Home Data Comemorativa Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

5418
61
Submarino Riachuelo no Complexo Naval de Itaguaí-RJ
Submarino Riachuelo no Complexo Naval de Itaguaí-RJ, no dia do lançamento ao mar

Próximo passo será a integração do submarino Humaitá

Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2019 – A Itaguaí Construções Navais comemorou ontem, 21/08, os dez anos de criação da empresa, que é responsável por executar o PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil. A data marca uma década da assinatura do estatuto da ICN, formada pelos sócios Naval Group e OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A comemoração ocorreu nas instalações do estaleiro, localizado em Itaguaí (RJ), com a presença dos dois mil integrantes, além de representantes da Marinha do Brasil e da ICN.

O PROSUB prevê a fabricação simultânea de quatros submarinos convencionais, os mais modernos do mundo nesta categoria, e do primeiro submarino com propulsão nuclear da América Latina, que alçará o Brasil ao grupo de apenas seis países que detêm essa tecnologia. Em outubro deste ano ocorrerá a integração do segundo submarino convencional, o Humaitá. Em dezembro de 2018, a primeira embarcação do programa, o submarino Riachuelo, foi lançado ao mar e iniciado os testes de comissionamento dos equipamentos.

Durante a solenidade de hoje, o presidente da ICN, André Portalis, enfatizou que o grande mérito do trabalho destes dez anos foi a capacitação técnica, a evolução contínua da empresa e o apoio da recebido da Marinha do Brasil:

— Somos orgulhosos do êxito alcançado, sobretudo, com a integração de equipes, com o programa de transferência de tecnologia e o estímulo permanente recebido da Marinha brasileira, da qual somos uma ferramenta industrial e é a nossa razão de existir. Nosso projeto já atingiu vários marcos importantes desde 2013, quando iniciamos a operação na fábrica da UFEM (Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas) até o lançamento do submarino Riachuelo, no final do ano passado.

Itaguaí – Estaleiro e Base Naval
Complexo Naval de Itaguaí – Estaleiro e Base Naval
O elevador de submarinos, no Complexo Naval de Itaguaí no RJ, pelo qual o submarino Riachuelo será lançado ao mar em dezembro
O elevador de submarinos (shiplift), no Complexo Naval de Itaguaí no RJ

A UFEM é o complexo fabril, com 45 edificações e 57 mil metros quadrados, construído para abrigar a fábrica de componentes dos submarinos do PROSUB. Além da área administrativa, a UFEM também é composta por um prédio principal, com diversas oficinas e o almoxarifado. A Unidade foi inaugurada em março de 2013.

O engenheiro Pedro Moreira, diretor de contrato do Estaleiro e da Base Naval (EBN), espaço do complexo ICN onde os submarinos são construídos, e representante do sócio OEC, lembrou que a ICN se tornou um polo de desenvolvimento tecnológico do País.

— Os nossos integrantes desenvolveram competências técnicas que não estavam disponíveis. Esse é um dos grandes méritos do PROSUB para o desenvolvimento econômico do Brasil e reafirma a enorme capacidade da engenharia nacional.

O contra-almirante Celso Koga, gerente da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, lembrou como eram grandes os desafios de dez anos atrás:

— Criar a ICN, uma empresa privada para construir os nossos submarinos, não se mostrava um projeto o simples. Mas a companhia se mostrou resiliente e capacitou sua mão de obra nas mais diferentes áreas. Estamos no caminho certo para alcançar nosso objetivo maior que é a construção do Álvaro Alberto, o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear.

Durante a cerimônia, o contra-almirante Paulo Demby, chefe de Relações Institucionais e Comunicação da Diretoria Geral Nuclear e Tecnológica da Marinha, lembrou que, além de estratégico para o País, o PROSUB estimulou o desenvolvimento de toda a região sul do Rio de Janeiro, onde está a ICN está instalada.

— Uma notória região deteriorada da Baía de Sepetiba se transformou em um moderno estaleiro, com espaços com tecnologia de ponta da indústria naval mundial, como o simulador e o ship lift (rampa de lançamento dos submarinos).

Submarino Humaitá (à esquerda) em construção ao lado submarino Riachuelo (à direita)
Submarino Riachuelo - S40
Submarino Riachuelo – S40, primeiro da classe SBR Scorpène da Marinha do Brasil

Transferência de tecnologia

O PROSUB gerou o desenvolvimento de toda cadeia produtiva no País, a partir do programa de transferência de tecnologia militar entre a França e o Brasil, ajudando a impulsionar a indústria naval de defesa, a capacitar o mercado de trabalho nacional e a gerar milhares de empregos com alta especialização técnica. Mais de 100 empresas nacionais atuam como fornecedoras de tecnologia e produtos para o desenvolvimento dos submarinos e das obras. Cerca de 90% de todos os equipamentos usados no Estaleiro Base Naval são adquiridos de empresas instaladas no Brasil. As obras, sob responsabilidade da OEC, também estimularam o desenvolvimento de novos equipamentos, feitos sob medida para o desafio lançado pelo programa.

Submarino S-BR Scorpène em corte

FONTE: CDN Comunicação

61
Deixe um comentário

avatar
13 Comment threads
48 Thread replies
1 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
34 Comment authors
Guilherme DucciniEnesEdson ParroMFSFilipe Prestes Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
rommelqe
Visitante
rommelqe

Gostaria de saber muito como estão se desenvolvendo os testes do Riachuelo. O desempenho esperado até o momento está condizente com o cronograma original? Há como abreviar ? A venda dos dois IKLs pode aguardar só o necessário para que tenhamos certeza de que o Ricahuelo esta pelo menos desempenhando de forma adequada sua navegação?

João Moro
Visitante
João Moro

Até agora, eles estão dentro do cronograma.
Sobre abreviar, só com mais dinheiro, o que o Brasil não tem.
Por fim, acredito que a venda de dois submarinos que estão parados precisando de PMGs para funcionar plenamente seja melhor pois podemos investir este dinheiro da venda em manutenções nos demais subs e deixá-los 100% para cumprir suas missões.
Melhor ter 3 subs 100% do que 4 parados e 1 em funcionamento.

rommelqe
Visitante
rommelqe

Caro Moro, basicamente concordo. Onde tenho minhas dúvidas refere-se à transição IKL >SBR. Os motores dos IKLs são o que tem de melhor no mercado (MTU do grupo Rolls-Royce) mas existem não só problemas de custo mas indisponibilidade de componentes;por isso que existe até aquela proposição de trocar os quatro motores atuais por doismais potentes (padrão do TIKUNA). Por outro lado, sou fã do SBR mas temos que ter muito cuidado porque os testes de certificação e outros procedimentos que estão em curso podem trazer surpresas, naturais, mas com consequencias eventualmente desagradáveis. Assim os IKLs, just em case, poderiam ainda… Read more »

João Moro
Visitante
João Moro

Concordo com a sua precaução.

Esteves
Visitante
Esteves

Detalhe pequeno. RollsRoyce do Grupo MTU. Máquinas alemãs. Os offsets das Tamandares com a ThyssenKrupp. Para substituir as máquinas dos IKL. Tudo alemão.

Mercenário
Visitante
Mercenário

Esteves
Apenas um detalhe: MTU do grupo Rolls-Royce. Acredito que tenha invertido.

Esteves
Visitante
Esteves

É. Rolls-Royce é a holding. Controle alemão. Como tudo que é diesel.

Charles Dickens
Visitante
Charles Dickens

A coisa vai ficar bacana. Briga com a França, país com o qual temos os projetos dos submarinos. Tem como criarem embargos?

Esteves
Visitante
Esteves

Eis o Cluster Naval. Quando findar o contrato com os franceses, o que será das 100 empresas? Não vai ter dinheiro pra encomendas. Junta com outras na China. Cria jointventures lá. Aprende lá. Faz lá. Replica aqui. Montagem simultânea lá e aqui. Se criar aqui vai custar 6 X mais. Quando os sindicatos pedirem férias, abonos, cestas, mimos, garantias, aumentos, indenizações e afastamentos…mostra o contrato chinês. Manda reclamar na China. Ou tem emprego ou tem desemprego. Essa história da Amazônia tá parecendo o retorno dos discurso dos anos 1980 entre franceses e alemães…internacionalizar…o Brasil precisa concordar em partilhar a região…ceder… Read more »

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

me cede a soberania da Sua casa, pode ser a sala e um quarto, aí verei que vc fala de coração

Hélio
Visitante
Hélio

Engraçado, se ele tivesse proposto isso nos EUA estaria cheio de positivos. Tem gente que só lembra da soberania para defender a submissão.

Esteves
Visitante
Esteves

Soberania é ter domínio. Poder.

Meia dúzia de meios navais não dão poder. Essa gente vê o mapa mundi do Mercator. Mostra o Brasil e a AL pequenos. Mapa da NASA. Somos gigantes. Maiores que os irmãos do Norte.

Faltam coragem e determinação para romper com essa gente atrasada que insiste em querer agradar a conveniência dos europeus.

Soberanos seremos quando latirmos e o resto do mundo abanar o rabo.

Esteves
Visitante
Esteves

Gente atrasada.

Esteves
Visitante
Esteves

Foi o discurso dos governos europeus nos anos 1980. Para quem se recorda. O Brasil deveria concordar com a internacionalização da Amazônia. Já havia sido tentado pelos americanos com a Fordlandia. Roberto Lopes publicou no PN que Itaguai poderia ser oferecida aos franceses. E que o PROSUB convencionais poderia ser vendido tipo faz 3 e vende 1 submarino. Ler e compreender. Evidente que a história se repetirá. Não há como completar o PROSUB. Não haverão recursos para o Álvaro Alberto. Nem para manter o Álvaro Alberto. Evidente que se o estado não seguir encomendando meios nesse e desse complexo/cluster de… Read more »

João Moro
Visitante
João Moro

Cuidado com o seu discurso:
“Lei de Crimes Contra o Estado e a Ordem Política e Social – Lei 1802/53 … artigo 2º – tentar: I – submeter o território da Nação, ou parte dêle, à soberania de Estado estrangeiro.”

FERNANDO MARTINS
Visitante
FERNANDO MARTINS

Qual foi o problema PN?? O almirantado entrou em parafuso com a matéria anterior e resolveu dar uns telefonemas? kkkkkkkkkkkkk façam o favor, não exagerem nas carioquisses, por gentileza, isso é super deselegante principalmente com nós paulistas que, pra todos os efeitos, financiamos essas instalações aí. Obrigado.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Você viajou na maionese, hein?

Mercenário
Visitante
Mercenário

Fernando,

Se eu entendi bem a sua colocação, apenas os paulistas financiaram as instalações?!

SP é o Estado economicamente mais forte, não há dúvida, mas não é a exclusiva unidade da federação que gera riqueza.

Então, menos…

João Moro
Visitante
João Moro

Isso mesmo!

Edson Parro
Visitante
Edson Parro

Bom, então diga aí quais são as outras!
Atualmente, parece-me que, a única que contribui com mais do que recebe é São Paulo.

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Fico feliz em saber que o PROSUB está ( até o momento ) caminhando bem.
Bom mesmo é se rolasse um segundo lote desse subs em breve…

JT8D
Visitante
JT8D

Calma Willber, pra ter segundo lote tem que entregar o primeiro lote antes

Marcelo
Visitante
Marcelo

Bolsonaro está trocando farpas com Macron, é bom agilizar ao máximo a transferência de tecnologia. Os dois porta helicópteros comprado pelos russos não foram entregues

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Assim, ó: A fraude conservacionista serve como causa de empréstimo pra justificar a guerra corsária econômica interestatal. O Brasil tem sido, há muito, um colaborador voluntário nessa agenda globalista/neoimperialista e, agora, diante da campanha de infâmia que a esquerda nacional leva adiante, aqui e no exterior, contra o governo de direita associado à cobiça dos estados globalistas, não há muito o que fazer senão ter prudência pra não sofrer embargos econômicos potencialmente desastrosos. De outra parte, convenhamos, o Brasil foi desenhado, desde 88 pra ser o gigante algemado que se vê hoje, quando os preços de nossas commodities são manipulados… Read more »

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Marcelo, sendo bem mas bem sincero mesmo, tem uma chance considerável de se os franceses derem-nos o balão, terminarmos melhor do que entramos.
Assim como nos 2 classe Mistral não entregues a Russia levou uma fortuna em multa, o Brasil também tem um contrato com multas pesadas para ambos os lados.

julio
Visitante

É verdade q ta rolando uma interferência externa pro Brasil sair da UNIFIL, e o Brasil vai acatar ela…..

Osvaldo serigy
Visitante
Osvaldo serigy

Está sendo um grande passo para nossa indústria, toda a construção e desenvolvimento dos novos submarinos brasileiros! Parabéns a todos os envolvidos e também ao Poder Naval por sempre informar de maneira excelente!

Sinceramente
Visitante

Em caso de bloqueio naval será que seria alvo de mísseis estas inalações ?

Enes
Visitante
Enes

Sinceramente, bloqueio naval não é ataque naval, apenas bloqueiam a passagem de mercantes com cargas para o pais bloqueado e do pais bloqueado para fora.

filipe
Visitante
filipe

Parabébs a ICN , acredito que o SNBR é um caminho sem volta, agora quanto a operação vai ser demasiado custosa, mas é a única arma eficaz que garante a soberania nos próximos 40 á 50 anos, sendo assim vale todo o investimento… Mas seria bom a MB ter uma frota de 6 SNBRs até 2038, de 2008 – 2038 , serão 30 anos de trabalhos e de esforços bem consolidados pelas universidades e instituições de engenharia de todo o Brasil… A ICN é uma instituição ou organização que veio para ficar, não se limitando ao scopo do PROSUB, mas… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Filipe, você leu o que o Galante escreveu sobre a MB possivelmente não ser capaz de operar o SubNuc? A coisa parece que tá assim: a MB é uma imensa repartição publica cheia de funcionários mas sem recursos pra comprar papel e lápis… Isso é um descalabro e um escárnio com o contribuinte brasileiro que paga todo esse inferninho institucional perfeitamente inoperante, aliás, ‘o último capítulo do que não deu certo’ e nunca dará.

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Queimadas chamuscam subs?

Fernando "Nunão" De Martini
Visitante
Fernando "Nunão" De Martini

Não, eles já são pintados de preto como precaução para as queimadas na Amazônia Azul.

Edson Parro
Visitante
Edson Parro

Hahahahahahahaha

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Você está insinuando que podemos sofrer alguma restrição no PROSUB por causa da gana politica de Macron em salvar ‘a nossa casa que está queimando’? Será? Ora, puxa, que coisa inesperada… 😀

Esteves
Visitante
Esteves

Restrição?

Contrato de mais de 6 bilhões de euros. Falhamos quando fomos pedir perdão e mais esmolas.

Cumpre o contrato, paga os caras e triplica o esforço de Itaguaí. Até a Irlanda…a Irlanda…quer vetar o acordo como ME. Logo seremos boicotados por Luxemburgo e Mônaco. Talvez até Madagascar.

Patriotismo é mostrar um porrete bem grande. E parar com essa autoestima no chinelo.

Bora pra China. Gente que faz X navios por ano tem muito pra ensinar.

Adriano RA
Visitante
Adriano RA

Macron é um político sagaz e viu no aumento das queimadas na Amazônia, uma realidade indiscutível, e no discurso anti-preservacionista do presidente brasileiro motivos perfeitos para barrar o acordo UE-Mercosul, esse fortemente criticado por setores franceses (em especial agricultores). De quebra vai aumentar sua popularidade com um discurso de líder no campo ambiental, tema importante na Europa. No entanto, creio que jamais prejudicará a indústria francesa impondo qualquer restrição ao Prosub. Golpe de mestre do francês.

francisco Farias
Visitante
francisco Farias

O Brasil deveria ter no mínimo 17 submarinos (um para cada estado costeiro) e uns 500 gripens, alem de bombas atômicas.
Se quer ser grande e respeitado tem que estar armado. Só produzir alimentos não garante independência, pelo contrário. Roma, um grande império, não produzia a comida que comia, mas era militarmente forte e sugava tudo dos países dominados.
Bolsonaro deveria transferir esses quarteis das capitais para a região Norte. Pra que o 23 BC em Fortaleza? manda pra Amazônia, Pará ou Roraima. Em Fortaleza cidade costeira deveria ter uma base da Marinha (tem a escola de aprendizes de marinheiros).

Marinheiro
Visitante
Marinheiro

Os submarinos vão continuar a ser construídos com o apoio da França?
Devido a Amazónia.

filipe
Visitante
filipe

São acordos de estados, não acordos de governos, Lula (Esquerda) + Sarkozy (Direita) , Macron (Esquerda) + Bolsonaro (Direita), o mais importante é o Acordo Brasil + França , é uma parceria estratégica, o Brasil escolheu a França , poderia escolher o Reino Unido ou a China, mas escolheu a França, é como um casamento… Na primeira briga, vc já quer pedir divorcio, assim não vale a pena casar, isso é politica, as relações entre as nações passam por isso, veja o exemplo da França e dos EUA, O Brasil têm é que tentar ser mais independente em tudo daqui… Read more »

Entusiasta Militar
Visitante
Entusiasta Militar

Ótima matéria mas é uma pena ser uma exceção num mar de noticias ruins … Enquanto Nossas forças armadas estiverem inchadas e com excesso de pessoal em funções administrativas/apoio e super dimensionada para o nosso cenário sul-americano, estaremos sempre sem capacidade de investimento … vejam bem, nossas forças atuais estão assim divididas : Exército 220.000 Força Aérea 80.000 marinha 80.000 Acredito que o ideal seria ter as nossas forças mais enxutas e assim, diminuiria o gasto com o custeio das forças armadas e talvez o numero ideal poderia ser assim : Exército 160.000 Força Aérea 40.000 marinha 40.000 Assim, daríamos… Read more »

Filipe Prestes
Visitante
Filipe Prestes

Existe algum estudo acerca disso? Sei que muito do orçamento é corroído pelo pagamento de soldos e custeio, entretanto, gostaria de uma opinião mais aprofundada no sentido de quais impactos na atividade das forças essa redução de efetivo poderia trazer. Se tiver alguma leitura nesse sentido a indicar, ficaria grato.

MFS
Visitante
MFS

Discordo parcialmente de voce . O efetivo do exército deveria ser maior na região Norte, atualmente são 216.300 militares no total no exército, sendo apenas 30.000 lá na Amazônia, deveriam subir para 50.000 criando novas brigadas de selva e pelotões de fronteira. A Marinha tem 74.000 , sendo 70% só no sudeste , deveria ser reduzido para 50.000 mas mantendo 15.000 fuzileiros navais. E a FAB de 64.000 para 45.000 militares. Vale ressaltar que a FAB já tem tomado medidas nesse sentido reduzindo o número de bases e estruturas Administrativas e deverá ter algum impacto. A reforma da previdência dos… Read more »

Guilherme Duccini
Visitante

Alguem saberia dizer, após a conclusão dos 4 Scorpenes e do Sub nuclear, o estaleiro ficará sob controle da Marinha ou da ICN?