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O Navio de Projeção Estratégica BAP Pisco da Marinha do Peru

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Por Lewis Mejía Prada*

A possibilidade de o Brasil transferir dois de seus submarinos U-209/1400 para a Marina de Guerra del Perú (MGP) em troca de um navio de apoio logístico multiuso começou a ganhar força nos círculos especializados em Lima no final de 2019.

Embora ainda não haja confirmação oficial de um acordo a esse respeito, esta é uma boa oportunidade para examinar mais de perto o mais recente produto de construção naval de alto bordo dos Servicios Industriales de la Marina (SIMA-Peru), que pode ser de interesse para Marinha do Brasil.

Estamos falando do BAP Pisco (AMP-156), a primeira de duas unidades — a segunda já em fase de fabricação — que confirma o relançamento, como construtor de embarcações de alto nível no Pacífico Sul, deste país sul-americano com uma longa tradição no mar.

Da mesa de projeto para o mar

No início da década de 2010, a capacidade logística de transporte e o desembarque anfíbio da Marinha do Peru eram muito baixas, devido aos baixos orçamentos, aos anos passados ​​sem renovação e à falta de decisão política que adiava qualquer tentativa de melhoria.

Havia então o BAP Callao (DT-143) e o BAP Eten (DT-144), com 6.225 toneladas de deslocamento cada; dois antigos sobreviventes das quatro unidades da classe “Terrebonne Parish”  construídas durante a Segunda Guerra Mundial nos Estados Unidos, que foram recebidas pelo Peru em 1984.

Quando 2012 chegou e, no âmbito dos esforços do país para enfrentar com eficiência os efeitos cada vez mais freqüentes das mudanças climáticas que causam inundações na costa norte, o governo concordou em incorporar dois novos navios polivalentes com maiores capacidades.

Nesse sentido, o contra-almirante Luis Vera Torres, que chefiou o chamado “Projeto de Construção do Navio Logístico Multiuso No. 1 BAP Pisco”, assim como seu primeiro comandante, destacou a importância desse esforço que permite que o Comando da Força de Superfície (COMFAS) da Marinha do Peru (MGP) seja equipado com seu primeiro navio polivalente de características excepcionais.

Este é o projeto de investimento público (PIP) “Recuperação e melhoria do serviço de transporte e apoio logístico das Forças Armadas em navios polivalentes da Marinha do Peru para operações no litoral”.

Os estudos determinaram a conveniência de optar pela classe “Makassar”, com base em um projeto conjunto entre SIMA Peru S.A. e o estaleiro sul-coreano Daesun Shipbuilding & Engineering Co. Ltd., onde um era o construtor e o outro era o fornecedor dos desenhos do projeto, certificações internacionais de qualidade e assistência técnica.

O contrato original assinado em 2013 era de um orçamento estimado em US$ 60 milhões, que com melhorias adicionais subiram para aproximadamente US$ 80 milhões, de acordo com os relatórios anuais do SIMA. Em julho daquele ano, a quilha foi batida em um clima de grande expectativa.

O estaleiro peruano iniciou as obras no segundo semestre de 2014, sob a supervisão e controle de uma comissão de inspeção da Diretoria de Projetos Naval da Marinha, que verificou o processo de construção, instalação de equipamentos e incorporação de novos sistemas não considerados na fase inicial.

Essas adições para adaptar a unidade aos requisitos e normas da Marinha foram mantidas perante o Escritório de Projetos de Investimento do Ministério da Defesa do Peru e consideraram, entre outros, um sistema de autodefesa, outro para reabastecimento, um novo tanque de combustível de aviação para reabastecer helicópteros, um radar com funções de controle de aeronaves e “navalizadas”, carta náutica eletrônica, as curvas de vento e o novo layout do convoo para o embarque de duas aeronaves.

As mais de 1.600.000 horas-homem empregadas na construção também favoreceram o trabalho de modificar e atualizar as luzes diurnas e noturnas do convés de voo, bem como o uso de visores noturnos.

E, especialmente, a instalação do sistema de Comando e Controle (sistema C2) para unidades de superfície projetadas nacionalmente, chamado “Varayoc”, que integra os vários sensores, sistemas de armas e a rede de dados do navio para fornecer a situação para decisões no nível tático.

É um desenvolvimento conjunto dos engenheiros da MGP, do SIMA e da Universidade de Piura, que já foi testado com sucesso nas fragatas de mísseis do tipo Lupo, classe “Carbajal”.

Com tudo isso, o BAP estava pronto para cumprir sua missão de projetar o poder naval em terra e exercer o comando da frota; dar suporte após desastres naturais; realizar assistência humanitária e cumprimento de tarefas médicas e logísticas; apoio à interdição marítima; operações contra o tráfico ilícito de drogas, pesca ilegal e contrabando; busca e resgate; mobilidade estratégica para forças anfíbias; e o transporte de pessoal e material.

“Este navio é o maior construído pelo SIMA nos últimos tempos e significa sua consolidação como um estaleiro em modernas técnicas de construção (módulos), e permitiu ao Comando da Força de Superfície substituir unidades altamente degradadas com mais de 65 anos em operação”, diz o analista César Cruz Tantalean, diretor da publicação especializada Perú Defensa & Seguridad.

Capacidades operacionais

Em Callao, em 25 de abril de 2017, e perante as mais altas autoridades do Estado, ocorreu o batismo e o lançamento do BAP Pisco ao mar, que recebeu o registro naval AMP-158 e a designação de Buque Auxiliar Multipropósito.

O ritmo do trabalho continuou avançando nos detalhes e na instalação dos equipamentos e sistemas de bordo. Os testes finais de navegação foram realizados de 19 de abril de 2018 até os últimos dias de maio.

No dia 7 de junho seguinte, o Presidente da República Martín Vizcarra, durante o ato protocolar do hasteamento do Pavilhão Nacional, afirmou: “Este é um navio que atenderá a população afetada em momentos que realmente exigem suas instituições”, enfatizando o caráter de ajuda humanitária do tipo de navio LPD (Landing Platform Dock).

Com 122 metros de comprimento, este é o maior projeto construído nos últimos anos no SIMA, com aço naval de alta resistência A e AH 32. Possui uma boca de 22 metros, uma altura de 56 metros e um calado de 4,9 metros em carga máxima; deslocando 7.294 toneladas métricas padrão, com um deslocamento máximo de 11.394 TM.

Tudo isso é gerenciado por uma tripulação de 157 pessoas, das quais 14 são oficiais, cuidadosamente selecionadas para equipar a unidade em suas primeiras viagens, às quais se somam 7 observadores (ou convidados) e alguns especialistas.

Possui um sistema de propulsão CODAD (combinação diesel e diesel) que permite desenvolver uma velocidade máxima de 16,5 nós (15,5 nós em cruzeiro e 13,5 nós em velocidade econômica), graças aos seus dois motores de 2.275 kW. Além disso, ele usa três geradores de 500 kW e um gerador de porto de outros 400 kW.

Sua autonomia está programada para 30 dias, com um alcance de 10.000 a 14.000 milhas náuticas. Possui uma modificação que permite receber combustível através de um sistema de reabastecimento no mar, que cumpre totalmente os padrões da OTAN.

Quanto ao seu potencial para transportar combustível e água doce, oferece 636 toneladas (184.920 galões) do primeiro produto e 600 toneladas (131.981 galões) do segundo item; em termos de alimentos, possui armazéns internos (armazéns) para armazenar 360 m3 de alimentos secos e 136 m3 de alimentos frescos.

Sua capacidade de carga está dividida em dois setores: Convés 3, com área de 670 m2, volume de 2.680 m3 ou peso de aproximadamente 1.000 toneladas; e convés 1, com área de 410 m2, volume de 1.435 m3 e peso de 400 toneladas.

Para tudo relacionado a estiva, movimentação interna de carga e outros trabalhos de armazenamento, o navio possui uma frota de empilhadeiras, elétricas e motorizadas, que se movem entre os conveses através de um sistema interior de elevadores de carga.

Em operações anfíbias

Do convés de voo equipado com um hangar, são permitidas operações de aeronaves com 2 helicópteros médios, que por enquanto são o SH-3D Sea King da Agusta Sikorsky ou o AB-412SP mais recente, embora seja esperada a incorporação antecipada do Kaman SH-2G  ‘Super Seasprite’.

Sua grande doca favorece o embarque de 24 veículos blindados anfíbios LAV II da General Dynamics Land Systems-Canadá e também pode transportar 18 caminhões porta-tropas Rheinmetall MAN Military Vehicles Gmbh, modelo TGS-Mil 29.440 (6×6), fornecendo suporte tático à mobilidade para a tripulação de 450 combatentes do Corpo de Fuzileiros Navais.

Com 2 embarcações de desembarque de uso geral (UMLs) de 23 metros de comprimento, o embarque e desembarque ao longo das rampas laterais são reforçados; enquanto 4 barcos semi-rígidos do tipo RIHB permitem a participação na interdição marítima através de operações de controle em conjunto com a Direção Geral de Capitania e Guarda Costeira (DICAPI).

Tudo isso protegido por um dispositivo de autodefesa em torno do Sistema de Control de Armas por Medios Optrónicos (SCAMO) através de estações remotas de armas (RCWS) da espanhola Escribano Mechanical and Engineering, composto por 4 Guardian de 12,7 mm e 2 montagens Sentinel de 30 mm.

Há um total de 7 consoles (1 para o chefe e 6 para os oficiais de tiro) associados ao Sistema de Observação OTEOS-N, ideais para lidar com ameaças de lanchas ou navios de tamanho médio com atitudes hostis, além de realizar tiro em alvos leves localizados na praia.

Totalmente operacional

Este grande trabalho de engenharia naval peruana teve sua “estreia” internacional em 24 de novembro de 2018, quando na presença do Comandante Geral da Marinha, Almirante Fernando Cerdán Ruiz, foi realizado o Exercício de Resposta Rápida a Desastres, chamado “Ondas de Solidariedade”, em Chorrillos Bay (Lima), com a participação do navio USS Somerset (LPD-25) da Marinha dos Estados Unidos.

Lá, o BAP Pisco lançou 620 homens da Compañía Reforzada de Intervención Rápida para Desastres (CIRD) e abriu suas instalações médicas para atender 17 pacientes gravemente doentes e outros 45 em um setor especial, operando com o Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Defesa Civil, Exército, Força Aérea, Polícia Nacional, Corpo de Bombeiros Voluntários em Geral e com autoridades municipais.

Logo depois, acompanhado pelo navio-patrulha BAP Río Cañete (PM-205), ele partiu para participar da Revista Naval Internacional , com a qual a Marinha do Chile encerrou sua celebração do bicentenário, no domingo, 2 de dezembro, em frente ao porto de Valparaíso, e depois participou da feira Exponaval 2018, entre os dias 4 e 7 de dezembro.

O BAP Pisco retornou à Base Naval de Callao e passou o novo ano de 2019 sem incidentes. Mas, nos primeiros dias de fevereiro, os militares receberam ordem de socorrer as vítimas das inundações e deslizamentos de terra na parte sul do país (Arequipa, Moquegua e Tacna), levando para o porto de Ilo um grande carregamento de alimentos, remédios, veículos e ferramentas.
Pouco depois, ele viajou mais de 1.000 quilômetros ao longo do mar peruano, até o porto de Paita, na região de Piura, com ajuda humanitária e apoio logístico às pessoas afetadas pelas intensas chuvas no norte do Peru.

E durante os meses de setembro e outubro, o navio teve outra missão no âmbito do “Operativo Mar Solidario”, realizando 23 cirurgias e 4.169 serviços médicos gratuitos a bordo para pessoas pobres.

Já neste 2020, nos primeiros dias deste mês de fevereiro, a bordo do Navio Polivalente BAP Pisco, foi realizada a reunião de coordenação do Treinamento Operacional Conjunto “Victoria-2020”, na qual as forças armadas otimizarão sua operação, com o fim de fortalecer a presença do Estado e contribuir para a dissuasão externa e interna.

Neste exercício militar, que seria realizado na segunda quinzena de abril na área de Salinas em Huacho (115 quilômetros ao norte de Lima), o Exército, a Marinha e a Força Aérea participariam e determinariam o nível de prontificação de pessoal, material, logística e treinamento das forças armadas peruanas.

Em resumo…

A incorporação do BAP Pisco tem sido um passo importante para a Marinha do Peru e suas capacidades para enfrentar os desafios atuais, com um navio que pode ser usado em missões convencionais ou no desdobramento de elementos da Brigada Anfibia de la Fuerza de Infantería de Marina para onde for necessário.

Além disso, está se mostrando útil para executar missões de ajuda humanitária em caso de desastre natural, transportando cargas diversas, cumprindo a função de um hospital flutuante, além de um centro de comando, entre outras tarefas, que podem ser realizadas no âmbito de uma Força-Tarefa das Nações Unidas.

Quanto às possibilidades de exportação, as opções estão abertas. Nesse contexto, uma delegação da Marinha Nacional da Colômbia esteva visitando e manifestando interesse nesse projeto, pois é precisamente necessário nesse sentido.

Da mesma forma, na visita que o Comando da Marinha do Brasil fez ao Peru em novembro de 2019, foi realizada uma reunião bilateral sobre alianças estratégicas e foi assinado um acordo institucional que poderia especificar o projeto de um navio polivalente feito por peruanos para operar nas águas brasileiras.


*É diretor de Imagem Institucional do Corpo Geral de Bombeiros Voluntários do Peru e redator-chefe da Revista Peru Defensa & Seguridad

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Paulotd
Paulotd
3 meses atrás

Péssimo negócio trocar dois Subs ikl-209 por esse navio comercial adaptado. MB sempre dando um tiro no pé. Entre as três é a força mais mal gerida e a que mais rasga dinheiro do contribuinte Brasileiro.

Last edited 3 meses atrás by Paulotd
Esteves
Esteves
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

Não parece.
 
Ter duas linhas logísticas e duas escolas de submarinos não faz sentido olhando para os custos de manter e operar e, para a situação de não mais evoluir os IKL.
 
Teremos uma operação com os Scorpenes. Uma escola de submarinos. Uma. Não duas.
 
E acrescentaríamos um navio sem igual por aqui.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. Acho que o problema dos IKL é outro. Neste momento, Itaguaí está sendo usada para concluir os SBR. Isso é uma excelente noticia. Em poucos anos, a MB terá 4 novos submarinos modernos e plenamente operacionais. Neste contexto, a modernização ou PMG dos Tupis pode ser adiada por dois ou três anos para o momento no qual Itaguaí estará com folga para executar os trabalhos de manutenção. Parece-me razoável em uma situação de aperto orçamentários (como esta sendo 2020 e serão os próximos anos) que a MB possa priorizar a conclusão dos SBR e avaliar se vale a… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Mestre,
 
O problema são dois. Melhor seria se fossem um.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. Eu queria saber contar até dois…. a vida ia ficar mais fácil. Mas se deixar, a gente contaria dois problemas, três problemas, quatro problemas, cinco problemas….

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Mestre,
 
O prefeito queria contar dois e tirar um.
 
Penso que no orçamento da MB não cabem duas linhas logísticas para manter duas escolas de submarinos.
 
Se somente se…esse contrato com a ThyssenKrupp trouxer muito offset alemão.

J L
J L
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Prezado, concordo plenamente com as palavras escritas em seu comentário, e acrescentaria que na falta de meios de superfície para escolta e patrulha, que é nossa necessidade atual, submarinos fazem esse papel de negação do mar territorial. Devemos lembra que temos o Bahia que já faz o que o Pisco faz. Temos que lembrar que existem outras necessidades prementes que são: caça-minas, para proteção de Itaguaí, necessitamos de navio tanque, necessitamos de mais navios patrulhas e OPVs, de navio de apoio antártico, e de navio logístico. E não devemos esquecer aquela regra: quem tem um não tem nenhum quem tem… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  J L
3 meses atrás

Submarinos fazem a negação do mar porque a MB construiu essa doutrina.
 
A negação do mar pode ser feita com outros meios. Negar um mar desse tamanho com alguns submarinos que não são meios ligeiros não parece ao Esteves coisa muito pensada.
 
 

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Prezado Esteves,

Não foi a MB que instituiu o submarino como arma de negação do uso do mar.

Essa doutrina é utilizada por TODAS as marinhas que possuem submarinos , porque o submarino é o primeiro e único vetor 100% stealth.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Quer dizer, pra manter IKLs e SBR juntos não tem grana, mas pra manter SBR e SNBR terá?
Me explica essa lógica

Esteves
Esteves
Reply to  Satyricon
3 meses atrás

Explico.
 
O PROSUB tem financiamento francês. A MB paga e paga caro. Mas tem contrato e tem fim. Não é possível interromper.
 
Manter os Scorpenes precisa ver no contrato se foram contratados períodos de manutenções. Penso que não. A MB terá o ônus das manutenções como regra geral de todos os meios navais. Comprar é diferente de manter.
 
O SBN é mais complicado. Nunca fizemos descontaminação e desmantelamento dessas coisas. Tarefa futura.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. Acho que é por ai mesmo. A Covid-19 é um complicador que precisa ser levado em conta no curto prazo, mas seria um erro assumir que os níveis econômicos serão mantidos no atual patamar por muito tempo (isso nada tem a ver com recuperação econômica, mas será consequência do abrandamento da epidemia, como ocorreu em 1918. Aliás recomendo o libro “A grande gripe” de J.Barry. Estou devorando o livro.)

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Mestre,
 
Pai Jesus não emite dinheiro.
 
Ou emitimos títulos e nesse momento duvido que encontraríamos compradores sem oferecer juros saturnianos para fazer crescer a dívida pública, ou pedimos emprestado, ou emitimos moeda.
 
Não sei a mágica do Trump. Mas o desemprego lá caiu 10 pontos de abril a junho.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Esteves
3 meses atrás

O auxílio entregue lá e os acordos comerciais realizados com grandes empresas para manter os empregos, como também o investimento “público” e no “privado” como o governo brasileiro quer.

O investimento público lá fez a diferença, deu mais confiança para as empresas.

MBP77
MBP77
Reply to  Esteves
3 meses atrás
Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Satyricon
3 meses atrás

Boa.

Bjj
Bjj
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Esteves Esse argumento não faz sentido. Primeiro porque não vamos abrir mão de todos os IKLs, mas apenas dois, ou seja, continuaremos a ter duas linhas logísticas diferentes para os submarinos. Segundo que não adianta retirar os IKLs para diminuir as linhas logisticas de submarinos e acrescentar à força um navio anfíbio que trará uma linha logística distinta daqueles que operamos, já que o navio peruano, o Bahia e o Atlântico são absolutamente diferentes. No mais os IKLs, com um pouco de esforço, teriam ainda um bom tempo de serviço pela frente. Defender sua venda apenas para diminuir o desafio… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Bjj
3 meses atrás

Pois é.
 
Manter meios operativos. É um pilar da administração do atual Comando Naval.
 
A Barroso está operando. Os IKL não. Dizem que um IKL está operativo. Dizem.
 
Penso ser uma informação estratégica sair por aí dizendo o que temos e o estado do que temos. Não interessa aos russos.
 
Se tem IKL missionando e aprestado, Ok. Se não tem e não temos recursos para atualizar e manter qualquer IKL, não está Ok.
 
Marinha de Guerra. Guerra. Não é Marinha de Armário.
 
 

Bjj
Bjj
Reply to  Esteves
3 meses atrás

A Barroso está operacional até deixar de estar. Vamos abrir mão dela quando surgir a necessidade de um PMG?

Aliás não há que se falar em marinha de guerra quando se abre mão de parte dos meios de maior poder dissuasório e de combate da nossa força naval.

Esteves
Esteves
Reply to  Bjj
3 meses atrás

Vamos usar a Barroso até o osso. Churrasco de tutano.
 
Quando acabar, acabou.

J L
J L
Reply to  Bjj
3 meses atrás

Prezados, creio ter já lido que existiam dois IKL em pmg(um seria o Tupi) e que estariam sendo finalizados, para que outros entrassem,
Se alguém puder confirmar agradeço.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  J L
3 meses atrás

Caro JL. Pelo que sei, o Tupi (S30) e o Tamoio (S31) foram retirados de serviço (poderão retornar no futuro). O Tapajó (S33) está docado (tem uma outra noticia de hoje sobre isso no PN). Sobram o Timbira (S32) e o Tikuna (S34), estes a gente tem que perguntar para os colegas que moram no Rio de Janeiro.

Esteves
Esteves
Reply to  J L
3 meses atrás

Tem material aqui.
 
Dificuldades com os periscópios e com as alças.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Os Russos são um exemplo, estão modernizando tudo que podem, mesmo com a entrada de unidades mais modernas de submarinos.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Italo Souza
3 meses atrás

Li que os russos tinham pensado em modernizar submarinos classe Alfa, ou criar submarinos semelhantes…

Salim
Salim
Reply to  Esteves
3 meses atrás

A verdade e que náo tem logica, planejamento e objetivo na MB. Quase nove mil quilômetros costa e riquezas naturais em nossa plataforma e quem patrulha, ‘ ou tem condição e náo sei se faz a contento, e o P3 da FAB. São 80.000 militares sem equipamento. Vinte e cinco mil fuzileiros fazendo mesmo servico daEB pois seu deslocamento e de caminhao ou aviáo. Este tipo de embarcação náo e prioridade momento, e se fosse, poderia ser feito aqui, pois temos condição ainda, pois estamos caminhando para desbaratamento de nossa capacidade educacional e industrial, venda de nossas riquezas naturais a… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

A modernização dos subs IKL é cara para a MB e como disse o colega Esteves, não convém manter dois tipos de subs.
Quanto maior a padronização dos meios, melhor, além de que precisamos URGENTEMENTE de meios de superfície!
 
Esse navio peruano peca somente pela baixa velocidade, no restante, é um ÓTIMO custo x benefício para nossa marinha ao mesmo tempo que os nossos subs antigos são ótimos para a marinha peruana.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alex Nogueira
3 meses atrás

Caro Alex. O que é urgente para a MB é concluir os SBR. Provavelmente, o S40 entrará em operação este ano e o S41 no próximo ano. Quando o S43 for lançado ao mar, as oficinas de Itaguaí poderão ser usadas para concluir a manutenção/modernização dos IKL/Tupi que forem necessárias (talvez o S30 e S31 sejam aposentados definitivamente, ou talvez a MB possa colocar todos os IKL/Tupi em operação. Essa decisão pode ser tomada daqui dois ou três anos.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Alex Nogueira
3 meses atrás

A baixa velocidade é referente ao tipo de motor usado ou simplesmente ao design do navio que não contribui com nenhum ganho em performance🤔❓

Um motor diferente ao usado pode ser possível ou haveria que haver adequações para recebê-lo ❓

Esteves
Esteves
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

PN.   “Uma onda de seis helicópteros pode ser retirada do hangar e lançada em menos de 40 minutos. Em uma missão não militar, o navio tem a capacidade de transportar até 250 veículos de ajuda para uma zona de emergência e fornecer apoio de helicópteros.“   Essa é a missão de um porta helicópteros. Um navio multiproposito ou multitarefa tem a mesma finalidade: chegar e lançar.   Corvetas e fragatas precisam de força e agilidade para além da velocidade serem rápidos nas manobras evasivas. Bater e correr. Atacar e urgir.   Motor de navio é uma parte do conjunto… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

A tudo….
 
primeiro, a missão do navio, que é ser anfibio multitarefa, é por consequencia, alguem que chega depois da briga inicial finalizada…descarregando tropas e helis…
 
segundo, ao design que precisa ser largo para caber o maximo possivel dentro…
 
Terceiro, o grupo motriz é similar em potencia as Classe Amazonas de 2000 toneladas…ou seja, com o mesma potencia de grupo motriz e geração eletrica, ele movimenta um casco entre 3 a 6 vezes maior quando carregado.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Ora pois. É como batata aos murros.
 
O importante é comê-las. Pode ser com bacalhau, pode ser com lombo.
 
O multitarefa vai chegar. No tempo dele.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
3 meses atrás

hoje em dia este negocio de velocidade nem conta muito….mesmo numa fragata…acabou os dias em que o navio tinha de correr e ficar dando ole e pirueta para escapar nas balas de canhões vindo ao seu encontro….voce pode ocorrer e curvar o quanto quiser, mas o missil é inteligente, sub ou supersonico e faz curva….não tem como escapar dando cavalo de pau…

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Sim.
 
Tem um jogo no Tubo de um Ticonderoga enfrentando um Slava. O navio americano se posiciona sempre com a proa de frente ao russo evitando oferecer o costado.
 
Quem faz as curvas são os mísseis. Mas os navios são espertos.
 
Jogos.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
3 meses atrás

esta tatica de virar de frente ou de ré, é para diminuir a seção radar. O navio diminui de tamanho aos olhos do radar e ao mesmo tempo, dispara nuvens de chaff ou decoy para atrair o missil para outro lugar….

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

O Mestre dos Mares. Filme.
 
Tem uma cena de batalha. O navio inglês enfrenta o navio francês de enfiada.
 
Naqueles tempos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. Já virou um clássico. Embrulhe os pães com os “piratas do caribe” mas vale a pena assistir esse e todos aqueles filmes da Sessão da Tarde sobre piratas.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Errol Flynn.
 
Os navios emparelhavam os costados para atirar. Os piratas subiam nas amarras para pular de um navio para o outro navio.
 
De enfiada…lembro dessa cena do Mestre dos Mares.
 
Tem outra…aquele filme do submarino alemão…o Robert Mitchum foi o comandante do destróier americano…A Raposa dos Mares…o navio americano parte para abalroar o Uboat…mas era mania inglesa lançar-se de enfiada diminuindo a área de danos.

Salim
Salim
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

Caro Adriano, este tipo embarcação para transporte e desembarque tem esta característica pois são suporte e náo barcos de defesa/ataque ou patrulha em caso conflito, vide velocidades de barcos deste tipo, Bahia, Atlântico e demais. O casco náo e desenhado para velocidade e sim deslocamento de cargas e volumes com relativo conforto para transporte fuzileiros. Os LHD Wasp dos americanos como exemplo tem velocidade max 22 nós e de cruzeiro 18 nos. Velocidades em torno 30 nos são para barcos de forca tarefa guerra agregados ou náo, a núcleo com porta aviões , velocidade aplicada somente operação guerra em defesa… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

Olá Adriano, a baixa velocidade se deve tanto ao grupo motor quanto ao desenho do navio, que é voltado ao transporte de cargas, porém, com um grupo motor mais potente, é possível melhorar a velocidade, porém, sacrificaria a autonomia, visto que teria um consumo maior de combustível, o que faz pensar se valeria ou não a pena, dependendo dos cenários de atuação.

Salim
Salim
Reply to  Alex Nogueira
3 meses atrás

Caro Alex, custo e caro quando VC tem outras opções defesa, Marinha só tem os cinco Tupis , se opracionais, para defesa em caso ataque. Navios superfície alem antigos tem armamentos e sistemas dos anos 90. A meu ver prioridade OPVs, submarinos, corvetas/fragatas, se pisivel nacional. Marinha deveria tambem criar patrulha caças multimissao para defesa ar/superfície e ar/ar, alem de ter aviação patrulha em quantidade e operacional tempo todo.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

Ele aqui, pelo que foi comentado na época, seria um navio escola e para isso funcionaria bem.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Eu lembro dessa ideia de ser usado, também, como navio-escola.

Desde pelo menos 2013 a MB está interessada nesse projeto.

Last edited 3 meses atrás by Luiz Galvão
Satyricon
Satyricon
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Para navio escola tem muita coisa “dando sopa” no mercado de usados, a exemplo da recente aquisição do navio de socorro submarino Guillobel, que seriam muito mais barato que esse.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Satyricon
3 meses atrás

temos de entender que não é uma missão exclusiva de Navio Escola, é uma missão junto as demais, ou seja…cabe mais de um departamento no mesmo predio….é a vantagem de ser grande…não precisa é exclusivamente dedicado…

J L
J L
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Mas quando estivesse sendo usado como navio escola (volta ao mundo dos aspirantes), ficaríamos um bom período sem que pudesse ser utilizado nas demais funções. Acho demasiado grande para utilização como navio escola. Como dito anteriormente se procurar deve haver navios de pesquisa apropriados para serem adequados como navio escola.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  J L
3 meses atrás

Quando um navio da MB sai para outros oceanos, é sempre um treinamento a todos, tal comp estas ao Libano

dalton
dalton
Reply to  J L
3 meses atrás

Os franceses utilizaram com sucesso o cruzador porta helicópteros Jeanne d Arc como navio escola e esta missão foi assumida por um LHD da classe Mistral quando o cruzador
foi “aposentado”, isso, claro, em tempos de paz.
.
Talvez não seja mais o caso ou possível manter um navio exclusivo como “escola” e como o “Brasil” não tem muitos anos de vida assim como também não deverá ter o “Almirante Saboia” um único navio poderá ter que desdobrar-se.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  dalton
3 meses atrás

Mas não tem nem como comparar com os franceses, pois eles tem o privilégio de ter na Marinha Francesa: o Mistral , Tonnerre e Dixmude, sendo um deles navio escola com dois LHDs a disposição.

No nosso caso, teríamos dois Makassar mas um viraria navio escola e ficaríamos somente com um.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

Nao mestre, Não Mestre Madureira, o navio é tão grande, que cabe mais de uma operação ao mesmo tempo. Sao apenas 220 guardas marinha!!! Algumas estacies repetidoras do Coc principal, umas duas salas de aula….o resto ele fica de pica pau com os marinheiros com a mao na massa…. fica sobrando espaço a bessa

Dalton
Dalton
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

Verdade, mas, as responsabilidades francesas mundo a fora são muito maiores também, como por exemplo o “Dixmude” sendo enviado na ajuda ao combate à pandemia em territórios franceses no Caribe dois meses atrás e normalmente sempre um dos três encontra-se em manutenção.
.
É preciso levar em conta que a marinha brasileira pode contar com o “Atlântico” e o “Bahia” o segundo com doca para embarcações de desembarque, então no caso do seu exemplo de dois “Makassar” um poderia substituir o vetusto
“Almirante Saboia” enquanto o segundo parte do tempo seria
um navio escola, mas, não todo o tempo.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

Olá Paulo. Acho que a pergunta seria se a MB precisa de um navio como esse principalmente depois da incorporação do G40 e do A140. Caso a MB realmente precisasse desse navio, seria ótimo para a MB e ótimo para a marinha do Peru. Creio que a prioridade da MB seja as FCT. Caso o estaleiro peruano pudesse construir uma da FCT ou até uma quinta unidade em troca dos dois IKL, seria excelente.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Mestre,
 
Parecido com o Pisco temos o Bahia. O Atlântico é um porta helicópteros.
 
Quem tem um só tem um. Um não pode estar em dois lugares.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. De fato, você tem razão. O equivalente da MB seria o G40. Acho que o contexto econômico mudou tão radicalmente que o melhor seria contratar a construção de um navio em um estaleiro nacional para injetar recursos na economia. A notícia menciona US$ 60 milhões (algo em torno de US$ 5 mil por tonelada). São cerca de R$ 300 milhões para um navio que poderia chegar a 65% de nacionalização (tomando por base os petroleiros Panamax contratados pela Petrobras). Como a industria está parada, o BNDES está parado (o que permite o governo contratar um navio em um… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Contratar a construção em um estaleiro nacional.
Reativar a construção naval.
Injetar recursos públicos na economia.
60 milhões de dólares.
Nacionalização.
BNDES.
 
PG.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá. MenosPG.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Quem sabe construir um navio tanque, algo que é necessário a esquadra, ou até mesmo construir um navio semelhante ao HMS Ocean, mas com melhorias.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

Navio tanque é o de menos…..ao menos estes é o que mais temos….agora o resto é zero….não temos nada….
 

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Acho que tem que guardar fundos para um navio tanque como o classe Wave, o Gastão Motta não irá durar para sempre.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

A embarcação tem só 122 mts. Menor que a niteroi. Para operar no rio Amazonas tá bom. E aquele lançamento do LAV II. Que foi pro fundo do mar com todos a bordo?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Marcelo
3 meses atrás

Sim, inclusive poderia ter missões á tambem sob alguma versão. Não é grandão nem pequeno. poderia operar como CAM ( Controle de aerea maritima) mas como é rio seria CAR ( Controle de Area Ribeirinha)….imagine ele lá com umas 6 LPR40….Helis de manobra e ataque…etc….

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

O Atlantico foi construido com técnicas de navios comerciais e a marinha da Inglaterra e do Brasil não reclamam disso.

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

Off topic, mas interessante. Construção de galeões portugueses no Brasil colonial.
https://marsemfim.com.br/maior-navio-do-mundo-no-seculo-17/

Peter nine-nine
Peter nine-nine
Reply to  Paulotd
3 meses atrás

Eu gosto desse Pisco. Simples e faz o que se pretende.

FERNANDO
FERNANDO
3 meses atrás

Bem, para operações como as realizadas no HAITI, está bom.
Já é um começo.
Agora em relação aos subs, ……………………………, vai da
MB

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  FERNANDO
3 meses atrás

Diga-se de passagem são as únicas missões do tipo que fizemos depois da segunda guerra e as que iremos fazer por muitas decadas ainda.

Mauricio Pacheco
Mauricio Pacheco
3 meses atrás

Não sou especialista no assunto, mas se acontecer mesmo a troca, acho que a MB deva exigir um troco no negócio!

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Mauricio Pacheco
3 meses atrás

Talvez venham dois navios… ai se for necessário, nós voltamos um troco e a MB ganha meios de por os marinheiros no mar ao mesmo tempo que aumenta o leque de missões consideravelmente, uma vez que esse navio pode receber todos os tipos de helicópteros operados pela força.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Alex Nogueira
3 meses atrás

Pelo tamanho receberia até chinook…

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

Sim! Devidamente equipado, poderia ajudar muito baseando helicópteros para missões ASW e ASuW.
 
Fico pensando nas implicações para marinhas inimigas, caso no futuro (próximo) a MB vier a adotar para uso nos S-70B e no H-225M o míssil JSM (alcance de 180km+) ou o MARTE ER (100km aproximadamente).
 
*Atualmente a MB usa o míssil Penguin no S-70B, com alcance máximo teórico de cerca de 55km e usará (não sei se já temos operacional?) o AM-Exocet block2m2 no H-225M, com alcance máximo na faixa de 70km.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Alex Nogueira
3 meses atrás

*Correção, a versão do míssil Penguin que a MB usa, é a versão Penguin Mk.2 Mod.7, que tem alcance máximo, na casa dos 35km.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Alex Nogueira
3 meses atrás

*Uma coisa interessante, que talvez muitos não saibam, eu tinha lido em algum lugar, mas hoje achei uma publicação oficial da Kongsberg, onde fala e mostra inclusive uma foto, do míssil Penguin, sendo ensaiado em um Super Lynx (versão semelhante a da MB) e no BELL 412EP.
 
Sendo assim, seria ótimo se os Wild Lynx da MB passarem a utilizar os Penguin Mk.2 Mod.7 ora em uso nos S-70B.

Tomcat4,2
Reply to  Alex Nogueira
3 meses atrás

MB esperava pelo Sea Venom e parece que escolheu o Spike da Rafael sendo que as tratativas já estão em andamento. Fonte, canal Caiafa Master youtube ontem.

Doug385
3 meses atrás

É um navio lento e que foi adaptado para as necessidades da marinha peruana. Não sei se atenderia bem nossas necessidades.

Esteves
Esteves
Reply to  Doug385
3 meses atrás

Para o que se destina não é lento.
 
O Atlântico deixou o Rio de Janeiro e chegou às capitais do Nordeste em um dia durante a operação Mar Limpo é Vida.
 
Esses navios são assim. No tempo.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Esteves
3 meses atrás

“Esses navios são assim. No tempo.”

Esteves, Me Desculpe, essa é uma das coisas mais estúpidas que já li aqui no blog.

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Galvão
3 meses atrás

O Esteves já escreveu coisa pior. E leu também. Vai na fé que você encontra.
 
Navios multiproposito/multitarefas não são navios de combate. Não manobram como fragatas. Eles chegam no TO após…após os fatos.
 
Veja lá o Soldado Ryan. Veja lá os multitarefas desembarcando tropas, tanques, ambulâncias, cadeias logísticas após a tomada das praias.
 
 
 

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Esteves,

Geralmente gosto de ler os seus comentários, apesar de na maioria das vezes não concordar , mas me desculpe pelo adjetivo forte que usei.

Você é uma pessoa educada e aceita críticas, o que para mim considero muito.

Abs.

Gabriel BR
Gabriel BR
3 meses atrás

Acho que não acontece não.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Gabriel BR
3 meses atrás

Caro Gabriel. Eu acho que o problema são os recursos para construir o navio novo. O Brasil está comprometido com a conclusão dos SBR e com as FCT. Acredito que o Peru terá dificuldade para comprar os IKL/Tupi ou construir um navio novo para fazer o escambo. A única opção seria a marinha do Peru trocar o seu navio já construído pelo por um ou dois IKL, mas isso exigiria que os peruanos contratassem (no Brasil, na Alemanha ou nos estaleiros de seu país) um amplo programa de revisão dos submarinos, mas na atual conjuntura mundial, acho difícil isso acontecer.

ALLAN
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Se me lembro bem, existia boatos que os submarinos passariam por alguma manutenção no Brasil antes do negócio.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  ALLAN
3 meses atrás

Olá Allan. De fato, pelo que lembro a MB havia colocado esta possibilidade, mas também havia algo sobre os alemães coordenarem essa revisão em um estaleiro no Peru. Logo após o acidente com o submarino argentino, eu sugeri aqui no PN a cessão de um ou dois IKL/Tupi para a Argentina após uma revisão no Brasil. Ainda parece-me uma excelente opção para a Argentina, contudo a Covid-19 se tornou a prioridade para todos os países, o que torna qualquer negociação sobre venda ou compra de material militar supérflua (isso inclui os Sherpa para o EB). A prioridade da MB deve… Read more »

Top Gun Sea
Top Gun Sea
3 meses atrás

Eu vejo treis constatações: Primeiro o Peru de incapacitado logísticamente passou a vender navios de logistica, isso mostra um grande salto de planejamento e investimento. Segundo, a MB trocar dois IKLs embora, necessitando de manutenção e modernizacao por um modesto e pequeno navio de logística limitado a carga, transporte, velocidade e de construção simples e barata por mais que seja usado como navio escola é mesmo uma vergonha e um descaso com o dinheiro público. Terceiro uma vergonha maior ainda uma Marinha como a do Brasil com um super orçamento das forças se submeter a isso e não esquecendo que… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Top Gun Sea
ALLAN
Reply to  Top Gun Sea
3 meses atrás

Antes de Criticar a MB dá uma olhada pra onde vão os gastos de defesa do Brasil. Super Orçamento é só no nome que o Brasil tem,a realidade é bem outra.

Marujo
Marujo
Reply to  ALLAN
3 meses atrás

O orçamento vai para o pagamento de pessoal (ativo e inativo) de uma força que tem um convivente de 80 mil homens, o dobro da Marinha francesa. Quer mais?

J L
J L
Reply to  Marujo
3 meses atrás

Maior até que a marinha Australiana que tem mais meios concluídos ou em construção.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  ALLAN
3 meses atrás

Vai para os inativos, aposentados e pensionistas.

J L
J L
Reply to  Top Gun Sea
3 meses atrás

Falou e disse ! É isso aí.

Esteves
Esteves
3 meses atrás

Talvez o escambo aconteça. Talvez não.   Os IKL precisam de manutenções, atualizações e modernizações. Temos grana para isso?   Se temos, manter duas linhas e duas escolas de submarinos (uma delas dos anos 1980) é o melhor destino do dinheiro? Se temos, empregar todos os esforços em meios operativos está de acordo com a missão da gestão atual.   Se não temos recursos no orçamento para manter os IKL prontos para a guerra, melhor estaríamos com os Scorpenes novinhos e em prontidão. Submarino é arma de guerra. Não presta pra outra coisa.   Estamos virando e tornando os párias… Read more »

Marcelo
Marcelo
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Duas melhores opções: estabelecer um preço para venda sem permuta. Ou armazena os quatro IKL para dias melhores ou uma urgência.

Esteves
Esteves
Reply to  Marcelo
3 meses atrás

Penso que não dá pra guardar navio de guerra.
 
Vender depende se existem interessados e compradores com potencial para pagar.
 
Nas relações internacionais que ao que parece descemos a escada e a escala…às vezes há ganhos políticos, estratégicos e atenuantes.
 
Podemos ser a Alemanha da América do Sul. Depende do que queremos ser.

J L
J L
Reply to  Marcelo
3 meses atrás

Se fosse para vender dois IKLs para acrescentar mais um Scorpene na linha de montagem, seria válido. Fora isso penso que deveríamos ir fazendo os PMGs na medida do possível em pelo menos um de cada vez.

Esteves
Esteves
Reply to  J L
3 meses atrás

Então…aí entrou a necessidade dos periscópios e das alças. Seriam substituições feitas com os offsets das Mekos.
 
Sem ajuda alemã não atualizaremos os submarinos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. A MB já conhece os IKL/Tupi de olhos fechados. Ela tem o histórico de operação e manutenção. Isso simplifica bastante o trabalho. Os SBR, por outro lado, estão novinhos. Portanto, até acho possível operar os dois modelos. O problema é maximizar os resultados com os recursos disponíveis. A prioridade é o Labgene e os SBR. Os IKL/Tupi devem mesmo ficar para depois dos SBR. A contratação de novos navios precisa estar alinhada com uma política de ativação do setor industrial. Pode ser um punhado de Macaé (para substituir patrulhas antigas, cada uma custando R$ 40 milhões, pelo que… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

De olhos bem fechados pode ser.
 
De olhos abertos precisamos de periscópios, alças e sistemas para os periscópios e para as alças. Não temos e não temos o dinheiro.
 
Politica de ativação do setor industrial. Mestre…que política é essa?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. Acho que o resumo do que seria uma boa política industrial seria “Mais Camargoer, Menos guedes (com minúsculas)”

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Mestre,
 
Depois de 15 anos comprei uma bicicleta para passear por aqui. Quando o Esteves pedalava…vichi…era tudo japonês. Pneu alemão. Partes inglesas. Ou italianos.
 
Agora…até…até a buzininha vem da China. Tudo da China.
 
Mestre,
 
O que fizeram com esse país? Ou o que fizeram com o mundo do lado de cá?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. O que fizeram com o país? Pergunta pro posto Ypiranga.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Industrialmente, ainda que tenhamos diminuído em razão das substituições das atividades econômicas, cometemos pecados capitais.
 
Agora…restou o choro.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Acho que o posto Ipiranga vai dizer para ver quem foram os gestores de 88 até agora, dando especial atenção para o período que compreende os anos de 03 até 18.
Acho que isso responde tudo.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

A propagando o posto ipiranga tem menos de 3 anos….isto vem de antes…

Marujo
Marujo
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Máscaras, luvas e aventais para o pessoal da saúde, respiradores mecânicos, nem isso fabricamos mais. Coisas que nem tecnologia agregada tem. Não fabricamos mais. Que paiseco viramos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Marujo
3 meses atrás

Olá Marujo. Geralmente, o pessoal do Posto Ypiranga fala que o país deve comprar de quem vender mais barato (nunca explicaram de onde vão acumular divisas para pagar). Alguns colegas da trilogia defendem com fé a comprar de equipamento militar importado baseado na ideia que a forças armadas não devem se preocupar com geração de empregos. Outros poucos (como eu) defendem que uma sociedade precisa prover riqueza e bem estar para a sua população, o que incluí políticas de industrialização e de redução á desigualdade (comunavirus).

J L
J L
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Bem se pensarmos dessa maneira, temos 3 linhas diferentes do que restou de escoltas(corvetas, e as fragatas classe Niterói e as 2 remanescentes inglesas batch 2), até mesmo os rebocadores de alto mar são de classes diferentes. Tudo isso envolve logística diferente. Já tivemos classes diferentes de subs no passado com os guppys(baixa em 92 Amazona), os oberon(o ultimo descomissionado em 2001) e o Tupi(comissionado em 89) todas as 3 classes por um período operando simultaneamente

Esteves
Esteves
Reply to  J L
3 meses atrás

Então,
 
Sobram críticas aqui no PN sobre essa variedade logística e de inventários.
 
Se operar várias classes tivesse transferido conhecimento, ok. Se manter várias classes…quais foram os ganhos tecnológicos?
 
Mas não foi assim. Ou teríamos aprendido muito mais.

filipe
filipe
3 meses atrás

Acho um bom negócio, operar 5 IKL não têm sido fácil, vamos operar o 1 Tikuna + 4 S-BR + 1 SN-BR , no total 6 embarcações, todas elas entre as mais modernas do mundo. Sendo assim faz todo sentido aprendermos com os Peruanos e Coreanos a operar embarcações mais em conta para o nosso teatro operacional, e pelo rumo da nossa situação financeira, quanto menos gastarmos melhor, e se possível operar navios de construção local, e não sucatas de oportunidade como foi o caso do A-12 São Paulo, o Peru sabe que vai operar um navio absolutamente a medida… Read more »

Rubens Sommer Jr
Rubens Sommer Jr
3 meses atrás

Com todo respeito, seria melhor fabricar aqui no Brasil e gerar emprego nos estaleiros nacionais.

Esteves
Esteves
Reply to  Rubens Sommer Jr
3 meses atrás

Não temos o projeto.

Diego
Diego
Reply to  Esteves
3 meses atrás

A gente cria temos bons engenheiros.

rommelqe
3 meses atrás

Para o bem ou para o mal, a MB ja possui o Atlantico e o Bahia, que cobrem as funções de um Makassar por muitos anos ainda.
Se é para prestigiar a industria peruana (a qual tenho respeito até por que conheço boa parte da capacidade local) e fazer um negócio razoável e bom para ambos os lados, prefiro que os IKL sejam reformados aqui (já que, como todos aqui sabem, os mesmos foram fabricados no Brasil…) e trocados por outro tipo de embarcação, por um valor razoável (por exemplo n embarcações de patrulha litorânea e fluvial).
 

Esteves
Esteves
Reply to  rommelqe
3 meses atrás

Penso que não é um problema de prestígio. É uma questão de necessidade + oportunidade.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. O projeto pode ser licenciado. Isso é o mais simples.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Pode. Mas significa pagar pelos direitos da licença.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Caro Esteves. Fazer um projeto também é caro. O licenciamento de um projeto permite corrigir erros originais e também ajustar o desempenho para atender os requisitos locais. Mesmo um projeto licenciado, demanda um plano de execução (o que fazer primeiro? onde? tamanho da equipe, cronograma, etc). Considerando tudo isso, o mais caro ainda é a construção do navio, é o que gera mais emprego direto e indireto, mais arrecadação e riqueza.

rommelqe
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Camaergoer: essa questão de licenciar projeto realmente não é um problema, concordo. O que acho é que não precisamos de um Makassar hoje, pois temos várias outras importantes e emergenciais compras a fazer. A começar por embarcações de controle e eliminação de minas, embarcações de patrulha naval e fluvial, navio de apoio logístico e assim vai….

rommelqe
Reply to  Esteves
3 meses atrás

É talvez não tenha me expressado corretamente, mas concordo que é uma questão de oportunidade. Mas acho que um Makassar não é uma oportunidade que estejamos visualizando, certo? Melhor trocar os IKL REFORMADOS NO BRASIL, por outras embarcações que não temos como fabricar rapidamente aqui por razões conhecidas por todos.

carvalho2008
carvalho2008
3 meses atrás

O Makassar é muito parecido com o conceito de casco dupla função que vivo pregando.comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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Carlson
Carlson
3 meses atrás

“Dois motores de 2.275 kW. Além disso, ele usa três geradores de 500 kW e um gerador de porto de outros 400 kW” Eu não entendi a potencia dos motores é inferior a potencia de geração dos geradores em Kw?

carvalho2008
carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
3 meses atrás

comment image
 
Estes são cascos de 175m.
 
A maior diferença é que não possuem doca alagada mas possuem um elevador que faz toda a diferença.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

O casco do meio parece um de transatlântico,já o primeiro com essa cabine recuada, me lembra algo como um cargueiro,Carvalho…
estou errado?
 

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Todos os acima são o mesmo casco e cargueiros também. Variam apenas no grau de adaptação.

Os desenhos eu faço apenas para ilustrar o conceito e lógico que imagens artísticas não se incomodam com toDos os detalhes tecnicos, tal como a adequação de balanço mudando a super estrutura da popa a proa

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Este navio é construido pela estatal PT PAL indonesia, veja que lá estão tentando vender uma versão militar para o governo. A industria de la tem crescido muito

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

E aqui o mesmo casco mas convertido
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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Trata-se do Casco do navio Star 50

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Já houve algum cliente para esse projeto🤔❓

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

A versão civil cargueira ro ro “Star-50” ja teve 09 unidades exportadas para 04 países diferentes

Sobre a versão LPH ainda nao foi vendida.

190 metros por 30 metros de boca
15,5 knots e 17 mil milhas de range
450 Fuzileiros+200 veiculos ou 60 MBTs
+ 16 helicopteros
Casco de 35 mil ton
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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

https://militermeter.com/wp-content/uploads/2017/04/FB_IMG_1493081922870.jpg

Usa o mesmo casco do Star 50. Anotar que ja trata-se de umprojeto de cargueiro atualizado pois possui casco duplo

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
3 meses atrás

Então, um makassar poderia ser o ponto de partida para estes projetos.   Acredito inclusive que uma versão ainda mais simples dele poderia ser um NapaOc de alta persistencia.   Retiraria a doca alagada e deixaria apenas a rampa de descarga de proa como um ro-ro simples.   Alocaria um elevador para ligar o conves superior ao inferior.   Colocaria no bordo dos dois lados, um nicho com guindastes para descer lanchas do porte da CB90 ou qualquer outra de custo beneficio barato e eficiente. assim, elas poderia atuar na interceptação de espertinhos que queiram fugir…   Faria não apenas… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Mestre Carvalho,
 
A mudança apavora.
 
Veja o pânico da situação atual.
 
Sao Sebastião. Ilhabela. Caraguatatuba (acho que o hospital regional ainda não funciona). Ubatuba. Não existe um único hospital nessas 4 cidades. Há SUS e Santa Casa.
 
Dentro da escuridão não existe luz.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Um barco simples como esse deve ser construído aqui mesmo. Trocar por dois submarinos IKL? Nem pensar. Reformar e modernizar no básico que são barcos de primeira linha e a tecnologia foi transferida. Ainda podemos fazem maus uns do tipo TIKUNA. Com baterias modernas de cerâmica ou litio serão os melhores subs da America do Sul.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

Olá Luiz. Acho que se os peruanos ou argentinos quiserem levar dois IKL/Tupi, tudo bem. Por outro lado, considerando a necessidade de gerar emprego e movimentar a economia, nisso eu concordo que o certo é fazer um novo em um estaleiro nacional.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Se. Acho que eles não querem. Nos aqui é que queremos nos livrar dos IKL.
 
Mestre,
 
Quando a telefonia foi privatizada não existia mercado. Tudo se constrói. Só precisa querer.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
3 meses atrás

5 mil municipios e ainda mais projetos de criacao de municípios que nao tem capacidade de ter nem hospital e UTI, se nao tem capacidade, pode ser municipio?! É so para criar cargo político

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Caro Carvalho. Isso depende do que a gente espera que seja um município. Podemos pensar em 3 situações. 1) Metrópoles nos quais os municípios forma uma conurbação de cidades, 2) cidades médias independentes com algum grau de industrialização (mais ou menos como ocorre no interior de SP) e 3) pequenas cidades. No caso das pequenas cidades, a população demanda serviços básicos (educação infantil e fundamental, sistema básico de saùde, etc). Geralmente, a arrecadação é baixa e insuficiente, por isso precisam de aportes federais e estaduais, Torna-las subdistritos de municipios maiores nada muda, continuarão precisando de aportes do município sede. Este… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Isto é falta de vergonha na cara se ubatuba e caragua nao tiver UTI, la é grande.,..e se municipio nao tem arrecadação é porque ainda é subdistrito sim

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Caro Carvalho.Você tem razão quando responsabiliza a administração municipal pela qualidade da rede de saúde e pela educação infantil. Os ministérios (saúde, educação, infraestrutura) têm as linhas de financiamento abertas, mas depende dos municípios submeterem as propostas. Um município pequeno pode conseguir verbas adicionais para ampliar e construir creches, unidades de saúde (básica e da família), UPA´s, etc, mas precisa ir até o ministério, pedir ajuda para montar os projetos, buscar os deputados para aprovar emendas…. dá trabalho. Arrecadação não é limitante para conseguir verbas adicionais.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camaergoer
3 meses atrás

Eu sou municipalista Mestre e a votei no parlamentarismo. Prefiro a descentralização e federalização da Republica, menos imperio central e nao coibir a liberdade individual de escolha Mas sou contra a profissionalizacao da politica. 16 anos em qualquer que seja o cargo de carater politico, encosta o cara e dá a vez para outro. Isto vale para executivo e legislativo, presidencias de partidos, sindicatos patronais ou trabalhadores, diretorias de empresas públicas ministerios e secretarias executivas. Parlamentarismo com presidencialismo representativo, sendo o presidente o representante institucional e chefe das Forças Armadas e com direito de apresentar até 3 propostas plebiscitarias durante… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Caro Esteves. Essa questão da telefonia precisa ser mais debatida. Ocorreram duas rupturas tecnológicas, a telefonia celular e a internet. Acho um erro comparar o ambiente de telefonia durante os anos 80, antes das privatizações, com o que surgiu a partir da primeira década do sec XXI, após a privatização. Isso dá uma tese.

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

Simples ou não,
 
Precisa de um projeto. Precisa lançar os requerimentos para propostas ou simplesmente encomendar com estaleiros nativos ou estrangeiros após a aprovação do projeto e da gestão (Emgepron).
 
Os IKL que fizemos estão ultrapassados. Projetos de meio século. Para evoluir na classe seguinte precisaria comprar os direitos da classe seguinte ou seguir repetindo o que aprendemos. Mais do mesmo.
 
A literatura diz que a MB preferia seguir com os IKL. Mas…o presidente fez diferente.
 
Seja o que seja…não há dinheiro.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteves. Há uma entrevista de um oficial da MB (esta disponível na internet, mas tem que buscar) respondendo sobre a MB preferir os IKL ou os Scorpenes. A resposta foi que a diferença entre o 214 e o 209 é muito grande, portanto não haveria qualquer ganho logístico entre o 214 e o Scorpene. A definição pelo Scorpene foi devido o SBN. Quem definiu o SBN como prioridade foi a MB. O presidente chancelou.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

Este barco de 175 metros foi construido no Brasil Na decada pelo estaleiro Maua
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Esta vendo aquele tunel sobre o conves, aquilo é uma rampa com porta. Bastaria colocar um elevador no lugar dela

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Veja que a rampa de acesso para a ligacao do conves superior ao inferior é uma porta estilo guilhotina. Bastaria trocar por um elevador
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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Porta de embarque de popa.

Se ela tiver reforço, blindados anfibios podem ser lançados ao mar por ela.

Os indonesios gostam de umas loucuras para apresentação ao publico e imprensa. Eles vem correndo com os AAV-7 ou Arisgator M113 Oceanico) e pulam a toda velocidade do cais a uns 5 metros de altura e caem no mar e continuam a partir da navegando. Parece cena de velozes e furiosos

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Amplie a foto e verao um montevde caminhão sobre o conves. Eles subiram por aquela rampa. Imaginem se ela fosse substituida por um elevador. E neste navio que me inspirei para desenhar os navios acima

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Do Estaleiro Maua na decada de 80. Foi vendido e não esta mais na bandeira brasileira desde então. Uns destes, fariam tranquilamente o que o Makassar faz….e mais….mas não tem doca alagada….ela é seca com ponte elevatoria para descarregar os carros

BR Paraná
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

Reformar e modernizar no básico. Mas MB tem dinheiro para reformar IKL? Quais são as prioridades?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Os ingleses Tinham este porta container
O Mv Bezant, que depois foi convertido no HMS Argus
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Era um porta container

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

E agora como Hms Argus, convertido definitivamente após ter dado certo nas Malvinas

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
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3 meses atrás

os helis operam ai a quase 40 anos…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

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Bardini
Bardini
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Tiveram de atochar um mundo de concreto dentro desse navio, pra compensar um projeto que foi feito pra operar carregado de carga.
.
E ainda sim, joga que é um total absurdo:
https://twitter.com/NavyLookout/status/1249404620943876096

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Mas rapaz, ja acordou?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Sei, navio tão ruim fabricado em 1981, requisitado a guerra em 1982 do setor civil, gostaram e foi convertido definitivamente reconstruindo e aumentando a ilha e so vai aposentar em 2024 após 42 anos de serviço…. vai ser navio ruim assim viu?! 43 anos de serviço, e alem de ter servido como treino ate para pouso de harrier e como porta helicoptero, foi convertido ate em navio hospital, imagina né…navio balancando e o medico fazendo cirurgia…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Sei, navio tão ruim fabricado em 1981, requisitado a guerra em 1982 do setor civil, gostaram e foi convertido definitivamente reconstruindo e aumentando a ilha e so vai aposentar em 2024 após 42 anos de serviço…. vai ser navio ruim assim viu?! 43 anos de serviço, e alem de ter servido como treino ate para pouso de harrier e como porta helicoptero, foi convertido ate em navio hospital, imagina né…navio balancando e o medico fazendo cirurgia…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Compare o tamanho da ilha depois da conversão definitiva com a ilha da época em que era um porta container comum.

Tomcat4,2
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Ficou bacana demais. Sou fâ de que se use dos meios atuais para meios adaptados os quais podem cumprir a missão por uma fração do custo de um meio dedicado.

Salim
Salim
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Caro Carvalho, proposta bem legal opv/multi propósito porta helicópteros e desembarque. Com helicópteros armados, vants e capacidade helicópteros grande porte. Seria solução boa para patrulha, adestramento e desembarque tropas. Automatizados ao maximo para reduzir custo patrulha em época paz e obrigatoriamente producão nacional. Ao menos 12 unidades ao custo USS 60 milhões seria mais em conta que 2 corvetonas Meko e teríamos capacidade patrulha nossos mares em tempo paz.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Salim
3 meses atrás

O Makassar é grande mas não é enorme 122 metros com 7mil ton vazio Motores e geradores de capacidade igual as NapaOc classe Amazonas, é por isto que é simples e economico Pega o projeto e simplifica tirando a doca molhada Inclui um elevador e docas nas laterais para lanchas de interceptação Uns 06 destes e pronto, voce tera 06 navios que desempenham como NapaOc, Anfibio, LPH, Fragata Auxiliar Se quiser, ponha chinooks Se quiser ponha h225 Se for NapaOc poe MD500 ou esquilo Se quiser, ponha o LORA, Club-K, RBS-70… Cabe urutu, m113, aav-7, arisgator, mexoflote. Bombril, quer usar… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
3 meses atrás

Parece bem robusto para uma possível “compra”, mas para uma troca estou a achar desvantagem para o Brasil.

Diego
Diego
3 meses atrás

O Navio peruano é ótimo para missões brasileiras que necessitam de logística, levar mais de 20 carros de combate ou 18 caminhões de tropas, ou agua, ou comida. Mas.. penso que se vender os subs em vez de trocá-los seja melhor, com o dinheiro dá se andamento para mais um sub, ou para construção nacional de um navio logístico como do Peru. Com o KC360 no ar e um NC360 navio no mar.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
3 meses atrás

Bom domingo a todos!!!! Uma pergunta básica e apenas de $$$. Qual o valor dos 2 IKL´s reformados e quanto custa o BAP?

Foxtrot
Foxtrot
3 meses atrás

“O contrato original assinado em 2013 era de um orçamento estimado em US$ 60 milhões, que com melhorias adicionais subiram para aproximadamente US$ 80 milhões.” É impressionante o “cu$to Brasil”. Nossas CCT Meko Gambiarrada custa 3vezes mais do que isso e para piorar ainda dependemos dos Alemães para construir o navio em um estaleiro comprado por eles. Que absurdo viu. Como eu disse o “tiro no pé” da MB com esse projeto vai aparecendo durante o tempo. Mas voltando ao Makassar peruano, um dos grandes problemas da América do Sul reside no fato de não cooperar com seus vizinhos como… Read more »

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Foxtrot
3 meses atrás

Nossos vizinhos têm bons produtos que seriam de bom uso para nós, bastaria uma boa conversa entre governos e deixar o orgulho de lado…

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

Exatamente Adriano.
Mas alinhamentos políticos idiotas, atraso doutrinário, submissão a interesses alheios etc nos mantém submissos ao ocidente !

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
3 meses atrás

Assombrações mal exorcizadas costumam retornar à carga. Matéria longa, rebarbativa. Parece demonstrar que escambos ectoplasmicos tem seus defensores vivos, muito vivos…
Ademais, se há apenas um motor diesel em cada eixo propulsor, como chamar isso de CoDaD?…

Paulotd
Paulotd
Reply to  Alex Barreto Cypriano
3 meses atrás

Com 80 mil “marinheiros”, fica difícil sobrar dinheiro, tem muita gente, muito salário, muita aposentadoria, e não é necessário nem metade disso. Qual o problema de operar duas classes de submarinos, ainda mais fabricados aqui? Somos a 9 economia do mundo, não temos capacidade disso? Falta gestão.
 
Era a chance de termos uma segunda base de submarinos no Nordeste, muito necessário para tirar a MB da Guanabara, mandado os IKL para lá. Apostaria numa Base nos arredores de Fortaleza ou São Luis, seria perfeito. Mas a MB só da tiro no pé.
 

Last edited 3 meses atrás by Paulotd
Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Alex Barreto Cypriano
3 meses atrás

Edicao necessária: trocar ‘rebarbativa’ (a matéria passa longe disso) por ‘cansativa’. Obrigado.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
3 meses atrás

Tem trocentos comentários acima demonstrando que esse navio, ou um equivalente, poderia ser feiro aqui no Brasilustão, caso tivesse-mos grana.
Com todo o respeito aos peruanos, mas acho que seria melhor vender ambos os IKL’s pra Polônia, com o PMG sendo feito AQUI, e pegar essa grana pra fazer mais um Scorpene.
Todo mundo sai ganhando. Os poloneses terão 2 subs melhor do que eles tem, mantemos o AMRJ ocupado fazendo o PMG pra venda, e construímos outro Scorpene.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Willber Rodrigues
3 meses atrás

Concordo.

O Brasil deveria comprar apenas navios de maior complexidade.

Esse projeto do Makassar até o estaleiro da BARCAS S.A aqui em Niterói tem condições de fazer.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Luiz Galvão
3 meses atrás

Exato.
Pelo amor de deus…trocar 2 subs que, embora estejam usados, estão muito bem cuidados e tem muitos anos ainda de serviço pela frente por um navio “simples” desse….a troca “talvez” fizesse sentido se o navio viessem com um “troco”, como navios de patrulha oceânicos ou caça-minas, duas áreas onde estamos muito defasados.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Luiz Galvão
3 meses atrás

Jesus amado 😲😲😲😲

Dalton
Dalton
Reply to  Willber Rodrigues
3 meses atrás

A preferência polonesa é submarinos suecos e as tratativas estavam mais avançadas nesse sentido ao menos até alguns meses atrás quando foram publicadas, então, corre-se o risco de não haver outro interessado além do Peru.
 

Adriano Madureira
Adriano Madureira
3 meses atrás

Acho válido a troca de submarinos por dois navios…

Para quê ficar com duas classes de submarinos se poderemos seguir somente com os Escopenes?!

Eles já tem uma certa idade, e porque não aproveitar enquanto ainda interessam um potencial comprador?!

Quando não interessar a ninguém, aí sim será um problema nosso.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
3 meses atrás

Os nosso IKL estão bem usadinhos, vale a pena, desde que os dois novos estejam incorporados.

CARLOS FERREIRA DA SILVA FILHO
3 meses atrás

A ideia de utilizar um navio do tipo Makasar para servir de escola, é bem interessante pois como é um navio multipropósito poderá permitir a MB o treinamento de vários tipos colaboradores. Entretanto entendo que por uma questão de padronização, seria necessário a construção de uma nova unidade, com a instrumentação e sistemas dos navios classe Tamandaré para que não fosse necessário novos treinamentos.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  CARLOS FERREIRA DA SILVA FILHO
3 meses atrás

Da para treinar os 200 guardas marinhas, pilotos navais nas operações de pouso, pessoal de manobra, etc…e ainda assim, fazer a NapaOC diariamente sem interrupção de uma a outra….tudo concomitante.   eu sempre falei isto…obvio que não é um patrulheiro nem uma fragata, mas cumpre bem…da um teto de aço ao marinheiro uma navegação para molhar os pes. Altissima persistencia de mar.   e de quebra, se um dia as coisas ficarem pretas e houver briga, não precisa ficar no cais…pode ir com a esquadra tranquilamente, quer seja transportanto agua, viveres ou ainda linha de frente auxiliar, com os armamentos… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Espaço de convés.
 
Os navios navios e os novos conceitos precisarão contar com espaço no convés.
 
Acho.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
3 meses atrás

Ótimo negocio seria trocar sub velhos por um NDM novo, mas talvez precisaria melhorar o canhão principal

Esteves
Esteves
3 meses atrás

Mestres,   A matéria sobre o escambo é outra. Parece mais conjectura e se.   Essa matéria aqui encerra assim:   “Da mesma forma, na visita que o Comando da Marinha do Brasil fez ao Peru em novembro de 2019, foi realizada uma reunião bilateral sobre alianças estratégicas e foi assinado um acordo institucional que poderia especificar o projeto de um navio polivalente feito por peruanos para operar nas águas brasileiras.“   As vantagens de receber um projeto existente e um navio incorporado são evidentes. Aceitar uma das ilustrações do Mestre Carvalho e evoluir para um projeto nativo depende principalmente… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Mas olha, gosto dos 209 viu! Sao baratos, ainda se constroem, ja tinhamos nossa versao tikuna em muito melhorada dele e esta historia de ter dois fornecedores nao mata ninguem viu…inclusive porque França faz fronteira, E vive imersa num orgulho De esquerda muito grande e internacionalista, a alemanha não, ela é quem nos ajuda no acordo economico, a outra so joga areia e tem mal costume de internacionalizar tudo… Tikuna NG sempre foi uma opção barata, em que pese os scorpenes serem necessario para se chegar ao casco duplo do subnuke A verdade é que nao teremos. Nos proximos 30… Read more »

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Você viaja nesses seus devaneios.

Por concepção os IKL são submarinos costeiros, foram desenvolvidos originalmente originalmente para operar no Báltico, a partir de especificações da marinha alemã.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Luiz Galvão
3 meses atrás

Sim, isto mesmo!   Não esqueça da faixa da ZEE de 200 milhas…a plataforma continental tem em media 120 metros de profundidade. e toda esta area não precisa de sub grande. Assim, os maiores Oceanicos fazem o trabalho lá fora…longe…enquanto os menores nas faixas mais proximas…entre 20 SSK´s, eixste espaço para mais de uma categoria inclusive, para ser possivel dispor desta quantidade lançando mão obviamente dos mais baratos para formar a massa de numero e disponibilidade.   Veja as faixas de oscilação de categorias que a MB poderia focar, principalmente atendo-se que as quantidades finais são indeterminadas…mas para uma frota… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Tem sim Mestre,
 
Tem sim.
 
Toca a vida com o que fizemos. Faz um orçamento paralelo com os alemães e toca o IKL NG.
Nucleares serão 1. Um.
Podemos fazer de 4 a 6 IKL NG incluindo AIP e lítio.
 
Teus exercícios Mestre Carvalho…jóias. A primeira ilustração com recheio de blindados e linhas logísticas bateu na chapa. Melhor que santodaime.
 
O Ok tá tado. Defesa não precisa licitar. Pode encomendar.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Não precisamos dos Alemães a grosso modo…ja fizemos o Tikuna que é um IKL melhorado e com mais combustivel para dar uma beirada de caracteristica oceanica….os IKLs que temos tem umas 180 ton de diesel…o Tikuna tem mais…
 
Esta série de SSK é importante para dar volume, dispersão de olhos vigiando e bloqueando o mar e principalmente, disponibilidade…é o F5M da MB…quando tudo para, ele ainda navega…

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Sempre…
 
Melhor com alemães.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Olá Esteve. Lembre que os motores da VW também poluem menos.

Silas
Silas
3 meses atrás

belas imagens… parabéns

Carvalho2008
Carvalho2008
3 meses atrás

Uma planta bem desenhada desde sua concepção, poderia ter 4 níveis de emprego: Nivel I : Basic Mercante ( Navio Mercante ) Nível II : Basic Mercante + Armamento Modular + Instalações Modulares ( Navios desta planta requisitados do meio civil para Desembarque, NapaOc, Fragata Auxiliar, Cruzador Auxiliar) Nível III : Basic Mercante + Armamento Modular + Instalações orgânicas ( Navios efetivos de 2a. Linha da MB, já construídos desde o inicio para NapaOc, NapaOCEscola, Fragata Auxiliar, Cruzador Auxiliar ) Nível IV : Basic Mercante + Armamento orgânico + Instalações orgânicas ( Navios efetivos da MB de 1a. linha, para… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

O Makassar poderia servir de desenho basico para estas plantas de dupla função na categoria de 6 000 a 11.000 ton.
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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

E ainda categorias maiores de tonelagem.
 
Com alavancagem de uma RFA Brasileira mas legislação de proteção de fretes de cabotagem em uns 30% ao bandeira nacional, 1 ou duas unidades com a marinha de cada categoria, 06 a 08 modelos com a RFA Brasileira em fretes de transporte dentro e fora da MB, e mais outras unidades para iniciativa privada de bandeira nacional.comment image

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

HMAS Sidney emprestado a US Navy e sendo utilizado como Fast Troop no Vietnã.

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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3 meses atrás

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3 meses atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

E somente ai, com as somas de encomendas da MB+Frota Auxiliar Brasileira+Armadores Nacionais, é que seriam possiveisl sonhos mais altos:comment image
Planta Hibrida Stobar 100% mercante e Plantas Hibridas Militar/Civil, todas de 45 mil toneladas.

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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3 meses atrás

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3 meses atrás

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3 meses atrás

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3 meses atrás

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3 meses atrás

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Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Precisa definir estratégia e doutrina. É navio de projeção de poder, de desembarque.
 
O preferido do Esteves.

Cidadão
Cidadão
3 meses atrás

Excelente negócio, para a MB e para a politica e estratégia nacionais. Primordial aproximação com a República de Peru e da Bolívia. Nos livramos de 2 SSK que serão de qualquer forma substituídos por unidades mais modernas e ficamos com mais um flexível NDD para as diversas as diversas missões da Força Naval. Até que enfim uma boa notícia!
 
 

Last edited 3 meses atrás by Cidadão
sub urbano
sub urbano
3 meses atrás

Se fosse de segunda mão e made in USA teria gente babando nos comentários. Os mesmos fetichistas de sempre. Brasil construir um navio desses? No dia de são nunca… Não está construindo escoltas e olha que já tem expertise nisso. Isso aqui é Brasil pessoal.Tem que trocar nos IKL antes que apodreçam pq a MB não terá grana para operá-los.

carvalho2008
carvalho2008
3 meses atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Esta é a versão militarizada do acima postado

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
3 meses atrás

Parece bom como patrulha, resgate, socorro, vigilância.
 
Vão dizer que é tarefa das PF e dos estados.