quinta-feira, março 4, 2021

Saab Naval

Dois navios ingleses que foram para a Guerra das Malvinas e não voltaram

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A foto acima mostra os destróieres Type 42 HMS Sheffield e HMS Coventry a caminho das Falklands, em 1982.

O destróier Type 42 HMS Sheffield foi atingido no dia 4 de maio por um míssil AM39 Exocet lançado de um jato Super Étendard argentino. Dos 281 tripulantes do navio, 20 morreram como resultado do ataque, com outros 26 tripulantes feridos. Ele afundou no dia 10 de maio quando estava sendo rebocado.

Outro navio da mesma classe, o HMS Coventry, foi atingido por três bombas de 1.000 libras, duas das quais explodiram, rasgando o costado de bombordo e iniciando um incêndio feroz. Em 20 minutos, o Coventry havia sido abandonado e emborcado completamente. O Coventry afundou logo depois. 19 tirpulantes morreram e outros 30 ficaram feridos.

Observar as faixas pretas pintadas através da chaminé até a linha d’água. Essa faixa serviu como identificação de que eram navios britânicos, pois a Armada Argentina operava também dois destróieres Type 42 (ARA Hércules e ARA Santísima Trinidad).

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Moriah

Essa foto é emblemática….

Moriah

Me fez lembrar de outros dois irmãos que morreram na mesma região… décadas antes…só que pelo fogo dos próprios ingleses…

Ricardo Bigliazzi

A 105 anos atras…

Robert Smith

Por acosso seria os navios do navios do Alm. Graf Spee?

DOUGLAS TARGINO

Caramba, afundaram os dois navios que o Brasil iria comprar…

Salim

Ou os chilenos kkkkkk

Adriano

sério o Brasil iria comprar eles é, mas o Sheffield pelo que sei havia sido recem comissionado pelos ingleses na marinha deles, como iriam vendê-lo ao Brasil

Fabio Araujo

A falta de cooperação entre a aviação naval e a força aérea impediu uma ação mais efetiva da força aérea argentina, como destacado no texto do “Poder Aéreo” as bombas da força aérea falharam porque o pessoal da força aérea não sabia regular os detonadores de forma correta para atingiram os navios, quem sabia fazer isso era a aviação naval que não repassou as informações e nem a força aérea solicitou ajuda nisso, por conta disso a maior parte das bombas da força aérea não explodiu.

Ricardo Bigliazzi

O Almirante Woodward queria matar o pessoal da BBC que deu essa noticia para quem estivesse sintonizado em suas transmissões de Radio para o Mundo.

horatio nelson

o medo e a covardia impediram a força aerea argentina de uma ação menos humilhante.

Rinaldo Nery

Rapaz, imagina se fossem corajosos… Ganhariam o conflito, né? Cada uma que eu leio…

horatio nelson

com todo respeito q tenho ao senhor cel,os pilotos da marinha argentina sim eram corajosos esses são dignos de respeito, a força aerea tinha armamentos muito superiores aos dos britanicos e aos da marinha! me pergunto porque a força aerea não impos exclusão aerea sobre as falklands ? os ingleses não acreditavam quando viam 2 mirage juntos pensavam q era brincadeira pela formção em q voavam,palavras de oficiais aviadores britanicos. ressaltando q o resultado final seria o mesmo,porém menos humilhante!

Ersn

Doutrina defasada e uma situação, equipamento inadequado para perfil do TO também, não tem nada a ver com competência e habilidade das tripulações aéreas.

horatio nelson

não creio q os mirage III dotados com matra e magic fossem inadequados e a doutrina compete aos oficiais covardes q não se adequaram ou tiveram uma preparação adequada….si vis pacem parabellum.

Leonardo Costa da Fonte

Como a Força Área Argentina iria impor uma zona de exclusão área, se os seus próprios aviões estavam no limite do alcance?? Isto é uma proposição coisa absurda!

Adriano

realmente , chamar os pilotos argentinos de covardes não soou nada bem

Ersn

medo,covardia.pelos relatórios dos ingleses e argentinos as ações da aviação argentina ,principalmente dos A4 e Daggers foram comparáveis aos mais sangrentos combates aéreos da SGM,esquadrilhas inteiras eram dizimadas em onda após onda com um ritmo de atrito comparável aos Dautless e Devastators em Midway ou aos B17 e B24 na Europa.

Eduardo Bitencourt

Comparar os combates entre Argentinos e Ingleses com os ocorridos na SGM já é um pouco demais na minha modesta opinião.

Luiz Galvão

Horário Nelson,

Parabéns. Seu post sobre o medo e covardia da Força Aérea Argentina já concorre ao prêmio de pior post de 2020.

Congratulations !

Alfa BR

Dar combate e conseguir vitórias não é ser covarde. Eles seriam covardes caso se recusassem a decolar.

horatio nelson

a força aerea abandonou a marinha e se preocupou apenas com o território continental…

Rodrigo V

Comentario desqualificado e de combatente de playstation. Guerra nao funciona como jogo de super trunfo. Depende de inumeros fatores

horatio nelson

de onde vc saiu trash ?

Joao Moita Jr

Como assim? Comentario de baixo calao esse. No quesito coragem e habilidade, os pilotos argentinos deram um show de bola, algo que nao conseguirias fazer nem no XBox que comandas.

Henrique

Não foi tanto capacidade dos argentinos… os navios ingleses não tinham CIWS e nem havia Harrier suficiente pra fazer CAP, então os argentinos acabavam passando. Se os ingleses tivessem mais capacidades defensivas, a coisa ficaria feia pros argentinos.

Henrique

Os navios ingleses foram feitos principalmente pra ASW, não esperavam ataques aéreos massivos, tanto que estavam piores que os navios da SGM em termos de AA, por que os navios daquela época tinham uma infinidade de canhões de 20mm e de 40mm, enquanto os type 42 tinham apenas alguns de 20mm. Fazendo penetração a baixa altura, argentinos tinham até mais segurança que os kamikases que enfrentavam dezenas de Oerlikons e Bofors.

Dalton

Canhões de 20 mm eram inúteis, bons para o moral apenas e os de 40 mm ainda úteis contra kamikazes foram eventualmente substituídos pelo de 76 mm na US Navy depois do fim da Ii Guerra, mas, contra jatos, mísseis são o ideal e os T-42s eram navios cuja principal missão era “defesa de área” para tanto o armamento principal era um lançador duplo para mísseis “Sea Dart” 20 dos quais transportados, direcionados por dois grandes radares. . Logo após o fim da guerra de 1982, surgiu uma versão alongada do T-42 cuja capacidade aumentou de 20 para 40 mísseis.… Read more »

Valter Sales JUNIOR

O Famoso Type 42C

Adriano RA

Problemas e deficiências a parte, os pilotos argentinos deram um show de coragem.

Veiga 104

Vdd parabéns pelo comentário. Hollywood faria um filme tipo ” fomos heróis ” se fosse ao contrário.

Pedro Calmon

Coragem, quando dissociada a competencia, somente gera mortes inuteis. Coragem sem competencia e’ receita de tragedia.

horatio nelson

neste caso mortes inuteis seriam homicidios ou suicidios ?

Ersn

O orgulho e sentimento de dever de um soldado e coisa que só quem jurou de verdade dar sua vidadefendendo o seu país vai entender,seja pelo motivo certo ou errado.

Joao Moita Jr

Realmente, Adriano. Boludos pra cacete!!! Deram exemplo de honra e coragem a pilotos de combate mundo afora.

M65

Não lembro bem o ano, mas foi antes de 1982, a RN visitou o RJ com abertura dos navios ao público. Não lembro quais navios vieram, porém ganhei uns folhetos em preto de branco em papel de excelente qualidade das classes dos navios expostos. Quando a Shefield foi atingida, me lembrei de procurar e ver o nome dela no folheto.

horatio nelson

foi em 79

Audax

Eles operavam no que chamavam de “Type 64“. Uma Type 22 dando cobertura a uma Type 42. Mas não treinaram as manobras. A Coventry foi perdida numa descoordenação entre os dois navios. É uma guerra muito interessante de ser estudada.

horatio nelson

peço encarecidamente q as falklands sejam chamadas de falklands…é território da coroa britânica e vidas inocentes inglesas foram sacrificadas no altar da liberdade para que as ilhas fossem chamadas de falklands!

pangloss

Devo chamar o Reino Unido de United Kingdom, portanto?

horatio nelson

não, porém para a argentina é malvinas e para o reino unido são falklands…são significados diferentes.

Luiz Alfredo

Bom irei chama de malvinas pq e mais facil e na guerra o brasil apoiava os hermanos int portanto e malvinas e vidas argentinas tb foram perdidas la

Audax

Não tem mais o que fazer né campanha? Só pode.

Fernando Vieira

Peço encarecidamente que cada um chame o arquipélago da maneira que lhe convier. Não somos argentinos nem britânicos.
Cada coisa pra fazer mimimi…

horatio nelson

então nos 2 concordamos q pelo menos seja chamada por 2 nomes e não só por 1,…a proposito vc saiu de onde ?

Adriano

sinceramente, não morro de amores por nenhum dos dois lados dessa guerra nojenta, ingleses, piratas, ladrões de territorío e da economia dos outros – destruíram vários países africanos saqueando suas riquezas na cara dura, são os culpados pele eterna guerra entre palestinos e judeus, já os argentinos, esses são ainda mais desprezíveis

Alexandre Esteves

O mais correto, na linguagem diplomática, seria FALKLANDS/MALVINAS, pois trata-se de um território em disputa.
A palavra FALKLANDS vem em primeiro, pois há que se observar a ordem alfabética.

horatio nelson

pelo menos isso.

Fernando XO

Recomendo a leitura do livro escrito pelo Comandante da HMS Coventry – “Four weeks in May”… abraço a todos…

Adriano RA

Obrigado pela dica!

Luiz Floriano Alves

A incapacidade de que se viu a força aérea de operar com jatos no aeroporto de Port Stanley foi decisiva para o fracasso dos Argies. Situação semelhante aos alemães e seus Me 109 longe das bases e sem raio de açao para manobrar no TO da GB. Batalha da Inglaterra..

Alexandre Esteves

Não praticaram o que os EUA fizeram na IIGM, na Guerra do Pacífico:
Assim que conquistavam uma ilha, ampliavam seu campo de pouso para operarem seus aviões.
Se ampliassem as pistas de pouso, de sorte que os DAGGERS e os MACCHI pudessem decolar, ficaria muito difícil para os ingleses retomarem as ilhas sem o envolvimento dos americaos.

Vinicius Bosisio

O erro argentino foi também não ter dispendido forças para as ilhas satélites, como St Helena, Ascensão que serviram de bases para o trampolim britânico. Tivessem eles feito isso, demoraria muito mais para a resposta britânica, quiça uma talvez vitória argentina.

Alexandre Esteves

Santa Helena possui uma base aérea americana. Se fizessem isso, poderia significar uma agressão aos EUA.

horatio nelson

eles não teriam autonomia para chegar lá precisariam usar pelo menos o território brasileiro.

Leonardo Costa da Fonte

Meu Deus, é cada loucura que se escreve, que é difícil acreditar em idéias tão bisonhas..

Adriano

sim, de vários comentários, é besteira e mais besteira

Rodrigo Maçolla

O problema da autonomia era só um dos que a FAA teve no conflito que foi agravado mesmo pelo fato de não terem a superioridade aérea pois os Mirage III eram superiores em performance dinâmica aos Harrier mais justamente por isso não puderam engajar estes de forma eficaz pois tiveram que lutar em altura e velocidade inferiores ao ideal o que anulou a sua vantagem de performance e juntando a isso o fato do Harrier ter um míssil mais moderno e adequado (Sidewinder) para o combate a curta distancia com um melhor treinamento dos pilotos ingleses não permitiram a FAA… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Ninguém questionou a narrativa da matéria.
Ninguém se perguntou o por quê dos ataques rasantes e o por quê dos fusos com grande atraso. Tá difícil, viu?

Max

Foram situações diferentes. O Sheffield soltaram biscoito de longe, quando os SUE apareceram no radar, a sentença estava dada. Quanto ao Coventry, as bombas de 1000 libras eram para ataque ao solo (pontes, pistas). Era como querer colocar um prego na parede, com uma britadeira. Tiveram que adaptar para uma função que não tinha sido projetada. A estratégia era soltar as bombas dando sapinho no mar, por isso chegavam rasantes. Também por uma fraqueza do sistema de radar inglés. Há uma foto muito impressionante sobre um destes ataques à Broadsword

Bourne

Vários documentários deixam nítido que mesmo sendo superior numericamente a Inglaterra começou a ter baixas humanas,navios destróier sendo afundados,pelo míssel Exocet de fabricação Francesa. O navio de escolta britânico atuava como “piquete-radar” e era responsável pela defesa antiaérea de área de unidades maiores da FT britânica, cujo principal objetivo era a retomada das Falklands com um desembarque anfíbio. Mesmo sendo equipado com um radar de busca aérea de longo alcance e mísseis antiaéreos Sea Dart capazes de atingir um alvo a pelo menos 20 milhas de distância (37km), o Sheffield não conseguiu detectar a aproximação de dois jatos Super Étendard,… Read more »

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