Home Indústria Naval Marinha do Brasil divulga RFP para obtenção de Navio de Apoio Antártico

Marinha do Brasil divulga RFP para obtenção de Navio de Apoio Antártico

4086
52
NApOc Ary Rongel
NApOc Ary Rongel

A Diretoria de Gestão de Programas da Marinha (DGePM) realiza a divulgação do documento Request for Proposal (RFP), até o dia 30 de junho, conforme transcrito no Diário Oficial da União (DOU) de 20 de maio de 2020. O objetivo da RFP é comunicar ao mercado e estabelecer requisitos e condições para selecionar a melhor proposta para aquisição de um Navio de Apoio Antártico (NApAnt), a ser construído no Brasil.

A aquisição do NApAnt visa manter os compromissos de cooperação internacional assumidos pelo Brasil no Tratado da Antártica, que culminou com a instalação da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), em 1983.

O futuro NApAnt substituirá o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” na manutenção e abastecimento da EACF e proverá o apoio logístico e operacional aos projetos de pesquisa do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).

A partir da publicação no DOU, as empresas/grupos qualificados poderão solicitar o agendamento para a retirada da RFP na DGePM, por meio do e-mail: napant@marinha.mil.br.

Os demais procedimentos para a habilitação dos representantes legais e retirada da RFP constam do Chamamento Público no DOU.

FONTE: Marinha do Brasil

Subscribe
Notify of
guest
52 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Chuck Norris Do Paraguai
Chuck Norris Do Paraguai
1 mês atrás

Pergunta de leigo: O Brasil possui algum navio Ice Breaker para uso nessas regiões?

Alessandro Vargas
Alessandro Vargas
Reply to  Chuck Norris Do Paraguai
1 mês atrás

Aparentemente não, o “Tio Max” é Navio Polar, mas não é classificado como Quebra gelos

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Alessandro Vargas
1 mês atrás

“Alessandro”, na minha opinião de leigo (me corrijam se eu estiver errado), eu acho que para acessar a Estação Antártica Comandante Ferraz localizada na ilha do Rei George, a 130 quilômetros da Península Antártica, na baía do Almirantado, não precisa necessariamente de um navio quebra gelo, se não a Marinha já teria um!

Alessandro Vargas
Alessandro Vargas
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Precisamente!
 

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Olá Karl. No inverno, o mar fica congelado em torno da base brasileira. Os navios da MB só operam por lá no verão. A base faz estoque de víveres, combustível e consumíveis durante o verão para ser usado no inverno. A FAB mantem contato com a base pousando na base chilena ha uns 30 km dali e em seguida (dependendo do tempo) é possível chegar á base de brasileira de helicóptero. A FAB também faz lançamento de carga por paraquedas durante o inverno (no verão, o navio de apoio polar da MB pode buscar as coisas na base chilena, já… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

É incorreto pensar dessa forma, o único apoio a base brasileira no inverno fica a no mínimo 25 km de distância, oque é arriscado, um navio Icebreak seria essencial em caso de emergências aonde aquelas regiões ficam difíceis de serem acessadas por outros métodos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Italo Souza
1 mês atrás

Caro Ítalo. Acho que a distância entre a base brasileira e a chilena são uns 30~35 km, o que levaria uns 10 min com o helicóptero da base brasileira (se o tempo estiver bom). Considerando o tempo necessário para preparar tudo, acho que daria para chegar na base chilena em meia hora. Na base chilena, tem uma pista que pode ser operada inclusive no inverno. É o meio mais rápido para o caso de emergência. O mar em torno da base brasileira congela no inverno, por isso os navios da MB que operam na Antártida retornam ao Brasil (esse período… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Tem certas janelas no polo durante o inverno que vôos ficam perigosos demais devido a ventos e tempestades, mesmo aeronaves militares.

Icebreak possibilitaria maior segurança, eles no demoram muito, isso vai depender do tamanho e capacidade, fora que abre maior poder de barganha por parte do Brasil em certos processos envolvendo aquela região, como ajudaria nas pesquisas.

O custo de um Icebreak Russo no ficaria tão diferente de um navio de apoio logístico preparado para aquela região, o preço só ficaria um pouco maior devido ao casco.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Italo Souza
1 mês atrás

Olá Ítalo. Pelo que conversei com alguns colegas que desenvolveram trabalhos de pesquisa no ProAntar, pode ser perigoso pousar na pista da base chilena até durante o verão. O acidente com o C130 da FAB ocorreu no inverno, mas as operações no verão também são arriscadas. O custo do quebra-gelo é o casco e a propulsão. O navio precisa de muita potência para romper o gelo, o que torna um quebra-gelo muito mais caro que um navio polar.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás
Refletindo então depois de todos esse comentários, eu cheguei a conclusão que um navio quebra-gelo realmente é necessário para operar no Continente Antártico, só que a Marinha vai dando um jeito com os meios que tem, por que a verba é curta (como sempre) sempre há prioridades mais urgentes, até que um belo dia em alguma emergência (Deus os livre e guarde), que precise de um navio desses, aí damos um jeito de "arrumar" um icebreaker ship!!

 
 
 

Last edited 1 mês atrás by Karl Bonfim
Victor Moura
Victor Moura
Reply to  Chuck Norris Do Paraguai
1 mês atrás

Não possui nenhum Ice Breaker.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Esse novo vai ser quebra-gelo ou vai ter só o casco reforçado para operações em regiões árticas?

Ph Nunes
Ph Nunes
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Provavelmente, só casco reforçado já que nossa base fica numa baía de uma ilha.

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Ph Nunes
1 mês atrás

Será reforçado com compensado e madeirite ultraforte.

Guilardo Pedrosa.
Guilardo Pedrosa.
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Um país que não tem uma marinha com meios suficientes para combate, tem navios velhos, gasta de forma descomunal com um sub nuclear há mais de 30 anos , quando poderia ter uma frota de diesel elétrico com mais de 15 unidades em operação, por qual relevante motivo se preocupa com experiências no pólo sul, gastando o que não tem ?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Guilardo Pedrosa.
1 mês atrás

Pelo tratado antártico, só vai ter um pedaço desse continente rico em minerais inexplorados quem tiver uma base permanente lá e civil. Do contrário, se quizer, tenta na marra para ver se consegue.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Guilardo Pedrosa.
1 mês atrás

Olá Guilardo. Uma coisa de cada vez. A fabricação de um submarino com propulsão nuclear demanda o domínio de três tecnologias anteriores. 1) Saber enriquecer o combustível, 2) saber fazer o reator e 3) saber fazer um submarino. Os EUA já dominavam estas tecnologias. O primeiro passo foi dominar o ciclo do combustível (talvez tenha sido o mais difícil porque havia todo tipo de obstáculo internacional para o país conquistar essa tecnologia). Construir o submarino também é um grande desafio, tanto pelo conhecimento quando pela infraestrutura necessária para isso (o que inclui o Labgene, a UFEM e o estaleiro, além… Read more »

Guilardo Pedrosa.
Guilardo Pedrosa.
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Ok. Apenas acho que as nossas FFAA gastam mal, deixando sempre os braços fortes desprotegidos. Um abraço.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Guilardo Pedrosa.
1 mês atrás

Olá Guilardo. Eu concordo com você sobre a necessidade as forças armadas brasileiras precisam repensar muita coisa. Contudo, o SBN é uma das coisas que concordo serem prioritárias para a MB.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Qualquer marinha invasora ficaria muito preocupado em saber que um SBN esta patrulhando as Águas em que essa força naval fosse navegar.
Uma marinha moderna e forte se faz com com navios de superfície e submarinos, já que eles se complementam …

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Guilardo Pedrosa.
1 mês atrás

Fabio, apesar do PROANTAR ser administrado pela MB, faz parte da SECRIM, Secretaria Interministerial para Recursos do Mar! Aí entra MCTI, Universidades, MD, etc. Pesquisa nunca é despesa! Uma coisa não tem nada a vr com outra.

Aníbal
Aníbal
1 mês atrás

Torcendo aqui de casa pro “pessoal” da aeronáutica não ir praticar fogo amigo pela imprensa novamente !! 🙏🏼 (Ironic mode)

Last edited 1 mês atrás by Aníbal
Enes
Enes
Reply to  Aníbal
1 mês atrás

Mui amigos.

Marujo
Marujo
1 mês atrás

Não entendo a prioridade dada a esse tipo navio em meio a tanta carência.

Nilo Rodarte
Nilo Rodarte
Reply to  Marujo
1 mês atrás

A aquisição do NApAnt visa manter os compromissos de cooperação internacional assumidos pelo Brasil no Tratado da Antártica, que culminou com a instalação da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), em 1983.”
 
Pode acreditar, no meio de tanta carência, esse Tratado da Antártica é um daqueles de suma importância que não pode ser negligenciado.

Oseias
Oseias
Reply to  Marujo
1 mês atrás

Basicamente, há este tratado em que a comunidade internacional se compromete a manter a Antártida compartilhada. E determina que discussões sobre o futuro do continente, inclusive se um dia for liberada a exploração economica de recursos daquela região, sejam feitas pelos países que atuam efetivamente em pesquisas cientificas por lá.
Ou seja, o Brasil precisa manter uma bandeira fincada por lá e uma base permanente para brigar juridicamente por um quinhão do continente no futuro.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Oseias
1 mês atrás

Olá Oseias. Esse é um dos lados. Do outro lado há a questão que o clima no Brasil é muito influenciado pelo que acontece na Antártida. O que acontece lá reflete aqui, portanto em todo o sucesso da agricultura brasileira. O monitoramento das mudanças climáticas também é feito na Antártida. Tem a questão das migrações da fauna marinha. E tem as coisas mais legais, como o fato do continente ter preservado milhares de anos de historia sob as camadas de gelo (dá para saber como era a atmosfera do planeta antes do surgimento da especie humana. Quando a América do… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Marujo
1 mês atrás

Caro Marujo. A MB junto com o MCT construíram uma base de pesquisa moderna. Ela precisa ser abastecida. A FAB a abastece com um C130 há 35 anos e provavelmente continuará abastecendo-a com o KC390. Durante o inverno antártico, o mar fica congelado em torno da estação, e o acesso só é possível por via aérea. Contudo, a FAB usa a pista de pouso de uma base chilena, distante uns 30~35 km da base brasileira. A FAB faz cerca de 7 voos para a Antártida no verão e outros 3 no inverno. Os navios da MB só podem acessar a… Read more »

FighterBR
FighterBR
1 mês atrás

FAB já se manifestou e disse que a MB não pode ter um navio polar.

Marujo
Marujo
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Aliás, a MB sempre recorreu a usados em se tratando de navio polar.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Marujo
1 mês atrás

O navio que está sendo licitado não é um quebra- gelos, mas tão somente um navio polar, ou seja sua única singularidade é possuir um casco reforçado. Me pergunto mais uma vez : Os estaleiros que possuímos não dariam conta de fazer esse navio ? Por que comprar navios de baixa complexidade de outro país?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luiz Galvão
1 mês atrás

Olá Luiz. O texto informa que o navio será construído no Brasil. Mesmo que seja um navio de apoio logístico, um navio polar precisa de sistemas redundantes por segurança.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Olá Camargo.

De fato eu não percebi que é para ser construído aqui. Ótimo.

Quanto a precisar de sistemas redundantes também não vejo como isso seja um complicador, já que todos os sistemas , redundantes ou não, são importados mesmo.

Enquanto isso, o Chile constrói localmente um navio quebra-gelos, de projeto ma8s complexo que um navio polar e bem moderno. Se eles podem , nos teríamos que poder também.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luiz Galvão
1 mês atrás

Caro Luiz. Defendo há anos que a MB construa seus navios no Brasil. Isso se tornou mais importante agora devido a queda da atividade industrial. Pelo que li no DOU, a fornecerá a documentação para as empresas interessadas que satisfazerem as exigências da licitação (experiência na construção de navios polares e parceria com um estaleiro nacional). Na ausência de qualquer detalhe, acho que podemos pensar em um navio do mesmo porte do Ary Rangel (2 mil ton, capacidade de receber um helicóptero e de transporte. Geralmente, um navio de apoio logístico custa algo em torno de US$ 4 mil por… Read more »

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Sim Camargo, mas acho que o comentário do André resume o problema.

Andre
Andre
Reply to  Luiz Galvão
1 mês atrás

O estaleiro da conta de fazer os navios.. o problema é que vão a falência antes de assinar o contrato com a MB pq ela não gera mercado consumidor (como é dos eua que encomenda 50 navios e quando chega na 49º ja tem mias 50 pra suprir o envelhecimento da 1º unidade…)
 
MB só vai resolver os problemas de falta de navios hora que aparecer mercado consumidor ou se derem um estaleiro pra ela
 
mas é provável que FAB apareça e F%* com os planos pq só ela pode ter um “estaleiro” pra fazer as coisas

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Andre
1 mês atrás

Andre,

Sim, não considerei a novela da parte econômica, sindicatos, etc.

Grato pela resposta.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luiz Galvão
1 mês atrás

Caro Luiz. Sindicatos são fundamentais para manter a relação trabalho x capital em termos equilibrados. Todos os direitos trabalhistas (sem exceção) foram obtidos por meio de luta sindical. O trabalhador assalariado no Sec XIX cumpria jornadas mais longas que 12 , havia trabalho infantil, assedio constante sobre as funcionárias, inúmeros acidentes de trabalho, nada de férias, nada de providência, demissões sem justa causa.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Caro Camargo,

Tenho opinião divergente sobre os sindicatos, mas agradeço sua ótima resposta.

Obrigado!

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Andre
1 mês atrás

Olá Andre. Acho um erro basear a viabilidade da fabricação de meios militares modernos a partir da escala de produção. Uma fábrica de bens de consumo duráveis dilui o custo de produção na venda de milhares de unidades, reduzindo o custo, mantendo preços competitivos e aumentando os lucros. No caso de material militar, o preço final é a soma do custo de fabricação (pessoal, impostos, peças, etc.) somado ao lucro da empresa. Se o material militar é essencial, o contratante (necessariamente adquirido por um governo) irá pagar o preço. Se fabrico-lo nacionalmente é mais caro, há um ganho econômico e… Read more »

Enes
Enes
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Quem te FAB, não precisa de inimigos,kkkkk.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Se no fosse uma piada sem noção, teria mais um voto negativo.

A FAB no quer ficar responsável 100% pelo abastecimento da base polar, pois a mesma é arriscado fazer tais abastecimento por via aérea, já houve vários acidentes naquela região, então ela no se importa com tal aquisição de navio.

Pesquisar sobre o assunto, ajuda muito antes de falar.

EduardoSP
EduardoSP
1 mês atrás

Como é comum na comunicação das forças armadas, especialmente na MB, faltam informações essenciais tais como o prazo para a entrega das propostas e as principais exigências a serem cumpridas pelos ofertantes.
São informações não sigilosas, cuja ocultação aos olhos do público denota falta de transparência e falta de respeito com a parte da sociedade que se interessa pelos assuntos da MB.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Caro Eduardo. Você pode sanar suas dúvidas procurando por “Request for Proposal (RFP) n° 40005/2020-001″ no DOU de 20 de maio.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Sim, mas então para que ter uma área de comunicação? Minha critica é em relação à atitude da MB. Procuram tornar mais obscuro o que deveria ser mais claro.

André
André
1 mês atrás

Quem não tem cão,caça com boi!

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

É um projeto de alta complexidade e que trará off sets que vão colocar a industria naval nacional em outro patamar.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Gabriel,

De qual alta complexidade você se refere ?

Trata-se apenas de construir um navio com casco resistente a gelo de menor espessura.

Todos os sistemas de bordo serão importados, Como já são em qualquer navio construído aqui .

Portanto que off seus são esses que você fala ?

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Luiz Galvão
1 mês atrás

Amigo,
A Tecnologia está exatamente nesse ponto que você se referiu “O casco” . Parece Banal mas a tecnologia de usinagem, de solda, certificações de qualidade inerentes ao processo fabril e qualificação de pessoal é algo bem relevante.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Gabriel,

Agora entendi.

Concordo com vc .

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Isso é um navio de apoio logistico…
 
 
 
 comment image
 
 
 

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Olá Adriano. Acho que será algo parecido a este navio. Eu não sei dizer qual a profundidade da baia onde a base brasileira está instalada, mas deverá ser levado em conta. Talvez um hangar também seja desnecessário, já que o helicóptero pertence á base, mas com certeza o navio precisa da área de pouso.