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Moscou alarmada com instalação de novas ogivas nucleares de baixa potência em submarinos dos EUA

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A instalação de ogivas nucleares de baixa potência em submarinos dos EUA é uma deriva perigosa que pode ter resultados catastróficos, declarou o vice-chanceler da Rússia, Sergei Ryabkov.

Os Estados Unidos estão realmente reduzindo o limite de uso de ogivas nucleares, o que só atualiza a proposta da Rússia de não desencadeamento de guerra nuclear, afirmou Ryabkov.

“Nós reagimos a isto [à instalação de ogivas nucleares em submarinos dos EUA] com grande preocupação. Não porque consideramos uma ameaça à segurança do nosso país, pois a segurança [da Rússia] está seriamente garantida”, reforçou o vice-ministro das relações Exteriores da Rússia.

O diplomata russo ainda salientou que o que causa preocupação são os regulamentos doutrinários usados pelos norte-americanos na esfera nuclear.

“Isso reflete que os EUA estão reduzindo significativamente o limite nuclear, e que eles admitem a possibilidade de travar uma guerra nuclear limitada com vitória deles”, concluiu Ryabkov.

O Departamento de Defesa dos EUA confirmou na terça-feira (4) informações anteriores sobre a instalação pela Marinha de ogivas nucleares recém-desenvolvidas de baixa potência W76-2 em submarino que está patrulhando o Atlântico.

A Federação de Cientistas Americanos (FAS, na sigla em inglês) relatou na semana passada que a ogiva nuclear de 5 quilotons W76-2 se encontrava instalada no submarino portador de mísseis balísticos USS Tennessee, que deixou a base de submarinos de Kings Bay, no estado da Geórgia, no fim de dezembro do ano passado.

A ogiva nuclear de baixa potência W76-2 é uma versão modificada da ogiva de 90 quilotons W76-1, uma ogiva que pode ser instalada em misseis balísticos Trident lançados por submarinos.

“Esta capacidade suplementar reforça os mecanismos dissuasores e providencia aos EUA um armamento estratégico célere de baixa potência”, informou em comunicado o subsecretário de Defesa para Política dos EUA, John Rood.

O subsecretário de Defesa fez notar também que a implantação “demonstra aos potenciais adversários que não existe qualquer vantagem no uso limitado [de armamento] nuclear porque os Estados Unidos podem responder de forma credível e decisiva a qualquer cenário de ameaça”.

A nova postura nuclear dos EUA, documento que delimita a política de uso e desenvolvimento do arsenal nuclear de Washington, foi revista pela administração Trump em 2018. A revisão concluiu que o desenvolvimento pela Rússia de “armas táticas” similares necessitava de uma medida dissuasora ao mesmo nível.

Os defensores desta estratégia afirmam que, se a Rússia detonasse uma arma nuclear tática de baixa potência no caso de um conflito, os EUA poderiam hesitar ou se recusar a responder porque a maioria das armas nucleares de Washington são maiores em várias ordens de grandeza.

O rápido desenvolvimento de ogivas de baixa potência pode dissuadir a Rússia de usar seu próprio armamento, argumentam os apoiantes da nova postura nuclear de Washington, e permitir aos EUA responder proporcionalmente.

FONTE: Sputniknews

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Junior
Junior
3 meses atrás

Resposta dos EUA ao drone nuclear Poseidon de Moscou. A Rússia mesmo insinuou que podia explodir esse drone nuclear na costa americana, os EUA equilibraram o jogo, tendo em vista que seria difícil responder uma ataque nuclear de baixa potência com uma arma nuclear de grande potência

Angelo Chaves
Angelo Chaves
Reply to  Junior
3 meses atrás

Mas se eu bem me lembro, tal drone nuclear não era de baixa potência, falavam em 100 megatons, o que é o dobro da Tsar.

Junior
Junior
Reply to  Angelo Chaves
3 meses atrás

Eu não lembro, vou pesquisar, mas lembro que os russos disseram que a detonação perto da costa americana poderia formar até um tsunami, não sei se é bravata, mas pelo sim, pelo não, é melhor não desdenhar

Bosco
Bosco
Reply to  Junior
3 meses atrás

Essa bravata russa de ogiva com 100 Mt produtora de tsunamis deve ser veementemente condenada. Não há nobreza alguma em atacar diretamente a população civil de um país e os russos não têm a mínima timidez em alardear que assim o farão e no processo são aplaudidos pelos russófilos, que sofrem de certo… relativismo moral. Em tese os arsenais nucleares existem para neutralizar o arsenal nuclear do inimigo e no máximo, atacar alvos de relevância militar. Anunciar em alto e bom som que têm armas nucleares voltadas ao ataque de civis não é muito louvável. Se toda a urbanidade for… Read more »

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Bosco, para mim isto é clara resposta aos americanos, em relação aos escudos anti-misseis instalados na Europa. Ou seja, os russos estão apenas garantindo aos EUA a mutua destruição em caso de ataques nucleares.

Você é muito inteligente para condenar “ataques a população civil”. Ora, as armas nucleares de qualquer potência nuclear estão voltadas majoritariamente para a população civil. Esta é a regra.
Você não é petista para fazer este tipo de cometário.

Bosco
Bosco
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
3 meses atrás

Leonardo, Há muito tempo os alvos dos mísseis nucleares não são mais as cidades “inimigas”. Isso deixou de ocorrer na prática desde que o CEP das armas nucleares , incluindo dos SLBMs, se reduziu a menos de 300 metros, o que possibilitou que os silos subterrâneos mais reforçados pudessem ser efetivamente neutralizados. Em termos retóricos isso ficou mais evidente após o término da Guerra Fria. Não quer dizer que civis não serão vitimados. Quer dizer que há um acordo tácito em que os alvos primários dos mísseis ICBMs e SLBMs não são mais as cidades e sim os alvos de… Read more »

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Em guerra vale tudo, os USAS geralmente procuram destruir a infra-estrutura dos paises com os quais guerreiam. Falar em acordo tácito é ate certo ponto ingenuidade.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
3 meses atrás

É isso mesmo, Bosco, caso Tolley, ou Mintman, é certo para eles nos centros administrativos e políticos.

Joao Moita Jr
Reply to  Evgeniy (RF).
3 meses atrás

Me engana, que eu gosto. Durmam aí, felizes na certeza de que “somente” centros militares seriam atacados em uma guerra nuclear. Centros militares como Hiroshima e Nagasaki? Alguém aqui já ouviu falar da Samson Doctrine, de Israel?
Uma guerra nuclear transformaria o planeta Terra em Marte, e igual a lá, daqui a milhões de anos alguma civilização estaria olhando com curiosidade possível evidência de que algum dia existiu vida nesse planeta.
O único bom dessa estória é que todos sabemos isso, tanto nós como os russos, como os chineses, israelenses, enfim, todos.

Abs

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Joao Moita Jr
3 meses atrás

E para complicar a situação, o Irã anunciou que vai se retirar do TNP, o que abriria caminho para suas armas nucleares.

100nick-Elâ
100nick-Elâ
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Bosco, quero lembrar que os russos nunca fazem bravata. Entregam sempre aquilo que dizem que vão entregar.

Xerem
Xerem
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Bosco entao me diz foi nobre da parte dos EUA mandar milhoes de civis com duas bombas nucleares no Japao ?Ou a balança so vale para um lado ?

Teropode
Reply to  Xerem
3 meses atrás

Não force a barra , foram 92 mil e 110 mil , não chegou a milhões, milhões foram mortos em câmaras de gás e em fuzilamentos , sem chance de reação. Agora ha regras formais , que intetessan ambas as partes . Agora.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Teropode
3 meses atrás

Teropode.
Existe alguma potencia”cumprindo regras” hoje em dia ? Ou quando uma grande potencia cumpriu regras ? Elas cumprem as regras que elas mesmo estabelecem.

Bosco
Bosco
Reply to  Xerem
3 meses atrás

Xerem , A prática na época era atacar cidades, fossem com bombas convencionais fosse com incendiárias ou com nucleares. As relações humanas vão mudando com o tempo. Na PGM usou-se agentes químicos letais pelos dois lados e isso não era considerado um crime contra a humanidade. Na SGM matava-se em câmaras de gás e os japoneses jogavam bebes chineses pra cima e aparavam com baionetas. No Vietnã usava-se napalm e bombas de fragmentação. Na Guerra Irã-Iraque pilotos inimigos capturados eram desmembrados amarrando-os a quatro veículos que aceleravam. Cada coisa no seu tempo. Hoje, não é politicamente correto (e nem ,… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Vale salientar que na década de 90 foi acertado entre os EUA e a Rússia um tratado de “detargeting” onde os mísseis ICBMs e SLBMs não estariam previamente “apontados” para alvos nos respectivos países.

ALISON L C SILVA
Reply to  Bosco
3 meses atrás

falou muita merda, como sempre…

Leonel matos
Leonel matos
Reply to  Xerem
3 meses atrás

Na verdade milhões foram os cerca de 30 que o Japão matou de chineses não que eu seja a favor de armas nucleares mas como os 30 milhões de chineses é fora os coreanos etc não foram mortos pelos EUA nem por armas nucleares não conta como gente assassinada verdade

Xerem
Xerem
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Ops matar *

MARCIO JULIANO DE CARVALHO
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Hiroshima e Nagasaki que o digam…

ALISON L C SILVA
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Fala isso pra quem usou as unicas bombas nucleares em cidades no mundo…

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Sem a população civil produzindo bens e insumos (comida, balas, armas, roupas…) e pagando impostos para suprir as tropas, não há nenhuma Força Armada que consiga se manter em um conflito.
Engana-se quem pensa que uma guerra é ganha somente pelos militares.

Bosco
Bosco
Reply to  francisco Farias
3 meses atrás

Francisco, O meu ponto não é o que se vai fazer em estado de guerra e sim o que se diz que vai fazer enquanto na paz. Os alvos civis são incluindo no que se denomina de alvos “terciários” que não são objeto num primeiro momento de um conflito nuclear e pode ser que não sejam alvo a posterior. Os alvos civis seriam visados no chamado “segundo dia” de um conflito nuclear, com as armas nucleares sobreviventes. Os alvos primários (de um primeiro ataque) são as armas nucleares inimigas (silos, lançadores móveis, bases de submarinos, bases de bombardeiros) e os… Read more »

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Sem partir em defesa de ninguém, facto é que o único país que alguma vez usou poder nuclear contra civis foi os Estados Unidos, não a Russia/união soviética.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Peter nine nine
3 meses atrás

Peter nine nine
Sim.
E pior, nos estágios finais da Guerra com o Japão amplamente derrotado e já acossado em seu próprio território pelos soviéticos

Marcos
Marcos
Reply to  Antoniokings
3 meses atrás

Os eua tinham tentado por meios diplomaticos a rendição do Japão mas não foi aceita, e os cálculos feitos pelos americanos para uma invasão ao Japão custaria no mínimo 3 vezes mais vidas japonesas e mais um numero significativo de americanos , sabendo que os japoneses não costumavam se entregar. A bomba atômica foi necessária pelo custo de vidas numa invasão .

Dalton
Dalton
Reply to  Antoniokings
3 meses atrás

Os soviéticos invadiram território japonês após as bombas terem sido lançadas e não antes ! Até então soviéticos e japoneses desfrutavam de um pacto de não agressão e o
enfraquecimento japonês causado pelos EUA tornou a
invasão soviética das Ilhas Sacalinas relativamente fácil até porque o norte das ilhas era controlado pela URSS conforme
acordo firmado em 1905.

Angelo Chaves
Angelo Chaves
Reply to  Antoniokings
3 meses atrás

Pelos soviéticos? Os mesmo soviéticos que só declararam guerra ao Japão quando este já se encontrava com sua máquina militar arrasada pela guerra do pacífico? Kkkkkkk.

Dalton
Dalton
Reply to  Peter nine nine
3 meses atrás

Só porque os alemães estavam atrasados em seu próprio programa de armas nucleares, caso contrário, teriam usado
também, fora isso, os nazistas encontraram meios bastante criativos de lidar com civis.

Dalton
Dalton
Reply to  Peter nine nine
3 meses atrás

Sem querer tomar partido P99 e novamente saindo do assunto e correndo o riso de ter meus comentários corretamente deletados, seu comentário acaba “embrutecendo” os americanos e “suavizando” os soviéticos como se estes nunca tivessem cometido massacres, aliás, cometeram contra o próprio povo também. . Hiroshima e Nagasaki foram alvos legitimamente militares, duas grandes cidades com instalações militares, fabricas que produziam armamentos, etc, e se não fossem bombardeadas por armas atômicas acabariam sendo por convencionais e o resultado teria sido o mesmo e o prolongamento da guerra teria visto mais bombardeios antes da invasão programada para o início de novembro… Read more »

Bispo
Bispo
Reply to  Bosco
3 meses atrás

“ Não há nobreza alguma em atacar diretamente a população civil de um país”
𝑯𝒊𝒓𝒐𝒔𝒉𝒊𝒎𝒂 𝒆 𝑵𝒂𝒈𝒂𝒔𝒂𝒌𝒊 concordam, só não “combinaram” com os EUA..tinha general na época querendo “sapecar” 40 “Fat Man” no arquipélago.

ALISON L C SILVA
Reply to  Junior
3 meses atrás

ou seja, como sempre, falou besteira sem nem saber direito…

Bosco
Bosco
Reply to  ALISON L C SILVA
3 meses atrás

Alison,
Parece que se referiu a mim. Sugiro colocar o vocativo para melhor endereçar suas críticas. Não que surtirão efeito mas pelo menos elas serão melhor endereçadas.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Angelo Chaves
3 meses atrás

Angelo Chaves
Mas se eu bem me lembro, tal drone nuclear não era de baixa potência, falavam em 100 megatons, o que é o dobro da Tsar.

—–

Ninguém disse isso. Isso é simplesmente uma otstvedenie, com o antigo projeto soviético do grande torpedo T-15, que não foi além dos desenhos.

Angelo Chaves
Angelo Chaves
Reply to  Evgeniy (RF).
3 meses atrás

Procure aqui na trilogia que vai achar a notícia, recente.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Angelo Chaves
3 meses atrás

100 megaton?? acho pouco provável, custa muito fazer uma bombinha de 100 megatons.

Bosco
Bosco
Reply to  Junior
3 meses atrás

Junior,
O Poseidon não precisa de uma resposta no campo ofensivo já que os sistemas de entrega nuclear americanos ora em uso são competentes para penetrar as defesas russas.
Uma resposta ao Poseidon deve ser dada no campo defensivo e nesse campo não há também muito a se fazer tendo em vista os meios antissubmarinos existentes. O que julga deva ser reintroduzido no arsenal antissubmarino americano como reposta ao Poseidon será a carga de profundidade nuclear e mísseis como o Subroc.

100nick-Elâ
100nick-Elâ
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Bosco, o Poseidon existe para garantir aos americanos que eles não terão costas navegáveis por um bom tempo, ou seja, não poderão emigrar para terras férteis e não afetadas pelo inverno nuclear no hemisfério sul. Isso é bom para o Brasil, inclusive.

Flanker
Flanker
Reply to  100nick-Elâ
3 meses atrás

Quem vai sair de algum lugar para outro depois de um ataque nuclear?? Na sua hipótese, isso ocrreria após um ataque massivo dos russos contra os EUA…..que, por conseguinte, teria revidado e atacado em igual proporção a Rússia. Nada sobraria……os poucos e improváveis sobreviventes não teriam infraestrutura e condições de querer sair para lugar nenhum…muito menos pelo mar…..portanto, não delira!!

Conan
Conan
Reply to  Bosco
3 meses atrás

A US Navy possuía em seu arsenal nos anos 1960 uma carga atômica de profundidade chamada Lulu,se parecia mais com um torpedo, não sei se ainda faz parte do arsenal.

Bosco
Bosco
Reply to  Conan
3 meses atrás

Conan,
Ao fim da Guerra Fria a Lulu já havia sido substituída pela “bomba” B57 na função de carga de profundidade nuclear.
Hoje ambas já não estão mais operacionais.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Junior
3 meses atrás

O problema é a contaminação pela radioatividade que atingirá a todos os seres vivos.
Esse militares são iguais a camarões, pois tem titicas na cabeça.

André Macedo
André Macedo
3 meses atrás

“[…], se a Rússia detonasse uma arma nuclear tática de baixa potência no caso de um conflito, os EUA poderiam hesitar ou se recusar a responder porque a maioria das armas nucleares de Washington são maiores em várias ordens de grandeza.” Mas as ogivas táticas não foram justamente desenvolvidas para uma guerra nuclear aberta, como a Davy Crockett até torpedos e cargas de profundidade nucleares? Que desculpa esfarrapada, se uma ogiva mesmo que pequena for usada significa uma guerra nuclear com certeza, mais uma vez os americanos colocando a segurança nacional em risco em nome da “democracia e liberdade”, alegando… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  André Macedo
3 meses atrás

Se os russos não usarem suas armas táticas os americanos também não usarão as suas. Se uma “ogiva mesmo que pequena for usada significa uma guerra nuclear com certeza”…isso não é válido também para os russos ? E
mesmo assim eles também possuem armas táticas.

André Macedo
André Macedo
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Completamente válido, se os russos tivessem dado essa desculpa eu faria o mesmo comentário, nunca disse que os russos também não fazem suas besteiras, meu comentário foi apenas pra desculpa esfarrapada que foi usada.

Bosco
Bosco
Reply to  André Macedo
3 meses atrás

André, Não vejo a desculpa como esfarrapada. Fato é que a OTAN considera que os russos têm ogivas de baixo rendimento e pronto emprego e alta prontidão para uso tático e acho lógico que a OTAN tenha as suas sob pena de haver uma resposta desproporcional e uma escalada inevitável. O que eu acho equivocado é instalar essas ogivas táticas de baixo rendimento para utilização tática em um míssil estratégico. O mais apropriado pra mim seria instalá-las no ATACMS , o que poderia permitir um alcance de uns 400 a 500 km a Mach 4. E em sendo móvel seria… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  André Macedo
3 meses atrás

André, Os americanos e a OTAN não têm mais um arsenal nuclear tático lançado do solo desde a década de 90 do século passado. Mísseis nucleares como o Lance, obuses de 155 mm, mísseis Pershing, cargas de demolição, cargas de profundidade, mísseis antissubmarinos, etc. foram todos desmantelados. As únicas armas táticas nucleares que “sobreviveram” são as bombas B-61 de posse dos EUA e da OTAN. Todas as armas nucleares táticas foram removidas e desmanteladas por conta do tratado “Presidential Nuclear Initiatives” de 1991. Apesar disso os russos continuaram a propagar a posse de armas táticas nucleares em diversos sistemas: Iskander,… Read more »

André Macedo
André Macedo
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Bosco,
Não me referi à ogiva atual exatamente como uma das ogivas táticas daquela época, apenas disse que a lógica é a mesma e a desculpa é esfarrapada, a ogiva tática era uma ogiva menor pra ser usada numa guerra nuclear aberta, e convenhamos: Se a Rússia usasse uma ogiva “pequena”, o tamanho seria a menor preocupação de todas.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Bosco
3 meses atrás

O desmantelamento das armas nucleares táticas foi dos dois lados (EUA e Rússia) e foi monitorado por ambos os lados. Eu mesmo cheguei a ver fotos de monitores ocidentais verificando o desmantelamento de armas russas.

Bosco
Bosco
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
3 meses atrás

Leonardo, O “Presidential Nuclear Initiatives” nunca foi de fato um tratado, tendo sido mais um acordo de cavalheiros. Um compromisso bilateral. O que sei de fato foi que os americanos e europeus (franceses com o míssil Pluton) desmantelaram seu arsenal tático ficando só as bombas B61 que não fazia parte dos acordos. Ambos os lados podiam conservar certa quantidade de bombas de queda livre, mas os mísseis e as armas navais seriam desmanteladas. Os americanos o fizeram já os russos nunca afirmaram terem desmantelado o seu. Muito pelo contrário. Todas as informações dão conta de que muitos de seus mísseis… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
3 meses atrás
Bosco
Bosco
Reply to  André Macedo
3 meses atrás

Na época da Guerra Fria havia claramente um arsenal nuclear estratégico e um tático, e existia a doutrina da “Resposta Flexível”. Ou seja, se você me joga uma bomba de 10 Kt contra uma concentração de veículo eu vou responder jogando uma de 10 Kt na sua. Com o fim da Guerra Fria e o desmantelamento dos arsenais táticos (pelo menos do lado da OTAN) essa resposta flexível ficou prejudicada já que os russos têm meios táticos nucleares mas a OTAN só tem as bombas, de emprego complexo, resposta lenta e passíveis de serem neutralizadas por um ataque preventivo. Com… Read more »

nonato
nonato
Reply to  André Macedo
3 meses atrás

Os russos não têm essa arma?
Não entendi sua colocação.
Você quer que só os russos tenham?

100nick-Elâ
100nick-Elâ
Reply to  nonato
3 meses atrás

nonato, vai contar os americanos mortos ou feridos na base americana atacada no Iraque, vai

André Macedo
André Macedo
3 meses atrás

Errata: Segurança mundial

nonato
nonato
Reply to  André Macedo
3 meses atrás

Não muda em nada…

Dalton
Dalton
3 meses atrás

Pode não ser a solução ideal, mas certamente foi barato e fácil de integrar e não rouba espaço precioso a bordo de outros submarinos com mísseis táticos nucleares que dificilmente virão a ser usados de qualquer forma, ao contrário do “Tomahawk convencional” como os lançados contra alvos na Síria em 2018 a partir do USS John Warner da classe Virginia.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Esta imagem do seu nick me fez retroceder uns 45 anos. Obrigado. Era feliz e não sabia…. abraços

Dalton
Dalton
Reply to  Saldanha da Gama
3 meses atrás

Bom saber Saldanha !
.
abraços

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
3 meses atrás

Um conflito nuclear entre os EUA, Russia e China, nunca ficaria no uso tático.

ALISON L C SILVA
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
3 meses atrás

grande vdd… So os EUA acha isso… que vai bater e levar de volta uma porradinha…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
3 meses atrás

Nenhum disparo de arma nuclear será encarado como “uso tático”. Como minha mulher sempre disse para os meus filhos: “quem levanta mão perde a razão”.

Pode ser uma “biribinha atômica”… será briga feia na certa.

Bosco
Bosco
3 meses atrás

O “problema” e colocar uma ogiva “tática” de baixo rendimento num míssil Trdent II, eminentemente estratégico. Acho isso um completo equívoco de Washington. Simplesmente não há lógica. Em tese cada Trident II pode levar 8 ogivas W88 com 475 Kt e até 14 ogivas W76-0/1 (100 Kt/90 Kt). Devido às limitações do START cada míssil está limitado a no máximo 4 a 5 ogivas, mas ainda assim seu emprego é voltado para a doutrina MAD (destruição mútua assegurada). O Lançamento dos Tridents é monitorado por satélites de alerta de lançamento de mísseis com sensores de calor e o lançamento de… Read more »

Bruno Vinícius Campestrini
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Por que será que eles não decidiram por colocar a ogiva em alguns Tomahawks?

Dalton
Dalton
Reply to  Bruno Vinícius Campestrini
3 meses atrás

Seria caro e levaria tempo introduzir um “Tomahawk nuclear”, além do que, voltar a embarcar armas nucleares roubaria espaço de unidades comprometidas com a guerra convencional, exigiria maior nível de treinamento e segurança o que seria caro também sem falar que os Trident podem ser lançados de uma distância bem mais segura.

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Sua resposta ao Bruno foi mais acertada. Entendi que ele se referia à instalação de mísseis Tomahawks nucleares em terra, como o Gryphon do passado.

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Dalton, Não acho que seja tão complexo a reintrodução de ogivas nucleares nos mísseis Tomahawks. As ogivas W80 não foram desmanteladas, sem falar que ainda são usadas no AGM-86B e o será no futuro LRSO. Vale salientar que igual as ogivas W76, as W80 podem ter seu rendimento reduzido de 150 Kt para 5 Kt bastando inibir o estágio secundário (de fusão), com a vantagem disso poder ser feito antes do lançamento (em voo no caso do míssil AGM-86B e no submarino no caso do Tomahawk TLAM-N). A W76 não tinha rendimento variável (aliás, como nenhum ogiva de míssil balístico)… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Complexo não é Bosco, mas, em uma época em que os EUA estão “roubando de Peter para pagar a Paul” foi uma solução mais barata e rápida de integrar. . Uma coisa é ter 2 “Tridentes” com W76-2 entre os 20 hoje embarcados em uma força de 14 SSBNs que a propósito só servem para dissuasão nuclear. . Outra coisa diferente me parece é certificar 50 SSNs que são extremamente necessários no “dia a dia” com o “tomahawk nuclear”, seria mais caro, exigiria mais segurança na hora de municiar o submarino antes de uma missão e por tratar-se de uma… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Dalton, Eu entendo suas considerações, só acho que valeria a pena fazê-lo com um Tomahawk Já que usar um Trident ao meu ver é muito arriscado mesmo que em tese seja uma solução menos complexa que dotar um Tomahawk com ogivas nucleares. Se imaginarmos um conflito convencional de alta intensidade entre a Rússia e a OTAN e aí de repente os russos lançam um Iskander com ogiva nuclear e os EUA respondem com o lançamento de um Trident do meio do Oceano, todo mundo tenso, com o dedo no gatilho, e lá no centro de comando russo os alarmes tocam… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Agora, há uma justificativa pouco provável para a instalação de uma ogiva de baixo rendimento num Trident que deixaria de ter as implicações às quais me referi. Seria a desconfiança americana na capacidade russa de monitorar um lançamento de um Trident no meio dos oceanos. Em os russos não tendo como monitorar o lançamento e nem rastrear os veículos de reentrada a partir de radares de terra e portanto, soar o alarme , aí estaria justificado a decisão de Washington. Será que os russos têm essa falha? Com a palavra o Scud-B.

ScudB
ScudB
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Acredito que não mestre Bosco. Tanto os meios do espaço como Voronezh-DM se mostraram eficientes na detecção dos alvos. Vejo esta iniciativa (colocar cargas táticas em 1-2 misseis do naipe todo) como intuito de tumultuar e confundir tentando assim ganhar um tempo na possível resposta russa. Por outro lado , alguém tem noção de quantas cargas táticas ainda existem disponíveis dos dois lados? Pois é… E dai vem uma duvida bem grande : a Rússia além de Iskander , Kinzhal e Kalibr tem ainda 2S4 e 2S7. Além destes tem os misseis dos S-300/400. E cada um pode levar munição… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Bosco, como escrevi mais acima, pode não ser a solução ideal, mas, por um preço insignificante um SSBN encontra-se em patrulha agora, com uma mensagem potencial não apenas para a Rússia,enquanto desenvolver uma ogiva para um “Tomahawk” exigiria recursos não disponíveis que afetariam outros programas e levaria alguns anos até ser colocada em serviço. . Trata-se apenas de uma opção que talvez nunca venha a ser cogitada, mas, ao mesmo tempo não está fazendo mal nenhum e não degradou recursos para novas armas como um míssil hipersônico que poderá ser mais adequado em fazer o papel de um Trident com… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Daltão, Eu não tinha essa visão do “antes” , em que os EUA utilizariam armas estratégicas contra um ataque nuclear limitado ao campo de batalha. Pra mim eles usariam as bombas B61 táticas, no que pese ser uma resposta lenta a um ataque nuclear. – *Vale salientar que no caso de um conflito convencional em larga escala contra a Rússia a OTAN manteria alguns caças já armados com suas B61 prontos para decolar. – Apesar de entender seu ponto (que é o “ponto” americano) eu o acho equivocado. A curto prazo a melhor opção pra mim seria armar o ATACMS… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Não é falta de imaginação sua Bosco e sim falta de verbas mesmo…o “Columbia” está causando um grande estrago no orçamento militar dos EUA então a menos que seja inventada uma “máquina stealth de imprimir dinheiro” não haverá um renascimento do “Tomahawk nuclear” e bombas B61 ficam abaixo da solução russa, então o que deu para fazer por enquanto é isso aí.

Bosco
Bosco
Reply to  Bruno Vinícius Campestrini
3 meses atrás

Bruno, Apesar de capenga ainda vige o tratado INF que proíbe misseis com alcance de 500 a 5500 km em solo europeu. Só pode na mar. Em esse tratado indo de vez para as cucuias com certeza os misseis cruise com alcance além de 500 km irão retornar na Europa. O problema é que os povos dos países europeus , politicamente e ecologicamente corretos, não ficam felizes com armas nucleares em seu território porque há um consenso que é lícito neutralizar armas nucleares com outras armas nucleares. Os europeus não são muito favoráveis a que esse cenário possa retornar. Os… Read more »

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Eu acho essas ogivas de baixa potencia perigosas por poderem coçar a mão de alguem a usá-las, tbm acho que a Rússia deveria ter abdicado disso.

Bosco
Bosco
Reply to  Bruno Vinícius Campestrini
3 meses atrás

Bruno,
O mesmo estudo que sugeriu a utilização de uma ogiva de 5 Kt para o Trident II, denominado de “Revisão da Postura Nuclear” , sugeriu também a reintrodução de mísseis cruise nucleares nos submarinos de ataque.
Não houve ainda sinalização por parte das autoridades de que tal sugestão será colocada em prática como o foi a ogiva W76-2.

Bruno Vinícius Campestrini
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Obrigado pelas respostas, Bosco e Dalton.

Maus
Maus
Reply to  Bosco
3 meses atrás

E se todos os países concordarem em ter apenas ogivas de baixa potencia para não destruir a humanidade? A terceira guerra poderia acontecer?

Ralfo Penteado
3 meses atrás

Uai ! Porque Ivan não gostou da imitação por Sam de suas diatribes ? E seus “rojões” dados dos monos do Irå que mataram 270 passageiros em um vôo Irá/Ucrania ? A macaco não se dá gilette. Todos maus primitivos que os monos.

Antoniokings
Antoniokings
3 meses atrás

A Rússia deve partir o seguinte verbete: ‘Quod Abundat Non Nocet’.
A cada ogiva nuclear americana de baixa potência, contraponha uma devastadora de grande potência.
E estamos conversados.

Bosco
Bosco
Reply to  Antoniokings
3 meses atrás

Toinho,
Aliás é isso que está ocorrendo. Enquanto a Rússia desenvolve grandes armas nucleares (mísseis SARMAT, torpedos tsunâmicos, etc) os americanos reduzem as suas, tanto em quantidade quanto em tamanho, peso, rendimento e melhoram a precisão, a segurança e a disponibilidade.
O futuro ICBM americano que irá substituir o Minuteman, o GBSD, não deverá ter mais que 20 t.

Flanker
Flanker
Reply to  Bosco
3 meses atrás

Exato, Bosco! E mesmo assim, garantem total e absoluta destruição dos bebedores de vodka. Essa mania dos russos em criar armas colossais, devastadoras, invencíveis, ultra, mega,,etc….tem explicação freudiana…..o que não se possui de fato, tenta -se transmitir através de suas criações…..potência, vigor, virilidade, entendem….kkkkkkkkk

Vinicius Momesso
Reply to  Flanker
3 meses atrás

“…E mesmo assim, garantem total e absoluta destruição dos bebedores de vodka”. Parafraseando(agora para o lado da Rússia: “…E mesmo assim, garantem total e absoluta destruição dos Comedores de Hambúrguer.”

Conclusão: MAD!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Os russos só querem assegurar que destruirão os americanos três ou mais vezes, de forma que a’praga bíblica’ não reapareça.

diegotcardoso
diegotcardoso
Reply to  Antoniokings
3 meses atrás

E é por isso que os americanos criaram armas nucleares de alcance mais limitado, batem pequeno e se levarem uma grande, o mundo cai em cima.

zézão
zézão
3 meses atrás

Bem…o cenário está mudando e exigirá mudança de postura de diversos atores mundiais….

filipe
filipe
3 meses atrás

Essa imagem dos 24 silos abertos é impressionante ao mesmo tempo é aterradora, como é que a a Humanidade consegue conceber uma maquina de devastação da sua própria espécie como são os SSBN ohio, esses Submarinos venceram a Guerra Fria.

Vinicius Momesso
Reply to  filipe
3 meses atrás

Acha que era por que a URSS ruiu financeiramente e não por que “se cagaram de medo” e levantaram bandeira branca.

Jonatan
Jonatan
Reply to  Vinicius Momesso
3 meses atrás

Os SSBN Ohio, fizeram os russos partirem para a construção dos Typhoon, que entre outras coisas, afundaram o orçamento militar soviético! Dessa maneira tanto a classe Ohio, quanto o Star Wars de Reagan, ajudaram a URSS a ruir!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Jonatan
3 meses atrás

E parece que os EUA estão provando do mesmo veneno. A quantidade enorme de bases pelo Mundo afora, armamentos caríssimos e de eficiência duvidosa, intervenções militares inúteis e gravosas (hoje morreram mais dois americanos no Afeganistão), alianças com amigos que só trazem prejuízos (hoje as tropas pró-Rússia de Haftar se aproximaram de Tripoli e o Exército Árabe da Síria continuam avançando contra os jihadistas pró-EUA) estão sugando o orçamento americano. Em 2019 o rombo foi de US$ 1 trilhão e para 2020 está previsto outro de US$ 1,2 tri. Melhor fazem russos. Apenas se asseguram da destruição dos EUA em… Read more »

Vinicius Momesso
Reply to  Jonatan
3 meses atrás

Uma derrota financeira e não “psicológica”. Nenhum pais do mundo aguenta ao mesmo tempo viver de economia de guerra e “ser fechado” ao mesmo tempo. A China fez muito bem o dever de casa.

Tupinambá
Tupinambá
Reply to  Jonatan
3 meses atrás

É difícil competir com um país cuja moeda é aceita no mundo inteiro e que cujos títulos públicos são comprados financiando seu déficit por economias como a China e Japão…..é bem difícil mesmo.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Tupinambá
3 meses atrás

Mas, um dia, a casa cai.
E parece que esse dia vai se aproximando

‘O Escritório de Orçamento do Congresso alertou no mês passado que, segundo a lei atual, haverá um déficit anual de US $ 1 trilhão até onde os olhos possam ver. Eles projetaram que a dívida nacional dos EUA aumentaria para 31,4 trilhões de dólares até 2020, ou 98% do PIB, a maior desde o final da Segunda Guerra Mundial.’

https://www.marketwatch.com/story/trumps-latest-plan-will-make-a-big-dent-in-deficit-white-house-budget-office-claims-2020-02-10?mod=mw_latestnews

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Antoniokings
3 meses atrás

‘Digp: até 2030. O texto original que reproduzi contém esse erro.

Dalton
Dalton
Reply to  filipe
3 meses atrás

Seriam construídos 24 “Ohios”, 24 mísseis cada um, teoricamente 576 no total que substituiriam 41 SSBNs mais antigos com 16 mísseis cada um, 656,
portanto haveria uma redução no número de mísseis e no número de submarinos constantemente em patrulha.
.
Com o fim da guerra fria, 6 dos “Ohios” acabaram cancelados o que explica porque depois do SSBN 743, o último a entrar em serviço, o submarino seguinte recebeu o indicativo SSN 750 da classe Los Angeles.
.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
3 meses atrás

Os EUA não são fáceis, basta analisar que o planejamento de defesa leva em conta a equação: “EUA contra o resto”.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
3 meses atrás

Muito mimimi, tanto os EUA como os Russos (ex URSS), e agora os Chineses, etc, … sempre fizeram e continuam fazendo tudo para um se sobrepôr ao outro … Infelizmente parece que isso só irá parar qdo conseguirem deixar inabitável esse planeta …

ALISON L C SILVA
3 meses atrás

EUA é muito ingênuo se acha mesmo que Putin vai moderar um ataque retaliatorio pq os EUA usou uma ogiva nuclear de menor potencia… Como já afirmou Putin, “de que adianta um mundo sem a Rússia?” rsrsrsrs

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
3 meses atrás

Ou ninguém tem, ou todos que quiserem possam ter o direito de possuir….Esse tratado de não proliferação, é uma das maiores barbaridades que conheço, praticamente se equipara a distribuição de cotas de tv para os clubes….

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Saldanha da Gama
3 meses atrás

O problema é que este tratado certamente foi escrito. Em papel por demais inadequado, para limpar os retros condutos expelidores dos seus criadores e adeptos. As relações internacionais são feita em cima do equilíbrio de forças.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
3 meses atrás

Os russos tão alarmados? Ótimo, então a medida funcionou perfeitamente. Mas todo mundo sabe que eles não estão alarmados – eles esperavam, certamente, algo assim por parte dos EUA desde que eles mesmos, os russos começaram a contrariar o INF e tomaram a contra medida de escudos de mísseis. Estratégico é estratégico, tático é tático. Usar SSBN pra efeito tático soa como deboche. Não dá pra colocar um SSGN neste papel? Ou voltar a carregar bombas nucleares em jatos (stealth ou não, tripulados ou não) da marinha e mísseis de cruzeiro ou planadores hipersônicos? Tem muita água pra rolar sob… Read more »

Luciano
Luciano
3 meses atrás

Aquele relógio para o fim do mundo tá andando…

mendonça
mendonça
3 meses atrás

só digo uma coisa:
as duas bombas jogadas sobre o japão foi bem pouquinho ,se colocar na ponta do lápis a conta ficou de graça,os japoneses não pagaram a comanda.

Bispo
Bispo
Reply to  mendonça
3 meses atrás

“a conta ficou de graça” …imagine que nessa “fatura nuclear gratuita” estivesse sua família carbonizada, você ficaria “feliz”, pois teve um “serviço de cremação nuclear”, grátis.
Foi esse o contexto?
Ou fiz uma interpretação pró familiares “nihondin“?

Dalton
Dalton
Reply to  Bispo
3 meses atrás

Bom, talvez alguém aqui não saiba, mas, o bombardeio de Tóquio de março de 1945 foi tão ou mais destrutivo que um bombardeio atômico e a opção para o Japão seria sofrer um número maior de bombardeios convencionais que deixariam milhares de mortos e feridos, além de milhões de desabrigados diante do inverno que se aproximava e segundo li foi um dos mais terríveis.

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Dalton,
Mas pra quem quer procurar cabelo em ovo não tem jeito. O que vale pra esse pessoal é a narrativa e pra eles contra argumentos não há fatos. Eles querem passar a imagem que só os EUA é que são os mauzões. Querer argumentar é jogar pérolas aos porcos.
É bonito criticar os EUA. Passa uma imagem de que o sujeito é um cara do bem, democrático, humanista, tolerante…

johnny
johnny
3 meses atrás

ja fui visitar o museu da bomba em hiroshima tem coisas horriveis do tipo duas estatuas de cera de duas meninas da escola que derretem como velas os corpinhos derretendo feito sorvetes e um quarto de uma casa todo carbonizado com uma bola preta no meio a bola preta era o que restou dos seres humanos e as coisas do quarto tudo queimado e misturado pelo turbilhao de fogo que entra pela janela e sai pela porta cruzando a casa e fazendo turbilhoes de fogo em todos os quartos e salas do predio um verdadeiro inferno na terra foi o… Read more »

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
3 meses atrás

Qual a melhor forma de matar milhares ou milhões de pessoas, usando bombas nucleares de baixa potência ou de alta potência? Ou o ideal é matar milhares ou milhões de pessoas usando apenas armas convencionais? É isso que estamos discutindo?

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
3 meses atrás

Canção do senhor da guerra!

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
3 meses atrás

Ao meu ver, quem tem mais a perder com esta estratégia são os Estados Unidos. A melhor forma de destruir um grupo tarefa formado por um porta-aviões e suas escoltas seria com um torpedo ou míssil nuclear de baixa potência.

Até aquelas “corvetinhas” russas armadas com Kalibr carregando ogivas nucleares pequenas destroem qualquer grupo tarefa…

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
3 meses atrás

Que belíssimas cenas de destruição, não teremos mais problemas com a superpopulação.