estágio a queima é reduzida apenas para manter a velocidade do míssil, neste estágio a emissão da fumaça é bem reduzida pelo fato do combustível ter outra composição.
Nos mísseis como o Man-sup e Exocet, não há a ejeção deste “estágio”, já no Mtc-300 o estágio de lançamento, que também é de combustível sólido, é ejetado, dando lugar para que o turbojato entre em ação.

Sequim
Visitante
Sequim

Uma dúvida: a detonação da cabeça de guerra do MANSUP é por espoleta de aproximação ou devido ao impacto direto no alvo?

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Caro Luiz, não sei se procede mas há informações que a fumaça branca se deve ao excesso de alumínio na composição do combustível, reduzindo esse excesso reduzirá a assinatura visual (fumaça).
Procede ??

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Há uma versão naval em desenvolvimento paralelo denomina X-300, porém ainda não divulgada oficialmente.
Mas já houve vários vazamentos de informação Extra oficial, incluindo fotos da versão naval que se assemelha em muito o Exocet.

LEONIDAS
Visitante
LEONIDAS

” … Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico”, Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia” Fragata “Independência” E apoio do Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas…”

Resumindo, na pratica toda a marinha de guerra do Brasil…
afff rs

Dodo
Visitante
Dodo

Esqueceu as outras 8 fragatas, 7 corvetas, 2 navios de desembarque, 6 submarinos, umas dúzias de navios patrulha e varredores ah..e o ndm bahia tbm.

Sequim
Visitante
Sequim

Como eu previ nos post que informava que os 5 subs da MB estão fora de operação, e que gerou tanta “indignação”, foi só a MB fazer novo teste do MANSUP para sairmos do “inferno” e voltarmos ao “céu”. Se ocorrer a compra do Wave e concretização das Tamandarés ainda este ano, haverá muitos aqui que acharão que a MB ficou mais poderosa que a US Navy. E análise crítica da notícia, mostrando diversos pontos de vista desse teste, com raras exceções, que é bom, nada. A maioria das postagens é de patriotadas inúteis e estéreis que nada contribuem para… Read more »

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Concordo. Mesmo com o míssil pronto, aquisição do Wave e compra das CCT,s, ainda estaremos muito, mas muito longe de estar bem. Pois com o míssil pronto, quantas unidades serão adiquiridas? Se optarem pelo projeto estrangeiro para as CCT,s cometerem os os mesmos erros. O Wave e mais que uma necessidade é uma urgência, mas associado a compra do mesmo a MB deveria estudar a conversão de um navio civil para a função militar, mesmo caminho seguido pelo reino unido. Quanto a maioria dos comentaristas aqui, vejo uma extrema direita cega e partidária ao ocidente. O Brasil deveria agir como… Read more »

Sequim
Visitante
Sequim

Foxtrot, eu percebo como o Facebook fez mal à circulação de idéias. Quando acontece algo que os facebookquianos não gostam é o fim do mundo que chegou. Igual a essas empresas de consultoria pilantras que fazem propaganda no Youtube e que prometem riqueza rápida e fácil. Em 2015/2016 elas decretaram o fim do Brasil. Pois bem, o Brasil não acabou. Na mesma linha segue o povo do Facebook que anda por aqui. Acontece algum revés com a MB, como foi o caso dos subs parados, e é o fim da MB! Quase ninguém parou para discutir o custo/benefício dessa retirada… Read more »

Gabriel
Visitante
Gabriel

Ao mesmo tempo acontece também a “síndrome do vira lata” e nada presta, tudo é inútil, etc.
A “síndrome do vira lata” é muito comum nos “peritos de internet”, que tem seu cabedal de conhecimento totalmente desvinculado da realidade existente.

Wallace
Visitante
Wallace

Moro perto da BAeNSPA e tenho amigos que servem na mesma, é triste ver que uma base como essa é precária em sua estrutura de segurança (muros), tenho que parabenizar os militares que mesmo com poucos recursos ainda sim conseguem por uma base com tal importância em pleno funcionamento, e torcer para o Presidente que era frequentador assíduo da base na época que era parlamentar olhar para nossas forças e investir.
Um sonho seria a ver a marinha operando novos meios aereos e de superfície…..um sonho.

Souto.Souto
Visitante
Souto.Souto

Boa tarde amigos alguém sabe se a F40 fragata Niteroi esta operacional??

Luiz Floriano Alves
Visitante

Reginaldo/Foxtrot A inclusão de alumínio (ou Berilo, ou Magnésio, ou Boro)nos combustíveis de foguete e nos explosivos., como o Torpex, aumenta significativamente a temperatura da reação, consequentemente a potência do sistema, revertendo em maior fator de empuxo. O booster em sua curta trajetória não influencia significativamente na assinatura visual do foguete. Preocupa a carga de propulsão principal. No episódio do Sheffiel, nas Malvinas, a tripulação percebeu a aproximação do Exocet, por sua fumaça, chegando a abrir fogo conta ele. Reações como a do cloreto de polivinil com o oxidante perclorato de amônia produzem fumos, restando a adição de catalizadores para… Read more »

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Obrigado pela sábia explicação caro Luiz Floriano.
Cordial abraço!

colombelli
Visitante
colombelli

A questão que se põe é: o que há de concreto no caminho para uma versão lançada do ar, tão importante quanto esta?

Pericles Ferreira Leite
Visitante
Pericles Ferreira Leite

Colombelli, na minha opinião, o “problema” é o modelo no qual as forças armadas brasileiras estão constituídas, agravado por um MinDef que não as integra, mesmo após 20 anos de sua criação. Parece que cada força faz o que quer, resultando em casos como o dos Sherpa para o exército ou a possível compra “emergencial” dos Whiskey Cobra pelo EB, porque a FAB usa os Sabres, que é um sistema de armas caro e complexo, para interceptar monomotores ao invés de desenvolver doutrina anti-tanque… Em algum ponto futuro, vai ter de haver uma maior integração das forças, tanto na continuidade… Read more »

Mauricio R.
Visitante

Nem nos EUA essa sua pretendida integração existe.

india-mike
Visitante
india-mike

Colombelli, diria até que a versão lançada do ar seria mais importante do que essa, uma vez que na mesma as limitações tecnológicas deste missil não se fazem tão marcantes quanto às da versão lançada de superfície.

teropode
Visitante

e não venham falar em células velhas , russos e americanos voam com células que já tem 50 anos de uso .

Lucas Senna
Visitante
Lucas Senna

Um jornalista acabou de postar no canal dele o vídeo do segundo lançamento. E segundo ele o míssil tem mais de 100 km e não apenas 70 como inicialmente se acreditava.

Paulotd
Visitante
Paulotd

100 km? Tá bom demais. Considerando que o Exocet MM-40 remotorizado pela Avibras tem alcance comprovado em teste de 80km, melhor que os 70 km originais, e o Mansup usa o mesmo motor, uma evolução e tanto! Devem ter melhorado ainda mais o motor foguete.

Fernando XO
Visitante
Fernando XO

Segue o vídeo divulgado pela MB:

https://youtu.be/ewWGe1gow7c

O Âncora
Visitante
O Âncora

Ótimo vídeo.

R_cordeiro
Visitante
R_cordeiro

Faço votos que o segundo lançamento tenha tido mais êxito que o primeiro, pois este foi tenebroso, frustrando todos da missão. Evoluir e aprender a andar com as próprias pernas é assim mesmo, um joelho ralado te ajuda muito mais q um corrimão.

AntonioCV
Visitante
AntonioCV

O que houve de errado com o primeiro lançamento?

R_cordeiro
Visitante
R_cordeiro

O míssil se perdeu após o lançamento, problemas no trackeamento a primeira vista. Lançou bem, correu bem mas se perdeu e não atingindo o alvo. Acredito na competência de todos envolvidos, portando este segundo lançamento isso deve ter sido corrigido e aprimorado. É errando q se aprende, já dizia o dito popular.

R_cordeiro
Visitante
R_cordeiro

Em tempo. O vídeo da missão de lançamento já se encontra o canal da MB.

BZ Léo Pirata.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Normalmente em testes de mísseis navais alguns países usam uma barcaça naval com um contêiner sob a mesma, rebocada e colocado no local por um navio.
Qual terá sido o segundo alvo de testes do segundo lançamento ?

Alex Rocha
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No vídeo no ano passado observei que o alcance dele parece que não é muito grande. Poderiam me confirmar o alcance do mesmo?

Almeida
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Almeida

Parabéns pelo desenvolvimento e conquista, mas chegou muito tarde. Seus pares estrangeiros estão uma geração (exocet block iii, harpoon block ii) ou duas (nsm, lrasm) acima.

Almeida
Visitante
Almeida

Povo aqui não gosta de ouvir a verdade hahaha

Podem dar quantos dislikes quiserem, o fato é que estamos desenvolvendo, testando e possivelmente adquirindo hoje um míssil superfície-superficie do século passado.

Foxtrot
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Foxtrot

“5 horas atrás Almeida Almeida Povo aqui não gosta de ouvir a verdade hahaha Podem dar quantos dislikes quiserem” Nessa parte eu concordo e sou prova viva disso KKK. A única coisa que digo a essas pessoas é, pegue a senha e entre na fila. Quanto ao míssil, discordo amigo. A MB já disse que o mesmo é um “aprendizado”, adquirir o conhecimento para só depois desenvolver o supra sumo da tecnologia. Com o conhecimento do Sheeker (por exemplo), podemos evoluir o atual e instalar na versão naval do MT-300. O grande problema é que no Brasil não há continuidade… Read more »

Mauricio R.
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Tá, tá bom o lançamento do buscapé foi um sucesso, agora que tal nos concentrarmos no que realmente interessa e importa:

Um SSM desenvolvido a partir do veículo 14-X da FAB, ou no popular, um clone do míssil Brahamos.
Sabem aquele míssil indiano/russo, 290-300Km de alcance, mach 3…

Um míssil balístico cujos multiplos veículos de reentrada possam engajar alvos móveis.
Eu disse DF-21????

O resto é fla x flu…