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Royal Navy testa míssil Martlet contra lancha rápida

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Um barco-alvo foi atingido diretamente no Mar da Irlanda, enquanto a Marinha Real Britânica testava com sucesso seu novo míssil para derrotar terroristas e homens-bomba.

A fragata Type 23 HMS Sutherland disparou quatro dos novos mísseis Martlet contra uma lancha rápida na costa galesa para verificar se a arma poderia ser lançada tanto de um navio quanto de um helicóptero.

O Martlet – também conhecido como o Lightweight Multi-role Missile – foi originalmente projetado para ser disparado por helicópteros Wildcat para destruir pequenos barcos que representavam uma ameaça à Frota, junto com o Sea Venom mais pesado para lidar com navios de guerra maiores.

Mas incidentes recentes em que navios mercantes e militares foram atacados por sistemas aéreos e de superfície não tripulados e armados com dispositivos explosivos, ressaltaram os riscos enfrentados pelas unidades da Marinha Real desdobradas em zonas de perigo.

Todos os navios estão armados com uma série de canhões e mini-guns (armas manuais Gatling) para se defenderem de pequenas embarcações, enquanto algumas também estão equipadas com canhões automatizados Phalanx que lançam uma saraivada de projéteis em aeronaves, mísseis e ameaças na superfície.

A Marinha Real queria adicionar essas defesas e se voltar para o novo sistema de mísseis, modificando-o para que um lançador pudesse ser acoplado ao canhão automática de 30mm existente.

Apenas cinco meses após a idéia ter sido debatida, a fragata baseada em Plymouth estava ao largo da Cordilheira de Aberporth, no extremo sul da baía de Cardigan, enfrentando uma lancha rápida de ataque.

Depois de provar que o canhão ainda podia disparar com precisão com o míssil montado – 120 projéteris destruíram um grande alvo vermelho chamado de “killer tomato” – e que os sensores do Martlet poderiam rastrear seu inimigo controlado por rádio em distâncias de até cinco quilômetros.

Finalmente, quatro mísseis foram disparados – um para testar o efeito da saída do Martlet do seu lançador a bordo da Sutherland (o míssil acelera a uma uma vez e meia a velocidade do som em um instante), três equipados com telemetria para medir a precisão do míssil (normalmente o míssil carrega uma ogiva de 3 kg).

Tudo foi gravado por câmeras de alta resolução para que a equipe da fabricante Thales e cientistas militares pudesse analisar os efeitos nos mínimos detalhes.

“A defesa atual contra embarcações de ataque rápido na costa, canhão de 30 mm, é altamente eficaz para engajamentos de alcance mais próximo”, disse o capitão de corveta George Blakeman, oficial engenheiro de armas da HMS Sutherland.

“Ao adicionar o míssil ao reparo do canhão, é esperado que ele estenda o alcance dos sistemas defensivos do navio – a chave para uma defesa bem-sucedida contra embarcações rápidas usando táticas de ataque de enxame.

“O Clã de Combate sempre teve a reputação de estar na vanguarda da inovação e ficamos muito satisfeitos em ser escolhidos para apoiar este teste.”

O Comandante da fragata Tom Weaver acrescentou: “O resultado impressionante deste teste foi conseguido através do trabalho árduo e cooperação de uma ampla gama de parceiros da indústria e da defesa e foi gratificante para a Sutherland ter desempenhado um papel tão importante no seu sucesso.”

Malcolm McKenzie, da fabricante de mísseis Thales, disse: “A rápida integração do Lightweight Multi-role Missile ao canhão de 30 mm demonstra como a Thales pode desenvolver rapidamente soluções de alta capacidade e baixo custo para atender às crescentes ameaças enfrentadas por nossas forças navais.

“O sucesso do teste foi um verdadeiro esforço de equipe e o resultado só foi possível devido às excelentes contribuições da tripulação da HMS Sutherland.”

Thales Martlet Lightweight Multi-role Missile
Thales Martlet Lightweight Multi-role Missile

ASSISTA NO VÍDEO ABAIXO A OUTRO TESTE DO MARTLET FEITO COM UM TIPO DIFERENTE DE TORRETA

FONTE: Royal Navy

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Kemen
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Kemen

Acho interesante ter missil para destruir pequenos navios ou mesmo botes de terroristas, mas ainda sou partidario do canhão “inteligente” para distancias maiores e de metralhadoras pesadas manuais para alvos mais próximos, bem mais barato que usar misseis com certeza.

Marcos R.
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Marcos R.

Por isso b que acoplaram mísseis no reparo do 30 mm, um combo hi/low muito mais confiável em um ataque de saturação que metralhadoras manuais.

Kemen
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Kemen

Marcos, acho interesante como escrevi dispor também de misseis que são muito mais caros, mas ataque de saturação é brincadeira para um Oto- Melara 76 mm que tem cadencias de 85 disparos por minuto e na versão super rápida 120 disparos por minuto.

Bosco
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Bosco

Kemen, Os mísseis se tornam importantes tendo em vista o ataque tipo “enxame” e o uso por parte das lanchas inimigas de mísseis de alcance maior que o alcance útil de canhões de pequeno calibre. Um míssil com 6 km de alcance dentro de um conceito de defesa em camadas consegue diluir o enxame antes dele entrar no alcance dos canhões e das metralhadoras. Também consegue neutralizar a ameaça a partir de distâncias maiores, antes que o barco possa lançar também um míssil. Vale salientar que a USN está desenvolvendo uma munição para canhão de 57 mm guiada por IIR… Read more »

Kemen
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Kemen

Bosco, como eu disse acho interessante usar misseis, mas balas são bem mais baratas que misseis.
O canhão mk 45 com munição normal tem alcance de 36 KM.
O Oto Melara 76 mm Vulcano chega a 40 km.

https://defencyclopedia.com/2016/05/02/analysis-importance-of-naval-guns-on-a-modern-warship/

Mercenário
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Mercenário

Kemen,

O Vulcano 76mm nem está em serviço ainda. E essa munição não será barata.

Partindo das suas premissas, o 57mm seria mais efetivo, pela maior cadência de tiro.

Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
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Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro

Agora me permitam fazer o trajeto inverso : alguma vez foi realizado um teste com um míssil real CONTRA algum canhão naval rápido tipo Phalanx, Goalkeeper ou qualquer outro do tipo, como o da Rheinmethall , para testar a real capacidade desses canhões para destruir mísseis ? Alguém sabe de algo nesse sentido ? Bosco ?

Blind Mans Bluff
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Blind Mans Bluff
Bardini
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Bardini

Essa nunca vai ficar velha…

José Luiz
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José Luiz

De memória agora não te posso dar detalhes. Mas confirmo que houve teste feito nos EUA com o Phalanx montado em um navio alvo já li na net uma matéria sobre este teste, mas não me recordo dos detalhes. De todo modo apesar das críticas ao seu calibre o sistema norte americano deve ser o que mais disparou sobre alvos tipo drone em simulações.

Peter nine nine
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Peter nine nine

Sim, sistemas como o Phalanx e semelhantes são e já foram testados em exercícios, contra misseis reais.

Fabio bezerra
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Fabio bezerra

Uma otima solução para reforçar a defesa do PHM Atlantico.

Mauro
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Mauro

Também acho que é muito dinheiro e muita tecnologia empregada para dar cabo de no máximo meia dúzia de maltrapilhos e esfaimados em missão suicida.
Uma boa e velha rajada de qualquer coisa a partir de calibre 12,7 seria mais do que suficiente.
Além do que seria muito divertido e serviria de distração para a tripulação em seus dias tédio em alto mar.

julio
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O problema é se eles tiverem um missil anti tank, com alcance maior q as metralhadoras e canhões de pequeno calibre.

Bosco
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Bosco

Mauro,
Não são “meia dúzia”. Há percepção de que um ataque tipo enxame possa se dar com mais de 100 embarcações e muitas delas com mísseis com mais de 4 km de alcance, o que as colocam fora do alcance de canhões e metralhadoras.

Bosco
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Bosco

E contra alvos móveis, em alta velocidade, e manobrando , metralhadoras e canhões manuais só são efetivos a 100 ou 200 metros no máximo. Canhões estabilizados com mira optrônica conseguem melhores resultados mas não passa de 500/800 metros. Canhões estabilizados, com mira OPT e projéteis de explosão aérea conseguem desempenho em faixas maiores. Se se deixar por conta de metralhadoras manuais para deter uma enxame com, digamos, 30 embarcações se aproximando a 30 nós, carregadas com explosivos e homens dispostos a morrerem, o resultado é previsível. Em vista disso é que se desenvolve a passos largos a adaptação de mísseis… Read more »

Enes
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Enes

Além de que armamentos manuais são altamente sensíveis ao balanço da plataforma, o que dificulta a precisão do tiro.

Peter nine nine
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Peter nine nine

Para marinhas, que pela sua dimensão, usem barcos de menor valor militar, como patrulhas oceânicos, para missões de maior risco, como o combate à pirataria ou escolta em zona de risco de terrorismo, o sistema citado é sem dúvida um bem a adquirir e a equipar no tipo de navio por mim referido.
Por norma, navios oceânicos contam com armamento similar ao canhão de 30mm apresentado, fazer um upgrade e somar o martlet ao respectivo sistema, sem dúvida resultaria em navios mais bem preparados.

Renan
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Renan

A teoria é boa, mas para o Brasil a pergunta é qual é o custo?
Se for acessível o custo de aquisição, Manutenção, treinamento e do míssel podemos mandar daqui 1 ano alguém analisar tecnicamente este armamento.
Adquirir se for bom.
Quem sabe no futuro desenvolver um projeto próprio.
Abraço

João Gabriel
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João Gabriel

Os islamo-fascistas do Irã que se cuidem com seus barquinhos.

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

Isso sim é um teste de tiro real de um novo missil sem história de teste de telemetria….e blá blá, até nisso a MB precisa melhorar.

Sandro
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Sandro

Concordo, assim e testar contra navio parado. Tem que testar em condições de combate do contrario e só para inglês ver.

Alisson Mariano
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Alisson Mariano

Está no texto: “Finalmente, quatro mísseis foram disparados – um para testar o efeito da saída do Martlet do seu lançador a bordo da Sutherland (o míssil acelera a uma uma vez e meia a velocidade do som em um instante), três equipados com telemetria para medir a precisão do míssil”

Luiz Floriano Alves
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Fica evidente que essa tecnologia é “beam rider”, ou seja a laser e o custo não é tão elevaado nem de tecnologia complexa. Os misseis anti tanque já operam assim. Poderíamos adaptar nosso ATGM para essa função, acho.

GFC_RJ
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GFC_RJ

Pensei o mesmo, que deve ser Beam Rider.
Mas o ATGM é muito curtinho. Pra ter este alcance aí de até 6km tem de ser outro produto bem distinto.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

É guiado por feixe laser mas na fase final de vôo muda pra sensor infravermelho. Se o míssil errar o alvo, explode a ogiva de fragmentação por proximidade…

Bosco
Visitante
Bosco

Alex,
Acho que não. Todo o percurso até o “impacto” é por laser beam rider. A precisão nas distâncias máxima deteriora um pouco daí a espoleta de proximidade laser.
Já os mísseis e foguetes guiados por laser semiativo conservam a precisão a grandes distâncias e dispensam a espoleta de proximidade.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

A info tava no artigo do The War Zone/The Drive, Bosco. Se tá errada ou entendi errado, desculpe. Abraço.

Bosco
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Bosco

Alex,
Realmente você está certo quanto à fonte, mas eu devo discordar da “The Drive”.
Esse míssil é guiado só por LBR.

Bosco
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Bosco

O que é no mínimo estranho. O “The Drive” é reconhecidamente um dos sites mais precisos tecnicamente em relação à tecnologia militar para cometer um mico desses.
*Há também a possibilidade do míssil ter mesmo um seeker IR e tal fato não ter sido divulgado, mas eu duvido que tenha ocorrido. A combinação LBR/IR seria algo completamente inusitado e meio que sem noção. A orientação LBR (laser beam rider) obriga uma trajetória tensa onde o míssil deve voar dentro do feixe laser, já um míssil guiado por IR poderia se valer de um voo parabólico muito mais flexível.

Bosco
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Bosco

Há alguns casos interessantes de informações equivocadas sobre mísseis. Algumas: 1- é dito que o míssil CALCM (AGM-86C/D) teria uma ogiva de 3000 lb sendo ele todo com peso de … 3000 lb; 2- a ogiva do Javelin é dita ser de 8 kg sendo que ele todo pesa 12 kg. Os diagramas internos não mostram essa relação. Só por comparação, o TOW pesa quase o dobro do Javelin e tem uma ogiva na faixa de 6 kg; 3- A ogiva do PAC-3 que opera dentro do conceito hit to kill, por impacto direto, é dita ser de 74 kg,… Read more »

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

Grato pela gentileza em partilhar o seu conhecimento, Bosco. Você saberia estimar o custo unitário do Martlet? Não encontrei nenhuma info sobre.
Abraço, mestre.

Bosco
Visitante
Bosco

Alex,
Não sei não meu caro. Chuto que deve ser por volta de uns 30 mil dólares tendo em vista que um Stinger custa uns 40 mil.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

Obrigado, Bosco.
Abs.

Enes
Visitante
Enes

isso sim é um debate em alto nível, parabéns Bosco e Alex, é esse tipo de debate que precisamos no poder naval, não aqueles mimimi de pessoas que só querem malhar.

rommelqe
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rommelqe

Alguem ainda acha que em seu terceiro teste o MANSUP teria que ser dtado com carga explosiva? E que não é necessario ajustar, parametrizaar, ensaiar e certificar todos os sistemas?
“Finalmente, quatro mísseis foram disparados – um para testar o efeito da saída do Martlet do seu lançador a bordo da Sutherland (o míssil acelera a uma uma vez e meia a velocidade do som em um instante), três equipados com telemetria para medir a precisão do míssil (normalmente o míssil carrega uma ogiva de 3 kg).”

AntonioCV
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AntonioCV

Este vídeo ( https://www.youtube.com/watch?v=4j7vB0yW20A ) mostra que não é tão fácil assim utilizar metralhadoras e canhões leves para acertar um único barco rápido. Imaginem, então, se fosse um enxame indo de encontro ao navio!

Por isso, creio que o uso de mísseis leves como o Martlet e o Spike deve sim ser levado a sério no contexto atual.

Caio
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Caio

Desde quando vo na tv um destroier americano seriamente avariado, com vários marinheiros mortos, no orientw medio, por uma lancha cheia bombas; perguntava se os engenheiros não pensava em como freiar esse ataques, e agora veio essa boa resposta.
Parabéns aos ingleses.

Dalton
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Dalton

No caso do USS Cole, as regras de engajamento impediram que o “barco”
que não se sabia estar carregado de explosivos fosse alvejado, mas, isso mudou, de qualquer forma, não basta ter os meios, mas, também a resolução de atirar.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

Muito leve, menos de 14 kg, também pode ser carregado em drone Camcopter (aí, hein, MB?…) e detona por proximidade, se for preciso. Mas eu acho que se a ameaça é assimétrica em enxame, a contra medida devia ser equivalentemente barata (off-shelf, se preciso) e numerosa pra não dar ao atacante a vantagem de custar muito seu abate. Pode escrever: quando for preciso usar, não vão usar o Martlet e vão absorver o impacto do ataque pra sair de vítima. Num mundo politicamente correto, não se pode esmagar com rica tecnologia um combatente inimigo pobre, há que ter sensibilidade social…

Luiz Floriano Alves
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Se vem armado para te atacar a sensibilidade social” vai para o espaço. Vale a lei do Far West. Ganha quem atira e acerta primeiro. Não tem segundo colocado nesta competição. Sobrevivente, apenas. Essa de sensibilidade social foi ,muito boa. Ensine para o ISIS que costuma fazer degolas em massa.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Você entendeu que foi uma piada, né, Luiz?

JT8D
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JT8D

Não, ele não entendeu

Foxtrot
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Foxtrot

Ou seja, usaram um alvo rebocado para teste do míssil.
Coisa que poderíamos fazer com o MANSUP, mas enfim.
Vejo uma solução nacional, uma versão melhorada do MSS 1.2 com guiagem a laser no cone da cabeça do míssil e não a ré como é hoje.
Dando espaço para exaustão do motor ser tradicional ao invés de laterais
Aumentando manobrabilidade e velocidade ( um Hellfire nacional modelo 1 melhorado).

Bosco
Visitante
Bosco

Foxtrot,
Esse míssil LMM (Martlet) é do tipo “atire e siga” sendo guiado por um feixe laser selecionado pelo operador que tem que manter o alvo “enquadrado” o tempo todo até o impacto, daí, não ter perigo do uso de um rebocador.
No caso do MANSUP, ele é lançado sem estar trancado no alvo (LOAL) e liga seu seeker radar ativo a uns 15 km do alvo e usa sua “inteligência artificial” para tomar a decisão em que alvo trancar, o fazendo por conta própria (atire e esqueça). Daí não se usar um rebocador para testes com ele.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Concordo caro Bosco, porém no caso do Mansup ainda temos a opção de RC (rádio controle) no navio alvo.
Tecnologia “pai” dos drones e completamente aberta e dominada por todos, além de barata de de fácil acesso.
Mas !!!