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Marinha compra quatro fragatas por R$ 9,1 bilhões

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Arte da fragata classe Tamandaré

É o primeiro contrato da área militar do governo Bolsonaro. Acordo prevê que os navios de guerra sejam construídos em Santa Catarina

A Marinha do Brasil formaliza nesta quinta-feira (05/03) o contrato de R$ 9,1 bilhões da compra de quatro avançadas fragatas da nova classe Tamandaré.

É o primeiro contrato da área militar do governo Jair Bolsonaro. Os navios serão construídos em Santa Catarina, nos estaleiros Oceana, de Itajaí, por meio do consórcio Águas Azuis, formado por três empresas: a alemã Thyssenkrupp Marine System, associada com as brasileiras Atech e Embraer Defesa e Segurança. A primeira fragata será entregue em 2024 e a última em 2028.

A cerimônia de assinatura será um evento técnico, no Arsenal do Rio de Janeiro. A próxima etapa é dedicada à elaboração do projeto executivo e vai exigir um ano de adequações e estudos antes do início da construção da flotilha. A Marinha considerou até o segundo semestre de 2019 a produção de corvetas, embarcações mais leves e com menor poder de fogo. Entretanto, o projeto ganhou dimensões decorrentes da aplicação como unidades de escolta, vigilância do mar e controle de área. Na terça-feira (02/03), o comando da força decidiu que os navios passam a ser designados como fragatas. A plataforma de referência é a família Meko A100, da Thyssenkrupp, com alterações.

São máquinas de guerra sofisticadas, lançadoras de mísseis e torpedos pesados. Incorporam recursos stealth, de redução de visibilidade ao radar, no desenho e no revestimento. Deslocam cerca de 3.500 toneladas e medem 107 metros. Levam apenas 136 tripulantes, mais um helicóptero, capaz de realizar operações antissubmarino, e um drone, veículo não tripulado de uma nova geração, com capacidade para pouso e decolagem verticais.

Concepção em 3D da classe Tamandaré
Concepção em 3D da futura classe Tamandaré

Os mísseis antiaéreos Sea Ceptor, com 25 km de alcance, são disparados por lançadores verticais. Os mísseis antinavio do tipo Exocet, europeus, e os nacionais Mansup, atualmente na campanha final de testes, tem alcance entre 70 km e 180 km. Os recursos de precisão permitem que possam ser dirigidos também contra outros alvos – instalações em terra, por exemplo. Ambos os tipos, carregando ogivas de 180 kg de explosivos de alto rendimento, utilizam o mesmo sistema de lançamento.

Não é só. As novas fragatas tem dois canhões de tiro rápido e duas lanchas de casco semirrígido em compartimento interno. Servem para levar grupos de forças especiais em missão de abordagem ou desembarque furtivo. Para defesa próxima há duas metralhadoras .50 a bombordo (lado esquerdo) e boreste (lado direito).

A força de fragatas atualmente em uso tem cerca de 40 anos. São da classe Niterói, de 3,2 mil toneladas, compradas no Reino Unido durante o governo do general Ernesto Geisel, e modernizadas ao menos duas vezes nesse período. O envelhecimento do grupo é um problema para a defesa dos 5,7 milhões de km² no Atlântico Sul que a Marinha chama de Amazônia Azul.

Nesse espaço, equivalente a mais da metade do território nacional, estão recursos como as reservas de óleo e gás do pré-sal e os depósitos de recursos minerais estratégicos. Os 228 portos locais movimentam por ano 1 bilhão de toneladas de produtos – 95% do movimento das exportações e importações realizadas no País.


Questionamento

O processo para aquisição dos novos navios encarou dificuldades. O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica, Mecânica e do Material Elétrico de Pernambuco apresentou, em julho do ano passado, denúncia de irregularidade na escolha do consórcio Águas Azuis.

Em dezembro, o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou a ação e arquivou o processo. Pouco depois disso, o presidente Jair Bolsonaro aprovou o aporte suplementar de R$ 4,25 bilhões para a capitalização – iniciada em 2018 – da Emgepron-Empresa Gerencial de Projetos Navais, organização corporativa da Marinha que vai cuidar da gestão de todo o empreendimento. Segundo o almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar, chefe da Diretoria de Gestão de Programas, “esse modelo vai conferir a necessária agilidade de execução ao programa Tamandaré”.

O contrato é amplo. Tem amplas cláusulas de compensações comerciais e de transferência de tecnologia em todas as áreas e fases. A primeira fragata terá cerca de 32% de índice de nacionalização. Os três navios seguintes terão 41,5%.

A Marinha estimam que o projeto vai gerar 2 mil empregos diretos e mais 4 mil indiretos em Itajaí e em toda a rede nacional de fornecedores.

FONTE: Metropoles.com / Estadão Conteúdo

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Douglas Targino
Douglas Targino
7 meses atrás

Achei muito pequeno o raio da defesa anti aérea, acho que seria para ser pelo menos uns 60 km! E espero que o raio dos mísseis ant navio seja os de 180 km!

Renato B.
Renato B.
Reply to  Douglas Targino
7 meses atrás

São fragatas leves, até pouco tempo atrás eram “corvetas”. E olha que o deslocamento já é maior que o das atuais Niterói.

Eduardo Ribeiro Fh
Eduardo Ribeiro Fh
Reply to  Renato B.
7 meses atrás

classe niteroi 3.200 toneladas
Classe Tamandaré – 3.500 toneladas

Moriah
Moriah
Reply to  Eduardo Ribeiro Fh
7 meses atrás

Niterói carregada chega a 3.700 ton, a Tamandaré é 3.500 ton carregada. De qualquer forma, o deslocamento é de uma fragata leve mesmo.

Luís Henrique
Reply to  Eduardo Ribeiro Fh
7 meses atrás

O autor da matéria parece crer que o deslocamento da Tamandaré de 3.455 T será o Peso Padrão e o Peso Carregado será maior que isso, pois as Fragatas Niterói deslocam 3.200 t vazias, totalmente carregadas chegam a 3.800 T.
Tomara que seja isso mesmo e que as Fragatas Meko A100 cheguem em 4.000 t carregadas, mas tenho minhas dúvidas se isto procede ou se foi apenas um erro do autor da matéria.

kornet
kornet
Reply to  Douglas Targino
7 meses atrás

Concordo poderíamos aprender com os israelences que vão operar OPV e olha a antiaérea,não há desculpa para um míssil tão curto no alcance.

willhorv
willhorv
Reply to  Douglas Targino
7 meses atrás

Acredito que no futuro poderão ser agregados mais lançadores e os mesmos utilizarem a versão ER do Sea Ceptor, com 50km de alcance.
Pra início de feira, os mansup tem alcance de 70km (como são os block 2 dos Exocet) e assim que progredirem na turbina do nacional, poderemos chegar a 200/300km.
Questão de tecnologia e upgrades.
Mas cá para nós….é um começo! Mas é muito pouco…e ainda em até 8 anos!!

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  willhorv
7 meses atrás

O problema é o tal “futuro”. As forças armadas nunca estão prontas para o combate. Sempre a mesma balela. No “futuro” teremos isso e aquilo… Hã 40 anos espero este futuro. E posso te garantir que a maioria dos planos não se realizou.

sub urbano
sub urbano
Reply to  Douglas Targino
7 meses atrás

Os SU-30 venezuelanos poderão atingir as Tamandarés impunemente já que operam os mísseis antinavio KH-31 (krypton) de 100km de alcance.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  sub urbano
7 meses atrás

Como eles chegariam até o nosso litoral?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  sub urbano
7 meses atrás

LOL

Bosco
Bosco
Reply to  sub urbano
7 meses atrás

Sub,
Mesmo que os Su-30 operem mísseis com 40 ou 50 km e os navios alvos tenham mísseis sup-ar com 200 km de alcance os caças ficariam impunes por conta que atacariam se mantendo abaixo do horizonte radar.
Não há uma relação direta entre o alcance dos mísseis sup-ar e a interceptação das ameaças antinavios ou de seus vetores por conta da Terra ser redonda.

Bosco
Bosco
Reply to  Douglas Targino
7 meses atrás

Douglas, Os mísseis sup-ar podem ter alcance de 270 km como os da USN que não impedem do navio ser engajado por uma aeronave de uma distância de 40 a 50 km, devido à forma arredondada da Terra e ao horizonte radar. O único fator que garante uma proteção efetiva a navios de guerra é a cobertura aérea de aviões baseados em terra ou em porta-aviões, que conseguem ver abaixo do horizonte radar do navio e engajar ameaças ocultas ao navio. Mísseis sup-ar de grande alcance (defesa de área) têm grande utilidade em marinhas que têm porta-aviões porque os aviões… Read more »

MGNVS
MGNVS
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Bosco
Na sua opiniao qual seria o armamento ideal a serem instalados nas Tamandares visto que nao teremos um porta avoies para nos prover o tipo de defesa q vc citou?

sub urbano
sub urbano
Reply to  MGNVS
7 meses atrás

Um oratório e uma imagem de nossa senhora aparecida, “rogai por nós predadores e nos proteja das garras do Dragão Soviético, o poderoso Flanker, amém”

sub urbano
sub urbano
Reply to  sub urbano
7 meses atrás

#rogai por nós pecadores

Bosco
Bosco
Reply to  MGNVS
7 meses atrás

MG,
Acho que a escolha do Sea Ceptor foi acertada. No máximo poderia ter sido a versão CAMM ou o ESSM Block 2 ou ou o Aster 15. Talvez o lançador do Sea Ceptor seja compatível com a versão ER e de forma plug and play, sem alterações.
Mas realmente não acho que faça muita diferença. Tem fatores a serem considerados , como custo maior, etc.
Como a Tamandaré não será uma classe voltada à defesa de área, considero a escolha apropriada. Só acho que tinha que ser mais mísseis. Ficaria feliz com pelo menos o dobro. Acho 12 pouco.

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Correção: No máximo poderia ter sido a versão CAMM-ER…

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
7 meses atrás

E torço para que o míssil SSM escolhido seja um com propulsão aspirada e GPS/data link com pelo menos 200 km de alcance.
A Tamandaré tem o potencial de introduzir na MB as seguintes capacidades:
1- capacidade de atingir alvos em terra com precisão e a partir de grandes distâncias;
2- capacidade de atacar ameaças navais no limite da capacidade de esclarecimento orgânico do helicóptero embarcado (por volta de 200 km);
3- capacidade defensiva contra ataque de saturação

MGNVS
MGNVS
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Bosco
Obrigado pela informacao… excelentes dados.
Teus conhecimentos sao realmente surpreendentes.

Leonel Testa
Leonel Testa
7 meses atrás

Tudo dentro do que ja vinha sido comentado apenas o preço que ate entao era de 1.6 bilhão de dolares .

Nilson
Nilson
Reply to  Leonel Testa
7 meses atrás

Em verdade, o contrato então é de 2 bi de dólares.

Leandro Costa
Leandro Costa
7 meses atrás

Agora é torcer para que não fiquem apenas nessas quatro.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Leandro Costa
7 meses atrás

2,

Klesson Nascimento
Klesson Nascimento
Reply to  Saldanha da Gama
7 meses atrás

3

rafael
rafael
Reply to  Leandro Costa
7 meses atrás

Torcer pra que chegue ao menos 1..

marcus
marcus
Reply to  rafael
7 meses atrás

E esse 1 ficará pronto em 2025. Sem dinheiro, muito dinheiro nada aconteçe.

nonato
nonato
Reply to  marcus
7 meses atrás

Mas o dinheiro já foi todo transferido para a Emgepron.
Não existe mais Essa de não ter dinheiro.
Acho muito caro 500 milhões de dólares por um navio bem simples.
É uma “corveta ” grande sem nada de excepcional.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  nonato
7 meses atrás

Sim Nonato, é praticamente um Corola, correto? Dava pra construir em qualquer fabriquinha de esquina e deslocar por cegonha depois de pronto.

Klesson Nascimento
Klesson Nascimento
Reply to  Leandro Costa
7 meses atrás

3

Samuca cobre
Samuca cobre
Reply to  Leandro Costa
7 meses atrás

4

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Leandro Costa
7 meses atrás

Para um país como o Brasil, eu julgo que seria interessante umas 10, por meio de um segundo lote de 6. Também seria interessante, nessa possibilidade, que fossem especializadas aos pares.
10…. Desta classe claro,julgo que não será sensato limitarem se só as tamandare… O tamanho do Brasil por#a!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Peter, algumas décadas atrás, pouco antes de nos lançarmos no programa de reaparelhamento que nos trouxe as Fragatas da Classe Niterói, foi feito um estudo em que dizia a quantidade de navios que deveríamos adotar. Acho inclusive que há matéria sobre isso aqui no PN. Claro que no final das contas, do número que o estudo recomendou, obtivemos apenas uma fração. Claro que, outros tempos, outro contexto histórico, ameaças eram vistas de forma bem diferente. Hoje em dia, se tivermos um núcleo de navios maiores e modernos, se iniciando pelos 4 encomendados, acredito que um segundo, e talvez um terceiro… Read more »

Tomcat
Tomcat
7 meses atrás

A quem entende mais, seria possível trocar os Sea Ceptor pela versão ER deles que estão desenvolvendo e que tem 40 km de alcance? Esse alcance é até maior que os Aster 15 que tem 30 km de alcance. Seria um incremento e tanto.

Outra “atualização” que teria de ser feita seria term 8 mísseis anti-navio. Só 4 tá defasado demais isso.

Bardini
Bardini
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

“seria possível trocar os Sea Ceptor pela versão ER deles que estão desenvolvendo e que tem 40 km de alcance?”
.
Tudo vai depender do VLS que será adotado.

Bardini
Bardini
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

“seria possível trocar os Sea Ceptor pela versão ER deles que estão desenvolvendo e que tem 40 km de alcance?”
.
Tudo vai depender do VLS que será adotado.

João Moro
João Moro
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

Tomcat, acredito que as Fragatas terão mais que 4 mísseis porém lançadores serão somente 4.

Dalton
Dalton
Reply to  João Moro
7 meses atrás

Mísseis anti navios como os previstos não são recarregáveis, não há extras em um paiol e sim apenas o que está nos lançadores.

Enes
Enes
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

Tomcat, enquanto o navio ainda não foi construído é possível sim a troca para a versão ER, quanto aos mísseis anti-superfície, normalmente a dotação das Fragatas é de oito mísseis, quatro mísseis é dotação de Corvetas.

Elcimar
Elcimar
Reply to  Enes
7 meses atrás

As fragatas classe Niterói passaram a utilizar também apenas dois lançadores com 4 mísseis. Pelo menos tem se observado essa tendência em algumas unidades

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Enes
7 meses atrás

No ocidente, no oriente e da Russia e o dobro.

Elcimar
Elcimar
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

Isso virou tendência agora , é só vc reparar em outras marinhas que usam os Exocet,antes levavam a dotação completa, a bordo 2 lançadores de 4 mísseis. 8 mísseis total.
Agora a maioria só leva 2 lançadores com 4 mísseis.
Econômia ? ….vai saber..
Em caso de guerra acredito que podem levar a dotação completa de novo. Correndo riscos de ser pego com a calça na mão se não der tempo.

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  Elcimar
7 meses atrás

Massa são as Sa’ar 6, que levam impressionantes 4 lançadores com 4 MSS.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Elcimar
7 meses atrás

Elcimar, a quantidade de MSS vai depender do número de canais de tiro disponíveis… vale lembrar que a dotação de paz não contempla a capacidade total e que deve ser considerado que míssil no lançador reduz sua vida útil, devendo retornar de tempos em tempos ao ambiente controlado do paiol de armazenagem… abraço…

Bosco
Bosco
Reply to  Fernando XO
7 meses atrás

Fernando,
Mísseis fire and forget como Exocets, Mansups, Sea Ceptor, etc. não dependem de “canais de tiro”.
A “economia” de mísseis no Brasil tem a ver com o que você disse, mesmo porque não há cenário de operações reais de combate.
Já em outros “teatros” se leva mais mísseis sup-sup. No Oriente é comum a quantidade de 16 mísseis. Isso provê capacidade de ataque de saturação e capacidade de utilizar contra alvos em terra.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Bosco, devo ter empregado uma expressão infeliz… refiro-me a canal de tiro em relação à comunicação do MSS com seu respectivo painel de controle no COC… e até onde lembro, não bastaria desplugar de um para outro MSS, na medida em que houvesse disparos… o ITL das CCI, por exemplo, suportam 4 MSS… abraço…

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Elcimar
7 meses atrás

Elcimar, é verdade, múltiplas marinhas pelo mundo muitas vezes operam os seus navios semi-armados em tempo de paz, mas não é só por razões monetárias. Em tempo de paz, em ordem a facilitar a manutenção do armamento assim como em preservar e extender a vida dos mesmos, é comum navios que por exemplo consigam levar até 8 harpoons ou exocets, carregarem apenas 4 e até mesmo 2. Já vi foto de navio sem nenhum e depois fui consultar imagens de outro ano e estavam lá todos…. Em Portugal também é comum isso ocorrer, sendo que é bem mais probavel você… Read more »

Elcimar
Elcimar
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

Já que tocou nesse assunto, tenho uma dúvida também Sobre o lançador vertical, sendo esse padrão Otan acredito..seria possível outros tipos de mísseis serem compatíveis com esse lançador.?

Bosco
Bosco
Reply to  Elcimar
7 meses atrás

Elcimar,
O lançador do Sea Ceptor não é multi míssil. Só lança o Sea Ceptor.
O que ocorre é que o lançador Mk-41 (multi míssil) usado pela USN e outros é capaz de levar o Sea Ceptor num arranjo quádruplo, mas não será adotado pela MB.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Bosco
7 meses atrás

O ExLS é capaz de levar o Sea Ceptor em um arranjo quádruplo.

É possível que seja o lançador escolhido.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

4 mísseis são poucos mesmo mas um navio com o dobro da tonelagem carregaria 6 a 8 mísseis antinavio

Maurício Veiga
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

A composição final de armamentos prevê a instalação de 8 mísseis antinavio !!!

Bosco
Bosco
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

Tomcat,
Possível pode ser mas ajuda muito pouco. A grande vantagem seria ter maior capacidade de defesa de área , podendo manter sob sua proteção uma grande formação de navios.
Outras vantagens são marginais e talvez nem compense.

Dalton
Dalton
7 meses atrás

Se a construção para valer irá começar dentro de um ano, digamos março de 2021,
a entrega da primeira até 31 de dezembro de 2024, significará “apenas” 45 meses o
que é possível desde que não ocorram atrasos.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Dalton
7 meses atrás

04/03/2020 – quarta-feira, bdia, Dalton, 2 perguntas: 1) a construção é modular????? 2) caso haja algum atraso; como ficaremos de escoltas, ja que existe uma programação de descomissionamento e de um PME para algumas fragatas que serao feitos ao mesmo tempo????Como ficamos??? Existe real intenção de compra de oportunidades???. Obrigado.

Dalton
Dalton
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

Vovô, provavelmente o que há de mais avançado em construção naval será utilizado e caso haja algum atraso significativo na construção não vejo alternativa, se terá que contar com um número menor de combatentes, diminuir o tempo gasto no mar e abusar de meios distritais, principalmente dos 3 “OPV” classe Amazonas. . Tome o exemplo da marinha espanhola que tem um requerimento para 4 submarinos, está com atualmente 3 e verá o número cair para 2 antes que o primeiro dos 4 em construção seja incorporado. . Hoje no inventário da marinha brasileira há 9 combatentes, porém a “Defensora” está… Read more »

MGNVS
MGNVS
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Dalton
Na sua opiniao quantas fragatas dessas seriam necessarias para defender nossa costa e tbm a ZEE? Contando as que estariam em operacao, as que estariam em manutencao e as que seriam usadas para instrucao? Qual a quantidade ideal para termos a força 100% operacional?
Hipoteticamente falando é claro pois sabemos que nao haveria verba para quantidade ideal que precisamos.
Abços

Dalton
Dalton
Reply to  MGNVS
7 meses atrás

MG…existe uma regra que até certo ponto é flexível principalmente quando se trata de navios novos que diz que para cada unidade certificada para missão, outra estará em manutenção e outra em treinamento, que pode ser acelerado se houver necessidade, então, daí é mais ou menos dessa dessa regra que surge a quantidade “ideal”. . Outro fator é quando se quer ter dois tipos de combatentes, o grande e o pequeno como na US Navy ou principal e secundário no caso da marinha brasileira, então é preciso decidir quantos se quer e/ou se pode pagar de cada um dos tipos.… Read more »

Xerem
Xerem
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Boa tarde Dalton me permita discordar de voce o bom seria ,eu disse bom nao “ótimo “,seriam (12) Tamandarés fragata leves 3,500 tn,(6) Fragatas medias 5,500 tn , (6) Fragatas pesadas ou Destroier como queiram de 7000 tn , 26 a 30 submarinos sendo 6 nuclear nas duas contas ,2 Porta aviões ,1 navio multi proposito ,3 navios tanques ,mais 2 doca alagáveis .Obs: Quem me disse isso e patente alta la de dentro .Ah nao tem $$$$$$ pra isso ? Tem sim o problema sao os políticos e demais órgãos que oneram o pais , o inchaço da MB,… Read more »

MGNVS
MGNVS
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Xerem
Pela sua analise essa seria a Marinha dos sonhos para um país do tamanho do Brasil. Mas…. essa quantidade de navios proposta por vc so ficaria nos sonhos mesmo.

Xerem
Xerem
Reply to  MGNVS
7 meses atrás

MGNVS essa e a vontade da MB porem ainda e sonho mesmo mais quem sabe um dia …..

MGNVS
MGNVS
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Xerem
Sim… mas o seu raciocinio nao esta de todo errado. Eu tbm pensei em numeros proximos aos q vc citou. Mas como tenho tios e primos na Marinha entao eu sei q vai ser dificil chegar nesses numeros. De acordo com a sua analise os numeros que propos sao ideais para um país com dimensao do Brasil. Mas isso so vai se realizar qndo tivermos governantes q realmente deem importancia a um planejamento estrategico para nossas forças armadas.

Xerem
Xerem
Reply to  MGNVS
7 meses atrás

MGNVS sim e vdd e tambem tenho parentes na MB inclusive oficiais e 2 sargentos !

Nelson
Nelson
Reply to  Xerem
7 meses atrás

País tentando sair de uma mega crise, não tem como vislumbrar tamanha fantasia. Se o Brasil der sequência nas Tamandarés chegando a 12 unidades e com isso aumentar a nacionalização, já me sinto realizado. Espero também que tenhamos em breve um navio LHD e uns 8 F35B embarcados, Nossa Marinha ficaria muito bem servida.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Nelson
7 meses atrás

Não teremos LHD e nem F-35 pelos mesmos motivos que se der, teremos 12 tamandares, grana.

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Xerem, 30 submarinos? 2 Porta-aviões? Nem Marinhas poderosas como Itália, Reino Unido e Alemã tem isso, aliás a Alemanha não tem PA e nem subnuclear mesmo sendo a 3ª maior força da Otan. E não é só comprar os meios, tem o custo operacional. E não se deve levar em consideração apenas o tamanho do Brasil no mapa, se fosse assim o Canadá e a Austrália teriam marinhas muito maiores que são e não são tão o grandes. O principal para a nossa marinha é ser superior aos nossos vizinhos e sermos líderes na nossa região.

Xerem
Xerem
Reply to  Emerson Gabriel
7 meses atrás

Alemanha nao tem porque nao quer porque grana tem, ja o Brasil a economia nos próximos nos ira decolar e muito .Quanto aos submarinos como eu disse de 26 a 30 e a ideia e para ate anos 30 serão 10 com 9 diesel e 1 nuclear .Quando chegar a 2030 sera feito uma licitação para um porta aviões .

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Xerem,
Ciências econômicas não é uma ciências exata ou exercício de futurologia. Eu sou da área e não sabemos nem como vai ser nos próximos meses, apenas algumas previsões que são constantemente mudadas. Não sabemos se vai bombar nos próximos anos. Nem no regime militar a MB tinha planos para tantos meios como você diz; a MB só encomendou 6 da classe Niteroi e 4 IKL e depois +1

Xerem
Xerem
Reply to  Emerson Gabriel
7 meses atrás

Emerson Gabriel Claro, mais quanto ao regime militar na época era diferente hoje tem países querendo a força nossas riquezas e a Venezuela aqui na AS.Pode ter certeza as FFAA vao se modernizar e muito !

Dalton
Dalton
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Xerem…a US Navy também quer pelo menos 355 unidades na chamada “Força de Batalha” que engloba unidades acima de 1000 toneladas e navios auxiliares que operam diretamente com ela, fora todo o restante e a Guarda Costeira, mas, a realidade é outra com navios e submarinos fazendo fila aguardando manutenção. . Em um primeiro momento não dá para “sonhar” com mais de uma dúzia de combatentes de superfície, não até que os grandes problemas da nação sejam mitigados, como, alto desemprego, crescimento pífio e tantas outras coisas inclusive falta de saneamento básico para milhões. . As “pensões” e o “inchaço… Read more »

Xerem
Xerem
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Dalton calma amigo nao sera da noite para o dia que a MB terá isso tudo , tambem depende da economia e claro .Porem a ideia e essa que te passei , ate 2030 estaremos muito melhores ,inclusive a MB terá 4 + 2 Meko podendo as outras duas serem de maior tonelagem , quanto aos subs serão 8 + 2 em construção podendo ser nucleares .Obs: poderá vir navios usados da terra do pao com linguiça e as melhores cervejas do mundo fora as lourinhas que sao uns pitel .Agora tudo pode mudar ?Sim estamos no pais que se… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Admiro seu otimismo Xerem sem ironia. Mas dê um desconto a esse “velho” que ainda guarda dezenas de revistas das décadas de 70/80/90 onde sempre o ano seguinte seria melhor e esse ano ainda não chegou.
.
Seja como for, você mesmo concordou que não será da
“noite para o dia”, daí o motivo de ter escrito que é cedo para sonhar com mais de 12 “escoltas” ainda mais que a marinha precisa de outros tipos de navios e embarcações e mais
baixas deverão ocorrer nos próximos anos.
.
abs

Xerem
Xerem
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Dalton desculpe me esqueci de citar as pensões e inchaço da MB que voce falou que sao os menores dos problemas segundo voce .Nao amigo nao sao isso onera muito a MB mais e o segundo maior problema e o primeiro so os políticos , terceiro sao almirantes defasados que vivem no passado no mundo de Bob .Porem com o Bolsonaro ate agora nao teve contingenciamento e isso e ótimo e ainda assinou essa compra das 4 Tamandarés !

MGNVS
MGNVS
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Dalton
Obrigado pelas explicacoes.
Vc é sempre muito prestativo.
Essas 12 fragatas foram a quantidade que eu tbm pensei, mas … duvido muito que cheguemos a esse numero.

Xerem
Xerem
Reply to  MGNVS
7 meses atrás

MGNVS amigo ano que vem sera assinado a compra de mais dois navios novos so nao sei se serão as Tamandarés ou navios com deslocamentos de ate 5000 tn vamos aguardar !

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Serão tamandares devido apriveitar a escala de construção e reduzir o preço. Se for para construir só 2 de outra classe o custo beneficio vai para as cucuias.

Xerem
Xerem
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
7 meses atrás

Cristiano de Aquino Campos amigão sera Meko tambem e claro que terá quase todos os índices das Tamandarés, porem o que eu disse foi que talvez serão de tonelagem maior e podera ser outro nome !

Teropode
7 meses atrás

Vão críticar o governo dizendo que com estr dinheiro daria pra construir 30000 casas populares .A marinha estará bem na fita nos anos 30 , mas queremos mais , uma guarda-nacional -costeira seria ótimo para o Brasil , aliviaria a pressão sobre o orçamento da marinha . A reequipagem tem wue ser mais rapida , estamos vendo o assédio sofrido pelos argentinos , coisa de louco oque ta fazendo os chineses no cone argentino , um navio patrulha para centenas de barcos de pesca.

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  Teropode
7 meses atrás

Meu Deus, eu aqui feliz com a compara da MB, torcendo para termos meio de guerra avançados pra defender nossos interesses e você Teropode, preocupado com pesqueiro Chinês na Argentina

Teropode
Reply to  Emerson Gabriel
7 meses atrás

Primeiro eles pisam no seu jardim , depois roubam uma , em seguida mudam pra sua casa .

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Emerson Gabriel
7 meses atrás

Defender o que? o pressal já foi todo doado aos USA. Só se for defender os peixes. Aias o Brasil já fez isso na guerra da lagosta. Assim sendo entrega o petróleo e vai brigar com os chineses por peixes.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  francisco Farias
7 meses atrás

Antes que algum sábio critique. Ressalto que lagosta não é peixe, é crustáceo.

Wellington
Wellington
Reply to  francisco Farias
7 meses atrás

em muitos estudos o termo “peixe” é usado como equivalente a “produtos da pesca”, o que incluiu crustáceos, moluscos, peixes propriamente ditos etc

Dario Renato
Dario Renato
Reply to  francisco Farias
7 meses atrás

Tem tanta coisa para criticar em um parágrafo tão curto que a taxonomia é a menor delas.

Bosco
Bosco
Reply to  francisco Farias
7 meses atrás

Em sendo verdade que o Governo Bolsonaro doou o pré-sal aos EUA o que muda na minha e na sua vida? Antes, na era dos nacionalistas petistas tínhamos completa soberania sobre nosso petróleo e deu no que deu. Roubalheira desenfreada, aparelhagem, etc. E ainda pagávamos o litro de gasolina mais caro do planeta.
Repito! No que vai mudar a minha e a sua vida com essa suposta “doação”?

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Bosco,
Poe suposta doação nisso. No último leilão do pré-sal, nenhuma empresa americana se interessou, e mesmo os chineses pouco se interessaram Quem mais arrematou foi a própria Petrobras

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Teropode
7 meses atrás

Com esse dinheiro dava para construir na China umas 12 Tamandarés projeto CPN, ou uns 28 OPV-18.000 BR, uns 50 Napa-BR 500, uns 28 classe Amazonas, mais 6 SBR e 1 SNBR, Recuperar todos os Tupis, Terminar o Torpedo pesado Nacional, Sonar ativo, sonar passivo, Sonar Rebocado, Radar de direção de tiro Gaivota-X, todas as 16 células do AH-1W super cobra, 24 caças navais SH, SU-34, Tejas etc, armamento moderno para o CFN e de quebra sobrava um troco para comprar algum casco de fragata por oportunidade e modernizar com sistemas nacionais (descritos acima). Fico abismado com a falta de… Read more »

Nilson
Nilson
7 meses atrás

Com o dólar a 4,50, 9,1 bilhões de reais são 2 bi de dólares. 500 milhões de dólares por navio. Para fragatas, nos preços que temos visto internacionalmente, não ficou caro. O recurso parece estar garantido com aquela primeira capitalização da Engeprom (uns 2 bi de reais no final de 2018) mais essa segunda capitalização no final de 2019 (mais 7,6 bi de reais). Mas com essa carestia parece que ficou difícil arrumar mais 2,25 bi de reais para contratar um quinto navio. De qualquer forma, 4 fragatas novinhas e modernas serão bem mais efetivas como máquina de guerra do… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Nilson
7 meses atrás

Nilson…é preciso incluir na conta a “Defensora”, portanto, 5 “Niterói” e 2
“Greenhalgh” .

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Na verdade as 2 Greenhalgh e pelo menos 2 das 5 Niteroi nao chegam a 2024 com certeza

Dalton
Dalton
Reply to  Leonel Testa
7 meses atrás

Daí a necessidade que não ocorram muitos atrasos durante a fase de construção ainda mais se o prazo de 2024 não contemplar a entrega
definitiva para o setor operativo o que é feito após mais testes de mar,
ajustes e correções.

Xerem
Xerem
Reply to  Leonel Testa
7 meses atrás

Leonel as 2 Greenhalgh darão baixa em 2024 , se sobrar grana dos 10 bi que estao nas mãos da EMGEPRON farão a modernização de 3 Niterois as outras 2 darão baixa mais ainda nao sabem quando , sera antes da data que tu falou com certeza ,dessas 2 uma ja era a muito tempo a Niteroi eu chuto que a outra sera a Defensora !

Nilson
Nilson
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Oi Dalton nossa divergência quanto à quantidade de fragatas é meramente conceitual: vc considera as que estão no inventário e portanto incluí a Defensora; eu a exclui na conta pq com um PMG de mais de dez anos ela não me parece mais operacional, portanto considero que hoje já não a temos mais.

Dalton
Dalton
Reply to  Nilson
7 meses atrás

Nilson…
.
no caso de você retornar…a “Defensora” segundo li é uma das 3 fragatas que deverão ser contempladas pelo projeto Fênix ou seja,
terá sua vida estendida.
.
No mais, navios em manutenção/modernização por mais longo que seja devem sim ser incluídos no inventário e há exemplos em outras marinhas de navios em condições similares à “Defensora”.
.
abs

Nilson
Nilson
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Obrigado pela explicação, Dalton, espero mesmo que a Defensora esteja em condições de ser incluída no projeto Fênix. Será literalmente um renascimento das cinzas. Mas confesso que continuo com as minhas dúvidas, daqui uns dois ou três anos talvez possamos ter tirado a limpo esta questão. E espero que você esteja com a razão.

João Moro
João Moro
Reply to  Nilson
7 meses atrás

Nilson, como vai demorar um pouco para iniciar a construção da 4ª fragata, neste período de tempo poderemos conseguir o dinheiro necessário, aditar o contrato e fazer a quinta fragata.

Nilson
Nilson
Reply to  João Moro
7 meses atrás

Sim, João Moro, concordo que em 4 ou 5 anos dá para juntar mais uns 2 bi de reais para os dois navios. Mas na minha avaliação será difícil, o dólar está muito alto, todos os outros projetos das 3 forças são em dólar ou euro, acho que nesses anos porvir vai é faltar dinheiro para os contratos já assinados e não sobrar dinheiro para novas contratações. PIB de 2019 só cresceu 1,1%, e não creio que vá subir mais do que 1,5% em 2020. Sem crescer o PIB não tem como aumentar gastos, ainda mais com a enorme alta… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  João Moro
7 meses atrás

Na verdade a MB já está costurando a inclusão de mais duas.

Xerem
Xerem
Reply to  MMerlin
7 meses atrás

MMerlin exataente !

Xerem
Xerem
Reply to  MMerlin
7 meses atrás

correção exatamente*

Gallito
Gallito
Reply to  Nilson
7 meses atrás

Pessoal, esta estranho esse valor 9,1 Bilhões, esta faltando informação que não nos foi passada ainda, esse valor equivale a 16 Fragatas ?

Bardini
Bardini
Reply to  Gallito
7 meses atrás

REAIS…

Italo
Italo
Reply to  Gallito
7 meses atrás

Aparentemente esse valor é corrigido pelo dólar em alta, cada navio sairia por 200 a 250 M dólares e no contrato incluiria transferência de tecnologia e adicionais.

Nilson
Nilson
Reply to  Italo
7 meses atrás

Ué, Ítalo, a transferência e adicionais são parte do custo. Ou seja, 9,1 bi de reais representam na data do contrato uns 500 mi de dólares por navio. Agora, se na contratação de eventual 5a unidade for descontada a transferência de tecnologia, aí pode ficar mais barata. Mas isso é no futuro, hoje os números parecem ser esses: uss 500 mi por navio.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Nilson
7 meses atrás

04/03/2020 – quarta-feira, btarde, Nilson, pelo que entendi neste dinheiro passado para a EMGEPROM, estaria tambem alguma parte destinado ao novo navio de pesquisas para a Antártica??? Sera que li errado????

Nilson
Nilson
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

Sim, Vovozão, uns 600 milhões são para o navio polar, conforme notícia anterior.

Teropode
7 meses atrás

Ha uma urgência para meios de patrulha , sou favoravel as aquisições e oportunidades para acelerar reequipagem e manter espiões e peacadores longe d3 nossas águas , inclusive apoir os vizinhos.

Xerem
Xerem
Reply to  Teropode
7 meses atrás

Tambem e fosse o cara da caneta na MB compraria os 4 classe River que nos foi oferecido a pouco tempo pela UK .

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Teropode
7 meses atrás

Quanto aos espiões, esquece pois alem de navios usam submarinos e mesmo quando usam navios não se pode fazer nada, veja o exemplo do navio Russo que vem e vai nos EUA, Japão, China e Europa e os desses países fazem o mesmo.

FERNANDO
FERNANDO
7 meses atrás

Well, bom, parabéns para MB.
Navios novinhos em folha, eu fico pensando as vezes sempre ouvimos que falta grana e bla,bla,bla.
Mas, se o Captain, comprar uma por ano, hummm, oito anos de mandato, hummmmmmmmmmm.
Agora, se sobrar grana e ele comprar duas por ano, hummmmmmm, hummmmmmmmm, 8 anos de mandato, hummm
As possibilidades são grandes.

marcus
marcus
Reply to  FERNANDO
7 meses atrás

O Capitan vai comprar cera para lustrar o par de chifres que levou da Micheque.

Matheus Parreiras
Matheus Parreiras
Reply to  marcus
7 meses atrás

Deve tá desejando pros outros o que acontece contigo né

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  marcus
7 meses atrás

Marcus, o assunto do post não é a vida pessoal do presidente. Aqui é um blog para assuntos militares e não de fofoca.

Bosco
Bosco
Reply to  Emerson Gabriel
7 meses atrás

Os esquerdopatas não se dão ao respeito e depois querem ser respeitados. Lamentável!

MMerlin
MMerlin
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Sim. Para estes, a polarização política sobrepõem qualquer iniciativa de prosperidade e progresso que o país possa ter. São levados a acreditar que o mundo apocalíptico está chegando, sendo poupados da “cansativa” busca pela real informação.
Povo marcado. Povo feliz.

Alessandro
Alessandro
7 meses atrás

Que não pare nessas 4 e venha muito mais!!

tom
tom
7 meses atrás

Alguém sabe explicar o porquê do índice de nacionalização mudar de 32% para 41,5% entre a primeira e demais fragatas?

João Moro
João Moro
Reply to  tom
7 meses atrás

Acordo entre as partes (para caber os interesses de cada parte).

Camargoer
Reply to  tom
7 meses atrás

Olá Tom. Ocorreu o mesmo com os Scorpenes e acontecerá com o Gripen. Os engenheiros brasileiros irão aprender como fazer durante a primeira unidade, então algumas coisas ainda serão feitas na Alemanha. Depois elas serão feitas no Brasil para as outras 3 unidades. Tem coisas que seriam nacionais e outras que nunca serão (os canhões da Leonardo serão importados para todas as FCT. Então já tem coisa que será nacional, outras que serão nacionalizada e outras que continuarão sendo importadas

Gabriel BR
Gabriel BR
7 meses atrás

Estou torcendo para encomendarem um segundo lote de 6 unidades em 2024

tomka
tomka
7 meses atrás

Na matéria publicada no Estadão possui uma nova foto, com um modelo 3d diferente dos anteriores. Eu observei 4 coisas diferentes.
1. O radar não é o artisan mais sim o TRS-3D da hensoldt
2. Um sistema de guerra eletrônica diferente
3. Canhão 76mm otomelara ( que já era esperado)
4. O sistema Vls aparentemente não é mais os cogumelos das tipo 23 e sim o Sylver da mbda.

João Moro
João Moro
Reply to  tomka
7 meses atrás

E o Estadão tem credibilidade quando o assunto é área militar? desconfie.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  João Moro
7 meses atrás

Com certeza não foi o Estadão que fez a arte do navio. Alguém da Marinha ou do consórcio vencedor que enviou para ele a arte.
Claro que ela pode não corresponder à versão final do Brasil, mas acho provável que seja.

Tomcat
Tomcat
Reply to  Rafael Oliveira
7 meses atrás

Rafael, eu vi essa arte e nem levei a sério, tem erros de mais aquilo lá. Fala até em torpedos pesados de 533 mm. Viagem demais

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Tomcat
7 meses atrás

Então melhor desconsiderar o que eu falei.
Será que era pelo menos a MEKO-100 Tamandaré?

Teropode
Reply to  Rafael Oliveira
7 meses atrás

Nao haviamos considerado.

Bardini
Bardini
Reply to  tomka
7 meses atrás

TRS-4D…

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Estão deixando a gente sonhar…

Xerem
Xerem
Reply to  tomka
7 meses atrás

por favor mande o link

FighterBR
FighterBR
Reply to  tomka
7 meses atrás

Galera, na última imagem da matéria é possível ver que é outro radar. Provavelmente o TRS-4D. Muito melhor que o Artisan que nem AESA é. Sobre o VLS, nunca optaram pelo lançador cogumelo. Pode ser o ExLS da Lockheed Martin que já estava sendo testado para o CAMM.

Bardini
Bardini
Reply to  FighterBR
7 meses atrás

Eu acredito que sejam dois módulos de 06 células, totalizando 12 Sea Ceptor por navio.
.
O Sea Ceptor opera com soft-lauch, então não demanda um VLS padrão, parrudão. Isso economiza $$$$$ por um lado. Por outro, é uma bucha, pq só operaria o Sea Ceptor…

Xerem
Xerem
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Bardini serão 32 mísseis por navio !

Bardini
Bardini
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Ahhhh mas eu duvido muito. . A MB não tem bala na agulha pra meter 32 Sea Ceptor em cada Fragata em configuração quadpack e ainda fazer estoque reserva disso tudo aí. . Pra ter 32 mísseis, depende de ter um VLS com 8 células e fazer quadpack dentro delas. Demanda um lançador padrão, Sylver ou Mk41, que tem um custo salgado, como você deve saber. . Pra ter só os 12 mísseis, podem usar o lançador simples do Sea Ceptor, que é mais barato e seriam dois módulos com 06 células, como você pode ver na arte dessa matéria.… Read more »

Xerem
Xerem
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Bardini tu vai ver entao !

Luís Henrique
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Caro Xerem, poderia informar como tem essa informação? Se é de dentro da força, de algum contato ou se saiu alguma informação em algum lugar. Desculpe a pergunta, mas busco essa informação há anos e até hoje nunca encontrei algo concreto. Apenas 12 células. Mas se for 12 células Exls daria para alocar 48 mísseis. Se for a cogumelo, somente 12. Em 2017 um almirante informou que o lançador escolhido era o Exls da Lockheed Martin, mas isso foi antes de realizarem a competição, era para a Tamandaré desenvolvida no Brasil. Portanto, não sei como ficou e estou muito curioso… Read more »

Xerem
Xerem
Reply to  Luís Henrique
7 meses atrás

Boa noite Luiz Henrique ,Amigo nao posso falar a fonte porque ele vive aqui so de olho, mais me disseram que serão 32 mesmo .Nao so da MB sou do EB e sou apaixonado pelas FFAA do nosso Brasil .Mais como falei acima estamos no Brasil e tudo pode mudar ou nada mudar .Obs: nao sei de nada so passo aqui o que me disseram e tomara que estejam certos espero ter ajudado um pouco abraços !

Luís Henrique
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Ok. Obrigado.
Boa noite.

Bosco
Bosco
Reply to  Luís Henrique
7 meses atrás

Luís,
O sistema “cogumelo” não deve ser porque é uma adaptação do lançador do GWS.26 do VL Sea Wolf.
Sobram os sistemas Mk-41 , o ExLS e o SYLVER.
Os outros sistemas de lançamento vertical são específicos para outros mísseis: VL Mica, Umkhonto, Barak 1, Mk-48/56, etc.
Vendo no desenho dá a impressão que são 4 ExLS o que reforça a ideia de serem 48 mísseis.
Será????

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
7 meses atrás

E que não fique somente nestas como muitos aqui solicitam… Que usemos o aprendizado e conhecimento para construirmos e desenvolver outras…. Salve a histórica e gloriosa Marinha Brasileira.

Allan Lemos
Allan Lemos
7 meses atrás

“Os recursos de precisão permitem que possam ser dirigidos também contra outros alvos – instalações em terra, por exemplo. ” Essa foi a parte que mais me chamou atenção.Se for verdade,isso dará a MB uma capacidade que poucas marinhas possuem.No entanto eu não sei com qual vetor isso seria feito,o Mansup não está sendo projetado para ter essa capacidade,a não ser que a MB tenha planos de adquirir o MM40 Block 3.Ou talvez a Avibras poderia desenvolver uma nova versão do MTC-300 exclusiva para dar a MB uma verdadeira capacidade de land-attack,restando saber se um míssil de cruzeiro caberia no VLS… Read more »

Marcelo
Marcelo
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Devem estar se referindo ao Exocet MM40 B.III.

Cleber
Cleber
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Tambem me chamou a atencao isso Allan Lemos . Se alguem puder nos responder …

Anfibio
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Queria saber a opiniao do Bosco a respeito…

Bosco
Bosco
Reply to  Anfibio
7 meses atrás

Anfíbio,
A mim me pareceu também uma referência ao Exocet Block 3 que é dotado de GPS e pode ser utilizado contra alvos fixos em terra. É esperar pra ver.

Anfibio
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Sempre muito sensato! Obrigado!

Ps.: ( tem um pessoal aqui dando ‘dislike’ até pra ‘obrigado’)

Caio
Caio
7 meses atrás

Nunca foi a minha preferência ( as iver hutfield seriam melhores) mas que Deus abençoe e quem venham mais meios a segurança do nosso litoral,em todos os quesitos URGE.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Caio
7 meses atrás

Iver Hutfeld nem participou da concorrencia…

Caio
Caio
Reply to  Marcelo
7 meses atrás

Infelizmente!

Bardini
Bardini
7 meses atrás

Torpedos Pesados?

RICARDO
RICARDO
7 meses atrás

MUITA CARA
COM ESTE DINHEIRO DARIA PARA COMPRAR UMAS 12 FRAGATAS TOP

glasquis
Reply to  RICARDO
7 meses atrás

Mostra aí aonde tem essas 12 Fragatas TOP por U$D 2 Bi. Tem muita marinha querendo.

Glasquis7
Reply to  glasquis
7 meses atrás

Corrigindo, U$D 9 Vi.

Glasquis7
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Agora esse VI KKK
Veio digitando dá nisso… Considerem sotaque.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Esse valor de 9 bilhões é em Reais. oque aproximadamente da 2 Bilhões de Dolares.

Space jockey
Space jockey
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

reais

Anfibio
Reply to  glasquis
7 meses atrás

2,

Jorge Knoll
7 meses atrás

Na minha concepção não passam de corvetas.
O projeto original é de corveta. Tentar classificar de fragatas leves acho um erro.
Embora moderna a tecnologia empregada, sua calagem e fim que se destina, não as classificam como fragatas.
No caso em voga, fragatas são as da classe Niterói.
Aliás o Brasil necessitaria 10 fragatas. Adquirindo futuramente 6, já ajudaria mudar o quadro da MB.
Corveta das necessitarmos mais 8 ou 10, de conversa.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Jorge Knoll
7 meses atrás

Tem que chamar de fragata pq fragata que é bom não tá cabendo no nosso bolso, que venham umas 8 antes de pensarmos em um navio maior!

Camargoer
Reply to  Jorge Knoll
7 meses atrás

Fraguetas, meu jovem. Fraguetas.

Jorge Knoll
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Concordo plenamente. A incompetência do Almirantado, está a querer enfiar guela abaixo à nós de que se trata de fragatas, ou fragatas leves quando do anúncio do consórcio que havia ganho a licitação.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Jorge Knoll
7 meses atrás

Jorge, a tonelagem da tamandare enquadra se perfeitamente na de fragata.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
7 meses atrás

Que susto, achei que estavam comprando quatro fragatas e não as já conhecidas corvetas… se quiserem chamar de “cruzador intergalatico Tamandaré” por mim tudo bem contanto que venham mais!

Anfibio
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Caraca!!!
Rindo muito!!!

CESAR FLORIANO
7 meses atrás

Na boa, sacanagem pagar mais de 9 bilhões em 4 fragatas, se vier com desculpas q vai ser construído aqui é canalhice, com esse valor poderia comprar uma quantidade bem maior de navios e posterior em um futuro próximo quando o Brasil estiver em uma situação melhor na economia desenvolver navios próprios.

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  CESAR FLORIANO
7 meses atrás

As fragatas atuais classe Niterói e Greenhalgh não vão passar de 2026. Atrasar a compra das Tamandarés só pioraria a situação.

E, por incrível que pareça, U$ 500 mi por fragata está até um preço razoável. Não é culpa da Marinha se o dolar subiu demais.

Fabio Mayer
Fabio Mayer
Reply to  CESAR FLORIANO
7 meses atrás

Esses dias conversávamos aqui sobre as FREMM italianas, que custam o equivalente a US$ 1,25 bi. Podem até ser maiores e mais capazes, mas o preço do projeto brasileiro está ótimo.

Considere ainda que deslocarão mais que as Niteroi…

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
7 meses atrás

A configuração final não foi divulgada pela MB ? Ou só será após a assinatura amanhã ?

Leonardo
Leonardo
7 meses atrás

É um começo ..Bom seria logo doze corvetas logo !

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Leonardo
7 meses atrás

Serão 6! No máximo 8 em caso da venezuela ainda estiver com madurinho

Camargoer
Reply to  Marcelo Danton
7 meses atrás

Caro Marcelo. Acho que o país tem ameaças mais prováveis que a Venezuela. Olhe para a floresta escondida atrás das arvores.

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Sim! Eu sei…mas é a parte visível (midiática) que justifica a autorização e compra…não é o passeio das “relações públicas & pesquisas” russos por nosso litoral. Já caiu no esquecimento…já venezuela….tai.

Xerem
Xerem
Reply to  Marcelo Danton
7 meses atrás

Serao 6 se o governo comprar mais 2 pretendidas , se tiver para la de 30 (4) Meko 400 !

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Leonardo
7 meses atrás

A MB tem planos de construir mais duas,que podem até sererm mais pesadas que as 4 primeiras.

Xerem
Xerem
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Allan Lemos nao mesmo as 100 a MB esta querendo 4+2 e 4 A400 se possível pra la de 2030 !

Xerem
Xerem
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Ops 4 Meko 400

Xerem
Xerem
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Alan exatamente me equivoquei com mais 4

Xerem
Xerem
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Allan Lemos e isso mesmo desculpe me equivoquei !

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
7 meses atrás

Que venham um segundo lote de mais 4 (quatro) fragatas. Apenas esse quantitativo de escoltas é muito pouco, até mesmo para a MB.

marcus
marcus
Reply to  Alexandre Esteves
7 meses atrás

CoverGatas ou FraVetas?

Camargoer
Reply to  marcus
7 meses atrás

Fraguetas.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
7 meses atrás

Quanto anos para a primeira ser entregue?

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  Fabio Araujo
7 meses atrás

Está no segundo parágrafo da matéria.

Marcos
Marcos
7 meses atrás

O que importa é a configuração final e espero que seja divulgada, total transparência!

Kemen
Kemen
7 meses atrás

Esta bem, no cenário sul americano serão de grande valia, precisamos de navios de combate novos a muitos anos, mas me permito fazer algumas observações. – Não acho que sejam “fragatas”, são corvetas. – Se eu comparar as “fragatas” Tamandaré com as corvetas classe DOHA saindo do forno, vou chorar. – O sistema anti aéreo tem um número aceitável de misseis para uma corveta, para uma “fragata” que pretenda fazer escolta de defesa anti – aérea, são poucos. – Poderiam ter equipado as “fragatas” com misseis Aster 30, muito melhores, apesar de mais caros, pois 25 Km é muito pouco… Read more »

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Kemen
7 meses atrás

Que diferença faz a classificação? Seja pra chamar de bote de borracha ou encouraçado… o importante é vir…

Kemen
Kemen
Reply to  JuggerBR
7 meses atrás

O importante construir, nem que seja 40%!

Camargoer
Reply to  JuggerBR
7 meses atrás

Olá J. Lembro da copa de 78 na Argentina. O Brasil foi eliminado invicto. Daí era considerado o vencedor moral… Sei que não faz diferença entre corveta, fragata ou fraguetas. Eu acho que em 78 a classificação importava. Sel lá… Depôs de 7 x1 em casa, acho que nem importa mais o placar

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Kemen
7 meses atrás

Falando de forma realista, espero que as verdadeiras fragatas venham em pelo menos quatro unidades depois de oito CORVETAS Tamandaré, se não chegar em 8 não faz sentido gastar verba em outro projeto.

pgusmao
pgusmao
7 meses atrás

Cerimônia para assinar o contrato, logo teremos cerimônia da implantação do “grupo de estudos”, depois instalação da “comissão interministerial de apoio a construção naval”, ao final de 10 anos, teremos duas construídas e as outras duas esperando os recursos.

Camargoer
Reply to  pgusmao
7 meses atrás

Caro. Para entender a importância de cerimonias no início e nofm teve.do o PMBok

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  pgusmao
7 meses atrás

Exatamente, pgusmao, depois a criação da AMAVERDE, para estudos de viabilização do uso de fragatas na costa verde, depois o comitê de fiscalização de contratos futuros não realizados, depois a comissão de aceite provisório de contratos não assinados, depois a comissão de aceite definitivo de fragatas nunca construídas e não termindas e por aí vai. Todas com 1 almirante, 2 contras, 3 capitães, 9 tenente, 10 auxiliares e 25 praças, além de concurso público para analista de contrataos de fragats, analistas de contratos de corvertas, técnicos de aceitação de bens não entregues… Se recebermos 1 “fragata” tamos no lucro…

marcus
marcus
Reply to  Augusto Mota
7 meses atrás

Tem que ocupar a galera. 80 mil marinheiros de terra firme.

Enes
Enes
Reply to  Augusto Mota
7 meses atrás

Uma comissão de analises para lançamento na SISBENF.

Junior
Junior
7 meses atrás

Na primeiro e no último desenho da matéria, o radar parece ser um TRS-4d, será que a MB desistiu do Artisan? Até pq os dois BANNERS parecem ser oficiais do ministério da defesa, se isso se confirmar vejo como um ponto positivo, o TRS-4D parece ser um radar melhor do que o Artisan

Bardini
Bardini
Reply to  Junior
7 meses atrás

TRS-4D é uma vitória!

Glasquis7
Reply to  Junior
7 meses atrás

Não apenas parece, é bem melhor e mais condicente com os desafios de um combatente de superfície da atualidade.

FighterBR
FighterBR
Reply to  Junior
7 meses atrás

Sim, aparenta ser o TRS-4D. Muito melhor que o Artisan que não é um AESA. Até as Type-23 modernizadas do Chile terão o TRS-4D.

Xerem
Xerem
Reply to  FighterBR
7 meses atrás

E ruim hein

ALEX TIAGO
Reply to  FighterBR
7 meses atrás

Pessoal tem que confirmar a versão do Radar acredito que seja uma versão nova do artisan que foi desenvolvida para os porta avioes ingleses.

ALEX TIAGO
Reply to  ALEX TIAGO
7 meses atrás

Tem uma reportagem na internet falando sobre a escolha do radar artisan e informaçoes fala de uma nova versão para as fragatas tipo26 inglesas e para as tamandares sendo assim eu prefiro um radar que tem escala e esta sendo reformulado.

Glasquis7
7 meses atrás

Semana que vem, o Brasil assina um acordo que permite ingressar no mercado bélico americano.

Quem sabe o Brasil consiga fornece armamentos navais prós States?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Do jeito que o lobby de defesa atua lá nos corredores de Washington o máximo que o Brasil poderá fornecer é o mesmo que já fornece,matérias primas e produtos sem muito valor agregado.Vencer contratos do Pentágono é difícil até para quem tem uma indústria de defesa mais desenvolvida,como é o caso do Reino Unido,que ainda pode contar com uma proximidade política com os EUA que o Brasil jamais terá.

Camargoer
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Olá Glasquis. Excelente ponto. O que o Brasil poderá fornecer aos EUA? O acordo tem reciprocidade? Haveria o risco dos EUA sufocarem alguma empresa brasileira?

Space jockey
Space jockey
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Esse acordo é uma piada, tem nego comemorando isso.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Glasquis, caso você se refira ao RDT&E, esse documento é um acordo de cooperação na área de ciência e tecnologia… importante, mas longe de ser caminho para o mercado bélico dos EUA… abraço…

Glasquis7
Reply to  Fernando XO
7 meses atrás

Sim Fernando, esse mesmo. Ele abre um acesso ao mercado americano de armas. Logo, é um passo importante para entrar no futuro, em algumas concorrências de fornecimento milita se for corretamente explorado. Também deverá ajudar na aquisição de material bélico. Me parece que é muito vantajoso e nenhum país da região, nem mesmo os “super aliados” como Colômbia, Panamá ou o Chile, tem um acordo similar a este. O fato do Brasil ser um Aliado Extra OTAN, deixa certas lacunas que deverão ser preenchidas com este tratado. Isso poderá permitir que empresas brasileiras, podam fornecer peças dentro da indústria bélica… Read more »

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Cara, eu trabalhei em BSB para a tramitação desse acordo… é só P&D… não a ver com aquisição… abraço…

Camargoer
Reply to  Fernando XO
7 meses atrás

Caro Fernando. Lembro dessa discussão tempos atrás. Cheguei a colocar o link do relatório do Congresso dos EUA sobre o programa e tentei explicar a ideia geral. Acho que alguns colegas não prestaram atenção ao debate. Parabéns pelo trabalho sobre o acordo. Talvez seja necessário uma postagem explicando o significado do acordo, suas vantagens e limitações. Talvez alguém se interesse em ler.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

OBG, Camargo… foi um trabalho de muitos na equipe, inclusive no MD e MRE… ponto para nosso setor de CT&I… aliás, outra vitória foi a inclusão do MAGE Mk3 nas Tamandaré… abraço..

Xerem
Xerem
Reply to  Fernando XO
7 meses atrás

Fernando XO mais o MAGE MK3 a empresa que era nacional nao foi vendida a uma empresa americana que agora nao lembro ?

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Isso é um canto da sereia. Esse documento somente diz que se alguma empresa brasileira estiver pesquisando/desenvolvendo algum material (não apenas de defesa)de interesse dos EUA ela pode se juntar a empresas americanas para desenvolverem ‘juntos’. Uma brilhante maneira de nos manter eternos dependentes. Quem for emergente e quiser sentar na mesa dos grandes ou faz como a Índia ou então esquece, não existe atalho. Pela envergadura de tamanho e recursos naturais essa é uma decisão que o Brasil precisa tomar: se quer a mesa dos grandes ou ficar no espaço kids.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Sem vira-latismo de minha parte, eu juro que não é por mal mas em área naval o que temos a oferecer a quem produz coisas do calibre do Gerald Ford enquanto não terminamos navios de patrulha sem contratar empresas estrangeiras?
A pergunta foi séria, sem deboche, se a Wegg, Embraer defesa, avibras ou sei lá quem tiver algo podem engrandecer meu conhecimento!
Noto inclusive que o Trump vive falando para manter os empregos dos americanos nos EUA, acho bem difícil tercerizarem algo de defesa relevante para nós.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

A única forma de vender para os EUA é literalmente vendendo o c#.
Os “states” quando compram algo europeu, por exemplo, tem de ser por meio de uma linha de montagem lá na terra deles, de preferência com o equipamento sendo designado com novo nome e ainda com participação ou controlo total de uma qualquer empresa americana.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Negócio feito e pagamento realizado, nem querem mais ouvir falar ou referir o fabricante original, a partir daquele momento, X equipamento é fruto e de origem dos EUA.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Perfeita colocação Peter, vai para lá e volta como produto deles e com seu controle de vendas e novo nome, tipo AV-8.

Carlos André Burgos
Carlos André Burgos
7 meses atrás

Por ter sido membro da tripulação do CT Mariz e Barros ,faço questão de estar na cerimônia de incorporação da última da série a ser construída que vai carregar o nome do referido CT !!!
Parabéns a todos envolvidos e que venham mais belonaves a MB que se inicie um novo começo de era para as
FFAAS !!! BZ !!! 👏

Sincero
Sincero
7 meses atrás

Tá muito bom pra ser verdade, o Brasil tá falido, a maioria das autoridades não querendo perder a mamata, se pelo menos uma fragata for construída até 2025 será um milagre. Veremos os próximos capítulos. 🍿🍿🍿

Camargoer
Reply to  Sincero
7 meses atrás

Olá Sincero. Considere que a MB tem um recurso anual para investimento. Que esse recurso foi usado principalmente no ProSib nós últimos 10 anos. Considere também que o ProSub está entrando em uma fase que precisa de menos recursos anuais porque já começaram as entregas dos submarinos. Então, considere que uma parte dos recursos anuais está agora disponível e ficará mais disponível nos próximos anos. Então dá para devolver o dinheiro ou iniciar outro programa.

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Camargoer,

Tem que levar em consideração que esse recurso disponível não vai ficar assim por muito tempo, pois a janela de entregas do último Riachuelo está chegando, o que levará ao engate total do programa do SubNuc.

Camargoer
Reply to  Mano Jô
7 meses atrás

Caro Mano. O problema orçamentário seria bem mais complexo porque tem que ser negociado ano a ano com o Congresso. Além disso, todo financiamento precisa ser aprovado pelo Senado. Contudo, a ideia geral seria que há um limite para o número de programas militates bilionários que idem ser executados concomitantemente. Como todo programa tem uma curva na forma de sino, o mais simples seria concatenar programas , começando um quando termina o outro, evitando que seus picos de desembolso coincidam no tempo.

Patton
Patton
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

O Subnuc podem esquecer, só na maquete mesmo.

Camargoer
Reply to  Patton
7 meses atrás

Caro Patton. A única razão para interromper o desenvolvimento do SBN será política. Tecnicamente ele tem alta probabilidade de sucesso, financeiramente ele é viável a partir da conclusão de Itaguaí e dos Scorpenes. Acho que o Labgene é uma etapa crítica que precisa ser concluída. Se o SBN for interrompido agora, será permanente.

Xerem
Xerem
Reply to  Patton
7 meses atrás

Patton eu duvido que sera cancelado, mesmo porque ja esta em construção e todo ano requer uma quantia boa do bolo $$$$$ da MB !

Xerem
Xerem
Reply to  Mano Jô
7 meses atrás

Mano Jo Esta chegando o que amigo o ultimo sera entregue em 2030 po !

FERNANDO
FERNANDO
7 meses atrás

Pô, o blog está a jato ei………..
Nem deu tempo de analisar e debater o assunto que já enfiaram sobre o Hornet.
Carma gente, deixa a gente se concentrar neste evento histórico de suma importância.

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  FERNANDO
7 meses atrás

Lembrar que o contrato será assinado amanhã, e nele é bem provável que saberemos o que realmente irá rechear o navio.

Amanhã o Poder Naval vai se transformar em Poder Tamandaré. 😃

Dod
Dod
7 meses atrás

Deveria ter uma defesa de ponto melhor.

Glasquis7
7 meses atrás

Só esse radar 3D que achei um pouco defasado pras necessidades da MB.
Agora, sobre o navio em si, chamem de corvetas, chamem de fragatas, chamem como queiram mas, que venham pois a MB precisa com urgência desses navios.

FighterBR
FighterBR
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Na última foto aparenta ser o TRS-4D AESA.

Glasquis7
Reply to  FighterBR
7 meses atrás

É sim mas, na imagem tem o Artisan 3D.

Glasquis7
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Eu queria entender esse pessoal que negativa uma pessoa só por dar uma opinião mas, que não trazem nada que acrescente ao debate.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Deslikes, comentários censurados, é um enriquecimento do debate.

Camargoer
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Olá Glasquis. Recentemente fiquei sabendo que alguns colegas não se dão o trabalho de ler. Simplesmente negativam. Isso explicou muita coisa.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Caro Glasquis7, não queira!
É a mais pura e absoluta perda de tempo.
Saudações

Mercenario
Mercenario
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Glasquis,

Pensando da mesma forma, deveria considerar o Exocet (ainda que b3) “um pouco defasado”.

No papel, existem muitos mísseis antinavio mais capazes.

Glasquis7
Reply to  Mercenario
7 meses atrás

Grande Mercenário.

Os Exocet MM 40 BLK III que a MBDA entregou ao Chile para equipar as suas fragatas L Class, são de última geração e foi mencionado numa entrevista com o diretor de MBDA, que estes eram superiores aos outros e que, até a data de entrega dos misseis chilenos, eles eram os mais modernos e capazes exocet já produzidos.

Eu não consigo mais encontrar essa matéria. Estava em espanhol que me permita corroborar esta narrativa mas ao que me parece, até dentro do próprio Block III existem diferenças tecnológicas.

Glasquis7
7 meses atrás

Caro ou não, a MB precisa. Agora, 185 milhas por uma fragata moderna? Acho dificíl. As últimas compras de fragatas da região são as Adelaide e sairam mais caras do que isso.

Xerem
Xerem
Reply to  Glasquis7
7 meses atrás

Sabe quanto custaram ao Chile amigão ?

Tutu
Reply to  Xerem
7 meses atrás

Acho que as duas foram 250 milhões