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VÍDEO: Segundo lançamento do MANSUP

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No dia 20 de março, a Marinha do Brasil realizou o segundo teste com o Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP). O Míssil foi lançado pela Fragata “Independência”, na área compreendida entre Cabo Frio e Rio de Janeiro.

O MANSUP é um projeto estratégico da Marinha do Brasil e deverá equipar os futuros navios da esquadra Brasileira.

Além de dotar a armada brasileira de mísseis antinavios nacionais, atendendo às suas necessidades operacionais, o Programa MANSUP da Marinha tem o objetivo de garantir ao Brasil o domínio e a autonomia tecnológica em todo o ciclo de vida de armamentos desta classe, desde o desenvolvimento até a operação e a manutenção, em parceria com a indústria nacional de defesa.

A nacionalização dos componentes do armamento conta com o apoio da Fundação Ezute – responsável pela gestão dos requisitos técnicos do míssil, da interface entre todos os subsistemas e das atividades de validação dos componentes do projeto – além de Avibras, Mectron, Omnisys e do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.

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Altair
Altair
1 ano atrás

Alta qualidade de imagens, ótimos ângulos de filmagem e uma edição de primeira. Parabéns a equipe que produziu o vídeo, valorizou ainda mais o MANSUP.

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Altair
1 ano atrás

É o tipo de coisa que cativa novos entusiastas de Defesa e fortalece institucionalmente as Forças Armadas!

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Rafael_PP
1 ano atrás

Atingiu o ar.

gustavo
gustavo
Reply to  Charles Dickens
1 ano atrás

Conhece análise telemétrica amigo?

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  gustavo
1 ano atrás

Atingiu o ar com grande precisão.

Lucas Senna
Lucas Senna
Reply to  Altair
1 ano atrás

As Forças Armadas estão finalmente acordando para a importância do marketing e a qualidade do material tem crescido bastante nos últimos anos.

ALEXANDRE DO NASCIMENTO MENDES
1 ano atrás

Alguém sabe dizer qual o tempo de recarga de um missil desses em caso de guerra e se existe uma treinamento de caracteristica real tanto para misseis embarcados como para baterias astros? por que o tempo de recarga que sempre se mostra em videos é na maior tranquili9dade

Bosco
Bosco
Reply to  ALEXANDRE DO NASCIMENTO MENDES
1 ano atrás

Alexandre,
Só recarrega com o navio atracado.

nonato
nonato
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Então se um navio vai para a guerra com 4 mísseis antinavio, e disparar todos, nem um navio de apoio pode recarregar?
Complicado.

Bosco
Bosco
Reply to  nonato
1 ano atrás

O USN tentou recarregar suas células do VLS Mk-41 em alto mar. O sistema tinha até um guindaste que ocupava o espaço de 3 células, mas esse trabalho se mostrou inviável e nem sei se foi levado em consideração um dia.
Hoje, o sistema foi abandonado e não há mais essa intenção por parte da USN.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
1 ano atrás

Simplesmente eomocionante!

É incrível ver quando o míssil dispara em direção ao alvo, sensacional.

Filmagem e edição excelentes, parabéns aos envolvidos.

*Seria interessante já ir pensando em uma versão Mk2 equipado com uma das microturbinas da Polaris 😉 .

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

*Simplesmente emocionante.

Marcos
Marcos
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Polaris nem existe mais, acho q mudou de nome

Lucas Senna
Lucas Senna
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Virou a Turbomachine.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Lucas Senna
1 ano atrás

Marcos e Lucas Senna, obrigado pela informação.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Agora o nome da empresa não é mais Polaris e sim Turbomachine.
E por falar nela, alguém tem notícias do Caburé?
Míssil da Turbomachine de 300 km de alcance e muito parecido com o Kaliber Russo.

Mauro
Mauro
1 ano atrás

Assim que ele sai do tubo de lançamento se estabiliza imediatamente, de imediato adquire a trajetória de voo estável, outra coisa é que em 1:54 (coloquei o vídeo em velocidade lenta) a gente tem a impressão que o Mansup voa bem rente ao mar. Cada disparo é um aperfeiçoamento do anterior. Nota: Um dos ministros brasileiros que está no Chile com Bolsonaro fez um vídeo publicado nas redes sociais do presidente para explicar a sua missão na viagem. O detalhe é que atrás do ministro tem uma maquete do KC-390 e de um míssil, que certamente é do Mansup. Não… Read more »

Nilson
Nilson
1 ano atrás

Além do disparo do míssil, foi ótimo ver F44 e A140 navegando lado a lado, e ver o centro de combate da fragata. Emoção esperada para próximos protótipos é vê-los atingindo alvos, aí o coração vai bater mais fortemente.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 ano atrás

Uma fragata como a “Independência” poderia levar quantos MANSUP’s?
Show de bola esse vídeo. É o tipo de vídeo que atrai o público e o povo. As FA’s precisam fazer mais vídeos como esse.

india-mike
india-mike
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

independente se são Mansup ou Exocets, as Niterói podem levar 4 mísseis sup-sup

Felipe Souza
Felipe Souza
Reply to  india-mike
1 ano atrás

Cada escolta da Marinha leva 8 mísseis antinavio e 4 antiaéreos.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Depende do número de “canais” da instalação de tiro de bordo…

bjj
bjj
Reply to  Fernando XO
1 ano atrás

Fernando XO

Havendo canais disponíveis, as fragatas Niterói poderiam receber até 8 mísseis ao invés dos 4 habituais? Pergunto por uma questão de espaço e estabilidade.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  bjj
1 ano atrás

Correto… o número de canais determina quantos mísseis podem ser instalados… se são 4 canais, até 4 mísseis… se são 8, vão até 8 mísseis nos lançadores… tudo depende da versão ( tipo ) de instalação de tiro disponível a bordo… abraço…

Comanf
Reply to  Fernando XO
1 ano atrás

No momento exato do disparo (1:22) vemos o operador apertar um de quatro botoes na mesma fileira do painel de disparos… seriam entao quatro canais disponiveis??!

julio
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

8 misseis.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

As fragatas Classe Niterói e a corveta Barroso podem levar somente 4 mísseis sup-sup, eu particularmente acho muito pouco, pois para uma probabilidade maior de sucesso, acredito que deve ser lançado 2 mísseis por ataque, supondo que seja um alvo com capacidade de defesa mediana…

O ideal, seriam 16 mísseis sup-sup, como as fragata Classe Meko 200 argelina, mas o padrão básico hoje em dia são 8 mísseis.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Agradeços as respostas.
E sobre eles poderem levar apenas 4, há de se considerar que esses navios são senhoras de 30 ou 40 anos….eu imaginava que não poderiam mesmo ser muitos mísseis.
Tomara que as Tamandarés cheguem logo.

Felipe Souza
Felipe Souza
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Levam 8 mísseis. O lançador que pode levar 4.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Felipe Souza
1 ano atrás

Não existe paiol de MM40 em nossos escoltas… os mísseis a bordo são aqueles instalados nos lançadores… abraço…

Bosco
Bosco
Reply to  Fernando XO
1 ano atrás

Exato. Não há lógica em se ter lançadores fixos (verticais ou inclinados) recarregáveis. Se são fixos então que se instale quantos mísseis existir já na posição de lançamento em vez de instalar alguns em posição e outros ficarem no paiol. Já lançadores conteiráveis são recarregados porque seria impossível instalar uma grande quantidade de mísseis num lançador que conteirasse. Se imaginarmos que 24 Aspides podem ser levados numa fragata classe Niterói e que tais mísseis precisam obrigatoriamente serem apontados em direção ao alvo, o que obriga um lançador conteirável, fica evidente que não é razoável instalar os 24 num lançador gigante.… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

16 mísseis já dá para começar a conversar.
4 ou 8 é muito pouco.

teropode
1 ano atrás

Impossível ver este vídeo e não imaginar dois AMX portador de MANSUP pincelando um grupo de batalha agressor ,

Bosco
Bosco
Reply to  teropode
1 ano atrás

Terapode,
Se existir uma versão do MANSUP laçando do ar não se chamará MANSUP. Talvez MANAL (míssil antinavio aerolançado) rssss

Mauro
Mauro
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Eu estava pensando nisso também, e confesso que nunca gostei de Mansup. Um nome mais típico, mais abrasileirado, algo como “Tracajá Voador” talvez…”Tracajá Furioso”… “Bagre Killer” … nessa linha ..

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Mauro
1 ano atrás

“Tracajá voador / Bagre killer”
Estava tomando água quando lí isso, e quase engasgo de tanto rir. Kkkkkkk

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Bagre Killer tem meu voto! kkkkkk

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Rafael Coimbra
1 ano atrás

Pirocón

nonato
nonato
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Mas mansup é apenas uma sigla, não um nome, exatamente.
Acredito que após a conclusão podem dar um nome definitivo.
Mandioca está mais para o nome do programa de desenvolvimento.

nonato
nonato
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Talvez seja por desconhecer o contexto, mas não vi graça nesses nomes.
Talvez esteja perdendo o “fio” da piada.
🤭

teropode
Reply to  Mauro
1 ano atrás

MAURO eu aposto no nome Barracuda , nos anos 80 😭😭😭😭😭😭😭, havia um projeto com este nome e além disso este peixe é o mais feroz dos peixes ósseos marinhos .

india-mike
india-mike
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Pirarucu flamejante? Jaburu-sem-asas? Temakinho de peixe-voador?

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Eu particularmente voto em “Bagre Matador” mesmo, pra ficar totalmente BR

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, ainda bem que o final é com L e não U. kkkkkkkk kkkk kkkk abraços

Bardini
Bardini
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Acho que seria MAN AER

teropode
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Deveriam fazer todas versões possíveis, inclusive lançadas por submarinos .

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  teropode
1 ano atrás

Terópodes já está sendo feito o mesmo processo realizado no motor da versão Sup/Sup. Ou seja, a Avibras está realizando a recuperação dos motores da versão ar/ Sup dos Exocet AM-39 (se não me engano), mesmo caminho seguido para se chegar ao MANSUP (que já deveria ter nome em minha modesta opinião. Algo como Marlin, Moreia, Mergulhão sei lá). Após isso, será desenvolvido o motor nacional para a versão Ar/Mar. Após terminado essa versão será feito o mesmo trabalho na versão Sub/ Sup. Ou seja teremos uma “família” de mísseis. Há notícias disto. Inclusive a última que li, era que… Read more »

teropode
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Muito bom isso !

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  teropode
1 ano atrás

Eu também, meu colega, mas tem um pessoal lá no “Aeroclube” que não é chegado a ter capacidade de dissuasão plena, ainda mais desenvolver e adquirir armamentos inteligentes nacionais. O que é lastimável!!!

Tomcat4.0
1 ano atrás

É impressão minha ou no final do vídeo quando mostra a visão por camera de algum helicóptero apontando pra uma bola branca luminosa(que parece um “possível” alvo) na tela toda azul , de repente o Mansup passa vazado a milhão. Como, ao que parece, não é um teste para acertar um alvo(navio velho sei lá) já da pra imaginar que o bicho vai deixar os tais 70 km pra trás facilmente e seu alcance vai ser maior.

kornet
kornet
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Imaginei isso também, acho que 70 km é pra despistar, deve tá com um alcance bem maior.

Mauro
Mauro
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Eu também notei. Não deve ser luminosa, deve ser mesmo algum tipo de sensor que faz parte dos testes, o brilho é de calor captado pela câmera térmica, provavelmente de um Sea Hawk.
Ou serve para medir parâmetros de voo ou então seria para atrair o míssil, uma espécie de alvo simulado. O Mansup passou bem do lado e aparentemente bem rente ao mar.
Os 70 Km de alcance máximo é só “migué.”

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Se passar dos 100km vai ser top demais!

Estou na torcida.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Era um alvo simulado mesmo. Uma coisa é disparar o míssil e verificar se os parâmetros de vôo estavam corretos, se ele se comportou como deveria durante o vôo, etc. Outra coisa é saber se o seeker está funcionando, se ele consegue se orientar na direção do alvo e por aí vai. Acredito que o próximo teste deve envolver uma ogiva real.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Sobre mísseis minha referência é o Colega Forista Bosco.

Com a palavra o Bosco…..

Bosco
Bosco
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Carlos, Que isso meu amigo!!! Exagero seu. Eu já disse o que penso a respeito do MANSUP em outras oportunidades. Como todo mundo eu estou contente, apesar de achar que teriam que ter desenvolvido esse míssil visando o lançamento aéreo (uma de avião e outra de helicóptero) e de submarino. Para lançamento de navios preferiria um míssil de maior alcance, na faixa de 200 km (o que implica num motor aspirado) para aproveitar todo o potencial de um helicóptero orgânico. Mas como disse, torço para que o projeto se complete e entre em produção e a MB adquira uma boa… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, não entendi.
Você sugeriu desenvolver três mísseis ao mesmo tempo?
Pelo que entendi, o mansup é um Exocet abrasileirado. Ou estou confundindo e isso seria apenas a remotorizacao do Exocet, inclusive com a participação dos franceses?
Sei que precisamos ter nossos próprios mísseis.
Esses outros que você falou parecem mais complexos.
Míssil antinavio acho interessante o RBS 15, apesar de ser enorme, aparentemente.
Um tanque voador.
Nada stealth.

Bosco
Bosco
Reply to  nonato
1 ano atrás

Nonato, Não são exatamente 3 mísseis diferentes e sim 3 versões ligeiramente modificadas do mesmo míssil. Para tanto basta alguns ajustes de software e eventuais mudanças na configuração do motor foguete. Por exemplo, a versão lançada por aviões pode ser mais leve e mais curta já que não precisa da fase de impulso do motor foguete (booster). Ou então pode deixar como está e aí ele teria um alcance bem maior que quando lançado do solo. A versão lançada por helicóptero é praticamente a mesma da versão de superfície. Basta alterações de software. *Versões lançadas do ar podem ter suas… Read more »

Humberto
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Caro mestre Bosco, Creio que o MANSUP veio do programa de repotencialização do estoque de Exocet da MB (que estavam no final da vida útil). Não estou de forma alguma desmerecendo o projeto, longe disto, mas o MANSUP, não é um projeto que nasceu do zero, estou errado? Gosto de acreditar que se houver uma nova versão, será o de lançamento via helicoptero, e por fim, concordo com o Sr sobre uma versão com motores, mas neste momento, existe algo em andamento? O Avibras AV-TM até poderia servir como base de algo do gênero, mas mesmo assim, está muito longe… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Humberto,
Não sei se existe algum programa visando um míssil antinavio com motor aspirado.
Quanto ao AV-TM, sim, acho que tem potencial pra ter uma versão antinavio de longo alcance. Só para comparação ele tem o dobro do peso de um Exocet Block III.
Um abraço.

Humberto
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Particularmente acredito que tem que aproveitar a sinergia de outros sistemas que estão ou foram desenvolvidos, agora, se isto é possível é uma outra história, não sei se o ambiente marinho não é excessivamente hostil a turbina desenvolvida pela Avibras.
No mais, andei lendo o meu post, e pode ter ficado a impressão que estava questionado alguma fonte sua, se ficou esta impressão, me desculpe, só foi para tentar conseguir uma luz.
Um grande abraço

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
1 ano atrás

Informações confidenciais a parte, a MB poderia divulgar algumas informações sobre o lançamento. Qual era o objetivo? Acertar algum alvo? Se sim, acertou? Ou era apenas verificar se o míssil conseguia voar estável sobre o mar e atingir determinada distância? Se sim, o objetivo foi alcançado? Foi testado algum tipo de correção na trajetória? Se sim, funcionou? Há previsão para conclusão do desenvolvimento do míssil? Se sim, qual é? Antes que alguém fale que tudo isso é confidencial, se for, parece-me uma estratégia equivocada, pois confirmar que o país tem condições de fabricar um míssil e que os testes estão… Read more »

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

Rafael, há uma hora tentei lhe responder, mas meu comentário está bloqueado, então modificando um pouco vou tentar novamente: No seu canal, um jornalista comentou: Perguntas Frequentes: Qual era o alvo? R: um refletor radar posicionado a mais de 100 km do ponto de lançamento; 2- Quando haverá um lançamento com cabeça de guerra? R: Quando todos os parâmetros de testes antes dessa fase forem cumpridos. Pode ser até no próximo disparo; 3- O MANSUP tem mais de 100 km de alcance? SIM, ele supera amplamente os 70 km dos Exocet mais antigos,o próprio míssil da MBDA nas versões atuais,… Read more »

Reginaldo
Reginaldo
1 ano atrás

Na edição do vídeo há duas imagens que fornecem alguns dados para gente, uma delas é uma de um helicóptero filmando um momento pouco antes do lançamento, nela aparece a localização em coordenadas e o horário 23:56:23, obviamente este relógio está distorcido em 12:00 pois é dia, então temos uma pista, (11:56:23) no final aparece outra imagem do míssil passando pelo que parece ser o alvo, nele aparece a o horário 12:11:29. Infelizmente não temos o horário exato do míssil sendo lançado mas é de se imaginar que isso ocorreu por volta do 12:00:00. Chutando isto, podemos considerar que o… Read more »

Tomcat4.0
Reply to  Reginaldo
1 ano atrás

Rapaz, caramba, que observação, bem interessante .

Bosco
Bosco
Reply to  Reginaldo
1 ano atrás

Reginaldo, Um míssil cruise com motor foguete tem velocidade acima de 1000 km/h (geralmente). Sabemos disso pela referência de mísseis como o Exocet, o Kormoran, Penguin, etc. Quanto a ter um alcance de 150 km, acho difícil um míssil cruise subsônico na faixa de peso de 700 kg e ogiva de 160 kg, motorizado por um foguete sólido, ter um alcance tão grande. Ser um míssil de cruzeiro implica em ir com o motor ligado do lançamento ao impacto e para ter 150 km o míssil teria que ficar com o motor funcionando por mais de 8 minutos. É muita… Read more »

Reginaldo
Reginaldo
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Pois é, também não acredito neste range não, mas acontece que tem gente afirmando ser este o alcance dele… Eu queria descartar isso mas com o que consegui não foi possível, os dados do vídeo permite essa teoria.

O alcance provável dele deve ser algo próximo de 70-75km, com o uso do mesmo motor desenvolvido pela Avibras que tem tempo de queima de apenas 4,5 min.

Bosco
Bosco
Reply to  Reginaldo
1 ano atrás

Reginaldo,
E para um míssil antinavio subsônico com um diâmetro de 350 mm (implica num pequeno radar) , pra ele ter alcance de 150 km ou mais, implica em ter também um data link. Já é outro “complicador”.

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Reginaldo
1 ano atrás

Da próxima vez vamos despistar melhor…que sirva de lição para não dar tanta brecha assim né?!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
1 ano atrás

Dizer o quê???? Profundamente emocionado, arrepiado e com orgulho me queimando o corpo e alma. Salve a gloriosa Marinha do Brasil. Aqui é B R A S I L ……….

jagderband#44
jagderband#44
1 ano atrás

Parabéns aos envolvidos.

William Munny
William Munny
1 ano atrás

Será que presta? Será que atingiu o alvo?

Felipe Souza
Felipe Souza
Reply to  William Munny
1 ano atrás

Não é um lançamento para atingir alvo mas sim acompanha a sua trajetória de voo

Mauro
Mauro
Reply to  William Munny
1 ano atrás

Bom, vai chegar o dia que a MB vai lançar o Mansup contra um alvo realmente, um navio desativado, cabeça de guerra do Mansup com ogiva real, trotil, C4 e um pouco de nitrato de alumínio.
Sugiro então que você esteja neste alvo, depois você nos diz se o Mansup presta ou atingiu o alvo… que tal?

LucianoSR71
LucianoSR71
1 ano atrás

Amigos editores, não sei porque meus comentários estão ficando retidos.
Abs.

Dodo
Dodo
1 ano atrás

Muito bonito tbm o centro de combate da fragata, moderno bastante atualizado e certamente bem guarnecido, um tapa na cara dos vira latas que dizem que as classe Niterói são “banheiras”. Sem dúvida apesar da idade esses bixoes de aço são uma força a se levar em conta em nosso hemisfério ! Parabéns a MB, e que continue sempre na busca pela vanguarda tecnológica

Alessandro
Alessandro
1 ano atrás

pergunta de leigo

Pq para cada disparo nos testes mostrado nos vídeos do mansup, a MB tem que instalar o tubo de lançamento nos navios? Pois eu pensava que era só colocar o míssil dentro desses tubos que ficariam permanentemente no navio, tem alguma coisa haver com compatibilidade?

Bosco
Bosco
Reply to  Alessandro
1 ano atrás

Alessandro,
O tubo lançador é descartável. Cada míssil é acondicionado em seu próprio tubo.

Alessandro
Alessandro
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, então em situação hipotética de batalha, toda vez que um navio da MB tiver que disparar um míssil anti navio, tbm precisa instalar um novo tubo lançador, é isso? E essa troca é feita em alto mar ou precisa estar docado?

Eu jurava que esses tubos lançadores era equipamentos permanentes, e os misseis eram colocados automaticamente através de algum sistema por dentro do navio que interligava os tubos, não sabia que era assim.

Bosco
Bosco
Reply to  Alessandro
1 ano atrás

Alessandro,
A troca não é em alto mar não. Tem que ser feita com o navio atracado.
Os lançadores fixos , sejam verticais ou inclinados, geralmente não são recarregáveis em alto mar. Só os conteiráveis é que costumam ser recarregáveis, seja por meios manuais ou automáticos.
Se todos os mísseis MANSUP (ou Exocet) forem lançados não há reservas a bordo e não há como instalar os “contêineres” carregados com mísseis nos suportes.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Exato, por isso defendo ao menos 8 mísseis sup-sup no mínimo para pronto emprego (2×4 lançadores), sendo o ideal para mim em uma embarcação de grande porte 4000 ton+ capacidade para 16* mísseis sup-sup (4×4 lançadores).

*O fato de ter capacidade para essa quantidade não implica que deva navegar sempre “full”.

Bosco
Bosco
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Alex, Sem dúvida há vantagens em se levar mais mísseis tendo em vista possibilitar o ataque de saturação contra navios bem defendidos. E para mísseis com GPS, alguns podem ser utilizados contra alvos em terra quando necessário, o que aumenta a flexibilidade do navio. Um bom exemplo são as classes Absalon (da Dinamarca) e Sejong the Great (Coréia do Sul), ambos com 16 mísseis. Mas cá pra nós, acho que 8 para a MB tá de bom tamanho. E podiam levar apenas 3 ou 4 em tempo de paz, mas com suportes e instalações para 8 se necessário. A USN… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

concordo com vc Alex, depois das explicações do Bosco, realmente é o mínimo ter esses 2×4 lançadores para ter uma defesa mais digna (vamos dizer assim), pq essa capacidade de hoje dos navios da MB é muito baixa.

Bardini
Bardini
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Se a MB tivesse escolhido uma Meko A200, poderia ter espaço para um mix, entre MAN SUP e uma versão do Matador, para ataque terrestre. Cabem 16 mísseis no Navio…
.
Poderia também contar com um canhão de 127mm, para apoio de fogo.

Alessandro
Alessandro
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Puxa vida Bosco não sabia que era assim, na minha opinião de leigo então é terrível isso, fico imaginando uma batalha no mar e o nosso navio brasileiro após disparar a quantidade máxima permitida contra outros navios, sendo obrigado a voltar “correndo” de volta para o porto pra recarregar.

obrigado pelas explicações.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Alessandro
1 ano atrás

Exato, esse que é o “medo”, estar em uma missão bem longe, ter que usar a munição total e depois ficar zerado >.<!

Bosco
Bosco
Reply to  Alessandro
1 ano atrás

Quando acabam os mísseis antinavios o navio ainda pode colaborar na defesa antiaérea e na guerra antissubmarino. E se contar com um helicóptero dotado de mísseis antinavios ainda pode atuar na ASuW.
Além do canhão que pode ser utilizado na função antinavio e no apoio de fogo.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bem eu não tenho a certeza, mas acredito sim que as niteroi conseguem ser equipadas com dois lançadores de 4 tubos, totalizando 8 misseis. No entanto, a semelhança da marinha do meu país, Portugal, a norma é em tempo de paz eles sairem com apenas 4 ou menos, isto acontece não só pela falta de utilidade dos mesmos (pouca em tempo de paz) como pela manutenção a ser realizada (tubos e misseis) e assim vai se rotacionando. Pelo menos aqui é assim, não sei como é aí mas sempre acreditei que as niteroi carregavam oito mas que se escolhia navegar… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Peter nine nine
1 ano atrás

Olá Peter, espero que seja possível sim as Niterói serem armadas com 2×4 lançadores, e o que você disse sobre manter a capacidade reduzida em tempos de paz, realmente faz todo sentido.

Dalton
Dalton
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Os lançadores originais de MM 38 ocupavam muito espaço, portanto apenas 4 podiam ser acomodados. Os lançadores para MM 40 são muito mais compactos, portanto 8 podem ser acondicionados. . O problema é que mísseis são muito caros e nunca há o suficiente deles…mesmo a US Navy não consegue preencher todos os silos verticais com mísseis e quanto ao “Harpoon” só se consegue embarcar todos os 8 nos “Ticonderogas” e nos primeiros 28 “Arleigh Burkes F I/II” , ao menos na maioria das vezes, porque os “Arleigh Burke F IIA” que compreendem a maioria não embarcam o “Harpoon” senão o… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Sim, é que me referi como sendo a principal arma antinavio, por isso defendo também um bom Oto Melara 76mm SR com munição guiada, além claro dos Helis, de preferência nossos Seahawks com um futuro upgrade do Penguin para o NSM.

Dodo
Dodo
Reply to  Alessandro
1 ano atrás

É pra isso que o navio é armado com outras armas, vide os canhões de proa, uma vez gastos os mísseis. Vice acha que quando um caça usa todos seus missies ele tem necessariamente que voltar correndo pra base? Não, ele continua no combate contra as outras aeronaves utilizando seus canhões

Demara
Demara
1 ano atrás

Alto padrão
Com navios passando dos 40 anos a marinha consegui realizar essas façanhas BZ

Evandro De Mendonça
Evandro De Mendonça
1 ano atrás

Gostaria que mostrassem o míssil atingindo o alvo.
Sempre mostram apenas a parte do lançamento, queria saber o que acontece com o alvo, se atinge ou não.

Leonardo
Leonardo
1 ano atrás

Amigos, por que a tripulação está de toca e máscara na sala de controle?

india-mike
india-mike
Reply to  Leonardo
1 ano atrás

Equipamento de segurança pra tripulação quando em postos de combate

Dalton
Dalton
Reply to  Leonardo
1 ano atrás

Complementando o india-mike, trata-se de trajes resistentes ao fogo que protegem a cabeça, pescoço, rosto e mãos das chamas, ao menos por um curto período,durante combate, exercícios simulando uma situação real de combate ou mesmo um incêndio que venha à ocorrer durante um exercício.

Leonardo
Leonardo
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Obrigado pelas informações.

Diogo de Araujo
1 ano atrás

nossa que show confesso que até q meus olhos lacrimejaram um pouco rs… a todos ixpexialistas da trilogia que estiverem achando ruim o alcance etc… liguem lá e oferecam soluções, eles precisam do brilhantismo de vcs

Jean Jardino
1 ano atrás

Segundo missel, cuidado se nao o dinheiro da Marinha acaba e nao tem mais dinheiro para o terceiro, risssssss

Dodo
Dodo
Reply to  Jean Jardino
1 ano atrás

Aham Claudia, senta lá

Carlos Campos
Carlos Campos
1 ano atrás

Bom o Brasil já domina a tecnologia de turbinas pequenas, então espero que a MB priorize colocar uma turbina nesse bicho, junto do radar OTH nacional o Brasil vai ficar ainda mais difícil de invadir

Jonas Silberstein
Jonas Silberstein
1 ano atrás

Gostaria de parabenizar a Marinha do Brasil que de forma muito coerente com o conceito que ela possui na sociedade, está conseguindo construir um míssil que já foi criado em 1973 pelos franceses. É realmente uma façanha inominável e indescritível, digna da marinha Brasileira. É de tirar o folego e levar lágrimas aos olhos ver o lançamento a partir de uma fragata que também foi incorporada à marinha na mesma década de 70. O simples fato da independência ter conseguido se arrastar até o local, sem pegar fogo, sem afundar de forma autônoma e ainda por cima disparar o míssil… Read more »

Mauro
Mauro
Reply to  Jonas Silberstein
1 ano atrás

Procure ajuda espiritual. Sua situação é preocupante.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Jonas Silberstein
1 ano atrás

Mesmo sem saber as especificações de fato do míssil você já afirma que ele é algo da década de 1970? Temos cá entre nós alguém com informações privilegiadas ou um vidente, em ambos os casos é fantástico!

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

Fernando, você não leu nada sobre o tema ainda? A MB já cansou de postular que o Mansup é um versão nacional do Exocet. O Jonas tem razão em suas colocações.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
1 ano atrás

Agora me diga, de qual exocet? Vocês estão supondo que é do MM38 pra chamá-lo de “míssil dos anos 70”?

Hermes
Hermes
Reply to  Jonas Silberstein
1 ano atrás

Au Au…

kevinbuenuu
Reply to  Jonas Silberstein
1 ano atrás

Concoro com os primeiros parágrafos de seu comentário, tambem estou feliz e orgulhoso com o sucesso do projeto, não entendi o porque de tantos votos negativos. Mas conforme fui lendo o resto, comecei a entender mais nada, o que começou bem, terminou “brizado”.Conclusão: fumou pedrinha.

Zampol
Zampol
Reply to  Jonas Silberstein
1 ano atrás

Entendo o estado de espírito do colega mas tem muita tecnologia dos anos 70 que nos fazem falta ainda hoje.
Aeroespacial e nuclear, por exemplo.
Um passo de cada vez!

Vinyblack
Vinyblack
1 ano atrás
Beserra(FN)
Reply to  Vinyblack
1 ano atrás

Sim, o projeto está com o SIATT

Esteves
Esteves
1 ano atrás

Com ajuda espiritual ou sem, penso que o Jonas tem razão. Desconto o ufanismo e o contentismo das postagens todas elas elogiando o lançamento. A conta foi feita. Velocidade em torno de 800 km/h e alcance de 150 km. Passou direto pelo alvo, se o alvo é a imagem cruzada que aparece. Sendo o alvo, testou-se o lançamento. Nada de efeito, de carga, de explosão ou de choque. A eficiência testada foi lançar. Great success diria Borat. Não imagino as próximas fases. Motor, carga, acerto, falhas, detonação? A década de 2010 está finando. A próxima geração de corvetas deverá estar… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Sabe o que é interessante?! É que, quando há êxito nos projetos nacionais de desenvolvimento autóctone de armamentos inteligentes e sistemas embarcados, os ditos “arautos do conhecimento da realidade brasileira” somem de comentar. Para estes, o importante é importar de quem tem expertise e escala.

Gente medíocre!!!

André Luiz
1 ano atrás

Gostei do casulo do míssil que é bem compacto e pode caber até em embarcações menores, caminhões e helicóptero. Para quem não entende o processo de validação do míssil há centenas de processos e testes. No de lançamento verifica-se se todo o sistema de detecção ao disparo funcionam, se o motor aciona direito, se o missil adquire o alvo e seu sistema de navegação final atende o requisito de atingir o alvo. Teste real, contra alvo flutuante é depois. Parabéns ao Brasil, mesmo com décadas de esforço consegue chegar num míssil viável, que poderá ter versões aéreas e de terra… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
1 ano atrás

Já que claramente usamos a experiência com o exocet pra aprender a fazer o nosso, o nome final bem que poderia ser Katia Flávia!

Esteves
Esteves
1 ano atrás

“O desenvolvimento do Exocet teve inicio em 1967 pela Nord com o míssil anti-navio chamado MM38 (Mer-Mer 38 – para 38 km) com radar ativo da Electronique Marcel Dassault (ESD). Depois foi chamado de Exocet (peixe voador em francês). Em 16 de junho de 1969 a França decidiu ir a frente com o projeto Exocet. O Exocet concorreu com o Mercure 4S da Thompson-CSF e Mer-Mer 4 da Matra. A marinha francesa já tinha estuda o projeto de um míssil anti-navio em 1956 chamado Malaface. O Exocet foi projetado para atacar navios pequenos e médios como fragatas, corvetas e contratorpedeiros,… Read more »

Sequim
Sequim
1 ano atrás

Fico pensando: uma Niterói armada com 8 MANSUPs ou Exocet.Considerando uma taxa de acerto de 50% , haverá a possibilidade de uma esquadra agressora ser atingida 4 vezes. Depois disso, quem teria coragem de ficar ao alcance?

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Sequim
1 ano atrás

Sequim, uma “taxa de acerto” depende de vários fatores, entre eles a capacidade de defesa do alvo… existe um método de aplicação de informações que resulta na quantidade sugerida de MSS a serem lançados para ser alcançado o número de acertos necessários ao cumprimento da missão… abraço…

Sequim
Sequim
Reply to  Fernando XO
1 ano atrás

Fernado XO , grato pela resposta. Eu dei o exemplo da “taxa de acerto” apenas para tentar demonstrar que uma Niterói armada com 8 mísseis antinavios é uma arma de letalidade considerável. O que muitos que reclamam não entendem é que o desenvolvimento e finalização do MANSUP é um avanço a ser aplaudido. Evidente que há ainda trabalho a ser feito, mas isso não invalida ou desvalida o que até aqui já foi obtido.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Sequim
1 ano atrás

Sequim, certamente é um evento a ser celebrado… abraço…

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
1 ano atrás

Desculpem a ignorância, mas pq os operadores no Centro de comando do navio usam balaclava e luvas?

Dalton
Dalton
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

Foi respondido mais acima…trata-se de vestes contra incêndio
para proteção da cabeça, rosto, pescoço e mãos simulando uma situação de combate no caso do navio ser atingido ou um eventual incêndio que possa ocorrer durante um exercício.

Lucas Carvalho
Lucas Carvalho
1 ano atrás

Finalmente,
estou ansioso para q o Brasil domine completamente essa tecnologia dos misseis antinavio, será um grande avanço tecnológico e bélico.