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Japão lança ao mar segundo destróier classe ‘Maya’

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A Japan Marine United Corporation (JMU) lançou no dia 17 de julho o segundo destróier de mísseis guiados da classe “Maya” para a Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF). O navio é chamado Haguro.

O evento ocorreu no estaleiro de Yokohama da JMU. Como seu navio-irmão, o destróier recebeu o nome de uma montanha: Monte Haguro (山 黒 山 Haguro-san).

O navio anterior a ter este nome foi o famoso cruzador pesado Haguro da Marinha Imperial Japonesa. Comissionado em 1929, o Haguro realizou um serviço significativo durante a Segunda Guerra Mundial, participando de nove engajamentos navais. Ele foi afundado em 1945 durante um combate com destróieres da Marinha Real Britânica, um dos últimos grandes navios de guerra japoneses a serem afundados em águas abertas durante a Segunda Guerra Mundial.

Espera-se que oHaguro DDG-180 seja comissionado com a JMSDF em 2021. O primeiro navio da classe, JS Maya, iniciou seus testes no mar há um mês.

O JS Maya é o primeiro de uma nova classe de destróieres aprimorados com capacidade de defesa contra mísseis balísticos. Sua quilha foi batida em abril de 2017 e foi lançado em 30 de julho de 2018.

JS Maya durante testes no mar no início de julho. Foto do ship spotter @Alsace_class

A nova classe de destróieres tem 170 metros de comprimento e desloca 8.200 toneladas. Ela operará com uma tripulação de 310 militares e possui um sistema combinado de propulsão a diesel e gás (COGLAG).

A classe Maya é o primeiro dos destróieres Aegis da JMSDF pronta para operações de defesa contra mísseis balísticos (BMD) desde o momento do comissionamento e também é a primeira da frota AEGIS do Japão a ser equipada com capacidade de engajamento cooperativo (CEC) desde o início.

A CEC permite que o navio receba informações de direcionamento de outras plataformas, como os destróieres AEGIS da Marinha dos EUA, da Royal Australian Navy ou aeronaves E-2D AWACS americanas e japonesas. O Japão tem quatro aeronaves E-2D Advanced Hawkeye sob encomenda, sendo a primeira entregue em 29 de março à Força Aérea de Autodefesa do Japão (JASDF).

Equipados com o sistema de combate AEGIS Baseline J7 e o sistema de radar Northrop Grumman AN/SPQ-9B, os destróieres JS Maya e JS Haguro poderão disparar a última iteração do míssil de defesa balística SM-3 da Raytheon. Sendo desenvolvido em conjunto pelos EUA e pelo Japão, o SM-3 Block IIA apresenta motores de foguete maiores que lhe permitirão defender áreas mais amplas de ameaças de mísseis balísticos e uma ogiva cinética maior.

JS Haguro no dia do lançamento. Foto do ship spotter @Alsace_class

FONTE: Naval News

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Jhon
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Jhon

O trabalho fotográfico muito bem feito, a foto tirada de frente é uma obra de arte, muita qualidade! A o jornalista também fica meu obrigado pelo texto e as escolhas das fotos, parabéns…

Salim
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Salim

Navio bonito e bem armado, só náo gosto dos tapa olhos na ponte de comando, poderiam achar uma solução mais estética.

Roberto Marins
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Roberto Marins

“ponte de comando” vc quer dizer PASSADIÇO, e é normal possuirem as aberturas com vidro,janelas, todo navio tem isso, em geral, inclusive para colocarem limpa-brisas, podem ser com discos giratórios para evitar acúmulo de água, ou limpa-brisas, como de automóveis. Tapa olhos???????

Doug385
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Fruta que caiu! Que navio do carvalho! É outro padrão.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Estou impressionado comparando com o destróier HMS Defender da repostagem anterior, esse navio parece de outra classe!

Roberto Bozzo
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Roberto Bozzo

Sra, deixa pra u fazer uma pergunta…todos os navios japoneses, se repararem, tem um “rebaixo” ao final do heli deck, o casco faz uma queda para trás….. alguém sabe o motivo ?

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcSEgK7L9hKav_iQFZUCCaKQNULkXgVvK-X7aWMCHBJ5c06A6zX2

Bardini
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Bardini

Tradição…

Elcimar
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Elcimar

Bardini ..o convés de vôo fica nivelado né?
Ficando essa curvatura somente na borda do convés..?

Carta Branca
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Carta Branca

comment image

É só estético, a traseira tem que ser menor que o resto do navio, talvez por uma questão religiosa.

Elcimar
Visitante
Elcimar

Eu sempre percebi isso também

Renan Lima Rodrigues
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Renan Lima Rodrigues

Típico visual magnífico da classe Furutaka e Yubari, que por fim virou tradição em todos os navios nipônicos.

Esteves
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Esteves

São navios que fazem 30 nos. Não seria para aliviar peso?

Isamu
Visitante

Acho que é para o escoamento da água do mar, acho…

Roberto Marins
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Roberto Marins

exato, é isso…….esse desnível faz receber água ( mar e chuva ) que possa se acumular no ponto de recebimento do helicóptero, daí a agua escorre para ré, não invade o hangar……..

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Navio de patrão. Navio de Guerra, com inicial maiúscula mesmo. Navio pra realmente botar respeito.
Meus parabens ao Japão.

Bardini
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Bardini

Esses navios, podem operar em rede com os novos E-2D e F-35A / B…

jodreski
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jodreski

As forças Chinesas ficaram muiiiiiiito contentes com essa notícia!

Luiz Floriano Alves
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Isso que é um navio atual. Trocaria as nossas três (futuras) corvetinhas por um Haguro. Os armamentos centrados em mísseis atualizados e com capaciadade anti balística. Um navio destes faz a diferença numa FT moderna..

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Tá querendo barganhar ainda. Um desses vale fácil pelas 4 tamandarés somadas a todas as atuais corvetas e fragatas da MB juntas. Certamente carrega mais armamento e tem melhores chances de combate.

Carlos Campos
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Carlos Campos

queria dizer que vc está exagerando mais em questão de poder de fogo e sensores vc está certo.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Fosse ASW também ……

Salim
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Salim

Prefiro as quatro corvetona ou fragatinhas, se virar 12 complica a vida de quem quiser vir tentar fazer besteira por nossas bandas.

Dalton
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Dalton

Também prefiro…4 significa que uma estará sempre certificada para
missão, afinal de contas, por melhor que seja um navio, ele não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo ainda mais se estiver passando por manutenção e nem há necessidade de se ter um navio tão sofisticado por aqui,

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Tenho que discordar. Pode não ser um navio tão grande, mas sofisticado tem que ser sim. As Fremm são sofisticadas e menores, já estariam de bom tamanho. Qualquer coisa abaixo disso é subdimensionado como meio principal de combate.
4 FREMM e o resto de corveta com 2500t? Beleza. Um monte de corvetinha bombada sem um meio principal? Complica bastante.
Gastando menos do que gastamos poderíamos ser a Austrália, com submarinos novos enormes e dois juan carlos I prontinhos esperando um reforço pra navegarem com F-35 a bordo, mas ao invés disso teremos SE MUITO… 4 corvetas anabolizadas. E só.

jodreski
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jodreski

vc está esquecendo da nossa folha de pagamento?? Lembre dela que aí tudo o que somo hj fará sentido.

Salim
Visitante
Salim

Ditado popular no mar ” quem tem um, náo tem nenhum, quem tem dois, tem um”. Na pratica e verdade, náo seguir o mesmo e dolorido e as vezes catastrófico

Lauro Júnior Júnior
Visitante
Lauro Júnior Júnior

Em breve os Russos, irão deslocar parte de suas tropas para o Extremo Oriente, os Japoneses estão criando problemas, com quem eles não tem condições de confrontar.

Greyjoy
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Greyjoy

Que problemas os japoneses estão criando? Se armando para fazer frente a dois inimigos que nas últimas décadas estão se armando mais ainda?

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

O Japão tem base dos Amis, basta.

rommelqe
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rommelqe

Simplesmente espetacular!

Marcos R.
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Marcos R.

Lembra muito os AB.

Pgusmao
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Pgusmao

Uns 6 desses, tínhamos marinha para 30 anos.

Bardini
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Bardini

Com o valor necessário pra comprar, manter e operar 06 desses monstros ao longo de 30 anos, montamos toda uma Marinha, muito mais eficiente e condizente com a realidade regional…

Carlos Campos
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Carlos Campos

6 desses mais 10 MEKO íamos ter um poder que nunca tivemos

Bardini
Visitante
Bardini

Sim… e tudo isso bancado pelo dinheiro que nunca teremos. Acorda pra vida!

Carlos Campos
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Carlos Campos

Bardini estou falando de uma hipótese, não precisa jogar a realidade na minha cara

Caio
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Caio

Então vai logo 100 deles

Burgos
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Burgos

Projeto em cima das AB (sob licença), agora não sei qual o (modelo).
Mas que são “ aterrorizantemente” bonitas, são viu. 👏

Renan Lima Rodrigues
Visitante
Renan Lima Rodrigues

Só espero criarem novos DDGs ostentando o nome Takao,Hamakaze, Isokaze,Urakaze e Tanikaze. Para quem não conhece o HIJMS Haguro, realmente foi um cruzadores-pesado surpreendente da classe Myoko, afundou o De Ruyter num só golpe de torpedo Type 93.

Na minha opinião o Chokai e Haguro foram os cruzadores-pesados japoneses, que realmente lutaram como encouraçados, na batalha de Java e na humilhante batalha de Savo. <3

Victor Filipe
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Victor Filipe

Mas também, qualquer navio da época abaixo de um cruzador pesado que recebesse impacto de um torpedo Type 93 e não fosse imediatamente a pique era um navio de sorte com uma tripulação extremamente eficiente em Controle de Dano…

Renan Lima Rodrigues
Visitante
Renan Lima Rodrigues

Então,o De Ruyter era um navio bem construído da mesma época,só que ele era um cruzador leve do tipo 5500 toneladas, para lutar contra um Kuma (Sem modernização é claro), o problema é que era 64mm de cinturão,mas a antepara era muito pequena, se tiver é claro. A batalha do mar de Java os japoneses e aliados precisaram atirar quase todo seu paiol de munição para atingir um alvo, Haguro atirou 1200 disparos, um atingiu o Exeter, explodindo uma torre de 102mm/45 que foi o mesmo caso do Chōkai-san em Samar, culminou na destruição das caldeira, na segunda batalha de… Read more »

Vovozao
Visitante
Vovozao

24/08/19 – sábado, bnoite, isto mostra a determinação de uma nação; ao término da 2 GM, a nação japonesa estava arrasada, suas forças armadas foram quase que extintas com base nos protocolos assinados na rendição, superaram tudo, hoje possuem uma das FA’s mais bem equipadas/adestradas, e nos ( brasileiros ), terminamos a guerra ao lado dos vencedores, não tivemos nosso território atacado, saímos com uma boa reserva em função da venda de minerais (ferro principalmente) para o esforço de guerra, e continuamos o mesmo daquela época, país sem projeção, sem uma direção, e quando olhamos para o futuro………. não vemos… Read more »

Jadson Cabral
Visitante
Jadson Cabral

Aí é que tá. O Brasil ainda não tem maturidade, estamos fadados a ser quintal do mundo ainda por um bom tempo.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Boa noite. Concordo com o Sr. Jadson. Odeio as expressões: ” quintal do mundo”,” celeiro do mundo”. Parece que o Brasil jamais poderá passar de país agrícola, subdesenvolvido para nação desenvolvida. Depende de nós, povo exigirmos o melhor w não ficarmos só com refugo. Vai demorar, mas acredito que a mentalidade de primeiro “nós’ está sendo cultivada, sem ufanismos ou xenofobias. Grande abraço.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo com o Vovozao. Fato. Grande abraço.

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

É a nossa latinidade, somos corruptos por natureza, somos bons somente em passar nossos conterraneos pra trás, pagamos uma beirada para o instalador de canais de TV, furamos as filas diversas, fugimos de acidente pra não pagar o prejuízo, fraudamos benefícios … Esotu indignado com isso, foos ultrapassados por todos por esses motivos que falei, como pode um país desse tão grande e tão rico (em 89 já eramos a oitava potencia, chegamos ao sexto maior PIB lá por 2009) nunca ter conseguido sucesso no programa espacial (ICBM), nunca construímos um caça A Índia tem um programa espacial completo, ICBMs… Read more »

sergio ribamar ferreira
Visitante

Com o devido respeito, discordo sr. Space Jockey que somos corruptos por natureza devido a nossa latinidade. O sr. não é, eu também não e acredito que todos neste site também não. somos conscientes, pagamos nossos impostos e não recebemos de volta o que é de nós direito: boa saúde, educação e segurança. São nossas políticas passadistas, estatizantes e por mero conceito histórico de manter castas e preservá-las a todo custo por esses antigos e atuais fidalgos(filhos de algo) que mantém nosso povo miserável intelectualmente, piorando a cada geração. Observe a mídia: quem são; os poderes constituídos e sua perpetuação… Read more »

Renan
Visitante
Renan

Com 211 milhões gastos anualmente pela marinha do Brasil para financiar casas para marinheiros poderia gastar fazendo navios de guerra, ou comprando oportunidades.
Dinheiro para benefícios e previlégios não falta, para investimento não temos.
E que se promova mais patentes e que abram mais vagas nós colégios militares para mais militares de carreira.
A maior marinha de terra do mundo.

Parabéns aos japoneses com certeza lá tem ADMINISTRAÇÃO.

Augusto Mota
Visitante
Augusto Mota

Rapaz, é exatamente isso, para privilégios e benesses tem dinheiro a rodo, o Brasil é impressionante nesse quesito. Criam estatais, cargos comissionados, um monte de gente para produzir documentos que não servem para nada, gastam milhões com folha de pagamento, a gente tinha que ter prioridades, se gastassem em navios a MB teria a melhor marinha do hemisfério sul, hoje infelizmente é uma guarda costeira bem safada.

Jadson Cabral
Visitante
Jadson Cabral

Pessoal é despesa obrigatória. No momento em que se contrata o funcionário público o salário tem que ser garantido, não importa se há dinheiro ou não. E quando não há, o dinheiro sai de outro lugar, como do setor de aquisição e manutenção dos meios da frota.
Problema é que mesmo sabendo disso eles continuam preferindo não diminuir o efetivo.

Renan
Visitante
Renan

Não me referi a salário
Salário ok
O problema é as centenas de benefícios que não deveria a nunca existir.
E alguns que eram temporários continua até hoje sem motivo

Bosco
Visitante
Bosco

A lei 8112 tem 75 artigos dedicados a descrever os direitos do servidor público federal e apenas um (1) artigo relativo aos deveres.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Boa noite. Posso dizer com certeza que o funcionário público, na sua maioria não tem salário que não chega a cinco mil reais em fim de carreira. Isso em Estados e Municípios. sem benefícios e com precariedade. sou servidor público a 31 anos e já avisei que não irei me aposentar sim continuarei trabalhando. Meus irmãos não são funcionários e também não vão se aposentar. Somos filhos e netos: descendentes de nordestinos, italianos, sírios. Meus tios morreram trabalhando e seguimos os passos. Sou servidor e a palavra diz claramente: aquele que serve e sirvo a população que me paga através… Read more »

Luís Henrique
Visitante

Sergio, aposto que os dois prefeitos das duas administrações que você teve problema, estão ricos e SOLTOS.
Por isso o Brasil está nessa M…. e é muito difícil de arrumar.
Não acontece nada. Na minha cidade tem ex-prefeito respondendo por milhões de reais há mais de 20 anos e nunca foi preso. Parece que agora fez um acordo dizendo que vai pagar, e liberaram ele para concorrer de novo.
Ou seja, bem provável que ganhe a eleição novamente, e pague o acordo com o dinheiro do povo.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Não deixa,sr. Luís Henrique de ter razão. Um já morreu o segundo nunca mais se elegeu. Tenho quase sessenta anos e vou continuar trabalhando.Bom para mim. Infelizmente a maioria do povo gosta de carnaval, festas e bagunça. Grande abraço

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

Quanto mais militares de carreira mais custo, a tendencia é ter mais temporários e bem formados.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Sr. Space , creio que uma proporção de 40% efetivo e 60% temporário de bom tamanho. Isso não realizando concurso para as Forças durante cinco a sete anos ou dez. Rever os cursos de prioridade. Para que ter sargento barbeiro ou músico… ou taifeiros em demasia? Precisamos de combatentes, principalmente na engenharia, artilharia, comunicações… Mecânica ,material bélico. Em campo diuturnamente. Para que tanto oficial de gabinete? Na aposentadoria passar para INSS. Guardem dinheiro na ativa. Invistam em aposentadoria privada. sessenta anos para todos . Para comando: de tenente- coronel a general, setenta anos. Vendam os imóveis que não servem como… Read more »

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo com o sr. Renan. Administração. Boa gestão. saber usar o dinheiro público. parabéns.

REQUENA
Visitante
REQUENA

“211 milhões gastos anualmente pela marinha do Brasil para financiar casas para marinheiros poderia gastar fazendo navios de guerra, ou comprando oportunidades.
Dinheiro para benefícios e privilégios não falta, para investimento não temos”.

Essa poderia ser uma medida fácil de ser implementada.
Basta vontade e coragem.
Se cortassem esse valor pela metade, em 10 anos já se tem mais de 1 bilhão de reais para investir em novos meios.

Sincero Brasileiro da Silva
Visitante
Sincero Brasileiro da Silva

Este meninão ai sozinho destruiria todas as corvetas, fragatas e submarinos da marinha do Brasil! Que máquina!!!

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

as fragatas sim, os Subs aí é difícil

Taso
Visitante
Taso

o mais difícil é botar os subs no mar, com 2 indo para a reserva, os novos ainda em construção… operacional mesmo vamos ter 1 com sorte apto a navegar enquanto os demais provavelmente estarão em manutenção.

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

É que vc não contou que todos os subs seriam afundados no porto!

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

deus tá vendo essa maldade no seu coração Carlos

Bosco
Visitante
Bosco

Sei que os senhores estão brincando mas só pra entrar no espírito da brincadeira, a capacidade da classe Maya de atacar navios e submarinos atracados nas bases é interessante e não compartilhada por nenhuma outra classe japonesa. Os japoneses não adotam o Tomahawk ou equivalente e os que operam o Harpoon não operam a versão Block II (guiada por GPS) e o mesmo acerca dos que operam o Type 90 que também não tem GPS. Ou seja, a rigor esse é o primeiro navio de guerra japonês com capacidade de ataque OTH a alvos em terra e isso por conta… Read more »

Marcelo Baptista
Visitante
Marcelo Baptista

Bom dia Bosco, acabou de passar uma ideia na minha cabeça. Já existem estudos no uso de AI para aquisição de alvo?

Bosco
Visitante
Bosco

Marcelo,
Você se referi a inteligência artificial?
Se for, sim. Há vários mísseis que são completamente autônomos , com capacidade de aquisição automática de alvos. Eles têm uma “biblioteca” de alvos válidos e podem achar seus alvos por conta própria.
Os mais “burrinhos” são capazes de adquirir alvos fixos baseados na sua imagem térmica ou visual. Ex: Tomahawk, JASSM, Storm Shadow, JSOW-C, etc.
Os mais espertos são capazes de adquirir alvos móveis de forma autônoma: SDB 2 (StormBreaker) , Brimstone, Longbow, AARGM, JAGM, LRASM, Tomahawk Block IV MST, JSOW-C1, etc.

Bosco
Visitante
Bosco

referi = refere

100nick-Elã
Visitante
100nick-Elã

E a maioria deles, tanto os burrinhos quanto os inteligentes, bate no “Firewall” do Sistema anti-mísseis de origem russa.

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Uma cópia licenciada perfeita dos mais novos Arleigh Burkes porém, com linhas mais acabadas, mais definidas e limpas o que é uma tradição da indústria japonesa. São destróyers muito bonitos dotados de muita tecnologia e armamentos sem falar do mais novo super sistema de gerenciamento de combate em rede AEGIS.

Igor Rodrigues
Visitante
Igor Rodrigues

Um desses para o Brasil seria interessante? Quanto custaria a unidade, ou melhor, cinco desses?

julio
Visitante

A modelo americano usado como base pra esse, custa em média 1,8 bilhão de dólares, esse sendo maior deve custar mais.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

esse custou 1,5 bi pelo que li, o Japão já ofereceu ao Brasil com financiamento longo, quem sabe nos próximos anos após as reformas, com dinheiro em caixa compramos essa lindeza, melhor que comprar dos franceses, pra mim eles são persona non grata.

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Depois deste papo da Amazônia quero mais que qualquer coisa francesa fique bem longe, faço meu minúsculo é insignificante boicote sem expectativa de mudar o mundo mas eu faço!

Dalton
Visitante
Dalton

O deslocamento de 8200 toneladas é o standard, totalmente carregados superam as 10000 toneladas sendo maiores que um “Arleigh Burke IIA” e assim deve ser já que
servem também como navios de comando, embarcando pessoal e equipamento extra
coisa que na US Navy esse papel pode ser melhor desempenhado pelos “Ticonderogas”.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Arquitetos navais garantem que o casco dos Burke não comporta mais alterações de design, por exemplo, acrescentar capacidades de comando equivalentes às dos Ticonderoga (cujo casco, herdado de outra classe, sempre foi mal visto por ter calado excessivo, em que se pese o uso de alumínio na superestrutura massiva). Se não houver um novo design substituto pros CGs, talvez algo do design do contratorpedeiro nipônico possa servir como solução de compromisso adaptando funções de flagship ao casco de novos DDGs …

Dalton
Visitante
Dalton

Pelo que entendo Alex, o navio japonês, ou derivado, nem mesmo está sendo considerado pela US Navy pois ele teria que ser maior do que já é para acomodar o “SPY-6” que será adotado no Arleigh Burke III que já será maior que o “Arleigh Burke IIA e ainda oferecer a função de “comando”.
.
Quanto aos Arleigh Burles IIA o que se pretende fazer é substituir o “SPY-1” por uma versão mais leve do “SPY-6”.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Apenas especulei sobre o uso de algo do design dos Maya pros Burkes III. Ainda tenho isso atravessado no córtex: pra quê capacidade flagship (essencialmente, capacidade de comandar um grupo de ação de superfície) numa marinha sob égide de letalidade distribuída, CEC, operações centradas em rede… Ao que parece, mesmo reduzindo à metade o número de elementos no SPY-6 (digamos, grosseiramente, três duzias contra cinco ou seis), ainda assim se pode rastrear objetos com metade do tamanho e no dobro do alcance em relação aos objetos captaveis pelo SPY-1. Um aumento notável…

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

A informação é distribuída é integrada mas as capacidade de decisão tem que seguir a lógica militar, tem que ter um QG.

Juscelino S. Noronha.
Visitante
Juscelino S. Noronha.

O nosso Brasil não tem poder de dissuasão nenhum, a não ser na selva e olhe lá. Fico impressionado com alguns comentários que dizem que o nosso Brasil não precisa de tais belonaves tão sofisticadas e não prestam a mínima atenção para o cenário geopolítico atual e o interesse mundial pelas riquezas amazônicas. Será que não percebem que um dia mais cedo ou mais tarde vão querer ferir a nossa soberania nacional? Daí o motivo de o Brasil ter poder de dissuasão independente de aliados. Tem que equipar as 3 forças com os melhores equipamentos possíveis. Dinheiro daqui a 3… Read more »

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Têm comentaristas em cujas cabeças não entra a compreensão de que as ameaças são mundiais e não regionais.
Ou são agentes a serviço de inimigos. A quem interessa mentiras eternas e insistentes espalhadas na rede?

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo com o sr. Farroupilha. Abraços a todo povo do sul e felicidades para o Sr. e família.

Dalton
Visitante
Dalton

Com certeza eu e outros que pensam que um navio similar não é necessário por aqui não somos “agentes a serviço de inimigos”, apenas norteamos nossos comentários no que a própria marinha brasileira pensa ser o ideal dentro do grau de percepção de ameaça e orçamento futuro e não é um navio que desloque mais de 10.000 toneladas quando pronto para combate armado com uma centena de mísseis caríssimos incluindo defesa contra mísseis balísticos o ideal para substituir as atuais fragatas. . Quando o país começar a crescer de forma sustentável, coisa que até hoje do alto dos meus mais… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Mestre, O desemprego na Europa segue alto. Muito alto na Espanha e na Itália. Eles têm problemas com imigrantes. Com corrupção. Foi lá que o mundo começou. Comparar não é justo. Deveríamos comparar com chineses. Começamos a redemocratização no mesmo período. Anos 1980/1990. Quarenta anos. O que os chineses que dividiam uma calça para o chefe da família e seus 4 filhos fizeram para tornarem-se o que são? 40 anos. Chineses dão emprego a 2/3 da população. Nós damos emprego à metade. Dos 100 milhões que trabalham 15% estão inativos. Sem pensão. Nunca teremos saúde, educação, infraestrutura, segurança, comparados a… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Esteves…
.
o Brasil tem um potencial que muitos países não tem, não é ufanismo da minha parte e não estou sonhando com perfeição em
educação, saúde, etc, muito menos que a corrupção seja extinta
daí ter escrito “níveis aceitáveis” para só então se pensar seriamente em investir em forças armadas e mesmo assim, um navio como o “Maya” não cabe e essa não é a opinião de um “João ninguém” como eu e sim da marinha brasileira.
.
abs

Esteves
Visitante
Esteves

Sim Mestre,

Um navio como o Maya caberia. O que não cabe é uma Marinha como a do Japão.
Não é por conta de ter um navio que seríamos reconhecidos ou eleitos.

Mas se vamos esperar chegar a níveis aceitáveis de corrupção e educação para construir uma Marinha é melhor desistir.

Vide Italia. Vide Russia. Vide Turquia.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Foi um erro temos parado, devemos isso ao Collor.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo como Sr. Juscelino. Grande abraço. precisamos do bom e do melhor. Em tudo. Engenharia reversa em alguns casos. reitero saudações. PS: Infelizmente, sempre dizem que há contingenciamento de gastos. Somos como tartaruga em beira de rio e onça só na espreita esperando par dar o bote.

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Prezado S. R. F.
É muito triste constatarmos que na mente de muitos brasileiros nosso Brasil deve se contentar em estar sempre por baixo das nações mais desenvolvidas.
E é o cúmulo, num site de Defesa, não haver consenso de que nosso país (um dos maiores do mundo) deve ter capacidade de se defender de quem quer que se meta a nos agredir ou ameaçar belicamente. E que é inaceitável sequer termos condições de contra-atacar países europeus que são menores que alguns de nossos estados.
Que Deus sempre abençoe com saúde e felicidade vc e seus familiares!

Esteves
Visitante
Esteves

Saúde pública no Reino Unido. Um dia seremos como eles?
Educação na Franca? Austeridade na Alemanha?

Calma lá. Se no período anterior à Constituição de 1988 fazíamos as coisas diferentes isso foi lá. Hoje é diferente. Certo ou errado está na lei que fizemos.

Esse navio japonês custou a eles 1.7 bilhões de dólares. Custou. Se fosse vendido a outro país seria por 2. 2 bilhões de dólares somente para encostar o moço no porto.

Para usar custaria 50 milhões de dólares ao ano.

Não precisamos atacar ninguém. O que nos falta não se encontra em sites de Defesa.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo plenamente com o Sr. farroupilha. Deus o abençoe e família. Reitero saudações.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Estou enganado ou é uma versão do Arley Bucker ?
Engraçado que para o Japão os americanos vendem o SWIX mas para o Brasil é vetado.
Grandes “parceiros” nossos “mui amigos” americanos.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Boa noite. Sr. Foxtrot. O governo brasileiro poderia fazer uma proposta ao governo americano de se construírem duas fragatas OHP lá, e duas aqui. Mais um bom financiamento. Com todo o recheio. Do jeito que está, em dois anos temos as duas americanas. esse governo parece que tem receio. Se não quiserem construam na Coreia do sul, China, de governo para governo. Evitar e se afastar da Europa. Expandir o agronegócio com a Índia e outros países asiáticos numa maior proporção. O México também devemos expandir negócios. aumentar exportações com a China. tudo se conversa, tudo se negocia. Começar a… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Penso que o Congresso Americano não aprovaria. Vender navios de combate à Israel é uma coisa. Nós outros aqui embaixo somos outra. Coreanos não apresentaram proposta para a Tamandaré. Chineses também não. Indianos sim. Por que a ThyssenKrupp venceu? Porque alemão faz navio bom. Porque tem a necessidade dos IKL. Porque é provável que a proposta tenha sido muito boa. Difícil um estaleiro entrante da Ucrânia, da Índia, da Coréia, Turcos, entrarem nos mercados atendidos por estaleiros europeus. Além do que..comprar navio montado pela ThyssenKrupp Marines…só de pronunciar já dá vontade de assinar o contrato. Chique. É a mesma história… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

O brasileiro tem mania de ver a “longa manus” dos EUA em tudo quanto existe e não raro vem com um papo vitimista de que somos embargados mas fato é que os americanos nunca nos impediu de adquirir nenhum tipo de armamento. Basta apresentarmos a “la plata” Se não o fizemos é porque não quisemos… não achamos ser prioridade … não temos dinheiro para investir em equipamento militar em estado da arte… não nos interessamos por isso… Esse negócio de culpar os americanos por tudo é ou ingenuidade ou má fé pura e simples. São pouquíssimas armas que em tese… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Pois é.

Na vida há quem tem. E quem não tem não existe.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo com o Sr. Bosco. Deus o abençoe e família. Grande abraço.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Sério mesmo caro Bosco ? Se esqueceu da antena do MAR-01? Giroscópios para o VLS, super computadores pós ditadura militar, Palanx para os AMX,s nacionais etc etc etc. A única coisa que concordo com você é que nunca tivemos vontade realmente, pois possuímos uma imensa capacidade fabril, criativa e financeira. Mas a safadeza e descomunal, o famoso jeitinho brasileiro só nos tem levado a condições degradantes da ética humana. O brasileiro tem que ser mais “esperto ” do que os outros, e de tão esperto que se torna bobo. Vide exemplo Gripen. Avião que até hoje não recebemos e quando… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Foxtrot,
Você é especialmente culto a respeito de tecnologia militar. Achar que os EUA nos fornece torpedos Mk-48 Mod 6 e nós “embarga” uma “metralhadora” de 20 mm, chega a ser hilário.
Quanto àquele vídeo de um coronel da FAB que tem no Youtube a respeito dos “embargos” americanos aos projetos de mísseis brasileiros eu me recuso a tecer comentários tendo em vista a mediocridade do vídeo que nos mostra como um país de “gersons” querendo se dar bem em cima dos americanos.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Bom dia sr Sérgio. É o que sempre digo. Poderíamos buscar parcerias aqui mesmo no continente, os Peruanos, Chilenos, Mexicanos, Colombianos possuem e estão expandindo suas indústrias navais. Poderíamos nos associar a eles, aproveitar as capacidades de construção naval desses países e construir as CCT,s lá. Deixando para integrar sistemas de armas e sensores no AMRJ. O mesmo serve para os BRIC,s, e demais países fora do eixo Europa ocidental, Estados unidos. Mas temos no governo um Dloide, uma sociedade marxistofóbicas, racistas e separatista. Temos que viver lambendo botas de europeus e norte americanos como bons vira latas que somos.… Read more »

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

E nossas FAA,s são geridas por pessoal desatualizado e ultra internacionalizado. Veja o exemplo CCT,s. Porquê se gastou tanta grana realizando testes nacionais e internacionais no casco do projeto. Refinaram o projeto com construtor internacional para comprarem uma Meko-100 modificada. Agora mesmo o EB mesmo após ameças de invasão europeia na Amazônia irá comprar os LMV,s. É muita burrice para uma administração só. Temos capacidades de construção local, basta para isso deixarem de lado as figurinhas marcadas e levarem a sério as coisas. Se tivessem dado o projeto CCT a capacidade fabril chinesa, com o mesmo valor compraríamos mais de… Read more »

Theo Gatos
Visitante
Theo Gatos

Pergunta de ignorante… COGLAG como no texto não seria “Combined Gas turbine-eLectric And Gas turbine” sendo assim não seria diesel como dito no texto na parte “combinado de propulsão a diesel e gás“ que se pareceria mais com o CODLAG?
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Sempre me confundo com essas siglas, sorry, mas a descrição do texto pareceu diferente da sigla utilizada…
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Sds

Bosco
Visitante
Bosco

Theo, O texto está mesmo um pouco confuso, o certo para a combinação turbina a gás/diesel é CODOG ou CODAG. E CODLAG para a combinação diesel/elétrico mais turbina. COGLAD, como no texto, seria combinação (CO) turbina a gás (G) com motor elétrico (L) junto (and) com diesel (D) , o que é muito estranho. Eu nunca tinha ouvido falar. Dá a entender que a turbina faz o motor elétrico funcionar e opera junto com um motor diesel conectado ao eixo. Geralmente ocorre o contrário, o motor diesel faz o motor elétrico funcionar e para maiores velocidades se aciona uma turbina… Read more »

Theo Gatos
Visitante
Theo Gatos

Obrigado pelo esclarecimento Bosco! Eu sempre confundo as siglas e funções! Será que nesse caso uma turbina aciona os motores elétricos e outra pode ser conectada para movimentar o eixo?? Vou pesquisar um pouco mais… valeu!!!
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Sds

Theo Gatos
Visitante
Theo Gatos

Não sei se ajuda muito, mas esse link não fala de diesel… Mas não sei se é confiável…
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“The Maya-class destroyers are powered by a combined gas turbine-electric and gas turbine (COGLAG) propulsion system, comprising two GE Marine Solutions’ LM2500 aero-derivative marine gas turbines, two propulsion motors and two two-axis variable pitch propellers.”
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https://www.naval-technology.com/projects/maya-class-guided-missile-destroyers/
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Abs

Theo Gatos
Visitante
Theo Gatos

Procurando um pouco mais esse outro link também que pode interessar por descrever melhor o processo…
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http://web.mit.edu/2n/Abst-ExecSum/2009/Conversion/DDG51%20COGLAG.pdf
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Abs!

Bosco
Visitante
Bosco

Eu não sei se mudaram no texto ou se eu vi errado, mas eu citei “COGLAD”. Se não mudaram foi erro meu com as letrinhas. COGLAD não existe. Já o que está no texto é COCLAG, aí sim existe, como você mesmo constatou. Nesse caso usam só turbina a gás sendo que são usadas tanto para motores elétricos em transito normal e com turbinas ligada diretas ao eixo dos hélices quando se quer maior velocidade. Eu acho que fiz confusão vendo o tal do COGLAD onde não tinha. Só pra deixar claro a quem interessar, as combinações são essas: CODOG:… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Precisar? Custo para fabricar/montar: 1.7 bilhões de dólares ou 4 NCT Manter? 1 × 5 inch (127mm/L62) Mk-45 Mod 4 naval gun in a stealth-shaped mount. (Made by Japan Steel Works licensed: ToT 2 × missile canister up to 8 Type 17 2 × 20 mm Phalanx CIWS 2 × Type 68 triple torpedo tubes (6 × Mk-46 or Type 73 torpedoes) 96-cell Mk-41 VLS: (64 at the bow / 32 cells at the stern aft) for a mix of: SM-2MR Standard SM-3 Anti-Ballistic Missile SM-6 Standard Missile Type 07 VL-ASROC Aircraft carried: 1 × SH-60K helicóptero Mais tripulação. Mais… Read more »

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

A Classe Maya eé linda, os Subs do Japão são lindos, o Type 10 MBT é lindo, Japão tem feito armas lindas, pra mim esse navio é mais bonito que as FREMM, seria um ótimo concorrente para reabertura do ProSuper, quando puder ser reaberto, esse nevio além de lindo é muito bem armado.

Bardini
Visitante
Bardini

Maya concorrente pro PROSUPER, hahahhahahha….
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Pessoal tá iludido além da conta. Vai ser triste quando vocês acordarem pra realidade.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

Bardini a realidade é ruim agora, por isso coloquei com uma hipótese.

Esteves
Visitante
Esteves

Uma hipótese de 2 bilhões de dólares. Cada uma.

DOUGLAS TARGINO
Visitante
DOUGLAS TARGINO

Se o Brasil levasse sua defesa a sério, hoje ela deveria ter 12 navios como este, 8 como estamos construindo agora e pelo menos 12 submarinos!

Otto Lima
Visitante

Um navio moderno, muito bem armado e equipado, bonito e elegante. Feito para negar as pretensões chinesas e russas na região.

Luís Henrique
Visitante

Navio proibitivo para o orçamento brasileiro. Lá eles precisam de navios para destruir mísseis balísticos por causa das ameaças da Coreia do Norte e China. Aqui não temos essas ameaças. Claro que seria bom termos navios assim, mas Primeiro temos que ter o arroz com feijão. O Japão para tentar manter um número não tão atrás da China em navios de combate, está desenvolvendo uma Fragata relativamente barata, para ser adquirida 2 por ano. A 30DX. A previsão é que custe U$ 470 milhões cada. E deslocar totalmente carregada 5.500 toneladas. Com 16 células Mk41. O Japão vai construir 22… Read more »

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

essa 30DX é mais possível de o brasil comprar, seria muito interessante.

Esteves
Visitante
Esteves

500 milhões de dólares é o custo para a Marinha do Japão. É quanto a mídia estima que os estaleiros japoneses devem receber pela fragata.

Vender ao ocidente…financiar…riscos…garantias…não receber…renegociar…não seria barato.

Talvez mais caras que as Meko.

Binho
Visitante
Binho

“lançar” palavra que não escuto pelas bandas daqui a tempos

Mas os japs são foda pra construírem navios, que baita tradição