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Rússia anuncia segundo teste do míssil hipersônico Zircon

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MOSCOU – O míssil hipersônico Zircon (ou Tsirkon) fará o segundo teste na primavera deste ano na fragata Admiral Gorshkov, disse uma fonte da indústria de defesa russa.

O Zircon desarmado foi lançado em teste pela Admiral Gorshkov em janeiro no mar de Barents, lar da frota do norte da Rússia.

“O segundo teste está marcado para esta primavera. O míssil será disparado pela fragata Almirante Gorshkov. Os testes estão em andamento”, disse a fonte.

O Zircon, um míssil antinavio manobrável movido por scramjet capaz de acelerar a velocidades de até 11.100 km por hora, é um dos sistemas estratégicos que estão sendo desenvolvidos pelos militares russos.

Acredita-se que o Zircon tenha um alcance de voo de mais de 1.000 km, e espera-se que seja baseado em navios de superfície e submarinos, incluindo embarcações equipadas para transportar mísseis de cruzeiro da classe Kalibr. Também se espera que o míssil seja instalado a bordo do novo submarino nuclear de quinta geração da classe Husky atualmente em desenvolvimento.

Fragata Admiral Gorshkov

FONTE: Sputnik News

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José carlson
José carlson
6 meses atrás

Acho que o Brasil nos próximos 10 anos deveria desenvolver um Míssil Scramjet Antinavio lançado de multiplataformas para a defesa, é importante ter um poder de persuasão para caso se inicie algum guerra podemos passar batido na neutralidade digo seja quem for ninguém vai querer arrumar uma treta diretamente com o Brasil apesar das dificuldades somos uma grande potencia militar.

Guacamole
Guacamole
Reply to  José carlson
6 meses atrás

O 14-X deveria ser esse míssil, mas se encontra muito pouca informação sobre ele.
E pelo que lembro, era apenas pra “entregar” carga sub-orbital. Vá lá saber né….

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Guacamole
6 meses atrás

O problema do 14-X é o prazo extremamente longo de desenvolvimento que está no cronograma, parece que o voo com o protótipo somente em 2030, e daí em diante é que se começaria a desenvolver a arma. Ou seja, não temos muita disposição em investir em defesa como sempre.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Space Jockey
6 meses atrás

Não é só questão de disposição. É questão de saber o que se está fazendo e saber gerenciar projetos. Ainda não aprendemos, por incrível que pareça. As vezes eu penso que estes “projetos” de mísseis no Brasil são apenas um forma de desviar dinheiro público, para sustentar alguns beneficiados. Não temos um único míssil efetivo, que tenha sido desenvolvido aqui e que tenha sido industrializado. Vergonhoso.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Space Jockey
6 meses atrás

O UAV 14X é tecnologia scramjet?

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
6 meses atrás

sim

João Augusto
João Augusto
Reply to  Space Jockey
6 meses atrás

Em qualquer pesquisa, infelizmente. E ainda tem contingenciamento e suspensão e etc., picando o fluxo de recursos. Aí a ciência engatinha.

Fers
Fers
Reply to  Guacamole
6 meses atrás

Saiu uma nota do IEAv em novembro do ano passado falando sobre o primeiro ensaio em vôo do motor hipersônico do 14-X, a chamada Operação Cruzeiro. “Nesse primeiro ensaio em voo, um dos objetivos principais consiste na telemedida de dados aerotermodinâmicos associados à condição de partida do motor, capazes de validar e otimizar nossos modelos computacionais e dados experimentais obtidos em laboratório. Além disso, ele consolidará o emprego de algumas tecnologias críticas, com destaque para o estágio de compressão móvel, combustor supersônico e sistema de armazenamento e de injeção de combustível (hidrogênio gasoso)”, afirma o Dr. Dermeval Carinhana Jr., Chefe… Read more »

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  José carlson
6 meses atrás

O MANSUP ainda existe pra gente pensar em hiper sonico?

Diogo de Araujo
Reply to  Carlos Gallani
6 meses atrás

Carlos já falo isso aqui faz tempo, o MANSUP foi abandonado e ngm percebeu. Mais um projeto que ficou na maquete

Observador
Observador
Reply to  José carlson
6 meses atrás

Você quis dizer poder de “diassuasão”, certo?

Brunow
6 meses atrás

“Os submarinos da Frota do Norte realizarão testes de disparo de mísseis anti-navios hipersônicos zircon, em um futuro próximo. Sobre isso falou o comandante do Conselho da Federação, vice-almirante Alexander Moiseev, em uma entrevista para o “Estrela vermelha” segundo ele: “Num futuro próximo, nossos submarinos começarão a testar armas hipersônicas. Nós já recebemos essas tarefas”, disse ele em entrevista à publicação. Na semana passada, a imprensa informou que estava planejado realizar testes do zircon debaixo d’água a partir do primeiro submarino nuclear multiuso do Projeto 885 “Severodvinsk “. Os primeiros testes do zircon ficaram conhecidos no final de fevereiro: então… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Brunow
6 meses atrás

Só um adicional, o primeiro teste do míssil foi mencionado que era um teste de queima, oque coloca por terra o alcance e velocidade dele. Teste de queima normalmente é para verificar duas coisas, Estabilidade do motor, Taxa de consumo/eficiência. Normalmente esses testes os mísseis tem carga reduzida de combustível, apenas suficiente pra uso de telemetria, o mesmo teste é realizado em caças com motores novos pouco testados. As capacidades desse míssil são apenas especulações, mas se oque mencionei aí ficar confirmado com o tempo, seria lógico o alcance dele ficar um pouco acima de 800km e a carga útil… Read more »

PRAEFECTUS
PRAEFECTUS
6 meses atrás

Gostaria de lançar um pouco mais de informação sobre esse assunto lembrando que a Rússia possui dois tipos de mísseis hipersónicos. O Kh-47M2 Kinzhal, já operacional, e que tem um alcance de 2.000-3.000 km (contra 1.300-1.700 km, o raio de ação do míssil de cruzeiro BGM-109 Tomahawk, ou 900 km, raio de ação do avião embarcado F/A-18). O Kinzhal segundo consta tem uma velocidade de Mach 10 (14.700 km/h), voa a uma altitude de 19 km e é lançado a partir das aeronaves MiG-31 e Tu-22M. O 3M22 Zirkon, que está em fase avançada de testes como diz a matéria… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  PRAEFECTUS
6 meses atrás

Olhando para o outro post sobre a revisão que os americanos estarão fazendo na produção de porta-aviões que deverão enfrentar essas ameaças hipersônicas e assimétricas, como será travada a Batalha dos Mares?

Barreiras eletrônicas?

Guerra. O tempo mecânico de segundos será insuficiente para lidar com essas ameaças? Se sim, faria sentido atacar antes os navios/aviões e suas bases impedindo a partida dos mísseis?

Não seria um cenário de saturação, mas batalhas cirúrgicas e pontuais com armas cada vez mais caras.

Uma guerra que ainda não foi travada e que falta experiência aos dois lados.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Esteves o SM-6 é capaz de interceptar alvos acima de Mach 10+, assim como o THAAD e o PAC 3 SME. Praefectus, o Kinzhal, não tem 2000km e não chega a Mach 11, é um Iskander velocidade terminal de Mach 5, pode alcançar Mach 7 se sua aeronave lançadora o Mig-31 o lança-lo a Mach 2 e como um Iskander so tem um alcance de no máximo 500km, 900 km se lançado a Mach 2 pelo avião. Quanto a questão russa, voce está totalmente desinformado e espalhando teorias da conspiração. Foi a Russia que invadiu a Ucrânia por eles tomarem… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Sabes a diferença de tamanho e peso de um kinzhal para um iskander ?

Teoria da conspiração foi oque acabaste de falar.

tens ideia da diferença dos motores utilizados ?

Relação trajetória e precisão ?

Sabes oque é um scramjet ?

Míssil de cruzeiro e míssil balístico não são bem a mesma coisa, existe toda uma diferença de mecanismo e tecnologia.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Italo Souza
6 meses atrás

Italo, voce que não sabe de nada, o Kinzhal não é scramjet, o Zircon que é.

Na verdade o Kinzhal é um míssil balístico aero lançavel.

https://tecnomilitar.wordpress.com/2018/03/10/missil-kh-47m2-kinzhal2/

Um pouquinho de informação pra voce !

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

Na verdade não meu caro, ele é um míssil considerado balístico por usar o método inicial de propulsão do Inskander.

mas ai aonde está toda o questionamento, se você olhar para a estrutura dele, ele usa do método Scramjet para alcançar velocidade hipersônica.

a diferença dele para o zircon está na aerodinâmica e aberturas de entrada de ar, aparentemente o Kinzhal utiliza aberturas menores oque reduz a velocidade final.

Adilson
Adilson
Reply to  Augusto L
3 meses atrás

Viu isso na hollywood??? Pare de ver tanto filme americano, faz mal à sua saude mental🤣🤣!! De geopolitica desculpa Mas voce é ZERO

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Esteves
6 meses atrás

Só existe um problema, táctica russa sempre foi o de negar liberdade ao seu inimigo sobre seu território, significa que a Rússia sempre desenvolve defesa antes ataque.

Levando em consideração que a Rússia tem maiores meios de mísseis de médio alcance e meios de transporte que podem ser até em vagões de trem or contêiner de navio, torna o território deles um vespeiro.

Esteves
Esteves
Reply to  Italo Souza
6 meses atrás

Então, Foi o que perguntei. Os americanos estão à pensar e à projetar novos porta-aviões considerando as ameaças assimétricas mísseis hipersônicos e submarinos furtivos. Esses mísseis também podem ser dispensados de navios porta containers e por terra. Vocês lembraram que a velocidade não é fator determinante. A velocidade do míssil é mais um componente para o sucesso. Em mares abrigados a Rússia levaria nítida vantagem em razão da proximidade do território russo. Mais efetivo seria anular, se possível, as origens dos disparos X levantar as defesas antimíssil para abater um a um. Em mares abertos os porta-aviões americanos estariam expostos… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Italo Souza
5 meses atrás

Italo, Os russos não têm mísseis de médio alcance em seu território porque eles e os EUA estavam impedido de ter mísseis com mais de 500 km e menos de 5500 km de alcance por força do tratado INF. Os únicos mísseis que eles têm que estão nessa zona de desempenho (com mais de 500 km e menos de 5500 km de alcance) são os lançados por navios, submarinos e aviões. O único míssil que os russos têm que foge ao INF é o “Iskander K” , que foi o que motivou o tratado ir pro ralo. E eles o… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Na verdade a Russia detêm misseis “navais” e de lançamento aproximado com alcance mediano entre 5k a 7 k, ambos da antiga união soviética e depois do tratado foram colocados para outras funções.

a questão é que recondicionar esses misseis e mudar seus sistemas é algo de um a dois meses para se fazer, então considere que eles tem em seu arsenal misseis com essa capacidade.

incluindo eles tem lançadores terrestres que poderiam lançar onyx e esses “misseis”.

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Uma pergunta interessante é, porque agora, que o INF não está mais em vigor, os EUA não desenvolvem mísseis balísticos de precisão de médio alcance e alcance intermediário no lugar de mísseis com veículos hipersônicos planadores? Há duas razões. A primeira é de ordem psicológica. Para os americanos os mísseis balísticos são vistos como carreadores de armas de destruição em massa e eles a reservam para isso na forma dos Tridents e Minutemans. Como eles querem um arsenal de longo alcance convencional, eles querem evitar utilizar mísseis balísticos para aplicação tática , de modo a minimizar que o atacante ache… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Mísseis que necessitam de reentrada, são vulneráveis a algumas táctica de defesa como detonação em baixa orbita, oque já foi revelado que tanto a Rússia como USA já avaliaram esse método defensivo bem agressivo.

Agora mísseis balísticos que não necessitam de reentrada or mísseis de cruzeiro hipersonicos são armas bem cobiçadas por serem complicados de interceptar.

Curiango
Curiango
Reply to  PRAEFECTUS
5 meses atrás

Esse pessoal fala como se os USA tivesse uma procucao de todo o Ocidente.

Italo Souza
Italo Souza
6 meses atrás

Sonho molhado de alguns hahahahah

Isso me parece bem interessante, estão tão rápidos que fazem outros se moverem de forma descontrolada.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Italo Souza
5 meses atrás

pessoal mal humorado

Teropode
Reply to  Italo Souza
5 meses atrás

Intolerantes a baboseiras , só isso !

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Teropode
5 meses atrás

Trump está ‘adorando’ essas baboseiras.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Teropode
5 meses atrás

Se é baboseira, deveriam rir em vez de agir com repúdio, isso é mal humor de fanboy isso sim.

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
6 meses atrás

Caramba, é real essa velocidade ? 11.000km/h ? Existe algum sistema que possa bloquear algo vindo nessa velocidade ???

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Jefferson Ferreira
6 meses atrás

Teóricamebte o laserz más tem o problema do alcance de detecção radar e disparo do missil.
Pense 11000km/h percorrento 30 km.

Bosco
Bosco
Reply to  Jefferson Ferreira
6 meses atrás

Jefferson,
A velocidade de forma isolada não é garantia de não ser interceptado. A essa velocidade deve se somar outros recursos, como: alguma capacidade de manobra, baixo RCS, capacidade ativa de contra-medidas eletrônicas, etc.
Em relação à velocidade somente, já houve várias interceptações tanto em teste de mísseis com velocidade semelhante ou maior.
Em tese mísseis como o GBI , o SM-3, o THAAD, o Arrow 2 e 3, o 48N6, etc. são capazes de interceptar veículos de reentrada com velocidades que em alguns casos chegam a 28.000 km/h .

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Bosco
6 meses atrás

O ponto a se questionar, mísseis em reentrada são vulneráveis a explosões que podem danificar o mudar sua trajetória e em melhor das hipóteses pode ser destruído.

Míssil de cruzeiro não faz reentrada e tem trajetória controlada que pode mudar de acordo com seu objetivo, diferente de um míssil em reentrada que na fase de precisão ele não pode mudar e por isso que desenvolveram contramedidas e ogivas falsas.

Eis a questão

groosp
Reply to  Jefferson Ferreira
6 meses atrás

Em casos de SAMs defensivos o problema está na defesa de área. Se o míssil defensivo for disparado diretamente do alvo (navio, base aérea etc) ele apena fará o caminho inverso ao atacante. Provavelmente será necessário um impacto direto. Já nos casos em que o SAM está afastado do alvo que ele irá defender, o alcance máximo de lançamento é reduzido, exigindo mais lançadores espalhados. Em um futuro não tão distante teremos os lasers de alta potência. Nesse caso o calor do laser se soma ao calor gerado pelo atrito da arma hipersônica com o ar, colapsando a estrutura do… Read more »

Bispo
Bispo
6 meses atrás

Entrando no campo da suposição.
Em hipersônico russo atingindo um PA a 6.000km/s sem explosivos somente a energia cinética…imagino um estrago considerável.

Bispo
Bispo
Reply to  Bispo
6 meses atrás

Um
Km/h

Bosco
Bosco
Reply to  Bispo
6 meses atrás

Bispo,
Haveria forte transformação térmica mas tem que ter um núcleo duro e massivo para que haja penetração.
Em termos de transformação da energia cinética de, digamos, um míssil que impacta com cerca de 2 t de massa a 6000 km/h seria o equivalente à liberação de energia de 663 kg de TNT.
1 kg de TNT libera 4,2 MJ de energia.
O impacto de um corpo de 2 t a 6000 km/h equivale a liberação de 2.777 MJ.
https://www.omnicalculator.com/physics/kinetic-energy

Bosco
Bosco
Reply to  Bispo
6 meses atrás

Bispo,
Te respondi mas ficou preso provavelmente pelo link que coloquei.
De qualquer forma de adianto que o impacto de um míssil de digamos 2 t a 6000 km/h equivale à explosão de 660 kg de TNT.

Bispo
Bispo
Reply to  Bosco
6 meses atrás

Bosco…
Grato pela resposta. E se a “cabeça” do míssil for de urânio empobrecido …potencializa o “estrago” face a maior densidade?

Bosco
Bosco
Reply to  Bispo
6 meses atrás

Bispo, Sim! Mas nem precisa ser de urânio no caso de atacar um PA. Pode ser um núcleo de aço mesmo. E talvez até com explosivo pra poder penetrar e explodir dentro. Eu acho que mesmo um míssil antinavio hipersônico ainda precisaria de uma ogiva semiperfurante de uns 200 a 300 kg com uns 80/100 kg de alto explosivo. Misseis hipersônicos que foram testados só com uma ogiva inerte de alta densidade tinham função antitanque. Esses não precisavam de explosivos mas tinham uma ogiva de urânio ou tungstênio. Exemplo é o LOSAT. E tem alguns “mísseis” hipersônicos que não precisam… Read more »

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Bispo
6 meses atrás

Se algum dia a Rússia disparar um míssil contra um PA americano, é quase certo que os explosivos não serão convencionais!

Bosco
Bosco
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
5 meses atrás

Leonardo, Os países nucleares pretendem suportar um certo nível de desgaste e atrito antes de apelar para as armas nucleares. Muito pouco provável em ainda não estando em curso uma confrontação nuclear que um porta-aviões seja atacado nuclearmente e com isso dê início a um contra ataque em larga escala. Por isso não vejo com bons olhos a solução chinesa de usar mísseis balísticos de médio alcance contra os porta-aviões. Numa situação de grande tensão a possibilidade desse tipo de ataque ser considerado um ataque nuclear é imensa e aí os Tridents podem levantar voo antes das ogivas chinesas atingirem… Read more »

Curiango
Curiango
Reply to  Bispo
5 meses atrás

Achei q a defesa reativa do casco do navio destruiria o míssil.kkkkkk

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
6 meses atrás

Caramba, parece que os Russos ou aprenderam com os franceses ou compraram o projeto, pois essa fragata esta muito bonita. Paresse a freem

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
6 meses atrás

Corrigindo, parece a fremm.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
6 meses atrás

A fragata do projeto 22350 não tem nada a ver com franceses e fragatas como a FREMM. Este é um projeto puramente russo. Eles são até externamente diferentes.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
6 meses atrás

O primeiro é sempre marcante: houve o teste do míssil hipersônico de junta US Army/Navy – sempre eles (depois cada um segue seu caminho, as usual, ignorando os patetas egocêntricos da USAF). Será que o Putin tá com CoViD-19?…

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
6 meses atrás

Parece…

Eu, eu, eu, meu míssil é maior que o seu.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Isso já estava em operação??? Será um novo Su-57??

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Ricardo Bigliazzi
5 meses atrás

Este não é um novo Su-57, é um comentário estúpido de Ricardo Bigliazzi.

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Evgeniy (RF).
5 meses atrás

Mais um? esse aí não tem limites…

Paulo
Paulo
Reply to  Ricardo Bigliazzi
5 meses atrás

Hahaha.

Pior que o comentário é a reação dos fanboys russos.

Observador
Observador
6 meses atrás

Que o Brasil precisa investir em equipamentos (modernizar e ampliar) ninguém duvida. Mas, creio que devemos ficar longe de ideias megalomaníacas, como porta-aviões e desenvolvimento desses misseis hipersônicos, que até para países bem a nossa frente têm sido custoso. Devemos focar em ser bem equipados para fazer frente aos vizinhos e a potências intermediárias. Já contra as superpotências militares, podemos quadruplicar nosso orçamento (o que na prática é impossível), que mesmo assim não teríamos muitas chances no mar e no ar. Contra esses a defesa seria mesmo feita no chão, a base de homens e fuzis.

Roberto
5 meses atrás

Grande porcaria! Um vírus acaba com tudo muito mais rápido e com custo menor!