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US Navy nomeia porta-aviões em homenagem a Doris Miller, herói da Segunda Guerra Mundial

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Thomas B. Modly, secretário interino da Marinha dos EUA, nomeou o futuro porta-aviões da classe “Ford” como USS Doris Miller (CVN 81) durante cerimônia em Pearl Harbor, Havaí, em 20 de janeiro, no Dia de Martin Luther King, Jr.

Doris “Dorie” Miller era um taifeiro afro-americano que heroicamente entrou em combate durante o bombardeio de Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941. Ele marca a primeira vez que um porta-aviões foi batizado em homenagem a um afro-americano e a primeira vez que um marinheiro foi homenageado por ações em combate.

Em 1941, aos 22 anos de idade, Miller servia no USS West Virginia. Naquela época, os marinheiros negros eram designados para funções no ramo de limpeza e arrumação – trabalho que envolvia esfregar conveses, cozinhar e engraxar sapatos de oficiais.

Ele tinha acordado às 6 da manhã e estava coletando roupas quando o ataque japonês começou e um alarme soou no navio. Miller foi para o paiol de baterias antiaéreas, mas ele já havia sido destruído por danos causados por torpedos.

Ele foi então para o convés, onde foi designado para transportar seus camaradas feridos, incluindo o capitão do navio. Miller era forte: um ex-jogador de futebol americano do ensino médio em Waco, Texas e também campeão de boxe dos pesos pesados do navio.

O USS Doris Miller será o quarto porta-aviões da classe “Gerald R. Ford”

“Miller foi até os conveses superiores do navio, carregou feridos nos ombros, fez várias viagens para cima e para baixo, percorrendo corredores com água pela cintura e conveses escorregadios com óleo”, disse o almirante John Fuller, em 2016.

O jovem marinheiro então pegou uma metralhadora antiaérea de calibre 50 e disparou até a munição acabar. Ele nunca tinha sido treinado na arma.

“Não foi difícil”, lembrou, de acordo com uma história da Marinha. “Eu apenas apertei o gatilho e ela funcionou bem. Eu tinha visto outros usando essas armas. Acho que a usei por cerca de 15 minutos. Acho também que peguei um daqueles aviões japoneses. Eles estavam mergulhando bem perto de nós”.

O oficial de comunicações do navio, capitão de corveta Doir C. Johnson disse que Miller estava “atirando como se tivesse atirado a vida toda”, segundo o Navy Times.

O USS West Virginia foi fortemente danificada no ataque. Aviões japoneses lançaram bombas blindadas e vários torpedos contra o navio, que afundou lentamente. Cem homens a bordo morreram naquele dia.

Por sua bravura, Miller recebeu a Cruz da Marinha em maio de 1942. Ele foi o primeiro marinheiro negro a receber a medalha, uma das maiores honras da Força Naval.

O almirante Chester W.Nimitz, comandante-em-chefe da Frota do Pacífico dos EUA, entrega a Cruz da Marinha para Doris Miller, em uma cerimônia a bordo de um navio de guerra da Marinha dos EUA em Pearl Harbor, em 27 de maio de 1942

“Isso marca a primeira vez neste conflito que um tributo tão alto foi feito na frota do Pacífico a um membro de sua raça e tenho certeza de que o futuro verá outros igualmente homenageados por atos corajosos”, disse o almirante Chester Nimitz, o comandante da frota do Pacífico dos EUA, na época.

Miller ganhou fama e foi trazido para casa em novembro de 1942 para uma turnê de dois meses para promover títulos de guerra. Sua imagem foi usada em um pôster de recrutamento da Marinha.

Infelizmente, Miller não sobreviveu à guerra. Ele estava a bordo do porta-aviões de escolta (CVE) USS Liscome Bay quando este foi atingido por um torpedo japonês no Pacífico, em 1943. Quase 650 dos mais de 900 marinheiros a bordo morreram quando o navio afundou, e o corpo de Miller nunca foi recuperado.

Ele recebeu a Purple Heart, entre outras medalhas.

Logo após a morte de Miller, a Marinha iniciou um pequeno programa de treinamento de oficiais para marinheiros negros. Em março de 1944, a Marinha incorporou seus primeiros oficiais negros, conhecidos como Golden Thirteen (Treze de Ouro).

Ao batizar o porta-aviões como Miller, diz o secretário interino da Marinha Thomas B. Modly: “honramos as contribuições de todas as nossas fileiras alistadas, passado e presente, homens e mulheres, de todas as raças, religiões e origens. Dr. Martin Luther King Jr. observou: ‘Todo mundo pode ser grande – porque qualquer um pode servir’. Ninguém entende a importância e o verdadeiro significado do serviço mais do que aqueles que se ofereceram para colocar as necessidades dos outros acima de si mesmos”.

“Doris Miller defendeu tudo o que é bom em nossa nação”, disse Modly, “e sua história merece ser lembrada e repetida onde quer que nosso pessoal continue servindo hoje”.

FONTE: NPR / US Navy

NOTA DO EDITOR: Doris Miller foi representado pelo ator Cuba Gooding Jr. no filme Pearl Harbor de 2001, dirigido por Michael Bay.

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Rodrigo
Rodrigo
11 meses atrás

Muito bom. Bonita homenagem

ALISON L C SILVA
Reply to  Rodrigo
11 meses atrás

Concordo

ednardo curisco
ednardo curisco
11 meses atrás

Bravo!!! merece!

M65
M65
11 meses atrás

Justa homenagem !

Robison
Robison
11 meses atrás

Merecida homenagem. Só um detalhe quanto ao filme “Pearl Harbor”, lá Cuba Gooding Jr consegue abater 4 aeronaves inimigas, mas na vida real não se tem a informação de nenhum abate. Ou seja a ficção querendo tendo a alterando a verdade para aumentar um gesto de bravura que por si só já era suficiente para completar a história.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Robison
11 meses atrás

Os filmes de Hollywood tendem a criar essas imagens para dar emoções ao filme.
Também parece estranho que os aviões tivessem passado tão perto em um corredor de navios e que o avião alvejado tenha batido no mastro de um deles.

Daglian
Daglian
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Sei que filmes de Hollywood tendem a exagerar, mas não tomem o filme “Pearl Harbor” como exemplo. Não passa de um pedaço de lixo, enquanto a própria Hollywood produziu um filme de muita qualidade, o qual inclusive já foi citado algumas vezes pelo Dalton aqui na trilogia, chamado “Tora! Tora! Tora!”.

Em todo caso, bonita a homenagem feita pela US Navy.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Daglian
11 meses atrás

Tora, Tora, Tora foi um filmaço.
Outro foi Midway, o filme de 1976.
E o espetacular o ‘Dia -D – O mais longo dos dias” com um elenco fantástico.
Muitos filmes de guerra da década de 1960 e 1970 foram espetaculares.

Esteves
Esteves
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Filmes são feitos por contadores de histórias.

Não por historiadores.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Tirando o aspecto histórico, pois sabemos que os americanos puxam a brasa para as suas sardinhas, encontramos algumas produções muito boas no aspecto técnico, de efeitos e de atuação dos atores.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Kings, se delicie com as dicas abaixo. São filmes Russos sobre suas proezas, fazem o Rambo se um “menino traquinas e uma escola de Frei Beneditinos”.

Tem muita coisa no Youtube:

Morreram pela Pátria – 1972
Only old man are going to battle – 1973
Auroras nascem tranquila – 1972
9o. Pelotão (classico sobre o Afeganistão)
Treino de Comandos.

Assista e veja se os Vermelhos também trabalham com a “movimentação das brasas para suas sardinhas”.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Ricardo Bigliazzi
11 meses atrás

O melhor filme russo/soviético sobre guerra que assisti, até hoje, foi ‘Vá e veja’.
Não é um filme de ação, é um drama de guerra.

Camargoer
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Olá Antonio. Um dos melhores foi “Uma ponte longe demais”. Considero o desembarque de “O resgate do soldado Ryan” uma das melhores (Spilberg). Há um filme da década de 80 sobre um tanque soviético no Afeganistão impressionante. Gosto também de um filme do Antony Queen e Alan Delon sobre as tropas francesas na Argélia (esqueci o nome, mas eles eram paraquedistas franceses). Tora Tora Tora é sensacional, mas prefiro o beijo da Deborah Kerr na praia em “A um passo da eternidade”

ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Salvo engano, o título deste filme sobre um tanque T-72 ou similar, no Afeganistão, era, em português, “A fera da guerra”.

Roberto Medeiros
Roberto Medeiros
Reply to  ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
11 meses atrás

É este mesmo, o título

Camargoer
Reply to  ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
11 meses atrás

Olá Alexandre. Achei bem legal esse filme. Uma história muito diferente, longe das historinhas de Hollywood. Acho que um bom adjetivo seria “seco”.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Camargoer

Assino embaixo.

marcus
marcus
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

O resgate do soldado Ryan, foi muito bom também.
Não sei se foi ficção ou realidade.

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  marcus
11 meses atrás

A situação da mãe com quatro filhos na segunda guerra foi real, mas a missão do Tom Hanks nunca existiu. O livro “O dia D” de Stephen Ambrose, cita essa situação.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Daglian
11 meses atrás

Um que gostei muito foi “Uma Ponte Longe Demais” sobre a operação Market Garden, um raro filme sobre uma derrota.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Pesquisar sobre a filmografia Russa e Alemã sobre a II Guerra Mundial, todos eram espetacularmente fantásticos, filmes feitos durante a guerra. Quanto a “passar baixo”, pode ter certeza que os Japoneses barbarizaram em Pearl Harbor, além do mais podemos ver inúmeros filmes de aviões americanos a passar baixo em cima dos defendidos aeroportos alemães na parte final da guerra, quem iria perder a chance de descarregar as armas em tudo o que se move lá embaixo? Voltando ao Pacifico os filmes oficiais dos aviões americanos que atacaram a frota japonesa na Enseada de Haboul mostram que depois dos torpedos e… Read more »

Camargoer
Reply to  Robison
11 meses atrás

Robison. Gosto muito do “Cuba Jr”. Ele fez boas comédias e bons dramas. No filme sobre o escafandrista, Robert de Niro faz uma excelente escada para ele. Contudo, “Pearl Habor” é um filme ruim, principalmente quando comparado ao “A um passo da eternidade” (8 Orscar), com Montgormey Clift, Burt Lancaster, Frank Sinatra (sensacional) e a melhor de todas… Deboroh Kerr. Um filme é uma obra de ficção, mesmo quando retrata eventos ou pessoas reais. Diferente de um documentário, um filme tem o peso dramático. A lista de exageros e supressões nos filmes é longa, sem que isso tenha tirado o… Read more »

Caio
Caio
11 meses atrás

Parabéns por honrar um grande herói.

ALBERTO VALENTE
ALBERTO VALENTE
11 meses atrás

Me pergunto o motivo pelo qual a marinha do Brasil não faz a mesma coisa com seus marinheiros como os comandantes dos caça paus da Segunda Guerra seria uma bela homenajem !

Wilson
Wilson
Reply to  ALBERTO VALENTE
11 meses atrás

Dos comandantes dos caça paus e caça ferro não conheço, mas a MB já fez varias vezes homenagens desse tipo.

Um pequeno exemplo é os Marcílios Dias de 1943.

Elcimar
Elcimar
Reply to  Wilson
11 meses atrás

Marcilio Dias (Rio Grande, 1838 — Rio Paraná, 12 de junho de 1865) foi um marinheiro da Armada Imperial brasileira, herói da Batalha Naval do Riachuelo, durante a …

Ocupação: Marinheiro
Nacionalidade: brasileiro
Morte: 12 de junho de 1865 (27 anos), Rio Paraná
Nascimento: 1838, Rio Grande, Brasil

Dalton
Dalton
Reply to  ALBERTO VALENTE
11 meses atrás

É complicado. Como se escolheria um entre tantos, afinal cada um dos 8 caça paus teve pelo menos dois comandantes e o critério para excluir os caça ferros seria pelo fato da vida ser mais dura a bordo dos caça paus ?
.
Tanto um tipo como outro escoltaram comboios, missão importante que foi cumprida com valor, mas, fora isso, nada que diferencie um do outro.

ALBERTO VALENTE
ALBERTO VALENTE
Reply to  Dalton
11 meses atrás

dalton concordo com vc que é muito complicada a escolha entre ta tos bravos marinheiros, porém acredito que seria muito interessante até para variar um pouco a escolha dos nomes que se repetem à infinidade.Nossa marinha graças à Deus sempre teve seus heróis alguns conhecidos e a grande maioria desconhecidos pela maioria das pessoas, marinheiros esses que deveriam ter seus nomes nos costados de nossos poucos (infelzmente) navios.

ALBERTO VALENTE
ALBERTO VALENTE
Reply to  ALBERTO VALENTE
11 meses atrás

tantos meu teclado é uma bomba

Elcimar
Elcimar
Reply to  ALBERTO VALENTE
11 meses atrás

a marinha até hoje não engole a revolta da chibata meu amigo. não pode nem ouvir falar em joão candido, procure ler sobre esse episódio triste na nossa marinha. aqui o racismo era equivalente ao que era praticado na US NAVY. conhece algum almirante negro!!
pra Transpetro nomear um simples navio feito no país com o nome dele já foi uma guerra. se não estou enganado a família até hoje busca algum reconhecimento na justiça.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Elcimar
11 meses atrás

Acho o caso do navio Satélite pior ainda.(e pensar que isso pode ter sido ordenado pelo presidente Marechal Hermes da Fonseca).

Hélio
Hélio
Reply to  ALBERTO VALENTE
11 meses atrás

Por que não João Cândido, então?

Silas
Silas
Reply to  Hélio
11 meses atrás

Uma homenagem ao “Almirante Negro” seria uma justa reparação a um dos mais infames episódios da MB.

Victor Filipe
Victor Filipe
11 meses atrás

Doris Miller provavelmente recebeu a homenagem máxima que poderia receber. ser nomeado naquela que será visto como simbolo de força e poderio militar americano pelas próximas desadas. uma homenagem justa que abre um belo precedente para se colocar outros nomes emblemáticos nesses verdadeiros leviatãs dos mares. Apesar de não serem pessoas, seria lindo ver alguns novos super porta aviões com nomes de: Yorktown, Saratoga e Essex por exemplo, acho que também é provável que venha um futuro “Ernest E. Evans” Curiosidade: O USS BB-48 West Virginia era o terceiro e ultimo navio da classe Colorado a ser completado e por… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Victor Filipe
11 meses atrás

Complementando o Tadeu, o West Virginia não apenas foi reparado como
foi completamente modernizado e da forma como ficou não podia mais atravessar o Canal do Panamá.
.
O California e o Tennessee foram modernizados de forma similar tanto que o que distinguia os três era que o West Virginia era armado com 8 canhões de 16 polegadas enquanto os outros dois estavam armados com 12 canhões de 14 polegadas.
.
E já existe um “Essex” na US Navy, trata-se do segundo LHD classe Wasp
comissionado em 1992 com uma expectativa de vida de 40 anos

Fabio Mayer
Fabio Mayer
11 meses atrás

O tempo faz justiça a quem faz história!

Silva
Silva
11 meses atrás

Excelente reportagem, parabéns PN.

No entanto, me questiono: Por que da MB não utiliza essas mesmas homenagens? Qual o intuito de utilizar nomes como “Fragata Independência”, “União”?

Mauro
Mauro
Reply to  Silva
11 meses atrás

Tu acha pouco é, rapaz?? e os nomes dos submarinos?? exceto o Álvaro Alberto, o resto é tudo nome sem sentido para os dias atuais, nomes que nem no português existem praticamente.

Riachuelo é nome de loja, e Humaitá era uma linha de ônibus numa cidade onde eu vivi.

Podiam por nomes de estados ou dos grandes rios nacionais. Nomes de personagens não faltam.

Dalton
Dalton
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Humaitá e Riachuelo foram batalhas da guerra do Paraguai Mauro.

Mauro
Mauro
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Sério??? kkkkkk te juro que eu não sabia, viu… kkkk… obrigado pela informação… dessa eu não sabia mesmo… kk…

Quem ganhou ???

Flanker
Flanker
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Quanto ao Humaitá e o Riachielo, o Dalton explicou. Tem ainda o Tonelero, fortificacão situada no passo do Tonelero, na margem do Rio Paraná, dirante a Guerra do Paraguai. E por fim, Angostura era o nem de um forte situado à margem de um arroio, afluente do rio Paraguai, tb na Guerra do Paraguai.
Não saber a origem e motivo dos nomes não é feio….Deu o é escrever criticando o que nao5sabe e ainda mais usando os exemplos que você deu. Além disso, poderia encontrar essas respostas em uma simples e rápida consulta no Google.

Esteves
Esteves
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Bahia é nome de loja, São Paulo é nome de santo, Minas Gerais é nome de disco do Milton Nascimento…

Elcimar
Elcimar
Reply to  Mauro
11 meses atrás

vc tentou ir na onda do outro que não entende nada e acabou também vc nos dando a certeza que nada sabe. cara vai estudar a historia naval brasileira,isso é cultura,é conhecer seu país.

Esteves
Esteves
Reply to  Elcimar
11 meses atrás

Atlântico é nome de restaurante, Barroso é nome de síndico…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Nesse link tem nomes pra todo gosto e pra contrariar muita besteira escrita em boa parte dos comentários:

https://www.marinha.mil.br/sites/default/files/silhuetas.pdf

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

reator nuclear, turbina…lá vai o Esteves ler a história dos navios.

só por Namor.

Mauro
Mauro
Reply to  Elcimar
11 meses atrás

Só para ter uma ideia uma das escolas onde eu estudei. Christian Lohbauer foi meu professor, pesquise quem é Christian Lohbauer. Uma dica, foi candidato a vice presidente na chapa de João Amoedo e concedeu entrevista no Programa do Jô no dia do atentado de 11 de setembro, para falar sobre geopolítica internacional e as consequência do atentado. Talvez amigo, sem saber quem és, e sem querer desmerecê-lo, mas apenas talvez todo o seu conhecimento não seja suficiente para ingressar nesta escola. Esta foi uma das escolas que frequentei, a outra, num curso de pós, no hall de entrada do… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Sugere esses nomes para a MB…..José Serra? O mesmo que picava os jornais, depois de ler, dentro dos aviões do GTE, só “Para os milicos terem o que fazer ao limpar”? Hahaha…..não venha querer dar uma de sabichão. Você pode pensar entender de história militar, mas nenhum desses ‘”ilustres” que você citou, colocou seus belo rabo em risco em uma batalha…..

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Humaitá faz referência a um dos atos de maior bravura da MB, quando 6 navios de guerra brasileiros passaram sob forte artilharia pela Fortaleza de Humaitá no Paraguai e furaram um dos mais importantes pontos de defesa do, então, inimigo.
Riachuelo faz referência a batalha que ocorreu na fóz do Arroio Riachuelo com o Rio Paraná e foi a mais importante batalha naval da Guerra do Paraguai.

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Será que não bateu um pouco de Paulo Freire aí?

jorge alberto costa
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Leia um pouco sobre Historia do Brasil

Camargoer
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Caro Mauro. Eu concordaria se sua crítica fosse o habito da MB repetir os mesmos nomes em classes diferentes do mesmo tipo de embarcação. Já teve submarinos anteriores chamados “Riachuelo”. Podia repetir o nome mas em classes diferente… fragata “Riachuelo”, corveta “Riachuelo”, NAe “Riachuelo”, etc. mas já são 3 submarinos Riachuelo (S15, S22 e agora o S40), sem falar que são duas classes de submarinos “Riachuelo” (Oberon e Scorpene)

Ray
Ray
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Você não conhece nada da história do seu próprio país…

Wilson
Wilson
Reply to  Silva
11 meses atrás

Da uma olhada na lista dos navios que compunham a frota de Thomas Cochrane em luta contra os portugueses.

Não tem é navios homenageando marinheiros atualmente, mas a MB já fez isso e inclusive a classe tamandaré está fazendo esse tipo de homenagem.

Camargoer
Reply to  Silva
11 meses atrás

Olá Silva. Acho que “Independência” “Constituição” e “União” são excelentes nomes que lembram a quem a MB serve. Acho que “Niterói” destoa de toda a classe. “Defensora” até tem sentido, mas “Liberal” ficou estranho. Teria que colocar “Conservadora” e “Trabalhista” para equilibrar. Eu sinto a ausência das fragatas “Democracia” e “Cidadania” (ou “Cidadã”).

Delfim
Delfim
Reply to  Silva
11 meses atrás

Houve destróieres batizados de “Marcílio Dias” e “Greenhalgh” na MB.

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
11 meses atrás

Merecida homenagem, em honra a esse bravo marinheiro, o qual se destacaou bravamente, naquele dia infernal para a US. Navy.

Um heroi que apartir de agora sera’ lembrado por muitas decadas e talvez para sempre.

R.I.P

Sergio
Sergio
Reply to  Tadeu Mendes
11 meses atrás

Isso mesmo Tadeu !!!!!!
Só de participar da segunda guerra e estar vivo já é motivo de nunca ser esquecido……

Elcimar
Elcimar
Reply to  Sergio
11 meses atrás

ele morreu na segunda guerra…ta no texto

Sergio
Sergio
Reply to  Elcimar
11 meses atrás

Sim caro Elcimar !!!!
O texto diz isto mesmo.
Mas o que eu quis expressar é que o simples fato de participar de um conflito mundial e sair vivo já é um fato memorável….
Imagine fazer o que este cara fez então…..

Pablo
Pablo
11 meses atrás

Só para uma informação curiosa, o ator Cuba Gooding Jr, além de interpretar Doris Miller no filme Pear Harbor, também interpretou Carl Brashear no filme HOMENS DE HONRA, que trata a história do primeiro mergulhador negro da marinha americana.
Dois homens, duas grandes histórias, duas grandes superações e dois reconhecimentos mais que merecidos!!!!

R_cordeiro
R_cordeiro
Reply to  Pablo
11 meses atrás

Segunda informação curiosa. Na mesma turma de mergulhadores de combate existia um brasileiro que fora amigo do Carl Brashear e tem matéria aqui no PN sobre o assunto.

https://www.naval.com.br/blog/2019/11/03/o-brasileiro-no-filme-homens-de-honra/

Camargoer
Reply to  R_cordeiro
11 meses atrás

Olá Pablo. Ele também fez o papel de um oficial do esquadrão Red Tails na segunda guerra. Só não sei dizer que o personagem era real ou fictiício.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
11 meses atrás

Muito bonita a homenagem. Os sulistas devem tá rangendo de raiva. Mas enquanto isso num grande país sul-americano não se vê um almirante de esquadra negro ou brigadeiro negro comandantes de suas respectivas forças. Também esperemos que essa não seja a única homenagem da USNavy aos heróis militares negros.

Dalton
Dalton
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Já houve um USS Miller no passado, uma fragata, e há por exemplo, um “Arleigh Burke” homenageando outro herói negro, Oscar Austin que recebeu postumamente a Medalha de Honra por bravura no Vietnã, além de outros
como Carl Brashear, homenageado com o USNS Carl Brashear que foi tema de uma matéria meses atrás e também protagonizado no cinema por Cuba Gooding Jr .

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Obrigado pelos esclarecimentos Dalton

José da Silva
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Tem também Jesse Leroy Brown, que assim como Miller deu o nome a uma Knox.

Daglian
Daglian
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Por isso é importante não falar nada sem antes pesquisar… A FAB tem o tenente-brigadeiro Raul Botelho, que é negro e inclusive era um dos candidatos a se tornar comandante da FAB logo no início do governo Bolsonaro. Ele é apenas um, mas com certeza há mais oficiais negros nas forças armadas brasileiras. Evidentemente que há racismo no Brasil, mas não tente emplacar essa narrativa falsa, pois aqui essa questão com certeza é ordens de grandeza mais branda que nos EUA. No mais, os negros compõem aproximadamente 9% da população brasileira segundo o IBGE. Isso ajuda a explicar um pouco… Read more »

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Daglian
11 meses atrás

Isso não justifica a não escolha já histórica no Brasil de não escolha de generais negros no Brasil. Há muito que insistem numa pseudo retórica que o racismo é brando no Brasil ou o que é pior, que não existe racismo no Brasil! Temos sim, muitos oficiais negros (as) nas FFAA porém é fato que eles não ascedem o topo da cadeia de oficialato como o comando das Forças. Não sou eu à dizer. É só olhar para os nomes que são e os que já foram!

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Conheço alguns brigadeiros “negros” (todos grandes patriotas e brasileiros), que se formaram por méritos, sem necessidades de cotas. Creio que precisas sair e visitar mais nossos quartéis e bases aéreas.

Pablo
Pablo
11 meses atrás

cena do filme dita na matéria

Elcimar
Elcimar
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

galante…vc sabe se durante sua trajetória na US NAVY ele chegou a ser promovido ? em vida claro

Mauro
Mauro
11 meses atrás

Antes disso, a fragata da classe Knox USS Miller (FF-1091) foi nomeada em homenagem a Doris Miller. EUA tem algo particular em relação ao Brasil. Lá a segregação racial é muito mais severa que no Brasil, vivem mesmo separados, por conta de costumes e até uma terrível norma constitucional que os segregava legalmente, no passado. No entanto, os negros dos EUA mesmo segregados ocupam e sempre ocuparam cargos muito mais elevados que no Brasil, que tem uma integração racial muito maior. Para se ter uma ideia da segregação que imperou até pouco tempo, um soldado brasileiro disse que na segura… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Caro Mauro, em minha modesta opinião seu comentário ia em consonância com a realidade, até querer igualar a questão racial no Brasil com causa política de esquerda. O problema é que nos Estados Unidos, após os conflitos de direitos civis (ou mesmo antes), os negros americanos sempre tiveram políticas que os apoiassem. No fim da escravidão (em teoria) nos estados unidos, os negros de lá receberam terras, dinheiro, educação e muitas políticas sociais que foram negadas aos negros no Brasil. Com o fim da escravidão imposto pela Inglaterra ao Brasil ( o Ultimo país do mundo a reconhecer que a… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

“Com o fim da escravidão imposto pela Inglaterra ao Brasil ( o Ultimo país do mundo a reconhecer que a escravidão era ilegal, imoral e ante ético)” O ultimo país a abolir a escravidão foi a Mauritânia em 1981 e só a considerou crime em 2007. O correto seria dizer que o Brasil foi o último país das Américas a abolir a escravidão e ela não foi imposta pelo Reino Unido(apenas a Eusébio de Queiroz teve influencia na decisão inglesa de capturar todos os navios negreiros no Atlântico, nas outras uma lida nas falas do trono já mostra quem realmente… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

Caramba.
Até que fim concordo com algo que Foxtrot escreveu.

Esteves
Esteves
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Não se anime.

O Brasil recebeu quase 5 milhões de escravos vindos da África que se somaram aos índios escravizados aqui.

Nos EUA, em torno de 350 mil.

O Hélio está certo. Calvinistas protestantes na América justificavam que escravizar era um direito bíblico.

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

Existe uma reportagem de que uma ilha do Caribe,ainda existia escravidão
no sec 19,possesão dinamarquesa.

Hélio
Hélio
Reply to  Mauro
11 meses atrás

A segregação nos EUA não tem absolutamente nada a ver com direita x esquerda, mas sim com sua tradição protestante.

Oséias
Oséias
Reply to  Mauro
11 meses atrás

No Brasil sempre houve também negros de destaque. Na época do império podemos lembrar de Machado de Assis e André Rebouças, engenheiro genial, que construiu a famosa ferrovia Curitiba-paranagua.

Esteves
Esteves
Reply to  Oséias
11 meses atrás

“Negros de destaque”

Tá bom isso aqui.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Oséias
11 meses atrás

Adiciono mais:

Exército: Henrique Dias, D. Obá II, Corpo de Zuavos Bahianos;
Jornalismo: Luís Gama, José do Patrocínio, Francisco de Paula Brito (o maior editor do Império);
Literatura: Machado de Assis, Cruz e Sousa, Lima Barreto, Maria Firmina dos Reis
Educação: Ernesto Carneiro Ribeiro, José de Souza Marques;
Engenharia: irmãos André e Antônio Rebouças, Teodoro Sampaio;
Música: Henrique Alves de Mesquita, Joaquim Callado (Pai do Choro), Anacleto de Medeiros;

Cito esses apenas de memória, tem mais de onde veio

Camargoer
Reply to  Mauro
11 meses atrás

Olá Colegas. Percebi que o debate sobre a escravidão, racismo e segregação avançou bastante aqui no PN. Parabéns a todos. Há um excelente documentário chamado “Rotas da escravidão” em 3 partes. Recomendo. Um pesquisador (acho que dos EUA) diz que o “racismo é consequência da escravidão, não o contrário”. Faz sentido porque a opção de traficar africanos para o trabalho escravo nas Américas nada tinha a ver com a etnia mas era uma decisão apenas econômica. Acho que alguns pontos devem ser considerados. Foram traficados cerca de 14 milhões de africanos para as Américas. Os EUA receberam um pouco mais… Read more »

ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

O Brasil recebeu muito mais que um milhão de escravos, amigo. Qualquer fonte vai dar um número muito superior.

Camargoer
Reply to  ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
11 meses atrás

Olá Alexandre. O que encontrei foi que foram deslocados entre 12 e 14 milhões de africanos para as Américas, sendo que o Brasil foi o destino de 10% e os EUA 5%. O Brasil foi o locais que recebeu o maior número de africanos.

Foxtroto
Foxtroto
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Tá bom Camargoer, um pesquisador branco falando de uma atrocidade sofrida por negros? Se é verdade isso, porquê não se buscou traficar escravos de outros rincões pobres do planeta? A China que há época era bem pobre por exemplo. Porquê o negro África? Engraçado que o sofrimento sofrido pelos judeus na segunda Guerra (e mesmo antes dela), todo mundo se solidariza, porém a atrocidade igual ou tão superior a que os judeus sofreram, que foi a escravidão, todos tentam minimizar. Deveria ter um museu mundial sobre a escravidão, com os mesmos dizeres de Washvitz, “Lembrar para que nunca mais se… Read more »

Camargoer
Reply to  Foxtroto
11 meses atrás

Olá Fox. Recomendo assistir o documentário. São três episódios cobrindo o pedido de 450 CE até cerca de 1900. Começa discutindo a escravidao no império árabe. Há depoimentos de pesquisadores brancos e negros, dos EUA, Canadá, Senegal, França, Brasil… De fato, antes da colonizacao europeia nas Américas, a escravidão não tinha caráter étnico. Essa característica ocorre a partir do tráfico humano através do Atlântico para fornecer mão de obra as fazendas de açúcar no Caribe e mineração na América do Sul. As fazendas de cana, algodão e café no Brasil e nos EUA são implementadas depois da experiência caribenha. A… Read more »

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Foxtroto
11 meses atrás

O europeu jamais teria conseguido sistematizar o comércio de escravos entre os séculos XV e XVIII se não tivesse havido o apoio de reinos africanos, que iam ao interior dos seus territórios buscar sua matéria-prima nas tribos mais fracas. E muito antes disso, ainda no fim do período antigo s inicio da Idade Média, os reinos da África Oriental já forneciam escravos primeiro para os romanos, depois para os bizantinos e finalmente para os sultanatos do norte da África, subindo o Nilo e o Mar Vermelho. Todos os grandes reinos da costa ocidental da África -Império Ashanti, Reino de Oyó,… Read more »

Delfim
Delfim
Reply to  Foxtroto
11 meses atrás

1 – Escravidão era uma constante universal, apenas era intraracial e intracontinental. Os escravos dos romanos eram igualmente europeus.
2 – Quem iniciou a escravidão dos negros foram os próprios, depois vieram os árabes, só então os europeus.
3 – Não confunda escravidão com genocídio.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
11 meses atrás

Uma comportamento que eu gosto dos Americanos. O reconhecimento ao mérito. À bravura e a coragem. No Brasil, um país miscigenado. Nossa Marinha jamais colocaria o mome de um subalterno negro em um porta aviões. Por causa do episódio chamado “Revolta da Chibata”. Cujo chefe, João Cândido virou personagem da música. O mestre sala dos Mares. Da dupla. João Bosco e Aldir Blanc.

Pablo
Pablo
Reply to  Antonio Palhares
11 meses atrás

“Em 1941, aos 22 anos de idade, Miller servia no USS West Virginia. Naquela época, os marinheiros negros eram designados para funções no ramo de limpeza e arrumação – trabalho que envolvia esfregar conveses, cozinhar e engraxar sapatos de oficiais.” Não sei se tu leu a matéria, mas o negro sempre foi muito discriminado no EUA, com Miller não foi diferente. Outro caso tratado no cinema foi do mergulhador Carl Brashear, no filme HOMENS DE HONRA. Descasos com negros não era só na marinha que acontecia, também teve a 92ª divisão de infantaria, formado apenas por negros e comandados por… Read more »

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Pablo
11 meses atrás

Caro Pablo.
Todo ex militar gosta de histórias militares.
Acompanhei todos estes casos que voce mencionou. Agora, colocaram o nome do marinheiro em um porta aviões novo. E isto ajuda muito no reconhecimento do valor dos afro americanos em suas forças armadas.

smichtt
smichtt
Reply to  Antonio Palhares
11 meses atrás

Caro Antônio,
Existe um navio da Petrobrás, um petroleiro, com este nome. Adivinhe em qual governo ele começou a ser construído. Depois de pronto, teve que ser refeito, por problemas construtivos.
Abraço.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  smichtt
11 meses atrás

smichtt
Acompanhei tambem este episódio. Uma papagaiada demagógica para um personagem que merecia mais respeito

Camargoer
Reply to  Antonio Palhares
11 meses atrás

Caro Antônio. A MB tem dois problemas. não tem porta aviões, e se tiver vai se chamar Minas Gerais para manter a tradição.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Camargoer
11 meses atrás

Não tememos poderes navais;
é tambem poderosa e viril;
Basta a força do Minas Gerais;
Pra defesa do nosso Brasil;

Louros triunfais;
Oh século nos traz;
Vamos saudar o gigante do mar;
Oh, Minas Gerais

Trecho da composição original de Oh, Minas Gerais de Eduardo das Neves, 1912.

Dalton
Dalton
Reply to  Wilson Look
11 meses atrás

O irônico é que apesar de ainda novos em 1918 a condição material do “Minas” e do “São Paulo” já não estava boa e faltava também um moderno controle de fogo então ambos, primeiro o “São Paulo”, foram enviados aos EUA para uma longa revitalização.

Sergio
Sergio
11 meses atrás

Com todo respeito meus camaradas mas me parece que tem sempre “alguém” do contra aqui nos comentários abaixo. O FATO É: O cara foi “escalado” para salvar seus companheiros e além de fazer isto, distribuiu chumbo “.50” pros “JAPA” sem NUNCA apertar o dedinho nesta máquina….. Por isto só já não é suficiente ser condecorado e eternizado ????? Não seria mais fácil pular na água e ficar o mais longe possível do USS West Virginia ???? Mas não…o cara encarou de peito aberto os Torpedos japoneses sem medo de morrer…. ESTE É O CARA…..E não aqueles que se escondem atrás… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Sergio
11 meses atrás

Caro Sérgio, o problema de alguns aqui é que o preconceito racial da sociedade nacional se reflete nos comentários de alguns que foram “programados” desde o nascimento para ser assim.
Mas garanto que os mesmos aplaudiram de pé o Filme Sniper Americano.
Brasileiro sendo o que sempre foram !

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

E temos ainda, nesse caldeirão da identidade nacional, um componente de preconceito social que também é muito arraigado, sendo tão acentuado ou mais que o racial.
Difícil saber.
Ai, se o além de pobre o sujeito for negro, estará duplamente lascado no Brasil.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

O quê é um negro? Mulato é negro? Mas é negro retinto ou alvacento? Quem diz quem é negro? Quando alguém gosta ou desgosta, se acusa ou excusa de ser rotulado negro?

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

O brasileiro não é racista. A elite dirigente do Brasil e seus operadores que são.

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

“ – Caetano, venha ver aquele negro a lhe chamar.”

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

‘ A elite dirigente do Brasil e seus operadores que são.’

É o que eu disse. Faz parte desse preconceito social que comentei.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

O nó é bem apertado e está escondido sob um emaranhado inextricável: a desistência histórica do comando brasileiro em desenvolver e manter atualizado o país e a sociedade, sua conformidade à dependência eterna, em que se pese as promessas (todas descumpridas numa prática de desmonte das conquistas sociais do período anterior) da política de centro-direita e esquerda desde 1994 e se observe o deboche e paralisia da ‘direita’ política a partir de 2017 culminando em Bolsonaro, nos condenou ao empobrecimento, concentração de renda, alienação, anomia, obsolescência, talvez até perda da autonomia (mas continuaremos integrados no capitalismo como o pano de… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Concordo com vc.

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

“ – O maior inimigo do meio ambiente é a pobreza”.

Deveria ter limpado os sapatos.

Foxtroto
Foxtroto
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Muito bonito seu discurso caro Alex.
Mas tenta explicar isso para quem sofre racismo a vida toda, todos os meses do ano, o dia inteiro.
A coisa é mais complicada quando se está por detrás da “capa preta” meu caro!

Foxtroto
Foxtroto
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

É mesmo caro Antônio?
E de onde eles vieram se não de uma sociedade racista!
Eles não são “Quimeras” que se materializaram lá no poder para “punir” os brasileiros justos e igualitários.

Foxtroto
Foxtroto
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Kkkkk fala isso para a garota que xingou o goleiro Aranha no sul do Brasil.
Fala isso para os inúmeros casos de “injúria racial” em N,s regiões do Brasil.
Fácil falar quando não se sofre as agressões caro Alex.
Meu tio é negro e precisa ouvir os casos que ele conta sobre ações racistas sofridas por ele no cotidiano.
Aí verá se o brasileiro não é racista !

Foxtrot
Foxtrot
11 meses atrás

Bela e merecida homenagem a mais um dentre muitos heróis Afro descendentes daquela nação. Enquanto que no Brasil além de só homenagearem almirantes ou locais de batalhas da guerra do Paraguai ou WWII, não homenageiam heróis Afro descendentes brasileiros, como o que construiu o primeiro torpedo nacional, o que se rebelou contra o castigo abusivo da “lei da chibata” e por ai vai. Nossa sociedade é tão preconceituosa que até hoje (exceto no governo de FHC), não tivemos nenhum alto comandante das FAA,s Afro descendente, ou presidente ou mesmo deputado federal. E viraremos mais esse alvorecer de século da mesma… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

É polêmico mas se considera o presidente Nilo Peçanha como o primeiro (e acho que único)presidente negro do Brasil. No caso do João Cândido, bem é bem mais delicado e difícil para a MB fazer uma homenagem a ele já que ele se rebelou e quase bombardeou o Rio de Janeiro(mesmo a causa sendo justa e eu não vendo outra saída).

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

O atual CHEM Conjunto das Forças Armadas é o TB Raul Botelho.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

Pode haver racismo, mas estamos muito longe de ser racistas. Há uma diferença fundamental entre tais conceitos. Quanto aos comandantes, presidentes ou deputados: – Marcílio Dias era mulato, e já foi nome de diversos navios da esquadra; – Nilo Peçanha foi o primeiro presidente negro do Brasil, em 1909; – João Cândido, realmente, dificilmente receberá qualquer homenagem pela Armada – por mais que mereça por ter virado uma página vergonhosa da história naval brasileira; – O primeiro governador negro no Brasil foi Alceu Collares – eleito, pasme, pelo Rio Grande do Sul, onde 65% da população é branca. – Ironicamente,… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
11 meses atrás

Que sirva de lição a todos.
Para quem era relegado a tarefas de segunda classe, receber essa homenagem.
Repara um pouco dos sofrimentos que os afro-descendentes sofreram na América.
Tivemos outro grande exemplo com a eleição de Obama.
Foi um começo que todos imaginavam impensável. Um presidente negro.
Apesar da recaída no presente momento, acredito que o povo americano poderá apagar essa mácula de sua história.

nonato
nonato
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Que sirva de lição aos coreanos que foram escravizados pelos japoneses por décadas.
Que os sul coreanos possam see reerguer um dia dessa mancha histórica que levou aquele povo a ser subjugado um dia e por isso até hoje é pobre.
Que sirva de lição aos judeus que sempre foram perseguidos e escravizados ao longo da história e possam um dia se espelhar nessa homenagem pra se reerguer…

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  nonato
11 meses atrás

Creio que exista uma diferença muito grande entre o que foi a escravidão negra nas Américas e a dos coreanos por parte do Japão.
A escravidão de negros foi em escala colossal e durou séculos.
Ainda temos o fato dos negros serem levados para longe de suas terras, o que fazia com que perdessem seus laços culturais/religiosos e o sentido de pertencer a algum povo, nação ou reino.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

A brutalidade japonesa foi tão ou até mais colossal do que a escravidão nas Américas. Sobre perderem os laços culturais/religiosos os africanos escravizados no Brasil meio que mantiveram pela criatividade de criarem elementos como a capoeira, as religiões africanas(eles pegavam os santos católicos e colocavam nomes de divindades africanas).

Alguns conseguiram retornar a sua terra natal como homens livres, um desses inclusive ficou muito rico negociando escravos(sério um ex-escravo vendendo escravos).

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Wilson Look
11 meses atrás

Lendo um artigo de uma revista, retiro os seguintes dados (não vamos considerar a escravidão de negros na Antiguidade, pois existem relatos desses escravos nas cortes dos Faraós) ]Partindo apenas de 1500 até 1870, foram embarcados na África cerca de 12,5 pessoas, homens, mulheres e crianças. Cerca de 20% não chegaram ao destino, vítimas de doenças e maus tratos por parte dos capitães dos navios. Era comum escravos chegarem cegos ao destino por conta de doenças oculares ocasionadas pelas péssimas condições de higiene nos navios. Sem contar os milhões de descendentes que já nasceram escravos e sofriam também essas mazelas… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

No comentário eu coloquei apenas a brutalidade com que ambos eram tratados, que seria no mínimo equivalente. Agora de fato a escravidão negra principalmente no Brasil causou muito mais impacto do que a japonesa, pegando os mesmos dados apresentados por você e principalmente a forma como eram tratados nos navios negreiros, isso causou uma serie de protestos na Inglaterra por parte da população que levou o governo a colocar a RN para perseguir e capturar esses navios e levar os negros de volta para a Africa. A escravidão brasileira literalmente deu força a abolicionistas ao redor do mundo, já a… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Wilson
11 meses atrás

Só como curiosidade, a falta de observância das regras impostas pelos ingleses para acabar com os problemas de tráfico negreiro criou a expressão: ‘Só para inglês ver’.

Wilson
Wilson
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Pelo pouco que pesquisei essa expressão vem de uma lei anterior a lei Eusébio de Queiroz, que tinha tantas brechas que não proibia nada. No caso da lei Eusébio de Queiroz a proibição de fato ocorreu, tanto que 1 ano depois já não havia comercio de escravos entre o Brasil e a Africa(foi em um dos cursos da univesp que eu vi a tabela de entrada de escravos após essa lei).Ilegalmente ainda havia, mas o principal passou a ser o comercio interprovincial de escravos e antes da lei a compra massiva de mulheres para manter a escravidão sustentável no Brasil.… Read more »

ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Há outra versão dessa expressão “,só para inglês ver”, a qual seria referente ao início da iluminação pública do Rio de Janeiro, ainda na base dos lampiões a óleo….essa iluminação teria se concentrado inicialmente na orla, visível do mar, sendo.portanto, um engodo, dando a idéia de que seria uma cidade moderna e iluminada….

Flanker
Flanker
Reply to  nonato
11 meses atrás

Não entendi…..você citou Sul coreanos como pobres até hoje?? Não seria norte coreanos?
Judeus precisam se reerguer? Do que? Hoje, eles tem um país, que aliás é o mais desenvolvido do OM…..

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Flanker
11 meses atrás

Se não fosse o colossal investimento americano tanto na Coreia do Sul e no Japão para ‘conter o comunismo’, esses dois países estariam piores que Brasil.
Israel, já sabemos, é entreposto americano no O.M.

Flanker
Flanker
Reply to  Antoniokings
11 meses atrás

Não vou entrar na tua discussão ideológica doentia…..eu respondi ao Nonato, dizendo no que discordava da ideia dele…..e a Coréia do Sul cresceu e se desenvolveu pq, há décadas, resolveu investir em educação, desde o básico até a pós-graduação. Israel é apenas um país……mas, seu povo está espalhado pelo mundo todo…..e eles tem uma unidade e identidade de povo, que ninguém tem igual. E se os EUA dão dinheiro para eles e para quem mais for, para mim não interessa….não sou contribuinte dos EUA.

Roosevelt
Roosevelt
11 meses atrás

Sem dúvida alguma o Secretário da US Navy foi muito feliz nessa escolha. Cabe colocar também sem querer polemizar que é triste ver que a nossa marinha nunca se atreveu a nomear porta aviões, submarinos ou destroyers com nomes de presidentes como eles fazem lá até porque não conheço um que tenha feito por merecer. Eles se deram ao luxo de batizar outro Carrier repetindo o John F. Kennedy. Nada mais justo mesmo. Só acrescentando acho que já existiu um DE Miller, não foi em homenagem a ele também?

Wilson
Wilson
Reply to  Roosevelt
11 meses atrás

Teve os encouraçados guarda costas Marechal Deodoro e Marechal Floriano.
Acho também que foram os únicos.

Andrigo
Andrigo
Reply to  Roosevelt
11 meses atrás

Em um país sério e com uma democracia eficiente, dá até gosto nomear os navios com nomes de presidentes.
Aqui na nossa terra, onde em suma não se pode confiar em político nenhum (com uma outra raríííííssima exceção), seria até de mau gosto fazer isto.

Cássio Silva
Cássio Silva
11 meses atrás

Merecida homenagem, não nos esqueçamos do racismo praticado nas forças armadas norte americanas a época da WW2.

Joli le Chat
Joli le Chat
11 meses atrás
Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

CVN-80 e 81 foram ordenados no contrato de compra em bloco de 2019. Dizem que se economizará alguns bilhões no custo de aquisição, em especial do CVN-81, que iria ser procurado em 2024 (se não me engano). Mas só vão registrar o início dos gastos com o CVN-81 no orçamento de 2020, embora já tenha sido direcionada verbas em 2019. Ele está agendado pra ser entregue em 2032, certo? Lá longe, né? Não tive uma boa impressão do retrato do Doris em Pearl Harbor (Gooding, de resto um bom ator, dá um gritinho de espanto durante o ataque muito estranho).… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
11 meses atrás

Ele não precisa produzir horrores para existir. O racialismo, se sútil, acontece, por vezes, em maior escala que o racismo quando esse último carece de representantes.

VLADEMIR BALTAZAR
VLADEMIR BALTAZAR
11 meses atrás

E NA TERRA TUPINIQUIM….NÃO PODEMOS HOMENAGEAR JOÃO CANDIDO!!!!! VIVA A NOSSA MARINHA!!!

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  VLADEMIR BALTAZAR
11 meses atrás

Como já falei em outro comentário, mesmo a causa da revolta sendo justa, homenagear um marinheiro que se rebelou contra seu próprio País e que inclusive permitiu a morte de oficiais da marinha é muito contraditório.

A MB presta muitas homenagens a Marcílio Dias, visto até hoje como talvez o maior exemplo de como um marinheiro deve ser.

edson
edson
11 meses atrás

No filme Homens de Honra estrelado por Cuba Gooding Jr e Robert De Niro, se baseia na vida do primeiro mergulhador negro da USN Carl Brashear.
Também foi homenageado tendo seu nome em um navio da USN.

Ricardo Barbosa
Ricardo Barbosa
11 meses atrás

Praça lotado na lavanderia, que não tinha treinamento para operar metralhadoras pesadas. Retirou no braço (o cara era grande, e boxeur) vários feridos da nau que adernava, o capitão ferido de morte, inclusive. Depois disso assumiu uma estação de armas e descarregou uma .50 até acabar a munição nos aviões japoneses que dizimavam Pearl Harbour. Primeiro negro a receber a medalha de honra, pelas mãos do legendário almirante Nimitz. Esse herói que encarna um simples cidadão que se oferece ao seu país muito mais o que seu país ofereceu pra ele dará nome ao mais moderno e poderoso porta-aviões norte-americano,… Read more »

C. César
C. César
11 meses atrás

É um assunto bacana e estava indo tudo bem nos comentários até aparecer o Kings e seus outros Nicks para descambar para o besteirol.

Rodrigo Martins Ferreira
11 meses atrás

Pelo menos não é o USS Barack Obama

Luiz Floriano Alves
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
11 meses atrás

No panteão do povo brasileiro já existe a homenagem ao marinheiro João Cândido.ao ser proclamado “O ALMIRANTE NEGRO”. Esse nobre brasileiro, e gaúcho, nascido nos Pampas não aceitou a continuidade da escravidão. Sua liderança serve de exemplo a todas as gerações dos que lutam pela Justiça e pela pátria.

Wilson
Wilson
Reply to  Luiz Floriano Alves
11 meses atrás

A luta foi contra os castigos físicos, que já era proibido por lei desde 16 de novembro de 1889 lei numero 3. Não contra a escravidão que em teoria já era proibida desde 28 de maio de 1888.

Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Luiz Floriano Alves
11 meses atrás

E ?

João Bosco
João Bosco
11 meses atrás

Parabéns a US Navy, pela bela homenagem…….se fosse aqui no Brasil…….

Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  João Bosco
11 meses atrás

Aqui no Brasil existem negros que se destacaram nas mais variadas áreas, inclusive já tivemos um Presidente da República negro.

Este lance do racismo tupiniquim é coisa de lacrador sem cultura

Antoniokings
Antoniokings
11 meses atrás

Está difícil: Digo, 12,5 milhões.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
11 meses atrás

Bem legal! São nessas horas que o Blog se supera nos agregando conhecimento.

Santiago
Santiago
11 meses atrás

Bela homenagem dos EUA. Até o final da década (2030), a Us Navy terá 4 novos Porta-Aviões da classe Ford: USS Gerald R. Ford (CVN 78) USS John F. Kennedy (CVN 79) USS Enterprise (CVN 80) e USS Doris Miller (CVN 81).

Dalton
Dalton
Reply to  Santiago
11 meses atrás

Na verdade Santiago o futuro USS Doris Miller deverá ser comissionado por volta de 2032 substituindo o USS Carl Vinson comissionado em 1982 com expectativa de vida de 50 anos.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
11 meses atrás

Bravo Zulu à USNavy.

SkyHawk
SkyHawk
11 meses atrás

Bravo Zulu !!!!!!!!!!!!!!