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Dois navios ingleses que foram para a Guerra das Malvinas e não voltaram

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HMS Sheffield e HMS Coventry a caminho das Falklands em 1982
HMS Sheffield e HMS Coventry a caminho das Falklands em 1982

O destróier Type 42 HMS Sheffield foi atingido no dia 4 de maio por um míssil AM39 Exocet lançado de um jato Super Étendard argentino. Dos 281 tripulantes do navio, 20 morreram como resultado do ataque, com outros 26 tripulantes feridos. Ele afundou no dia 10 de maio quando estava sendo rebocado.

Outro navio da mesma classe, o HMS Coventry, foi atingido por três bombas de 1.000 libras, duas das quais explodiram, rasgando o costado de bombordo e iniciando um incêndio feroz. Em 20 minutos, o Coventry havia sido abandonado e emborcado completamente. O Coventry afundou logo depois. 19 tirpulantes morreram e outros 30 ficaram feridos.

Observar as faixas pretas pintadas através da chaminé até a linha d’água. Essa faixa serviu como identificação de que eram navios britânicos, pois a Armada Argentina operava também dois destróieres Type 42 (ARA Hércules e ARA Santísima Trinidad).

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Moriah
Moriah
4 meses atrás

Essa foto é emblemática….

Moriah
Moriah
Reply to  Moriah
4 meses atrás

Me fez lembrar de outros dois irmãos que morreram na mesma região… décadas antes…só que pelo fogo dos próprios ingleses…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Moriah
4 meses atrás

A 105 anos atras…

Robert Smith
Robert Smith
Reply to  Moriah
4 meses atrás

Por acosso seria os navios do navios do Alm. Graf Spee?

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Caramba, afundaram os dois navios que o Brasil iria comprar…

Salim
Salim
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Ou os chilenos kkkkkk

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 meses atrás

A falta de cooperação entre a aviação naval e a força aérea impediu uma ação mais efetiva da força aérea argentina, como destacado no texto do “Poder Aéreo” as bombas da força aérea falharam porque o pessoal da força aérea não sabia regular os detonadores de forma correta para atingiram os navios, quem sabia fazer isso era a aviação naval que não repassou as informações e nem a força aérea solicitou ajuda nisso, por conta disso a maior parte das bombas da força aérea não explodiu.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

O Almirante Woodward queria matar o pessoal da BBC que deu essa noticia para quem estivesse sintonizado em suas transmissões de Radio para o Mundo.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

o medo e a covardia impediram a força aerea argentina de uma ação menos humilhante.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Rapaz, imagina se fossem corajosos… Ganhariam o conflito, né? Cada uma que eu leio…

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Rinaldo Nery
4 meses atrás

com todo respeito q tenho ao senhor cel,os pilotos da marinha argentina sim eram corajosos esses são dignos de respeito, a força aerea tinha armamentos muito superiores aos dos britanicos e aos da marinha! me pergunto porque a força aerea não impos exclusão aerea sobre as falklands ? os ingleses não acreditavam quando viam 2 mirage juntos pensavam q era brincadeira pela formção em q voavam,palavras de oficiais aviadores britanicos. ressaltando q o resultado final seria o mesmo,porém menos humilhante!

Ersn
Ersn
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Doutrina defasada e uma situação, equipamento inadequado para perfil do TO também, não tem nada a ver com competência e habilidade das tripulações aéreas.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Ersn
4 meses atrás

não creio q os mirage III dotados com matra e magic fossem inadequados e a doutrina compete aos oficiais covardes q não se adequaram ou tiveram uma preparação adequada….si vis pacem parabellum.

Leonardo Costa da Fonte
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Como a Força Área Argentina iria impor uma zona de exclusão área, se os seus próprios aviões estavam no limite do alcance?? Isto é uma proposição coisa absurda!

Ersn
Ersn
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

medo,covardia.pelos relatórios dos ingleses e argentinos as ações da aviação argentina ,principalmente dos A4 e Daggers foram comparáveis aos mais sangrentos combates aéreos da SGM,esquadrilhas inteiras eram dizimadas em onda após onda com um ritmo de atrito comparável aos Dautless e Devastators em Midway ou aos B17 e B24 na Europa.

Eduardo Bitencourt
Eduardo Bitencourt
Reply to  Ersn
4 meses atrás

Comparar os combates entre Argentinos e Ingleses com os ocorridos na SGM já é um pouco demais na minha modesta opinião.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Horário Nelson,

Parabéns. Seu post sobre o medo e covardia da Força Aérea Argentina já concorre ao prêmio de pior post de 2020.

Congratulations !

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Dar combate e conseguir vitórias não é ser covarde. Eles seriam covardes caso se recusassem a decolar.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Alfa BR
4 meses atrás

a força aerea abandonou a marinha e se preocupou apenas com o território continental…

Rodrigo V
Rodrigo V
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Comentario desqualificado e de combatente de playstation. Guerra nao funciona como jogo de super trunfo. Depende de inumeros fatores

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Rodrigo V
4 meses atrás

de onde vc saiu trash ?

Joao Moita Jr
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Como assim? Comentario de baixo calao esse. No quesito coragem e habilidade, os pilotos argentinos deram um show de bola, algo que nao conseguirias fazer nem no XBox que comandas.

Henrique
Henrique
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Não foi tanto capacidade dos argentinos… os navios ingleses não tinham CIWS e nem havia Harrier suficiente pra fazer CAP, então os argentinos acabavam passando. Se os ingleses tivessem mais capacidades defensivas, a coisa ficaria feia pros argentinos.

Henrique
Henrique
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Os navios ingleses foram feitos principalmente pra ASW, não esperavam ataques aéreos massivos, tanto que estavam piores que os navios da SGM em termos de AA, por que os navios daquela época tinham uma infinidade de canhões de 20mm e de 40mm, enquanto os type 42 tinham apenas alguns de 20mm. Fazendo penetração a baixa altura, argentinos tinham até mais segurança que os kamikases que enfrentavam dezenas de Oerlikons e Bofors.

Dalton
Dalton
Reply to  Henrique
4 meses atrás

Canhões de 20 mm eram inúteis, bons para o moral apenas e os de 40 mm ainda úteis contra kamikazes foram eventualmente substituídos pelo de 76 mm na US Navy depois do fim da Ii Guerra, mas, contra jatos, mísseis são o ideal e os T-42s eram navios cuja principal missão era “defesa de área” para tanto o armamento principal era um lançador duplo para mísseis “Sea Dart” 20 dos quais transportados, direcionados por dois grandes radares. . Logo após o fim da guerra de 1982, surgiu uma versão alongada do T-42 cuja capacidade aumentou de 20 para 40 mísseis.… Read more »

Valter Sales JUNIOR
Valter Sales JUNIOR
Reply to  Dalton
3 meses atrás

O Famoso Type 42C

Adriano RA
Adriano RA
4 meses atrás

Problemas e deficiências a parte, os pilotos argentinos deram um show de coragem.

Veiga 104
Veiga 104
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

Vdd parabéns pelo comentário. Hollywood faria um filme tipo ” fomos heróis ” se fosse ao contrário.

Pedro Calmon
Pedro Calmon
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

Coragem, quando dissociada a competencia, somente gera mortes inuteis. Coragem sem competencia e’ receita de tragedia.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Pedro Calmon
4 meses atrás

neste caso mortes inuteis seriam homicidios ou suicidios ?

Ersn
Ersn
Reply to  Pedro Calmon
4 meses atrás

O orgulho e sentimento de dever de um soldado e coisa que só quem jurou de verdade dar sua vidadefendendo o seu país vai entender,seja pelo motivo certo ou errado.

Joao Moita Jr
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

Realmente, Adriano. Boludos pra cacete!!! Deram exemplo de honra e coragem a pilotos de combate mundo afora.

M65
M65
4 meses atrás

Não lembro bem o ano, mas foi antes de 1982, a RN visitou o RJ com abertura dos navios ao público. Não lembro quais navios vieram, porém ganhei uns folhetos em preto de branco em papel de excelente qualidade das classes dos navios expostos. Quando a Shefield foi atingida, me lembrei de procurar e ver o nome dela no folheto.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  M65
4 meses atrás

foi em 79

Audax
Audax
4 meses atrás

Eles operavam no que chamavam de “Type 64“. Uma Type 22 dando cobertura a uma Type 42. Mas não treinaram as manobras. A Coventry foi perdida numa descoordenação entre os dois navios. É uma guerra muito interessante de ser estudada.

horatio nelson
horatio nelson
4 meses atrás

peço encarecidamente q as falklands sejam chamadas de falklands…é território da coroa britânica e vidas inocentes inglesas foram sacrificadas no altar da liberdade para que as ilhas fossem chamadas de falklands!

pangloss
pangloss
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Devo chamar o Reino Unido de United Kingdom, portanto?

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  pangloss
4 meses atrás

não, porém para a argentina é malvinas e para o reino unido são falklands…são significados diferentes.

Luiz Alfredo
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Bom irei chama de malvinas pq e mais facil e na guerra o brasil apoiava os hermanos int portanto e malvinas e vidas argentinas tb foram perdidas la

Audax
Audax
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Não tem mais o que fazer né campanha? Só pode.

Fernando Vieira
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

Peço encarecidamente que cada um chame o arquipélago da maneira que lhe convier. Não somos argentinos nem britânicos.
Cada coisa pra fazer mimimi…

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Fernando Vieira
4 meses atrás

então nos 2 concordamos q pelo menos seja chamada por 2 nomes e não só por 1,…a proposito vc saiu de onde ?

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  horatio nelson
4 meses atrás

O mais correto, na linguagem diplomática, seria FALKLANDS/MALVINAS, pois trata-se de um território em disputa.
A palavra FALKLANDS vem em primeiro, pois há que se observar a ordem alfabética.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Alexandre Esteves
4 meses atrás

pelo menos isso.

Fernando XO
Fernando XO
4 meses atrás

Recomendo a leitura do livro escrito pelo Comandante da HMS Coventry – “Four weeks in May”… abraço a todos…

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Fernando XO
4 meses atrás

Obrigado pela dica!

Luiz Floriano Alves
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

A incapacidade de que se viu a força aérea de operar com jatos no aeroporto de Port Stanley foi decisiva para o fracasso dos Argies. Situação semelhante aos alemães e seus Me 109 longe das bases e sem raio de açao para manobrar no TO da GB. Batalha da Inglaterra..

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Luiz Floriano Alves
4 meses atrás

Não praticaram o que os EUA fizeram na IIGM, na Guerra do Pacífico:
Assim que conquistavam uma ilha, ampliavam seu campo de pouso para operarem seus aviões.
Se ampliassem as pistas de pouso, de sorte que os DAGGERS e os MACCHI pudessem decolar, ficaria muito difícil para os ingleses retomarem as ilhas sem o envolvimento dos americaos.

Vinicius Bosisio
Vinicius Bosisio
4 meses atrás

O erro argentino foi também não ter dispendido forças para as ilhas satélites, como St Helena, Ascensão que serviram de bases para o trampolim britânico. Tivessem eles feito isso, demoraria muito mais para a resposta britânica, quiça uma talvez vitória argentina.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Vinicius Bosisio
4 meses atrás

Santa Helena possui uma base aérea americana. Se fizessem isso, poderia significar uma agressão aos EUA.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Vinicius Bosisio
4 meses atrás

eles não teriam autonomia para chegar lá precisariam usar pelo menos o território brasileiro.

Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Vinicius Bosisio
4 meses atrás

Meu Deus, é cada loucura que se escreve, que é difícil acreditar em idéias tão bisonhas..

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
4 meses atrás

O problema da autonomia era só um dos que a FAA teve no conflito que foi agravado mesmo pelo fato de não terem a superioridade aérea pois os Mirage III eram superiores em performance dinâmica aos Harrier mais justamente por isso não puderam engajar estes de forma eficaz pois tiveram que lutar em altura e velocidade inferiores ao ideal o que anulou a sua vantagem de performance e juntando a isso o fato do Harrier ter um míssil mais moderno e adequado (Sidewinder) para o combate a curta distancia com um melhor treinamento dos pilotos ingleses não permitiram a FAA… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Ninguém questionou a narrativa da matéria.
Ninguém se perguntou o por quê dos ataques rasantes e o por quê dos fusos com grande atraso. Tá difícil, viu?

Max
Max
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Foram situações diferentes. O Sheffield soltaram biscoito de longe, quando os SUE apareceram no radar, a sentença estava dada. Quanto ao Coventry, as bombas de 1000 libras eram para ataque ao solo (pontes, pistas). Era como querer colocar um prego na parede, com uma britadeira. Tiveram que adaptar para uma função que não tinha sido projetada. A estratégia era soltar as bombas dando sapinho no mar, por isso chegavam rasantes. Também por uma fraqueza do sistema de radar inglés. Há uma foto muito impressionante sobre um destes ataques à Broadsword