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BAE Systems oferece projeto do porta-aviões classe ‘Queen Elizabeth’ à Índia

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Uma versão do Queen Elizabeth equipado com catapultas e aparelho de parada, na configuração CATOBAR

A BAE Systems fez a oferta de um porta-aviões personalizado da classe “Queen Elizabeth” (QEC) à Marinha Indiana durante a Exposição Internacional Marítima e Aeroespacial de Langkawi, LIMA 2019.

“A empresa manteve conversações com a Marinha Indiana sobre o potencial de um derivado militar de 65.000 toneladas do projeto classe Queen Elizabeth da Marinha Real Britânica”, disse a BAE Systems no LIMA 19, de acordo com reportagem da revista Australian Defense.

Ela acrescentou que “o design é adaptável para oferecer ski jump ou lançamento de catapulta e pode ser modificado para atender aos requisitos da indústria indiana e da Marinha Indiana”.

A BAE Systems está oferecendo o projeto do “Queen Elizabeth” para o segundo projeto do porta-aviões autóctone da Marinha Indiana (IAC-2). O IAC-1 é um porta-aviões de 44.000 toneladas que deverá ser chamado de INS Vikrant. Está previsto começar os testes no mar no início de 2020.

A Índia planeja construir um novo porta-aviões de 65.000 toneladas, o INS Vishal, um navio de propulsão convencional que atualmente está em fase de planejamento. Será construído no estaleiro de Cochin.

“É uma correspondência aproximada da exigência da Marinha Indiana para um porta-aviões de 65.000 toneladas com Propulsão Elétrica Total Integrada (IFEP), que poderia ser construída no âmbito do programa” “Make in India” do país, disse ele.

Atualmente, a Índia tem em funcionamento um antigo porta-aviões da classe da classe soviética de Kiev (ex-Almirante Gorshkov), atualmente conhecido como INS Vikramaditya, que acomoda helicópteros e caças MiG-29K embarcados.

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Fernando Turatti
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Fernando Turatti

O queen elizabeth sem modificações já poderia operar os mig-29 indianos?

Leandro
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Leandro

Fernando os atuais Casse Queen Elizabeth se não me engano eles não tem os cabos de parada, foram projetados pro F35-B.

Leandro
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Leandro

Classe Queen Elizabeth

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

De fato, eu esqueci totalmente isso. A com os cabos de parada, será que as dimensões dos elevadores comportam? E a rampa?

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
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FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Adaptando o projeto, sim!

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

“Projeto personalizável do Queen Elizabeth”
Ignorando a questão do quanto $$$ custaria, seria muito complicado, do ponto de vista da engenharia, transformar um NaE dessa classe em nuclear?

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

A vantagem dele é justamente não ser nuclear. Dá menos gastos na manutenção, na hora de descomissionar e acima de tudo: pode ter seu projeto ou o próprio navio vendido um dia.

Foxtrot
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Foxtrot

Mas a vantagem do nuclear é não está limitado a questões de abastecimento, logística de navios abastecedores, e demais limitações associadas.

india-mike
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india-mike

O NAe em si pode não precisar do navio tanque ao seu lado, mas isso não significa que ele não dependa de um. Seu grupamento aéreo precisa, assim como seus escoltas. Ah, e sua tripulação tb vai precisar de um navio de apoio logístico para suprimentos após algum tempo…

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Com certeza existem vantagens, mas tem que botar na ponta do lápis direito. Não são todas as marinhas que precisam do que a USNavy precisa, nem muito menos que dispõe da verba que ela dispõe

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Se bem que, pra Índia, como seus maiores inimigos ( China e Paquistão ) são seus vizinhos, acho que um NaE nuclear não seria necessário pra marinha indiana.

Sergio Henrique Lima Nobre
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A grande vantagem da propulsão nuclear é poder passar longos períodos em patrulha por longe do porto de origem, muito útil para nações com idéias imperialistas que utilizam o porta aviões como forma de projetar poder longe de seu território, não parece o casa da Índia que pretende pela sua tradição utilizar esta arma como proteção avançada de seu território contra ataques de frotas inimigas e/ou projeção local de poder no Índico principalmente visando ataque ou defesa contra o Paquistão e desencorajando ações da frota Chinesa naquele Oceano.

Roberto Bozzo
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Roberto Bozzo

A concepção do QE com catapultas é linda….mas a pergunta que fica é que só os geradores MT-30 seriam suficientes para alimentar as catapultas ou precisaria de outra forma de fornecer energia elétrica para elas ?

Mercenário
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Mercenário

Roberto,

Concordo quanto à beleza do design e também quanto à questão do fornecimento de energia.

Aerokicker
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Aerokicker

São 46,4MW totais snme produzidos pelos quatro geradores Wärtsilä somados. As turbinas Rolls-Royce MT-30 não gerarão energia. Enfim, ainda que esteja bem longe dos astronômicos 700MW totais estimadas de cada reator de um Ford da vida, associados a um grupo de super-capacitores e contando que não recebam armas com grande consumo como railguns e lasers é bem possível que sim, seria possível instalar catapultas eletromagnéticas nesse navio utilizando-se da energia gerada pelos geradores diesel.

Carlos Campos
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Carlos Campos

Pelo que lembro são 6 bi de trumps, um navio bem caro, eu não apoio a a MB ter um porta aviões tão cedo, é caro demais, sou a favor de termos os subs, os subs nuclear, as corvetas classe tamandaré, e fragatas, junto de drones e navio de patrulha. assim fazendo do atlântico sul um domínio da MB, onde nenhum país teria tantos meios iguais a gente, essa tem que ser a visão, qualquer país teria medo de entrar em guerra contra o Brasil, mesmo EUA, França, UK , Russia e China

MCX
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MCX

Amigo, quanto a sua preocupação com a MB ter um porta-avioes eu gostaria de destacar que o projeto do QE foi oferecido apenas a Índia e nao ao Brasil, quanto aos meios de superfície concordo prenamente, porem a questão do medo nao se deve ser destacada, pois as forças armadas são meios de garantir a soberania e a ordem e nao de entrar em guerras ou serem temidas por outra naçoes, já que todas as nações são respeitadas por todas as outras a um nível militar, pois por menor que sejam podem acabar por gerar a perca de vidas da… Read more »

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Hey cowboy, pega leve aí no valor. Os valores giram entre seus 4 e 5b de trumps pra cada navio. Custou na verdade 6,xb de euros o projeto dos dois. É caro, mas para o tamanho do brinquedo, não exatamente um absurdo, ainda mais quando se olha para o valor dos americanos. O Charles de Gaulle mesmo teve seu projeto com o custo de mais de 3 bilhões de euros, isso décadas atrás e com uma tonelagem consideravelmente menor. Navio de patrulha não dá medo em outros países, eles dão medo em pesqueiros folgados de outros países. Não temos condição… Read more »

Carlos Campos
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Carlos Campos

por isso mesmo que falei de visão, o objetivo, quero ver uma marinha de respeito se possível na Década de 30 desse século, pq sonhar é de graça, quanto as patrulheiros eles não metem medo é a vdd, mas sempre mostram que a área tem dono, e combate os folgados que pescam onde não deviam, se o SP nunca tivesse sido comprado a MB estaria melhor hj.

Carlos Campos
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Carlos Campos

a Marinha americana e a Sua 4° frota não é lá grande coisa se comparada as que ficam no pacífico e no atlântico norte, então eles teriam que mover uma quantidade enorme de navios para se igualar num cenário de Brasil com marinha forte, e mesmo assim o risco não compensaria, vai que é afundado algum PA, eu particularmente defendo o jeito pacífico de se viver, mas ão o pacifismo.

Bruno V. Campestrini
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Bruno V. Campestrini

Carlos, não é apenas a quarta frota que está baseada na costa leste dos EUA. A maior base naval do mundo, Norfolk, está na Costa Leste por sinal.

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Exatamente. Não tem sentido achar que apenas uma frota americana seria usada em um conflito. Novamente: impossível em médio prazo ter condições de dissuadir os EUA na nossa costa. Aliás, eu diria que pouquíssimos países no mundo conseguem dissuadir os EUA em guerra convencional SE DEFENDENDO, tipo Russia, China, India, Reino Unido e França. Duvido que outras forças tenham qualquer capacidade de se defender dos EUA de maneira minimamente razoável.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Ninguém consegue fazer isso, uma frota sem superioridade aérea não passa de um grande alvo. Somente os EUA são capazes de desdobrar efetivamente o seu poder em qualquer ponto do planeta. No mar eles são lideres na linha d´água, sobre e sob a mesma.

Dalton
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Dalton

Complementando, Bruno, a IV Frota não tem nenhum navio destinado a ela…existe um QG em Mayport na Florida, mas, os navios baseados lá são frequentemente enviados em missões independentes ou apoiando unidades baseadas em Norfolk enviadas às áreas de operação da v e VI Frota. . Por exemplo: meses atrás o “LSD” baseado em Mayport partiu com o grupo anfíbio do USS Kearsarge baseado em Norfolk e o destroyer USS Sullivans também baseado em Mayport retornou em dezembro de uma missão de 7 meses cujo destino foi a V Frota. . Quanto a uma “dissuasão” tendo como meta os EUA… Read more »

Carlos Campos
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Carlos Campos

como eu disse ia ser necessário que outras frotas viessem para cá, e estou falando de uma MB hipotética, os EUA ia ter que tirar vários navios de suas posições, os que vigiam a Rússia e a China, e não tenho como alvo os EUA, nem vejo eles como inimgos, podia ser contra a França, ou Rússia.

Dalton
Visitante
Dalton

Você mencionou especificamente a IV Frota que como comentei acima não tem nenhuma unidade especificamente destinada a ela, então com certeza seria necessário contar com navios baseados em Norfolk onde encontra-se o QG da II Frota…mas…isso…no caso de uma hipotética invasão, que seria precedida pela USAF que eliminaria muito da defesa, seguida por submarinos e navios com mísseis para ataque terrestre, para só depois se aproximarem navios com tropas e mesmo Navios Aeródromos.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Nunca esqueça a velocidade dos desdobramentos e seus respectivos monitoramentos. Entre o dia 2 de abril e o dia 14 de junho de 1982 uma das 4 maiores potencias militares do Mundo foi surpreendida quando parte de seu território foi tomado por um Pais Terceiro Mundista, nesse pequeno espaço de um pouco mais de 2 meses arregimentou forças (terrestres, aéreas e navais) e reconquistou o que era seu.

Hoje tudo esta muito mais controlado. Estamos seguros. Aqui é longe de tudo. É uma baita mão de obra chegar por aqui com forças colossais para

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

É uma baita mão de obra chegar por aqui com forças colossais para efetivamente nos prejudicar. Temos o General Floresta a nos proteger no norte e o General Distancia a nos proteger no Sul

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

Peço recapitular as matérias publicadas a pouco tempo atrás sobre as Falklands.

Tentar levar vantagem contra as 4 maiores marinhas do mundo é praticamente impossível. Ainda mais quando as maiores marinhas do Mundo estão divididas em dois blocos. China e Russia de um lado e o Resto do Mundo (e isso é muita coisa) do outro.

Nada de importante no Mundo acontecerá sem a intervenção dos dois blocos. Temos que ter uma ótima marinha e força aérea para podemos compor forças em um dos dois blocos citados.

Roberto Dias
Visitante

Concordo plenamente com você Carlos, a MB é a única força que insiste em projeção de poder, acho que deveríamos começar com a defesa de nossas riquezas, e neste caso os patrulhas são perfeitos, deveríamos ter uns 100 deles. Já os submarinos seriam a dissuasão em caso de conflito, deixando o último recurso de ataque direto com as corvetas e fragatas. Não vejo os NAEs como prioridade no caso de defesa.

Bardini
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Bardini

Pra defender, você tem de atacar…

carvalho2008
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Noble Member
carvalho2008

O povo não aprende….pede para eles fazerem um exercício fictício

Fazer de conta que as Malvinas tal como onde estão, seria a frota Argentina e os ingleses ali a noroeste delas tal como a posição que ficavam

Qual foi a cobertura continental sofre esta ilha/frota a exíguos 450 km???? Nenhum, jamais haverá tempo e combustível para proteger sua frota a ridículos 450 km….

Resultado? Sua frota fica confinada ao porto

Davi
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Davi

Gosto mais dos porta aviões do tipo catobar.
Me parece que esse tipo PA é mais capaz no tocante ao mix de aeronaves que pode levar.

Mauro
Visitante
Mauro

Passem o zap do AMRJ para o pessoal da BAE urgente.

ecosta
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ecosta

Ia ser legal um desses por aqui ou Charles de Gaule.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Olha ai uma grande oportunidade para a MB.
O projeto do Q.E com modificações nacionais atenderia muito bem nossa marinha.
Quem sabe com os conhecimentos adquiridos do Alvaro Alberto em se falando de reatores navais, poderíamos desenvolver um com propulsão nuclear.
Porém levando se em consideração os planos da MB para 2030, já será interessante a pesquisa em reatores de fusão nuclear.
Pois o MIT já anunciou que em 2030 apresentarão o primeiro reator de fusão a frio do mundo, colocando os outros reatores de fissão no passado.

carvalho2008
Visitante

poxa amigo Foxtrot….este bichano ai sai caro….ficou um projeto meio enviezado….prefiro um modelo pouco menor, mais simples mas que possibilite mais de uma unidade….nem os britanicos estao aguentando sustentar estes ai….

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Concordo com o senhor caro Carvalho 2008

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Reator de fusão nuclear num país que mal domina a fissao nuclear? Assim, sem querer ser pessimista mas literalmente eu apostaria a minha casa que na década de 2030 ninguém terá ainda algo desse tipo. Não estamos nem perto! Toda fusão atual gasta mais energia pra ser feita do que gera.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Vindo do afamado MIT/DARPA e da nação que pertencem, não duvido muito viu caro Fernando.
Uma nação tecnocrata e que valoriza o conhecimento interno e investe pesado no mesmo.
Possui ciência que o conhecimento é o maior valor que possuem.
Diferente de uma republiqueta de bananas, ao sul do continente.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

eu discordo, o Brasil tem que investir na capacidade de colocar medo de ser enfrentado, seja por qualquer país, um Nae sugaria recursos que poderiam ser usados em outros navio mais relevantes.

carvalho2008
Visitante

Este navio tem boa historia para contar sua evolução. Certa vez vi uma analise critica e ja rolaram muitas reportagens sobre seu advento e ultimo era sobre a critica chorosa e inconformada com a venda do Ocean ao Brasil Inicialmente, eles queriam algo simples de construção como o Ocean, uma sombra porem maior que os antigos HMS Invencible. O programa do F-35 ia a todo vapor e tudo indicava que fariam assim a mesma formula do antigo Harrier a medida que o projeto evoluia para atendimento de seus requisitos, o tamanho aumentava principalmente, porque alem de uma ala aerea maior… Read more »

Vovozao
Visitante
Vovozao

16/04/19 – terça-feira, bnoite, não estou falando em sentido de críticas; entretanto, acho uma loucura que estejamos pensando em porta-avioes, quando já estamos gastando uma verdadeira fortuna para termos num futuro não específico um submarino nuclear com o que estamos gastando com o sub nuclear, conseguiríamos ter um MB em estado de arte, podendo até depois desta atualização, pensar em sub nuclear, porta-avioes, e não neste momento que estamos com quase todos os nossos meios navais defasados/inoperantes, temos que deixar estes sonhos de megalomania. Pé no chão, países europeus, muitos ameaçados, não pensam em sub nuclear, porta-avioes, e, sim fragatas,… Read more »

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Assim, sendo bem pé no chão, qual país europeu ameaçado não pensa em porta aviões? Países europeus que os possuem são: França, Reino Unido, Itália e Espanha. Dos países com capacidade financeira relevante apenas a Alemanha, que não dá a mínima pra sua defesa, não possui um Porta Aviões ao menos.

Vovozao
Visitante
Vovozao

Fernando, a Holanda, a Noruega, a Finlândia, com situações muito mais estáveis que o Brasil, não tem e não pensam em ter, os subs que possuem são diesel, e, tem uma boa defesa com a Rússia na sua porta, são sonhos dos nossos almtes que fazem gastarmos milhares/ milhões de dólares para termos um sub nuclear, sem termos dinheiro para manutenção e modernizações, ou você acha que é só lançar no mar e acabou, veja quanto USA/RU/FRANÇA gastam em manutenção, ou você não vê????

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Vovozão, entendo o que diz, mas literalmente a Holanda gasta menos de 10b de dólares enquanto nós 25b. A finlândia ~3/4b e a Noruega 7b. Se somar literalmente o orçamento das 3 não dá o brasileiro para defesa. A Espanha sendo o europeu mais pobre a bancar porta-aviões tem um orçamento de ~11/12b. São sacrifícios que cada um tem que pensar o quanto valem. Eu creio que antes de termos um porta-aviões precisamos DOMINAR MESMO o arroz com feijão. Enquanto não tivermos helicópteros para ao mesmo tempo equiparem organicamente todas as nossas fragatas e o Atlântico, não tem nem que… Read more »

Vovozao
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Vovozao

Fernando, vejo você falando em 25b, nos não gastamos nem 5b com a MB, gastamos 20 na maior marinha em terra do mundo, com pagamentos de inativos/pensionistas, devemos ter no Brasil mais almtes/vice que a marinha americana que está presente em todos os mares. Nossa situação é imoral, não temos para gastar na armada ( meios ultrapassados/sem condições de navegação), porém, bancámos altos salários, pensa se pudéssemos dispor de 25b livres, aí os almtes fariam porta-avioes banhados em ouro.

Vovozao
Visitante
Vovozao

Falo isto porque sou brasileiro, e amo nosso país, vejo cada dia piorando mais.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Vovozão, não precisa do disclaimer, eu também sou brasileiro e diferente de uma parte considerável dos frequentadores desse recinto, eu sou um entusiasta de forças armadas, não de oficiais. Nossas forças armadas tem a verba necessária pra serem BEM, mas BEM melhores que a australiana, Espanhola e a par com a italiana! O problema é que aqui nós temos salários integrais na aposentadoria que acontece aos 30 anos de serviço, algo impensável em outros lugares, além de MUITOS oficiais para uma força sem dentes. O meu ponto todo é: envergadura econômica para NAe nós TEMOS, não temos são militares que… Read more »

Enes
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Enes

Um míssil é bem mais barato que um PA e pode botar um a pique, um torpedo também, facilmente, melhor gastar com fragatas e scorpenes convencionais.

Enes
Visitante
Enes

Oito mekos, quatro fremms e oito scorpenes, alem do Atlântico, Bahia e outros anfíbios.
E alguns patrulhas.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Na moral, você realmente acha que as marinhas do mundo inteiro não sabem que “um míssil custa menos que um PA”? Mesmo quem SEMPRE teve o papo de “ain posso afundar porta-aviões” como a URSS/Russia e agora a China correram e correm DESESPERADAMENTE para fazerem os seus. É a mesma ladainha quanto a tecnologia stealth, que sempre vem um com “ah mas tal radar russo pega”, muito embora literalmente todos que tem verba pra isso corram MUITO atrás dos seus meios stealth.

Sullo
Visitante

É Como Fernando bem disse, não da pra discutir com o mundo inteiro, qualquer marinha do mundo precisa de um carrier, resta saber se elea tem condições de pagar, se ela poder deve possuir, o que infelizmente no momento não é o nosso caso.
sds…

Enes
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Enes

Esse é o detalhe, verba que o Brasil não tem.

Paulo Costa
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Paulo Costa

tem uma logica estranha nesse seu raciocínio …

Exemplo :
poe um Enes na pilotagem de uma fragata e vai botar a pique batendo num cargueiro e isso é bem mais barato que um míssil.

Paulo Costa
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Paulo Costa

Fernando Turatti

Que papo é esse de dominar o Feijao com arroz kkk

O Brasil ja opera Porta-aviões ha décadas e domina isso muito bem obrigado.
Alias, o ex comandante da MB pensando apenas em garantir os coquetéis de camarão e o salario dos almirantes, cometeu um absurdo tremendo de nao modernizar o Porta-aviões são Paulo senão estaríamos hoje com o sao paulo operacional.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

A marinha literalmente não mantém seus meios convencionais e mais simples em operação direito. Dias atrás tivemos a notícia dos nossos submarinos todos temporariamente fora de operação. Nossas fragatas já tem mais idade que o aceitável pra não terem substitutas já encomendadas. Nossa marinha tem poucos helicópteros a ponto de que se 70% dos meios navais estiverem em operação não deve sobrar quase nada pro nosso porta helicópteros. Isso aí é o arroz com feijão. Não adianta nada saber operar porta aviões porque a verdade é que NUNCA operamos de verdade um. O NAeL MG era basicamente um caçador de… Read more »

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Fernando, não faz qualquer sentido a Alemanha ter porta-aviões.

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

Poderíamos dizer que o nosso SubNuc é uma herança maldita??? Muita Champagne Francesa, Cerva e Pinga regaram a assinatura desse contrato.

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

A BAE Systems ja fez ou vai fazer uma oferta semelhante a Marinha do Brasil porque eles querem aumentar em muito nossa parceria e as vendas para o Brasil nas 3 forças Armadas e um Nae desses tira o sono de qualquer almirante.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

O Brasil mal tem meios para operar no PHM Atlântico, quem dirá pra fazer valer o custo de ~5 bilhões de dólares de um NAe como o QE.

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Esse tipo de projeto leva no minimo 10 a 15 anos pra acontecer, nao é compra de estoque nao colega pra pensar na Marinha de hoje apenas, tudo isso esta interligado a projetos como prosuper, pronae, pronapa, prosub, etc…
Pensa bem, e projeta um futuro daqui a 10 ou 15 anos que podemos estar com 05 novos submarinos, 05 novas corvetas e 5 novas fragatas e 05 novas OPV em operação, o que mudaria muito a cara da nossa Atual Marinha do Brasil.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Salvo engano, uma oferta ‘por alto’ foi feita na época em que o navio nem havia iniciado ou tinha acabado de iniciar sua construção.

Esteves
Visitante
Esteves

Quanto custa o projeto de um meio desses? Oferecer não significa que vai de graça. “Sua propulsão é composta de duas turbinas a gás “Rolls Royce Marine Trent MT-30” que produzem 48000hp e quatro motores a diesel “Wartsila” que juntos produzem 54600hp. Os grupos geradores a diesel irão fornecer energia elétrica para conduzir o navio a velocidade de cruzeiro. No entanto, quando necessária velocidade mais elevada, as duas turbinas a gás serão usadas. Juntos produzem 109 MW de potência, o que é suficiente para abastecer uma cidade de médio porte. Sua energia elétrica é gerada de 11000 volts, e essa… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

País que gasta 100 bilhões com 1 sub nuclear sem ter sequer pensado em desmantelamento, descontaminação e todas as outras consequências do trato nuclear poderia gastar 30 com um Nae desses.

O problema não é se tem pensão, viúva ou bolinho de bacalhau no orçamento da MB. O problema é a nossa moeda. Da pra tapar buraco em rua, construir hospital e estádio de futebol. Mas não presta pra pagar coisas grandes e modernas.

Jointventures. Não há outro caminho.

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

US$25bi para desenvolver do zero um SSN e todo o aparato de suporte….

Carlos Campos
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Carlos Campos

Pessoal pq a fragata da marinha dinamarquesa é tão barata?
https://en.wikipedia.org/wiki/Iver_Huitfeldt-class_frigate

Esteves
Visitante
Esteves

Porque não presta. Vamos assinar contrato com as Meko. Alemão é bom, alemão faz navio bom, alemão faz fiado, alemão é bacana.

Sinto muito, me perdoe, agradeço, te amo.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

https://breakingdefense.com/2017/07/danes-tout-340m-stanflex-frigate-for-us-navy-but-whats-real-cost/
Os caras reciclaram armas e sistemas de outros navios que estavam saindo de serviço. O custo real é bem maior se for fazer do zero

Luiz Floriano Alves
Visitante

Gastamos bilhões no SubNuc, agora suspenso. Com esse dinheiro poderiaamos ter construído um NAeer. tipo o Minas Gerais, modernizado, e acionado com turbinas a gás. Seriamos o navio capitaneá adequado ao Atlântico Sul r o pspel da MB.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

De onde tirou que está suspenso? O projeto está rodando, assim como os ScorpeneBR…

Esteves
Visitante
Esteves

Vai caminhar mais devagar. O Riachuelo fará testes de mar e outros. Receberá algumas armas e inventários. Adestrar a tripulação. O Álvaro Alberto depende da conclusão do Labgene. É mais complicado.

Mas não está suspenso.

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Luiz, me informa onde estão esses Bilhões em um sub nuclear? Não entendi. Se você mostrar o 1 Bilhão desde 1979 quando a MB começou as pesquisas na área militar, ok, mas dilui no tempo e verá que está barato, em um país onde a Pesquisa e Tecnologia não rende votos. Você está se referindo ao PROSUB todo, mas aí tem 4 subs, 1 sub Nuc, Base, Estaleiro, ToT, treinamentos na França, on-the-job, etc.

Gustavo
Visitante
Gustavo

1000 vezes catobar que SkyJump.

Delfim
Visitante
Delfim

Seja qual for o modelo de NA, tem seu complicador.
Em um catobar, é o sistema de catapultas e ganchos.
Em um skyjump, é o uso de aeronaves S/VTOL, atualmente é o F-35B e só.
.
Não esqueçamos das amarras da CF-1988 qto à projeção de poder militar.
.
Hj em dia nenhum país tem como evitar uma incursão aeronaval americana com 3 grandes porta-aviões, outros tantos menores dos Marines, dezenas de vasos de superfície e alguns submarinos.

Bardini
Visitante
Bardini

“Não esqueçamos das amarras da CF-1988 qto à projeção de poder militar.”
.
E depois que uma Guerra for declarada, qual é o procedimento, não projetar poder?

Hermes
Visitante
Hermes

Construir uma Linha Maginot e uma Muralha do Atlântico, afinal não somos ofensivos…
Ambas não deram certo.

Flávio Henrique
Visitante
Flávio Henrique

A CF88 só “limita” quando podemos declarar guerra (no caso de agregação estrangeira, isso inclui ameaça logo até mesmo um país ameaça real do ataque já seria suficiente) outra a mesma não limita o que podemos fazer no caso de guerra, com exceção de crime de guerra e contra humanidade, então PPT é liberado….

Nostra
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Nostra

India will not take the British offer , who is gonna pay for the additional costs for the modifications ? . The British are trying to recover the development costs after the reduction of the number of their QE carriers. From my sources , Naval Group has presented a derivative of the French Marine Nationale’s Charles de Gaulle aircraft carrier, for the Indian Navy’s requirement, and are looking at a joint development and construction effort , 2 carriers for IN and 1 carrier for FN. Share costs as well as technology on a equal basis. Plus this is supposed to… Read more »

Mercenário
Visitante
Mercenário

Operar o Rafale é um porta aviões que deve estar pronto lá pela década de 30 vai deixar a Índia com uma aeronave naval de 4ª geração quando, em tese, a 6ª geração estará ganhando forma.

Nostra
Visitante
Nostra

How many countries can afford a true 5 th gen aircraft now ?

And how many countries will be able to afford a true 6 th gen aircraft then ?

Everybody is struggling with 5 th gen aircraft’s including US , forget J20 , SU57 which are not even operational in the true sense other than for propaganda , 6 th gen aircrafts are a far fetched dream with dwindling national budgets etc.

Esteves
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Esteves

Muito Powerpoint. É a especialidade dos estaleiros e de quem quer vender.

Esteves
Visitante
Esteves

Faria sentido o Brasil dividir a construção de um Nae com a Argentina. Projeto único. Construção compartilhada. Custos rateados. Cada um usa o seu?

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Do jeito que eles estão este será o rateio: 99,99% Brasil e 0,01% Arges

Enes
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Enes

E ainda assim, vão dar calote.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

We’ve never really had reliability issues with the brits before and we’ve based a great deal of our military equipment, past and present, in brit technology. But nothing in Brazil can compare with the Indian history with Great Britain, I understand that. I also suspect that this CATOBAR version of the QE is a project that’s basically already developed. The RN almost chose to finish QE as CATOBAR, but she was too far into the construction to be economically viable to finish her as CATOBAR, so they went ahead with the F-35B acquisitions. So if the development of that version… Read more »

Nostra
Visitante
Nostra

Costa well written, I would like to add something , majority of time in the recent years , all deals which have been negotiated have hidden strategic clauses. It can be anything from diplomatic backing to ToT to access to restricted technologies / facilities to consultancy for strategic projects. All this in addition to 30-50% OFFSET obligations depending on the scale of the deal. The aircraft carrier project would be a multi billion dollar project , so advantage will go to the party who will offer something extra , deemed ‘ strategic ‘ by the Indians. India recently signed a… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

” 2 carriers for IN and 1 carrier for FN”
.
And Rafale fo IN…

Andrigo
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Andrigo

Seriam catapultas a vapor ou já preveem magnéticas?

Jeff
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Jeff

Lendo os comentários vejo muitos falando em poder de dissuasão. O problema é o custo. Um NAe? Sistemas AA? Submarinos? . Agora vejam o exemplo da Coreia do norte, com alguns poucos mísseis nucleares consegue manter a pose de Tigrão, inclusive frente a grandes potências. Mesmo com os comentários lunáticos do gordinho lá. Índia e Paquistão idem. Israel tem mas não tem, e não estão preocupados com o que os outros dizem a respeito. . Eu sou favorável ao Brasil ser um país pacífico e se manter assim, e não tomar parte em conflitos de outros, como muito bem tem… Read more »

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Com grana tudo se faz, os ingleses tem uma “boa forma”, o recheio da maquina vai ao feitio do orçamento e do gosto do freguês.

Marcos Paulo Trierweiler Trierweiler
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Marcos Paulo Trierweiler Trierweiler

Olá caros amigos, tenho a esperança que a MB possa anunciar um projeto de 2 Porta-aviões algum dia.

Frederico
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Precisamos de uma grande frota de submarinos, SSK, SSN e quem sabe SSGN. Esquece isso de Nae, NaeN…

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

SSGN a 2ª arma “convencional” mais temida…

abrahamyamato
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abrahamyamato

falando em carrier indiano como ta os novos porta aviões indianos

Bavarian Lion
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O melhor para marinhas que não dominam a propulsão nuclear é algo como o Charles de Gaulle ou Foch, em propulsão diesel/gás, uma vez que geralmente é necessário fazer 22 nós para lançamento mesmo catapultado.

Os NAes anfíbios, do qual o QE é o supra-sumo, demandam aeronaves VTOL, capazes de decolagem curta e vertical, bem como pouso vertical.

Uma solução para a Índia aproveitar seus Mig-29K é um híbrido que tenha catapulta em uma rampa, ski-jump em outra e cabos de parada.

Olho na venda do Sao Paulo: se o casco tiver bom, os chineses irão querer comprá-lo.

Sergio Henrique Lima Nobre
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A conversa pendeu para a MB… Já que é assim minhas considerações são as seguintes: Nossa realidade é de que não temos inimigos históricos, nem pretensões imperialistas ou de propagação de poder militar em áreas distantes de nossa costa. Sendo assim para quê gastaríamos grande parte de nosso investimento militar para dispor de um grupo de Porta aviões que só patrulharia pequena parte de nosso imenso litoral por vez, e que em caso de conflito provavelmente teríamos muita parcimônia para colocar tão importante força em ação pois se perdessemos esta arma num conflito grande parte de nosso orçamento militar iria… Read more »

Flávio Henrique
Visitante
Flávio Henrique

O problema é caso necessite, conflito, antes a força já terá ido a pique…4 anos para construção +2 anos de teste + 1 de habilitação e +1 para ter proficiência na operação fora a parte do projeto e contando com a construção em um estaleiro experiente… Outra como fica o CFN sem cobertura aérea???

Jair Cunha
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Jair Cunha

Creio q um projeto seja muito interessante para o Brasil.

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

Uma versão menor seria mais desejado…