Home Marinha do Brasil Corveta Barroso zarpa para mais uma missão no Líbano

Corveta Barroso zarpa para mais uma missão no Líbano

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A Corveta “Barroso” partiu da Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ), no dia 4 de agosto, para integrar a Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas do Líbano (UNIFIL).

O navio fará escalas logísticas nos portos de Natal-RN, Funchal-POR e Toulon-FRA antes de atracar em Beirute, no Líbano, dia 7 de setembro. No dia 15, do mesmo mês, será realizada a cerimônia de transferência do capitânia ou Handover, como é conhecida. A Fragata “União”, Capitânia da FTM-UNIFIL desde março, passará a missão para a Corveta “Barroso”.

A UNIFIL foi criada pela Organização das Nações Unidas em 1978 e conta, atualmente, com a participação de diversos países, incluindo o Brasil, e com aproximadamente 12 mil militares e policiais, além de funcionários civis. No dia 29 de setembro de 2011, a Marinha do Brasil foi autorizada, pelo Congresso Nacional, a enviar um navio para integrar a FTM da UNIFIL. A presença do navio brasileiro naquela região contribui para a garantia da paz e da segurança nas águas territoriais libanesas.

FONTE: Marinha do Brasil

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
10 meses atrás

Concordo com essa missão que o Brasil comanda, pois não ficamos sem treinamento e ficamos atualizados com as demais marinhas envolvidas, mas se for para para prestar atenção: é sem lógica mandarmos um navio para esse tipo de missão vendo a real situação nossa aqui! Mas enfim, escolhendo ir ou não ir, ainda prefiro que vá para manter esses homens atualizados e treinados.

Salim
Salim
Reply to  DOUGLAS TARGINO
10 meses atrás

Tristemente , a missão Unifil e o fiador da manutenção em dia destes meios. Grande Barroso, pena que foi só uma.

Leandro Costa
Leandro Costa
10 meses atrás

O piano carregado pela Barroso é daqueles antigos, de cauda, beeeeem pesados. Uma pena termos feito apenas uma.

William Duarte
William Duarte
Reply to  Leandro Costa
10 meses atrás

Estava pensando a mesma coisa. Uma pena.

Vovozao
Vovozao
10 meses atrás

16/08/19 – sexta-feira, bdia, mais uma viagem da C. Barroso, nossas escoltas são tão escassas e/ou tão velhas que ela (C.Barroso), uma das poucas alternativas que possuímos para cumprir longos deslocamentos sem correr o risco de pane durante o percurso. Vai e volta briosa Barroso.

Jhon
Jhon
10 meses atrás

Que radar está na Barroso? não tinha visto em fotos anteriores, parece com Artisan!

Marcos
Marcos
Reply to  Jhon
10 meses atrás

Alenia RAN-20S

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Jhon
10 meses atrás

“Que radar está na Barroso?”

Se está falando do radar de vigilância combinada, é o mesmo de sempre, o Alenia RAN-20S (mencionado pelo Marcos), que também é o radar das fragatas classe Niterói, instalado no programa Modfrag que as fragatas passaram, cerca de 15 anos atrás (época em que os sistemas da corveta Barroso também foram adquiridos, tornando-a bastante padronizada com as fragatas).

Claudio
Claudio
10 meses atrás

Se construíssem em blocos modulares , poderiam construi quatro ao mesmo tempo em rio grande, fora outros estaleiros pelo país

Renan Lima Rodrigues
Renan Lima Rodrigues
Reply to  Claudio
10 meses atrás

Inclusive o Brasil começar a ter mais parcerias de estaleiros japoneses e sul coreanos,que prezam um serviço melhor e mais rápido que esses estaleiros europeus que mais enrolam em projetos e não flui o andamento. Como o caso da classe Tamandaré,lamentável!

O estaleiro da Kawasaki eu não sei se ainda está em operação, embora seria uma boa colocar um estaleiro em Rio Grande, inclusive em Porto Alegre existia até a década de 60 se eu não me engano.

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Claudio
10 meses atrás

Os estaleiros construídos para atender a Petrobrás não possuem capacidade real para atender a Marinha. São grandes demais. Só o pórtico do EAS tem capacidade de içamento maior que o peso leve da Barroso. O EISA, que nem é tão grande assim, teve problemas até com o sistema de controle de produção, que não conseguia cadastar peças pequenas (havia borboletas de 50g). As espessuras das chapas são finas para as máquinas de corte. O custo de operação desses estaleiros inviabiliza para esse tipo de construção. Já me disseram que a manobra do dique do ERG custa R$1 milhão, só para… Read more »

Marcelo Marins
Marcelo Marins
10 meses atrás

Foi uma honra ter trabalhado para equipar este barco.
Fornecemos o sistema de controle da Máquina do Leme

Top Gun Sea
Top Gun Sea
10 meses atrás

Corveta Barroso é “pau para toda obra”

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
Reply to  Top Gun Sea
10 meses atrás

Vai durar pouco esse navio.

Bb2
Bb2
Reply to  Carlos Eduardo Oliveira
10 meses atrás

Alem do mais, “se” usada como demanda a Onu, o desgaste sera acelerado. A opcao eh nao cumprir a missao de patrulha 24-7 365 dias, portanto um treinamento ineficaz.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
10 meses atrás

And there she goes, a pequena notável…

Bb2
Bb2
10 meses atrás

Essa missao da marinha brasileira deveria ser cancelada o mais rapido possivel. Sobras dos sonhos megalonicos e outras aventuras do 9 dedos. Ministerio da defesa nao tem dinheiro para pagar nem a refeicao do recruta gracas aos gastos dos governos anteriores. Tirar os poucos recursos dispo niveis para patrulha da Zona Economica eh inacreditavel ,um ” crime”. Em 1967 sob demanda de Nasser, as tropas da onu, incluida as Brasileiras, sairam sem cumprir o objetivo de separar as forcas, sem o consentimento do conselho de seguranca. A alemanha, apesar de rica, tambem tem seus meios paralisados por falta de recursos.… Read more »

Rafael G. De Oliveira
Rafael G. De Oliveira
10 meses atrás

As vezes tenho a impressão de este ser o único meio 100% operacional que temos/teremos