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China incorpora o porta-aviões Shandong (CV-17)

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Type 002 (conhecido anteriormente como Type 001A), o primeiro porta-aviões totalmente construído na China
Type 002 (conhecido anteriormente como Type 001A), o primeiro porta-aviões totalmente construído na China

O segundo porta-aviões da China, Shandong CV-17, entrou em serviço nesta terça-feira, acrescentando maior poder de fogo às suas ambições militares, pois enfrenta tensões com Taiwan auto-governada, bem como com os EUA e vizinhos regionais em torno do disputado Mar da China Meridional.

O comissionamento do navio, coloca a China em um pequeno clube de nações com vários porta-aviões e o país está construindo um terceiro.

O primeiro porta-aviões construído na China (conhecido no Ocidente como Type 001A e agora designado oficialmente como Type 002) foi entregue e incorporado à Marinha do Exército de Libertação Popular em Sanya, na ilha de Hainan, no sul, em uma cerimônia com a presença do presidente Xi Jinping, informou a mídia estatal.

Cerca de 5.000 pessoas participaram da cerimônia, cantando o hino nacional e erguendo a bandeira nacional, disse a emissora estatal CCTV.

A província de Hainan fica no Mar da China Meridional, a leste do Vietnã, que possui reivindicações concorrentes na hidrovia, juntamente com China, Malásia, Filipinas, Taiwan e Brunei.

Em novembro, a China confirmou que o porta-aviões havia navegado pelo estreito de Taiwan para treinamento e testes “rotineiros”, provocando a ira de Taipei.

A China, que vê Taiwan democrática como parte de seu território, intensificou os exercícios militares ao redor da ilha desde que o presidente cético de Pequim, Tsai Ing-wen, chegou ao poder em 2016.

A China tem outro porta-aviões – o Liaoning, um navio soviético reaproveitado comprada da Ucrânia, que entrou em serviço em 2012.

Caças J-15 (versão chinesa do Sukhoi Su-33) no convés de voo do Shandong

Grandes ambições

Pequim tem aumentado suas ambições militares e, em julho, delineou um plano de defesa nacional para construir um exército moderno e de alta tecnologia.

Os gastos com defesa da China são inferiores apenas aos Estados Unidos – embora ainda estejam muito atrasados ​​– e disseram no início deste ano que planejavam aumentá-lo em 7,5% em 2019.

Em março, Pequim disse que gastaria 1,19 trilhão de yuans (US$ 177,6 bilhões) em defesa em 2019, depois de aumentar seu gasto em 8,1 por cento, para 1,11 trilhão de yuans em 2018, de acordo com um relatório do governo apresentado no início da reunião anual do Congresso Nacional do Povo (NPC).

O Global Times, informativo nacionalista, disse na terça-feira que, graças a “melhorias significativas”, o segundo porta-aviões “não é uma cópia do primeiro e é muito mais poderoso”.

Um think tank americano informou em maio que fotografias recentes de satélite indicavam que a construção de um terceiro porta-aviões chinês estava em andamento.

A adição de um terceiro porta-aviões colocará a China em um clube de elite entre as potências navais, mas ainda ficará muito atrás dos Estados Unidos, que atualmente têm 10 “supercarriers” da classe Nimitz movidos a energia nuclear.

Os porta-aviões atuais da China e os planejados, em arte feita por entusiasta. Os próximos CV18 e CV19 seriam movidos a propulsão convencional e os CVN20 e CVN21 a propulsão nuclear

FONTE: Yahoo News

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
6 meses atrás

ah um navio desses para nós…. quanto será que custa uma dessas naves chinesa?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
6 meses atrás

Comprar não é o problema.
O problema MESMO é manter totalmente operacional um NaE, suas alas aéreas e as escoltas.

Alison Lene
Alison Lene
Reply to  Willber Rodrigues
6 meses atrás

então são dois problemas mesmo… rsrsrs

Pedro Bó
Pedro Bó
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
6 meses atrás

Para o Brasil o ideal seria algo do porte do BPE espanhol ou do Cavour italiano, com um punhado de F-35B (não mais que 20 ou 24 unidades).

Rafael
Rafael
Reply to  Pedro Bó
6 meses atrás

Errado, o ideal seria primeiramente, ter submarinos, escoltas e navios de patrulha oceânicos suficientes para quem sabe algum dia querer sonhar em ter um porta-aviões.

VovozaoR Bozo
VovozaoR Bozo
Reply to  Rafael
6 meses atrás

17/12/2019 – terça-feira, btarde, Rafael, temos que pensar realmente o que queremos; hoje temos uma MARINHA em estado terminal; não vemos nada a curto/médio prazo, as pessoas que possuem poder de decisão aparentemente encontram-se em estado de letargia completo (GF, CF, MD, COMANDANTES MILITARES) assistem o desaparecimento da nossa MB. Acho que a intenção é que o Brasil deixe de ter uma MARINHA de guerra hoje contado nos dedos só temos sucata, é, não vemos nada ser feito, esperávamos que o contrato para as Tamandares fosse assinado em 13 de dezembro, foi adiado para janeiro; oxalá aconteça, cada mês de… Read more »

Rafael
Rafael
Reply to  VovozaoR Bozo
6 meses atrás

Esse é o ponto, parece que o alto escalão da MB vive em um mundo paralelo, onde tudo é uma maravilha e que não existe pressa para definir projetos. Precisam deixar de lado a vaidade e a megalomania, partir do básico, saber enxergar as reais necessidades e agir de forma rápida.

Juarez
Juarez
Reply to  Rafael
6 meses atrás

É mais fácil um burro voar……

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Rafael
6 meses atrás

Concordo com você Rafael, primeiro temos que concluir os submarinos, comprar as escoltas, e depois a cereja do bolo.

Rafael
Rafael
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Eu diria que a cereja do bolo seria ter condições de construir um segundo lote de Scorpènes e também um segundo lote de Tamandarés. Isso sim seria um sonho, mais em conta da nossa realidade.

João Moro
João Moro
Reply to  Rafael
6 meses atrás

Discordo que os segundos lotes sejam “cereja do bolo”. Acho necessário os segundos lotes. Principalmente para as Tamandarés.
Com o segundo lote do prosub, teremos uma quantidade aproximada de subs de outras potências militares (Reino unido: 10 un, França: 10), o que será um grande dissuador. Sobre as Tamandarés, é obrigatório ter o segundo para substituir os navios que serão descomissionados pela idade. Até acho necessário um 3º lote ou um novo projeto de Frigatas ou destróiers com no mínimo 4 unidades para substituir os navios mais velhos.

Diego
Diego
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

E não bastam 4 CCT, tinha que ser ao menos 6 para substituir as FCN, 5 para substituir as CCI e a CCB é mais umas 4 para substituir as FCG, ou seja, no mínimo 15 para ter uma força com a mesma quantidade de escoltas que tinha nos idos de 2001, para chegar no padrão da década de 90 ainda precisaria de mais umas 4 para preencher a lacuna dos CT, tomara que consigam!

Flanker56
Flanker56
Reply to  Rafael
6 meses atrás

Uma coisa puxa a outra, eu entendi a ideia do “Pedro Bó”

Rafael
Rafael
Reply to  Rafael
6 meses atrás

E avioes de patrulha de longo alcance

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Pedro Bó
6 meses atrás
Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Pedro Bó
6 meses atrás

Para o Brasil seria melhor um navio tipo um Classe América dos Fuzileiros Navais Americanos ou a Classe Izumo japonês que já operam o F35, a Coréia do Sul já pensando em desenvolver um Porta-helicópteros que possam operar o F35. São navios menores mas para a nossa necessidade seria muito interessante!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Pedro Bó
6 meses atrás

Será que não serviria para nós? Ele é um pouco maior que o A-12 e nem tão grande quanto os americanos

comment image

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Pedro Bó
6 meses atrás

20 ou 24 unidades de F-35 estão longe de ser um punhado, Pedro Bó.

Uma dúzia, pra um navio do porte dos mencionados e que devem ter instalações para cumprir outras missões, já deve ser o máximo pra conseguir manter, municiar, abastecer etc.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Fernando, qual seria o TAMANHO e classe ideal de NAe para a MB?
Menor que um nimitz, do tamanho de um Queen Elisabeth, semelhante ao A-12 ou do classe Cavour?

Ou sair das NAes e usar navio estilo LHA?

Também sem esquecer o quesito preço…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Pra mim o ideal / factível a longo prazo (após o primeiro submarino nuclear e após a recomposição dos esquadrões de escolta) seria operar duas ou três unidades de uma versão do BPE Juan Carlos I, capaz de empregar, conforme a missão, uma dúzia de F-35 ou helicópteros/ embarcações de desembarque.

Dois ou três desses navios substituiriam os atuais Bahia, Atlântico e Mattoso Maia, podendo ser configurados para cumprir várias missões conforme a necessidade.

Há mais de dez anos que eu defendo aqui essa opção para um distante futuro.

Guizmo
Guizmo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Num prazo curto/médio, de 6/7 anos, defendo um Trieste italiano com meia dúzia de F-35. Já tá bom demais. Coloca 6 Tamandarés + 2 DDG Aegis qqr e passa a régua

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Guizmo
6 meses atrás

É um bom navio, mas ter um desses em 6 ou 7 anos é otimismo demais na minha opinião, assim como DDG Aegis. As prioridades nesse espaço de tempo serão o submarino nuclear (se conseguirem) e a classe Tamandaré.

Guizmo
Guizmo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Sim, Nunão. Isso é o que eu faria. Mas não tenho esse otimismo, na verdade creio que nunca teremos isso que mencionei acima

JSilva
JSilva
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Concordo… Trieste, Juan Carlos I, Izumo ou similar tem que ser pensados como substitutos do Atlântico e Bahia, daqui a 15 ou 20 anos… antes deles tem muitas outras prioridades.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Exato!

MMerlin
MMerlin
Reply to  Guizmo
6 meses atrás

O Trieste é maior e mais rápido que o Juan Carlos I. Também comporta mais equipamentos e pessoal. Mas o primeiro custa quase o dobro do segundo. As vantagens citadas não são em número muito maior.
Vai da questão de necessidade e condição. Acredito três Juan Carlos do que dois Tristes.

Bardini
Bardini
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

“seria operar duas ou três unidades de uma versão do BPE Juan Carlos I, capaz de empregar, conforme a missão, uma dúzia de F-35 ou helicópteros/ embarcações de desembarque.”
.
O JCI poderia suportar 11 F-35B, mas aí seria sem helicóptero na conta, o que torna a coisa meio que irreal:comment image

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Bardini
6 meses atrás

Uma dúzia foi ordem de grandeza, aproximação.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
6 meses atrás

Sem dúvida é o mais prático e pragmático. Rápido de implementar

Pode não ser o mais barato e mais arriscado do que uma versão stobar a partir do próprio BPE mas com liberdade de operar de outros tipos e mais baratos, não ficando tão dependente da exclusividade e custos do F35

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Seria possivel operar F-35B no “Atlântico”? Não que eu ache isso boa ideia, é somente uma curiosidade.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  paddy mayne
6 meses atrás

Não sem grandes melhoramentos, pois o convoo não foi projetado para os impactos do pouso vertical nem para o calor da tubeira e, além disso, seria preciso ampliar capacidade de combustível de aviação, paióis de munição etc.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Mas o mais critico mesmo acho que são os elevadores. Não lembro de cabeça, mas acho que eles não passam ali

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Obrigado, Fernando.

MMerlin
MMerlin
Reply to  paddy mayne
6 meses atrás

Não passam. Inclusive pode transportar os Harriers no convés mas não suporte sua operação.

Rafael
Rafael
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Tb penso nisso Sr Nunao ….3 unidades de BPE….dessa forma teriamos sempre um
em operacao, um na reserva e o outro em manutencao

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Basta pensar antes no que vc deseja colocar dentro dele

O Nae SP por exemplo com 33 mil toneladas e 260 metros, podia levar 30 aeronaves de boa (40 entupido)

Então, vejo estas dimensões como objetivo médio pouco a mais pouco a menos

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Pedro Bó
6 meses atrás

Isso que você falou, custaria 4 vezes mais que comprar um PA Chines e operar com seagripen.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
6 meses atrás

Por quê?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
6 meses atrás

Só os F-35B que são os maia caros são mais caros que um PA Chines.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
6 meses atrás

Deixando a ideologia de lado, eu dou meus parabens a China.
Traçaram um plano a longo prazo, e correram atrás e investiram pesado para alcançarem seus objetivos.
É o que separa governos com um mínimo de sériedades de “democracias” cujos planos só duram até a próxima eleição, empurrando todo o resto com a barriga.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Willber Rodrigues
6 meses atrás

Realmente quando estiverem em operações os 4 Porta Aviões convencionais e os dois nucleares só vão estar com menos Porta Aviões que os EUA, mas como eles estão mais preocupados com o Pacífico do que com o resto do mundo provavelmente vão ter mais Porta Aviões que os americanos na região!

DOUGLAS
DOUGLAS
Reply to  Fabio Araujo
6 meses atrás

Então preocupados no pacífico enquanto não conseguir suas ambições no pacífico. Logo mais quando conseguirem, eles vão está de olho no Atlântico! kkk

Vinicius Momesso
6 meses atrás

Qual seria o melhor design: catapultado ou sky jump?

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Vinicius Momesso
6 meses atrás

Com certeza o Catobar embora o seu custo operacional é bem maior. Essa anomalia chamada ski jumper além de ser horrível possui várias restrições sendo as mais relevantes são as limitações máximas na carga de combustíveis, mísseis e bombas na decolagem e também condições atmosféricas, ventos contrários e insuficientes….

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Top Gun Sea
6 meses atrás

Depende e muito. Não é bem assim não

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Top Gun Sea
6 meses atrás

E por isso que Chineses, Russos, Ingleses, Italianos, Espanhões, japoneses e os fuzileiros americanos são uns Burros por investir em PA com ski jumper.

Pavan
Pavan
6 meses atrás

E nós modernizando A4 pra mantermos a doutrina… Que fase !!

MMerlin
MMerlin
Reply to  Pavan
6 meses atrás

Quem tudo quer nada tem. Foco no foco.

Foxtrot
Foxtrot
6 meses atrás

Está aí uma marinha de verdade (como muitas outras no globo).
Com tecnologia própria, autonomia, planejamento de longo prazo e visão.
Olha que não faz muito tempo a marinha chinesa operou NAe importado e comprou o A-11 Minas Gerais para estudos.
Enquanto que aqui já operamos o A-11, A-12 e nem tivemos o interesse de “desmanchar” o casco aqui para estudos.
O mesmo erro cometemos nas Niterois, Greenhalg etc.
E agora iremos cometer o eterno erro ao comprar mais uma vez projeto importado e improvisado para as necessidades nacionais.
Parabéns a China !

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

Eles compraram o Mina gerais🤔⁉️

Pelo que li, o navio foi arrematado por uma empresa de navegação de Xangai,mas essa empresa, desistiu de utilizar o navio,que acabou como sucata em Alang…
Não acredita que os chineses tenham tido o trabalho de estudar o A-11.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Adriano Madureira
6 meses atrás

Exatamente isso Adriano. Aí o casco foi levado a China para “desmanche”. O interessante dos chineses é que sabem que tudo de moderno hoje, veio de algo ultrapassado, ou seja evoluiu . Aqui é que nunca aprendemos isso. Pois os chineses também estudaram o Kusnetsov. Daí seu grande crescimento técnico fabril em porta aviões. E se não sabe, não faz muito tempo a MB e a marinha chinesa tinham cooperação e operação e treinamento de tripulantes de NAe, e se não me engano havia até intenção de construção conjunta. Aí nossa marinha parou no tempo e a chinesa caminhou a… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

Alang, onde o NAeL Minas Gerais foi desmanchado, fica na Índia, não na China.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Nunão. Vocês que tem bastante acesso com oficiais, sabe se foi feito um trabalho detalhado de engenharia reversa dos projetos do Minas e do São Paulo?
Mesmo sendo embarcações das décadas de 40 e 60, considero o procedimento um passo essencial caso um dia exista interesse na construção própria de navios com aviação embarcada.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  MMerlin
6 meses atrás

O que soube na época do anúncio da desativação do NAe São Paulo é que pessoal da Diretoria de Engenharia naval ficou incumbido de detalhar todo o projeto estrutural do navio, trabalhando no seu interior e passando os dados para softwares que desenham os planos e linhas em 3D.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Li isso também caro Fernando e espero que após anos de trapalhadas nossos militares estejam aprendendo a lição.

Flanker
Flanker
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

A cooperação entre a MB e a China, relativa à operação de Porta-aviões, nao6passou de intenção. Teve apenas uma visita dos militares chineses ao São Paulo, de forma bem inicial…e não passou disso….

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

Brasil se condenou quando recusou a participar do acordo de livre comércio com os EUA, Canadá e México lá atrás (adivinha qual partido que se negou a participar). A China ocupou o espaço que poderia ser do Brasil, que é produzir a preços competitivos e exportar em grandes quantidades para os EUA.

Enquanto a China cresceu mais de 7% com consistência por vários anos seguidos, aqui o pessoal se contentou com um voo de galinha e já ficaram endeusando a quadrilha vermelha.

100nick-Elâ
100nick-Elâ
Reply to  SmokingSnake 🐍
6 meses atrás

E por que o México não virou uma China? você só fala besteira, cara

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  100nick-Elâ
6 meses atrás

De fato durante uns anos (após o acordo) o México foi o país mais rico da América latina, com pib per capita maior do que Chile, Panamá e Uruguai. Até 2008 o México era o segundo país mais rico mas já foi ficando atrás do Chile, que também fez um acordo de livre comércio com os EUA.

Eles que não souberam aproveitar, também tem que fazer a parte deles e tornar competitivo produzir no México além de colocar ordem no país, mas deixaram os cartéis e a corrupção reinarem.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  SmokingSnake 🐍
6 meses atrás

O Chile? estas falando desse paiseco da América doSul, cujo povo não aguentando mais a pobreza e arrocho salarial e nas aposentadorias partiu para as ruas em protesto a quebradeira? é este o pais rico de que falas?

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  SmokingSnake 🐍
6 meses atrás

Sério mesmo caro Sim kingSnak?
Olha como está o México hoje que optou pelo Nafta.
A maioria de suas empresas faliram para dar mercado as empresas americanas e canadenses.
E os trabalhadores, esses nem vou perder tempo de falar da situação, vou deixar você pesquisar.
Hoje o partido do poder se alinhou aos interesses americanos e olha e que ganhamos, sobre taxa do aço e alumínio, carnes etc etc etc.
E olha que deram aos americanos a base de Alcântara, Embraer e todas as “pérolas” da coroa.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

A China está lotada de empresas estrangeiras e nem por isso as empresas chinesas morreram, pelo contrário, só ganham cada vez mais força. O México que fez tudo errado, geralmente os países em desenvolvimento tem a vantagem de produzir mais barato, mas na América latrina isso é um problema já que os governos estão sempre tornando a vida da indústria mais cara e difícil. O Brasil era para ter uma das energias mais baratas, já que hidrelétrica é uma das formas mais baratas de produzir energia, mas depois de trocentos impostos um em cima do outro na produção, transmissão e… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  SmokingSnake 🐍
6 meses atrás

Primeiro caro Smoking, a negação de participar do NAFT não veio do governo petista e sim do governo FHC.
segundo a China é a China, Brasil é Brasil.
A China é uma nação independente, com autonomia e soberana e que privilegia suas indústrias e não se submete a interesses internacionais.
Diferente de países submissos como Brasil, México etc.
Pena que mesmo aqui no fórum há coisas que não devem ser ditas e nem debatidas, por mais educado e cortês que se busque ser.
Se não o meu outro post dedicado a você teria sido exposto.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

Se depender de gente como você, vão entregar tudo para a China.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  SmokingSnake 🐍
6 meses atrás

Não tem mais nada para entregar a China, pois já entregaram tudo aos USA (O petróleo, A EMBRAER e Alcântaras… só para citar algumas das entreagas).

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  SmokingSnake 🐍
6 meses atrás

O problema e custo de produção no Brasil, direitos trabalhistas, impostos e o protecionismo do governo em relação a indústria nacional. Mesmo que tivessimos feito o acordo c os EUA, nunca seriamos a China. Nem o México, que teria um custo menor dévido a próximidade com eles, esta perto de ser.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
6 meses atrás

O custo Brasil é desculpa fiada para encobrir que a culpa do atraso do Brasil é o neoliberalismo adotado sem nenhuma restrição e a ganância do empresário que pratica altas taxas de lucro. Para se ter uma ideia basta comparar o salário minimo do Brasil com o dos USA. Aqui o salário minimo é de R$ 998,00 mensal o que dá um valor de R$ 4,15 reais a hora, ou seja 1 dólar. Nos Estados Unidos a hora mínima é de R$ 7 dólares (28 reais), chegando em alguns estados a 15 dólares a hora (15,00 x 240 = R$… Read more »

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  francisco Farias
6 meses atrás

Digo 15,00 x 220 = R$ 3.300,00. Multiplica-se por 220 em vez de 240.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  francisco Farias
6 meses atrás

“ Aqui o salário minimo é de R$ 998,00 mensal o que dá um valor de R$ 4,15 reais a hora, ou seja 1 dólar.”

Não entendi uma coisa: nesse caso, para efeitos comparativos, não teria que dividir também por 220, ao invés de 240, como você corrigiu no segundo comentário?

“ Nos Estados Unidos a hora mínima é de R$ 7 dólares (28 reais), chegando em alguns estados a 15 dólares a hora (15,00 x 240 = R$ 3.600,00 de salário minimo)”

Aqui também ficou meio bagunçado dólar e real misturados.

Flanker
Flanker
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

O A-11 saiu daqui para Alang…..na Índia! Só se os chineses estudaram o casco no caminho entre o Brasil e a Índia. Não viaja, Foxtrot….

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Flanker
6 meses atrás

Acorda Flanker.
Você realmente acredita que as ações de inteligência da china são limitadas ou inexistentes como a do Brasil.
Tsc tsc.
Se esqueceu das peças acidentadas no Afeganistão do Silent Halck e que foram parar nas mãos chinesas ?
Pobre criança !

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Foxtrot
6 meses atrás

O silent hawk não se acidentou no Afeganistão mas sim Paquistão…

André Luís
André Luís
6 meses atrás

Enquanto isso, lá na Rússia…

T-Shark_AZM
T-Shark_AZM
6 meses atrás

Sei que está longe de ser ideal mas, na atual situação, um porta aviões na configuração STOBAR operando um eventual gripen naval não seria muito melhor do que não ter nada?
Um gripen naval com certeza se sairia muito melhor do que um J-15 em situações similares não? Ou será que a diferença não é tão grande assim?

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Alexandre Galante
6 meses atrás

Galante,quais os empecilhos para se adquirir 10-16 ou 20 Sea Gripen para um hipotético NAe da MB? Você fala do custo de se desenvolver tal caça,mas o Gripen-E de acordo com a Saab e o seu ex-presidente,a versão M tem 95% de peças em comum com o Gripen-E… Então a diferença estaria nesses 5% restantes,que seria o peso da aeronave,a diferença entre o peso vazio e máximo de decolagem,carga de combustível,reforço no trem de pouso dianteiro,reforços estruturais ao redor do centro de gravidade do avião,há algo mais a complementar? Os suecos dizem que o Sea Gripen é uma aeronave concebida… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Alexandre Galante
6 meses atrás

A França criou o Rafale só para ela, os Russos criaram o MIG-29K e o SU-33 para 2 PA a China, copiou o SU-33 para sí.

Delfim
Delfim
6 meses atrás

Pessoalmente, esqueceria este sonho de possuir NAe. É um meio de projeção de poder, e antes disso há que se pensar em guarda costeira, NaPOc, corvetas, drones, aeronaves de interdição naval, submarinos… para depois pensar em NAe que precisa de um grupo de batalha com cruzadores e fragatas.
Para isso se precisa alavancar a economia, a fatia de orçamento militar, tecnologia… até revisar a CF-1988 que limita o uso e projeção do poder limitar.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Delfim
6 meses atrás

Delfim,
Desde muito tempo que a Marinha do Brasil não considera que navio-aeródromo seja apenas um instrumento de projeção de poder. Essa é a parte que, historicamente, era a menos importante frente a outras capacidades de um navio desse tipo.
Também não há necessidade de revisar a Constituição.
Esse artigo de alguns anos atrás sintetiza essa visão da Marinha, e fala também sobre questões como projeção de poder e a adequação desta a uma Política de Defesa que não contempla iniciativas de agressão ou conquista.

https://www.naval.com.br/blog/2016/01/27/navio-aerodromo-capitania-de-esquadra-balanceada-para-o-brasil/

Delfim
Delfim
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

De Martini.
Embora reconheça o alcance e autoridade do Alte. Rodrigues Pereira no assunto, reitero que a parca dotação orçamentária e os gastos previdenciários não permitem a aquisição e manutenção de um NAe, a insistência só levou a um estado de pré-sucateamento de outras belonaves.
Ademais, acredito firmemente que as futuras ameaças à nossa soberania virão do mar, e seja dos EUA, Europa ou China, um NAe apenas será um alvo, pois tais possuem poder naval que superará qualquer frota aeronaval que a MB possua.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Delfim
6 meses atrás

Não vejo ameaças num futuro próximo.
Mas isto não deve interferir, muito menos diminuir, nos investimentos do setor de defesa.
Mas, quando as ameaças vierem, serão de múltiplos locais: política, economia, espaço, ar e mar.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Delfim
6 meses atrás

Delfim, minha resposta foi só em relação ao que você escreveu sobre projeção de poder e Constituição, para alertar sobre noções erradas que estavam em seu comentário a respeito desses itens específicos. Não falei nada de orçamento, previdência, outras prioridades, custos, capacidade efetiva de adquirir, operar e outros assuntos, mesmo porque a própria desativação do NAe São Paulo fala por si. Apenas mais um ponto a ressaltar: a contribuição dos custos de aquisição e manutenção do NAe São Paulo para o “pré-sucateamento“ de outros navios é relativamente pequena. Outros fatores pesaram muito mais para a falta de recursos que levou… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Nuclear?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Ops… não… ok!

paddy mayne
paddy mayne
6 meses atrás

No desenho apresentado eles migram de STOBAR para CATOBAR já na próxima geração. Alguem sabe explicar a razão?

Nilson
Nilson
Reply to  paddy mayne
6 meses atrás

Simples. O STOBAR foi uma fase de estudos, de operacionalidade mais fácil e rápida, posto que o modelo que eles tinham era o russo/ucraniano que transformaram no Liaoning. Mas o objetivo deles é o CATOBAR, que é muito mais eficiente e efetivo. E depois, na terceira geração, vão para o objetivo final: CATOBAR com propulsão nuclear.

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  Nilson
6 meses atrás

obrigado

α Tau
α Tau
6 meses atrás

A China hoje está sendo o que a Alemanha estava começando a ser nos anos 30…Acho que é uma hora propicia para trocar o curso de Inglês por um de Mandarim, os eua não vão se sustentar por muito tempo, a China está avançando muito rapidamente no desenvolvimento científico e tecnológico, é absurdo o que esse país está conseguindo fazer…

O que torna um pais DESENVOLVIDO, não é samba, futebol, carnaval ou baile Funk, e sim investimento em EDUCAÇÃO e PESQUISAS TECNOLÓGICAS…

Pedro Calmon
Reply to  α Tau
6 meses atrás

O que China acumulou em dividas nos ultimos 10 anos o e’ o que o ocidente (EUA + Europa Ocidental) levaram 100 anos para acumular.
De cada $100 dolares devidos mundialmente, $15 sao devidos pela China.
O endividamento Chines corresponde a 303% do PIB. O PICO de endividamento dos EUA foi de 121% do PIB, e isso fou durante a 2a Guerra Mundial.
O modelo Chines e’ completamente insustentavel.

α Tau
α Tau
Reply to  Pedro Calmon
6 meses atrás

A China têm dinheiro, educação, dedicação e investimento…Um governo estável com mais de 1 bilhão de pessoas, que investe pesado em tecnologia…O único que pode parar a China é a própria China…

Flanker
Flanker
Reply to  α Tau
6 meses atrás

E é exatamente aí que está o calcanhar de Aqulies da China…..a própria China……e não vai demorar muitos anos…..

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Pedro Calmon
6 meses atrás

Você tem certeza disso? Até onde eu sabia, a China era o país com as maiores reservas em moeda estrangeira. Os EUA são o maior devedor da China.

Pedro Calmon
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
6 meses atrás
J-20
J-20
Reply to  Pedro Calmon
6 meses atrás

Pedro Calmon WTF? Por acaso 1,8 trilhões de dólares equivale a 303% do PIB chinês? Que matemática foi essa?

Pedro Calmon
Reply to  J-20
6 meses atrás

Do artigo:
“Including state debt, the total amount is estimated at more than 300% of China’s GDP, i.e. it could be about US$40 trillion, or about half of global GDP. “

MMerlin
MMerlin
Reply to  α Tau
6 meses atrás

Trocar o curso de Inglês por Chines jamais.
Mas inglês é o básico (indispensável para quem trabalhar na área de tecnologia).
Como terceiro idioma, ficaria ainda, com o espanhol.
Como quarto, ficaria entre francês ou mandarim. Mas possivelmente escolheria o primeiro, porque todo chines fala inglês enquanto nem todo francês fale inglês.

Ozawa
Ozawa
6 meses atrás

Tá com inveja? Leva pra casa …
https://www.flyingmule.com/products/FV-861010A

Dalton
Dalton
Reply to  Ozawa
6 meses atrás

Belo modelo. Fotos mais recentes do “Liaoning” mostram que o indicativo “16” foi colocado na superestrutura também, seguindo costume americano, parte dianteira do convés de voo e superestrutura, mas, curiosamente também adotou-se a prática russa do indicativo no casco para NAes como ocorre com o ” Kuznetsov” (063).

Ozawa
Ozawa
Reply to  Dalton
6 meses atrás

A FV tem uma linha de diecasts terrestres e navais, em escala 1:32, calcadas na IIWW, e de um detalhamento surpreendente. Mas recentemente abriu uma linha de modelos navais mais contemporâneos, de 1:700, inicialmente com o saudoso USS Enterprise (CVN 65). Esperava que o próximo item da série fosse também um modelo de carrier americano da classe Nimitz, ou mesmo um Queen Elizabeth de Sua Magestade … Mas qual foi minha surpresa ao ver em seguida o Liaoning na rampa de lançamento da FV … E com simulações visuais incríveis e inéditas nos modelos da marca, como um J-15 em… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  Ozawa
6 meses atrás

Um adendo de comércio Internacional e porque não geopolítico, a FV é uma marca inglesa, mas os itens da série são fabricados em Hong Kong …

jagderband#44
jagderband#44
6 meses atrás

Tem ar condicionado?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  jagderband#44
6 meses atrás

sim, tem banheiro e leva de brinde cópias de Sukhoi

Fabio Mayer
Fabio Mayer
6 meses atrás

Escrevendo o óbvio, que qualquer forista aqui sabe: Porta-Aviões é instrumento de projeção de poder. É para quem opera fora de seus mares territoriais ou que tem um território tão grande e mares territoriais tão grandes, que pode necessitar enviar força adicional para parte deles. Também é para quem tem pretensões globais e interesses globais ou mesmo regionais, mas à certa distância de sua sede nacional. EUA e China, além de serem grandes territórios, têm interesses globais. Inglaterra e França, têm possessões como as Falklands e a Guiana. Espanha e Itália têm, mas fora desse grupo. O Japão está adaptando… Read more »

alexandre
alexandre
Reply to  Fabio Mayer
6 meses atrás

é um grande alvo…

Gustavo
Gustavo
6 meses atrás

E pensar que nos primeiros anos desta primeira década, a China pediu ao Brasil conhecimento em operações com NAe’s…. Que evolução!

Fabio Mayer
Fabio Mayer
Reply to  Gustavo
6 meses atrás

“…deitado em berço esplêndido…”

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
6 meses atrás

Não gosto de porta avões,acho melhor submarinos.No caso do Brasil claro.

Guizmo
Guizmo
6 meses atrás

De todas as opções de NAes, a pior pra MB é justamente a que teve uma maquete montada: um Catobar com Sea Gripen. Por se tratar do tipo mais caro de se construir, de manter e sem capacidade multifunção. O Sea Gripen é igual a mula sem cabeça, nunca ninguém vai ver. Não há escala no planeta por demanda desse tipo de avião. Todos os países do mundo com porta-aviões e/ou com projetos de obtenção, à exceção de EUA e França, estão com o conceito Stobar ou Navios multifunção. Nunca portanto, a SAAB irá torrar grana pra desenvolver um avião… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Guizmo
6 meses atrás

O SeaGripen começou em 2008 e focava 2 potenciais clientes alem de ter flertado com um terceiro.

Concorria na India, apostava na Brasil e chegou a se considerado superficialmente aos Britânicos que estavam as turras com o F35 e assim cogitavam esteve o Rafale caso houvesse uma ruptura com os americanos

O projeto avançou em paralelo ao terrestre ate 2011/12

Parou na etapa da construção do protótipo fisico e assim aguarda cliente para tal

Nao existe projeto de SeaGripen a começar do zero

MARCIANO AGENOR MARCELINO
6 meses atrás

Para nossos comandantes navais o importante já foi alcancado.
Não mecham na minha rica aposentadoria.

Navios…. Vemos beeemmm depois…

Luiz Trindade
Luiz Trindade
6 meses atrás

Deixando de lado as discussões do que seria melhor para MB, esse novo porta aviões já esta equipado com catapulta eletromagnética? Não tou skyjump… Se tiver a Marinha do Exército Popular de Libertação do povo vai ter um salto muito operacional muito grande. Significaria os aviões levar mais armamentos, não?!? Comentários por favor, Ozawa? Nunão, Alexandre Galante e quem mais tiver conhecimento…

Dalton
Dalton
Reply to  Luiz Trindade
6 meses atrás

Luiz, se você está referindo-se ao que foi comissionado terça-feira, ele não tem catapultas e sim uma rampa (ski jump). .
.
O próximo NAe que encontra-se ainda em construção deverá ter catapultas
mas não se sabe em que patamar os chineses se encontram na aplicação de catapultas eletromagnéticas em um NAe.
.
A US Navy ainda está corrigindo problemas com as 4 instaladas a bordo do USS Gerald Ford, mas, se os chineses terão menos ou nenhum problema com elas é algo que ainda precisará ser visto.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Dalton
6 meses atrás

Chefe… Ou não estou enxergando direito ou a imagem no topo dessa reportagem não mostra rampa… Olha lá…

Dalton
Dalton
Reply to  Luiz Trindade
6 meses atrás

Ela está lá Luiz, uma rampa de 12 graus de inclinação,apenas na primeira foto o ângulo não a favorece, veja outras fotos/desenhos abaixo e também pelo “google”.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Dalton
6 meses atrás

Eu vi Dalton. Obrigado.