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Há 102 anos, o encouraçado SMS Szent István era afundado por torpedeiro italiano

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Neste dia, há 102 anos, o “battleship” Austro-Húngaro SMS Szent István era afundado pelo barco torpedeiro da MAS 15 do comandante Luigi Rizzo da Regia Marina ao largo da Premuda, pequena ilha da Croácia. É o “Giorno della Marina” (Dia da Marinha) para a Marina Militare Italiana.

O SMS Szent István foi o último de quatro navios de guerra da classe “Tegetthoff”, construídos para a Marinha Austro-Húngara. O Szent István foi o único navio de sua classe a ser construído na parte húngara do Império Austro-Húngaro, uma concessão feita ao governo húngaro em troca de seu apoio aos orçamentos navais de 1910 e 1911 que financiaram a classe “Tegetthoff”.

O armamento principal era composto de 12 canhões de 12 polegadas, distribuídos em quatro torres triplas.

O SMS Szent István afundando depois de atingido por torpedos lançados do MAS italiano

O Motoscafo armato silurante (barco a motor com torpedo), comumente abreviado como MAS, era uma classe de embarcações rápidas com armamento de torpedo usadas pela Regia Marina (Marinha Real Italiana) durante a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial. Originalmente, “MAS” se referia à motobarca armata SVAN (lancha armada SVAN, Società Veneziana Automobili Navali (Sociedade Naval de Automobilismo de Veneza).

Os MAS eram essencialmente barcos a motor com deslocamentos de 20 a 30 toneladas (dependendo da classe), uma tripulação de 10 homens e armamento composto por dois torpedos, metralhadoras pesadas e, ocasionalmente, um canhão de 37 ou 20 mm.

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José Carlos David
José Carlos David
1 mês atrás

Realmente um feito histórico!

Sargento Pincel
Sargento Pincel
1 mês atrás

Minhas perguntas são:
1) Como um barco sem nenhuma blindagem consegue chegar tão perto de um encouraçado? Os caras não tinham armas de pequeno calibre e rápidas para neutralizar a lancha?

2)A blindagem desse encouraçado não deveria ser muito boa, apenas um torpedo afunda um navio desse porte?

No mais…. lições para o estreito de Ormuz, anota ai OTAN

Wilson
Wilson
Reply to  Sargento Pincel
1 mês atrás

Algumas respostas: 1) com manobras um barco rápido consegue se aproximar o suficiente de um navio bem maior e efetuar o ataque. O armamento completo da classe era de 12 canhões de 12 polegadas(4 x 3) 12 x 1 de 6 polegadas(em casamata) e 18 canhões de 66 mm além de 4 tubos de torpedos, ter armamento para neutralizar a lancha até que tinha o problema era os controles de tiro da época.   2) O cinturão principal de blindagem era de 280mm, mas a proteção contra torpedos era um casco duplo(assim como no Minas Gerais de 1910, era o… Read more »

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Wilson
1 mês atrás

“Wilson”, resumo dessa opera austro-italiana, não existe navio inafundável, talvez existem navios “difíceis” de afundar!!!

Wilson
Wilson
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Verdade, não existe navio inafundável, ma existe aqueles que foram bem difíceis de afundar, o Bismarck é um(foi fácil tira-lo de operação, mas afundar ele foi bem complicado), mas para mim o maior exemplo é o cruzador de batalha SMS Seydliz, esse foi por um milagre que não afundou.

Hélio
Hélio
Reply to  Sargento Pincel
1 mês atrás

1) Sendo rápido o suficiente.
2) Torpedos quebram a “espínha” dos navios, não é questão de blindagem, até porque logicamente um couraçado era feito para resistir a grandes impactos no casco.

Dalton
Dalton
Reply to  Sargento Pincel
1 mês atrás

Era noite o que dificultou ainda mais o avistamento e engajamento do barco torpedeiro, pequeno, veloz e manobrável que teve sorte em atingir dois torpedos em uma área mais vulnerável à altura das caldeiras que foram inundadas e o navio perdeu potência e capacidade de expelir à agua que entrava. . Mesmo navios muito mais blindados como os da II Guerra, Bismarck e Yamato apresentavam pontos vulneráveis e ambos foram danificados por únicos torpedos, o primeiro ao ser atingido por um lançado por um avião danificou o leme e o segundo atingido por um lançado por submarino causou inundação, mas,… Read more »

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Mestre Dalton, ‘o primeiro ao ser atingido por um lançado por um avião danificou o leme’ e logo uma das mais anacrônicas aeronaves a servir em qualquer Marinha na 2ªGM, que antes desse feito já tinha tido sucesso na Noruega e no famoso ataque a Taranto.
Me lembrei de uma história incrível dos italianos:
https://en.wikipedia.org/wiki/Italian_auxiliary_ship_Olterra

Dalton
Dalton
Reply to  LucianoSR71
1 mês atrás

Bem lembrado Luciano…não sei se você tem problema de “DNA” como eu, mas, quem tem em casa a ” História Ilustrada Da II Guerra ” da Renes, que comprava-se em bancas de jornais, encontrará no volume que trata de mini submarinos essa de fato
“incrível história”.
abs

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Apesar dos meus 50 e poucos anos, rs, eu não alcancei os livros da Renes nas bancas, mas comprei muitos em sebos. Hoje estão todos encaixotados por falta de espaço, mas me lembro bem desse e de tantos outros como os 2 de Armas Secretas ( Aliadas e Alemãs ), do Mosquito, de várias Batalhas e Campanhas. O maior problema era a cola que ressecava e soltava todas as páginas. O meu 1º contato c/ esse tipo de literatura foi uma coleção ( 3 livros grossos ) que meu pai tinha: A Grande Crônica da 2ª GM, da Reader’s Digest… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  LucianoSR71
1 mês atrás

“50 e poucos”, então estamos no mesmo barco e
coincidentemente foi através de alguns livros de meu pai que acabei enveredando por esse caminho
também !
.
Grande abraço !

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Sargento Pincel
1 mês atrás

Primeiro devemos retroceder no tempo e imaginarmos em que termos aconteceu o embate. Se a Ilha de Premuda serviu de acobertamento para a aproximação, lembrar que radar ainda era coisa de ficção cientifica, que drones e outros meios de vigília aérea não existiam. Não sabemos as condições climáticas, o horário do ataque e muitos outros detalhes.
 
Depois de analisado todo esse contexto é que podemos chegar a algumas conclusões sobre a ineficiência dos defensores e da eficiência dos atacantes.

augusto Reis
augusto Reis
Reply to  Sargento Pincel
1 mês atrás

Na época, não havia compartimentos estanques.

Wilson
Wilson
Reply to  augusto Reis
1 mês atrás

Já havia, o Minas Gerais de 1910 tinha 13 compartimentos estanques e uma rede anti torpedo metálica(que foi removida um tempo depois), o problema é que a onda de choque da explosão de um torpedo ou mesmo de uma mina em muitos casos era tal que neutralizava a ação das portas estanques, isso aconteceu com o Britannic.

Kemen
Kemen
Reply to  Sargento Pincel
1 mês atrás

Hoje os tempos são outros… não é 1918, em 1918 esses navios não tinham radar, era no olhimetro, com binóculo.
 

ScudB
ScudB
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Mas os torpedos tb estavam com alcance bem menor que hoje..
Pense assim : quantos quilômetros HOJE o radar ve? E quantos km o torpedo vai? Tudo depende da cobertura e ‘indicação” do alvo. Ataque vs defesa.

Kemen
Kemen
Reply to  ScudB
1 mês atrás

Os 2 torpedos que atingiram o Szent Istvan foram os italianos 45 cm (17.7″) W 200/450 x 5.25, com alcance de 4.000 metros e 46 Knots,o que não era pouco para as condições da época, tendo em conta que as MAS tinham pouca altura, eram pequenas e dificeis de visualizar, principalmente se as condições do tempo não ajudassem, no entanto a visualização de um encouraçado é bem melhor, ainda mais que no caso ocorrido, uma mudança de velocidade que o encouraçado fez na ocasião gerou muita fumaça, sendo detectado visualmente por duas MAS (21 e 15), que se aproximaram, os… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Um barco pequeno, rápido e bem armado pode fazer um grande estrago.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
1 mês atrás

Uma embarcação simplesmente revolucionária para a época.
Benne fatto Marina Militare!!!!

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Patria e Onorecomment image
 

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Oráculo
Oráculo
1 mês atrás

Hoje em dia tal feito, memorável e que deve ser enaltecido, é praticamente impossível.
 
O radar já trava na lancha torpedeira( que é a versão moderna do MAS) a kms de distância do navio.
 
E a lancha pode fazer zigue-zague e e dar 3 piruetas que o míssil vem do mesmo jeito.

Alison Lene
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Tática de enxame meu filho…

PACRF
PACRF
1 mês atrás

O atentado suicida contra o destroyer USS Cole pela Al-Qaeda que matou 17 e feriu 39 marinheiros, além de inutilizar o barco, é outro exemplo de “Davi X Golias”. Foi no Iêmen em 2000.

Leandro Costa
Leandro Costa
1 mês atrás

Impressionante como já naquela época, as linhas dos barcos rápidos italianos são absolutamente lindas.

Wilson
Wilson
1 mês atrás

Demorei um pouco mas achei isso:
 

 
A qualidade não é muito boa, mas essa é uma das cenas mais marcantes da IWW.

Paulo Afonso Paiva
Paulo Afonso Paiva
1 mês atrás

 

Paulo Afonso Paiva
Paulo Afonso Paiva
Reply to  Paulo Afonso Paiva
1 mês atrás

Prezados amigos Há alguns anos, publiquei nota em que afirmava que o Cruzador “Bahia”, que explodiu próximo aos Penedos de São Pedro e S. Paulo, fora torpedeado pelo submarino alemão U-530 no dia 4/7/1945. Evidentemente fui contestado pelo Sr. Dalton e outros. Aceito o contraditório mas reitero minha posição. Perguntem a qualquer jovem o que foi o “Titanic” e todos sabem, mas perguntem sobre o “Bahia” e não se sabe nada, devido ao viés ideológico. Baseado no fato (está completando 75 anos da catástrofe), escrevi o livro “O Porto Distante” que está a disposição através do e-mail paivap50@gmail.com   Obrigado… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Paulo Afonso Paiva
1 mês atrás

Não é o que diz o Almirante Lúcio Torres, oficial de máquinas do Bahia na ocasião.

Anthony
Anthony
Reply to  Wilson
1 mês atrás

O q ele disse?

Wilson
Wilson
Reply to  Anthony
1 mês atrás

Que foi um disparo do canhão oerlikon número 7 contra as cargas de profundidade na popa do navio.
 
vou colocar a parte do documentário Sentinela dos Mares com o depoimento dele:
 

 
se quiser eu coloco o documentário inteiro tem muita coisa sobre a atuação da MB na IIWW.

Esteves
Esteves
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Uma metralhadora antiaérea de 20 mm em exercício de tiro ‘killer tomato”.
 
A arma número 7 na proa do navio.
 
Apos a quarta ou quinta rajada disparadas pela arma pesada, a popa explodiu ao meio.
 
O convés estava carregado de bombas.
 
Mas…a popa explodiu no meio.
 
Típico cenário de navio atingido por torpedo de submarino.
 
Alguém da tripulação avistou a rastilho do torpedo e tentou acertar disparando a arma de 20 mm…bastante pesada?
 
Uma arma daquelas poderia ter disparado sozinha 4 ou 5 rajadas?
 
A arma está no YouTube.
 
 
 
 

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Não é possível que o Bahia tenha sido torpedeado, por nenhum dos dois submarinos que são apontados(o U-530 e o U-977), ambos levaria no mínimo 12 dias para percorrer a distância entre o Arquipélago de São Pedro e São Paulo e Mar del Plata(5201 km) a uma velocidade de 10 nós, sendo que o U-530 chegou lá 6 dias após o afundamento do Bahia e o U-977 mais de 1 mês depois, pelas características dos submarinos eles estavam muito longe do Bahia quando ele explodiu.   Por fim as armas de 20 mm do Bahia não tinham os limitadores que… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Wilson
1 mês atrás

O U530 dispensou todas as armas incluindo o canhão.
 
Com peso reduzido o submarino alemão poderia ter feito a viagem?
 
As armas de 20 mm Oerlikon disparando sozinhas ou a arma número 7 na proa disparando 4 ou 5 rajadas na popa até acertar cargas de profundidade que cortaram a ponta do navio ao meio…levantando a estrutura…um acontecimento bastante notável?
 
Por que o U530 veio render-se no Rio de Janeiro vindo da costa do Canadá?
 
Vamos procurar o Bahia.

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Cara o U-530 não tinha velocidade para fazer o percurso entre o Arquipélago de São Pedro e São Paulo em 6 dias, para fazer isso ele teria que navegar a mais de 25 nós e sua velocidade máxima era de 18,5 nós, mas a essa velocidade ele não teria autonomia suficiente para percorrer os mais de 5 mil Km de distância.
 
Outra ele não se rendeu no Rio, ele se rendeu na base argentina de Mar del Plata.
 
A arma número 7 ficava na popa, não na proa e a popa não foi partida, ela literalmente explodiu.

Esteves
Esteves
Reply to  Wilson
1 mês atrás

//:0
 
Exato.
 
A arma número 7 na popa atingiu a proa.
 
As 4 ou 5 salvas de tiros da arma atravessaram todo o convés do navio indo atingir a proa.
 
As cargas estavam espalhadas pelo convés…

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Mas a explosão foi na popa, a proa está intacta enquanto a popa desapareceu com a explosão.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Paulo Afonso Paiva
1 mês atrás

Os jovens sabem sobre o ‘Titanic’ muito por causa da mídia. Não sabem sobre o Bahia porque o ensino de história no Brasil é uma lástima. Com ou sem ideologia.

Esteves
Esteves
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

História ainda confusa.
 
O U-530 veio da costa do Canadá render-se no Rio de Janeiro.
 
Bastante longe. Teve que largar as armas no caminho e…contam que o número de torpedos entregues não conferiu.
 
Contam.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Mar Del Plata e não Rio de Janeiro.

Esteves
Esteves
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Certo.
 
Veio para o Rio de Janeiro após render-se em Mar Del Plata.
 
Bastante longe do Canadá.

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Ele nunca veio para o Rio, depois de se render em Mar del Plata ele foi levado para os EUA.

Esteves
Esteves
Reply to  Wilson
1 mês atrás

//:0
De Mar Del Plata veio para o Rio de Janeiro em setembro de 1945.

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Acabei de conferir, foi uma parada durante o translado para os EUA. Nada de anormal, nessa época estava em curso a investigação sobre o naufrágio do Bahia, que concluiu que o mesmo afundou devido a acidente de artilharia.(o disparo acidental de um canhão de 20mm contra as cargas de profundidade)

Lujtens
Lujtens
Reply to  Paulo Afonso Paiva
1 mês atrás

E trocaram um “viés ideológico” por outro, trocaram 6 por 1/2 dúzia.

Dalton
Dalton
Reply to  Paulo Afonso Paiva
1 mês atrás

Há muitos navios “esquecidos” Paiva, especialmente militares e nós que frequentamos o blog temos maior conhecimento porque é assunto que nos interessa e somos uma grande minoria e isso de não saber sobre navios, não é exclusividade de brasileiros. . E mesmo nessa minoria pode ser que haja alguém que não saiba que o grande encouraçado japonês Mutsu sofreu uma explosão acidental em 1943, perda total e mais de 1000 tripulantes mortos, por exemplo. . Lembro a cena do filme “Tubarão” onde a certa altura menciona-se o cruzador pesado “Indianapolis” e um dos 3 personagens não sabia sobre o fato… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Realmente, os dois filmes sobre o Indianapolis foram bem ruins. Torço para que façam um melhor.
 
Sobre filmes de guerra, não espero grande coisa de “Greyhound” pelo que vi no trailer. Sinto falta dos filmes mais sóbrios, com excelentes roteiros em uma época com praticamente zero efeitos especiais, como “The Cruel Sea.”

Dalton
Dalton
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Os dois filmes “Midway” foram decepcionantes também, mas, ao menos ambos contaram com um elenco estelar !

Esteves
Esteves
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Vamos chamar o Cameron, juntar uns trocados aqui no PN e localizar o Bahia.
 
 
 

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Deveriam localizar o Encouraçado São Paulo, o Bahia já é conhecido o local aonde afundou.

Esteves
Esteves
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Bora mergulhar e tirar a dúvida.
 
Torpedo? Explosão no convés?

Wilson
Wilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Que convés? todo o convés da popa foi desintegrado na explosão.
 
E houve uma investigação na época que confirmou a versão de tiro acidental. Nem o U-530 e muito menos o U-977 estavam próximos do local do naufrágio do Bahia.

Carvalho2008
Carvalho2008
1 mês atrás

Cada qual tem a sua época as armas assimétricas que podem desequilibrar o maior dos colossos.

Hoje em dia, um ataque de superfície com um pequeno barco mesmo que veloz, seria ainda assim muito lento para mísseis e canhões orientados por radar.

Mas acredito que o conceito possa realmente retornar se vc aumentar a invisibilidade da lancha se ela conseguir mergulhar próximo da zona de ataque.

E ja existe empresa pensando seriamente isto e oferecendo esta solução ao mercado.

O detalhe é que se alguém encomendar, não haverá sistemas de armas para combate-las

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

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Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Carvalho, não vou comentar sobre possível eficiência ou sobre qualquer coisa relacionada ao uso bélico de nave projetada com base nesse modelo, mas apenas duas coisas bem frívolas.
 
1) É um modelo MUITO bonito, design interessantíssimo, e;
2) Lembra muito uma Shuttlecraft da Frota Estelar hehehehehe. 😀

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Acho real um barco rapido de superficie e de operacao de ataque submerso. Antigos ssks eram assim e nem precisam mergulhar fundo.

Mas acho irrealista a proposta de tamanha velocidade prometida pela empresa.

Mas so tenho uma certeza, se fizer assim, nao existe arma eficaz desenvolvida para combate-la adequadamente.

Um torpedo disparado a distancia contra ela pode nao alcanca-la se ela emergir e acelerar. Um missil tambem disparado contra ela pode nao conseguir, caso ela tenha tempo de mergulhar…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Veja o link do video da proposta da empresa abaixo

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Os Franceses da DCN, ofereceram ao mercado o Conceito da Fragata submersivel SMX-25 , declararam que usava boa parte de peças do Scorpene e custaria o mesmo preço
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38knots de superficie e 10 submerso exocets, misseis antiaereos e 4 tibos torpedo

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Este foi o estudo soviético di projeto 1231. Levaria misseis de 40 km de alcance, 42 knots de velocidade de superficie e 8 knots submerso
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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Este é meu. Tentava equacionar uma lancha missileira ou corveta submersível. Ela atuaria com endereço certo pois não deveria ficar zanzando procurando alvo. Então, serve para ataque furtivo ao litoral adversário ou contra invasões de cabeça de praia
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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

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Reparar que o casco é chato como um linguado. Entao, perceba que quando o casco fica muito reduzido ao atrito quando em velocidade de superficie. Observe comparativamente ao IKL

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

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Quatro tubos não recarregáveis de torpedos Podendo ser distribuídos entre 4 torpedos 533mm+1 Exocet+1 cartucho com mísseis guiados a fio multifuncao aereo superficie IDAS 20 km de alcance

Carrega ainda 120 GLSDBs com ate 100 km de alcance (smart bombs 125 kg planadoras impulsionadas por foguetes 160 mm)

carvalho2008
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Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

É um mix, como se fosse um sistema astros submarino. Os 4 torpedos, o unico exocet e os 4 pequenos misseis idas (Similares ao FOG MPM), são para alvos de oportunidade.   A missão principal é comportar-se como uma bateria MRLS para atacar e saturar as defesas inimigas de surpresa. Podendo ser um ataque furtivo inicial para amaciar as forças adversarias antes da Força Aerea ou ainda como defesa de costa, contornando o litoral próximo a praia para impedir qualquer cabeça de praia que tente se formar. É praticamente impossivel pegar um pequeno submersivel deste numa zona tão ruidosa e… Read more »

carvalho2008
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Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Versão com hidrofolios

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Foram 4 composições até chegar a esta ultima.   Notar a anterior do lado direito da foto e o final acima.   A ideia é ter propulsão apenas diesel para alta velocidade de superfície e baterias para o mergulho na area de atuação.   Uma GLSDB (bomba planadora 125kg impulsionada por foguete) com 100 km de alcance custa aproximadamente US$ 80 mil a unidade, mas sua ultima versão permite atacar até alvos moveis. Apesar da menor velocidade da planadora em relação ao míssil, bem como sua altitude, é possivel prover saturação de fogo mesmo contra alvos bem protegidos, pois o… Read more »

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Submergir ainda é o meio mais eficaz e barato para se manter invisivel.   Apesar de operar em transito rapido na superfície, ainda assim seu sinal radar é menor do que qualquer corveta ou patrulha dependendo se totalmente de superficie ou somente a vela habitavel.   Ao contrario de um SSK, ele apesar de capaz de atacar a queima roupa com seus torpedos, possui um perfil de ataque bem mais de distante devido ao alcance dos foguetes. Praticamente todos bem além do horizonte radar. Isto lhe faculta evadir rapidamente apos ataque antes que eventuais contrabaterias de misseis possam chegar ate… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Teu nome é Bond.
 
Carvalho Bond.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

kkk…cara…tem de se virar…querer ter o que os outros têm, custa o dinheiro que vc não têm.

Então, tem de fazer diferente…
https://youtu.be/6Giv9qG1dI0

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Brasil.
 
Pensa naquilo que todos têm. Que todos usam. Que dão boas comissões.
 
Fora disso não há vida.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás
eremildo
eremildo
1 mês atrás

No combate naval de Anhatomirim s Torpedeira Gustavo Sampaio afundou o Encouraçado Aquidabã.

MARCIANO AGENOR MARCELINO
Reply to  eremildo
1 mês atrás

Afundou parcialmente, o Comandante do Aquidabã encalhou o navio, posteriormente, foi reformado, tendo por fim, afundado por uma explosão interna cerca de 10 anos depois, numa das maiores catástrofes da Marinha Brasileira.

Wilson
Wilson
Reply to  MARCIANO AGENOR MARCELINO
1 mês atrás

Até hoje não se sabe a causa da explosão interna do Aquidabã.
Tem uma música sobre essa tragédia, se chama “O Aquidabã” de Eduardo das Neves.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Provavelmente foi a mesma razão da explosão do USS Maine. Análise das plantas originais constataram que a carvoeira dividia a mesma antepara metálica com o paiol. Investigações feitas recentemente constataram que uma ignição espontânea do carvão provocou um incêndio e o calor transmitido via condução provocou a ignição do propelente acondicionado no paiol e a explosão catastrófica.
 
O USS Maine e o Riachuelo eram navios de projeto semelhante – com baterias dispostas em Echelon. E provavelmente com as mesmas falhas de projeto.

Wilson
Wilson
Reply to  Rafael M. F.
1 mês atrás

É o que parece, mas sem uma investigação nunca saberemos.(o que me estranha é que ele se partir ao meio, diferente do USS Maine)

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 mês atrás

A necessidade destes barcos continuam presentes.Com a tecnologia atual podem se tornar extremamente mortiferos.