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Revisão de Defesa ameaça os porta-aviões do Reino Unido

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HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales

O premiê Boris Johnson cancelou uma reunião do Conselho de Segurança Nacional ‘por causa das tensões na direção que a revisão da defesa está tomando’

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, cancelou uma reunião do Conselho de Segurança Nacional em meio a uma disputa sobre a Revisão de Defesa (Defence Review) que decidirá o destino dos dois novos porta-aviões da Marinha Real – e moldará as forças armadas do país até 2030.

O conselheiro-chefe de Johnson, Dominic Cummings, teria pressionado por uma mudança na estratégia de defesa e foi crítico crítico do Ministério da Defesa (MoD) e dos porta-aviões da Marinha Real de £ 6,2 bilhões, o HMS Queen Elizabeth e o HMS Prince of Wales.

Na semana passada, um relatório oficial criticou a gestão do MoD pela substituição da Trident Continuous At Sea Deterrence (CASD) do Reino Unido de 31 bilhões de libras esterlinas e um ex-diretor do MoD disse que os novos porta-aviões são “elefantes brancos vulneráveis'”que demonstram a longa tradição de compras desastrosas do MoD.

Isso ocorreu quando um parlamentar conservador disse ao Parlamento que a Marinha Real não tem navios suficientes para proteger seus porta-aviões, e que “rumores ainda circulam” que um dos navios poderia ser vendido para economizar dinheiro.

Cummings anteriormente considerou as aquisições do MoD “desastrosas” e chamou os novos porta-aviões de ‘farsas’, alegando que “um adolescente poderá lançar um drone em seu smartphone para afundar uma dessas plataformas de bilhões de dólares”.

Agora, o Financial Times relata que Cummings pressionou por uma mudança na estratégia de defesa focada no uso de tecnologia avançada, drones e inteligência artificial. No entanto, o FT relata que os membros da Whitehall disseram que o chefe da equipe de defesa Nick Carter é a favor de “uma abordagem mais tradicional … focada no papel das forças armadas e na aquisição de equipamentos militares”.

Agora, um “alto funcionário da defesa” disse ao Financial Times que a reunião do Conselho de Segurança Nacional foi “cancelada por causa das tensões entre o Gabinete e a Downing Street sobre a direção que a revisão da defesa estava tomando”.

“O funcionário citou preocupações específicas sobre o foco da revisão em como a Grã-Bretanha poderia usar ‘soft power’ para aumentar a presença global do Reino Unido depois do Brexit, negligenciando as forças militares convencionais”, relata o Financial Times.

No entanto, as autoridades disseram ao Financial Times que as opiniões de Cummings não são a razão pela qual a reunião foi cancelada, mas disseram que a reunião foi cancelada porque “eles simplesmente não conseguiam concordar qual deveria ser o ponto de partida da revisão de defesa”.

Downing Street confirmou que a reunião foi adiada porque o primeiro-ministro concluiu que os documentos de discussão “não estavam prontos”.

O Financial Times diz que “uma das maiores decisões” que a Revisão de Defesa deve tomar é “manter os dois porta-aviões britânicos e as forças navais necessárias para protegê-los ou encontrar economias desses ativos que consomem muitos recursos para gastar em outros lugares”.

“O Ministério da Defesa está interessado em investir mais em inteligência militar e também em impulsionar o arsenal cibernético do Reino Unido”, acrescenta o Financial Times.

FONTE: PlymouthLive

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Márcio
Márcio
5 meses atrás

Daqui a pouco eles vão vender esses porta aviões ao Brasil, que além da falta de escoltas, falta os aviões!

fabio
fabio
Reply to  Márcio
5 meses atrás

Na hora veio na cabeça a bruxa do Pica-pau:”E lá vamos nós!”

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  fabio
5 meses atrás

Hauhauhauhauhau!!!

Glasquis7
Reply to  Márcio
5 meses atrás

E livrai-nos do mal…

Gustavo
Gustavo
Reply to  Márcio
5 meses atrás

os dedos dos almirantes já estão coçando!

MMerlin
MMerlin
Reply to  Gustavo
5 meses atrás

Coçando? A cabeça deles deve estar entrando em TILT.

Henrique
Henrique
Reply to  Márcio
5 meses atrás

tem que comprar isso se os ingleses vender

“ainn, mas num tem escolta”

Cara é um CV novo… com 1 ano de uso 0KM com expectativa de 50 anos de uso (nem tiraram os plásticos do convoo aushaushaus). Compra isso e vê esse problema de escolta lá na frente.

José Gomercino C Fernande souza
José Gomercino C Fernande souza
Reply to  Henrique
5 meses atrás

E um cv novo que vale apena comprar ,ja que compramos o São Paulo que era uma verdadeira sucata , esse pelomenos e novo

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  Henrique
5 meses atrás

Se for vendido, é porque a Royal Navy está sem recursos para mantê-lo, então pergunto: a MB teria!??!??!?

p m
p m
Reply to  Helio Eduardo
5 meses atrás

Recursos tem, o Brasil tem o 12o orçamento militar do planeta. Estamos nessa merda pq vai tudo pro ralo com gastos com pessoal e aposentadorias.

Com o orçamento existente, mas bem gerido, daria para manter um NAe desses pelo menos.

Uma boa referencia é a Italia que tem um orçamento parecido com o nosso.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  p m
5 meses atrás

Quanto gastam com pessoal e aposentadorias? ….

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
5 meses atrás

Leonardo, gastam 80% do orçamento militar. Sobra 20% para manutenção, treinamento, operações. para compra de equipamento depende de recursos extras.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  p m
5 meses atrás

P M: “Com o orçamento existente, mas bem gerido, daria para manter um NAe”.
Mas e os caças para ele? E as escoltas? Não é só manter o navio.

Dudu
Dudu
Reply to  Helio Eduardo
5 meses atrás

Xará:
Exato!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Henrique
5 meses atrás

Concordo com vc Henrique, se compramos o São Paulo bichadão e velho, porque não um zero bala com seus 50 anos pela frente e não 30 pra trás como o sampa.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Tomcat4.0
5 meses atrás

Tomcat, o problema não é comprar, mas operar. Também tem que comprar caças novos para ele, além de mais escoltas. não é só comprar o navio.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Henrique
5 meses atrás

Inacreditável… Um navio aeródromo de 18 bilhões de reais, contabilizando apenas a compra e, simplificando, sem os demais “adicionais”, o pessoal toma a decisão: “Tem que comprar”. É muito empolgação juvenil…
Realmente, para alguns a vida é pura Disneylandia.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  MMerlin
5 meses atrás

MMerlin, exato, o pessoal não leva em conta que para ter PA, ter que ter escoltas e os caças. Eu gostaria que a MB tivesse um navio desses, mas a curto prazo não é possível.

IBIZ
IBIZ
Reply to  Márcio
5 meses atrás

Acho mais provável que os indianos o comprem.

Rogério Loureiro
Rogério Loureiro
Reply to  IBIZ
5 meses atrás

Nossa, foi o que pensei.
Muito mais coerente inclusive pois o cenário deles praticamente os exige comprar. A china e o Paquistão são logo alí.

Mas e as aeronaves?

Tejas e mais quais para operar?

IBIZ
IBIZ
Reply to  Rogério Loureiro
5 meses atrás

Eles já operam um PA do tipo STOBAR e operam aeronaves MIG 29K (versão naval do MIG 29) e além disso a força aérea opera aeronaves Rafale que também tem uma versão naval. Só não sei dizer se essas aeronaves são adequadas a operações no PA britânico.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  IBIZ
5 meses atrás

Ibiz, nenhuma dessas aeronaves pode operar no porta-aviões britânico porque ele não tem aparelho de parada. Só pode operar aviões capazes de pousar verticalmente, no caso o F-35B.

fabio bezerra
fabio bezerra
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

ai está o X da questão!
só pode operar um único vetor, e pior o vetor mais caro em todos os sentidos, compra, manutenção e hora de voo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  fabio bezerra
5 meses atrás

Mas no caso da RN não faz sentido dizer “pior” sobre esse fato.

É simplesmente a escolha que eles mesmos fizeram lá atrás.

Pensaram, repensaram, voltaram atrás, pensaram de novo e decidiram assim: ter um navio com custos de aquisição, operação e manutenção menos caros do que se fosse equipado com catapultas e aparelho de parada, combinado a uma aeronave de operação mais cara que outras.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

Nunão, e querem ele para o Brasil e se esquecem de que teríamos que ter o F-35B que tem um custo operacional muito elevado

IBIZ
IBIZ
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

Rapaz vc vai achar engraçado, mas até ver o seu comentário eu nunca tinha reparado que o F35 não é feito para pousos convencionais em PA! Agora existe a possibilidade de adaptar a embarcação para operar outras aeronaves não é? O custo disso é que é o X da questão!

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  IBIZ
5 meses atrás

Ibiz, Só pra deixar claro, uma das versões do F-35 foi projetada para emprego em porta-aviões CATOBAR (catapulta e aparelho de parada), o F-35C. É a versão da Marinha dos EUA (os fuzileiros usarão F-35B) O Reino Unido cogitou essa opção (CATOBAR + F-35C), mas preferiu o F-35B combinado a porta-aviões menos caros de adquirir, comprar e operar. A opção foi feita com os navios ainda em construção, quando ainda era possível instalar catapultas e aparelhos de parada a um custo que foi considerado bem alto (não me lembro o valor somando os dois navios, mas essa possibilidade acrescentaria custos… Read more »

fabio bezerra
fabio bezerra
Reply to  IBIZ
5 meses atrás

o problema é o grupo aéreo, que esses navios foram feitos para o F35B, e são caros para comprar e mais caros para operar.

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Reply to  Márcio
5 meses atrás

Começando a discussão de como adaptar a embarcação para um hipotético Sea Gripen, F/A-18C ou A-4.. em 3…2…1…

Marcos Borges
Reply to  Márcio
5 meses atrás

Faz uma proposta com 50% de desconto, manda os bandidos que roubaram a petrobras devolverem a metade da grana é comp

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Marcos Borges
5 meses atrás

Eu disse em uma postagem a pouco menos de um mês que um desses porta aviões vai vir para o Brasil por um acordo bilateral. Isso vai acontecer!

Zorann
Zorann
Reply to  Márcio
5 meses atrás

Vira esta boca pra lá…. Desgraça pouca é bobagem né

rui mendes
rui mendes
Reply to  Márcio
5 meses atrás

Lê declarações do MOD britânico, na revista militar inglesa air forces montly, de este mês, onde lhe perguntam se o 2º PA iria ser vendido, ou alugado, e ele responde, que não iria ser vendido a ninguém, e que era para entrar ao serviço da RN, juntamente com o 1º PA Queen Elisabeth. Fala também das escoltas novas que estão em contrução, as type 26(8 unidades) e as já contratadas type 31(5 unidades). Falam das 9 unidades do avião de guerra submarina P8, dos 5 novos wedgetail(aviões awacs), dos novos apache AH-64 E, e outros assuntos, como a substituição dos… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
5 meses atrás

Os 2 NaE’s nem foram comissionados direito, e já correm o risco de entrar na faca…

“(…) e que “rumores ainda circulam” que um dos navios poderia ser vendido para economizar dinheiro.”
Rumores de que a RN vai vender um NaE…
Rumores de que a MB quer comprar Hornets…

Quero nem pensar nisso…

maurojr
maurojr
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

tão deixando a gente sonhar…

Junior Marchi
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Willber os Hornets não são compativeis com este PA ele foi feito para uso exclusivo de aeronaves F-35B

Ten.Bruno
Ten.Bruno
Reply to  Junior Marchi
5 meses atrás

E possivel sim, esse P.A não usa catapultas e sim rampa Sky Jump, o F-35B só decola Verticalmente para missões AR-AR, missões com peso max de decolagem utilizará a rampa.

Pablo
Pablo
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Pelo que eu saiba, esses porta aviões não tem cabo de parada para o pouso dos aviões, por isso só opera os F-35 de pouso vertical. Mesmo que em uma situação hipotética a marinha real coloque a venda e o Brasil compre, não sei se poderia ser colocado esse sistema para outras aeronaves como o A-4 mesmo.
Agora como sonhar não custa nada (e ja tem uns quantos aqui fazendo o mesmo rsrs), um porta aviões desses aqui com mais 4 Tamandarés, seria um salto e tanto!

Felipe Almeida
Felipe Almeida
Reply to  Pablo
5 meses atrás

Bom dia a todos.
Pelo que li seria possível sim fazer essa mudança.

Ten.Bruno
Ten.Bruno
Reply to  Pablo
5 meses atrás

Caro Pablo, esses P.As tem sim os cabos de paradas bem como a Rede de parada de emergência, são feitos para operarem qualquer tipo de aerove. Não faria sentido algum construir navios desse valor e não colocar cabos de parada. O fato de operarem o F-35B e uma questão de logistica operacional. A Unica limitação e quanto ao peso de decolagem, por isso as rampas. Oque limita a operacionalidade de lançamentos e aterrissagem de aeronaves, já que o uso de rampas sky-jump tendem a ser mais demorados nesse processo, em função da area em uso ser maior para ambas as… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Ten.Bruno
5 meses atrás

Errado. Tanto o HMS Queen Elizabeth quanto o HMS Prince of Wales não possuem cabos de proteção, estando limitados exclusivamente a pousos VSTOL. Referente a outro comentário, ninguém em sã consciência (com exceção da China) faria modificações no projeto para suporte a catobar.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Ten.Bruno
5 meses atrás

Bruno,

Você deve ter lido informação errada sobre aparelhos de parada na classe Queen Elizabeth.

Ten.Bruno
Ten.Bruno
Reply to  Ten.Bruno
5 meses atrás

Realmente meus caros, vcs estão certos. O material que disponho do projeto desses navios, constam os cabos de parada, mas ao checar as fotos do navio, fica claro que o equipamento não foi instalado. o Srs tem razão o mesmo não tem cabos de parada.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Ten.Bruno
5 meses atrás

Bruno,
Você deve ter visto material de quando ainda se discutia qual a configuração final que os navios teriam e que aeronaves seriam operadas. Havia projetos com e sem catapultas, com e sem aparelho de parada. Essa longa novela até chegar à configuração final, sem catapultas e sem aparelho de parada, foi tema de diversas matérias publicadas aqui, anos atrás.

Ten.Bruno
Ten.Bruno
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

Exatamente Nunão, o material que diponho, esta bem fiel, mas inda consta o equipamento de cabos que acabou não fazendo parte da finalização do navio.

Flanker
Flanker
Reply to  Ten.Bruno
5 meses atrás

E ainda tem o “detalhe” de que, para operar com aparelho de parada, tem que contar com a pista em ângulo. Não lembro de nenhum navio-aeródromo, sem convés em ângulo, e que operasse com cabos de retenção.

Pablo
Pablo
Reply to  Ten.Bruno
5 meses atrás

Bruno, o que sei, é que esses sistemas não foram instalados para “baratear” o custo do navio.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Pablo
5 meses atrás

Pablo, mesmo que pudesse operar o A-4, comprar um navio avançado desses de alto custo para usar A-4?

Pablo
Pablo
Reply to  Émerson Gabriel
5 meses atrás

Emerson, me referi ao sistema utilizado pelas aeronaves como o do A-4 e não de pouso vertical

Angelo Chaves
Angelo Chaves
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Classe Queen Elizabeth não opera Hornets.

Thulio manhaes
Thulio manhaes
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Que o brasil necessita de 1 porta avioes c caças embarcados nao ha duvidas!!!….e dinheiro p isso tem

Glasquis7
Reply to  Thulio manhaes
5 meses atrás

Precisa???
Pra que?

MMerlin
MMerlin
Reply to  Thulio manhaes
5 meses atrás

Tem? Aponte de forma detalhada e com fontes confiáveis. As três FA’s e o Ministério da Economia precisam urgentemente desta informação.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Thulio manhaes
5 meses atrás

Tem dinheiro para isso? Eu não estou sabendo. Falou com Paulo Guedes? Tem dinheiro para comprar os F-35B também?

Gustavo
Gustavo
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

só precisa ver de onde vai vir tanto dinheiro, que nunca teve nem pro nosso sub nuclear. Parem de sonhar…
Obs: Apenas o F-35B está apto a operar nesse NAe.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
5 meses atrás

Opa….quando o Prince of Wales chega na MB ?? hehehe

Zorann
Zorann
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Se Deus quiser, nunca!!! Não conseguimos fazer PMG de US$ 70 milhões e vamos dar conta de manter isso aí… Aham

Espera chegar a vez do Atlântico passar por um PMG, que você vai ver a dor de cabeça que será ter as verbas. A MB demora quase 1 década pra fazer PMG de Classe Niterói, imagina o que vai ser com o Atlântico, imagina o que seria com estes porta aviões britãnicos

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Sei disso Zorann, por isso fui irônico no meu comentário…….

Dudu
Dudu
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Zorann:
Isso que o Atlântico foi uma pechincha.
Justamente pela chegada dos porta-aviões.
“Carrierxit?”
Hehe

Zorann
Zorann
Reply to  Dudu
5 meses atrás

Será que foi uma pechincha mesmo? R$ 350 milhões resolveriam o problema dos PMGs de nossos submarinos né…

Dudu
Dudu
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Zorann:
Considerando que RN fez uma reforma quatro anos antes que custo o dobro disso,sim é uma pechincha.
E considerando que o Brasil está construindo Subs novos,e já está negociando dois dos antigos,essa comparação não faz muito sentido.
Mas é só minha opinião…

Dudu
Dudu
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Roberto Bozzo:
Quem sabe daqui a ums 30 ou 40 anos.

Junior Souza
Junior Souza
5 meses atrás

Podem me chingar, mas ja pensaram se ….😅😅😅

Junior Souza
Junior Souza
Reply to  Junior Souza
5 meses atrás

* Xingar, tava emocionado com a ideia, peço perdão.

Camargoer
Reply to  Junior Souza
5 meses atrás

Júnior. A única coisa que devia ser regra ignorar são erro de digitação… Não se desculpe. Aqui deveria ser considerado campo neutro. Todo mundo erra de vez em quando e nem sempre dá para revisar.

Sequim
Sequim
Reply to  Junior Souza
5 meses atrás

Pois é, mas nenhum deles era ” ministio da educasssão ” como é o Seu Creysso do (des)governo Bozo.

C. César
C. César
Reply to  Sequim
5 meses atrás

Então na sua teoria presidente tá perdoado mas ministro não, né Kings? E desgoverno só se for para vcs, saudosistas do nove dedos.

Radagast, o castanho
Radagast, o castanho
Reply to  Sequim
5 meses atrás

Salve a mandioca, a mulhersapiens e a estocagem de vento!!!!

Kira
Kira
Reply to  Radagast, o castanho
5 meses atrás

Cai da cadeira de tanto rir. Kkkkkk

Eduardo
Eduardo
Reply to  Radagast, o castanho
5 meses atrás

bah, a mulhersapiens foi demais…

Pablo
Pablo
Reply to  Radagast, o castanho
5 meses atrás

Esqueceu da…
“a crise aqui chego que nem uma marolinha”, “a saúde no Brasil está quase perfeita”, e agora recentemente depois de solto ,”pra que prender o jovem só pq rouba um celular ?”.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Pablo
5 meses atrás

O mais incrível de descobrir que uma parte da população literalmente idolatra esta pessoa. Infelizmente, isto ajuda a definir o nível de ética da população como um todo.

Welington S
Welington S
Reply to  Sequim
5 meses atrás

O (des)governo só está nessa sua mente podre.

Jose Luiz Esposito
Jose Luiz Esposito
Reply to  Junior Souza
5 meses atrás

Prefeito C, Cesar , porém não só mataram o Português, mas Educação completamente , principalmente no Rio de Janeiro , eu sou Carioca , por diversos motivos não falo como Carioca , porém sinto vergonha escuta-los falar e escrever , mas de forma geral onde teve mais a presença ou menos da Esquerda , a Desgraça Educacional é maior ou menor , mas uma Desgraça !

Esteves
Esteves
5 meses atrás

Pois é.

Eles lá, os britânicos, o MoD, não conseguem entrar em acordo.

Não há escoltas suficientes
Não cola mais a “projeção de poder”
Além de montar, operar e manter porta-aviões é caro até pra eles
A eficiência indica caminhos na guerra eletrônica e na guerra assimétrica
Faltam tripulações
F35
A grana tá curta pra todo mundo

Mas se qualquer porta-aviões desses aparecer por aqui como cachorro sem dono…

Jonatan
Jonatan
5 meses atrás

Bom, já sabemos quem comprará essa belonave, caso ela seja vendida! Já pensem no nome da nova nau capitânia da Marinha do Brasil!

Vovozao
Vovozao
Reply to  Jonatan
5 meses atrás

22/01/2020 – quarta-feira, bdia, Jonatan, segundo alguns jornais Ingleses, já foi oferecido ao Canadá e a Índia, é, que em um congresso sobre forças militares, que será realizado em Londres; os Indianos estariam enviado um grupo liderado por um almirante para inspecionar, vamos ver se realmente é verdade ou mais um sensacionalismo. A única coisa que devemos ficar atento é que desta vez parece que iram colocar o WAVE RULER, realmente a venda, espero que realmente aconteça e poderá vir junto com 3 caças Minas, veja tudo ainda é especulação, nada oficial.

Ricardo Taer
Ricardo Taer
Reply to  Vovozao
5 meses atrás

Muito mais factível do que vendê-lo a MB! Sds

Radagas, o castanho
Radagas, o castanho
Reply to  Jonatan
5 meses atrás

Como um colega já comentou esses PAs não foram feitos para aviões comuns, mas sim para aviões de pouso vertical e decolagem curta.

Isso implica dizer que só tem dois aviões que podem operar neles: os caros F35 da versão B e os antigos Harriers II.

Por isso acho que não vai rolar.

Angelo Chaves
Angelo Chaves
Reply to  Jonatan
5 meses atrás

Nome A 150, Princesa Isabel. Para combinar com a classe do navil. Rsrsrs

João Moro
João Moro
Reply to  Angelo Chaves
5 meses atrás

Sugiro Dom Pedro I ou II.

Ricardo Taer
Ricardo Taer
Reply to  Angelo Chaves
5 meses atrás

Não entendo pq a MB não batiza alguns navios com personalidades marcantes do Império!

Wellington Rossi Kramer
Reply to  Jonatan
5 meses atrás

Como Ocean virou Atlântico, Prince of Wales pode virar Charles ou Carlos.

100nick-Elâ
100nick-Elâ
5 meses atrás

Para que precisamos desses lixos? por acaso almejamos atacar alguém na África? francamente… esse caça níquel de dinheiro deve ficar no R.U. mesmo. Vendam para outros otários.

Jose Luiz Esposito
Jose Luiz Esposito
Reply to  100nick-Elâ
5 meses atrás

Gente boa , se enviarmos uma FT a oeste do Atlântico , como ficaria a Defesa Aérea da Força ? Dê a tua explicação por favor , já que entendes !

Almeida
Almeida
Reply to  Jose Luiz Esposito
5 meses atrás

E pra que enviaríamos uma FT para o oeste do Atlântico mesmo? Enfrentar que tipo de ameaça? Defender qual interesse brasileiro?

A MB não consegue nem operar do lado de cá do oceano, quanto mais do lado de lá! Não viaja nos cenários hipotéticos!

Flanker
Flanker
Reply to  Jose Luiz Esposito
5 meses atrás

Concordo contigo….mas, não seria a leste do Atlântico? Partindo do Brasil, se formos a oeste do Atlântico iremos entrar continente a dentro…

Flanker
Flanker
Reply to  100nick-Elâ
5 meses atrás

Boa mesmo é a Maria fumaça russa flutuante (nem tão flutuante) que não sai do Porto….foi pra Síria e quebrou no caminho….

Valter Sales
Valter Sales
Reply to  Flanker
5 meses atrás

A “escolta” do porta-aviões russo é um rebocador….

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  100nick-Elâ
5 meses atrás

Lixos?! falou o especialista militar em tecnologia naval…

Leia sobre a NAe antes de falar besteira,matérias não faltam.

Eduardo
Eduardo
Reply to  100nick-Elâ
5 meses atrás

Lixo não é, mas não é pra gente também. Muito custo, falta de escoltas, falta de aviões e etc… Se eles já não tem dinheiro para operar e esta´ sugando outros recursos importantes da frota, imagina a gente!

Marcos Rêgo
Marcos Rêgo
5 meses atrás

Como é bom sonhar!

Manda o Ruler de brinde no pacote que a gente aceita.

Junior
Junior
Reply to  Marcos Rêgo
5 meses atrás

O Ruler provavelmente vira, já esse mastodonte ai, se for vendido, muito provavelmente ira para a Índia

MMerlin
MMerlin
Reply to  Marcos Rêgo
5 meses atrás

Aceita o que? Pagar 15 bilhões de reais em projeto pronto? Este peixe é muito grande para a MB no momento.

Matheus
Matheus
5 meses atrás

Ja tô vendo os F-18 se preparando pra decolar na rampa hahhahahahahahahahahaha

Junior Marchi
Reply to  Matheus
5 meses atrás

Matheus infelizmente o F-18 só opera em PA Catobar.

Pablo
Pablo
Reply to  Matheus
5 meses atrás

E para os F-18 pousar, como faz?

Mameluco do Sertão
Mameluco do Sertão
Reply to  Pablo
5 meses atrás

PQD e/ou Kamikaze!!! kkkkkkkkkkkkkkk

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Pablo
5 meses atrás

comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

não é piada….ilustração da proposta de Ryan Rogallo, o inventor da Flex Wing, asa delta!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Hélio
Hélio
Reply to  Matheus
5 meses atrás

Pra que F-18? Eu quero ver é o PA cheio de Gripens muito mais modernos e capazes.

Pablo
Pablo
Reply to  Hélio
5 meses atrás

ta, mesmo assim, como tu vai fazer para pousar o Gripen nessa classe de NAe?

Antoniokings
Antoniokings
5 meses atrás

Quero saber como o País vai se comportar com o Brexit que. se não me engano, deve começar agora em 31 de janeiro.
Se a economia deles afundar, aí vão vender é tudo.

Fabio Mayer
Fabio Mayer
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

“muito grande para quebrar, muito grande para ser esquecido”… A Inglaterra tem o 6º maior PIB do mundo, é sede de ao menos 10 instituições financeiras gigantescas, faz trocas comerciais com o mundo inteiro, tem relações comerciais privilegiadas com a Commonwealth (Canadá, Austrália, Nova Zelândia…) e com os EUA. A Europa encontrará uma forma de manter o comércio com a Inglaterra, porque não pode ignorá-la. Certo que o Brexit terá alguns efeitos negativos, mas duvido que em 5 anos, o país não se recupere com sobras.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Fabio Mayer
5 meses atrás

Pelo que se espera da fuga de empresas para o Continente e as ameaças à City de Londres poderemos ter severas consequências para a já considerada combalida economia britânica

sagaz
sagaz
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

Deve ser como a China tentando sobreviver ao “Trumpxit”… “USA é o inimigo, USA são os maus, mas se não tenho relações comerciais com os americanos malvados eu não vivo.”

Augusto L
Augusto L
Reply to  sagaz
5 meses atrás

O Brexit não tera nenhum efeito econômico negativo. Por que simplesmente eles vão sair da UE com um largo acordo econômico com a UE praticamente o mesmo de quando eram parte do mercado comum e só não vão mais participar do mercado comum europeu porque eles querem fazer um acordo com os EUA que demandam algumas coisas que se o RU ficasse no mercado comum não poderia fazer. As previsões de impacto negativo são a de saida sem acordo econômico o que não vai acontecer. Na verdade o RU tende a crescer mais fora da União Europeia, porque além de… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

Várias empresas já deixaram o Reino Unido e outras centenas estão preparando sua saída.
Além de algumas Agências Europeias.
Apenas para a Holanda, 40 empresas já se mudaram do R.U. e outras 250 estão a caminho.
Grandes empresas como Unilever, Banco de Investimento Norichunkin já saíram de lá, a Honda fechou sua fábrica e por aí vai.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

Salvo engano, os acionistas da Unilever impediram a mudança da sede da empresa para os Países Baixos.

C. César
C. César
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

Mentiroso. A Unilever, por exemplo, fechou quatro fábricas (em 2012!) para concentrar a produção toda em uma unidade só em Port Sunlight, no noroeste da Inglaterra. A Honda fechou na Inglaterra e também na Turquia, ambas fabricantes do modelo Civic, também por conta de reestruturações onde o modelo será feito apenas no Japão, mas a sede europeia da Honda permanecerá no Reino Unido. A imprensa canhota adora colocar tudo na conta do Brexit mas vc pega informação e distorce para ilustrar sua conversa-fiada, seu Tro ll.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  C. César
5 meses atrás

Unilever deixa Londres antes do Brexit e sede será na Holanda.

https://exame.abril.com.br/negocios/unilever-deixa-londres-antes-do-brexit-e-sede-sera-na-holanda/

C. César
C. César
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

Continua manipulando informações, tro ll. Veja o ¨detalhe¨ da notícia que vc não deu:
¨¨Com a reestruturação, a Unilever terá três divisões: a de produtos domésticos e de beleza, ambos sediados em Londres e a DE ALIMENTOS com sede em Roterdã. Os 7.300 funcionários no Reino Unido, bem como os 3.100 da Holanda não serão afetados pela mudança¨¨

https://istoe.com.br/unilever-deixa-londres-antes-do-brexit-e-tera-sede-central-na-holanda/

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  C. César
5 meses atrás

Uma dica: esse espaço é para debater sem fazer ofensas.

Pra quem quiser refrescar a memória:

https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

C. César
C. César
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

Tá bom. Mas a tal palavra não é xingamento.

https://www.tecmundo.com.br/msn-messenger/1730-o-que-e-troll-.htm

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  C. César
5 meses atrás

O seu link tem uma dica muito boa então:

“Apesar de existir alguns métodos eficientes para combater essa prática, o melhor jeito é ignorar. Eles não querem ser convencidos e não estão nem aí para a discussão em questão. Portanto, resista à tentação de tentar debater com eles, por mais que os argumentos, exemplos e comparações pareçam errados e provocativos.”

C. César
C. César
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

Copiado, Nunão. E para ele não vai ter dica não?

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  C. César
5 meses atrás

Leia o texto da revista, com calma: Como vc vai perceber, a UNILEVER vai transferir gradualmente todas a operações para Roterdã em um processo de longo prazo. A menção de que não é por causa do BREXIT é mera gentileza dos dirigentes da empresa. Seguem trechos: ‘A multinacional anglo-holandesa de bens de consumo e alimentos Unilever anunciou nesta quinta-feira (15) a transferência de sua sede de Londres para Roterdã, uma decisão altamente simbólica antes do Brexit e um revés para o governo britânico.’ Mas, nesta quinta-feira, o grupo anunciou sua intenção de centralizar sua sede em Roterdã, onde pagará seus… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  C. César
5 meses atrás

“ E para ele não vai ter dica não?”

Que eu me lembre, já recebeu diversas dicas tempos atrás, e até chamadas mais sérias dos dois editores do site. Mas desta vez não xingou ninguém.

De qualquer forma estou só dando uma dica, não sou editor há algum tempo.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  C. César
5 meses atrás

E o que vc não entendeu que, no caso, parte da empresa saiu de Londres por causa do Brexit?

Esteves
Esteves
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

O que a Unilever tem com porta-aviões? Os marinheiros lá usam Dove?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
5 meses atrás

Bem lembrado. Agora vi mais três ou quatro comentários que continuam a esticar o assunto depois de já ter desviado além do necessário. Virou só disputa de interpretações sobre uma empresa saindo da Inglaterra.

Já deu, né Antoniokings?

(Pronto, agora tem dica pra todo mundo)

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

Eu tento puxar o assunto para questões globais, inclusive sobre economia.
Mas, se sou voto vencido…….

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

A sua “questão global” degringolou para uma mera disputa pessoal.

E dizer que é “voto vencido” é puro vitimismo. Você pode fazer bem melhor que isso.

Dudu
Dudu
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

AK:
Tú,voto vencido,aqui?
Sério?
Bem capaz…

Hehe.Desculpe,eu não resistí….

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Dudu
5 meses atrás

Dudu.
Eu não posso ser voto vencido é com o editor, né?
rsrsrs

Dudu
Dudu
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

AK:
Entendo.Um pouco de bom senso não faz mal a ninguém hehe.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

Xings,

Pegou uma notícia apressada da abril (de março/18) e tomou como verdade para justificar teus argumentos tendenciosos.

Como havia dito, os acionistas vetaram a mudança da sede:

https://edition.cnn.com/2018/10/05/business/unilever-london-uk-hq/index.html

CARLOS FERREIRA DA SILVA FILHO
5 meses atrás

Só dois países no mundo podem construir, proteger e manter PA, EUA e China. O resto tem ou sonha em ter de teimosa, megalomania ou burrice mesmo

Cláudio
Cláudio
Reply to  CARLOS FERREIRA DA SILVA FILHO
5 meses atrás

Rússia, Índia, Japão, França, Itália…

Almeida
Almeida
Reply to  Cláudio
5 meses atrás

Rússia? Índia? Kkkkk

Só a França, e com uma unidade apenas. Itália, e possivelmente Japão, não operam NAes de verdade,as navios multi-função com capacidade de operar caças.

Pablo
Pablo
Reply to  Almeida
5 meses atrás

Almeida
Pelo que eu sei, a Índia opera e está construindo seu próprio NAE!
A França também se inclui, pois apesar de ter um nae, não deixa de ser um navio e o único fora do EUA com propulsão nuclear!

Almeida
Almeida
Reply to  Pablo
5 meses atrás

E você tem ideia da disponibilidade do INS Vidamaldita e de seus Mig-29K? Não servem para absolutamente nada.

PS: eu mencionei a França como único outro país além dos EUA e China que pode operar NAes de verdade, embora apenas um.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Almeida
5 meses atrás

Almeida,

A França sempre conta com parceiros da OTAN para prover escoltas para o seu navio aeródromo, pois tem um número limitados de meios de superfície.

O Reino Unido fará da mesma forma.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Mercenário
5 meses atrás

O que importa é que sejam meios de países da NATO, ou da UE, que é o que sempre acontece, pois tanto a NATO, como a UE, são a defesa da Europa, e a França, com as 5 unidades que estão a ser contruídas, terá 15 escoltas de 1ªlinha, junto com os parceiros da UE, chega e sobra para o que vier, é só ver o material do conjunto das forças armadas dos países da UE, e sendo que tamanho do território a proteger, é metade do Brasil. E ainda existe a NATO, que além dos meios dos seus sócios,… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Almeida
5 meses atrás

O Cavour é um porta aviões, e consta que pode levar cerca de 20, por isso, embora não gostes, a Itália têm porta aviões, e o UK, também têm 2, o 1º está quase a entrar em serviço, e o 2º, também irá entrar, segundo garantiu o MOD Britânico, assim com a França têm 1. Quanto aos aviões que transportaram, serão só dos melhores do mundo, F35, Italianos e Britânicos, e Rafale f4 Franceses. E os Italianos e Franceses, ainda têm Porta-Helicopteros, e os Britânicos grandes e modernos LPD´s, além que em caso de um conflito, têm um navio que… Read more »

Pablo
Pablo
Reply to  Cláudio
5 meses atrás

Cláudio, a Rússia mal consegue manter o que já tem!

Almeida
Almeida
Reply to  Pablo
5 meses atrás

Esse então é escoltado por dois rebocadores rs…

Kommander
Kommander
Reply to  Pablo
5 meses atrás

A Rússia não tem interesse em operar PA, por isso o dela vive bichado!

Pablo
Pablo
Reply to  Kommander
5 meses atrás

Se não tem interesse pq está na modernização???

Jhenison fernandez
Jhenison fernandez
Reply to  Cláudio
5 meses atrás

Rússia ?

p m
p m
Reply to  CARLOS FERREIRA DA SILVA FILHO
5 meses atrás

Concordo, mas a India deve entrar para esse grupo em alguns uns anos.

Russia, Inglaterra e França estao com os dias contados nisso. Sao economias decadentes.

Mameluco do Sertão
Mameluco do Sertão
Reply to  p m
5 meses atrás

Na realidade, a Rússia já caiu fora da Operação com NAe, fechando com um guindaste no convoo, enquanto a belonave estava docada.

rui mendes
rui mendes
Reply to  p m
5 meses atrás

Claro, e mesmo assim, só a França e a Inglaterra, com metade da população do Brasil, têm um pib muito superior, e a UE, nem dá para comparar, só dá para comparar com os USA, China e a Indía talvez.

Sailor
Sailor
5 meses atrás

Vem neném…kkkk

Diego F Silva
Diego F Silva
5 meses atrás

E so tirar essa rampa e adicionar umas 2 catapultas a vapor e um esquadrão de super hornets e pronto . O nosso pŕoximo NA 141 Rio de Janeiro na MB.

Almeida
Almeida
Reply to  Diego F Silva
5 meses atrás

E vai gerar o vapor como? E vão pousar como?

Pablo
Pablo
Reply to  Diego F Silva
5 meses atrás

legal, e como vão fazer para os SH pousarem?

Flanker
Flanker
Reply to  Pablo
5 meses atrás

Não precisa…eles só vão decolar….vão montar uma fábrica de F-18 no convés inferior…..aí, toda vez que for necessário, terão sempre a quantidade que precisar de F-18 disponíveis…..

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Diego F Silva
5 meses atrás

E isso é tão Fácil como tirar os para-lamas de um fusca não é meu caro?!

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Diego F Silva
5 meses atrás

Que eu me recorde, só os super carriers da classe Nimitz em diante tem capacidade de operar os super hornets.

eduardo santos
eduardo santos
5 meses atrás

Foi com essa ideia de “soft power” que ficou um vácuo, no Iraque e deu origem ao EI. Sem presença no Pacifico o China construiu ilha fortificada etc. Essa ideia de ficar só observando não está dando certo no atual panorama mundial.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  eduardo santos
5 meses atrás

Soft Power não é ficar só observando.

Esteves
Esteves
Reply to  eduardo santos
5 meses atrás

Softpower é influência. Diplomacia. Negócios ganha-ganha.

Rodrigo
Rodrigo
5 meses atrás

Notícia estranha, um fala isso, outro fala aquilo, no fim são rumores e oportunistas sendo oportunistas, se pensar que um drone pode afundar, isso vale para o inimigo também.
Segue o barco…

Guacamole
Guacamole
5 meses atrás

No fim, vai acabar vendendo um desses porta aviões novíssimos de 6 bilhões de libras por 350 milhões de dólares pro Brasil com tudo os ser incluso lol

Mas sério mesmo, o que que está acontecendo com o governo lá? Já não é de hoje que está mais difícil para os ingleses conseguir verba para manter seus meios.

Tá ficando preocupante.

Silva
Silva
5 meses atrás

” “rumores ainda circulam” que um dos navios poderia ser vendido para economizar dinheiro”

Poxa… Os dois porta aviões são zero km. Os almirantes da MB já devem até estar preparando o champagne de comemoração kkkkk…

Pelo menos, eu não consigo enxergar outro país no mundo, além do Brasil, comprando um desses dois porta aviões da Royal Navy.

Sergio Cintra
Sergio Cintra
Reply to  Silva
5 meses atrás

França. Já há acordos de compartilhamentos e o R91 já vai com + de 25 anos. O problema seria o emprego aéreo com os Rafale. Uma “visão” de uma possibilidade de quem tem recursos e é um player mundial também.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Silva
5 meses atrás

Índia ( candidato mais provável ), Canadá e, segundo o comentário abaixo, uso compartilhado com a França.
Contanto que não seja aqui…

Almeida
Almeida
Reply to  Silva
5 meses atrás

Brasil? Tem muitos outros na frente da fila, começando pela Índia.

Ozawa
Ozawa
5 meses atrás

Os Porta-Lightning britânicos são equipamentos de £ 6 bilhões – sem considerar sua ala aérea e seu custo de operação e manutenção ao longo da vida útil – de uma nação economicante rica, socialmente desenvolvida, tradicionalmente marítima, com expressivos interesses ultramarinos, mas que, frise-se, ainda assim não trarão autonomia plena no combate naval ao seu operador fora de uma aliança internacional, ao menos num cenário estratégico que justifique, plenamente, suas existências. Demais disso, elevam-se vozes numa das democracias mais tradicionais do mundo, e na nação marítima mais tradicional do mundo, de que tais super-belonaves seriam ‘farsas’ diante dos cenários de… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Ozawa
5 meses atrás

Caro Ozawa, o Brasil já gasta bastante em defesa, entre os dez maiores gastos mundo, o que se reclama e que gasta mal. Os países de ponta tem o NR de combatentes bem inferior aos nossos e equipamentos e munição de ponta, alem de que boa parte do gasto e feito em industria nacional gerando tecnologia e empregos. Vide Inglaterra, França, Alemanha, Israel, Coréia do sul, índia, china , usa e por ai vai.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
5 meses atrás

Isso é história de historiadores. Conversinha. Lobby da indústria de armas. Todo filme hollywoodiano tem arma. Pra relaxar tem o bar e o whiskey do bar. Antes de enfrentar a vida tem a carreira. Sem ela (a carreira, não a vida) não se começa o dia. Para justificar gastar 40 ou 50 ou sabe Shiva quantos bilhões ainda serão gastos com a aventura submarina dos anos 1950 em 2050 no Brasil, apresentou-se a doutrina de negação do mar com submarinos. Taca-lhe pau no nuclear. Porque outros tem, teremos um dia. Tecnologia, empregos, são justificativas para defender a Indústria de Defesa… Read more »

igortepe
igortepe
Reply to  Ozawa
5 meses atrás

Um Porta-aviões mesmo com escolta, pode ser abatido.
Com os misseis hipersônicos que estão em desenvolvimento, isso pode virar realidade.

Mauro
Mauro
Reply to  Ozawa
5 meses atrás

Para este aqui nada presta, pode prestar atenção, absolutamente nada presta. Parece sentir inveja do próprio país, é algo surreal, para usar uma de suas expressões, mas que a gente fica com essa impressão fica, que este inaudito sentimento de inveja do próprio país existe. Marinha do Brasil fazendo um esforço enorme de se manter em sua missão de defender o país. Programa pro sub de vento em popa, 5 submarinos moderníssimos, sendo um movido a energia nuclear, coisa que ninguém na América do Sul não sabe nem por onde começar. Contrato das corvetas Tamandares assinado e recurso garantido no… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Mauro
5 meses atrás

“Contrato das corvetas Tamandares assinado”
Foi assinado quando????

Glasquis7
Reply to  Mauro
5 meses atrás

Vai sonhando

Esteves
Esteves
Reply to  Mauro
5 meses atrás

Sim. Submarino nuclear existe para enfiar o reator nuclear da MB. Porque os programas da FAB e do EB não evoluíram. O programa nuclear é catafisico, descomunante e bestial. Não se sabe quanto gastou, quanto gastará nem quando entrará em operação. Se. Na cabeça dos defensores seria e será automático. Monta reator nuclear em submarino e vira Rússia. Com o Álvaro Alberto, se. Não há contrato assinado para as Tamandarés. Quanto mais o tempo passa mais vemos que o tempo vai levando uma tarefa da MB que deveria ter sido cumprida nos anos 2000. Mais uma. Tivessem decidido a favor… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Mauro
5 meses atrás

E tu, os Britânicos a estrear e a construir material bélico de primeira e tu, e outros como tu aqui a dizer que estão decrépitos, vcs gostam de se enganar a vcs próprios, e vão vivendo assim de mentira e sonho, em vez de serem orgulhosos do que são e têm, não, têm que também dizer mal dos outros, e gozarem com a situação dos outros, se ela for bem pior que a vossa, adoram e gozam, é só ver o que dizem da Argentina e da Venezuela, e não, não é so com os governos desses países, vcs chamam… Read more »

Enes
Enes
Reply to  Ozawa
5 meses atrás

Osawa, infelizmente, as instituições de controle brasileiras não controlam mais sequer a corrupção, pois podem ser acusadas de abuso de poder.( essa é a atual conjuntura).

Dudu
Dudu
Reply to  Ozawa
5 meses atrás

Ozawa:
Bem nessa.

carvalho2008
carvalho2008
5 meses atrás

Se fosse Stobar ja teriam vendido….como é STOVL, obrigatoriamente quem comprar terá de operar F-35…. A história desta classe de navio é muito complicada. Ja li um material, que eles desejavam no inicio, algo similar ao Ocean (especificação mercante) e Invencible….apenas um pouco maiores para caber um grupo aereo….daí, em cada revisão a coisa ia crescendo…..chegou uma hora que dimensionaram ate o catobar e junto a capacidade de operacão anfibia conjunta….passou pelo stobar e no final, ficou assim… existem muito criticos que defendem que o caminho original era o melhor, mais barato e objetivo possibilitando até 3 navios…..mas ficou como… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Três NAes de 45.000 toneladas custariam menos que os dois de 65.000, mas, por menor que seja um NAe ele precisará do mesmo número de navios de escolta e apoio. . Em outras palavras, para atender 2 NAes são necessários a grosso modo 4 combatentes de superfície e 2 navios de apoio logístico ao passo que para 3 NAes seriam necessários 6 combatentes e 3 de apoio e isso é caro, exige pessoal extra e a Royal Navy não tem dinheiro nem pessoal sobrando. . Ter 3 NAes significaria também manter na linha de frente um número maior de caros… Read more »

marcus
marcus
Reply to  Dalton
5 meses atrás

F35S? Modelo novo?

Dalton
Dalton
Reply to  marcus
5 meses atrás

Não…é mania minha de colocar F-35 no plural 🙂 Trata-se do F-35B
ou F-35Bs no plural que é a versão de menor alcance adotada pelos britânicos.

Black Typhoon
Black Typhoon
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Tb existe o F-35C, que pode pousar/decolar verticalmente, bem como usar o cabo de parada, pois esse modelo de F-35 tem gancho para poder operar em navios aeródromo sem Sky-Jump

Black Typhoon
Black Typhoon
Reply to  Black Typhoon
5 meses atrás

Existe tb disponibilidade de AV-8B+ “Harrier II” usados, como os italianos que estão sendo substituídos com F-35B

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Black Typhoon
5 meses atrás

Black Typhoon, não, o F-35C NÃO decola nem pousa verticalmente. Ele é um modelo para operação em NAe’s CATOBAR.

Black Typhoon
Black Typhoon
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Verdade, deslize meu. Por isso a Marinha Militar Italiana não encomendou os F-35C, exatamente por causa da impossibilidade de decolar/pousar verticalmente

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Black Typhoon
5 meses atrás

F35c so opera Catobar amigo, igual F18….

Tem asa maior, mais peso e combustivel… o requisito da Us Navy era de alcance maior

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  marcus
5 meses atrás

Plural, marcus.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Mestre Dalton, isto depende…e muito…..se forças destacadas e separadas uma da outra ao mesmo tempo sim…se estão somando forças juntos, diluem escoltas entre si, pois estariam na mesma região… outro ponto, não seria necessario encomendar dois novos navios tanques/suprimentos, os wave dariam conta…..isto se somou ao orçamento… O terceiro navio permitiria que sempre houvesse dois em operação….um como Nae e outro carregado como anfibio… A conta sempre seria muito mais barata…. mas movimentar 65 mil ton no diesel sai caro…dois ainda…muito mais…escolheram STOVL, carregam os custos operacionais do F35B….muito diferente do que pretendiam no inicio….foi um projeto em falaram que… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Carvalho…mas um dia os “Wave” teriam que ser substituídos então a grosso modo estipulei dois combatentes e um navio de apoio logístico para cada NAe .
.
Os dois NAes britânicos foram pensados para se ter um disponível, mesmo que na fase final de certificações e um em manutenção e isso parece ser o máximo que a Royal Navy é capaz de manter e tripular
então não haveria como se beneficiar da vantagem de se ter um terceiro
de qualquer forma.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Mestre Dalton, substituir os Wave porque ficariam velhos é uma coisa, mas porque ficaram pequenos para o Nae e assim ficaram insuficientes é outra muito diferente. Foi aquela pegadinha do malandro, quem queria, escondeu e apresentou a conta depois e ai o MOD ficou de refém e foi obrigado a encomendar os classe Tide.

Ter o terceiro do tipo mais simples não alteraria o numero de grupamento aéreo encomendado, pois os britânicos equiparam ambos os navios com F35. Mesmo que não fizessem o terceiro, só significa que a conta sairia mais barata ainda.

rui mendes
rui mendes
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Isso não é verdade, desde inicio que eram para ter o tamanho e o peso que têm, junto com os Franceses, até ficou logo acordado, que existiriam dois modelos destes PA, os UK, com sky jump e o Francês com catapultas. Mais eles vão entrar ao serviço, espero que nesse dia haja tantos comentários como agora aqui.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Dalton,

“espera-se que cada NAe embarcará normalmente um esquadrão de F-35s que poderá ser reforçado por um segundo esquadrão se necessário”.

Como padrão, dois esquadrões embarcados (a partir de 2023). Você insiste em contrariar as palavras do pessoal da própria RN.

E o QE, na primeira missão (2021), deverá ter 4 escoltas (2 T45 e 2 T23) e não apenas duas.

Dalton
Dalton
Reply to  Mercenário
5 meses atrás

Não insisto em nada, apenas que há várias fontes e escolhi acreditar na que me parece mais razoável. . Serão 2 Esquadrões de linha de frente em 2023, mas, serão também 2 NAes, percebe ? Um segundo esquadrão britânico seria embarcado em caso de necessidade, caso contrário não se teria uma reserva nem o suficiente para o segundo NAe…se os fuzileiros navais americanos irão cobrir isso aí é outra história. . Quanto ao número de “escoltas” foi apenas um modelo que adotei para explicar meu ponto ao Carvalho com um número mínimo que é dois,mas, se será dois ou quatro… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

É bom lembrar que a própria construção dos NAe já foi bastante controversa. Inicialmente seria feito junto com os Franceses e teria configuração CATOBAR também. Além de que, salvo engano, o Brasil foi sondado para participar do projeto em algum momento. Não lembro se foi quando os franceses saíram ou não. De qualquer forma, aí estão e não deixarão de serem controversos. Mas ainda acredito que não se livrarão deles tão cedo.

FERNANDO
FERNANDO
5 meses atrás

Eba, sonho, sonho meu, quero um Porta Aviões
sonho, sonho meu………….

Matheus Mascarenhas
Matheus Mascarenhas
5 meses atrás

Não sou politico, nem economista e muito menos britânico pra falar sobre a realidade de lá, mas sou brasileiro e conheço a nossa. Seria horrível se o Brasil comprasse um porta-aviões. O motivo é simples: não conseguiram botar escolta o suficiente nem para o PHM Atlântico, não temos submarinos, não temos nem meios de superfície nem mesmo pra patrulhar a costa brasileira e sem falar nos aviões que também não temos. Comprar um navio desses agora será apenas pra desviar dinheiro de projetos mais urgentes na marinha

sergio ribamar ferreira
Reply to  Matheus Mascarenhas
5 meses atrás

Concordo com o Sr. Matheus Mascarenhas. Há projetos muito mais muito mais urgentes nas três Forças. MB é a que mais necessita. Não conseguem construir dois navios patrulhas de 500 toneladas ficam delirando com Hornets e imaginemos a péssima ideia de jerico em querer comprar PA? Grande abraço.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

Será que pode pintar uma compra de oportunidade no futuro? Não vai ser barato, mas ainda será mais barato que construir um!

Marcelo Danton
Marcelo Danton
5 meses atrás

As pessoas AINDA não entenderam que os portas aviões cumpriram, com louvor, sua função e missão ao longo do século passado. Já estavam em processo de extinção caso a URSS não tivesse falido e se dissolvido. Esse episódio deu sobrevida aos PA dos USA para projeção de poder nas rotas comerciais pelo mundo. EUA tinham MUITO $$ para mante-los, já era um investimento/gasto contabilizado desde os projetos e não tinham mais a ameaça Russa com novas tecnologias que transformaria esses PAs no PATO num lago pequeno e sem vegetação de margem. PA é um mico e seriam destroçados em caso… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo Danton
5 meses atrás

Estranho…pois o número de NAes da US Navy aumentou justamente na década de 1980 e quando a URSS” faliu” havia 15 deles comissionados, os 4 “Forrestal” 3 “Kitty Hawk” o “John Kennedy” o “Midway” convencionais e os “nucleares” Enterprise e 5 “Nimitz” além de outro “Nimitz” em construção e outro já encomendado. . Poucos anos após a dissolução da URSS o número caiu para 12 unidades e foi mantido assim até 2007 quando foi decidido que o número deveria ser de 11 unidades e nessas 3 décadas após a dissolução da URSS prestaram e continuam prestando relevantes serviços em inúmeros… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

É uma tese mestre Dalton…mas quando a URSS caiu, o aumento de Nae se deveu aos cascos completados e que ja estavam ameio caminho anos atras…. Pode ser que de fato, que estejam em uma fase de ser posta em cheque…mas isto so saberemos na pratica se algum dia houver um combate em escala de paridade… Eu sou reservado pois, ao tempo que acredito nesta possibilidade, tambem acho que a força aeronaval remanecente do embate é quem fará a balança vitoriosa…então, vence quem possuir força aeronaval operante por ultimo, com ou sem Super Carrier… Noves fora, prefiro diluir em Nae… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

O que entendi do comentário dele Carvalho é que antes do fim da URSS a força de NAes da US Navy estava em extinção, só que o oposto é que ocorreu com a US Navy constituída em torno de 15 Naes , mais do que na década anterior, portanto o número visado era 15 e isso foi conseguido “comprando-se” 2 NAes ao mesmo tempo o que diminuiu o tempo de comissionamento entre um e outro para 3 anos. . E certamente para marinhas mais pobres, não dá para sonhar com um “Super Carrier”, terão que se contentar com algo muito… Read more »

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Não da US Navy, mas dos outros autores …França, Inglaterra e URSS. Mas nos bastidores do Pentágono, penso sim, que já tinham alguns grupos com essa mesma visão/proposta…mas os EUA tem uma politica de manter a economia funcionando e assim gerar empregos e alimentar a máquina. Mas diga ai…um scramjet bem recheado não aniquilaria uma esquadra inteira?

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Marcelo Danton
5 meses atrás

A China, India e outros que almejam um PA só estão querendo mostrar (pro “irmãozão/vizinhos) que podem fazer…mas em caso de conflito, só serão grandes tochas acessas nos mares e portos de onde estiverem.
ÓBVIO q Os satélites serão os primeiros a serem atingidos para cegar o inimigo. FATO!
Porém a rapidez da respostas será o grande diferencial numa hipotética guerra total…extrapolando as posições antes da cegueira, pode-se chegar/achar aos PAs ou já estiverem sendo seguidos por subnuc.

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo Danton
5 meses atrás

Bom, o que sei é que havia uma meta para 15 NAes que foi atingida na década de 1980 então não faz muito sentido pensar em extinguir NAes comprando-se dois ao mesmo tempo o que foi feito em 1983 e repetido em 1988. . Que sempre houve público contra a construção de grandes NAes é uma coisa, inclusive em revistas antigas que tenho comentava-se que apenas 5 “Nimitz” seriam construídos. . Quanto ao “scramjet” não se deve pensar em NAes de forma isolada, eles fazem parte do arsenal, devem ser usados em consonância com outras armas e serviram muito bem… Read more »

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Simples a explicação! Geração de empregos (fechamento das bases/estaleiros gerou muito protestos); Projetos já em andamento casado com aquisições de caças etc..etc.; dinheiro sobrando, scramjet ainda em desenvolvimento e congelou por falta de $$ da URSS…a lista é longa.

Dudu
Dudu
Reply to  Marcelo Danton
5 meses atrás

Marcelo Danton:
Ué.
Mas nenhum PA foi atingido em Pearl Harbor…

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Dudu
5 meses atrás

Por sorte! E na época a capacidade de carregar explosivos e a própria eficiência desses explosivos, não creio que afundaria um PA…só se derem sorte como no USS Arizona

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo Danton
5 meses atrás

Além do “Arizona” o “Oklahoma” e também o “Utah” este último um ex – encouraçado foram completamente destruídos, este último inclusive estava no ancoradouro normalmente ocupado por um NAe o que teria atraído à atenção de aviadores japoneses e outros encouraçados foram salvos da destruição total graças ao empenho de suas tripulações.
.
Os NAes eram o alvo principal, sorte que nenhum deles estava em Pearl Harbor durante o ataque, mas, com sua pouca “blindagem” teriam sido alvos até mais fáceis de afundar.

Dudu
Dudu
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Dalton:
Eu assisti a um documentário que dizia que os Japoneses poderiam ter atacado o complexo de combustíveis e as instalações de submarinos,mas decidiram não fazê-lo,Isso procede?

Dudu
Dudu
Reply to  Marcelo Danton
5 meses atrás

Marcelo Danton:
Quem é competente quase sempre tem sorte.O ruim é que dá azar.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

Eles operam qual tipo de caça? Se for o F35 os EUA liberariam a venda deles?

Joaquim
Joaquim
5 meses atrás

Seria uma boa compra pois nada impede de tira a rampa e colocar catapultas e pode ser feito sim

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Joaquim
5 meses atrás

pode não….

se catapulta a vapor, tem de instalar caldeiras, dutos e catapultas….

Se Emal…tem de instalar geradores e ampliar motorização mais as catapultas em si….

Isto sem falar do aparelho de parada quer seja diferente do STOVL….

O que poderia ser feito seria instalar os cabos e aparelho de parada e entender se existe espaço preservavel e alteravel para isto depois de construido tal como foi….os projetos originais previam estas vertentes, mas não sei se aproveitaram estes espaços para outras coisas importantes depois…

Dudu
Dudu
Reply to  Joaquim
5 meses atrás

Joaquim:
Só o que impede é o bom senso…

Glasquis7
5 meses atrás

Quem comprar (se e apenas se, realmente for posto a venda) terá que operar com F35. Ou seja, um PA que vai consumir o orçamento total de uma marinha de médio porte.

Imagina.

Almeida
Almeida
5 meses atrás

Mas se o problema da RN é não ter escoltas suficientes para proteger estes NAes, com 6 destroyers AAW e uma dúzia de fragatas ASW, como esse povo aqui quer que a MB compre um desses, meu Deus?

Se a FAB tá com dificuldade de conseguir mais do que 36 gripens, como o pessoal espera que a MB opere 24 JSF?

Pessoal delira profundamente quando o assunto é porta-aviões, incrível!

Fabio Mayer
Fabio Mayer
5 meses atrás

A grosso modo, cada NaE deste custou 3,1 bilhões de libras, ou 17 bilhões de reais.

E sendo novos, no estado da arte, nem o mais radical corte de custos possível e imaginável os fará serem vendidos por menos que isto.

Mas tenho uma aposta: se algum deles for vendido, vai para a Austrália.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
5 meses atrás

Carnê casas bahia em 240 meses, com recursos oriundos da marinha mercante aprovado em 2019… Imaginem um exercício com a vizinha guiana, Porta-Aviões (nome?) capitaneando a esquadra com uns 18 SH, tendo o Atlântico, os 4 novos subs e os 2 mais velhinhos, as Tamandarés, as de outras classes como Niterói, Greenhalgh…. Acho que os dentes e os cabelos do maduro iam cair….Custa muito transformar de STOVL para STOBAR??? Sonhar ainda não custa nada e é muito bom, por favor não me acordem… Salve a histórica e gloriosa MARINHA BRASILEIRA!!!!

Rafael
Rafael
5 meses atrás

Acho incrível alguns comentários aqui, o pessoal iludido já sonhando em uma possível compra de oportunidade feita pela MB, são navios que custaram 6 bilhões de libras, pessoal acha que a RN vai vender um deles a preço de banana. Se eles acham que não tem escoltas suficientes para protejê-los, agora imaginem então a MB, e sem contar no altíssimo custo para manter um navio desses e ainda seriam necessários mais alguns bilhões de dólares para comprar e manter alguns F35. Já pararam para pensar quantas Tamandarés, Scorpènes ou até fragatas pesadas poderíamos construir com esse valor?

Tomcat
Tomcat
5 meses atrás

O Reino Unido tá se empolgando pelo jeito; depois do Brexit temos o Megxit e agora tão querendo partir pro Naexit…

Jef2019
Jef2019
5 meses atrás

Vixxi o gato subiu no telhado lá….

Allan Lemos
Allan Lemos
5 meses atrás

Acho que os ingleses tiveram o olho maior que a barriga.Operar dois navios dessa dimensão em sua plenitude só mesmo os EUA e a China.De qualquer forma é melhor ser um país ambicioso do que um país sem ambição nenhuma.

Mas um navio desses na MB não teria nenhuma utilidade.Não temos nem dinheiro para equipar a ala aérea do Atlântico da forma devida,imagina ter que equipar um NA sem catapulta.E esse é claro seria apenas o começo dos problemas.

Ramon
Ramon
5 meses atrás

Muita gente está sonhando com esse porta aviões na MB, mas estão esquecendo alguns detalhes como por exemplo que ele pode operar só F35, que o dinheiro da Marinha é extremamente curto principalmente devido dela ter o mesmo tamanho de um exército de muitos países do mundo, e até se cometerem a loucura de comprar ele e meia dúzia de F35 vão ter que parar muitos projetos prioritários se não aumentar o orçamento da Marinha, pois atualmente com o dinheiro que a Marinha tem daria para ter esse porta aviões sem nenhuma escolta com meia dúzia de caças juntamente com… Read more »

Jodreski
Jodreski
5 meses atrás

Aposto que tudo isso é falácia e no final das contas vai dar em nada isso! Os dois Naes vão continuar sob bandeira inglesa!

João Bosco
João Bosco
5 meses atrás

Daqui a pouco os ingleses oferecem esse monstro naval ao Brasil….. e o Brasil vai comprar, mesmo sem F-35 ou similar – se surgir aeronave complicada como aquela….

Rodrigo
Rodrigo
5 meses atrás

Acredito que não vai rolar esta compra mas, seria muito difícil países “aliados” (Canadá, Brasil, França, etc) que queiram operar ou renovar as suas NAe, se reunirem, definir (adotar um existente ou projetar do zero) um projeto e construir em escala 4 ou 5 de uma vez?

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Rodrigo
5 meses atrás

E assim diminuir os custos?

Luiz Trindade
Luiz Trindade
5 meses atrás

Rapaz… Agora faz todo sentindo porque o almirantado brasileiro começou a se mexer… Isso seria para dizer o mínimo, um tiro do pé… Esses NAeL não vão sair baratos de maneira nenhuma para uma economia que nem a nossa que esta à duras penas lutando para se levantar… Fora dizer que esses NAeL foram feitos para operar F-35B e não F-18. ÔÔÔ meu Deus… Lá vamos nós de novo. Que o ministro da economia bote puxe o freio de mão com tudo nesses planos mirabolantes…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Luiz Trindade
5 meses atrás

Luiz,
Por que você está chamando de NAeL (sigla para navio-aeródromo ligeiro) um navio de 65.000 toneladas de deslocamento?

Dudu
Dudu
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

Nunão:
E eu pensando que o L era
uma referência ao Lightning…

Elden
Elden
5 meses atrás

Melhor 02 Submarinos nucleares armados com misseis de cruzeiros, misseis anti-navio e torpedos do que 01 elefante desses. E sai mil vezes mais barato a operação e manutenção.

Dalton
Dalton
Reply to  Elden
5 meses atrás

Submarinos não podem cumprir todas as funções de um NAe, que são meios muito mais flexíveis e ideais para a Royal Navy que tem compromissos no mundo todo, servem até para combater submarinos, alarme aéreo antecipado através de helicópteros no caso da Royal Navy, desembarque de tropas, ajuda humanitária, o então HMS Ocean, hoje Atlântico, cumpriu bem essa função. . No caso de ataque a alvos terrestres um submarino normalmente terá uma carga limitada de mísseis, normalmente 12, o restante do espaço ocupado por torpedos e depois de lançados não se pode recarrega-los com facilidade enquanto aeronaves por outro lado… Read more »

Almeida
Almeida
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Dalton, se é para comparar com os Virginia, eles carregam 12 Tomahawk além dos 37 torpedos e mísseis de tubo nas versões atuais e até 28 Tomahawk na versão mais nova. Não é pouco não.

Dalton
Dalton
Reply to  Almeida
5 meses atrás

Almeida…você fez uma pequena confusão…37 é o total de armas de
um “Virgínia”, 12 “Tomahawks” e 25 torpedos.
.
Um “Astute pode levar quantidade similar na sala de torpedos maior
com os “Tomahawks” sendo lançados pelos tubos de torpedos.
.
Os novos “Virginias V” poderão embarcar até 40 “Tomahawks”
dois silos para seis mísseis adiante da “vela” e 4 silos atrás dela estes com capacidade para 7 mísseis cada, apesar de veículos não tripulados e outras coisas poderem ser embarcados no lugar e estes submarinos
custarão mais que 3 bilhões a unidade.

Igor Alves Rodrigues
Igor Alves Rodrigues
5 meses atrás

Sem escoltas, com a type 26 e a type 31 quase ficando prontas? Duvido que vendam, isso é briga política e fofoca, nada mais!