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155º Aniversário da Batalha Naval do Riachuelo – Data Magna da Marinha

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Em 11 de junho de 2020 é comemorado os 155 anos da Batalha Naval do Riachuelo – Data Magna da Marinha. A vitória garantiu a interrupção das vias fluviais, comprometeu o fluxo logístico do oponente, sendo uma conquista para o fim do conflito.

Com orgulho de seu passado e com ações que a preparam para o futuro, a Marinha do Brasil permanece atenta ao presente, contribuindo no combate contra o Coronavírus, uma nova luta, que acarreta graves efeitos nas esferas sanitárias, sociais e econômicas.

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Luiz
Luiz
1 mês atrás

Esteja onde estiver, o Almirante Barroso deve estar muito triste pelas condições da nossa atual marinha.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Luiz
1 mês atrás

Merecia uma materia do poder baval, exclarecendo com comparativos o real tamanho da nossa marinha imperial.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
1 mês atrás

Salve a histórica e gloriosa MARINHA BRASILEIRA e seus homens, principalmente os que lutaram pela defesa e manutenção da pátria…. SALVE MB!!!!

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

A Marinha Imperial de então era a mais grande preocupação da US Navy. Mas como evoluíram as coisas, não?
Se a MB de então estivesse na situação de hoje, teria sofrido uma imensa derrota.

Dalton
Dalton
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

A “Marinha Imperial” não era a maior preocupação da US Navy, certamente marinhas europeias de “águas azuis” ofereciam um perigo mesmo que hipotético, maior.
.
Talvez o motivo de se pensar assim seja um comentário um tanto exagerado de um congressista americano, sobre o novo encouraçado “Riachuelo” construído na França e incorporado em 1884, ser capaz de dizimar toda a US Navy que serviu para chamar à atenção que os 20 anos de negligência pós guerra civil, tinham que ter um fim.
.
 

Plinio Carvalho
Plinio Carvalho
Reply to  Dalton
1 mês atrás

“O império tinha uma visão estratégica bastante ambiciosa a respeito da posição do Brasil no mundo. Até as vésperas da Proclamação da República, a Marinha brasileira era uma das mais bem equipadas, treinadas e respeitadas do hemisfério ocidental. Infelizmente, parte dessa visão se perdeu ao longo da história republicana. O Brasil se resignou a um papel menor no mundo” Historiador Laurentino Gomes     É dificil saber ao certo quão poderosa era a marinha imperial em relação as outras no resto do mundo, o que é um fato, é que por o Imperio ter uma geopolitica ambiciosa e por a… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Plinio Carvalho
Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Plinio Carvalho
1 mês atrás

Bom dia Plínio, trazendo para hoje o que éramos no império, a correlação de forças e armamentos, no mínimo, mas no mínimo mesmo, ficaríamos entre as 5 marinhas mais poderosas do mundo… Abraços

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Bom dia caro Dalton, o RIACHUELO foi construído entre 1881 e 1883 na GRÃ BRETANHA, pelo estaleiro Samuda&Brothers…. O comentário “um tanto exagerado” será mesmo ou era preocupação quanto a fortificar melhor a marinha dos eua? Realmente não lhe causávamos preocupação, o litígio deles eram contra outras nações…Não éramos a mais poderosa, mas estávamos entre as mais poderosas (não maiores) marinhas do mundo!!! E se transportássemos para hoje, estaríamos entre as 5 mais poderosas do mudo, abaixo alguns comentários de importantes personalidades da política americana:   “Hilary A. Herbert, presidente do Comitê de Assuntos Navais da Câmara em 1883, advertiu… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Caro Saldanha, como estou em uma fase “francesa” sobre navios da II Guerra, provavelmente veio daí ter escrito França, mas, independente disso, nunca consegui encontrar em livros e outras fontes toda essa preponderância da marinha brasileira e mesmo já li que isso teria sido exagerado por defensores da monarquia e repetido à exaustão. . Dependendo da década 1870,1880, Reino Unido e França ocupam as primeiras posições enquanto as demais 3 posições são ocupadas por Rússia, Holanda, Alemanha, recém unificada, e mesmo EUA e uma lista de 10 marinhas que vi uma vez a marinha brasileira não estava nela, mas, se… Read more »

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Dalton
1 mês atrás

digitação, erros acontecem… Meu caro, se vc não conseguiu encontrar, continuo pensando que as declarações feitas por autoridades americanas, tem sua valia, são de autoridades, mas, mais valiosas, quanto as informações contidas no google, mas são informações. Mas se vc tiver uma fonte quanto ao poderio destas marinhas que mencionou versus a do BRASIL na época, exceto claro Inglaterra e frança, SOU TODO OUVIDO E ATENÇÃO… abraços

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Ahh sim!!!! era Hilary A. Herbert (homem), presidente do Comitê de Assuntos Navais da Câmara em 1883 e Frederick Theodore Frelinghuysen 29o. Secretário de Estado dos Estados Unidos, período 19 de dezembro de 1881 6 de março de 1885, portanto, secretária não e sim secretaria e isto nada tinha a ver com conotação a uma secretária de estado dos eua….Abraços 

Dalton
Dalton
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Saldanha…talvez interesse por exemplo … . http://myweb.fsu.edu/bbc09/Crisher-Souva%20-%20Power%20At%20Sea%20v2.0%20full.pdf . Tem também esse … . https://medium.com/@Brigada/fraude-monarquista-3-a-frota-mar%C3%ADtima-do-imp%C3%A9rio-se-igualava-%C3%A0-da-inglaterra-8d6d82b7f09. . Há mais, mas, é curioso que em nenhum livro que tenho ou li sobre marinhas, não seja mencionada a brasileira e essa preponderância toda, talvez se o “Riachuelo” tivesse sido projetado e construído aqui com várias cópias feitas então se teria maior visibilidade da marinha ao longo da História. . Deixo claro que para mim a marinha brasileira é “hors concours” , gosto dela desde garoto independente de ter navios suficientes ou não,mas, há certos mitos que são criados e perpetuados que devem ser questionados.… Read more »

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

João, bom dia, praticamente não teríamos entrado em guerra.. Abraços

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Sinceridade? Quando vejo uma foto como a que ilustra esta matéria, fico triste. Como nossos navios são desdentados!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

2!!! 2!!!! 2!!!! abraços

filipe
filipe
1 mês atrás

Deveriam comissionar o SBR Riachuelo nessa data, ou seja em homenagem a data da batalha.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Nossa História! Parabéns a nossa Marinha e a todos os seus integrantes nesses últimos 155 anos.
 

Fernando XO
Fernando XO
1 mês atrás

Mais do que nunca, “sustentar o fogo que a vitória é nossa”…

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Fernando XO
1 mês atrás

Fernando, A MB foi atuante e muito bem sucedida em seus empreendimentos no PASSADO. Como brasileiro, patriota e particularmente apreciador da MB foco muito feliz de poder comemorar a Vitória da nossa MB na batalha do Riachuelo, MAS convenhamosv: Hoje em dia nossa querida MB está mais para cabide de emprego. Fico imaginando como civil que sou qual deve ser a frustração de um oficial de carreira estudar e se aplicar ao máximo ao longo de sua carreira e não haver meios disponíveis para assumir um comando no Mar. Ou então assumir um comando por 1 ou 2 anos apenas… Read more »

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Luiz Galvão
1 mês atrás

Boa noite, Luiz… estou em cargo de Comando, sou responsável por pessoal e Navios… só isso já seria motivo para não ser dominado por frustração… posso não estar satisfeito, mas frustrado não… isso porque insatisfação pode mover-nos para aquele patamar que almejamos, já a frustração enfraquece e paralisa.
No mais, cabe a nós o estudo e aprimoramento para que a MB decida pelo comando que for adequado, de acordo com a necessidade do serviço.
Em suma, resume -se com “missão dada é missão cumprida”… abraço…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Fernando XO
1 mês atrás

Fernando, parabéns pelo comando! É o ápice da nossa carreira.Também fui comandante do 2°/6° GAV, período 2007/2008. Os civis não sabem que todos os comandos são de 2 anos, a fim de permitir a saudável rotatividade. Nem compreendem que, para aqueles que abraçaram esse sacerdócio POR VOCAÇÃO, como eu e você, a vida militar JAMAIS será um cabide de emprego. Soa como insulto. Sucesso! Qual navio?

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Batalha da época que os militares sabiam Geografia…

NZAGO
NZAGO
1 mês atrás

Valorosos e inspirador os feitos históricos da Marinha Brasileira, operando em um ambiente complexo e gigantesco ( 7.5 km de costa e águas internas), só ai já seria um feito extraordinário ! Não há dúvida, que o desenvolvimento do gigante Brasil (tecnológico, social -capital humano e recursos de produção) passa pela força naval. Para isso, é preciso construir uma força realmente de respeito; com preparo humano e tecnológico, mobilizando os recursos da nação. Viva! à Marinha, Viva! o povo brasileiro.. ” Deus salve o Brasil” .
 

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

No mesmo período, o Exército, ao invés de lutar a guerra, inventou os “Voluntários da Pátria”… muitos recrutados nas senzalas (um homem livre podia enviar um escravo como “voluntário” no lugar dele kkkk) e meteram oficiais Gaúchos para comandá-los, os gaúchos eram párias à época, devido a revolução farroupilha. Já a Marinha não, firmou o corpo e lutou a Guerra.O exército Brasileiro como força de combate sempre foi um bom partido político. Espero que não apaguem meu comentário,ainda somos uma democracia.

Wilson
Wilson
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

O Exército Brasileiro na época era composto por 18 mil homens, os 100 mil da Guarda Nacional existia apenas no papel. Em comparação o Paraguai tinha entre 75 e 100 mil homens no exército(quase toda a população masculina, da época em idade militar). Os Voluntários da Pátria, foi a maneira encontrada para aumentar os números do Exército Imperial rapidamente.(vale destacar que a atuação dos negros na guerra deu força ao movimento abolicionista no Brasil, que tentava acabar com a escravidão desde a independência)

MMerlin
MMerlin
Reply to  Wilson
1 mês atrás

“…atuação dos negros na guerra deu força ao movimento abolicionista no Brasil…”
Importantíssima observação Wilson. Nunca devemos esquecer que na hora do “pega pra capar” somos um só país, com pessoas, raças e credos diferentes.

Plinio Carvalho
Plinio Carvalho
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Ótimo comentário, só não concordo com a parte do “que tentava acabar com a escravidão desde a independência”. Em 1822 não havia movimento pro abolição, o que havia era alguns poucos homens que se posicionavam contra, entre eles Dom Pedro I, de resto a população brasileira era inteiramente escravagista, relatos de estrangeiros no Brasil da época deixavam claro q ate a pessoa mais humilde tinha escravo, ate ex-escravos tinham escravos, a população brasileira só começaria abrir o olho para essa questão depois da década de 1850 e o movimento (movimento de verdade, organizado) abolicionista só passaria existir tb nessa época… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Plinio Carvalho
Eduardo Sandt Pessoa
Eduardo Sandt Pessoa
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

Tanta bobagem em tão poucas linhas.Lamentável. Só conseguiu demonstrar todo o seu desconhecimento sobre a Campanha do Paraguai e a situação das FA do imperio naquela época. O gauchos eram tão “párias” que TODA a Cavalaria brasileira, com tão grandes feitos na guerra, foi recrutada no RS. Leia algumas obras sérias sobre a Guerra. Aprenda mais antes de escrever tolices.

Plinio Carvalho
Plinio Carvalho
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

Uma visão exagerada da quantidade de escravos que lutou a guerra q não condiz com a historia documentada.
De acordo com o Livro Maldita Guerra (sem sombra de duvidas um dos trabalhos mais completos sobre o tema), o efetivo do exercito na guerra foi o seguinte. Foram 54.992 mil Voluntários da Pátria, 59.669 mil Guarda Nacional e 8.489 mil de Escravos Libertos (eles recebiam alforria antes de ir pra guerra).
Como podemos ver a maior parte de dos que lutaram a guerra foi de homens livres.
 
 

Last edited 1 mês atrás by Plinio Carvalho
Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

Um Bando de traídores, uma vergonha para Duque de Caxias e Marquês de Herval. O Brasil ia ter mantido muito mais sua estabilidade política se o exército se preocupasse com suas funções.

Fers
Fers
1 mês atrás

“(…)Por volta do meio dia e quando eu ja tinha quatro homens fora de combate e uma porção de rombos no liso costado do Araguary, vi que la em cima o Amazonas passára a falla do Jequitinhonha e virára águas abaixo. Palavra de honra que já não era sem tempo essa manobra, por isso que até então as pequenas canhoneiras suportavam todo o fogo convergente do inimigo, emquanto as mais poderosas unidades se batiam quasí fora do raio de acção. Não te posso occultar a extranhesa que me suggeriu tal facto…. Assim pois, quando vi o Amazonas descer majestosamente entre… Read more »

Batalha_Naval_do_Riachuelo_Pintura.jpg
Bardini
Bardini
1 mês atrás

Que a Marinha continue invicta nos próximos 155 anos de história e além.

Wilson
Wilson
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Eu não diria invicta, por causa da derrota na batalha de Juncal em 1827.

Rudi
Rudi
Reply to  Wilson
1 mês atrás
Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

A nossa marinha tinha bons navios de fabricação local, além de navios importados, que a equiparavam as mais poderosas marinhas da época.

Welington S.
Welington S.
1 mês atrás

Uma dúvida aqui. O Atlântico poderia ser transformado em um Porta-Aviões? 🤔🤔🤔🤔🤔

Wilson
Wilson
Reply to  Welington S.
1 mês atrás

Não.
Para que ele pudesse operar aviões o convés teria que ser reforçado, a propulsão trocada para que pudesse atingir ao menos 27 ou 28 nós e teria que colocar um ski jump na proa. tudo isso para operar de 6 a 12 f-35b apenas.
Seria praticamente a mesma coisa de construir um porta aviões do zero, só que com um risco maior.

Felipe Augusto Batista
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Existe uma diferença entre refazer o Atlântico e construir um PA do zero, a mesma que existia entre reformar o São Paulo e comprar um PA novo. Caso realmente se queira o meio, é mais fácil de convencer o governo e o público a “reparar” um meio existente do que comprar outro. Se a marinha quisesse manter o A12 tenho certeza que teria conseguido (não estou dizendo se valia a pena ou não) mas nada que dissessem faria o governo liberar verba para um novo A13. É um caso similar com o que ocorria com os ônibus espaciais, era mais… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Felipe Augusto Batista
1 mês atrás

Literalmente, no caso do São Paulo, para ele se tornar realmente operativo o custo com certeza seria equivalente a construir um novo porta aviões convencional CATOBAR de até 45 mil toneladas, sendo que o São Paulo teria que ser em grande medida refeito. Já o Atlântico teria que ser totalmente reconstruído, o que custaria quase a mesma coisa que o São Paulo e ainda teria um desempenho inferior.   Seria muito mais fácil conseguir verba para um PA novo do zero do que reconstruir o Atlântico. A MB sabe que a população brasileira não tem interesse em projetar força em… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás

O problema com o São Paulo foi dinheiro…e é dinheiro…adicionado de uma ideia fixa em manter um Nae acima de suas necessidades.   India, Russia, China iniciaram sua experiencia e aprendizado com o Stobar. A MB só quer o mais caro de construir e manter, o Catobar.   Um Catobar identico em planta, dimensões e motorização, terá por si so´. cerca de 20% a 30% a mais de custos de construção e manutenção sobre o stobar, somente por conta da catapultas, caldeiras, tubulações, etc…se for emals fica nesta margem ai dos 30%…   Sim, falaram que custaria cerca de US$… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Sabe porque a China está construindo o seu novo NAE com Catapultas? É simplesmente porque um PA Stobar não consegue operar aviões como o Tracker, pela simples razão de que na decolagem as hélices bateriam na pista, tanto é que quanto a URSS de desfez eles estavam construindo um PA misto com um skijump e uma pista lateral com catapulta para lançar os aviões radar.   Tem uma série de 3 vídeos no canal do Caiafa com o Felipe Sales só sobre esse assunto.   Por fim o custo da reforma já havia superado e muito os 1.5 bilhão de… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Tem de homologar. Depende da posição da helice para cada modelo. O S2Tracker Como é antigo e desenvolvido para Nae menores, é um STOL por excelencia. Mais limitado que um Greyhound sem dúvida, mas ceja que o C-2 por sua vez so decola exclusivamente por catapulta, enquanto o S2 não, logico decola mais vazio e leve, mas uma ski jump pode compensar. Novamente, depende muito do angulo e modelo e sinceramente, nao parece ser o motivo real. O motivo real é a relação potencia/peso e design de baixa velocidade STOL. A inclinação na skijump nao parece ser mais acentuada nem… Read more »

Wilson
Wilson
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Qual porta aviões com skijump operou aviões a hélice? Nenhum.
 
Se quiser assista esse vídeo que explica muito bem o porque disso:



 
 

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Eu estava on line amigo

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás

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O que inviabiliza o avião a helice de decolar de uma skijump, é sua baixa potencia necessaria a decolagem ou sua caracteristica de STOL short Take Off
 
O S2T tem baixa potencia, mas é STOL.
 
é geometricamente impossivel um Bimotor a helice bater sua helice na rampa, pois o bico do avião esta a frente.
 
Mesmo um avião de helice no bico seria quase impossivel, pois o trem de pouso esta dimensionado a limitar o risco deste angulo com vantagens.
 
 
 

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Notar que o S2 Tracker podia decolar sem catapulta. Veja a operação no classe essex CVS-45 Valley Forge

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

E aqui, operando no muitissimo menor e mais lento Nae Minas Gerais de 211 metros.
 
Notar no video aos 7:30 min, que o S2T faz decolagens sem catapulta e a narração é categorica que ele é apto dependendo da velocidade do vento e carga, operar decolagens em 130 metros ou 180 metros de corrida.


carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Para F35 teria de aumentar o buraco do elevador, alem de reforçar o piso pois a biqueira da turbina aponta para baixo nas decolagens e aterragens, o material do piso tem de aguentar este maçarico todo…

Wilson
Wilson
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Estou ciente disso, eu mencionei apenas algumas, não todas as mudanças necessárias, mas eu mencionei o f-35b especificamente porque ele é o único avião que teria condições de operar em um navio desse tamanho, não existe nenhuma outra alternativa.(essa é uma das razões para eu ser contra a MB operar PAs tipo o Juan Carlos I).

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Mas o Juan Carlos pode operar F35B tranquilo. Os australianos ja prepararam os seus

Wilson
Wilson
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Eu quis dizer que apenas o F-35B consegue operar em navios desse tipo. Não existe outra alternativa.

Rawicz
Rawicz
Reply to  Welington S.
1 mês atrás

Tudo pode ser transformado em porta aviões, um predio, uma fragata, uma corveta, um submarino, basta ter dinheiro e algum maluco que autorize…..   Pense que tudo nas forças armadas são construídas para um determinado proposito e o atlântico foi construído para ser um porta helicópteros e isso ele atende com maestria.   Mas de maneira pratica não. Ele precisaria ter catapultas para lançar os aviões e os cabos para rete-los na aterrizagem o que não há menor viabilidade, pois ele teria de ser totalmente reconfigurado internamente.   Outra forma talvez mais simples seria utilizar o F-35B, de decolagem mais… Read more »

Doug385
Reply to  Rawicz
1 mês atrás

Precisaria até mexer na motorização para auxiliar nas decolagens.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Welington S.
1 mês atrás

Não precisamos de PA ainda. Um porta-helicópteros como o Atlantico, infelizmente esta ate demais para nós pois e sub-utilizado.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Sem dúvida, não existem nem lógica comprar ou construir e, o principal, manter um NAe enquanto nossa economia patina.
Seria a mesma coisa que ganhar 10 mil por mês e andar de 320i zero. Você até compra, mas sacrifica inúmeras outras coisas mais importantes para conseguir mantê-lo.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Welington S.
1 mês atrás

Um Avião classico? Não.
 
É pequeno, elevador pequeno, tanque de combustivel de aviação pequeno, velocidade pequena, rforço de cobertura de conves pequeno…

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Welington S.
1 mês atrás

Não,e tal modificação custaria e muito,somente o USS  America  (LHA-6),para trabalhar com o JSF e com o V-22 Osprey,necessitou de  14 modificações diferentes para suportar o uso de tais aeronaves.
 
Junto com essas modificações, os líderes da Marinha também limitaram o número de operações de vôo realizadas fora dos Estados Unidos, como parte do plano de preservação de convés.
 
 
Tal estratégia só foi usada no América,não sendo necessária para os demais LHAs da classe,podendo eles realizar operações irrestritas completas com o F-35 e o MV-22.
 
A variante B do F-35 produz muito mais calor quando pousa e decola do que os atuais caças AV-8B Harrier.
 
 
 
 
 
 
 
 

Thiago
Thiago
1 mês atrás

Off topic pessoal- enfim saiu o acordo entre a Itália é o Egito, no qual este último receberá as 2 FREMM GP ( general purpose), a Emilio Bianchi e a Spartaco Shergart, antes destinadas à Marina Militare . O valor do contrato é 1.1 bilhões de euros, a Fincantieri informou também que existe interesse do Cairo por mais duas FREMM.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Thiago
1 mês atrás

Ah, como é bom ter dinheiro…

Doug385
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Dinheiro de Riad, no caso.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Doug385
1 mês atrás

Mas é dinheiro

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Grando no passado e minúscula no presente.
Só espero que o futuro seja mais grandioso.
Hoje não vejo motivos para comemorarmos nada.

Carlos
Carlos
1 mês atrás

Viva a nossa querida e gloriosa Armada Imperial

Jagderband#44
Jagderband#44
1 mês atrás

Bonita foto, dois belos navios, que, hoje em dia, não conseguem se defender de ameaças navais modernas.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Jagderband#44
1 mês atrás

Sonha com F-35B no Atlântico e acorda com a a sucata da classe Macaé abandonada no estaleiro, e as Niterói pedindo arrego

fabio
fabio
1 mês atrás

Uma duvida, alguém sabe se esses lançadores aspides funcionam nas Niteróis

Miguel
Miguel
1 mês atrás

Interessante como as Fragatas Classe Niterói ainda parece bem modernas e como são bonitas.

Mahan
Mahan
1 mês atrás

Devia se preocupar com a ação de piratas em países vizinho e em nosso litoral. Virus chines não é problema da Marinha.

Last edited 1 mês atrás by Mahan
carvalho2008
carvalho2008
1 mês atrás

Em especial ao amigo Mestre Wilson,
 



 
 

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
1 mês atrás

Ano passado recebi, pelo ZAP, uma representação gráfica da Batalha Naval de Riachuelo, no mapa, bem explicada. Não conhecia os detalhes da batalha. Se alguém possuir e puder postar, seria bem útil e interessante.