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Marinha do Brasil descarta as atualizações da corveta Barroso

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Corveta Barroso - V34
Corveta Barroso – V34

O jornalista Victor Barreira do Jane’s (conta @Defence360 no Twitter) informou que a Marinha do Brasil retirou seu plano inicial de modernizar um de seus combatentes de superfície da linha de frente, a corveta Barroso (V34), como parte do pacote de compensação (offset) para aquisição de quatro fragatas da classe Tamandaré.

Os riscos técnicos envolvidos no projeto de compensação relacionados à modernização da Barroso foram analisados durante a fase de negociação da aquisição dos quatro navios, informou a Marinha ao Jane’s.

Constatou-se que havia uma alta probabilidade de não ter sucesso, devido à complexidade de adaptar o sistema de combate da Barroso para receber os sistemas que serão utilizados na classe Tamandaré, acrescentou a Força Naval.

A Barroso operando com a Esquadra
A Barroso operando com a Esquadra
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carvalho2008
carvalho2008
4 meses atrás

O que é alto risco? O que não cabe? O que não funciona? O que não encaixa? O que não conversa?

Pedro Bó
Pedro Bó
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

Surgiram-me essas dúvidas também. Quando vi o título pensei em razões financeiras, mas o texto fala em riscos técnicos.

Salim
Salim
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

Senhores e a mesma justificativa do NAE São Paulo, mais do mesmo, olha que Barroso foi projeto nacional. Extremamente desapontado. Belo barco, histórico impecável, náo resistiu aos brilhantes almirantes de terra.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

Coisa velha.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

Desconto no valor repassado, lucro do projeto, desconto no valor do “off set”, desconto na “transferência de tecnologias”.
O resto você consegue analisar por si só caro Carvalho

Bardini
Bardini
4 meses atrás

Resumo: projeto ultrapassado.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Bardini
4 meses atrás

Além disso… imagina o custo (apenas) do projeto !?!
Planejar, estudar, desenhar… o reequipamento de uma classe de navios de…… 1 unidade !

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bardini
4 meses atrás

Elementar meu caro Sherlock kkkkkkk!
Mais uma de suas sacadas óbvias !
Além de “especialista de teclado” você também e o rei do óbvio!

Glasquis7
4 meses atrás

Então, do que serviu o TOT e seus gastos, quando foi nacionalizado o projeto de este tipo de corbeta?
Foi dado seguimento ou se aproveitou a esperticie adquirida?

Valeu a pena?

Glasquis7
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Vou postar novamente pois meus comentários ficam retidos por “séculos.

A Barroso deriva do projeto das Inhaúma que são um adequação e um projeto alemão. Por isso, foram construídas 4 Inhaúma e não apenas um protótipo pois precisava nacionalizar o projeto.

Agora volto a perguntar, do que valeu todo aquele esforço de nacionalização?

Tutu
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

Na realidade, tanto a Barroso como as Inhaúma são herdeiras do TOT das Niterói.

Glasquis7
Reply to  Tutu
4 meses atrás

Então não é como diz o Galante.

Glasquis7
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

KKK Partiu pra ignorância KKK Navios da esquadra Chilena Construidos no Chile Transbordadore: 4 Unidades Ona Class: Patrulheira Costeira 2 Unidades Protector Class:Patrulha Costeira 18 Unidades Elicura Class: Navio de transporte Logistico Batral Class: Navio de transporte Logistico 2 Unidades Aquiles Class: Navio de transporte Logistico Cabrales Class: Partulha Hidrografica Taitao Class: NaPaOc 5 Unidades OPV 80 Class: NaPaOc 4 Unidades Cabo de Hornos: Navio Oceanográfico 39 unidades da esquadra Chilena foram construídos localmente. Voltando ao assunto, Tenho entendido que as Inhaúma derivam de um projeto Alemão e a Barroso deriva das Inhaúma. Sendo assim, ou não, a minha pergunta… Read more »

J R
J R
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Aliás, essa consultoria alemã deixou a desejar, visto o problema que as Inhaúma tem em mar aberto…

Glasquis7
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

“Ou seja, o Chile até hoje não construiu nada da complexidade de uma corveta como as Inhaúma ou Barroso” Não, o Chile nunca precisou se preocupar com isso. Sempre foi muito bem suprida. Mas tem a capacidade demonstrada pra isso. https://www.infodefensa.com/latam/2019/05/20/noticia-almirante-leiva-reitera-chile-tiene-capacidad-construir-fragatas.html Apenas não precisou pois sempre teve competencia pra aprobeitar as janelas de oportunidades. Foi assim com as Type 23, com as Adelaide, com a Type 22, etc. Mas também, graças ao conhecimento adquirido, sem ares megalomaníacos, com os pés no chão e com a humildade de uma Armada modesta, pois ASMAR é uma estatal dependente da Armada do Chile,… Read more »

Tutu
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

A resposta para seu questionamento é impossível de ser dada agora, pelo menos em sua totalidade. O TOT das Niterói deu origem as Inhaúma e a Barroso. OBS: Esse TOT mesmo sendo dos anos 70 ainda rendeu um concorrente na competição das Tamandaré. A Parceria do AMX deu a Embraer conhecimento e capacidades que mais tarde possibilitaram o desenvolvimento dos ERJ. O TOT dos IKL, era para ser aproveitado para o desenvolvimento de um nova classe derivada do Tikuna, porém devido a falta dinheiro o projeto se atrasou, e quando o foco se voltou para o submarino nuclear ficou claro… Read more »

Tutu
Reply to  Tutu
4 meses atrás

Assim como o ASMAR aprendeu com o projeto britânico do OPV THOR.

Tutu
Reply to  Tutu
4 meses atrás

Ou com o projeto francês das OPV Vigilant.

Glasquis7
Reply to  Tutu
4 meses atrás

ASMAR não projeta. É um estaleiro, apenas executa. Os projetos foram encomendados pelos clientes e apresentados a ASMAR pra serem executados após a concorrência. Existe um departamento que modifica os projetos, re-projeta e até introduz alterações em projetos mas esse departamento é da ARCh. não de ASMAR. Este departamento reprojetou os OPV 80, transformando o NaPaOc em corbetas. Acredito que depois da conclusão do Rompegelos da ARCh. será iniciada a construção destas https://noticiasffaachile.blogspot.com/2017/01/janes-la-armada-de-chile-considera.html Mas , não deve ser um navio de alta complexidade, depois de tudo, é o Chile e não devem ter capacidade pra construir nada além de uma… Read more »

Glasquis7
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

A sua colocação foi ” ao contrário do Chile, que só compra navios usados…” ou foi algo sobre navios de alta complexidade? fiquei confuso com a sua colocação.

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

O projeto inicial era para serem construídas 12 Corvetas Classe Inhaúma, mas ficaram em apena$ 4.

Dalton
Dalton
Reply to  Carlos Eduardo Oliveira
4 meses atrás

O número originalmente pensado, foi 16.

Flanker
Flanker
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

Qual desse citados por ti são do porte e complexidade de uma Corveta moderna ou de uma Fragata?? Das escoltas em serviço hoje na ARCh, quais foram construídas NO Chile? Ou ainda, quais foram construídas PARA o Chile?

Glasquis7
Reply to  Flanker
4 meses atrás

Bom, eu queria saber o que aconteceu com todo o conhecimento adquirido mas, já que vc quer levar o assunto pra esse lado. Devo dizer que nenhuma corbeta nem fragata foi realmente construida no Chile nem pro Chile. Mesmo assim, As modernizações de porte feitas na Type 22 Bach 2 foram feitas localmente. E como vcs transformaram o debate em saber quem a tem maior?, Eu pergunto: Quantos NaPaOc de 1.700 Ton. o Brasil pode construir hoje? Quantas Fragatas o ARMJ pode construir hoje? Quantas corbetas o ARMJ pode construir hoje? Do que serve dizer que um dia tiveram a… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

O que eu escrevi é para você ver…..você adora entrar aqui e criticar as FFAA brasileiras de várias maneiras….as indústrias brasileiras de defesa de várias maneiras…..mas, quando se fala uma verdade…..de que o Chile NUNCA produziu um navio do porte de uma Corveta ou Fragata….você fique bravo! Aí você argumenta que o Brasil hoje não produz sequer NaPaOc de 1800 ton….concordo…mas, ao menos já produziu Fragatas….e produz Submarinos. E usei dos inúmeros problemas, deficiências e desmandos dentro da Defesa do Brasil……mas, isso não precisa um estrangeiro vir apontar. Você, talvez sem perceber, usa um tom prepotente e pretensamente superior em… Read more »

Glasquis7
Reply to  Flanker
4 meses atrás

Flanker Quem colocou o Chile na conversa foi o Alexandre não eu. Mas, eu não fiquei bravo não, isso é uma verdade. O Chile nunca construiu uma Fragata nem uma Corveta. Apenas, não entendo o que o Chile tem a ver com o fato do Brasil, ter investido milhões e milhões mais tempo e recursos públicos pra adquirir essa capacidade e hoje, depois de tanto dinheiro gasto e tanto tempo investido, precisa de ajuda pra construir o que outros países como a Colômbia e o próprio Chile constroem sozinhos. Apenas isso. Sobre ser crítico das FFAA do Brasil, sou mesmo!… Read more »

fabio
fabio
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

vc é muito burrão

Flanker
Flanker
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

Por que não? Conhecimento e capacidade técnica adquiridos com as Niterói foram utilizados para projetar e construir as Inhaúma e a Barroso. Mas, isso não quer dizer que tenha algo a ver diretamente com o projeto das Niterói. As Inhaúma não são derivadas das Niterói.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

Primeira vez em 35 anos que escuto essa história da Inhaúma ser derivação de um projeto alemão.
Vivendo e aprendendo… SQN

forummw
forummw
Reply to  EduardoSP
4 meses atrás

Vc nunca ouvi pq é mentira. O projeto teve assessoria alema, mas nao é derivado de nenhuma classe existente naquele pais

Alexandre
Alexandre
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Isso que eu não entendo,pq eles não aproveitaram o conhecimento com o projeto para aplicar em uma fragata?

KMjH
KMjH
Reply to  Alexandre
4 meses atrás

Pq não há conhecimento, só justificativa de gastos numa organização necrosada
“Brasil Grande”

Valdenei Neves
Valdenei Neves
4 meses atrás

Sensato, inteligente e atual, chega de remendos. Valorizar o dinheiro público com novos meios.

Zorann
Zorann
Reply to  Valdenei Neves
4 meses atrás

Cara, olha a idade da Barroso!! É necessário sim fazer uma modernização já que ela deve servir por mais uns 15/20 anos na Marinha.

Todo navio passa por modernizações durante sua vida útil. Desperdício de dinheiro público é não modernizar.

Tamandaré
Tamandaré
Reply to  Zorann
4 meses atrás

Caro Zorann, concordo plenamente!

Em que pese a alegada impossibilidade de se adaptar à Barroso os sistemas de combate que serão utilizados nas CCT, penso que ainda assim deveríamos fazer o que for possível para modernizar esta ainda jovem embarcação.

Cordial abraço a todos! 🙂

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Zorann
4 meses atrás

Mas a Barroso foi incorporada em 2008! Que modernização seria necessária, por exemplo?
Já atingiu meia-vida? Tem algum problema?

Esteves
Esteves
Reply to  Edson Parro
4 meses atrás

Atualização de meia vida.

Não precisa ter problema pra manter. Máquinas param.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Meu caro Esteves, penso que há uma distinção entre manter e modernizar. Parece-me que manutenção seja (ou deva ser) periódica.
Modernização é eventual e pode advir de uma manutenção, mas nem toda manutenção é, necessariamente, uma modernização.
Máquinas só param quando as pessoas param: de operar, de manter, de cuidar…
Forte abraço

ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA
Reply to  Edson Parro
4 meses atrás

Imagina 12 anos de defasagem entre smartphones. Acredito que a barroso mereça uma boa atualização dos sistema utilizados em combate.

Ozawa
Ozawa
4 meses atrás

A construção mitológica bélica brasileira sobre “inimigos externos” para justificar gastos extravagantes com equipamentos e operações militares está vencida e apodrecida, há muito tempo. O emprego real das forças armadas brasileiras se realiza, a toda evidência e há décadas, majoritariamente na defesa civil ou, no que eventualmente lhe ultrapasse, nas ações de patrulha aérea, terrestre e naval, em suma, atividades de guarda nacional. “O inimigo agora é outro”. Aliás, sempre foi. Agora mais que nunca pela debacle econômica mundial. Dito isso como introdução, no tocante ao mérito da matéria, é uma boa notícia. Que venham outras anulações ou revogações necessárias… Read more »

snake
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

OZAWA mano nao acredito que li um comentario desses, deixa eu ver se eu entendi seu raciocinio, vc quer dizer que o brasil, um pais riqco em recursos naturais, com a maior floresta tropical do mundo, e sofrendo ameaças tanto da frança, tando do concorrente do trump a presidencia dos estados unidos, nao deve investir em meios capazes de impedir ou dificultar uma invasao inimiga? ce deve ta de zueira ne meu camarada, ou vc nao e brasileiro, mora em outro pais e fica comentando aqui, so pode ser uma das duas, ah e nao adianta apagar copiei aqui, for… Read more »

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  snake
4 meses atrás

Eu entendi o que ele disse de outra forma…

Esteves
Esteves
Reply to  snake
4 meses atrás

Cobra,

Não sobreviveríamos fora de um guarda-chuvas. Não no mar. Podemos lutar aqui dentro.

No mar, não há orçamento para sustentar uma guerra.

Snake
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Esteves mais se pensarmos assim nunca vamos ter nada, vc viu o que o concorrente do trump disse? Ja não bastasse a frança, agora tem outro, e esse ao contrato do macron pode fazer, gente paises nao tem amigos, nao da pra fica em guarda chiado o resto da vida, mais cedo ou mais tarde alguém vai cresce o olho, com certeza, pandemias, crises tudo isso passa, o que eu critico e o pensamento fo camarada OZAWA, po parece que o cara nem brasileiro é, defende umas coisas sem nezo e nem contexto, mais enfim deixa pra la

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  snake
4 meses atrás

Não adianta perguntar, ele não responde ninguem.

Doug385
Reply to  Space Jockey
4 meses atrás

Então tá igual. Eu também não leio o que ele escreve.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  snake
4 meses atrás

Ameaças… Ameaças, amigo, ameaças é sancionar um país de tal forma que implode de tanta pressão… Ameaça seria rotineiramente enviar meios militares para perto do território brasileiro sobre pretexto da Livre navegação ou lá o que seja, mas espionando e testando a resposta brasileira. Ameaça poderia ser muita coisa, o que não inclui o que tem sido dito ou feito pela França nem, no caso, pelo concorrente de Trump. Continue a dar ouvidos às tretas que o Bolsonaro e os seus semelhantes lhe dizem relativamente à recente “crise” com a França, sendo este um dos principais autores da mesma, tamanha… Read more »

R_cordeiro
R_cordeiro
Reply to  snake
4 meses atrás

Osawa é o novo kings.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  snake
4 meses atrás

Olhe o mapa. Invasão inimiga? O Brasil é defendido pela sua geografia. Quem vai invadir? Nenhum país limítrofe tem essa capacidade, mais não seja pelo tamanho comparativo de população, território e economia. Países de outros continentes teriam que deslocar centenas de milhares de militares, por milhares de quilômetros de mar para invadir uma roça grande como o Brasil. Quem tem essa capacidade hoje? Só os EUA, do qual somos aliados desde, deixe-me ver, 1822. Além do mais, qualquer interesse americano no país não precisa ser defendido militarmente, temos uma sociedade amplamente favorável aos americanos. Toda a nossa elite econômica, política… Read more »

Salim
Salim
Reply to  EduardoSP
4 meses atrás

Esqueceu a China, pode criar exército com 100 milhões combatentes, já esta bem evidenciado processo corrida armamentista deles. Já estão até comprando nossa infraestrutura.

Vitor Bruno Fonseca Rodrigues
Reply to  Salim
4 meses atrás

A China constrói navios e armas só por diversão e para fazer raiva nos americanos. As armas deles são os vírus. Vão ganhar as guerras sem disparar um tiro, míssil ou torpedo sequer…

Glasquis7
Reply to  EduardoSP
4 meses atrás

Isso é algo controverso em questão bélica. Acho que se alguém invadisse o Brasil não queria todo o território. Poderia tomar RS por exemplo e mantê-lo. O maior número , só se faria valer se esse contingente estiver disposto a se sacrificar pra retomar essa região e se o Brasil tem condições de equipá-los. Depois de tudo não adianta de nada ter 80 milhões de soldados se tem apenas 50 mil fuzis… a modo de exemplo.

jagderband#44
jagderband#44
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

“…a partir de decisões de comandos egocêntricos e oportunistas com o governo de plantão.”
Típico textão crítico ao governo.
Tens todo direito de fazê-lo, no entanto, é bom se acostumar com a democracia. Governo, talvez infelizmente, só se troca de 4 em 4 anos, e, para ser sincero, o executivo não executa nada, quem manda neste tipo de “democracia” é o legislativo e o judiciário.
É isso. Tenho dito aos que gostem ou não. E ponto final.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Me perdoe a sinceridade, as medidas de nosso presidente contra o corona estão em desacordo com qualquer lógica científica, na minha opinião qualquer despesa que não salve vidas deve ser contida afinal, o direito mais básico do estado é garantir a vida de seu povo, isso inclui o gripen, a Tamandaré, o ProSub, qualquer veículo blindado, tudo que não salve vidas deve ser pausado, diferente das contas que estão sendo feitas, um pai, uma mãe, um filho não tem preço, uma vida vale “tantos” empregos é uma conta que afronta o direito mais elementar de todo se humano, é um… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carlos Gallani
4 meses atrás

Ele está insatisfeito com a paralisação. Ele é militar. Paralisação = indisciplina, greve, desobediência.

Se ninguém pressionar para a retomada, o país fica na ressaca do carnaval até 2022.

Alguém deve cortar a corda frouxa e conduzir o país.

Prefeitos e governadores mostraram que preferem cruzar os braços.

Presidente, tamo junto.

Salim
Salim
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Militar quer dizer liderança, e infelizmente ele perdeu faz tempo. O presidente do congresso já e primeiro ministro, governadores já pularam ele faz tempo. Infelizmente ele e familia só atrapalham, um misto de patetas e bizarro. Todas as conquistas na economia e segurança foram eclipsadas por posições e declarações sem nexo dele e familia. Temer cresceu o PIB mais do que ele sem reformas, Guedes e lento e esta sem liderança capaz. Veja o fiasco na quebra hierarquia na polícia Ceara. E triste porem Brasil esta atolado. Quem precisa toda hora lembrar que e o presidente/líder revela sua fraqueza. Ele… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
4 meses atrás

Vai lá.

Trazer o ladrãozinho e a turma da ladroagem de volta só depende de nós.

Salim
Salim
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Caro Esteves, náo da pra tapar sol com peneira, tem que consertar rumo antes que Brasil ande pra traz. Tem apaziguar pais, náo da pra entender, tem td pra dar certo e faz um deserviço deste.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
4 meses atrás

Rumo. O país perdeu o rumo da ética e da vergonha na cara. Qualquer prefeito de qualquer cidade virou. Aqui o sindicato dos transportes presidido por um vereador que lançou-se candidato a vice pelo PSOL paralisou o transporte público. Trabalhadores informais e terceirizados perderam a mobilidade. Estão em campanha pelas ruas. Sindicatos. Falar em trazer de volta o pior tipo de gente que vendeu a pátria a ditaduras, aos cubanos, que remeteu bilhões aos europeus, que foi buscar comissão na França, que lavou dinheiro em joalherias e que tratou a mandioca como a maior invenção da humanidade, não dá. –… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Penso que vc deve ser capaz de bem mais do que isso. O Brasil é muito mais do que Bolsonaro e Lula/PT. Se critica-se Bolsonaro é porque a pessoa é petista/comunista? Se se crtica o PT/Lula é porque a pessoa é bolsominion /fascista? O Brasil é muito mais do que essa maldita dicotomia. Quanto ao combater à pandemia, que Bolsonaro olhe o que seu amigo Trump está fazendo nos EUA. Isolamento total até 30 de abril. Isso depois de Trump dizer que não esse vírus era nada grave. Hoje ele percebeu o erro que cometeu lá atrás. Voltar agora seria… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Salim
4 meses atrás

“Infelizmente ele e família só atrapalham, um misto de patetas e bizarro”.

Exatamente !

Adhemar Moreira
Adhemar Moreira
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Prefeitos e governadores cruzando o braço?
Tá falando de qual país? Ainda bem que ninguém obedece esse presidente irresponsável!

Joao Moita Jr
Reply to  Adhemar Moreira
4 meses atrás

Está mais para palhaço que presidente.

Esteves
Esteves
Reply to  Joao Moita Jr
4 meses atrás

Circo não funciona sem palhaço.

Alessandro
Alessandro
Reply to  Joao Moita Jr
4 meses atrás

Então viva os palhaços João, são trabalhadores humildes que só querem fazer o BEM para as pessoas levando ALEGRIA.

Muito melhor do que idolatrar B A N D I D O S que assaltam os cofres dos países, e depois usam o pobre como escudo em nome de um socialismo doentio que não serve para nada ao povo, apenas aos interesses desses malacos velhos da política com é o caso desse Bernie Sanders.

Ozawa
Ozawa
Reply to  Joao Moita Jr
4 meses atrás

Prezado João Moita Jr, Mesmo entendendo sua alegoria discordo dela em respeito à tão digna categoria artística que é a dos palhaços. Palhaços fazem rir, tem empatia, transmitem compaixão, e não fazem malabarismos com a vida alheia. Em suma, o avesso do mandatário dessa duplamente desgraçada nação brasileira, não só contaminada por uma pandemia, mas, pior, por uma ideologia, talvez mais letal. Triste ver como milhões de pessoas entregaram a nação nas mãos de um indivíduo, em conformidade com seu pífio e repulsivo histórico pessoal e profissional, sem compaixão ou respeito pelas mortes havidas ou potenciais se não houver estrita… Read more »

Adhemar Moreira
Adhemar Moreira
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Faço minhas , suas palavras!
Parabéns!!!👏👏

Vitor Bruno Fonseca Rodrigues
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Histórico pessoal e profissional satisfatório tinha o ladrão de 9 dedos… É cada um que me aparece…

Esteves
Esteves
Reply to  Adhemar Moreira
4 meses atrás

Perderam tempo precioso exercendo a vaidade e o ego.

Bando de maloqueiros.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Adhemar Moreira
4 meses atrás

É no momento de crise que entendemos as limitações das pessoas, infelizmente falta capacidade para o nosso presidente lidar com uma crise deste porte que convenhamos, não é pequena!

Esteves
Esteves
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Exato. Toda a doutrina, todos os estudos estratégicos como END, PAEMB, PEAMB, teses, constroem a argumentação à partir desses pilates. Orçamentos para gastar porque: . O inimigo externo . O PIB . A independência . A projeção do poder . A ZEE . A incerteza da diplomacia . Os empregos gerados por uma BID A apresentação do atual CN mostrou nossos sonhos de verão nas costas da África. E submarinos protegendo plataformas de petróleo. Faz sentido reformar os orçamentos públicos, adequando-se à realidades não esquizofrênicas optando por alianças com a única potência coadunada com nossa história. EUA e OTAN. Parar… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Com todo respeito Mestre Ozawa,

A arte amadurecida do emprego de suas palavras não correspondem a perícia da arte da defesa militar necessária ao caso.

Uma corveta atualizada com sistemas de combate similares as novas Tamandares fará falta. Fossem duas dúzias delas vá lá
… para quem não tem nem dez Meios de combate, 1 a menos é perda de mais de 10%…e estamos perdendo bem mais que isto.

Gostaria de detalhamento a respeito do que é de fato inviável.

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
4 meses atrás

Mestre,

Permita meu metimento.

Foco. Não existem recursos. Se não tivesse ocorrido a capitalização da Emgepron, aonde e deponde na MB haveriam recursos financeiros para assinar um contrato de bilhões de euros com as moedas (dólar e euro) disparando no mundo todo?

Possível tudo é.

Acho que o detalhamento do contrato e do negócio não mostram.

KMjH
KMjH
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Prudência e sofisticação

Liberalismo
Cê curte?

Enes
Enes
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Quem é esse cara?

A C
A C
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Com todo o respeito aos colegas criticos do comentario do colega Ozawa, recomendo que o leiem novamente. Lembrem-se daquelas aulas de interpretacao de texto que nos livrou do mal chamado “anafalbetismo funcional”.
Uma boa semana a todos.

De Luca, Vicente Roberto
De Luca, Vicente Roberto
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Sr. Ozawa. Não é elegante encerrar a vossa participação em um debate, com a colocação “Tenho dito…E ponto final”. Nítida postura de uma suposta supremacia, inexistente, por oportuno, perante vossos colegas do fórum, e desprezo com o trabalho desenvolvido pelo site que nos hospeda. Com certeza, todos os colegas podem nos ensinar algo e suas colocações são sempre valiosas. De plano, como ex-militar, refuto, de forma veemente, o seu penúltimo parágrafo. Desconheço vosso lustro sobre a estrutura militar brasileira, em termos de cultura, pessoal, história e, principalmente, de valores morais, atinentes às três forças singulares. E antevejo qualquer ausência de… Read more »

Leandrokubiack
Leandrokubiack
4 meses atrás

E agora qual será a compensação?

Roberto Bozzo
4 meses atrás

Bem, isso posto, a MB ainda pretende atualizar Barroso ??? Talvez trocar o canhão de 4,5 polegadas por um 76 mm ?

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Roberto Bozzo
4 meses atrás

Vai Fazer Nada … só usar ate rachar o bico, com a promessa de comprar uma ou duas novas Tamandarés um dia

Vilela
Vilela
Reply to  Roberto Bozzo
4 meses atrás

Perfeito. O que foi dito é que não vai modernizar pelo contrato das fragatas leves. Não entendi como não vai modernizar de forma alguma, apenas no tocante ao contrato! simples!

Wellingtonsoares2020
Wellingtonsoares2020
Reply to  Roberto Bozzo
4 meses atrás

Também acho que deveriamos alterar para um oto melara de 76mm, ajudaria na capacidade antiárea, além disso deveriam equipar eles com misseis block 3, já está na hora de termos a capacidade de atingir um navio passando da barreira da centena.
Pelo o que eu verifiquei, as tamandarés receberam o radar artisan 3d, deveriam instalar na barroso também.
Agora sinceramente, não entendi até hoje porquê os nossos patrulhas amazonas são tão mal armados, daria tranquilamente para chegar no nível da Barroso, com misseis antinavio e um canhão de 76mm. Na guerra tudo vale, ainda mais em nossa situação atual.

Zorann
Zorann
4 meses atrás

Vão modernizar o que na Barroso? Ou vão mesmo deixar o navio ficar obsoleto? Ou vão deixar de fazer PMG para transforma-la em uma nova Inhaúma?

Navios passam por modernizações durante sua vida útil. Deixar de modernizar a Barroso é um erro enorme. isto é mais uma amostra da falta de planejamento.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Zorann
4 meses atrás

Mas parece-me que a tal “modernização” só não será uma “padronização” com a Tamandaré! O tal do “off-set”.
Mas, não entendi (pelo texto da matéria) que a Marinha do Brasil não fará modernizações na Barroso.
Mesmo porque, agora, din-din não há e talvez não haja a imediata necessidade.

Robert Smith
Robert Smith
Reply to  Zorann
4 meses atrás

Zorann, que vai ter o PMG vai ter sim… ainda pq sem essa manutenção programada a Barrosa vai, eventualmente parar… O que não vai acontecer, pelo que entendi, é fazer uma modernização que “Padronize” os equipamentos e armamentos da Barroso com os das novas Tamandaré’s… imagino que deve haver algum detalhe técnico que inviabilize armar a mesma com o Seaceptor e outros de seus sistemas… creio que a troca do canha de 4.5″ por um Oto rapid gun de 3″ vai ser feito de todo modo ainda pq não vai ter mais apoio técnico do fabricante do canhão Britânico… e… Read more »

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Robert Smith
4 meses atrás

Correto.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Fernando XO
4 meses atrás

Correto quanto ao início do comentário… haverá PMG e alguns equipamentos e sistemas serão atualizados.

Salim
Salim
Reply to  Fernando XO
4 meses atrás

Caro Fernando, se náo estou enganado a classe inhauma e baseada em projeto alemão, com colsultoria deles para fabricação dos mesmos, visto que esta classe teve baixo desempenho no atlântico sul sendo resolvido na evolução classe Barroso. As tamandares são de projeto alemão e náo tem histórico serviço mar aberto, náo seria um risco elevado basear novamente projeto alemão, visto que os mesmos estão com problemas sérios em barcos entregues a marinha alemã ?! Agradeço antecipadamente sua possível opinião técnica.

Tutu
Reply to  Salim
4 meses atrás

As Inhaúma não são um projeto alemão, são um desenho original brasileiro feito com consultoria alemã com base no que tínhamos apreendido com o TOT das classe Niterói.

Salim
Salim
Reply to  Tutu
4 meses atrás

Caro Tutu, as correções da classe Barroso se baseiam classe Niterói, bochechas maiores e aumento altura proa, também maior área com voo. Como disse baseado e m projeto alemão e com consultoria dos mesmos. Se vc olhar desenho proa das inhauma não tem nada ver com classe Niterói.

Tutu
Reply to  Salim
4 meses atrás

Caro Salim, no que tange os erros de projeto: “Nos tanques de prova do SSPA (Statens Skeppsprovningsantalt) em Gotemburg, na Suécia, realizaram-se os principais testes com o modelo do casco: resistência à propulsão, manobrabilidade e comportamento no mar. Os testes foram positivos, contrariando experiências anteriores no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas, em São Paulo) que indicaram possíveis problemas de mergulho da proa, com embarque de água, em mar grosso. Acabou se confiando mais nos testes suecos, o que depois se mostrou como um erro: o IPT é que estava certo.” Sobre a origem do projeto: “O Projeto Corveta foi desenvolvido… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Tutu
4 meses atrás

“…problemas de mergulho da proa, com embarque de água, em mar grosso.”

Dúvida.

Esse mergulho da proa com caturro foi consequência de/para se manter um casco veloz e estabilizado para o tiro?

Salim
Salim
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Caro Esteves. A velocidade de 30 nos de Inhaúma/Barroso e Niterói se deve a ser escolta de grupo combate baseado em porta aviões que precisa desta ordem de velocidade para lançamento aeronaves e fuga de ataque submarino ( bicho papão para NAE ) e as escoltas tem acompanhar. As inhaúmas tem falta estabilidade e mergulho de proa anormal em mar bravio característico atlântico sul, impossibilitando dos mesmos entrar em combate nestas condições, alem de moer tripulação, foram corrigidos , conforme noticiado na classe Barroso com caracteristicas casco das Niterois.

Salim
Salim
Reply to  Tutu
4 meses atrás

Caro Tutu, experiencia Propriá, 7,5% de mão de obra alemã, geralmente os gerentes projeto, prova disto foi desprezar testes IPT. Náo estou desmerecendo ninguém, só alertei para o histórico alemão nas inhaúmas e as dificuldades dos barcos produzidos lá para marinha alemã e a falta histórico destcasco atlântico sul. Só tenho está duvida e abri comentário pois o pouco que teremos sera estas 4 tamandares. Seus comentários são extremamente instrutivos sobre inhaúmas, os quais agradeço.

Mercenario
Mercenario
Reply to  Robert Smith
4 meses atrás

O canhão 4,5” continuará em operação na RN por décadas e vem sendo mantido pela Babcock.

E na MB ainda vai levar muito tempo para ser substituído.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Robert Smith
4 meses atrás

eu pensava exatamente assim, Sea ceptor talvez nao de pra instalar, mas outros sistemas vao colocar/trocar, mas agora nao acho que vao fazer nada mesmo

Augusto L
Augusto L
4 meses atrás

Facil obriguem no offset a adicionarem um novo sistema de combate.
Assim n ficaria difícil a integração

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

Se o sistema da Barroso é de difícil modificação manda arrancar e colocarem um novo, igual aos das Tamandares.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

Mas se mesmo assim for bem custoso trocar o sistema, isso so demonstra o erro de projeto que foi a Barroso, pouco modular e seu sistema é fechado.

Mauricio Pacheco
4 meses atrás

Tem horas que eu fico com vergonha de comentar aqui, são tantos especialistas, de tantas especialidades, que eu penso que os integrantes do alto comando militar Brasileiro, não sabem de nada!

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

vai por mim… muitos sabem mesmo não.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

Sim, nosso comando sabe tanto que está tudo dando certo, não tem problema em lugar nenhum, as opiniões aqui são descalabros eclipsados por uma histórica sucessão de bom planejamento, nossas inoxidaveis forças certamente não deixam margem para nenhum debate afinal, qual função da opinião publica em uma democracia onde as forças armadas representam qualquer coisa acima de um ideal de perfeição nao é mesmo?!

mascus
mascus
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

Qual o valor do offset? Poderiam converter esse offset em 50% do valor de uma fragata nova, da classe Tamandaré? Seriam 4 fragatas, e em uma quinta fragata, a Marinha pagaria 50% do valor da aquisição.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

algum deles não sabem mesmo, vi muitos erros no passado que me dá ódio

Salim
Salim
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

UE e só VC olhar a situação atual de nossa marinha de guerra, se VC ta achando bom, td bem da um joinha pro almirantado. Velhinha de Taubaté existe.

Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
4 meses atrás

Prezados,

No caso da Barroso, o custo de uma padronização com as FCT não é compensatório. Isso não significa que ela ficará sem uma modernização. Só não será elevada ao mesmo padrão das FCT.

A MB espera nos próximos anos, assinar termos adtivo para obtenção de outras duas FCT, totalizando 6 unidades.

Ademais, a MB poderá adquirir navios escolta por oportunidade, desde que os navios se enquadrem nas especificações pretendidas e não prejudiquem a obtenção das 6 unidades das FCT.

Abraços

souto
souto
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

Amigo Luiz Monteiro qual seria os navios escoltas usados
que temos no mercado que sirva para MB?

Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

Prezado Souto,

Para te responder essa pergunta seria necessário avaliar cada navio que estivesse disponível para obtenção. No momento, a MB não está avaliando qualquer navio de escolta para obtenção.

Navios que me chamam a atenção, pela semelhança no armamento e outros sistemas com as futuras FCT, são as FREMM italianas e as FREMM ou mesmo as FRIDA francesas.

Porém, para obter tais meios, além do valor de sua obtenção, seria necessário avaliar os custos de operação e de manutenção destes meios, os quais desconheço.

Grande abraço

Xerem
Xerem
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

Exatamente mais e dificil o povo daqui entender , mais e claro nem todos e as vezes tem que desenhar como voce fez !

GILBERT
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

Deus te ouça meu caro, encomenda duas com opção para + duas e de der certo com muita fé conseguiríamos 8 FCT

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  GILBERT
4 meses atrás

Eu entendo muito bem a enorme diferença de uma fragata para um corveta mas sinceramente, prefiro 10 Tamandarés obviamente novas que meia dúzia é outra meia dúzia de navios maiores usados, nossas despesas tem que ser muito bem pensadas!

Vovozao
Vovozao
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

28/03/2020 – sábado, bnoite, sr. Luiz Monteiro, a pouco tempo houve algum comentario, que a MB, estaria interessada nas Brandemburgo, entretanto, ao nesmo tempo nosso amigo Dalton, postou que as mesmas so seria descomissionadas apos 2026, sendo assim, todos sabemos que com a vitoria da TKMS para produção das FCT, poderia facilitar uma demonstração de interesse da MB???? Hoje os alemaes possuem a classe F125 quase completamente operacional???? Uma coisa todos savemos, MB, não abriria mão de um projeto se nao houve alguma perspectiva mais a frente, uma aquisicao de oportunidades no caso Brandemburgo 4 fragatas que a midia informa… Read more »

ALEX TIAGO
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

Boa noite vovozao. A Brandenburgs já estão bem usadas de 24 a 26 anos de uso eu prefiro que sejam as classe sachsen são mais novas mesmo eu achando que não seria possível mesmo assim penso que navios japoneses deveriam ser cogitados abraço.

Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

Prezado Vovozao, Como disse antes, desconheço estudo da MB para obtenção, por compra de oportunidade, de navios escolta neste momento. Para obtenção das fragatas da classe Brandenburg, precisaríamos saber se eles querem vender, por quanto, e, principalmente, em que estado estão estes navios. Sem uma avaliação completa, seria difícil dar uma opinião. No meu comentário citei as FREMM e FRIDA porque italianos e franceses já informaram que poderiam vender até 4 unidades para outras marinhas. Por fim, relembro que desconheço qualquer tratativa da MB para obtenção destes meios. Foi só minha opinião, vez que a MB deverá obter escoltas por… Read more »

Luís Henrique
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

Caro Luiz Monteiro, Entendo que a compra de oportunidade ocorra principalmente pela falta de recursos para se comprar unidades novas, de preferência construídas no Brasil gerando empregos, renda, tecnologias, etc. Portanto algumas opções que já foram discutidas são fragatas OHP americanas, fragatas Type 23 britânicas, fragatas La Fayette (2 unidades) francesas, etc. No caso das FREMM francesas ou italianas, seria um navio praticamente novo e mais poderoso que as Tamandaré que estamos adquirindo. O problema é que custariam até mais caras que as Tamandaré novas. Nesse caso não seria mais adequado construir no Brasil uma FREMM ou uma Meko A400… Read more »

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

Caro Almirante, muito obrigado pelos esclarecimentos. Quando li a matéria torci p/ que o sr nos brindasse c/ seus comentários, que vão na linha do que pensei, a MB desistiu dessa atualização visando a padronização c/ as Tamandarés, mas não desistiu de uma atualização em outro nível. Abs.

EdcarlosPrudente
EdcarlosPrudente
Reply to  Luiz Monteiro
4 meses atrás

Olha, gastar dinheiro que não tem na aquisição de meios usados que necessitam de reparos ou manutenções dispendiosas pode comprometer a possibilidade de esticar a encomenda de quatro para seis das FCT.

O melhor é manter operando, de forma restrita, os meios existentes pelos próximos anos e trabalhar para que não haja atrasos no programa das FCT.

Saudações!

Marcelo R
Marcelo R
4 meses atrás

Podemos considerar que a Barroso e apenas uma unidade, já está bastante rodada, tem limitação de espaço para novos sistemas e principalmente por que a contrução das quatro unidades novas, não tem mais prazo para iniciar , devido a mais um probleminha econômico que o Brasil já está passando , mas não sabemos o tamanho do que ficará isso para todos nós próximos meses…o cenário econômico não me parece nada promissor para o futuro……

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Marcelo R
4 meses atrás

O navio não está bastante rodado. Desde a incorporação dele a Armada passaram-se apenas doze anos, de um navio com uma expectativa de vida útil de trinta ou mais anos. Ou seja, não atingiu sequer metade de sua vida útil programada.

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  2Hard4U
4 meses atrás

A Barroso vai receber peças sobressalentes das unidades das Niterois que serão desativadas,temos que usar e planejar o que temos.Bom custo beneficio
usar peças disponíveis .e ainda relativamente moderna na região.

ALEX TIAGO
Reply to  Paulo Costa
4 meses atrás

Poderia aproveitar o sistema de defesa antiaérea das Niterói seria muito bom se fosse possível.

Robert Smith
Robert Smith
Reply to  ALEX TIAGO
4 meses atrás

Alex… o problema e exatamente esse… “…for possível” para colocar o Aspide SAM na Barroso só se tirar o canhão de 4.5 e colocar o sistema no seu lugar ou, pior, desativar a operação de helicópteros e colocar o sistema na pista de pouso dos mesmos….
Para o Teatro de operações Sul Americano creio que o armamento dessa única Barroso esta razoável… consideraria a substituição do canhão de 4.5 pol por um peça da Oto de 3″, que tem uma utilidade muito maior na defase aérea como muito interessante e de custo/complexidade bem viável…

Xerem
Xerem
Reply to  Marcelo R
4 meses atrás

Barroso bastante rodada onde ? Meu Deus ela pode servir ainda uns 25 anos meu caro ,porem tem que modernizar de vez enquando o que nao pode ser feito e uma modernização padronizada com as Tamandarés !

Senta pua
Senta pua
4 meses atrás

Já estou vendo que teremos as 4 Tamandarés apenas. Isso se forem feitas. Quando nossa marinha será realmente uma Marinha de respeito?

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Senta pua
4 meses atrás

Melhor seria ter uma Guarda Costeira de respeito!

Guilardo Pedrosa
Guilardo Pedrosa
Reply to  Adriano Luchiari
4 meses atrás

A compra do a NAE São Paulo foi um erro. As corvetas classe Inhauma mal projetadas. Os sumarinos classe Tupi ja não navegam. Os caças Sky outro erro. Não se consegue a modernização da Barroso. Porquê não terceirizar a marinha, seria bem melhor.

José Carlos de Oliveira
Reply to  Guilardo Pedrosa
4 meses atrás

As Fragatas e Corvetas que irão sair de serviço repassem para o Uruguai, que lá terão uma sobrevida

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Adriano Luchiari
4 meses atrás

Para começar tem que ser uma guarda costeira de respeito, pra começar!

Vitor
Vitor
4 meses atrás

A Matéria trata que a Barroso não receberá Offset do Consórcio Aguas Azuis como contrapartida da aquisição da classe Tamandaré. O que deu a entender foi que a MB estudou implementar vários equipamentos que vão ser de série nas Tamandaré no casco da Barroso, o que entendo ser desafiador. Adaptar navio nunca é uma solução adequada.

Isso não impede que a MB em 2023 (quando unidade completar 15 anos) quando tivermos superado a crise do COVID-19 e Econômica, realize um mid life upgrade nela com uma solução especifica pra ela.

Alexandre
Alexandre
4 meses atrás

Com isso, provavelmente em 2035 a Corveta Barroso sairá de operação. Isso se não sair antes…

Glasquis7
Reply to  Alexandre
4 meses atrás

Pra se manter vigente até 2035 precisa de modernização.

Alexandre
Alexandre
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

Então ela só durará até os próximos dez anos, ou seja, até 2030 ela ficará em operação, já que a Marinha não pretende mais modernizar a corveta Barroso.

Alexandre
Alexandre
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

É uma pena, pois esta corveta Barroso é muito boa, e a Marinha deveria investir na construção de mais corvetas deste mesmo tipo.

Esteves
Esteves
4 meses atrás

Tá. Faz sentido.

Mas se a MB retirou a compensação da modernização da Barroso do contrato de aquisição das Tamandarés, significa que a MB optou por investir no novo e deixar o antigo…operando.

O que disseram para escolher o alemão?
. Offsets compensatórios incluindo Barroso, IKL e Itaguaí.
. Alemão faz navio bom.

Barroso caiu. Vamos ver se o resto continua.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Quem sabe, se “não off-set”, seja uma economia no projeto, nestes momentos mais que bicudos?

Esteves
Esteves
Reply to  Edson Parro
4 meses atrás

Pode ser…pode ser.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Esteves
4 meses atrás

28/03/2020 – sábado, bnoite, Esteves, eu sou apenas um entusiasta, e, pergunto…….será que os comandantes estejam falando seja…….. não iremos exercer a compensação por que
corremos o risco de acontecer o mesmo problema que aconteceu com os submarimos……dos 5, hoje so temos operacional 1…. temos hoje…9 escoltas…..entre estas 9…..
quantas realmente estao operacionais….. ter atracadas não quer dizer que sejam/estejam operacionais… entao a partir de 26/27, quando acreditamos ja ter uma FCT operacional, e, se ate la houver alguma compra de oportunidade, poderemos e deveremos fazer a atualuzacao, ela poderia aguardar uns 5 anos?????

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

Vovozao,

Leio tudo aqui. O que comento, tonteria minha.

Acho que o prazo do contrato é longo. As moedas dispararam. Melhor conseguir mais por menos X arrumar coisa velha.

Em 26/27 serão mais 6 ou 7 anos para a Barroso. Mantê-la operando faz sentido. Investir novidades sistêmicas no casco antigo, com geração de energia projetada nos anos 2000 (evolução das Inhaúma) não sustentariam novidades sem alterações profundas.

Acho.

E sempre será um navio dos anos 2000.

Acho que compra de oportunidade não vem. Nenhuma Marinha tem navio dispensável.

Acho também.

rommelqe
4 meses atrás

Em suma, entendo que a grande maior parte dos sistemas previstos para as Tamandares não seriam facilmente integraveis à Barroso. Aqueles itens que, por exemplo, requeiram intervir com cortes no casco implicariam não só em alto custo como também, e principalmente, um período muito longo de indisponibilidade. Há também uma questão relacionada ao lay-out interno. Todos aqueles sistemas que resultem na necessidade de modificar a posição de um infimo sistema de concidionamento de ar, por exemplo, ja representa uma intervenção tão grande em outros sistemas que pode inviabilizar a modernização pretendida. Mas ha aquele que me parece ser o maior… Read more »

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  rommelqe
4 meses atrás

Partilho da mesma opinião, qualquer tentativa de se modernizar a Barroso com recurso a grandes intervenções estruturais seria inviável pelos mais variados motivos. A Barroso, um “bom” projecto, tem proveniência directa de um projecto não tão bom, cuja uma das principais deficiências era precisamente a sua instabilidade recorrente do mau planeamento estrutural e consequente instalação da peça principal. Navios terríveis de navegar portanto. Embora a Barroso não conte com este problema, eu pessoalmente não optaria por fazer grandes alterações na sua estrutura, tanto por este como por outros motivos. A nível económico, seria necessárias somas largas de dinheiro, muito superiores… Read more »

rommelqe
Reply to  Peter nine nine
4 meses atrás

Pois é caro Peter 99, a Barroso foi uma evolução das Inhaumas no que tange ao casco (incorporando várias otimizações hidrodinâmicas) e atualização em inúmeros sistemas de bordo; aliás, conheço vários engenheiros brasileiros que trabalharam nesses dois projetos e afirmo que a partcipação de terceiros, sempre bem vinda, não foi suficiente para descaracterizar o fato de que sua origem é brasileira. Mas hoje, logicamente, esta defasada. Concordo contigo que o “recheio eletronico do patrulhão” possa e deva ser atualizado em certos niveis. MAs nada que venha a interferir na estrutura e disposição de massas. O melhor é acelerar as fragatas… Read more »

Salim
Salim
Reply to  rommelqe
4 meses atrás

O que me cria dúvidas. Projeto Barroso e nosso, conhecemos bem barco. Sera que existe esta opção offset Barrosso no contrato!? Se esta no contrato, nos propomos a onerar contrato de algo que deveríamos saber teoricamente ser inviável!?! Como sera organizado pmg da Barroso e revitalizacao das 3 niterois,visto que a primeira Tamandaré ficara operacional final desta década. ( construção 4 a 5 anos e 2 a 3 testes mar pois e um barco novo nesta classe de projeto e com operação atlântico sul.

Renan
Renan
4 meses atrás

Não precisa ser no padrão das Tamandaré

Basta modernizar para rodar mais 15 anos e tá ótimo.
O que tem que rolar é a compensação.
Talvez ajudar na reforma dos submarinos do Brasil algo tem que ser feito
Compensação.

Esteves
Esteves
Reply to  Renan
4 meses atrás

Isso pode.

Transfere a compensação para Itaguaí.

Satirycon
Satirycon
4 meses atrás

Prezados, a questão provavelmente é econômica. A Barroso demorou muito tempo a ser construída/concluída, e seus sistemas, apesar de relativamente novos (12 anos?), Refletem o conceito inicial do projeto. Portanto, a implementação dos sistemas das FCT provavelmente implicaria na substituição de quase a totalidade dos sistemas da Barroso além de um híbrido no controle da propulsão (que é completamente diferente). E se for para gastar quantia tão vultuosa, melhor fazê-lo num casco novo, ou assim pensou a MB
É gastar vela boa em defunto ruim.
Mas a Barroso será modernizada, em algum momento.

Nilson
Nilson
Reply to  Satirycon
4 meses atrás

Acho que vc matou a charada. A Barroso é relativamente nova (12 anos), mas demorou anos para ser construída, é o projeto é bem anterior. Ou seja, uns vinte e tantos anos de defasagem com as FCT. Colocar sistema novo em carcaça de projeto antigo é bem difícil, caro e arriscado, foi o que a Marinha concluiu. Sei que é expressão de linguagem, mas talvez tivesse outra melhor do que chamar a Barroso de defunto ruim, nem é defunto e nem é ruim kkkkkkl

R_cordeiro
R_cordeiro
Reply to  Satirycon
4 meses atrás

Breve resumo de como funcionam compras de material bélico pelo Brasil, em 10 passos. 1) Estude sua necessidade, gaste horas e dinheiro com isso! 2) Elabore um projeto complexo, com tudo o que vc sonha. 3) Abra uma concorrência para o material A conforme necessidade apontada. 4) Escolha o participante não levando em conta seu projeto e peça para transformar o projeto dele em A+. 5) Inclua na compra a transferência de tecnologia do projeto estrangeiro, triplicando o preço. 6) Gaste o triplo nisso tudo. 7) Receba metade do combinado. 8) Demore 20 anos para tentar usar a tal transferência… Read more »

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
4 meses atrás

Como estamos sem navios..vou sonhar aqui.
As 4 alemães e umas 6 AB, até a chegada das Tamandares. Pronto..rsrse

Ricardo Barbosa
Ricardo Barbosa
4 meses atrás

Tirem um pouco do peso da Barroso (substituam o canhão principal por um mais leve, por exemplo ) e a transformem num patrulheiro oceânico

Vitor
Vitor
Reply to  Ricardo Barbosa
4 meses atrás

La na frente, final da decada de 20/inicio da decada de 30 faz sentido.

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno
4 meses atrás

O plano é manter as duas unidades de escolta da esquadra: primeira (3 FCN + 1 CCB) e segunda (4 FCT)

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Significa que querem trocar todos seus navios de ataque para iguais aos que compraram recentemente. Então acredito que uma compra de pelo menos mais duas unidades nos próximos 4 anos.

Jhon
Jhon
4 meses atrás

A modernização da Barroso não poderia servir digamos de ensaio, para as futuras Tamandaré? No meio tempo de entrega do primeiro navio de 4 anos e depois mais ensaios de aceitação +2 ou 2 anos, não dá para fazer a Barroso de laboratório o navio está pronto, faltaria o novo recheio eletrônico.

Delfim
Delfim
4 meses atrás

Sai mais em conta retirar os sistemas sofisticados e reclassificá-la como OPV.

Guilardo Pedrosa.
Guilardo Pedrosa.
Reply to  Delfim
4 meses atrás

A única coisa que engenheiros brasileiros fizeram, digno de elogios, foi manter a frota de F,-5 da FAB voando, e bem Te hoje. Porquê o pessoal da Marinha não se aconselha com os técnicos da FAB ?

Dalton
Dalton
Reply to  Guilardo Pedrosa.
4 meses atrás

Nenhuma necessidade de “aconselhamento” com a FAB por conta de manter
os F-5 voando, já que as 6 fragatas classe Niterói foram modernizadas entre 1998 e 2006 o que permitiu e ainda permite, por exemplo o emprego de 4 delas em missões no Líbano e domina-se também os ciclos de manutenções de submarinos, o “Tupi” já tendo ultrapassado a marca de 30 anos.

Pedro Moura
Pedro Moura
4 meses atrás

Aí me pergunto: o que se aprende nas universidades/faculdades e afins? Será que de lá ninguém tem projetos ou fazem estudos na linha de defesa?

E qual a dificuldade em haver intercâmbio entre nossas IES com outras de países que tenham uma indústria de defesa desenvolvida?

Nossa faculdades e universidades federais não possuem docentes capazes de criar um plano de desenvolvimento e troca de experiências com empresas do setor de defesa de países exportadores desse material?

Pedro Moura
Pedro Moura
Reply to  Pedro Moura
4 meses atrás

Complementando:

Agregue-se a isso nosso ministério de responsável por este setor.

Esteves
Esteves
Reply to  Pedro Moura
4 meses atrás

Resposta afirmativa para todas as perguntas.

Dizem que falta o que não pode faltar e que provocada a interrupção em planos, projetos e programas.

Grana. Muita grana.

Veja os preços dos equipamentos e meios de Defesa dos países exportadores de armas e que contam com estaleiros e indústrias com mais de 100 anos.

Entramos na casa dos bilhões de dólares e de euros. Americanos estão na casa dos trilhões.

Com essa gripe…se os orçamentos de Defesa estavam sendo criticados em todo mundo antes dela…imagino dificuldades muito maiores para gastar dinheiro público com Defesa.

Muito maiores.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Esteves
4 meses atrás

A Barroso requer uma defesa AA decente. Retirar aquele 40 mm.e colocar um sistema moderno (CIWS), ou um modulo a la Pantsir.. Trocar a arma de 5 pol. não resulta em benefício real. a não ser o custo da munição.

Vilela
Vilela
4 meses atrás

O que foi dito é que não vai modernizar pelo contrato das fragatas leves. Não foi dito que não vai modernizar de forma alguma, apenas no tocante ao contrato! simples!

Carlos
4 meses atrás

Em outros termos, vai ser abandonada e sucateada…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 meses atrás

Sempre achei bonitas essas corvetas. Não tive a oportunidade de conhecê-las. Um companheiro de turma da EPCAR, o Camarinha, foi cmt da Inhaúma durante as buscas do AF447. Hoje é prático no Rio. Sofrendo…

Glasquis7
Reply to  Rinaldo Nery
4 meses atrás

Nossa Coronel, um Comandante de navio como prático? Isso é um desperdício de conhecimento técnico.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

Glasquis, são 100 mil de salário…

Glasquis7
Reply to  Rinaldo Nery
4 meses atrás

Entendo Coronel, mas o fato de ganhar mais não que dizer que não seja um desperdício de conhecimento.

É o que ocorre na Aeronautica com os pilotos. As Forças Aéreas perdem seus pilotos pra aviação comercial por questões de salário.

Conheço um Piloto de Caça que foi pilotar Zepelin Promocional por que paga mais.

Flanker
Flanker
Reply to  Glasquis7
4 meses atrás

O sofrendo foi irônico…..prático ganha mais que qualquer comandante….ganha mais que qualquer Almirante…..

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Flanker
4 meses atrás

Flanker, Contra Almirante ganha 18 mil.

Flanker
Flanker
Reply to  Rinaldo Nery
4 meses atrás

Sim, Nery. Por isso eu escrevi que o prático ganha mais que qualquer almirante…..faltou eu dizer que ganha MUITO mais que qualquer almirante….

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
Reply to  Rinaldo Nery
4 meses atrás

Já servi em uma delas. O tanque séptico de detritos, ficava localizado embaixo da coberta de rancho. Foram uma das falhas de projeto, além do embarque da água na proa, quando em alto-mar.

forummw
forummw
4 meses atrás

Me parece uma desculpa para dizer que o real motivo é a falta de recurso.

Lembrando que nao “falta” recurso pois temos um dos maiores orçamentos militares do planeta, mas é tudo desperdicado com salarios, beneficios e aposentadorias.

A Marinha quase nao tem mais navios de guerra mas mantém mais de 90mil militares na ativa. Para quê, ninguem sabe explicar.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  forummw
4 meses atrás

Não tem mais de 90 mil.

Wellingtonsoares2020
Wellingtonsoares2020
4 meses atrás

Sou leigo no assunto, mas realmente uma modernização incluindo a instalação de um sistema VLS seria extremamente complicado, isso ao meu ver. Na minha opinião seria melhor fazer modernizações um pouco menos “complicadas”, sendo ao meu ver: 1. modernização do sistema de radares, que segundo informações, as tamandarés terão a disposição o artisan 3D, porquê não colocar na Barrosa também; 2. alteração para uso de exocet block 3, elevando a distância de alcance para centena; 3. não era melhor trocar o canhão para um oto melara de 76mm, considerando o uso para defesa antiárea também ? Agora na minha opnião… Read more »

Flanker
Flanker
4 meses atrás

Se não vai ser realizada uma modernização nos moldes das Tamandaré, não quer dizer que não haverá modernização alguma. Penso que uma revitalização estrutural de meia-vida, somada à uma atualização/substituição de radares, alça optrônica e, principalmente, a instalação de mísseis antiaéreos – em lançador conteirável mesmo – seria o suficiente. Penso que a introdução de mísseis antiaéreos são o mais importante e necessário, pois um navio de escolta, hoje em dia, precisa de armas desse tipo de forma obrigatória.

Dalton
Dalton
Reply to  Flanker
4 meses atrás

Exato. As vezes um navio é “pequeno” demais para acrescentar armamento
e sensores de forma significativa e as vezes o navio apesar de enorme, falta recursos e é o que parece ser o caso do grande cruzador russo “Pedrão”,
como ele é conhecido e que não deverá ser modernizado no mesmo padrão
do “Almirante Nakhimov” que caso não ocorram mais atrasos será entregue em 2022, porém, ambos, continuarão relevantes por décadas ainda.