Home Marinha do Brasil Fragata Independência parte para integrar a Força-Tarefa Marítima da UNIFIL

Fragata Independência parte para integrar a Força-Tarefa Marítima da UNIFIL

5720
42
A Fragata Independência da Marinha do Brasil
Fragata Independência – F44

Brasília, 09/03/2020 – Após seis meses de preparo para a prontificação dos membros de sua tripulação coordenado pela Subchefia de Operações de Paz (SC-4) do Ministério da Defesa e de instruções específicas conduzidas pela Marinha do Brasil, no último 08 de março, na Base Naval do Rio de Janeiro, ocorreu a cerimônia de desatracação da Fragata “Independência”, que substituirá a Corveta “Barroso”, na função de Navio-Capitânia da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL).

Presidida pelo Almirante de Esquadra Leonardo Puntel, Comandante de Operações Navais, o evento contou com a presença de representantes deste Ministério da Defesa, de Oficiais-Generais da Marinha do Brasil e de familiares da tripulação do navio.

Presidida pelo Almirante de Esquadra Leonardo Puntel, Comandante de Operações Navais, o evento contou com a presença de representantes deste Ministério da Defesa, de Oficiais-Generais da Marinha do Brasil e de familiares da tripulação do navio.

A FTM-UNIFIL, estabelecida em 2006, é a pioneira na condição de caráter naval, por meio da Força Tarefa Marítima, como parte de uma Missão de Manutenção de Paz, sob a égide da ONU. Desde 2011, é comandada por um Almirante brasileiro e, atualmente, a missão possui cerca de 730 militares, em seis navios das Marinhas: da Alemanha, de Bangladesh, da Grécia, da Indonésia, da Turquia e do Brasil.

FONTE: Ministério da Defesa

Subscribe
Notify of
guest
42 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Taso
Taso
5 meses atrás

Será que fazer aquele esquema que algumas marinhas fazem do Buque ficar 2 anos desdobrado e só reversar as tripulações não valeria para a MB? Economizaria tempo de deslocamento.

Dalton
Dalton
Reply to  Taso
5 meses atrás

Boa pergunta Taso. Pelo que entendo os navios que operam da forma que você mencionou, possuem duas tripulações que cuidam muito bem do navio ao passo que enviar a tripulação de outro navio deixaria esse sem tripulação.
.
Também é preciso analisar que mesmo o navio de “2 anos” eventualmente terá que passar por uma manutenção básica onde se encontra e isso o deixaria indisponível mesmo que por alguns poucos meses e isso exigiria um
certo investimento em infraestrutura no local e o “Líbano não é exatamente um local prioritário para a marinha brasileira.

PY3TO Rudi
PY3TO Rudi
Reply to  Dalton
4 meses atrás

A MB não tem marinheiros Suficientes para isso!

Adhemar Moreira
Adhemar Moreira
Reply to  PY3TO Rudi
4 meses atrás

Marinheiro tem sobrando, falta é navio…rsrs

Armando
Armando
Reply to  Taso
4 meses atrás

Teoricamente sim ! Caso tivéssemos uma réplica da Independência baseada no Brasil .
O treinamento e aperfeiçoamento de pessoal se faz necessário de tempos em tempos .
Além do mais , dois anos longe de seu porto de origem , força o retorno para manutenção , troca de peças necessárias e atualizações que se fizer necessário .
O desgaste de uma embarcação é alto e comum. Em muitos casos é necessário retirá-la da água, para limpeza de seu casco e manutenção geral.

Armando
Armando
Reply to  Armando
4 meses atrás

Quando menciono réplica da Independência , não quero dizer de uma fragata exatamente igual e sim uma equipe tecnicamente bem preparada para substituição .

Dalton
Dalton
5 meses atrás

Pelas minhas contas a “União” já participou de 5 comissões ao Líbano, A “Liberal” 4, a
“Constituição” 2, a “Independência” 3 contando com essa de 2020 e a “Barroso” 3 e o
“Apa” esteve por lá em 2015 levando peças para a “União” que precisou de alguns reparos substituindo temporariamente a mesma.

Pablo
Pablo
5 meses atrás

Uma curiosidade, A Barroso está na UNIFIL e a Independência está a caminho, ou seja, dois navios fora do Brasil. Quais ficam operacionais aqui?

OSEIAS
OSEIAS
5 meses atrás

Ótima oportunidade de adestrar as tropas, e manter boas relações com marinhas amigas. Como as coisas estão quentes por lá, foi muito bom saber que a marinha grega e turca participam, assim diminui muito a caso de conflitos.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

A Marinha já formalizou o pedido de saída da UNIFIL?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Tá aí uma coisa que me gera sentimentos contraditórios, ficar gera treinamento e é uma das poucas coisas praticas de verdade que não é um fraco serviço de guarda costeira que a marinha faz porém com a atual situação de penúria do orçamento e das escoltas talvez seu emprego em nosso litoral fosse mais valioso… sinceramente não tenho uma opinião muito forte sobre o assunto, tenciono ligeiramente pela saída!

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Uma Marinha com um orçamento gigante como a do Brasil e dizer que não pode participar da Unifil é no mínimo uma grande falácia de quem apoia essa posição. Na verdade isso não passa de determinações geopolíticas que envolvem Israel e americanófilus. O Brasil sempre foi neutro nesses conflitos, pelo menos era. Perder uma chance de adestramentos como esse para uma marinha super ociosa como a MB é muita burrice. Não dá para viver só de champanhe, uísque e caviar, fica monótono e haja veículos de comandantes para os praças serem chofer de madame.

Douglas Henrique
Douglas Henrique
Reply to  Top Gun Sea
4 meses atrás

Procure se informar sobre a nova área de interesse político-estratégico da nossa Marinha (Atlântico Sul, com destaque para a costa subsaariana ocidental) . Não existe necessidade alguma de continuarmos a empenhar esforços logísticos e diplomáticos em uma região que não nos propicia ganhos o suficiente. Não tem nada de americanofilia, mas sim de uma decisão de mudança estratégica na oceanopolítica brasileira. Não ficaremos ociosos, mas sim trabalharemos em um lugar que trará mais ganhos geopolíticos para o Brasil.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Douglas Henrique
4 meses atrás

Que ganhos geopolíticos? O quê a Africa tem pra nós que Europeus e Americanos e Chineses já não tenham pilhado ou agrilhoado pelo comércio internacional? Vamos fazer um sub imperialismo ou vamos nos dissolver na solidariedade das periferias?

Douglas Henrique
Douglas Henrique
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Vou enumerar:
1- Aproximação político-diplomática do Brasil com países da África banhados pelo Atlântico Sul, para aumento de coordenação estratégica.
2- Petróleo na Nigéria.
3- Combate ao comércio ilegal e pirataria.
4- Baseamento dos interesses do Brasil na área estratégica do Golfo da Guiné.
5- Contenção dos avanços dos EUA e da China na região.
6- Consolidação do poder naval brasileiro no Atlântico Sul, com influência até a costa africana.
.
.
.
.
.

Americo Roscia
Americo Roscia
Reply to  Top Gun Sea
4 meses atrás

Além do ganho moral, ainda existe o ganho financeiro, que paga esses custos, mesmo que alguém retruque que não paga o total, ainda assim é vantajoso para a marinha, ou seja, ganhamos para adestrar nossos militares.

Elcimar
Elcimar
Reply to  Top Gun Sea
4 meses atrás

os gastos não são arcados somente pelo brasil,ai entra dinheiro da ONU também

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
5 meses atrás

Tomara que a Marinha abandone essa tal de Unifil ja este ao, ja deu o que tinha que dar, muito desgaste em nossos navios, para pouco proveito real e as principais marinhas do mundo faz tempo que não participam mais,

TJLopes
TJLopes
4 meses atrás

Suponhamos que o negócio esquente lá no mediterrâneo entre a Rússia e a Turquia, ou a Turquia com a Grécia. Caso a Independência seja confundida com uma embarcação de algum dos contenedores e alvejada com um míssil tipo Exocet ou Harpoon, ela tem como se defender? Um Goalkeeper, por exemplo?

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  TJLopes
4 meses atrás

Acho que todas as Niteróis tem 2 Bofors 40mm nas laterais.

Agora não sei se são tão eficientes quanto um CIWS, em caso de perigo real.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Mano Jô
4 meses atrás

Tão eficientes. Eu diria que não, que não são, mas haverá quem lhe diga o contrário.

Armando
Armando
Reply to  TJLopes
4 meses atrás

Pergunta infantil !

marcos parro
marcos parro
Reply to  Armando
4 meses atrás

só pode entrar super marujos aqui????
experts em tudo??
um civil querendo aprender é proibido, caso seja me retiro…….

Elcimar
Elcimar
Reply to  TJLopes
4 meses atrás

misericórdia senhor !!! é cada comentário aqui…a turquia viu a burrada que fez se “aliando” a RÚSSIA agora quer voltar pro lado dos americanos. é sempre tudo politica meu caro…sempre politica e dinheiro em tudo.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
4 meses atrás

E a Defensora!? Ninguém sabe, ninguém viu!!!

Gabriel BR
Gabriel BR
4 meses atrás

Não sei se vocês vão concordar comigo …mas para mim é uma belonave belíssima.

Americo Roscia
Americo Roscia
Reply to  Gabriel BR
4 meses atrás

Esse projeto poderia ser atualizado para linhas e sistemas mais modernos, e pela sua eficiência já comprovada, serem construidas novas unidades no país!

Julio
Julio
4 meses atrás

Não me recordo se foi lá mas uma vez Israel pediu pra fragata do Brasil sair de lá pra não receber fogo amigo

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Julio
4 meses atrás

Pelo contrário, a Liberal travou o armamento em um caça israelense, isso sim! Mas estavam em comunicação o tempo todo. Sempre aviões israelenses sobrevoam o litoral do Líbano e saõ acompanhados pela UNIFIL.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Julio
4 meses atrás

Não é a MB quem está lá, é a ONU, não se esqueçam!

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Marcelo Andrade
4 meses atrás

Marcelo, não é só a ONU que está lá, os membros da missão também estão lá. Acho incompleto essa sua conclusão.
Repare, a embarcação brasileira, navega naquelas águas com a bandeira brasileira por isso, é presença brasileira, não apenas da ONU.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Marcelo Andrade
4 meses atrás

Boa lembrança, Marcelo Andrade. E isso em nome da aspiração em ter assento no CS da ONU. Olha, com o assomo do neonacionalismo, instituições politicas internacionais como a ONU estão ameaçadas; resta saber se toda a arquitetura transnacional do globalismo, nascido da globalização econômica, vai aceitar essa dissolução sem espernear. Ora, um dos fundamentos da arquitetura da nova ordem mundial era a supremacia do dólar-referencia baseada na potência hegemônica militar da América. Se Trump cometer o erro de recuar e deixar caducar a USNavy, no ritmo da demissão do papel de polícia global, os decisores da economia global podem decidir… Read more »

sub urbano
sub urbano
Reply to  Julio
4 meses atrás

Israel não tem amigos. Leia “Os Protocolos dos Sabios de Sião” e entenda seus planos perversos para a humanidade.

Vivaldo José Breternitz
Reply to  sub urbano
4 meses atrás

COMENTÁRIO LAMENTÁVEL….

Flanker
Flanker
Reply to  sub urbano
4 meses atrás

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk……que piada!!!

cwb
cwb
Reply to  sub urbano
4 meses atrás

não precisa dos protocolos, o relativismo ocidental já está destruindo tudo…..

Douglas Henrique
Douglas Henrique
4 meses atrás

Logo não mais precisaremos lidar tamanho empenho logístico e diplomático que não trás retornos tão satisfatórios como deveria. A Marinha já redefiniu sua nova área de interesse político-estratégico: Atlântico Sul, com destaque para a costa subsaariana ocidental.

Vovozao
Vovozao
4 meses atrás

10/03/2020 – terça-feira, bnoite, segundo postagens anteriores este sera o ultimo semestre do Brasil na UNIFIL, sendo assim, caso possam informar, qual pais tera a lideranca; e; existira uma outra nacao para ocupar o lugar do Brasil ou ficará somente os atuais.

Osvaldo serigy
Osvaldo serigy
4 meses atrás

Espero que a Marinha do Brasil não saia da UNIFIL. É importante ter esse compromisso tanto para dar trabalho a tripulação e poder treinar em cenário real de conflito, quanto para as equipes de manutenção que sempre tem que preparar uma embarcação para a missão.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Osvaldo serigy
4 meses atrás

Osvaldo, eu já aqui disse. Forças armadas são para ter destacadas, é a única forma de forçar ao uso inteligente de orçamento e de manter a necessária e relevante doutrina operacional que se deseja.
Ter navio e militar para não sair do país, é o mesmo que não ter porr@ nenhuma, pois, do ponto de vista de capacidade real de projecção e, uso, nada representam se nada fizerem.

Rodrigo
Rodrigo
4 meses atrás

DUVIDA!
Por que a presença da ONU é necessária por lá?
Qual a missão da UNIFIL?

Abraços.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Rodrigo
4 meses atrás

Já ouviu falar em google?