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DOU: 4 bilhões para o programa classe Tamandaré e 250 milhões para navio de apoio Antártico

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Concepção em 3D da classe Tamandaré
Concepção em 3D da futura classe Tamandaré

O Diário Oficial da União de ontem publicou o crédito suplementar da União de 4 bilhões de reais para o programa da classe Tamandaré e R$ 250 milhões para navio de apoio Antártico da Marinha do Brasil.

Abaixo, imagem da página do DOU que traz o valor de participação da União no capital da Emgepron (Empresa Gerencial de Projetos Navais) para a construção dos navios.

A assinatura do contrato da construção dos navios classe Tamandaré dependia de decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre uma denúncia apresentada pelo Sindicato das Indústrias Metelúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Pernambuco, que questionou uma série de itens na licitação. No dia 27 de novembro, a denúncia foi arquivada pelo Tribunal, que entendeu não haver provas de irregularidades.

O consórcio Águas Azuis foi vencedor da concorrência para os novos navios de escolta classe Tamandaré (CCT), com previsão de entrega entre 2024 e 2028.

O contrato deve ser assinado em meados de 2020.

Veja outras informações importantes sobre o programa da classe Tamandaré, publicadas no DOU em 2019:

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Tutu
10 meses atrás

Uma dúvida, existe real necessidade de um novo navio polar?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Tutu
10 meses atrás

É para substituir o Ary Rongel (construído em 1981), por um navio com capacidade para operar em águas polares com presença de gelo.

http://sinaval.org.br/wp-content/uploads/02-04-2019-Press-Release-da-MB-Navio-de-Apoio-Ant%C3%A1rtico.pdf

Grozelha Vitaminada Milani
Grozelha Vitaminada Milani
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

O KC-390 tem capacidade e homologação para pouso e decolagem na pista de pouso da Força Aérea do Chile na Antártida?

Tem alguma previsão de substituir os Hércules da FAB nessa função e missão?

Algum teste no local já foi feito? Tem alguma programação?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Grozelha Vitaminada Milani
10 meses atrás

Groselha, isso já foi discutido dezenas de vezes. Na IOC ainda não, na FOC deverá ter.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Grozelha Vitaminada Milani
10 meses atrás

Grozelha, o kc 390 deverá ser capaz de realizar as chamadas aterragens tácticas em pistas semi preparadas e, portanto, também na pista de pouso na Antártida. No entanto, a principal diferença será o facto de que o Kc390 precisa de muito mais pista para aterrar e decolar, que, considerando as especificidades da pista, por sua vez decorrentes do usual estado climatérico, excederá concerteza os 1000 metros.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Tutu
10 meses atrás

Sim hoje o trabalho pesado na região é feito só pelo Almirante Maximiano!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Tutu
10 meses atrás

Você sabe a idade do navio polar Brasileiro? Foi lançado em 1988,tem 31 anos e em breve já poderia ter que ser aposentado… Se o governo soltou a verba,provavelmente é porque o navio não deva ser tão caro. Características: Velocidade: 9 nós (cruzeiro) e 10 nós (máxima) Deslocamento Padrão: 4.700 toneladas. Comprimento Máximo: 93,4 metros Boca: 13,4 metros. Raio de Ação: 8.000 milhas náuticas e 45 dias de autonomia com VEC (velocidade econômica de cruzeiro) Sensores: Radares de navegação Equipamentos: ecobatímetro multifeixe para grandes profundidades; guincho oceanográfico (coletas de amostra de água a até 8.000 metros de profundidade) e geológico… Read more »

Paulo Pires
Paulo Pires
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Na verdade o Ary Roger foi construído em 1981 e adquirido pelo Brasil em 1987, para substituir o Barão de Teffé.

Paulo Pires
Paulo Pires
Reply to  Paulo Pires
10 meses atrás

*Ary Rongel

Sergio
Sergio
Reply to  Tutu
10 meses atrás

..na verdade existe necessidade para inúmeras coisas….

Tutu
Reply to  Sergio
10 meses atrás

Obrigado pelo esclarecimento

Paulo
Paulo
Reply to  Tutu
10 meses atrás

Precisamos de tudo é mais um pouco. Acho que a coisa tá tão feia que poderiam aproveitar a vontade do atual governo para encomendar 6 Tamandaré.

Ari Santos
Ari Santos
Reply to  Paulo
10 meses atrás

Ou OITO!

Amauri Soares
Reply to  Tutu
10 meses atrás

Sim não só de um navio mas deviam ter MT mais , a Antártida e um continente importante é o mundo todo está de olhos nele. O Brasil deveria aumentar os investimentos na Antártida .

João Moro
João Moro
10 meses atrás

A melhor notícia é dos 4 bi para o programa Tamandaré. Esse valor pode ajudar a diminuir o atraso. Espero que consigamos mais montantes para manter o projeto e seus tempos de construção.

MMerlin
MMerlin
Reply to  João Moro
10 meses atrás

Ele mais do que ajuda. O valor equivale a mais que 60% do valor do contrato a ser assinado.

João Moro
João Moro
Reply to  MMerlin
10 meses atrás

Sim, realmente mas este valor é só para a construção dos navios. Ela não leva em conta os armamentos, radares e outros equipamentos modulares. Estes terão que ser pagos com outros montantes.
Acredito que este valor dê o ponta pé inicial na construção dos navios e feche contratos com as empresas fornecedoras dos armamentos e radares.

marcos.poorman
marcos.poorman
10 meses atrás

Srs., o governo Temer já não havia feito uma capitalização na EMGEPRON anteriormente? Vão ser liberados mais 4.25 bilhões para os dois projetos?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  marcos.poorman
10 meses atrás

Marcos, Aparentemente o valor complementa o que foi disponibilizado no ano anterior, somando-se a ele para chegar a esse total de 4,25 bilhões de reais para os dois programas (Tamandaré e Navio Polar). Na página do DOU mostrada na matéria, aparece um valor de pouco mais de 2,52 bi para o programa classe Tamandaré, ao qual é somado um de aproximadamente 1,47 para chegar a exatos 4 bi. No demonstrativo de contas da Emgepron publicado no DOU em abril deste ano, relativo às contas do ano passado, já aparecia um valor de cerca de 2,54 bi, o que é bem… Read more »

marcos.poorman
marcos.poorman
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Nunão, realmente, o balanço diz “A União, por meio de AFAC, capitalizou na EMGEPRON o valor de R$ 2,546 bilhões com o objetivo de revitalizar o Poder Naval da Marinha do Brasil com a construção de Corvetas Classe Tamandaré e o valor de R$ 100 milhões para a aquisição de um Navio de Apoio Antártico. Dessa forma, o montante financeiro total recebido, no exercício de 2018, somou R$ 2,646 bilhões.”

Grozelha Vitaminada Milani
Grozelha Vitaminada Milani
10 meses atrás

E qual é a proposta para esse navio.polar?

Novo ou usado?

Vai ser um navio auxiliar ao Maximiano ou superior em pesquisa e suporte ao programa Antártico?

Grato.

#PS: Essa verba é suficiente pra comprar um navio bom ou vai ser outro quebra-galho de oportunidade???

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Grozelha Vitaminada Milani
10 meses atrás

“Novo ou usado?”

Groselha, leia o link que postei na resposta ao Tutu.

Grozelha Vitaminada Milani
Grozelha Vitaminada Milani
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Então a grana não vai dar e vamos de mais uma Oportunidade Usadão de Ocasião do Melhor de Todos os Tempos da Última Promoção da Semana.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Grozelha Vitaminada Milani
10 meses atrás

Groselha,
Sua conclusão é precipitada, o aporte vem crescendo do ano passado pra cá.

Mario SAE
Mario SAE
Reply to  Grozelha Vitaminada Milani
10 meses atrás

Putz, como reclama…

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  Grozelha Vitaminada Milani
10 meses atrás

Pelo que eu vi, o BAP Carrasco, que entrou em serviço em 2017 na Marinha Peruana, custou U$88 mi.

Acho que um novo deve ficar entre uns U$90~U$100 mi.

https://elcomercio.pe/tecnologia/empresas/peru-compra-buque-oceanografico-mision-antartida-169702-noticia/

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  Mano Jô
10 meses atrás

E vendo algumas reportagens, o valor que a Marinha pretende gastar é de R$500 mi. “Perguntado pelo Correio sobre quais são as prioridade do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) depois de consolidada a estação, Guida adiantou o esforço da Marinha para a aquisição de um navio quebra-gelo no valor de R$ 500 milhões. “O navio de apoio oceanográfico Almirante Ary Rongel já está numa situação precária e nós precisamos substituí-lo. Conseguimos apoio do Congresso e recursos do Executivo para fazer um navio quebra-gelo com capacidade de romper gelo de um ano com até 1m de espessura.” De acordo com a Marinha,… Read more »

Alexandre
Alexandre
10 meses atrás

Uma notícia maravilhosa, praticamente 1 bilhão de dólares para as fragatas Tamandarés. Sendo que o programa todo, englobando as 4 Tamandarés vai custar 1,5 bi de dólares, ou seja, estamos pagando 2/3 de todo o programa numa só tacada. Isso serve para mostrar que o Brasil é inigualável aqui na América Latina, enquanto as republiquetas vizinhas fazem contorcionismo para comprar pouca coisa, muitas das quais de segunda mão, nosso País faz um aporte de 1 bi de dólares somente num projeto! Lembrando que as duas fragatas Adelaides custarão em torno de 250 milhões de dólares! Baratinho não? Dava para nossa… Read more »

FERNANDO
FERNANDO
10 meses atrás

Olha, sinceridade, tenho que ser justo.
Capital Brasil, abafou nesta vez.
Parabéns!
Mas,
minha nota ainda é 5,5,
mas,
acredito que pode dar mais do que está
dando.

Bardini
Bardini
10 meses atrás

Certamente, o Navio de Apoio Antártico vai satisfazer o pessoal de Pernambuco, via VARD.

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Não vai.

Luís Henrique
Luís Henrique
10 meses atrás

Maravilha. Agora vai.
E os armamentos e sensores, a MB vai divulgar quando as alterações, se é que vai ter alguma ???

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Luís Henrique
10 meses atrás

Pelo que li as Tamandares sairao em torno de 350/400 milhoes de dolares cada, entao ja e praticamente metade do contrato . excelente noticia

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Luís Henrique
10 meses atrás

Luis Henrique, já tem uma pista num dos links da matéria, sobre o MAGE.

Outras coisas só espero ver na assinatura do contrato, pois não costuma ser interessante divulgar coisas que são ainda objeto de negociações com fornecedores durante o processo.

tomka
tomka
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

não consigo acessar os links dá um erro no pdf

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
10 meses atrás

Maravilha , agora vai !

Pessoal esse tipo de grana , é um dinheiro fora do orçamento da marinha ? É um extra ? .É sempre feito assim nos projetos das Forças? Ou é por que conseguiram capitalizar a Emgepron? .

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  SN-10 Álvaro Alberto
10 meses atrás

A capitalização da Emgepron vem sendo feita com essa finalidade, de adquirir a classe Tamandaré.

Grandes programas da Marinha sempre precisam de financiamentos por bancos (externos na maioria das vezes, ou eventualmente internos) ou créditos extraordinários. As parcelas acabam sendo pagas pelo orçamento da Marinha ou pelo Tesouro. Nos créditos se encaixa mais ou menos essa capitalização da Emgepron.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Olá Nunão. Li há algum tempo que o programa FCT (Fraguetas classe Tamandaré) não terão financiamento externo ou de bancos privados. Os pagamentos serão realizados pela Emgepron e o consórcio poderá usar recursos do BNDES. Eu ainda não entendi como ficou a situação da Embraer nesse programa, será a EDS (provável) ou ficou com a Boeing (menos provável)? Ainda não encontrei nada que esclareça isso.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Financiamento haverá. Alemão.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

EDS. Nada a ver com Boeing. Quanto ao sistema de compra, respondi em outro comentário. Não são “fravetas”, com esse porte, são fragatas. Confusões com nomes são porque o programa começou como corvetas e por isso ainda é chamado assim em publicações como as do DOU, que mantém o nome da rubrica como foi criada. Em suas comunicações, a Marinha usa simplesmente “programa classe Tamandaré”. Se vai chamar de corveta ou fragata no futuro, pode depender de política interna da Marinha, de suas tradições (por exemplo, a classe Garcia americana era chamada aqui de Contratorpedeiro por razões de tradição) ou… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Olá Nunão. Sobre as “fraguetas”, lembro dessa discussão após a definição do projeto. Concordo que a classificação é secundário. Lá em 2017, o projeto previa deslocar 2900 ton. O projeto escolhido deverá deslocar 3455 ton. Inclusive, pode mudar de V35 para F135.. ou F150.. ou inovar, VF111. Essa ficaria ultima ficaria legal

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Concordo. A MB poderá chamar de Fragatas. Mas se manter o nome Corveta também será aceitável, pois as coisas estão mudando.
A Índia já possui 4 Corvetas Classe Kamorta (Projeto 28) que deslocam 3.300 toneladas e agora vão construir 8 Corvetas maiores e mais pesadas denominadas Projeto 28A. Os russos estão construindo as Corvetas do projeto 20386, a primeira deve ficar pronta no ano que vem, e eles planejam construir 10 unidades. Estas deslocam 3.400 toneladas.

A MB pode classificar como Fragatas Leves ou podemos ter umas das Corvetas mais pesadas do mundo.

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Obrigado pela atenção!

Joe Leite
Joe Leite
10 meses atrás

O saudoso ministro e diplomata Roberto Campos contava que o presidente Castelo Branco, no afã de se livrar da incômoda presença de governadores e prefeitos, que iam pedir verbas, liberava tudo, dizendo: “claro Sr. Governador, verbas nós temos”. Depois da saída das visitas modorrentas, chamava sua equipe econômica e cancelava tudo, e então arrematava: ” verba nós temos, o que não temos é dinheiro”!

PauloOsk
PauloOsk
10 meses atrás

Excelente noticia… nao querendo politizar o debate, mas parece que o governo ta tendo boa vontade com as FFAA. Isso eh muito bom.

Camargoeri
Reply to  PauloOsk
10 meses atrás

Caro Paulo. Menos torcida e mais realidade. Por enquanto, o governo federal vem mantendo os programas contratados, o que em si e sempre uma boa noticia,. Não houve nenhum processo novo, o que em si também e bom considerando o contexto de cortes e a necessidade de concluir os programa em andamento.

Diogo de Araujo
10 meses atrás

ete, ete, ete eu quero é maquete!

Foxtrot
Foxtrot
10 meses atrás

4 bilhões gastos em 4 Ferraris que poderiam comprar 12 Monza super bombados.
Vão gastar esse dinheiro em um navio caro de se adiquirir, manter.
Sendo que preciso damos é de números vultuosos.
Navios ” pé de boi”, baratos de se fabricar, manter e muito bem armados.
O tempo é senhor da rasão, vejo um fiasco das mesmas ou maiores dimensões semelhante ao da FAB com seu Gripen.

PauloOsk
PauloOsk
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

han ? ?

FERNANDO
FERNANDO
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

???
Vc está dizendo que devemos comprar usados???
Tá, loco???
Vc não pensando no quesito tempo!
Esta corvetas vão durar uns 70 anos na MB e usados meros 15 anos, mas, podem ser recalchutados o que é normal.
Eu acho que se tem a grana, compra novo.
É um investimento futuro que a MB está fazendo.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  FERNANDO
10 meses atrás

Caro Fernando, de onde tirou que falei que devemos comprar usados?
Não sabe ler nas entrelinhas, não comente o que não entende.
Disse que precisamos de projeto de um navio básico, robusto, bem armados e que possam ser construídos em grandes quantidades.
E não de um navio caro, ultra moderno, adaptado as necessidades nacionais e que será construído em números inespressivos para nossas necessidades.

Tutu
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Então qual é a sua sugestão?

O que seria um navio pé de boi?

João Moro
João Moro
Reply to  Tutu
10 meses atrás

Eu também to querendo saber o que seria navio “pé de boi”, navio “Monza super bombados”.

Fernando Vieira
Reply to  João Moro
10 meses atrás

Acho que o comentário veio errado. Era pra ter ido para um fórum de carros e deveria ter sido escrito: “Esses carros novos é tudo eletrônica e plástico, bom mesmo é o APzão”.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fernando Vieira
10 meses atrás

Aprende a conhecer metáforas caro Fernando.

João Moro
João Moro
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Foxtrot, poderia dar um exemplo do que seria navio “pé de boi” e navio “Monza super bombados”? agora fiquei curioso.
Abraço.

Wilson
Wilson
Reply to  Tutu
10 meses atrás

O único tipo de navio que eu consegui pensar que entraria na quantidade que ele disse seria uma espécie de Imperial Marinheiro século XXI.(Sem usar armamento de mísseis e sensores avançados, tudo do mais barato possível).

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Wilson
10 meses atrás

Veremos quantos mísseis, custos de manutenção de sistemas de altíssima tecnologia importados etc esses navios trarão a MB caro Wilson. Veremos o que a MB fará com 4 navios versus a dimensão que ela precisa proteger. Já cansei de explicar aqui que a Rússia frente ao poder tecnológico americano construía 4 T-72 para cada Abrans caro e problemático. Como exemplo, e isso era em todas as áreas da defesa Russa. Isso tem nome, se chama ataque de força bruta em informática, ataque massivo, supremacia de força etc etc etc. Diga-se de passagem que os equipamentos Russos eram robustos, muito bem… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Quando for divulgado quais sistemas a Classe Tamandaré terá poderemos falar sobre isso. Todo mundo aqui neste site sabe que 4 navios é pouco e até a MB sabe que é pouco (A MB precisa de ao menos 12 escoltas como ela mesma fala). Sobre o seu exemplo eu rebato com o exemplo da Batalha de Diu 17 navios portugueses vs +300 navios muçulmanos, vitória portuguesa, se quiser posso dar mais exemplos assim, a história já mostrou que o que vence é a estratégia não números. Quando a USNAVY começou a adquirir os contratorpedeiros da classe Spruance, falaram que eram… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Tutu
10 meses atrás

Caro Tutu, para mim seria o projeto Barroso.
Excelente navio em minha opinião.
Índices de disponibilidade grande, não apresenta problemas nas operações que participa e com pequenas alterações (retira o que é ruim mas mantém o que é bom) ainda tem grande valia para nós.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Foi o que a Fimcantieri ofereceu. Uma Barroso melhorada.
Mas diferente do que você imagina, não se constrói uma Corveta bem armada, com capacidade oceânica, em países ocidentais muito mais baratos do que a Meko A100.
A MB poderia ter optado pela Barroso melhorada mas não daria para adquirir em grande quantidade, como você sugere. A MB preferiu a Meko A100, avaliado por quem entende, como um navio Melhor e na mesma faixa de preço.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Luís Henrique
10 meses atrás

Caro Luiz Henrique, entrega o projeto a China ou Perú (que fabricou a classe Makassar por valor menor que uma CCT/ Meko) e verá.
Espero que os avaliadores da MB que entendem de navio como você mesmo disse, não sejam os mesmo que adilquiriram o A-12, Sepultaram projetos nacionais em detrimento de importações etc etc etc .

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

O A-12 foi uma ótima aquisição de oportunidade. Custou meros U$ 12 mi. A MB não teve dinheiro para modernizar e revitalizar o navio, ai acabou usando pouco. Mas pela merreca de U$ 12 mi, até que valeu à pena. Afirmar que a MB não adquiriu Fragatas Novas, submarinos, etc por causa da aquisição do A-12 é errado. Com U$ 12 mi mal se adquire uma Lancha, que dirá um navio de combate. Os maiores gastos no A-12 foram com pessoal, que a MB teria de qualquer forma, os salários seriam pagos para os marinheiros trabalhando no A-12 ou em… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Foxtrot, analise a Fragata Type 54 chinesa. A China é famosa por cobrar barato. O Ocidente possui produtos bem mais caros, normalmente. A Type 054 chinesa está avaliada no mercado internacional em U$ 350 mi. Ela desloca 4.000 toneladas, possui 1 canhão de 76mm, 2 de 30 mm, 8 mísseis anti-navio e 32 células para mísseis antiaéreos. A nossa Fragata Meko A100 deslocará 3.500 toneladas, terá 1 canhão de 76mm, 1 de 40mm, 4 mísseis anti-navio e 12 ou 16 células VLS. E custará praticamente o mesmo valor e ainda serão construídas aqui no Brasil, com transferências de tecnologias, participação… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

México vai pagar de U$ 380 a U$ 440 mi na Sigma 10514 que desloca somente 2.500 toneladas.
Se pagarmos a mesma coisa pela Meko A100 com 1.000 T a mais de deslocamento, não podemos dizer que está muito caro, nem que a MB não soube escolher.

Henrique
Henrique
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Essas Tamandaré já são bem modestas, se for mais básica vira fast attack boat. Só para comparação, a FREMM desloca mais de 6000t em uma das versões, enquanto a belh@rra desloca quase 5000t.

Wellington Rossi Kramer
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Se for um “fiasco” igual ao Gripen estará ótimo.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Wellington Rossi Kramer
10 meses atrás

Olá W. Será que você poderia elaborar mais esse argumento? Ainda não conseguir relacionar as Tamandaré com o fracasso do Gripen.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Camargoer, creio que o Wellington esteja sendo irônico em relação a um comentário inicial, que já ficou láááááááá pra cima e que recebeu mais de 20 respostas e cento e poucas negativações.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Olá Nunão. De fato. Havia ignorado o comentário do Foxtrot sobre o risco do FX2 fracassar. Resta desejar boa sorte à FAB e à MB e torcer para as coisas derem certo.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Aproveito para desejar a você e a todos os colegas da trilogia boas festas e muita sorte em 2020. Um abraço a todos.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Boas Festas, Camargoer!

ALEXANDRE
10 meses atrás

Que bom que o programa Tamandaré vai sair,poderiam tb fazer navios patrulhas.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ALEXANDRE
10 meses atrás

Que poderiam até ser adquirido com os vizinhos colombianos,que ao menos não tem problema com entregas…

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

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Foxtrot
Foxtrot
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Tá bom.
Aí mais uma vez jogam o projeto OPV-1800 BR, Classe Amazonas etc no lixo?
Quanta falta de planejamento Adriano.
Em partes concordo em cooperação com a Colômbia ou Perú, mas só se for para construir projetos que temos domínio.
Se não mais uma vez cometeremos essa burrice de erro desse famigerado CCT/Meko gambiarrada.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ALEXANDRE
10 meses atrás

Alexandre,quem sabe com a ThyssenKrupp Marine Systems fabricando nossas Tamandarés,eles possam em um futuro próximo oferecer um OPV Meko para usarmos como navio patrulha,pois apesar da MB ter comprado os direitos de proteção do OPV Classe River,duvido muito que fabriquemos alguma unidade dessas aqui no Brasil.

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Ou então COTECMAR OPV 93…
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Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Se já temos as licenças de produção e já operamos as Classe River seria melhor produzi-las localmente, comprar outro modelo de OPV não seria tão lógico, só traria um tipo a mais de embarcação para manutenção!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fabio Araujo
10 meses atrás

Os navios entraram em serviço com a Marinha do Brasil durante 2012 e 2013,já se passaram seis anos e nada na mídia especializada foi dita,nem ao menos uma nota de rodapé sobre uma provável produção local,e com certeza não será,foi então dinheiro do contribuinte jogado no ralo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Adriano, os três navios, que eram novos mas que estavam sem comprador, foram adquiridos por preço que já era abaixo do que seria o caso para encomendas partidas do zero, representando economia de recursos do contribuinte.

Então que dinheiro do contribuinte foi pro ralo?

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Para comprar os direitos de produção , mesmo que não seja um valor altíssimo,não deixa de ser dinheiro,e se você não põe em prática tais projetos,foi desperdício de recursos.

Mas vai que apareça alguma luz para iluminar o pessoal da MB quanto a construção de OPV…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Adriano,
Entendo seu raciocínio, mas essa licença fez parte de um pacote maior, com valor abaixo do mercado, ou seja, dentro de uma oportunidade. Sem colocar nesse contexto, você passa a classificar no mesmo patamar de uma eventual compra de direitos de produção feita exclusivamente para esse fim e que não foi usada, o que não foi o caso. Esse é o ponto. Sem a oportunidade de compra dos navios (com treinamento, suporte e licença incluídos, por um valor inferior ao de um programa feito do zero), que foi efetivamente aproveitada, essa licença de produção sequer existiria.

Mario SAE
Mario SAE
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

“Os navios entraram em serviço com a Marinha do Brasil durante 2012 e 2013,já se passaram seis anos e nada na mídia especializada foi dita,nem ao menos uma nota de rodapé sobre uma provável produção local.” Caro Alexandre, bom dia! Qual a relevância de divulgar na mídia algo que não é prioridade neste momento? Até onde sei, estamos priorizando os submarinos, as CCTs e os Navios Patrulha Macaé. Se amanhã resolvermos produzir uma leva de navios da classe Amazonas (que é um ótimo navio dentro de sua classe) em algum estaleiro nacional, a mídia vai ser informada. O orçamento é… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Mario SAE
10 meses atrás

Só relembrando: o contrato com a BAe Systems foi divulgado na época no valor de 133 milhões de libras, incluindo os três navios (que eram novos, recém-construídos, só haviam feito provas de mar pois não foram entregues ao comprador), além treinamento FOST (Flag Officer Sea Training) na Inglaterra, serviços de suporte e uma licença de fabricação. https://www.naval.com.br/blog/2012/01/02/brasil-compra-navios-de-patrulha/ https://www.portosenavios.com.br/noticias/navegacao-e-marinha/opv-amazonas-parte-para-cruzar-o-oceano-rumo-ao-brasil No câmbio da época da assinatura do contrato (janeiro de 2012), 133 milhões de libras equivaliam a aproximadamente 380 milhões de reais, cerca de R$ 127 milhões por navio (incluindo o suporte, treinamento etc). Em dólares, dava cerca de 206 milhões na… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Interessante. Não sabia deste histórico.
Aí pergunto: É possível retomar projetos de NaPaOc baseados na classe Amazonas? Vale à pena, considerando atualizações de requisitos?
De orelhada, sem me aprofundar muito no assunto, vejo que seria muito sensato…

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Esse OPV da Thyssen nos cairia como uma luva e nos daria offsets industriais muito bons

Mattos
Mattos
10 meses atrás

Perto do que os outros governos desviaram e que foi recuperado, foi pouco. Mas está bom para continuar a renovação. Salve as nossas FFAA.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Mattos
10 meses atrás

Caro Mattos. Uma correção. Governos não desviam recursos nem são corruptos, a não ser naquelas ditaduras nas quais o Estado existe para servir um grupo no poder. A freedonhouse faz uma boa classificação dos países entre livres, parcialmente livres e não-livres usando uma escala que vai de 0 até 100. Países muito democráticos ou bastante democráticos (a classificação brasileira é bem favorável) são pessoas corruptas e criminosas que desviam recursos públicos (ou privados) por meios criminosos.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Ops.

México. Peru. Venezuela. Equador. Pra citar vizinhos.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Esteves
10 meses atrás

Caro Esteves. Há uma boa correspondência entre a lista de democracias (freedon house) e a lista de percepção de corrupção (transparence international). Por exemplo, os primeiros classificados são a Dinamarca, Finlandia, Nova Zelandia… que geralmente também são bem avaliados no PISA. Os países da América Latina são aparecem em posições intermediárias (na democracia, na educação e na corrupção). Países como Afeganistão, Iraque, Libia, Iêmen, aparecem com as piores posições (países que sofreram invasões, guerras). Quanto á percepção de corrupção, Cuba tem melhor avaliação que o Brasil. Se forem comparados com os dados de IDH ou Gini, também haverá uma boa… Read more »

Mauro
Mauro
10 meses atrás

Esse é o Brasil que eu quero. Tá dando certo.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
10 meses atrás

Podem pesquisar,

Nos Últimos 03 anos as nossas Forças Armadas sempre conseguem o que é popularmente chamado de “rapa do tacho” do orçamento mostrando as autoridades civis a urgência de alguns projetos e melhorias nas forças para o próximo ano …

Parabéns as forças Armadas

Camargoer
Camargoer
Reply to  Entusiasta Militar
10 meses atrás

Caro Entusiasta. Acho que ambos temos esse entusiasmo em comum. Contudo, temo que discordo de você sobre o “raspa de tacho”. É preciso lembrar que o orçamento do MinDef é um dos maiores do governo federal (acho que apenas a conta da dívida, da previdência e do MEC seriam maiores). Também é preciso lembrar que tanto o ProSub quanto o FX2 têm financiamentos de bancos externos (cerca de US$ 8 bilhões de dólares, ou quase R$ 25 bilhões de reais), portanto os recursos estão disponíveis para as empresas. Esses empréstimos foram aprovados pelo Senado e são obrigações do governo federal… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Podem ser refinanciados. Como o PROSUB foi.

Há calotes no passado. Alcântara, Angra…

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Dívida é muito maior. Previdência social muito maior. Educação é maior. Saúde é maior. Detalhe: saúde e educação recebem verbas Municipais, Estaduais e Federais. Defesa, forças armadas são custeadas somente pelo governo Federal. Estados colocaram 12% de toda arrecadação dm Saúde e 25% em Educação. Municípios colocam 18% de toda arrecadação em Saúde e 25% em Educacao. Da quase 4% do PIB em Saúde e 5,5% do PIB em Educação. Mais os investimentos privados, escolas particulares, hospitais particulares, etc. Defesa tem 1,4% do PIB, mas tem um “pequeno” detalhe, Metade disso (50%) vai para pagamento de aposentadorias e pensões. Ou… Read more »

Fabricio Santos
Fabricio Santos
10 meses atrás

Sou novato na área , e muito leigo no assunto que trata de dinheiro , quanto custa o projeto ? esses 4 bi vai ajudar a pagar quantos % do projeto ? essa minha duvida , obrigado pela atenção

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fabricio Santos
10 meses atrás

Fabricio,

Quando escreveu projeto você quis dizer programa?

O programa classe Tamandaré é estimado em 1,6 bilhão de dólares.

No câmbio de hoje, essa estimativa equivale a aproximadamente 6,5 bilhões de reais.

Ou seja, esses 4 bilhões de reais reservados até o momento representam cerca de 62% da estimativa total.

Camargoeri
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Olá Nunao. Estava curioso sobre esse aporte na Emgepron. Ao contrário do ProSub e do FX2, que foram financiadis por bancos exterior, lembrei que o programa das “Tamandates” será custeado com recursos do tesouro por meio da Emgepron. O consórcio Águas Azuis escolhido formarão uma SPE, similar aquela feira pela Odebrecht e DCNS, mas ao invés de submarinos, essa SPE entre os alemães, Embraer e Atech será para a fabricação da quatro “fraguetas”. O BNDES irá financiar parcialmente a SPE e a Emgepron os pagamentos parciais ao longo da construção. A diferença de valores entre o ProSub (mais de seis… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoeri
10 meses atrás

Mestre,

Alemão recebe em euro. ToT é pago em euro. A capitalização da Emgepron vai pagar parte. A parte nativa.

Detalhes do contrato como garantias, moeda, hedge, taxas, prazos…só lendo o contrato.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Esteves
10 meses atrás

Caro Esteves. O contrato do FX2 e do Prosub foi negociado por mais de um ano, então temos que esperar para conhecer os detalhes. Contudo, assim como sabíamos que a proposta do FX2 deveria incluir a garantia do financiamento externo, as propostas para as Tamandaré consistia do preço, projeto e da parceria de um estaleiro nacional. Esse programa não prevê financiamento externo, mas apoio do BNDES para o estaleiro e que os pagamentos serão realizados pela Emgepron para a SPE, pelo menos pelo que foi divulgado pela MB até agora.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Penso que deve-se ao fato do projeto nativo Vard CCT.

Mas quem venceu foi a ThyssenKrupp. A Emgepron “paga” com a capitalização. O GF envia os euros. Se a moeda europeia variar muito precisa ver o que está no contrato.

Contrato longo com manutenções e garantias. Pagamento a longo prazo…mais de 10 anos.

Financiamento alemão.

Oferendas à ToT.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Esteves
10 meses atrás

Que seja. Vou esperar a divulgação do contrato para saber.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoeri
10 meses atrás

“ Acho também que uma vez que os recursos estejam com a Emgepron, não haveria como ocorrer contingenciamentos” Esse é o ponto. A ideia inicial da capitalização da Emgepron foi essa, foi uma alternativa tanto aos grandes financiamentos externos quanto a problemas de pagamentos contingenciados dependentes do Tesouro, e nesse caso a Emgepron será a compradora dos navios, e a MB a operadora, ou efetiva dona. Isso se a ideia inicial (a qual resumi bastante) permanecer. Enfim, buscaram uma inovação para fugir de problemas vivenciados no passado e presente (ou minimizá-los). Se a coisa será efetivamente assim e se dará… Read more »

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Muito bom Nunão, dando certo resolveria um problema histórico das Forças. Eu li por aí que a Emgepron vai inclusive deixar de ser uma empresa naval para atender as 3 forças.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Eu posso talvez estar falando besteira,afinal não sei se isso que irei falar possa ser legal… Não seria possível por bilhões de dólares em um bom e confiável fundo de investimentos,seja no Brasil ou no exterior para deixar capitalizar? Há rendimentos que chegam a 58% e 108% em 12 meses. Há fundos nos Emirados Árabes contam com mais de US$ 1 trilhão,há o fundo de investimento soberano do Bahrein, o Mumtalakat group,que conta com clientes como Rússia,China,Índia e alguns países do OM como Kuwait,Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita. Deixar uma boa soma de dinheiro rendendo em algum fundo… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
10 meses atrás

Caro AM,

Não dá.
Uma coisa são fundos soberanos originados de superavits fiscais, ou de transações correntes. Sobrou uma grana, põe lá no fundo. China e árabes se dão ao luxo disso.

Outra coisa é um fundo soberano de país deficitário como o nosso.
Essa capitalização da ENGEPROM tem origem. Se não vem de impostos, vem de emissão de dívida pública. Não dá para emitir dívida pública para aplicá-la com promessa de rendimentos maiores.

Abs.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
10 meses atrás

O novo navio de apoio submarino já esta vindo para o Brasil, ele chega quando?

Johnny Michel
Johnny Michel
Reply to  Fabio Araujo
10 meses atrás

A chegada está prevista para o dia 19/12/19 aqui no Rio de Janeiro-RJ…

Esteves
Esteves
10 meses atrás

Nem precisa esticar. Ótima notícia.
Bora assinar o contrato e começar.

Gil
Gil
10 meses atrás

Quando num governo não existe roubo, o dinheiro começa a aparecer.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Gil
10 meses atrás

Caro Gil, Segundo o seu raciocínio, considerando os contingenciamentos e cortes ao longo de 2019 e ainda fechando o ano com um defict da ordede R$ 130 bilhões, esse seria um dos governos mais corruptos.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Há mapas da corrupção na internet. Americanos latinos, asiáticos e africanos lideram com suas bandeiras vermelhas. Americanos do Norte, europeus, australianos são azuis. Mapa de 2013. Após a LavaJato quando em discurso no Senado gritaram que haviam roubado “somente 5 bilhões e o que são 5 bilhões no caixa da Petrobras…?”…a roubalheira dos contratos passou de 50 bilhões. Uns dizem 47. Outros 65. Quanto roubaram nunca saberemos. Cabral está devolvendo 380 milhões. Deve ter guardado 500 milhões. Ou os 5 bilhões que sumiram. Contigenciamentos fazem parte do regime de caixa único. Se não existem recursos, não existem recursos. Se não… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Será que esse contingenciamento não é consequência de algo que aconteceu no passado (talvez nos últimos 13 anos)? Se foi isso que você quis dizer, concordo com você, nossa situação é responsabilidade de um governo extremamente corrupto

Camargoer
Camargoer
Reply to  JT8D
10 meses atrás

Olá JT&D. Se é verdade que os recursos se tornam disponíveis em governos menos corruptos, então governos que apresentam deficit e contingenciamentos são mais corruptos (é o terceiro excluído). Caso a premissa seja falsa, a existência ou ausência de recursos é independente do nível de corrupção. Por outro lado, a tese da “herança maldita” significa que o presente é consequência do passado, o que se aplica tanto para a “herança maldita” quanto para a “herança bendita”. Portanto, seria o caso de ignorar a responsabilidade do atual governo. Por outro lado, se os casos de sucesso são responsabilidade do atual governo,… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Caro Camargo, obrigado pela resposta. No entanto, não concordo com as suas colocações. Não vou me estender sobre os motivos da minha divergência por dois motivos: o primeiro é que a conversa descambaria para um off topic político. O segundo motivo é pela consideração que tenho por você. Você é uma pessoa inteligente demais para perder seu tempo discutindo coisas tão óbvias. Vou assumir que você prefere não encarar alguns fatos simplesmente por que eles lhe incomodam. Vamos fazer o seguinte: quando o atual governo estiver terminando, voltamos a conversar. Afinal, não faz muito sentido comparar um único ano de… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  JT8D
10 meses atrás

Caro JT&D. Tenho uma grande estima por você. Tentei mostrar o erro no raciocínio do nosso colega Gil, sem fazer juízo de valor (se o atual governo ou os anteriores tinham ou não culpa). Acho que os problemas que estamos enfrentando (e são muitos) são tão graves que precisamos evitar simplificações que levam à conclusões equivocadas, como acho que ocorreu com o comentário do colega Gil ao tentar relacionar corrupção com disponibilidade de recursos públicos. A vantagem de termos visões diferentes nos permite abordar os problemas de modos diferentes, o que nos permitirá ampliar a compreensão. Acho muito difícil ocorrer… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

A estima é recíproca. Abracão

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  JT8D
10 meses atrás

Não. Contingenciamento sempre existiu. Acompanho isso desde o FHC e vejo como o principal motivo específico de tantos contingenciamentos (e também de cortes) são as superestimativas de receitas para o ano seguinte. 2019, por exemplo, contaram com crescimento de 3,2%, mas o país vai crescer 1,2% no máximo. Fechou as contas com 50BB acima do previsto pelos pouco mais de 100BB de receitas extraordinárias e porque Tio Mansueto fechou a mão. Para 2020, na LOA aprovada hoje, a estimativa está em crescimento 2,3%. Bem mais plausível. Também uma estimativa bem conservadora de receitas extraordinárias. Portanto, espera-se que o apetite para… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  GFC_RJ
10 meses atrás

Caro GFC. Esse é um dos pontos que venho defendendo aqui, nadando mais ou menos contra a maré. A crise dos orçamentária é devido a queda da atividade econômica, que já tem mais de 5 anos e parece que não está resolvida (porque não é simplesmente uma recessão cíclica). A atual crise econômica é diferente porque tem causas diferentes. Essa é a discussão que tem sido evitada. Por outro lado, o contingenciamento é uma consequência de divergência entre o previsto e o observado, a existência de folga orçamentária também está relacionado a essa questão fiscal. Portanto, é um erro (proposital… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Sim Mestre, Queda da atividade econômica. Como resolver sem ter o que vender e sem ter para quem vender é difícil. A China reduziu as compras de commodities brasileiros como minérios mas aumentou as compras com grãos principalmente farelos. Há correria no mundo para substituir as fontes fósseis. Gasolina e diesel estão perdendo mercados. O Brasil poderia mostrar nova geração de motores híbridos etanol. Sem patentes vamos seguir transferindo royalties ao deus ToT. Lula prometeu trazer de volta o crédito, os juros baixos, as demandas do estado e a renúncia fiscal. Funcionou no período dele por um tempo. O Congresso… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

“A crise orçamentária é devido a queda da atividade econômica, que já tem mais de 5 anos e parece que não está resolvida (porque não é simplesmente uma recessão cíclica). A atual crise econômica é diferente porque tem causas diferentes. Essa é a discussão que tem sido evitada”. Discordo muito! É justamente o oposto. Explicação em outro post. “Por outro lado, o contingenciamento é uma consequência de divergência entre o previsto e o observado, a existência de folga orçamentária também está relacionado a essa questão fiscal”. Isso aí. Exatamente como falei acima. “Portanto, é um erro (proposital ou não, tanto… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

“A crise orçamentária é devido a queda da atividade econômica, que já tem mais de 5 anos e parece que não está resolvida (porque não é simplesmente uma recessão cíclica). A atual crise econômica é diferente porque tem causas diferentes. Essa é a discussão que tem sido evitada”. Cara… Difícil me fazer ser compreendido nesse assunto em um post de internet. Envolve muito economês, que é um assunto bem secundário ao fórum e pouquíssimas pessoas conseguem entender. Mas vamos tentar ser sucintos trabalhando com um modelinho básico renda de (PIB) em função da demanda: Y = C + I +… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  GFC_RJ
10 meses atrás

É isso. Paraísos artificiais. Consumos artificiais inflados por mercados especulativos como os derivativos do mercado imobiliário americano. Não foi pouco dinheiro. Centenas de empresas desviaram resultados para aplicar nos derivativos americanos. Não foi pouco dinheiro. Milhares de investidores aplicaram nos pântanos da Florida. Afunda ano a ano. Mas a tão sonhada valorização…. A Lava Jato escancarou o modelo de sustentação política e econômica. As demandas do estado foram feitas com contratos superfaturados. Isso é novo? Não. Collor fechou o DNER. Por vergonha. Roubavam tanto que ficou impossível corrigir. A prefeitura do Rio e o estado do Rio…roubaram tanto que está… Read more »

Ricardo Barbosa
Ricardo Barbosa
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Não diga asneiras. A verba contingenciada já foi toda descontingenciada e o déficit vai ficar em cerca de 70 bilhões de reais

Thomas
Thomas
Reply to  Ricardo Barbosa
10 meses atrás

Ricardo, já ia escrever isso.
O déficit só não foi menor por causa do leilão que a Petrobras abocanhou com sua prioridade que não deveria existir.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Thomas
10 meses atrás

Caro Thomas. Talvez exista um erro em sua conta. Se a Petrobras fez um desembolso bilionário nos leilões do pré-sal que impactaria negativamente nas contas públicas, esses recursos entrariam na contado Tesouro impactando positivamente nas contas, anulando qualquer efeito no deficit. Na verdade, a pequena participação chinesa teria contribuído para uma redução do deficit. O fato de outras petroleiras estrangeiras ignorarem o leilão nada tem a ver com um resultado real de deficit diferente daquele previsto na LDO aprovada em 2018.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Caro Camargoer,

Desde FHC, a Petrobras está fora do cálculo do superávit primário. O que não se pode dizer de outras estatais, como a Eletrobras, por exemplo.

Abraços.

bjj
bjj
Reply to  Gil
10 meses atrás

Que pensamento mais raso. Partindo dessa lógica não existia roubo na época do Prosub, FX-2, projeto Guarani, etc…

Camargoer
Camargoer
Reply to  bjj
10 meses atrás

Olá BJJ. Segundo a lógica do nosso colega que “sobre dinheiro quando não há roubo”, então considerando o deficit de 2019 e os contingenciamentos, houve muito roubo em 2019. Por outro lado, em 2010 e 2011, anos nos quais o PIB cresceu entre 5% e 7%, sobrou dinheiro. Portanto não teve roubo. São apenas duas opções. A afirmação é verdadeira ou falsa, não existe uma terceira possibilidade. É o princípio do terceiro excluído.

Carlos Campos
Carlos Campos
10 meses atrás

ótima noticia, quero logo saber do recheio, será que vão trocar o radar Artsan por AESA da Thales ou Hensoldt?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Carlos Campos
10 meses atrás

Carlos, espere o contrato. Depois do anúncio sobRe os equipamentos, serão anos construindo e esperando. Então o que são uns meses esperando pra saber, né?

Tomcat
Tomcat
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Nunão, de td certo iremos armar elas com nossos mísseis antinavio nacionais, que deverão ter até onde se imagina uns 70 km de alcance. Com um alcance tão pequeno, faz diferença se é radar A, B ou C?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Tomcat
10 meses atrás

Claro que faz diferença. O radar de busca precisa ter alcance maior que esse, além de capacidade de acompanhar diversos alvos, aéreos e de superfície, para que o navio tenha tempo de reação contra ameaças e capacidade de detecção de alvos, respeitados evidentemente os limites dados pela curvatura da Terra para alvos na superfície ou em baixa altitude (o que afeta todos os radares). O alcance contra alvos aéreos voando mais alto é bem maior que esse. E vale lembrar que 70km de alcance (equivalente aos Exocet MM40 da versão já usada na MB) para um alvo na superfície do… Read more »

Nilson
Nilson
10 meses atrás

Agora sim, Nunão, com o link que vc postou constando as demonstrações financeiras da Emgepron (relativas a dez/2018) a situação das Tamandaré ficou clara. No balanço de 2018 consta claramente que naquele ano a União capitalizou a Emgepron com R$ 2,646 bi, sendo 2,546 bi para o programa CCT e 0,1 bi (100 milhões) para o Navio de Apoio Antártico. A capitalização foi a título de AFAC – adiantamento para futuro aumento de capital, e fica claro no balanço que o dinheiro está investido em aplicações financeiras no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Então podemos afirmar com… Read more »

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
Reply to  Nilson
10 meses atrás

Falou tudo ! Simplesmente incrível, essa ideia de capitalizar a Emgepron vai ficar para a história, vai dar outro rumo para as Forças a partir desse programa .

Nilson
Nilson
Reply to  SN-10 Álvaro Alberto
10 meses atrás

Eu diria mais, que pode gerar um círculo virtuoso. Entendo que a Marinha vai ter que pagar uma espécie de leasing para a Engeprom, quando ela lhe entregar a Tamandaré. E essa receita do leasing poderá ser usada pela Emgepron para fabricar mais meios para fazer mais leasing para a Marinha, e assim vai garantindo um valor anual de investimento.

Rgf
Rgf
10 meses atrás

Já falei, não são CORVETAS.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rgf
10 meses atrás

Fraguetas.

Ordem da Águia Negra
Ordem da Águia Negra
10 meses atrás

Alguma previsão para compra de outras embarcações, tais como fragatas etc.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Ordem da Águia Negra
10 meses atrás

Mestre, no momento, tudo indica que estas Tamandares serao a nata da esquadra por muitos anos

Duvido que saia nova concorrência por fragatas de 6mil ton enquanto não houver ao menos umas 6 delas em operação

Camargoer
Camargoer
Reply to  Carvalho2008
10 meses atrás

Olá Carvalho. O Roberto Lopes publicou lá em março que o segundo lote de “fraguetas” seria uma evolução das Tamandarés. A V35 vai entrar em operação em 2024 e a V37 em 2027. Talvez seja necessário um ou dois anos de avaliação do desempenho delas antes de assinar um novo contrato, o que colocaria um intervalo de pelo menos 6 anos entre a V35 e a primeira V38 do segundo lote (ficando parar 2030, talvez 3 anos após concluir a V37). Talvez, o melhor seja a contratação de duas (ou três, mas eu estaria sendo otimista) escoltas de 5000 ton… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Mestre Camargoer, eu respeitosamente duvido que fragata continuem com design tal como o são hoje. Daqui cinco anos, todos os modernos conceitos de drones, uav, uuvs, estarão mais consolidados o que fara com que os conceitos atuais caiam em desuso e provoquem necessidade de profundas modificações nos desenhos

Camargoer
Camargoer
Reply to  Carvalho2008
10 meses atrás

Olá Carvalho. Aproveitando para desejar Boas Festas e Sorte em 2020, concordo bastante com você. Em relação às escoltas (corvetas, fraguetas, fragatas, fragatões…) tenho a impressão que a MB terias três alternativas para depois das FCT. 1) um segundo lote delas com um projeto apenas atualizado. 2) um segundo lote delas com um projeto amplamente revisado que teria que receber outro nome (talvez classe “Cochrane”). 3) um pequeno lote de escoltas deslocando entre 5 e 6 mil ton. Seria importante manter uma cadência de navios novos, evitando a aquisição de escoltas usadas, mesmo que isso signifique a médio prazo uma… Read more »

Ordem da Águia Negra
Ordem da Águia Negra
10 meses atrás

Observação creio que a MB, apesar de ser quase impossível. Estaria bem servida com 6 fragatas + 04 destróier + 6 contra torpedeios + 6 corvetas + 04 submarinos todos novos além das encomendas.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Ordem da Águia Negra
10 meses atrás

Destroyer e Contratorpedeiro é a mesma coisa.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Luís Henrique
10 meses atrás

Olá Luis. Acho que isso vai depender para quem você pergunta e de onde é a pessoa….se for no Japão, o Destroier vai ter cara de porta-helicópteris com um deck opernado F35B.

Dalton
Dalton
Reply to  Camargoer
10 meses atrás

Não depende Camargo. O termo “destroyer” originou-se de “torpedo boat destroyer” ou destruidor de torpedeiros que com o tempo e com a extinção do torpedeiro, foi abreviada para “destroyer”. . Países de língua espanhola mantiveram o termo “destructor”, mas, para a marinha brasileira o termo contratorpedeiro ficou parecendo um tanto quanto ultrapassado. . Há uma certa implicância quanto aos navios japoneses que são chamados de “destroyers porta-helicópteros” pela mídia, mas, no Japão a tradução está está mais para navio de escolta e sendo velozes, dotados de sonar de casco e embarcando múltiplos helicópteros anti submarinos isso os torna um “parente”… Read more »

Matheus
Matheus
9 meses atrás

Terá transferência de tecnologia nesse projeto?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Matheus
9 meses atrás

Sim, o programa prevê transferência de tecnologia.

Veja esse resumo da MB, que inclui esse trecho:

“ Estarão inclusos no processo a transferência de conhecimentos técnicos e expertise que a proponente se obriga a realizar, outorgando à empresa brasileira indicada e à Marinha o acesso amplo e direito de uso, sob a forma de licença geral de uso de know how e do know why”

https://www.marinha.mil.br/programa-classe-tamandare

Cesar Prata
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Já se sabe onde o consórcio fará os cascos das Tamandaré ? Havia o plano de fazer 1 a Alemanha e 3 no Oceana Sc

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Cesar Prata
9 meses atrás

Cesar,

Se ninguém mais vazar informações eu só vou saber junto com você e o resto do mundo, em fevereiro (é a esperança pelo menos) quando assinarem e divulgarem os principais pontos do contrato.