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Quando o Brasil quase comprou jatos Harrier para o porta-aviões Minas Gerais

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O Harrier pousando verticalmente a bordo do NAeL Minas Gerais
O Harrier pousando verticalmente a bordo do NAeL Minas Gerais, em 1973

Nos anos 1970, os ingleses tentaram vender o revolucionário jato V/STOL Hawker Siddeley Harrier e depois a versão mais desenvolvida British Aerospace Sea Harrier ao Brasil.

Na primeira etapa, um jato Hawker Siddeley Harrier Mk 52 V/STOL foi demonstrado no Brasil em 1973, quando ainda não era famoso e muitos ainda não acreditavam no potencial do avião.

Além da apresentação na Base Aérea de Santa Cruz para a FAB, o Harrier também foi testado a bordo do Navio-Aeródromo Ligeiro Minas Gerais.

Naquela época o avião agradou à Marinha, mas ela não podia operar aeronaves de asa-fixa devido ao decreto do presidente Castelo Branco de 1965.

No final da década de 70, a British Aerospace voltou a fazer divulgação do avião no Brasil, desta vez em uma campanha de publicidade em edições da Revista Marítima Brasileira (RMB), lida por boa parcela da oficialidade da Marinha do Brasil.

Os anúncios continham erros de português e eram mal redigidos, pareciam ter sido feitos às pressas, sem a devida revisão.

Alguns dos anúncios podem ser vistos abaixo (clique nas imagens para ampliar).

Segundo informações da época, a Marinha desejava adquirir pelos menos 12 aviões, mas a compra acabou sendo vetada pela Força Aérea Brasileira.

Pouco tempo depois, em 1982, os Sea Harriers operados pela Royal Navy derrotaram os caças supersônicos Mirage e Dagger da Força Aérea Argentina na Guerra das Malvinas, no Atlântico Sul.

Os Sea Harriers da Royal Navy operaram a partir dos porta-aviões HMS Invincible e HMS Hermes e desempenharam o papel principal de defesa aérea, com um papel secundário de ataque ao solo; os Harriers GR3 da RAF forneceram a principal força de ataque ao solo. Um total de 28 Sea Harriers e 14 Harrier GR3s foram desdobrados no teatro.

Os esquadrões de Sea Harrier abateram 20 aeronaves argentinas em combate ar-ar sem perdas ar-ar, embora dois Sea Harriers tenham sido perdidos por fogo terrestre e quatro por acidentes. Do total de perdas aéreas argentinas, 28% foram abatidas por Harriers. Um Sea Harrier, pilotado pelo tenente da RAF David Morgan, abateu dois Skyhawks em um único combate.

Vários fatores contribuíram para o fracasso dos caças argentinos no combate com o Sea Harrier. Embora os jatos Mirage III e Dagger fossem mais rápidos, o Sea Harrier era consideravelmente mais manobrável. Além disso, o jato V/STOL empregou os mais recentes mísseis AIM-9L Sidewinder e o radar multimodo Blue Fox.

Harrier pousado a bordo do NAeL Minas Gerais
Porta-aviões britânico HMS Hermes operando com jatos Sea Harrier e helicópteros Sea King

VITÓRIAS DOS SEA HARRIERS NAS MALVINAS

Data Alvo Piloto Aeronave Unidade
1 Maio, 1982 Mirage IIIEA Barton (RAF) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
1 Maio, 1982 Mirage IIIEA Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
1 Maio, 1982 Dagger A Penfold (RAF) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
1 Maio, 1982 Canberra B.62 Curtiss (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 Maio, 1982 A-4C Blissett (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
21 Maio, 1982 A-4C Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
21 Maio, 1982 Dagger A Frederiksen (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
21 Maio, 1982 Dagger A Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 Maio, 1982 Dagger A Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 Maio, 1982 Dagger A Ward (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 Maio, 1982 A-4Q Morell (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
23 Maio, 1982 Dagger A Hale (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
24 Maio, 1982 Dagger A Auld (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
24 Maio, 1982 Dagger A Auld (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
24 Maio, 1982 Dagger A D. Smith (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
1 Jun, 1982 C-130E Ward (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
8 Jun, 1982 A-4B Morgan (RAF) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
8 Jun, 1982 A-4B Morgan (RAF) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
8 Jun, 1982 A-4B D. Smith (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn

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Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Se não fosse a picuinha da FAB com aeronaves de asas fixas e tivessem deixado comprar teríamos evitado a compra desastrada do A-4 Skywank do Kuwait, gastado mais dinheiro ainda para restaurar os mesmos para voar… Enfim… Tudo nesse país sempre se resumiu e ainda se resume (É só prestar atenção no atual governo federal) em quanto possa lucrar com isso. Se tivessemos os Harrier poderia hoje estar operando no Atlântico. Como falta visão estratégica que se sobreponha à interesse mesquinhos financeiros.

Camargoer
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Camargoer

Caro Luiz. O problema é mais complexo do que picuinha. A ausência de uma coordenação de aquisições tira o poder de barganha de compras das forças armadas. Isso afeta o modo como o orçamento é aplicado a curto prazo, contudo a longo prazo, as consequências são impossíveis de serem previstas. Parece muito difícil fazer planos estratégicos de longo prazo (de 30 a 50 anos). Contudo, acho que já seria possível incluir novas condicionantes de longo prazo no planejamento de longo prazo nas forças armadas.

Diego
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Diego

Falta entrosamento, ministério da defesa é só papel.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Diego. O MinDef brasileiro foi instituído por FHC mas foi bem difícil subordinar os comandantes militares aí ministro da defesa. Em um.momwnto foi necessário indicar o vice residente para o ministério. O ministério já tem uns 20 anos e muitas coisas avançaram. Creio que até a negociação do orçamento com o congresso foi facilitado. Acho que foi um erro indicar um general como ministro da defesa. O cargo e essencialmente político, inclusive para articular com o congresso e com outros ministros. A competência técnica e feita no nível dos comandantes.

Joao Moita Jr
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Em um país aonde o judiciário, executivo e legislativo levam a quase totalidade dos recursos em uma corrida desenfreada de roubo, ministério da defesa pra que??? Seria um milagre de sobrasse para ter papel higiênico. Se eu fosse lá, levaria um rolinho comigo para não passar um aperto…

Camargoer
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Camargoer

Caro João. As forças armadas de qualquer país são parte do poder executivo. Os três poderes consomem 100% dos recursos disponíveis. A disputa por recursos ocorre dentro do parlamento durante a discussão e aprovação do orçamento. O orçamento federal em 2018 foi R$ 3,5 trilhões. O MinDef tem cerca de 50% do pessoal ativo no governo federal e tem orçamento da ordem de R$ 100 bilhões.

Sinceramente
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Sobre os três você tem toda razão Aí sobra pouco e pouco mesmo aí do orçamento para defesa ,80% e para pagar pensão de filha aposentadoria precose e salários Um orçamento maior que da Turquia Austrália Israel compare . Os quatro tem privilégios de primeiro mundo o executivo não entrega uma boa administração o judiciário não faz justiça e o legislativo não faz leis pra benefícios da população E a defesa não tem capacidade de dissuasão nenhuma mínima Más todos tem um bom plano de carreira e bons salários e pensões. Exemplo vergonhoso e da defesa 110mil filhas pensionistas e… Read more »

Camargoer
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Camargoer

Caro S. O gastos com defesa no Brasil estão dentro do orçamento do poder executivo. Portanto, independentes dos gastos do legislativo e do judiciário. As forças armadas têm o mesmo status administrativo dos outros ministérios.

Dilbert_SC
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Dilbert_SC

Caro Sinceramente. Parabéns pelo seu comentário.
Raramente eu vejo alguém aqui da trilogia colocando do dedo nessa ferida.

Fernando Vieira
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O Brasil nunca teve planejamento de longo prazo. Político no Brasil pensa apenas em quatro anos, quando ele sair do poder o problema é do outro. Quando chegamos o mais perto disso foram os 16 anos FHC / Lula onde o tucano havia arrumado a casa economicamente e o petista não bagunçou. Aí veio aquele planejamento para a defesa que muita gente aqui jocosamente chama de “putênfia” (e é divertido porque sempre que alguém escreve isso eu leio na voz do ex-pre(sidente)sidiário. No entanto, pensar o Brasil como potência não era e nem é errado. Naquela época o momento econômico… Read more »

Francisco Santos de Oliveira
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Toinnn???

Diego
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Diego

Não daria para operar no Atlântico, talvez em outro navio, não compensaria fazer as adaptações ou seria inviável, teríamos que ter um NAE de verdade. Como já foi dito, não veio por picuinha, isso tem muito, todo servidor público sabe que é assim, faltam compras padronizadas, olha só os fuzis padrão, só os helicópteros multi função comuns foram pra frente, observem como o ha Sabre destoa dos demais equipamentos, não estou desmerecendo a aeronave,mas ele certamente é um estranho no ninho e o EB quer algo muito diferente provavelmente a Marinha também e não adianta por a culpa no PT.

Ronaldo
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Ronaldo

Boa Noite Diego,só uma observação aqui ninguém está falando sobre política mas de uma compra que não deu certo do Harrier para o Brasil, obrigado e boa noite!!!

Diego
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Diego

Boa noite Ronaldo. Eu sei bem disso, mas a política é o cachorro e a guerra o rabo, a compra dos Sabre foi feita para compensar uma balança comercial e influenciada pela gestão do partido que eu falei, justamente por isso é uma aquisição bastante exótica nas nossas forças, e até onde eu saiba não é proibido falar sobre política aqui, principalmente por ter relação íntima com as compras militares e emprego dos militares de modo geral.

João Souza
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João Souza

Oxi…e desde quando compras militares não se conectam com a política? Só porque o cara citou o governo atual? Relaxa na vassalagem aí fio…

Cavalli
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Cavalli

Diego, compras em lotes comuns são para atividades comuns e não acredito que a Marinha com suas unidades de Aviação e Fuzileiros, tenham o mesmo emprego de armamentos que o Exército e a Aeronáutica. O que falta para a Marinha é foco. Isso mesmo, foco. Não adianta querer “abraçar o mundo” em projetos e não cuidar de sua praia (ontem li em outro canal que a Marinha vê 05 novas oportunidades para o cluster e mediocremente falasse em construção de meios de superfície). E está aí o recado com este ataque de petróleo no Nordeste. Se a Marinha em vez… Read more »

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Luiz trindade o teu comentário mostra que tens falta completa de informação !

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Falta de informação?!? Porque?!? Vc é um dos que defendem que os A-4 vieram em perfeitas condições de vôo? Porque critiquei a FAB que sempre achou que aeronaves de asas fixas era filho dela e que ninguém tascava a mão? Me diga ae se tiver coragem aonde esta minha falta de informação? Criticar sem dar argumentos é o mesmo que um garoto sendo o dono da bola faz quando não é escolhido para jogar!

Sinceramente
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97 bilhões o que pode ser feito em 10 anos ? Respota do cidadão patriota bem informado leitor do naval … Muito pela defesa e pela indústria de defesa nacional Resposta dos políticos vamos dar um aumento aos generais de 40 % ele merecem coitados não tem FGTS foram obrigados a ser militar e sempre reclama de não ter hora extra etc a mesma ladainha ! Resposta de militares de baixa patente dar este 97 bilhões em gratificação para todos menus os oficiais Resposta dos inativos merecemos paridade pois servimos por 30 anos sofridos e não e justo estar inativo… Read more »

Joao Moita Jr
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É o país do “quase”. O país quase levantou vôo, quase lançou satélite,quase teve Nae, quase teve Harriers, quase fabricou tanques de verdade em escala, quase teve liderança mundial, enfim…

Sinceramente
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Resumindo e o país do quase !

Marcos Cooper
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Marcos Cooper

o Atlântico não suporta operações com aviões! Até quando vão insistir nessa ideia?

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Não suporta,mas se for preparado,com certeza poderia receber um Harrier ou outra aeronave V-STOL… O navio Atlantic Conveyor da Cunard Steamship Company,serviu como transportador da aeronave no conflito. Conversão e Partida O pacote de modificação para o Atlantic Conveyor incluiu cobrir o porão do contêiner com placas de aço, instalar um sistema de reabastecimento no mar (RAS), criar um sistema de abrigos e lojas de equipamentos no convés usando contêineres ISO e instalar equipamentos de comunicação adicionais. Os contêineres no convés foram usados ​​para armazenar água fresca e oxigênio, acomodação para 100 funcionários dos três serviços e áreas de trabalho… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

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ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

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ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

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Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Sabe o que eu acho mais engraçado Adriano… É que você apresenta uma solução e vem gente vota negativo. Cara… Tem gente que se nega enxergar o óbvio mesmo quando esse tá na cara dele. Incrível! Por isso que nossas Forças Armadas estão do jeito que estão.

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Exatamente Luiz Trindade… Os EUA, Inglaterra e Alemanha, testaram no passado uma doutrina onde se previa o uso de navios mercantes adaptados ao emprego militar, para desembarque ou até operações aéreas VTOL. Testaram tanto com Harriers quanto Helicópteros, dimensionaram a logística necessária, bem como transporte de peças e suprimentos em containers no navio para que tivesse a operacionalidade desejada. Sou a favor do uso de tais navios militarizados,há um exemplo baseado no casco do navio container Fredericksborg,de bandeira de singapura. Dimensions : 147,70 x 25,82 x 7,20 m Dimensões: 147,70 x 25,82 x 7,20 m Lane length : 2.882, TEU… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
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carvalho2008
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carvalho2008

Este é o MV Global África que você mencionou, redesenhado com linhas mais sinuosas é um elevador lateral no lugar daquela rampa de ligação com porta guilhotina esquisita. Caberiam aí uns 6 helis H225M tranquilo. O principal é que muitos não compreendem que material de fuzileiro tem que ir em status de pronto emprego “sobre” o convés e não encaixotado abaixo dele até desembarcar Isto acrescenta força a uma frota em que os auxiliares podem atuar Se tem material anti aéreo lá no porão, epêntese de ir na verdade é lá no convés, se tem Mrls lá embaixo, ele tem… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Global África era seu antigo nome Carvalho…

carvalho2008
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carvalho2008

Sim, este navio foi construído em Niterói pelo estaleiro Mauá

Bastaria um elevador no lugar daquela rampa quebrava ao convés superior

Uns 23knots e compartimento para combustível de aviação e pronto, você já teria o Makassar Brasileiro

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Navios militarizados seriam uma opção conveniente a países que não são dotados de orçamentos gordos e generosos…

Navios como esse seriam um complemento,um reforço a esquadra principal.

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Esse seria baseado num casco de um transatlântico,Visão das versões civis convertidas em Porta Helicopteros e Nae Stobar. o Casco possui volume suficiente para operar de forma contínua, cerca de 12 Caças + 2 a 4 Helis (Versão Stobar) ou 16 Helis da categoria do EC-725. Peças e equipamentos de operação obedecem ao conceito de operações em pistas semi preparada, Scads, Arapaho, com a armazenagem em containers abaixo do Convés, inclusive alojamentos de tripulação militar extra. Um Container Ro-ro Ship possui grupos geradores de eletricidade suficiente para suporte as equipagens, considerando-se que é muito comum a transporte de containers refrigerados… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

todos estes, são baseados em Porta Container Ro-Ro Ship de dupla função, militar e mercante. A diferença para o Scads e Arapaho, bem como projetos atuais da Classe Point, é que ele é concebido desde o início para atender dois mercados, o militar e o mercante. Sendo a genetica militar a patrocinadora do mercante, ao contrario dos outros, que nasce mercante tentando adaptar para militar. A ideia é que a MB tenha pedidos de alavancagem ( qualquer modelo que seja) e poucas unidades. Utiliza para formar doutrina e complementar sua Frota de 1a. linha. As unidades puramente mercantes seriam destinadas… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Uma planta bem desenhada desde sua concepção, poderia ter 4 níveis de emprego: Nivel I : Basic Mercante ( Navio Mercante ) Nível II : Basic Mercante + Armamento Modular + Instalações Modulares ( Navios desta planta requisitados do meio civil para Desembarque, NapaOc, Fragata Auxiliar, Cruzador Auxiliar) Nível III : Basic Mercante + Armamento Modular + Instalações orgânicas ( Navios efetivos de 2a. Linha da MB, já construídos desde o inicio para NapaOc, NapaOCEscola, Fragata Auxiliar, Cruzador Auxiliar ) Nível IV : Basic Mercante + Armamento orgânico + Instalações orgânicas ( Navios efetivos da MB de 1a. linha, para… Read more »

MMerlin
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MMerlin

Só se for operar no Oceano Atlântico, porque no PHM Atlântico ele podem apenas ser transportados. A embarcação não suporta sua operação.

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Navio containers poderiam ser uma alternativa…

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ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Os ingleses sempre foram criativos e engenhosos para criar soluções para certas deficiências.

Poderíamos muito bem se quiséssemos,construir navios militarizados com o mesmo proposito…

Que poderia ser feito até mesmo em um estaleiro nacional(imagem meramente ilustrativa) sem precisarmos procurar parceiro.

Ou se não fosse possível um parceiro interno,um internacional.

Com algumas modificações no convés,uma inclusão de um elevador,até um navio de apoio logistico como esse Classe Brave da DCNS,poderia receber aeronaves V-STOL…

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carvalho2008
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carvalho2008

Rzrzrz Mestre Adriano, já vi uma tese destas!!! Corretíssimo!!

ADRIANO MADUREIRA
Visitante
ADRIANO MADUREIRA

Eu acho Carvalho2008 ,que se momentaneamente não temos condições de suprir a MB com NAe puro-sangue,poderíamos usar navios militarizados…

Estados unidos fizeram uso de navios civis,ingleses também e não há demérito algum,até o ex-HMS Ocean ,internamente é muito semelhante a um navio mercante, pois ele foi construído dentro dos padrões mercantes para baratear os custos.

comment image?w=270&h=179

ADRIANO MADUREIRA
Visitante
ADRIANO MADUREIRA

comment image?w=300&h=199

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Eu sei Mestre…o endereço e ensaios armazenados neste link são meus.

Sempre que surgem conceitos alternativos, armazeno lá para desenvolver ideias.

Esteves
Visitante
Esteves

Vocês estão combinados?

carvalho2008
Membro
Famed Member
carvalho2008

Não senhor Mestre Esteves,

Mas a lógica sempre atrai simpatizantes…rzrzrz

Esteves
Visitante
Esteves

Acho que comentei…

Valorar. Podia virar projeto. Pegar patrocinadores. Fazer maquetes. Modelos. Vender as patentes. Produzir…encomendar.

Operar e comparar com o passado atual onde tudo é impedido e impeditivo.

Pensar no novo. Fazer o que não se faz.

Inovar. E pegar o inimigo de surpresa.

ADRIANO MADUREIRA
Visitante
ADRIANO MADUREIRA

Huuuum… Legal Carvalho! Conceitos como esses,a principio como toda invenção ou conceito de algo, seja uma aeronave,navio ou meios terrestres,muitas vezes são aclamados,e outras levado ao descredito e até chacota. Mas todos aqueles esboços são interessantes,basta que apareça apenas uma empresa que transforme tal coisa em realidade. E transformada em realidade, e depois de mostrar capacidades que possam ser superiores ou não ao que se usa na atualidade,pode virar referencia ou não como arma. Mas vá saber oque o futuro nos aguarda,na história já vimos tantas invenções que foram sucesso ou viraram fracasso. O Sea shaddow pode ser um exemplo… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Mestres,

Navio Ro-Ro existe para rolar a carga para dentro e para fora. O navio atraca no porto. Os carros entram. O navio parte. O navio chega no porto de destino. A mesma carga que rolou para dentro, rola para fora. Do mesmo jeito. Sem intervenções.

Entra e sai.

Não tem operação de convés.

carvalho2008
Membro
Famed Member
carvalho2008

Tem rampa, como os exemplos da foto.

O Ex Global Africa tem aquela rampa ali alocada

https://www.navioseportos.com.br/site/images/gallery/global/global_africa_1994_edson_de_lima_lucas.jpg

O classe Point tambem.

O que fiz foi trocar a rampa por um elevador ate o conves superior

Esteves
Visitante
Esteves

Vi histórias de navios mercantes operando como navios de guerra. Porque precisavam de (1)quantidade e então reverteram os mercantes e porque era (2)outra arma. Como se corsários fossem disfarçaram-se como mercantes mas levavam torpedos e canhões. Mais rápido converter um mercante X montar navio de guerra. Mas teve que ser furtivo e rápido ou afundava primeiro. Quando vocês colocam esses F35 e esses helicópteros operando em navios com velocidade de 20 nós (menos no Atlântico) tenho a impressão que os navios estão sendo descritos como Ro-Ro de transporte e não como um navio que opera guerra Ro-Ro. Desembarque na Normandia.… Read more »

Sinceramente
Visitante

O bom que já faz um dim dim dinheiro pra pagar as pensões de filha kkkk
Tragédia total este país !
Sim uma boa solução em caso de guerra e o que tem no momento …

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Colegas. Acho importante notar como a inexistência de um comando integrado, a ausência das forças subordinadas a um único ministério e a descoordenação da compra de equipamentos afetam o presente e o curto prazo das forças armadas, mas também afetará a longo prazo de modo praticamente impossível de ser previsto. Acho que é hora de um passinho para trás antes de um grande avanço no planejamento das foras armadas brasileiras.

Esteves
Visitante
Esteves

Penso.

Que os resmungos dos atuais chefes e do GSI com FHC vem disso.

Subordinar-se a outro chefe? Pior…ser comandado por quem nunca foi?

O problema está mais em cima. Elegemos torneiros, datilógrafos, escoteiros…gente que não se preparou e não foi preparada para presidir.

Delegar é uma coisa. Despejar é outra.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Esteves; segundo os autores de “como as democracias morrem”, há uma correlação entre a inclusão/exclusão de grupos votantes com a democracia. Quanto mais excludente o colégio eleitoral, pior é a democracia. O mesmo ocorre para as candidaturas. O Brasil (e outras repúblicas) já tiveram presidentes eleitos (vamos ignorar os outros) que eram militares, acadêmicos, intelectuais, sindicalistas, aristocratas, empresários, supermilionários, etc. Fazendo uma leitura rápida, eu tenho dificuldade de encontrar uma correlação entre a “formação” e o “desempenho presidencial”. Por outro lado, parece haver uma correlação entre “escolaridade média da população” e “desigualdade social” com o “sucesso democrático”. Países que… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Corretíssimo.

EduardoSP
Visitante
EduardoSP

Camargoer, não conseguimos padronizar nem o modelo de fuzil padrão que dirá coisas mais complexas. Embora esse nível de descoordenação tenha muitos resultados negativos para a eficiência das forças armadas, deve ter efeitos positivos para os encarregados em mantê-la.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Eduardo. A ausência de uma coordenação de aquisição de material militar é um grande problema. Isso é bem diferente de padronizar os mesmos equipamentos para todas as forças (infantaria, fuzileiros, paraquedistas, comandos… eles têm necessidades em comum mas também particularidades).

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

Discordo! Conseguimos sim, compramos as Heli-Kombis para as 3 Forças Armadas, ninguém queria esse ABACAXI voador.

Continuamos com uma frota problemática com 50 unidades e pior: não devolvemos um produto defeituoso e vamos pagar essa conta eterna.

Idem as armas da Taurus. Lobby da Heli-Airbus-brás…

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro GVM. Talvez a coordenação de compras seja algo diferente do que seria a nacionalização de equipamentos.

Bruno Vinícius Campestrini
Visitante
Bruno Vinícius Campestrini

Tivessem sido comprados os Harrier talvez nunca tivéssemos comprado o desastroso Foch, mas sim o HMS Illustrious ou outro porta-aviões leve.

Diego
Visitante
Diego

Talvez tínhamos até construído um novo, espanhóis, italianos, britânicos e americanos operaram versões do Harrier, tem mais algum operador? Algum deles pretende operar por prazo maior que 10 anos? Pq aparentemente são substituídos pelo F35.

Fabio Marques
Visitante
Fabio Marques

India…

Jota Ká
Visitante
Jota Ká

Thai?

Dalton
Visitante
Dalton

Apenas EUA Itália e Espanha operam o AV-8B, os britânicos venderam todos os seus remanescentes para os EUA para serem usados como fontes de peças para os AV-8Bs dos fuzileiros navais..
.
Apenas os espanhóis planejam utilizar seus poucos AV-8Bs por 10 anos ou até mais e tanto a Índia como a Tailândia já aposentaram seus “Harriers”.

Dalton
Visitante
Dalton

Nenhum dos 3 NAes classe “Invincible” estava disponível para venda em 1998 quando começaram as tratativas para à aquisição do “Foch” que era realisticamente o único NAe disponível para venda.
.
O “Invincible” foi descomissionado somente em 2005 e foi colocado na reserva
para reativação em caso de necessidade, mas, depois de alguns poucos anos
passou a ser canibalizado para manter os outros 2 em serviço.

Bruno Vinícius Campestrini
Visitante
Bruno Vinícius Campestrini

Eu estava pensando na possibilidade de, com a perspectiva de operar o Invincible, a Marinha talvez decidisse esperar pelo seu descomissionamento, considerando que ele foi descomissionado apenas 4 anos após a chegada do Foch no Brasil me parece que o Minas Gerais poderia segurar o tranco por mais um tempo.

Dalton
Visitante
Dalton

Bruno…
.
não havia como prever em 1998 quando o “Invincible” seria descomissionado e esperar mais tempo inviabilizaria a compra do “Foch”
e é importante lembrar que os A-4s já haviam sido adquiridos então
não se poderia simplesmente joga-los fora.
.
O modelo de A-4 adquirido, do Kuwait sendo de última geração só poderia operar do “Minas Gerais” com bom tempo e com certas limitações, então fez todo o sentido adquirir o “Foch”, infelizmente, as
coisas não saíram como planejado, mas, na ocasião foi uma boa ideia.

Eduardo
Visitante
Eduardo

O Foch quando aqui chegou já tinha 40 anos(!) e foi extensamente utilizado. Não precisa ser gênio para saber que não iria longe!!

Que necessitaria muito em breve de extensa e cara manutenção. E que também não teríamos a expertise para tal, fato a se comprovar na manutenção ineficiente que sempre sofreu a nau e dos acidentes a bordo estando ancorado o navio!

Tanto é que, em 2005 se não me engano, já começaram os graves problemas e, de lá até o final de sua vida útil, praticamente não navegou.

Dalton
Visitante
Dalton

O “Foch” foi comissionado em 1963 e incorporado à marinha brasileira no momento de sua baixa da marinha francesa em novembro de 2000, com 37 anos e chegou ao Brasil em fevereiro de 2001, antes de completar 38 anos. . Conforme revistas da época que ainda tenho o plano da marinha era manter o “São Paulo” por um período de 15 anos ou pouco mais, quando se supunha, um NAe estaria sendo construído, então, apesar de se saber que uma revitalização seria necessária, iniciada em 2005, o “São Paulo” era um “tapa buracos” entre o “Minas Gerais” e um novo… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

“Os anúncios continham erros de português e eram mal redigidos, pareciam ter sido feitos às pressas, sem a devida revisão.”

Bom ver como somos vistos. E como foram simplórios. Fizeram anúncio de avião de guerra em uma revista porque era lida pelos oficiais brasileiros.

Deveriam ter feito os anúncios na Playboy. Todo mundo lia. Quero dizer…via.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

A China é mais profissional: faz propaganda encaixando vídeos no Pornhub.

Foxtrot
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Foxtrot

Uma grande aquisição foi o A-11 minas gerais.
Seria outra grande aquisição o Sea Herrier.
Ainda acho que havendo unidades disponíveis e em boas condições o Sea Herrier seria uma boa aquisição para a MB.

Esteves
Visitante
Esteves

Entrou em serviço no final dos anos 1970. As últimas unidades foram entregues na metade de 2000. Aposentado em 2006.

Quase 50 anos de história.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Concordo caro Esteves.
Porém no caso dos dois equipamentos não deixaram de ser excelentes em suas áreas.
No caso do Harrier, ainda daria um bom fôlego a aviação naval (principalmente porque não possuímos mais um NAe convencional).
Caso ainda hajam unidades em boas condições de operação.

Ian L
Visitante
Ian L

Hi Just read you comment about are there still Sea Harriers in good condition.The UK Royal Navy still has 14 operational aircraft but their engines are limited to prevent them from flying.These Sea Harriers are used by the Royal Navy school of flight deck operations at RNAS Culdrose to train deck handlers on aircraft movements on aircraft carrier decks.The air base has a full mock up deck of an Invincible class aircraft carrier flight deck.
Goggle or check You tube Royal Navy school of flight deck operations for further information.

Ian L

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

Fora dizer que ajudaria em muito em operações de cabeceira de praia dos fuzileiros navais…

MMerlin
Visitante
MMerlin

Alguns ainda estão presentes em embarcações da classe Wasp que, gradualmente, estão migrando para o F-35b.
Estas embarcações são de uma versatilidade sem tamanho. Não a toa na China é um dos segmentos de maior investimento.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Não há e não haverá unidades disponíveis.

Pedro Calmon
Visitante

A mentalidade das capitanias hereditarias continua forte ate hoje. De que adianta equipamento quando as instituicoes operam de maneira cartorial

Grozelha Vitaminada Milani
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Grozelha Vitaminada Milani

SE tivéssemos comprado já estariam a muito tempo desativados por falta de manutenção e algum ILUSTRÍSSIMO iria dizer pra fazer a modernização de 4 células na Embraer/Israel Aeroespacial. Não conseguimos gerenciar um avião menor e mais simples como os A4’s e vem me falar do Sea Harrier … que viajada loka. Num país que guardamos AMX’s e depois os encontramos todos podres??? Correm lá em Hollywood, Star Ward tá acabando agora em Dezembro e devem sobrar alguns X-wind e Tie-flights … se fizer um pacotão com o George Lucas arremata a Millenium Falcon ou um Cruzador Imperial. Num país onde… Read more »

Rogério Loureiro
Visitante
Rogério Loureiro

Essas matérias só servem para me deixar deprimido.

Eu não sabia disso. E gostaria de morrer um dia sem ter tido esse conhecimento.

Mais uma oportunidade de fazer a coisa certa e que não foi aproveitada.

carvalho2008
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Famed Member
carvalho2008

O Harrier teria encaixado perfeitamente no Mingão…. Lembrando que o mesmo quando foi desativado, tinha acabado de passar por reformas e estava bem conservado, exceto suas maquinas motoras que não conseguiam mais os 23 knots…estava na casa dos 18- 20 knots….mas as proprias catapultas foram revisadas…. Fosse o harrier adquirido, o Mingão teria sua vida esticada tal como foi o Hermes como Viraat nas mãos dos Indianos…. Seria curioso saber se haveria uma conversão ao estilo hermes arrancando a catapulta e os cabos de parada e colocando a skijump de 120 toneladas…. Ou se não converteriam nada e deixassem o… Read more »

carvalho2008
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Famed Member
carvalho2008

Ou o mais curioso….sera que existiria alguma forma de inprovisar enganche de cabresto na fuselagem do harrier para aproveitar as catapultas do Mingão se desejassem economizar e não construir uma ski jump..?

Dalton
Visitante
Dalton

Só lembrando Carvalho…o “Mingão” tinha apenas uma catapulta e não haveria como aproveita-la para o “Harrier” caso este tivesse sido adquirido.
.
Uma “rampa” não teria sido difícil de instalar como aliás ocorreu com o NAe
indiano similar ao “Mingão”, mas, isso teria tornado impossível a operação com os P-16 anti submarinos, enquanto os indianos abriram mão de operar com aeronaves anti submarinas de asa fixa como o “Alizé” por conta da “rampa”.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Mestre Dalton, Apenas relembrando que o P16 S2Tracker decolava do Mingao até sem catapulta, mesmo que aleguem que isto era vazio, tudo indica que é altamente provável que ele opere plenamente carregado com uma ski jump O curioso seria analisar os potenciais caminhos alternativos caso o Sea Harrier fosse adotado: A) Fab operaria embarcado a exemplo dos P16? Que consequências haveria na linha do tempo das forças? B) se a MB adquire o Harrier e opera com o Mingao, o Nae SP e A4 seriam comprados depois? Qual conta ficaria maior na linha de tempo? E a efetividade? C) quando… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Jamais saberemos com certeza Carvalho, porque nenhuma marinha fez decolar o “Tracker/P-16” de um NAe utilizando uma “rampa” e normalmente a catapulta era utilizada para lançar o P-16 do “A 11”. . Quanto a suas questões, na minha opinião… . A) a princípio a FAB também operaria os “Harriers”, talvez fosse possível embarcar no “Mingão” meia dúzia deles, de um total de 12, incluindo duas unidades para treinamento juntamente com meia dúzia de P-16s; . B) nada impediria que os A-4s acabassem sendo adquiridos como foram em 1997, por conta do preço atraente e por conta de que o número… Read more »

Celso
Visitante
Celso

Prezado dalton, lembre-se do ataque a Tóquio…. 1941…..decolaram b25 com bombas e sem catapulta de um PA….. Como não poderiam fazer isso com um p 16 tracker. ….raciocinem com logica….sds

carvalho2008
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Famed Member
carvalho2008

Mestre Celso, O receio do Dalton é legítimo. Nossa arguição é sobre a dúvida se ele conseguiria operar carregado com a ski jump. qualquer avião STOL tem grande possibilidades de decolar de um Nae, mas realmente depende do projeto. O B25 foi esvaziado de tudo para conseguir decolar, voou desarmado, sem canhões e varios equipamentos e ele era um avião de asa alta e grande envergadura…então depende…. A questão é se seria possivel funcionar em 100% de sua capacidade e 100% das vezes. Acredito que sim pois ele conseguia vazio ou pouca carga sequer precisar da catapulta. Conseguia correr o… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Celso. Esse ataque à Tokyo foi insignificante. Além disso, os aviões não tinham combustível para retornar (tem razão quem lembrar dos kamikazes). Acho que seria mais apropriado lembrar do bombardeio à Tokyo em 45, usando centenas de B29 que partiram de bases aéreas estruturadas e com longas pistas. O

Dalton
Visitante
Dalton

Celso…
.
a catapulta permitia aos P-16s decolar com carga máxima de combustível e armas, com tempo adverso e de um reduzido espaço, não comprometendo demais atividades no convés de voo como estacionamento e/ou reposicionamento de aeronaves, uso de elevadores, etc e permitia também que aeronaves pudessem ser lançadas mais rapidamente, ao invés de posicionar cada uma na extremidade do convés de voo para então iniciar a corrida até a parte dianteira.
.
sds

carvalho2008
Membro
Famed Member
carvalho2008

No todo eu concordo Mestre Dalton, a) Também acho que numa hipótese do Brasil ter adquirido o harrier, ele seria operado pela FAB e no mesmo regime do P-16. Neste contexto, esqueci do Hermes….se o Brasil realmente tivesse cedido a desejo, isto provavelmente seria pós 82, principalmente pela vitrine de propaganda britanica realizada na guerra. O Hermes foi vendido em 87 pelos britanicos aos Indianos e provavel nesta linha de tempo, fosse então este vindo ao Brasil ao contrario do São Paulo, desativando-se assim o Minas que sofreu um extenso PMM em 93. Talvez a reforma do A-11 neste PMM… Read more »

Cleber
Visitante
Cleber

Esses cacas nos serviriam ate hj ! Tem uma versao atualizada dele se nao me engano . Lamentavel compraram aquelas sucatas do Kuwait e estao pagando o preco ate hj pelas modernizacoes e acidentes q ocorrem . Triste !

Dalton
Visitante
Dalton

A primeira geração de “Harriers” que teria sido adquirida pelo Brasil não foi considerada muito segura, conforme as várias unidades perdidas pelas forças que os operaram e mesmo a segunda geração não se comparou favoravelmente a outros tipos de aeronaves quanto a segurança, então, se apenas 12 aeronaves tivessem sido adquiridas não apenas nenhuma estaria operacional como é bem possível que mortes tivessem ocorrido também. . Outras forças aéreas e marinhas adquiriram aeronaves substitutas e também modernizaram algumas unidades mais antigas como fizeram espanhóis e italianos que contam com um punhado deles ainda em serviço, mas, pelo histórico da marinha… Read more »

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Sem dúvida não é barato o conjunto Nae+aviões, mas também existe um ingrediente a mais principalmente no nosso país. Ele se chama “Paradigma do Inferno Brasileiro”.

Conhece aquela piada? Quando tem balde não tem M”@@&, e quando tem M”$&@“, não tem balde??

Pois então, no ingrediente da decisão “Go-No Go”, existiu com certeza isto, vai reformar navio se não tem avião? Vai reformar avião se não tem navio?

Ozawa
Visitante
Ozawa

Da série naval: como seria se fosse … Marinhas de porte médio e grande enfrentaram sérios obstáculos financeiros, financeiros, financeiros, financeiros, financeiros, financeiros, como também financeiros, para manterem seus carriers do fim dos anos 70 até seu ressurgimento com vigor em algumas nações centrais do cenário internacional no limiar do século XXI. Ressurgimento este em grande, ou total medida, provocado pelo despertar de um faminto do dragão no Oriente. Naquelas décadas do ocaso dos aeródromos navais, especialmente com a dissolução da União Soviética e seu Pacto de Varsóvia, somente os Estados Unidos, oficialmente a polícia mundial desde a Conferência de… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Falou tudo!

Esteves
Visitante
Esteves

Marinhas de porte médio e grande enfrentaram sérios obstáculos financeiros para manterem seus carriers do fim dos anos 70… . Enfrentaram. Naqueles anos de intensa expansão econômica incluindo o Milagre Brasileiro não se previa, como se fosse possível fazê-lo, crise cíclica. As economias haviam crescido com taxas superiores a 10% no início dos anos 1970. Problemas como a inflação e a recusa dos governos, como agora, de promoverem reformas não receberam a atenção devida apesar das taxas de inflação de 20% ao ano no Brasil. Naquelas décadas do ocaso dos aeródromos navais, especialmente com a dissolução da União Soviética e… Read more »

Vovozao
Visitante
Vovozao

25/11/2019 – segunda-feira, bdia, mestre Ozawa, oxalá, conseguíssemos abrir a cabeça de GF, MD, Comandantes, já que estamos defasados (sucateados) em todos os meios ( com pouquíssimas excessoes) tanto nos meios marítimos, aéreos e terrestres; porém, contudo nossos comandantes estão preocupadissimos com o que ir ao comer/beber no cocktail de final de ano, caviar, lagosta pregados a um bom e selecionado vinho Francês. Eles já estão garantidos a mãe BRASIL, deposita mensalmente no BB seu “”humilde salario/soldo. Enquanto isso não temos defesas. Saudacoes

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

Ok… Que façamos a escolha certa e sigamos… Sou a favor como alguns já disseram de termos mais submarinos armados de maneira correta e não somente com torpedos mas com misseis de cruzeiro também. E também tenhamos uma guarda costeira e que os navios de grande porte sigam para alto mar proteger os interesses fronteiriços e econômicos do país. Porém ficam ficam aplaudindo os aviões de asa fixa, voam pensando estar num filme do Top Gun e não avaliam realmente a necessidade estratégica do país.

JT8D
Visitante
JT8D

Que pena que a baixa política tenha falado mais alto do que os interesses nacionais. É triste ver como nesse país as instituições são transformadas em feudos pelos chefetes da vez

Paulotd
Visitante
Paulotd

Marinha tem que abandonar de uma vez essa idéia de ter aviação naval de asa fixa. Isso só atrasou a Marinha. Nós não temos e nunca tivemos dinheiro pra isso. Se tivessem comprado esses Harriers, seria difícil mantê-los, e ainda seria um alvo vulnerável, pois era uma porta aviões antigo da WW II. E também não iriam liberar os melhores armamentos pra esses caças (vide o que USA faz com o Chile no caso dos AMRAAM) Tem que focar no que é prioritário e viável, manter os subs classe Tupi operacionais, terminar o programa da classe Riachuelo, e focar o… Read more »

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

“Naquela época o avião agradou à Marinha, mas ela não podia operar aeronaves de asa-fixa devido ao decreto do presidente Castelo Branco de 1965.” Deixando de lado imaginar essa realidade paralela onde a MB comprou o Harrier, e se isso teria sido bom ou não, essa picuinha entre a FAB e MB sobre asas fixas é uma das coisas mais cretinas ( e eu estou pegando leve no termo ) que já ocorreram nesse país ( e olha que o Brasil é fértil em decisões cretinas ). Isso explica bem a mentalidade de “coroné” e a ineficiência nas FA’s brasileiras.… Read more »

Sinceramente
Visitante

Brasil com o mesmo orçamento se economizar em 10 anos 97.3 bilhões quantos submarinos podia fazer e manter ?
Só que nossos políticos e generais não querem https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2019/11/veja-as-principais-mudancas-na-proposta-de-reforma-da-previdencia-dos-militares

Esteves
Visitante
Esteves

Não é economia. É ajuste. É reduzir a despesa. São promessas. Se…se…as outras despesas não subirem poderá e poderia haver mais eficiência aumentando a contribuição e o tempo de serviço.

Se.

Sinceramente
Visitante

Então na pior das hipóteses apenas 30% dos 97 bilhões por volta de 27 bilhões certo ?
O que poderia ser feito pela indústria de defesa ?
Perdem a oportunidade sacrifício e só pra casta inferior deste país Paulo Guedes quer tirar os 30% de perigosidade do trabalhador exemplo os Eletricistas que estão em risco da profissão e fazer a carteirinha verde amarela e pagar 1500 pila pro jovem primeiro emprego até 29 ano acredito 5 % não 30
Aí vc acha justo só a blebe pagar a conta o militar e o servidor federal públicos não ?

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Si. Eu tenho a impressão que é um equívoco buscar ganhos por meio da retirada de direitos trabalhistas. Isso é bem diferente de produtividade. As condições de trabalho no Sec.XIX eram terríveis, com jornadas longas, trabalho infantil, rotatividade, assédio e baixos salários. A produtividade era baixa. Ganhos de produtividade são conseguidos elevando a escolaridade do funcionário, treinamento continuado, salubridade e segurança-social (quem pode ser produtivo sabendo que a família está vulnerável?). A vulnerabilidade social irá resultar em ruptura institucional em algum momento. Essas rupturas são distintas das revoluções coloridas. O primeiro buscam transformação social enquanto que as revoluções coloridas… Read more »

Carlos Eduardo
Visitante
Carlos Eduardo

Velhas histórias, mas o mesmo pensamento que predomina até hoje. A marinha até alguns anos atrás, ainda era a unica força que mantinha os pés no chão, mas atualmente, absorveu o mesmo mal de suas outras duas forças irmãs. Nosso quadro de oficiais superiores, nas três forças, hoje, vivem de aparências e a cada dia que passa, nos tornamos mais e mais despreparados para o combate. Sonham e vislumbram grandes aquisições de meios pesados e caríssimos, mas o básico continua relegado a segundo ou terceiro plano. O básico, que é oque faz funcionar o dia a dia, e na guerra… Read more »

Sinceramente
Visitante

Verdade Brasil com o mesmo orçamento se economizar em 10 anos 97.3 bilhões quantos submarinos podia fazer e manter o quanto a indústria de defesa podia faturar quantos empregos gerar o quanto podia se inventar reformar ?

Só ajustar de 30 para 35 aposentadoria precoce do militar de 7,5 % para 10% taxar filhas pensionistas

Só que não né vai dar aumento de 40% para generais e oficiais!
Vai custar 87 bilhões!

Agora vem me dá deslike vampiros militar leitor do site !

https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2019/11/veja-as-principais-mudancas-na-proposta-de-reforma-da-previdencia-dos-militares

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Na real o alto comando é parasita do sistema público.
Um dia o país quebra aí não adianta chorar. A iniciativa privada não vai pagar cagada de parasita

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Enfim alguém que fala a minha língua. O serviço público hoje é um sumidouro de dinheiro, a maior parte das receitas dos governos vão para pagar salários, pensões e outros benefícios do funcionalismo, e se engana que cargos comissionados são os maiores privilegiados, a maioria dos privilégios são de estatutários. Por isso milhares de jovens se matam para entrar no serviço público, pois nas últimas décadas o funcionalismo passou a ser referência de renda alta e pouco trabalho, o famoso “seu primo passou num concurso e está ganhando 10 mil”. Quando era jovem cansei de ouvir isso dos meus pais,… Read more »

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

O Brasil parece ter uma imensa lista de equipamentos que quase comprou, até bomba atômica kkkkkk

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro DL. Acho que é uma característica dos países sulamericanos. Pode ser algo ligado à origem hibérica, talvez.

Dalton
Visitante
Dalton

Pura falta de verbas, ameaças concretas e mesmo falta de alianças com outros países que não apenas requer um gasto “x” com armamento como também permite que pontos fracos possam ser cobertos por demais países da aliança, é como vejo Camargo.
.
No mais o “Harrier” foi adquirido de forma massiva apenas por dois países, EUA e Reino Unido, os outros 4 países, incluindo a Tailândia que usou sua meia dúzia apenas como “enfeite” e dois membros da OTAN acabaram com apenas um punhado de unidades operacionais em suas forças.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Dalton. Concordo sim, mas era preciso fazer um paralelo com os diversos “quase” que a Argentina vem acumulando nos últimos anos.

Vitor
Visitante
Vitor

Avião Caríssimo de operar! Só país de primeiro mundo pra conseguir alta disponibilidade pra uma aeronave como essa…
Boatos de que os motores precisavam de revisão completa comparado a 1/20 do que o motor de um Mirage ou F-5 precisaria passar.
Teriamos 12 aeronaves e no máximo 2 ou 3 operacionais por falta de verba…

Parizzi
Visitante
Parizzi

Essa é a mesma aeronave que veio para o Salão Aeroespacial de 1973 no CTA. Eu estava lá e assisti uma apresentação.Tenho até uma foto desse dia.
Só não sei dizer se o motivo principal da vinda foi o salão ou a demonstração para a marinha.

zézão
Visitante
zézão

Bem cucaracha essa briga entre MB e FAB.

Ítalo souza
Visitante
Ítalo souza

Se o Brasil tivesse comprado, hoje a realidade da marinha teria sido diferente, e hoje a marinha tem outra chance segundo alguns relatos na grã Bretanha, Tá com bons olhos em relação a marinha brasileira, embora o governo brasileiro seja um empecilho.

A relatos de uma certa oferta que pode acontecer que até a dificuldade financeira da MB seria esquecida.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro ìtalo. É difícil saber como os Harriers teriam afetado a MB. Podemos imaginar vários cenários, mas nenhum seria mais ou menos provável, mas eu acho que várias decisões tomadas pela MB nos últimos 40 anos seriam outras caso ela tivesse um esquadrão de Harrier operando no A11. Acho que é o mesmo problema do filme “Efeito Borboleta”, dependendo das decisões tomadas na década de 70, a MB tomaria um ou outro caminho.

Fernando Vieira
Visitante

Eu estava pensando esses dias, já que estamos falando de aeronaves antigas, uma que poderia cair muito bem para a MB seria o F-14 Tomcat. Eu sei que se ainda existissem alguns fora do Irã os EUA não venderia e acho que não venderiam essa aeronave para o Brasil em momento algum, mas supondo que isso tivesse ocorrido, mesmo hoje sem Nae (e o Minas Gerais já não conseguiria operar o F-14 mesmo) por ser um interceptador de defesa de frota de longo alcance, operando da Base Aeronaval de São Pedro da Aldeia, ele ainda assim seria uma ótima defesa… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Fernando. Acho o F14 lindo, mas creio que inadequado para a MB hoje e no passado. Como é antigo, a sua manutenção fica prejudicada. A MB não tem e nunca teve um NAe com catapultas potentes para lança-los. Se a MB fosse operar um esquadrão de caças sediados em SPAldeia, seria mais adequado adquiris o F39 E/F e aproveitar a logístiica da FAB

Fernando Vieira
Visitante

Minha suposição parte que o Brasil teria comprado esses caças nos anos 70/80 mais ou menos quando o Irã comprou os deles. Esse caça estaria aqui hoje, não seria uma ideia comprá-lo agora. Talvez eu tenha me expressado mal.

Se for para a Marinha ter caças hoje, com certeza compensa mais encomendar outro lote de Gripen e manter a produção porque trazer toda a logística de construção para a Embraer montar 30 aviões só é froids.

Dalton
Visitante
Dalton

O F-14 era muito caro de adquirir e manter Fernando e não havia um requerimento para uma aeronave tão avançada e mísseis igualmente avançados como o “Phoenix”, mesmo o modesto F-5 foi adquirido em quantidade modesta, 42 unidades, em meados da década de 1970.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Fernando. Concordo com o Dalton sobre a inviabilidade da MB adquirir F14 novos, como fez o Irã. Acho importante você incluir o contexto geopolítico no qual os EUA cederam o F14 para o Irã (quando era governado pelo Xa Palev, que assumiu o poder depois do golpe contra Mossadegh coordenado pela CIA.

Fernando Vieira
Visitante

Com certeza era inviável. Se houvesse F-14 no Brasil mesmo nos dias de hoje o equilíbrio sul-americano seria afetado para o nosso lado. Nenhuma força aérea da região teria algo próximo disso ainda hoje. Os ingleses morreriam de medo de voar de Vulcan para atacar as Falklands em 82 caso o Brasil quisesse tomar as dores da Argentina e os Vulcan estariam no alcance dos AIM-54. O F-14 só foi vendido para o Irã porque como você bem disse, o Xá era amigo e eles queriam algum país fazendo frente ao Iraque que estava se armando de equipamentos soviéticos. Em… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

São Pedro da Aldeia – base aeronaval nem hoje é nem ontem tem uma pista de pouso adequada o suficiente para operar um F-14 … Nem mesmo quando vem entregar um Sea Hawk com um C-17 desce em Cabo Frio (hoje pista auxiliar do aeroporto do Galeão).

Delfim
Visitante
Delfim

Para interdição naval o F18SH mk3 seria mais adequado.
– maior carga bélica;
– maior alcance;
– maior chance de sobrevivência por ser bimotor.

Jhon
Visitante
Jhon

Daqui 30 anos vamos estar discutindo a não participação e compra do F35? Só o tempo dirá.

Camargoer
Visitante
Camargoer

OLá Jhon. Eu espero que sim. Se (contra a minha vontade) eu não puder participar dessa discussão, outros a farão, talvez até alguns remanescentes aqui da trilogia. Eu realmente quero participar desse debate.

ednardo curisco
Visitante
ednardo curisco

Discutiremos sim.

mas sou dos que acham que o F35 não é para nosso bico. Custo de hora-vôo de 40,000 doletas por hora x 6.000 do Gripen. Não transfeririam tecnologia e nem participaríamos do projeto.

Amaria ter um camaro.Mas só posso ter mesmo um Sandero.

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

Não …. vamos fazer uma matéria sobre a MB ter perdido a oportunidade de comprar o F-35 … enquanto isso as Niterois afundam amarradas ao cais.

Utopia!!!

Renan
Visitante
Renan

Com o bom relacionamento dos atuais presidentes o Brasil tem uma chance de adquirir os f35B para a Marinha.
Mas por fatores histórico e por manter a tradição o atual presidente prefere dar quase 5 Bilhões de reais de aumento aos militares.
Bem manteremos a tradição, bolso cheio boca calada.
Contingente enorme sem armas.
Uma nação dominada por si mesmo, se apequena a cada atitude e o tempo passa e nada de útil surge.

Graças a Deus a alguns anos tivemos os programas estratégicos que hoje dá frutos C 390, Gripen, Riachuelo e Guaraní.

Mesmos tendo tanta sabotagem no orçamento destes continua firme e forte.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Renan. A relação entre os atuais presidentes do Brasil e EUA é igual ou pior a de outros momentos. Lula e Bush eram muito próximos, talvez fossem até mais próximos do que Lula e Sarkozy. Ainda assim, a FAB escolheu o F39. A demissão de Bolton e a reaproximação do Brasil com o lider chinês são sinais bastante claros do fracasso da estratégia de aproximação dos presidentes do Brasil e dos EUA. Eles são tão próximo agora quanto foram outros presidentes no passado.

Esteves
Visitante
Esteves

É isso. Nos últimos tempos acredito que as relações entre Lula e Sarkozi foram as mais tenras. De Collor pra cá procuramos russos, italianos, espanhóis, portugueses, americanos, franceses, suecos, alemães. Namoramos todos. Uniões não estáveis. Levamos um passa-moleque do Trump com a história da OCDE. Republicanos americanos. Vamos esperar por um democrata americano. Antes do Gripen, suecos investiram bastante no período da privatização das Teles. Não deu certo. Franceses também. Não deu certo na telefonia mas compraram e instalaram varejos como Leroy e Casino. Passou uma história na TV. A Constituição da Flórida obriga novo julgamento para menores condenados. Em… Read more »

Renan
Visitante
Renan

Perfeito

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá E. Acho que você mencionou pelo menos 3 assuntos muito delicados e que merece um debante franco. O primeiro seria a suposta aproximação dos governos dos EUA e do Brasil. É necessário lembrar que as decisões mais importantes são precedidas por uma longa negociação diplomática, envolvendo vários ministérios (porque os interesses são transversais; eventualmente o interesse de um ministério é contrário ao de outro, etc). Além disso, tenho a impressão que outros presidentes brasileiros tiveram relações muito mais próximas e amistosas que os atuais. O segundo ponto é a questão da prisão perpétua (vou incluir a pena de morte… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Professor, Após o congelamento, após o confisco, gente de juízo afastou-se do Brasil. Recomeçou com FHC. Voltou pra vala. Gostamos de chafurdar. 20 anos para esfregarem na nossa cara que roubavam-se bilhões. Dilma foi deixada pra trás na reunião dos Brics. Não sei se a atual e última reunião foi diferente. Nós assinamos protocolos para juntar 10 bilhões de euros ao banco dos Brics no governo da dama. O Brasil tem se afastado de gente séria há décadas. Nosso passado nos condena. Pena por vingança. Por isso os familiares são aceitos nas audiências. Para clamar. Pena para castigar. Há juiz… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Esteves, restringindo a discussão apenas para a questão penal, pode ser um erro usar casos extremos para debater o todo. Defendo a necessidade do debate ser baseado em estudos amplos (quantos homicidas seriam “sociopatas”; quantos estavam envolvidos com disputas de tráfico ou latrocínios; quantos homicídios foram passionais, entre embriagados, ou resultaram de confronto com a polícia? Exceções devem ser tratadas como exceções. Aplicar o rigor da exceção sobre todos os casos somente agravará o problema porque é uma solução distorcida. Qual a causa dos diferentes homicídios e quais as seriam as escolhas que a sociedade deve fazer para preveni-los?… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Professor,

Minority Report é ficção.

Primeiro vem o castigo. Depois o perdão.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Esteves. As políticas de aprisionamento e de endurecimento de penas parecem incapazes de reduzir a criminalidade. A “guerra ás drogas” também falhou (como falhou a lei seca). Primeiro vem o “crime”, depois a “pena”. A primeira pergunta é o que fazer para prevenir o crime? A segunda pergunta é qual a função da pena? Em “Os Oito Odiados”, O falso carrasco entra em um debate sobre a diferença entre justiça e vingança, que nada tem a ver com tipo ou rigor da pena, mas se a pena é aplicada com emoção (vingança) ou pela força da lei (justiça).

Renan
Visitante
Renan

O presidente americano está pré disposto a lucrar vendendo equipamentos militares ao mundo.
E isso pode ser provável a realização de um acordo.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Renan. A venda de material militar passa por diversas etapas. O congresso dos EUA precisa concordar, os militares precisam concordar, os diplomatas precisam concordar. A boa vontade do presidente é apenas um dos momentos (e novamente, essa boa-vontade do presidente dos EUA é ilusória).

Esteves
Visitante
Esteves

E o freguês precisa pagar.

Não é o nosso caso.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Esteves. Acho que precisamos deixar a ideia ingênua que o Brasil tinha um relação ideologicamente prejudicada com os EUA que foi superada uma suposta aproximação pessoal entre os dois presidentes. Relações diplomáticas são mais complexas do que isso.

Esteves
Visitante
Esteves

Professor, Não é prejudicada. É desalinhada. Assistimos diariamente no país que as consequências dos atos podem ser interpretadas. Mesmo quando a lei que deveria ser clara de fato é. Desculpe citar exemplos a toda hora. Quando não consigo transcrever o pensamento com a mesma competência dos mestres navais e terrenos, mando exemplos. Cuba. Próxima nos governos anteriores. Inimiga no atual. Ucrânia. Rússia. Palestinos. Nós pensamos na multiplicação da multiplicidade. Desejamos imitar a justiça alemã mas refutamos a mesma austeridade. Quantos alinhamentos ideológicos tivemos de Getúlio até os dias de hoje? Quando Collor reabriu os portos às nações amigas quem fomos… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Esteves, considerando o período do pós-guerra até hoje, o Brasil sempre esteve “alinhado” com as políticas de demandas econômicas ocidentais. Algumas vezes, os interesses brasileiros divergiram dos países centrais (EUA, Alemanha, Japão, Inglaterra, França… recentemente Índia e China). Há um livro do Golbery que mostra um mapa geopolítico com círculos concêntricos centralizado em Brasília. O círculo interno passa pelos vizinhos da América do Sul e pela costa ocidental da África. Essa seria a principal área de influência do Brasil. O segundo círculo passa sobre EUA, Europa ocidental, e costa ocidental da América do sul. E o terceiro círculo distante… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Mestre, Alinhamento prejudicado. Não mencionei negócios prejudicados. Havendo dólares os americanos fazem negócios. Experiências pessoais podem significar tolices. Ou não. Qualquer país ocidental europeu está alinhado e aliado aos americanos. Pela religião, pelos tratados, pelos negócios, pela moeda, pela língua, pela ideologia anti russos. É mais fácil uma empresa francesa entrar nos EUA do que na Alemanha. É mais difícil uma empresa francesa entrar na Espanha do que nos EUA. O alinhamento do Golbery nos anos 1970. Após as doutrinas de segurança nacional, do SNI e a distensão, o que existe? Qual política e/ou qual doutrina política existe hoje? Atravessar… Read more »

ednardo curisco
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ednardo curisco

voltamos à questões como: e a hora de vôo do f35? e qual porta-aviões?

hoje prefiro uns 72 Gripen que 36 F35.

E nossa nação só precisa ter supremacia no cenário América latina e Atlântico Sul

Renan
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Renan

A marinha não necessita de 70 aviões Basta ter 10 ou 12 aeronaves F35 B para cumprir seu papel. Destes 4 podem ser usados sem a cobertura especial, apenas para treinamento e patrulha. Mantenha 2 em plena capacidade de combate. 4 em manutenção 2 em conservação para quando necessário colocar em operação com capacidade de guerra. Podemos primeiro ter os aviões treinar e aprender a utilizar um vetor de alta tecnologia, com estrema superioridade aérea. Após uns 10 anos pesamos em uma embarcação para substituir o Atlântico, voltado a operação anfíbia, que possa levar 10 F35B e 12 helicópteros diversos,… Read more »

ednardo curisco
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ednardo curisco

Volta o problema de não termos um porta aviões. nem navios de escolta para este porta aviões.

isso é como minha esposa quando pede para comprar um par de sapatos. aí depois ela quer uma bolsa e um vestido para combinar.

Dalton
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Dalton

Mais de 1 bilhão de dólares por apenas 10 F-35Bs, fora, treinamento, infraestrutura adequada, mesmo para apenas 10 aeronaves, peças de reposição, armas e a hora de voo mais cara do planeta ?
.
Mesmo um “PIB imenso” não justifica tal compra diante de tantos desafios que o país enfrenta, mas, para o futuro, o F-35B poderá ser uma opção até porque se prevê que os custos irão cair.

Esteves
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Esteves

Mestre Dalton,

A barreira financeira não é intransponível. Tem faltado comprometimento e resultado com o que se faz. Quase sempre ficamos pelo caminho.

Financiar 1 ou 2 bilhões de dólares com os americanos para operar F35 cabe perfeitamente no orçamento da MB. Se ajustar e reformar a carreira cabe melhor.

Uma força aprestada, moderna e eficiente como deseja o CN precisará operar aviões como o F35.

2 bilhões de dólares…mixaria.

Dalton
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Dalton

Esteves, ao menos no Brasil que eu vivo, a barreira é sim intransponível e estamos falando em apenas 10 F-35Bs o que é muito pouco ainda mais sem ter no horizonte nem mesmo uma plataforma capaz de operar com eles.
.
O F-35B não é uma aeronave viável para o Brasil ao menos nos dias de hoje, no futuro poderá ser.

Esteves
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Esteves

O futuro começa a ser construído hoje.

Muitos dos contratos superfaturados da Petrobras foram superfaturados pela Sete Brasil em dólares.

Bilhões de dólares.

Esse é o Brasil que eu vivo.

Camargoer
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Camargoer

Esteves. Amanhã é construído hoje sobre o legado de ontem. Acho improvável que uma economia de R$ 3 trilhões ao ano seja desestabilizadas por desvios de bilhões em mais de uma década. O MPF mantém dados disponíveis sobre a Lava-jato. Segundo esses dados públicos (“Caso Lava jato”) as investigações iniciadas em Curitiba em 2015 sobre um período iniciado desde 2006 (mais de 13 anos) e os valoremos apurados como desvios são da ordem de R$ 4 a R$ 5 bilhões (os valores estimados em multas é da ordem de R$ 16 bilhões). São valores da ordem de 0,01% do PIB… Read more »

Renan
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Renan

Concordo com seu argumento
Uma economia com mais de trilhões não é 2 Bilhões que fará diferença

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Perae… Eu li direito mesmo?!? Adquirir F-35B?!? Um caça que tá dando um monte de dor de cabeça e se gastando horrores de milhões de dólares para resolver problemas e mais problemas? Não tou acreditando no que tou lendo…

Renan
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Renan

Luiz mesmo com tantos problemas este vetor pode destruir um s300 sem ser notado. Certamente pode se aproxima de um monte de navios de guerra sem ser notado. Pode simplesmente em um combate aéreo destruir um inimigo sem que o mesmo saiba o que aconteceu. Simplesmente os benefícios compensa os riscos. Poucas unidades que se tenha 12 apenas por ter assim sendo mais fácil a aprovação de vendas futuras. Hoje é um momento oportuno e pode se fechar no futuro. Imagina o imenso conhecimento que teremos apenas de operar tal arma, nosso cientistas podem ter um norte para desenvolver tecnologia… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Acho que assim que seus problemas forem sanados e as condições financeiras ficarem agradáveis para a aquisição de algumas unidades ,quem sabe um F-35 Block IV(2024) ou V(2028-30)…

Mas independente da versão,A ou B seria bom,caso a MB não vá de SH ou de Sea Gripen-F.

O subsecretário da Força Aérea Matthew P. Donovan disse em janeiro que os custos de manutenção do F-35 continuam altos demais.

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Orlando Paulo Esteves Filho
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Orlando Paulo Esteves Filho

Tem se que corrigir uma grande inverdade neste texto. Os Harrier não venceram em combate. Os erros logísticos Argentinos é que derrubaram os A4 sem REVO não se enganaram e eram abatidos no retorno depois de desovar. Abatidos sem combustível.

ednardo curisco
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ednardo curisco

Os argentinos só tinham tempo para chegar, atacar e vazar. Não tinham condição alguma de fazer missões de caça pura, que era quase que exclusiva dos Mirage. Os ingleses tinham uns 30min de tempo para fazer patrulha na área e, na prática, podiam escolher em qual cenário combateriam, levando os argentinos para onde levavam vantagem. os argentinos ainda tinham que procurar os alvos enquanto que os ingleses já tinham noção de onde viriam os ataques. De todo modo, foi um tremendo sufoco para todos os envolvidos e tanto aviadores ingleses quanto os hermanos foram tremendamente profissionais e corajosos. Se o… Read more »

Davi
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Davi

Quando o Brasil quase …

Paulotd
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Paulotd

F-35B para a MB? Minha nossa, eu vivo no mesmo mundo que vocês? A MB tá vendendo o almoço pra comer a janta, e nego vem falar de um caça que custa 150 milhões de dólares a unidade mais os custos de manutenção altíssimos. É com essa mentalidade que a MB não sai da situação que está. Quer ter FREEM mas mal consegue pagar os Patrulhas classe Macaé, programa levado com displicência. Quer ter SubNuc mas mal consegue manter operacionais os 4 subs da classe Tupi. Quer ter Porta Helicópteros novo, mas não tem fragatas disponíveis para uma força de… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

Paulo ,por isso que no meu texto,eu citei que o f-35 ainda está com seu valor bastante alto,por isso que na hipótese de uma aquisição,acho que só a longo prazo.

CharlyD
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CharlyD

Otra paradoja, van dos en un dia, Brasil queria comprar Harriers tan “superiores” en la guerra de Malvinas, y termina comprando Skyhawk e imitando y aprendiendo de la Armada Argentina

ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

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ADRIANO MADUREIRA
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ADRIANO MADUREIRA

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Jonatan
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Jonatan

Sonhar não custa nada…

rommelqe
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rommelqe

Nessa época a revista Cruzeiro, ou talvez a Manchete, publicou uma foto em pagina dupla do Harrier. Colei essa foto na cabeceira da minha cama e foi uma das minhas inspirações para estudar para o exame vestibular, Passei voando!

Wellington
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Wellington

A Marinha deixou de comprar os Sea Harries para comprar Skyhawks , modelo que foi derrotado por Sea Harriers. Deixou de comprar um superior por vários motivos para comprar um inferior.

Dalton
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Dalton

Também tem o outro lado da moeda. A marinha comprou 23 A-4s, 18
deles em condições de voo e mais um que seria usado como aeronave estática
para treinamento a bordo do NAe por 70 milhões de dólares.
.
Um único AV-8B novo que ainda estava em produção em meados da década de 1990, custava cerca de 30 milhões de dólares e não havia nenhum “Sea Harrier” de segunda mão a venda.
.
E até onde sei, a manutenção de um AV-8B é mais complexa e cara que a de
um A-4 e as perdas e danos em acidentes também são maiores.