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Marinha dos EUA seleciona projeto Fincantieri para fragata de próxima geração

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WASHINGTON — O mais novo combatente de superfície da U.S. Navy tem herança italiana, anunciou a Marinha na quinta-feira.

Em uma grande vitória no estaleiro Marinette Marine, em Wisconsin, a Marinha selecionou o design FREMM da Fincantieri, um acrônimo que significa “fragata multiuso europeia”.

O estaleiro, que também está no gancho para a construção dos restantes navios de combate costeiro monocasco e uma versão fragata para a Arábia Saudita, é agora um dos principais atores na construção naval da Marinha dos EUA.

O contrato detalhado de projeto e construção, no valor de US$ 795,1 milhões, abrange o trabalho de projeto e o primeiro navio, além de opções para até nove outros.

O valor total do contrato, se todas as opções forem exercidas, será de US$ 5,58 bilhões. Espera-se que o contrato seja renovado após os 10 primeiros navios.

A Marinha está fornecendo uma parte significativa do equipamento fornecido pelo governo, incluindo uma variante do radar AN/SPY-6 destinado aos destróieres da classe Arleigh Burke Flight III em construção, e esses custos não estão incluídos nos US$ 5,58 bilhões.

De acordo com os documentos orçamentários da Marinha para 2021, o serviço está planejando levar seis anos para concluir o projeto e a construção do navio, que deve ser concluído em 2026.

A segunda fragata deverá ser encomendada em abril de 2021 e, a partir daí, deverá ser entregue cerca de cinco anos e meio após a data da concessão.

Em outras palavras, o primeiro navio deve ser entregue à frota em julho de 2026 e o segundo cerca de três meses depois.

A FFG (X) deve ser um navio multimissão com uma versão modificada do radar SPY-6 da Raytheon com o sistema de combate Aegis da Lockheed Martin, bem como a alguns sistemas de defesa de ponto e 32 células de lançamento vertical (VLS) por cerca da metade do custo de um DDG.

É claro que, sem saber qual navio a Marinha pretende comprar e como serão os desenhos detalhados finais, estimativas de preços firmes são impossíveis, mas o Pentágono tem algumas projeções.

O primeiro navio encomendado em 2020 deve custar US$ 1,28 bilhão, de acordo com documentos orçamentários.

Modernização e ampliação do estaleiro Marinette Marine, em Wisconsin, para a construção das fragatas da US Navy
Modernização e ampliação planejada do estaleiro Marinette Marine, em Wisconsin, para a construção das fragatas da US Navy

FONTE: Defense News

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Pedro Calmon
Pedro Calmon
4 meses atrás

Imagino que vao assumir o papel que era das class OH Perry.

Caio
Caio
Reply to  Pedro Calmon
4 meses atrás

Muito provavelmente, e devem ir bem além de nove, pois agora a presença frente ao grande número de navios Chineses, se tornou necessária.

Dalton
Dalton
Reply to  Caio
4 meses atrás

As novas fragatas serão consideravelmente maiores que a “Perry”, portanto deverão ter uma capacidade maior e espaço para evoluir durante as décadas que permanecerão em serviço de acordo com futuras ameaças ao contrário das “Perry” que não tinham espaço e já no início da década de 2000 tiveram seu principal armamento na forma do lançador de mísseis retirado e no lugar ao menos em algumas delas, colocou-se um canhão de 25 mm.

Roberto
Roberto
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Dalton tenho uma pergunta de leigo:
Qual o motivo da retirada dos phalanix?
O sistemas de mísseis se provou mais efetivo, ou a razão é a previsão de instalação de armas de energia dirigida no futuro?

Dalton
Dalton
Reply to  Roberto
4 meses atrás

Oi Roberto só agora vi sua pergunta então caso você retorne o que se sabe é que o “Phalanx” não é adequado para lidar com mísseis de última geração, daí, a proliferação de lançadores “RAM”, “SeaRAM” e “ESSMs”, estes últimos lançados pelos silos verticais que podem ser usados também contra alvos de superfície. . Havendo espaço e dinheiro não faria mal instalar um “Phalanx” até para uso contra pequenas embarcações e se inicialmente os “Arleigh Burkes” foram configurados com 2 “Phalanx” a maior parte deles conta com apenas um, testemunho da limitação da arma. . Quanto a novas armas, o… Read more »

Roberto
Roberto
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Obrigado pelo retorno Dalton, você é um, entre poucos no blog, que fazem valer a pena a área de comentários.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Caio
4 meses atrás

Eu li que o planejamento é ter 20. Embora pelo número de submarinos cada vez maior dos chineses e suas melhorias constantes, assim como o aumento da presença submarina russa no Atlântico, será que é o número ideal? Eu acredito que não.

O fato é que esse navio melhorará a capacidade de lutar em alto mar e perto da costa, com mais recursos do que navios de combate costeiros, mas por um preço menor do que cruzadores e destróieres.

Dalton
Dalton
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

Provavelmente Matheus, haverá gradualmente uma redução do número de grandes combatentes que hoje está acima de 90 unidades e um número maior de pequenos combatentes que serão os “LCSs” cuja produção está aproximando-se do fim e fragatas cujo número conforme alguns estudos provavelmente irá superar a casa de 20 unidades já na década de 2030. . A US Navy precisa de números e “Arleigh Burkes” são muito caros e irão encarecer ainda mais como o “Fl III”, então o jeito é haver um maior equilíbrio entre grandes e caros e menores e mais baratos, algo como se viu uns 20… Read more »

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Há dois caminhos possíveis para aumentar o número de pequenos combatentes, ou reduz o número de grandes combatentes, ou como o Luís Henrique disse, manter os atuais grandes combatentes e reduzir o número de Nae. A demanda da USN exige pelo menos 52 pequenos combatentes, número maior do que os 24 navios em média. Isso exigirá certamente um grande esforço para aumentar o número de navios da USN, mas algumas outras demandas da USN terão que ser cortadas, principalmente dos projetos principais. Embora eu acredite que o número essencial seja em média 35 fragatas. Um número razoável para a demanda… Read more »

Tupinamba
Tupinamba
Reply to  Matheus Santiago
3 meses atrás

Precisa combinar com os chineses hehe

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

Estão estudando reduzir o número de Nae de 11 para 9.
Manter o número de grandes combatentes (Destroyers e Cruzadores) em 90 unidades.
E aumentar o número de Fragatas para 50 à 70 unidades.

Se seguirem mesmo esse caminho serão 20 FREMM, no mínimo e possivelmente mais. E novas classes futuras até atingir o número pretendido.

Dalton
Dalton
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Acho difícil que se possa manter 90 grandes combatentes e ainda mais de 60 pequenos entre fragatas e LCSs, além dos pequenos não tripulados , ainda mais agora que os primeiros 28 “Burkes” não terão suas vidas estendidas além de 35 anos e os subsequentes “IIA” serão retirados com 40 anos e não mais 45.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Pode aumentar o pedido dos AB Flight III na medida em que a USN perca de 3 a 4 grandes combatentes por ano, no período de 10 anos, e o recurso para a construção naval dos Flight III viriam da redução do número de Nae.

É uma opção.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Sim, é difícil, mas pode ser conseguido.
Afinal os navios aeródromos são enormes e caríssimos.
Eles estavam tentando aumentar de 11 para 12 Nae, eu acho.
Então, reverter esse caminho é reduzir para 9, daria um fôlego financeiro gigantesco para investir em Fragatas e Corvetas.

Um dos sites que divulgou este estudo do pentágono:
https://nationalinterest.org/blog/buzz/pentagon-us-navy-cut-two-aircraft-carriers-146442

marcus
marcus
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Algum Nae vai dar baixa brevemente? Eles vão simplesmente colocar 2 na reserva?

Ricardo
Ricardo
Reply to  marcus
4 meses atrás

A previsão para a baixa do Nimitz seria para 2025 e do Eisenhower para 2027, considerando-se vida útil de 50 anos.

Dalton
Dalton
Reply to  Ricardo
4 meses atrás

O “Nimitz” será substituído pelo “John Jennedy CVN 79” o “Eisenhower” pelo “Enterprise CVN 80” e o “Carl Vinson” pelo “Doris Miller CVN 81”, então nada mudará. . Já se começou o planejamento de modernização de meia vida do USS Harry Truman que chegou a ser cogitado para inativação antes de se gastar bilhões e executar os trabalhos que duram mais de 4 anos. . Depois do “Truman” restará a modernização de meia vida dos “Ronald Reagan” e George H W Bush”, então eles seriam candidatos naturais para inativação, mesmo sendo os mais novos e com melhorias sobre os demais,… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Passou pela minha cabeça a possibilidade dos EUA venderem dois Naes para aliados. Seria uma maneira de economizar bilhões para adquirir dezenas de fragatas e corvetas e ainda não perder totalmente os 2 Naes, pois estariam em serviço com 1 ou 2 grandes aliados. Apenas uma possibilidade: Pega o Ronald Reagan e o George H W Bush, repassa de forma gratuita 1 para o Japão e o outro para a Coreia do Sul. E os custos de troca do combustível nuclear, revitalizações e modernizações necessárias o Japão e a Coreia do Sul pagam. De quebra, os EUA ainda conseguem mais… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Coreia do Sul e Japão não tem condições para bancar um NAe classe Nimitz e ala aérea , não sem “afundar” suas respectivas marinhas e ainda teriam que pagar bilhões para a obrigatória modernização e reabastecimento dos reatores que teria que ser feita em Newport News.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Mas tanto Japão como Coreia do Sul possuem orçamentos militares dos mais altos do mundo e parece que vão continuar aumentando esses orçamentos devido ao crescimento do poder militar chinês.
Ambos também cogitam transformar navios porta helicópteros em Naes Leves para operarem F-35B.

Entendo que o custo da modernização é caro, mas os Nimitz custariam somente isso, viriam de “graça”.
A China está construindo vários Naes, tanto o Japão como a Coreia do Sul querem esse tipo de capacidade, ainda que a busquem através de navios menores e mais baratos.

Dalton
Dalton
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Luis…sem querer fazer você mudar de ideia, mas, o Japão com muito sacrifício conseguiu aumentar ligeiramente sua força de submarinos. . Um NAe de propulsão nuclear ainda mais prestes a necessitar ser modernizado coisa que só pode ser feita nos EUA e dura mais de 4 anos, mais os custos para tripular e manter pelos remanescentes 25 anos sem falar na infraestrutura que teria que ser construída para um impactaria negativamente nos planos japoneses e sul coreanos. . O “Reagan” nem mesmo pode usar a doca seca em Yokosuka como os não nucleares chegaram a usar antes e antes mesmo… Read more »

Tupinamba
Tupinamba
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Que país teria condições de adquirir e manter um NAe desses ? Duvido que algo assim ocorra.

filipe
filipe
Reply to  Pedro Calmon
4 meses atrás

On 30 April 2020, the US Navy announced that Fincantieri had been awarded a $795 million contract for the lead ship, to be built at Fincantierri Marinette Marine in Marinette, Wisconsin. The contract includes options for an additional nine ships, which, if all options were exercised, would value the contract at $5.5 billion.

Paulo
Paulo
Reply to  Pedro Calmon
4 meses atrás

Fragatas de verdade! Parabéns a US Navy.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Paulo
4 meses atrás

Pelo que me lembro o planejamento era ter 13 NAEs qualquer diminuição ate esse número ser atingido seria meramente corte de gastos para se investir em novos que estaram em construção. Mas a uma lei que proíbe a marinha deles de ter menos de 11 NAEs. Outra coisa é que vão começar a diminuir as tonelagens dos próximos PA depois da classe Ford. Quando a combatentes de menor custo, acredito que ainda vão comprar navios ainda menores e baratos e provavelmente bem automatizados somente para patrulhar a costa, não duvido que a USN venha adquirir um OPV ou um Cutter… Read more »

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

O requisito prescrito do Pentágono para o inventário de NAe era quinze. Foi baseado no cálculo de suporte as principais operações de combate e fornecer presença de rotina, e isso foi feito na década de 2000. Com o tempo foi decidido que poderiam economizar dinheiro se aceitassem riscos adicionais, reduzindo a força para doze por determinação de lei em 2006. Assumiram ainda mais riscos, reduzindo a força para onze por emenda em 2007. Embora a lei atual determine que a Marinha mantenha o inventário em onze, o Congresso concedeu à USN alívio para permitir que o inventário caia para dez… Read more »

Mameluco Pernambucano
Mameluco Pernambucano
4 meses atrás

Vamos sonhar? Porque não…

Quem sabe, num futuro não seja uma alternativa para a Marinha do Brasil, já que terá tonelagem na faixa de 6.000, será uma variante da FREMM Italiana e há uma probabilidade de se ter uma escala bem maior.

Lembrando, estou falando de sonhos e possibilidades futuras. Entretanto, primeiro, deve-se concluir as Tamandarés, e após prontas analisar e avaliar a viabilidade de se manter o projeto e/ou contratação de navios de maior tonelagem junto a TKMS ou outro estaleiro, e aí entra essa nova possibilidade, se estiver disponível para aquisição.

Pedro Calmon
Pedro Calmon
Reply to  Mameluco Pernambucano
4 meses atrás

Acho muito plausivel que um dia esses navios acabem no inventario da MB. La’ para 2060, quando a US Navy estiver dando baixa neles, pode pintar uma “compra de oportunidade”.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Pedro Calmon
4 meses atrás

A médio prazo estaremos coma algumas FREMM encomendadas. Essa escolha da USN é fundamental na continuidade do projeto. Até já poderia amos ter umas unidades, não fosse a opção pelos Scorpenes.

Thomas
Thomas
Reply to  Mameluco Pernambucano
4 meses atrás

Brasil vai ficar com o projeto da TKMS de um navio de maior poder de fogo e tonelagem, se tiverem dinheiro.
Porém investindo no projeto das Tamandaré já é ótimo.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Thomas
4 meses atrás

Sim. Avançar para um navio de maior tonelagem antes de terem construído pelo menos 6 Tamandaré chega a ser tremenda incompetência gestacional. Se começarem este projeto antes de 8, continuo achando falha estratégica de gestão, mas menos alarmante. Mas como sabemos que uma parte do alto escalão da MB tem um ego inflamado, é bem capaz de darem novamente um passo maior que a perna.

Falcon
Falcon
Reply to  Thomas
4 meses atrás

Se não fosse o corona virus ja estariam negociando mais 2 unidades da classe Tamndaré estendida para algo de 116m, ou até a Meko A200. De acordo com declarações do Almirantado pretendem partir pra Meko A400 em seguida. Mas como tudo muda dependendo do governo de ocasião e com essa crise politica que se instaurou pra tentar derrubar o governo Bolsonaro os próximos capítulos serão incertos …

Carlos
Carlos
Reply to  Mameluco Pernambucano
4 meses atrás

12 Tamandarés e passa a régua, sem firulas. Economia de escala e logística.

filipe
filipe
4 meses atrás

Já estava farto de ver as Type-26 CGS ganhando as FREMMs , Austrália + Canada + UK escolheram todas as Type-26 em detrimento das FREMMs , os EUA vieram reequilibrar novamente a balança , agora teremos FREMM na França + Italia + Egipto + Marrocos + EUA , praticamente vamos ter um empate no numero de encomendas… O Brasil está na linha Alemã das MEKOs , praticamente vai sair das Meko A100-BR Tamandarés para Meko A400-BR e mais tarde para Meko A600-BR, o que equilibra a quantidade da TKMS no mercado das Fragatas, sendo assim continuaremos a ter projectos europeus… Read more »

Mercenario
Mercenario
Reply to  filipe
4 meses atrás

1. Filipe, Como a Type 26 iria vencer se nem participar poderia? Somente designs com navios em operação poderiam participar. Tivesse participado e o desfecho poderia ser outro (alguns analistas cogitaram até mesmo mudar os requisitos da concorrência no seu curso, para participação da Type 26). Deveria se informar melhor. 2. Das concorrentes, somente a Fremm e a F100 eram fragatas de fato. As demais eram evoluções de meios mais simples (LCS ou Cutter) e tinham poucas chances. Agora, de fato, a Fremm americana será muito mais capaz do que a italiana. Vai explorar a máxima capacidade do design (32… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  filipe
4 meses atrás

A US Navy queria um projeto já provado e em serviço, tanto que a T-26 não fez parte da concorrência ,mas, será recheado de sensores e armas americanas além de outras modificações que a tornarão um navio `mais adequado às exigências americanas, provavelmente até o deslocamento será maior, então não será uma “FREMM clássica”.
.
Essa associação com os italianos tem um precedente que foram os 12 navios
caça minas costeiros da classe Osprey comissionados na década de 1990 já há muito descomissionados baseados na classe “Lerici”.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  filipe
4 meses atrás

Juro que fiquei perplexo aqui, achava que já estava no papo para as type-26… acredito que será um FREMM ultra customizada!

willhorv
willhorv
4 meses atrás

Interessante o arranjo do castelo de proa. Possuem 3 antenas do sistema Aegis ao invés de 4 dos Arleigh Burke.
É uma senhora fragata. Se possuírem sonar de proa e rebocado, cumprirá todas as missões propostas.
Não reparei em sistema de defesa de ponto de tubo. Será que vão ficar só no RAM?

Dalton
Dalton
Reply to  willhorv
4 meses atrás

Não sei se interessa Will…mas…”castelo de proa” nos dias atuais é a parte da frente do convés, mesmo não havendo mais ali, uma superestrutura. Os painéis de radar estão colocados na superestrutura dianteira.
.
As informações disponíveis dão conta de que serão navios multi propósitos
com sonar de proa e rebocado e não há previsão de instalar o bem conhecido “Phalanx”, provavelmente o “RAM” será complementado pelo “ESSM Block II”.

willhorv
willhorv
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Opa. Obrigado pelo esclarecimento. Sempre bom.

Gianluca
Gianluca
4 meses atrás
Jagderband#44
Jagderband#44
4 meses atrás

Interessante adotar tecnologias do Flight III dos AB.
Vai ser uma senhora FF, muito superior às Type 054A.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 meses atrás

Vai ser um navio de respeito, um belo navio e bem armado!

Vovozao
Vovozao
4 meses atrás

01/05/2020 – sexta-feira, bdia, só uma pergunta ???? Se os USA, exercerem as 10 opções saíram por US$ 5,580,000 (bilhoes de dolares) cada fragata saindo por +- 558.000, (milhoes de dolares) um preco muito mais em conta que o custo que estamos pagando por cada corveta/fragata da classe Tamandaré que iremos construir, alem dessas fragatas possuirem um deslocamento de +- 7200 t, as 10 deverão estar pronta antes das nossas 4. Será que não estamos pagando muito caro???? Todas as alegações que ouvi, como trabsferencia de tecnologia, construcao em nosso país, também se aplicam aos USA?? Por que esta diferenca… Read more »

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

Os recursos exigidos pela USN não estão incluídos nesse valor do contrato. Estima-se na verdade que cada fragata custe na faixa de US$800 até US$950 mi.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

01/05/2020 – sexta-feira, btarde, Matheus S. Quando do lancamento do edital, soubesse que estaria incluido no preco final das corvetas/fragatas, um PMG da corveta Barroso, a poucos diad tivemos noticia que a MB não faria mas este PMG para adequar os sistemas da Barroso ao das Tamandare’s, a pergunta é: já que não será feito, o preço final terá desconto, ou, iremos pagar este preço cheio (4 Tamandare’s + PMG da Barroso) ??????

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

Não há como comparar o Programa da Classe Tamandaré com o FFG (X), o que você está fazendo é algo absolutamente incomparável. Primeiro, esse contrato da USN com a Fincantieri de US$5,58 bi para a construção das fragatas são apenas o projeto base da FREEM, isso exclui todo o aparato americano adicional exigido que, serão custeados pela USN. A única exigência da USN para a construção foi deixar espaço para os recursos que serão adicionados pela USN, com a fragata aumentando em torno de 800 ton, totalizando cerca de 7500 ton. Portanto, o preço final dessa fragata se estima na… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

Penso ser diferente. Contratos de ativos com valores a pagar no futuro precisam de proteção cambial e seguros. Provavelmente o contrato está hedgeado. Os navios serão entregues em longo prazo. Assinar o contrato pela cotação do dólar do dia não parece sensato. Penso. Precisa ler e entender o que está assinado e depois será contratado. Não pagaremos em moeda nossa. O contrato assinado com a TGM será em euros e assim será liquidado. Na moeda elegida pelas partes contratantes, provavelmente a moeda europeia já que o estaleiro é europeu. Se assinamos e contratamos pagar 1 ou 2 bilhões de euros… Read more »

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Esteves
4 meses atrás

O contrato foi assinado por um valor, mas não significa que esse valor vai permanecer ao longo prazo, pois não sabemos como foi feito a oficialização do pagamento aos fornecedores estrangeiros. Se o pagamento ocorrer em formas de parcelas em moeda estrangeira, o valor em moeda nacional aumentará, pois a moeda desvalorizou. A menos que Tesouro Nacional tenha feito empréstimo em bancos nacionais e tenha já de fato pago o valor aos fornecedores estrangeiros, o valor será alterado. Eu não li o contrato para saber em qual moeda será feito o pagamento e nem qual condição será o pagamento. Ainda… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

O Atlântico foi pago à vista.

O PN publicou o documento da transferência aos ingleses.

O Tesouro não faz empréstimos. Ele é uma conta contábil de entrada e saída. Caixa único.

Dilma caiu porque fez operações cruzadas entre o GF e bancos públicos.

Para a defesa da variação cambial existe o hedge. Uma variação cambial contratada e segurada. Para saber detalhes…somente lendo o contrato que sempre estará indisponível.

Esteves
Esteves
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

O Atlântico foi pago à vista.

O PN publicou o documento da transferência aos ingleses.

O Tesouro não faz empréstimos. Ele é uma conta contábil de entrada e saída. Caixa único.

A ex caiu porque fez operações cruzadas entre o GF e bancos públicos.

Para a defesa da variação cambial existe o hedge. Uma variação cambial contratada e segurada. Para saber detalhes…somente lendo o
contrato que sempre estará indisponível.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Grato pela informação.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Esteves
4 meses atrás

01/05/2020 – sexta-feira, btarde, Esteves, pelo que estou entendendo, nos iremos pagar as Tamandare’s à um preço fixo, porém, como temos sempre variação dolar/euro , na maioria das vezes positiva, que arcará com esta(s) diferenças será o BC, entre MB x TKMS o preço é o do contrato; mais aí entra a outra situação que falei, a não realização do PMG/atualização da CV Barroso, pelo menos foi a informação que constaria do contrato, e, hoje a MB abriu mão deste PMG/atualização, haverá (ria) abatimento????

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

O Banco Central emite moeda quando o Senado permite.

Moeda nativa.

Pagar contratos internacionais…precisa pegar das reservas que estão lá justamente para isso.

1. Política cambial
2. Contratos internacionais

O sócio ou os sócios locais serão pagos em moeda real. Estaleiro Oceana.

Os alemães serão pagos em euros assim como pagamos o Atlântico em libras esterlinas.

Quanto pagaremos pelas Tamandarés e como serão compensados os offsets?

Somente lendo o contrato.

Alguém leu o contrato e os aditivos do PROSUB?

Esteves
Esteves
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

E…

Pagar em euros ou dólares significa que esse recurso veio das reservas cambiais abastecidas dos contratos e negócios das exportações.

Sabe-se lá o esforço que foi feito para vender os commodities e juntar reservas em moedas internacionais.

Assinar contrato com a Ficantieri e fornecer 95% do conteúdo significa que os 5% que faltam será dos advogados. Recheio 100% americano.

Assinar com a TGM e fornecer 30% de conteúdo significa arrastar eternamente a dependência das manutenções e das atualizações. E do obsoletismo.

Assim como estão as Niterói.

Saída?

Um novo surto de construção naval como aquele dos anos 1930.

Será?

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

Olá Matheus, o texto fala em um valor total estimado em US$ 1,28 bi.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

Sim, a primeira fragata é nesse valor. O valor a partir da segunda fragata já mudará.

Esteves
Esteves
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

Estimado. Após a aceitação saberão quanto custaram.

Provavelmente, será mais que planejaram.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

Vovozao, cuidado com comparações apressadas, sugiro voltar ao texto da matéria que lá tem um trecho muito importante: “ A Marinha está fornecendo uma parte significativa do equipamento fornecido pelo governo, incluindo uma variante do radar AN/SPY-6 destinado aos destróieres da classe Arleigh Burke Flight III em construção, e esses custos não estão incluídos nos US$ 5,58 bilhões.” Ou seja, o preço final de cada uma de dez fragatas dessa opção sairá bem maior que 558 milhões de dólares. Só um pacote de sistema Aegis em variante mais “modesta” não deve sair hoje por menos de 170 milhões por unidade,… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

02/05/2020 – sábado, bdia – NUNAO, a interpretação que fiz, que seria como fazemos, só fazemos especificar. Lá a marinha compra direto.Entendi, obrigado.

Mauricio R.
Reply to  Vovozao
4 meses atrás

Tire a Embraer e a Atech do programa, que a TKMS reduz o preço.
Fabrique uns 2 navios na Alemanha, que o preço cai ainda mais.
Rasgaram o edital, não tem problema.
Só não ficará de graça.

Vitor
Vitor
4 meses atrás

O Casco pode ser o mesmo, mas o design da super estrutura das FREMM é muito mais bonito.

Juarez
Juarez
Reply to  Vitor
4 meses atrás

Negativo, rela tera cerca de 600 tons a mais em reforços estruturais porque do jeito que não resiste a um 5 polegadas nós costados

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
4 meses atrás

6 Tamandaré e 3 Fremm, é só isso que eu peço para a MB!

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
4 meses atrás

Eu gostaria que a MB investisse em um navio leve lançador de mísseis, poderia ser denominado Corveta de Patrulha. Um navio com dimensão e custos parecidos com a classe Karakurt russa, mas desenvolvido aqui com sistemas e armamentos nacionais. Uma pequena corveta com 67m, menos de 1.000 toneladas, 1 canhão de 76mm, 1 CIWS com mísseis (pantsir, RAM, Unkhonto ou outro) e 8 mísseis anti-navio MANSUP. Além se um espaço para operar um UAV (DRONE). Os russos usam Pantsir-M e os 8 mísseis são Onyx ou Kalibr. E o navio tem custo de U$ 26 mi cada. Não possui capacidade… Read more »

Lyw
Lyw
4 meses atrás

O projeto franco-italiano da fragata multipropósito FREMM é, neste momento, o mais bem sucedido projeto naval ocidental deste início de século.

Lyw
Lyw
Reply to  Lyw
4 meses atrás

Este custo elevado, sem dúvidas, deverá ser apenas para a primeira unidade. A FREMM é um projeto que consegue ter custos menores que outros do mesmo porte e, em se tratando de uma grande encomenda da USN, isso com certeza deverá se confirmar.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Lyw
4 meses atrás

Eu acho que o fator custo foi o determinante!

José carlson
José carlson
4 meses atrás

Se eu não estou enganado foi oferecido pela Itália duas Fragatas FREMM ao Brasil em 2019 com uma já em estado final de construção que era perfeita para preencher a lacuna da Fragata F-40 NITERÓI e a V-31 CORVETA JACEGUAI ambas já aposentada da esquadra Brasileira, enquanto construímos as Fragatas leve Tamandaré que só estão prevista a entrega de 2025 e 2028 as 4 unidades

Esteves
Esteves
Reply to  José carlson
4 meses atrás

Ao custo de 1,8 bilhões de euros.

Mercenário
Mercenário
4 meses atrás

Ao que parece, a USN decidiu pelo Bae Bofors Mk 110 57mm como canhão principal.

Além disso, 32 células VLS (dobro da versão italiana), 8 mísseis antinavio (NSM?) e um lançador RAM.

Quanto à escolha do design, considerando os concorrentes, a escolha estava efetivamente entre a F100 e a FREMM, já que os demais eram versões modificadas de navios menores e menos complexos (LCS e Cutter da USCG).

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Uma FFGX terá 12 (expansível até 16) MW de potência elétrica, o mesmo de um Burke III, ainda que reduzindo a velocidade máxima do bote. Nada mal se você quer laser e outras coisas consumidoras de eletricidade. O primeiro bote vai custar 1,3 bilhões de dólares, 800 milhões pra construir mais 500 milhões em equipamentos fornecidos pelo governo; depois, com o aprendizado o custo de construção vai cair (ao menos é o que se antevê) pros mitológicos 800, 900 milhões por bote – o que significa que a construção bruta vai ter custo cortado pela metade, uns 400, 500 milhões… Read more »

Esteves
Esteves
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4 meses atrás

Se ao longo do cumprimento do contrato forem incorporadas atualizações e complementos, o preço vai subir.

Eles já tem aprendizado e conhecimento de construção naval acumulados. 95% acumulados.

Se os custos caírem fica melhor para os estaleiros. Para quem compra e paga fica sempre mais caro.

Capitalismo.

Mauricio R.
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4 meses atrás

De FREMM italiana ou francesa o navio selecionado pela US Navy tem somente parte do casco, a propulsão e o sonar.
O restante a ser adicionado será bem diferente: radar SPY-6 Aegis, MK-41 e/ou -48, MK-110, RIM-116, MK-141 e ainda umas 1000 ton em blindagem.
É muita coisa junta para aumentar o preço desse brinquedo.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Pois é, Esteves. Cada navio tem sua linha de produção: se o navio é novo, vai ter ganho de eficiência durante o aquecimento da produção, independente da experiência e anos de vida do construtor. Se paralisar a produção de Burkes por um par de anos, na retomada cada Burke sairia bem mais caro; complementarmente, é só pela linha quente de produção que os Burkes saem por 1,8 bilhões o exemplar. O que não quer dizer que custos não subam até por uma gripe, e o comprador tenha que coçar o bolso mais vigorosamente, ainda que reclamando. É só fazer a… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Handmade in USA.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
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4 meses atrás

IOC do primeiro da classe em… 2030.
A gente só luta no presente pela esperança no futuro.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
4 meses atrás

Quem diria… os americanos usarem um navio de outra nacionalidade…

Esteves
Esteves
Reply to  Adriano Madureira
4 meses atrás

A Ficantieri desembarcou lá em 2009.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
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4 meses atrás

O diretor da Marinete Marine é um vice-almirante aposentado da USNavy.

Nilson
Nilson
4 meses atrás

Alguns colegas acima falaram em Tesouro pagar as Tamandaré, pelo que sei não será assim. O Tesouro já capitalizou a Emgepron, o dinheiro já deve estar no caixa da empresa e aplicado em renda fixa, para fazer os pagamentos conforme contrato. Lembremos que no balanço da Emgepron publicado em 30/04/2019 os 2,5 bi de capitalização do orçamento de 2018 estavam lá, devidamente contabilizados e aplicados no Banco do Brasil. Então, seguindo a lógica, os 7,5 bi da capitalização do orçamento de 2019 também lá devem estar, por isso estou esperando ser publicado o balanço da empresa para confirmar. O contrato… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Nilson
4 meses atrás

Só perguntando. Não é possível contratar despesa pública sem reserva orçamentária. Quer gastar 2? Tem que ter 2 no orçamento. Mas vou pagar fiado. Tem que ter 2 no orçamento. Um dos problemas…você paga 200 dos 2 em 2020 e o troco volta ao Tesouro com promessa contábil de ser novamente capitalizado. Sei. Você acredita em políticos? Então dá logo os 9 bi que eu capitalizo a estatal e vou gerindo os recursos para pagar os estaleiros e o contrato. Mas…a Emgepron não tem receitas. Quem garante que esses recursos capitalizados em reais serão suficientes para pagar um contrato em… Read more »

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Quem vai enviar o e-mail para a Emgepron?

Esteves
Esteves
Reply to  Matheus Santiago
4 meses atrás

Matheus…nem com fórceps.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
4 meses atrás

Nada como movimentar a economia interna.

Carlos Campos
Carlos Campos
4 meses atrás

Boa escolha, a FREMM é um sonho de navio.

Marcelo
Marcelo
4 meses atrás

Alguém sabe o por quê da preferência da US Navy por esses mastros treliçados que parecem um varal? Dá até impressão que a FREMM involuiu. Inclusive os LPDs também deixarão de ter os mastros com sensores integrados para esse mastro treliçado.

Esteves
Esteves
Reply to  Marcelo
4 meses atrás

Mestre Dalton explicou isso…mas não me recordo do todo.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Marcelo
4 meses atrás

Porque o papo furado de stealth não cola mais, daí não precisa desses mastros volumosos e facetados. Retorna a assinatura visual conservadora dos mastros com vergas com anteninhas. Ninguém me perguntou nada, mas eu acho simpático, tem caráter…

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Memento Modly
Go Navy, beat the Army.
Frase motivacional fora de lugar pode significar o contrário e estreitamento de relações entre fuzileiros e marinheiros, um abraço de afogado nessa época de demissão geral dos deveres.
Crepúsculo naval.
Mas vai ficar pra história.
Abraços, USN.

nonato
nonato
4 meses atrás

Curiosidade.
Serão construídas no Wisconsin, estado que não fica na costa.
Fica nos grandes lagos o que de certo modo protege o estaleiro de ataque de submarinos.
Não sabia que há ligação dos grandes lagos com o oceano Atlântico.

Esteves
Esteves
Reply to  nonato
4 meses atrás

Dizem que também há por ar.

Dizem.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  nonato
4 meses atrás

Tal ligação foi fundamental no desenvolvimento econômico da América no século XIX.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Estas projetos não incorporam canhões de poder significativo. 57 mm. automático tá muito bom. O que resolve combate é míssil. Isso para as tres funções básicas: AA, ASW, ASM. O “bom e velho 5 pol. é peça de museu. Russos ainda usam seus 10mm. eis que são peritos em eliminar pequenos alvos suspeitos. Usam RPG contra piratas, também.

Tupinamba
Tupinamba
3 meses atrás

Quase tão feia quanto as OHP.