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Marinha do Brasil participa de lançamento de submarino nuclear francês

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Presidente da França, Comandante da Marinha do Brasil e demais
autoridades durante o lançamento

A cerimônia de lançamento do submarino nuclear de ataque “Suffren” aconteceu nesta sexta (12), em Cherbourg, na França, e contou com participação do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques.

“A presença de representantes da Marinha no lançamento do submarino ‘Suffren’ é uma forma de reafirmar a importante parceria estratégica entre Brasil e França, fundamental para o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, o Prosub, cujo objetivo final é a construção do primeiro submarino com propulsão nuclear brasileiro”, destacou o Almirante Ilques.

Estiveram presentes ao evento o Presidente da França, Emmanuel Macron; a Ministra da Defesa da França; a Ministra da Defesa da Austrália; o Comandante da Marinha Nacional da França, Almirante Prazuk, o Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen; e demais autoridades.

Além da cerimônia de lançamento do submarino “Suffren”, o Almirante Ilques e o Almirante Olsen participaram de reuniões de trabalho com representantes da Austrália e da Polônia, além de membros da Marinha Nacional da França, da Naval Group e da Direção Geral de Armamento francesa (DGA).

Desde 2008, Brasil e França possuem um acordo de transferência de tecnologia para o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que viabilizará a produção de quatro submarinos convencionais, que se somarão à frota dos cinco já existentes, e culminará na fabricação do primeiro com propulsão nuclear.

O Prosub

Em dezembro do ano passado, foi lançado ao mar o submarino “Riachuelo”, o primeiro dos quatro convencionais que estão sendo construídos pelo Prosub. Em 19 de junho deste ano, foi realizada a transferência das últimas seções do “Humaitá”, o segundo dos quatro submarinos convencionais desenvolvidos pelo Programa.

O Prosub tem fortalecido a Defesa Nacional do Brasil com tecnologia de ponta, seguindo o que está previsto na Estratégia Nacional de Defesa, bem como o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa, priorizando e incentivando a produção e o desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação Nacional com componentes e equipamentos fabricados para a construção dos submarinos.

Submarino Riachuelo - S40
Submarino Riachuelo – S40

FONTE: Marinha do Brasil

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William Duarte
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William Duarte

França é uma grande parceira – Vendeu um Porta Aviões que era sucata, tentou entubar um Rafalle com um custo proibitivo a FAB, emendou umas Kombis voadoras com promessa de transferência de tecnologia a preço de ouro, submarinos com quase todas as empresas participantes envolvidas em escândalos, dois ex presidentes “quase irmãos” atolados em denuncias de corrupção. França é uma grande parceira, rios de euros enviados para a nossa grande parceira estratégica, e de volta uma migalha, somente mentiras. A França de verdade é a que não aceita um acordo do Mercosul com a UE. A França verdadeira é a… Read more »

Augusto
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Augusto

Quanta asneira.

Peter nine nine
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Peter nine nine

É Augusto, isso não muda o facto que a comunidade que frequenta a trilogia, uma boa percentagem tem sentimentos antieuropa, especialmente a franceses.

Delfim
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Delfim

Bem, pode sair caro, mas quem mais nos repassaria tecnologia de submarinos, sabendo que sairia dali um subnuc ?

Peter nine nine
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Peter nine nine

Os negócios que correm mal com os franceses não são culpa da França.
Se o Brasil decide que comprar um porta aviões envelhecido e obsoleto é boa ideia, isso é falha brasileira, não francesa, aliás, o navio foi quase oferecido.

JT8D
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JT8D

Exatamente. Os franceses defendem os interesses deles, assim como o Brasil deveria defender os seus

Roberto Santos
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Roberto Santos

Excelente publicação

Alfredo RCS
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Alfredo RCS

William, o desconhecimento dos fatos é uma infelicidade…O A12 ia ser DOADO pela França para a Marinha do Brasil, porém a legislação deles nao permitia, assim ele foi “vendido” por US$ 12 milhoes, ou seja, o A12 custou MENOS do que um A29 SUPER TUCANO armado e com pequeno lote de peças de reposição. O FOCH era lixo a ser descartado pela França, mas como seria importante para manter a doutrina na Marinha (e a megalomania de alguns) foi alegremente comprado. Os custos de reforma e manutenção foram cada vez subindo mais por motivos obvios, mas, com certeza serviu como… Read more »

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Submarino nuclear lançador de mísseis balísticos (SNLMB)?

Ricardo Ramos
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Não. Dá uma olhada na outra matéria do PN que você consegue ver bem.

Sincero
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Sincero

“Vejan comô se faz un sumbarrino nucleá, brasilerros atrrasasados. Oui?” Hehe

João Moro
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João Moro

Isso é comentário sério? …

Sincero
Visitante
Sincero

Oui monsieur, muíto serrio. Au revoir. Hehehe

Mauro
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Mauro

Franceses e ingleses fabricam submarinos nucleares porque foram ensinados e capacitados pelos americanos, pois era de interesse deles também, isso não é demérito algum, bem como suas armas nucleares foram graças a ensinamentos de americanos. Se hoje o Brasil está aprendendo a fabricar submarinos, incluindo um de propulsão nuclear com tecnologia de um país ocidental como a França, membro da OTAN e membro permanente do CS da ONU, isso diz muito sobre a importância e o respeito que o mundo tem pelo Brasil. Ao contrário do que seu comentário tenta dizer. Se os EUA quisessem, simplesmente pediriam a França para… Read more »

Osvaldo serigy
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Osvaldo serigy

Parabéns a França pelo belo Submarino Nuclear novíssimo! A Marinha do Brasil é parceira da França graças a isto estamos em construção dos nossos novos submarinos. E assim que possível possamos começar a construção do sub nuclear brasileiro.

Joaquim Rodrigues Neto
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Joaquim Rodrigues Neto

Esta parceria do Brasil com a Franca relativo ao PROSUB me deixa muito orgulho de ser brasileiro. Isso engrandece o nosso país.

Vovozao
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Vovozao

13/07/19 – sábado, bnoite, seria interessante o almte Ilques tentar desde já um acordo com a Austrália, no intuito de conseguirmos alguma das fragatas que irão disponibilizar a partir de 2023.

Demetrius
Visitante
Demetrius

Nada a ver…como sempre

Vovozao
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Vovozao

15/07/19 – segunda-feira, bdia, Demétrius, acho que você não entendeu, nestas cerimônias é que estreitarmos os relacionamentos, são momentos que mais tarde poderão adicionar muitas coisas tanto para a MB, como para toda as FA’s, entendeu????

Dalton
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Dalton

Não há fragatas à serem disponibilizadas a partir de 2023 pela Austrália…a mais antiga foi comissionada em 1996 e alcançará 30 anos de serviço apenas em 2026 e isso não significará que será descomissionada.
.
As duas fragatas classe “Adelaide” que recentemente foram retiradas de serviço com menos de 30 anos se deveu ao fato de que já existe um substituto para elas na forma dos 3 navios classe “Hobart” o terceiro dos
quais deverá ser comissionado dentro de alguns meses, mas, os eventuais substitutos das fragatas classe “Anzac” deverão começar a entrar em serviço a partir de 2027, não havendo atrasos.

Vovozao
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Vovozao

15/07/19 – btarde, Dalton, segundo li em outro site ( não sei se verdade), australianos já estão analisando o comissionamento das Type 26 para 23/24, antecipando-se em 2 anos ao projeto original, e, tendo também algum entendimento com a Nova Zelândia para 2/3 type’s 26, fechando um pacote igual a construção das Anzac’s, por isto postei este contato, entretanto, vejo os contatos entre comandantes muito importante já que não sabemos nunca o que pode vir desses contatos, além do almte Ilques ser novo no cargo, terá que fazer os contatos da mesma maneira que o nosso General comandante do exército,… Read more »

Dalton
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Dalton

Não conte com isso Vovô…a construção para valer da primeira unidade deverá ser iniciada em 2022 enquanto isso, estão sendo contratados serviços e adquiridos materiais.

Vovozao
Visitante
Vovozao

15/07/19 – Dalton, Naval today, de quinta ou sexta ministra australiana visita….. Veja notícia.

Dalton
Visitante
Dalton

Não sei se é a mesma matéria, mas, semana passada o que li envolvendo a ministra australiana, colo abaixo:
.
“Work has already begun to mobilise the Hunter Class Frigate Program, and the Head Contract signed earlier this year incorporates detailed scope for the design and engineering work necessary to allow prototyping to commence in 2020, and to ensure steel is cut on the first ship at South Australia’s Osborne Naval Shipyard in 2022.”
.
Ou seja o início da construção em 2022 para entrega por volta de 2027 como apontam outras matérias recentes.

Moriah
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Moriah

Sobre observar bem…como havia comentado. Já podemos imaginar como será o Álvaro Alberto ao vivo.

filipe
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filipe

Será maior em 1500 Toneladas ao Suffren, será um Scorpene alongado (100 m de cumprimento) e mais gordo (9.8 m de Diametro) , sem PumPjet, com um Reactor menos potente (48 MW com uranio enriqucido a 16% , sendo o combustivel troacado de 6 em 6 anos), com uma tripulação maior (cerca de 100 tripulantes), vai levar uma quantidade maior de armas , tendo uma velocidade de 25 nós e 350 m de profundidade máxima. Será desde já a maior empreitada no Hemisfério Sul em termos de engenharia, nada mais complexo foi feito abaixo do equador nos últimos 500 anos,… Read more »

Dalton
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Dalton

Admiro seu otimismo e não estou ironizando, mas, você dá como “favas contadas” que o “Alvaro Alberto” será “lançado” em 2030, depois de “10 anos de trabalho” quando compara o período de 2007 à 2019 para o “Suffren”que sofreu atrasos por conta de um novo reator, mas, o tradicional batimento de quilha do “Suffren” ao menos ocorreu em 2007 enquanto o batimento de quilha do “Alvaro Alberto” não ocorrerá em 2020. . Salvo interpretação errada de minha parte a partir do ano que vem ocorrerá um período de ao menos dois anos para o detalhamento do projeto do “Alvaro Alberto”… Read more »

Mahan
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Mahan

Parabéns aos nossos parceiros Franceses.

Francisco
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Francisco

Já que pagamos por isso, é justo participar da comemoração.

edson
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edson

Srs ! Qual a previsão de lançamento do nosso submarino nuclear?

Luiz
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Luiz

Esta resposta nem Deus sabe!

Camargoer
Visitante
Camargoer

2029

Dalton
Visitante
Dalton

A classe “Suffren” será muito mais capaz que a classe que irá substituir, mas, o número total de unidades continuará a mesma, seis unidades, mas é o que os franceses podem fazer até porque em breve terão que despender recursos para eventualmente substituir os 4 grandes submarinos “estratégicos” e atualizar os mísseis M-51 embarcados neles. . Aparentemente a marinha brasileira também considera o número de 6 submarinos de propulsão nuclear de ataque como o mínimo que deverão ser complementados por um número maior de submarinos de propulsão convencional…mas…isso é coisa para o futuro. . Interessante que os submarinos franceses classe… Read more »

Jhon
Visitante
Jhon

Nosso projeto de submarino nuclear é no modo Maria Mendonça Sofrência, o nosso projeto começou em 1979 e talvez 2030 será lançado ao mar! Falta tudo $$, planejamento, comprometimento e impenho.

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Não jhon, o Programa Nuclear da MB começou em 1979, primeiramente para dotar o país de capacidade de enriquecimento de urânio para as usinas nucleares, paralelamente, com uso militar, com a construção de primeiras centrífugas e posterior aumento das cascatas. Houveram muitos contingenciamento, além de pressões internacionais, tratados de não proliferação, inspeções da Agencia Internacional de Energia Atômica (até hoje somos inspecionados), construção de Aramar, etc.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Com o dinheiro ganho no Brasil a França financia seus projetos avançados. Nada mais natural que ter os brasileiros na cerimonia.

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Em 1989, em palestra a estagiários da ADESG na Base Naval Alm. Castro e Silva, foi apresentada uma monografia que a Marinha produziu para que “formadores de opinião” se posicionassem a favor do SNBR. Eu estava nesse evento…

JT8D
Visitante
JT8D

Jhon, impenho não falta. Quem sabe pode faltar empenho, como no seu caso, que não se empenhou no estudo do português

Eduardo
Visitante
Eduardo

Achei que era necessário que o submarino nuclear fosse bem maior, mas pelo visto eles conseguem ser bem pequenos, parece ser de tamanho bem próximo dos atuais com propulsão convencional que estamos construindo.

rui mendesmendes
Visitante
rui mendesmendes

Não, são bem maiores que os convencionais Scorpene, têm 100metros, e os SSN´s são mais pequenos que os SSBN´s, esses sim têm 150metros e mais.

Alisson Mariano
Visitante
Alisson Mariano

O Suffren é bem maio do que os Submarinos Classe Riachuelo. O novo submarino francês mede 99m de comprimento e desloca 4.700 toneladas (5.300 em mergulho. Enquanto que os Submarinos Classe Riachuelo têm 71,6m de comprimento e deslocam 1.870 toneladas (2.200 quando submersos). O futuro submarino de propulsão nuclear tem tamanho e deslocamento aproximado ao da classe Suffren.

Alisson Mariano
Visitante
Alisson Mariano

*maior

Alisson Mariano
Visitante
Alisson Mariano

* o futuro submarino de propulsão nuclear do Brasil terá tamanho e deslocamento…

Perdoem os erros. Estou digitando do celular.

Jadson Cabral
Visitante
Jadson Cabral

Quem não tem, baba vendo o brinquedo dos outros.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Podem escrever aí: pra fazer vinte nós submerso, com o diâmetro dado, só pra empurrar água gasta 42 MW. O tal reator do nosso subnuc tem uma potência térmica três a cinco vezes maior que os tais 48 MW (150 a 250 MWt). Num PWR com urânio de baixo enriquecimento se produz plutônio a partir da transmutação do urânio não físsil. De fato, boa parte da potência do urânio de baixo enriquecimento vem da fissão do plutônio formado. Esse mesmo plutônio pode ser extraído da massa de combustível nuclear ‘exaurido’ e utilizado em bombas nucleares. Supõe-se que o Brasil, signatário… Read more »

Roberto Santos
Visitante
Roberto Santos

Foi um excelente passeio, diárias em dólar, bons vinhos, temperatura agradável, o coquetel estava muito bom, a vista fantástica. Porem, para o contribuinte pagar essa farra de viagem, vai ser como sempre muito salgado e diga-se de passagem sem objetivo plausível. Viva os Almirantes brasileiros e suas viagens sem futuro.

Alfredo RCS
Visitante
Alfredo RCS

Mas nem se compara com as viagens dos 4 governis anteriores … já é uma evolução.

Roberto Santos
Visitante
Roberto Santos

Concordo nesses termos.

norberto
Visitante
norberto

belissimo submarino.

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

Teria que estar mesmo no evento, dada a parceria que teremos nas próximas décadas.

Que o nosso programa continue no melhor ritmo possível.

Fabiocav90
Visitante
Fabiocav90

Bom dia srs. A França foi escolhida por um motivo muito óbvio. O nosso PROSUB é composto por 4 Subs diesel-elétricos e um nuclear. Somente a França possui essas tecnologias disponíveis hoje. EUA, Russia, UK, ñ produzem subs diesel eletricos (me corrijam os de Marinha). A França dará suporte para a construção do SBN, ñ repassará tecnologia nuclear, até pq isso ñ é objeto do contrato e a Marinha do Brasil está bem adiantada na finalização das instalações q produzirão e testarão os reatores nucleares. Já a questão de cumprimento de contrato na marca, ouvi de um próprio engenheiro q… Read more »

Sandro
Visitante
Sandro

O SUFFREN possui a cauda com os lemes em X, bem como os lemes de profundiade da Vela como no Scorpene, passaram para o corpo do submarin. Qual a possibilidade da MB vir a adotar tal configuração em nosso projeto SBN? Ou mesmo diante dessa clara evolução de conceito por parte da Marinha Francesa, continuaremos com o conceito antigo baseado no scorpene.

Leandro Furlan
Visitante
Leandro Furlan

Enquanto eles vendem o Scorpène ao Brasil, lançam o Suffren. Ou seja, Brasil sempre comprando tecnologia defasada, seja da Alemanha (IKL), da Inglaterra (Niterói), da Suécia (Gripen E) e da França (Scorpène). Pagamos um alto valor para ter equipamentos defasados, SEMPRE! E ainda vamos na cerimônia deles de lançamento dos mais modernos subs para passar vergonha. Esse país é uma piada…

Mauro
Visitante
Mauro

Qual a sua sugestão? que tal começar pagando 50% de imposto de renda, como qualquer país rico europeu faz?? ah… aposentar com 70 anos ou mais também faz parte do cardápio.
Você já se tocou que boa parte dos turistas de países ricos que frequentam o Rio de Janeiro é de idosos?? sabe o motivo?? é que só depois de velho é que eles podem curtir a vida…
Você deve ser daqueles que vai se jogar no saguão da câmara para se aposentar aos 48 anos de idade.

Leandro Furlan
Visitante
Leandro Furlan

Mauro, julgar algo ou alguém sem conhecer chama-se ignorância, e quem o faz, ignorante. O que eu reclamo é o seguinte: compramos as Niteróis, para produzirmos no Brasil. Foi dado continuidade? Não. Nenhuma fragata moderna foi lançada depois dela pela MB. Por quê? Porque não aprendemos nada. Compramos o IKL para produzir no Brasil. Aprendemos alguma coisa? Não. Por que não criamos o nosso próprio submarino depois que compramos a tecnologia dos IKL? Porque não aprendemos nada. A prova disso é que estamos em busca de um projeto de fragata, compramos outro projeto de submarino e o AMX de nada… Read more »

João Moro
Visitante
João Moro

Leandro, ninguém no mundo vende tecnologia nuclear. No máximo fazem como a Rússia, que aluga o sub nuclear para a Índia. Ademais, as grandes potências não vendem suas tecnologias de ponta, não vendem seus diferenciais. O Brasil deve desenvolver suas tecnologias de ponta, com ou sem parceiros.

Eduardo Câmara
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Eduardo Câmara

Além do submarino nuclear alugado, a Índia já construiu com seus próprios recursos.

filipe
Visitante
filipe

Muitos dos componentes e tecnologias do Suffren estão no Riachuelo, o Brasil pela primeira vez na sua história tem um Submarino no estado da Arte (SUBTICS + LOFAR +Mastro Optônico , etc) e muitos Brasileiros estão aprendendo com a construção do Suffren (algo até então inédito, apenas a Russia e a India têm esse tipo de parceria), agora quanto ao Alvaro Alberto posso concordar um pouco com você, até 2030 muitas das actuais tecnologias poderão não ser de ARTE, a MB têm que equilibrar o projecto, em 2030 teremos SSBN e SSN todos com propulsão Turbo-Eléctricas e com Pump-Jet, a… Read more »

Eduardo Câmara
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Eduardo Câmara

Não é correto dizer que pela primeira vez Brasil terá submarinos no estado da arte. Quando os 3 da classe Oberon foram comprados na década de 70, eles eram no estado da arte na ocasião.
E com respeito a equipamentos de origem francesa, não tenho toda essa certeza que seja da preferência da maior parte da oficialidade naval comprometida com a evolução e eficiência de nossa marinha. Investiguem e verão que não é. Há claros sinais que historicamente prefere-se o que seja de origem alemã e inglesa.

Dalton
Visitante
Dalton

Rússia e Índia tem uma melhor parceria que a que existe entre Brasil e França
e não é a única, pois a parceria entre Estados Unidos e Reino Unido é até melhor.

colombelli
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colombelli

Pessoal é um pouco fora de foco, mas já que estamos falando de submarinos e de suas armas tenho um questionamento a fazer. Levando em conta o paradigma dos porta-aviões dos EUA, França, Inglaterra e China, que tipo de efeito se pode esperar de um ataque de torpedos pesados? Sendo mais específico, consideremos um ataque com um e com dois torpedos com acerto ( consideremos um MK 48 ou o F21). Qual a probabilidade de se: 1) afundar um porta-aviões 2) Por o porta aviões fora de operação. Questiono porque os porta aviões são significativamente maiores e provavelmente não se… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Colombelli…há muita especulação do que é necessário para “afundar” um NAe, mas, os da US Navy tem sido frequentemente “afundados/danificados” durante exercícios envolvendo submarinos de marinhas aliadas, então, um par de torpedos explodindo debaixo da quilha de um NAe são considerados devastadores e a US Navy já testou medidas anti-torpedos a bordo de alguns de seus NAes, que estão sendo agora retiradas por não terem funcionado de acordo, mas, é algo que poderá retornar no futuro. . Tais exercícios também partem do princípio que um NAe já encontre-se em uma área contestada, com potenciais submarinos inimigos, caso, contrário se tentará… Read more »

Andrey Pinheiro Lisboa
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Respondendo por outra linha ao colega: vide a II GM, onde quase sempre, se não sempre mesmo, nas vezes em que navios aeródromos ficaram soba mira dos periscópios os submarinos foram absolutamente fatais, com salvas de 2 a 4 torpedos. Mesmo o colossal Shinano, cujas dimensões são da mesma escala que os enormes porta-aviões modernos (265 m e cerca de 70.000 ton), foi encontrar Netuno depois dos 04 peixes do Archerfish (SS-311) lhe penetrarem as anteparas (e que tinham blindagem, lembra? ele era primo do Yamato e do Musashi). Mesmo os poderosos encouraçados sucumbiam ou eram fortemente danificados pelos torpedos… Read more »

Guina
Visitante
Guina

Não acho o Shinano um bom exemplo para essa situação. Shinano afundou porque o seu sistema de controle de danos não estava totalmente operacional. Yamato e Musashi levaram 3 a 4 vezes mais torpedos e muito mais bombas antes de irem pro fundo do mar.

Leonardo M.
Visitante
Leonardo M.

Mais um carimbo no passaporte do pessoal da MB para viajar e passear a custa de nosso suado dinheiro.