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FOTO: Força de Defesa da Austrália em formação

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Uma formação da Força Aérea Real Australiana e da Marinha Real Australiana. Clique na imagem para ampliar

Uma formação da Força Aérea Real Australiana e da Marinha Real Australiana.

Um E-7A Wedgetail do Esquadrão Nº 2, três F/A-18A Hornets do Esquadrão No.77 e um EA-18G Growler do Esquadrão Nº 6 sobrevoam uma força-tarefa com os navios HMAS Canberra, Hobart, Stuart, Arunta e Sirius durante o desdobramento de presença regional em julho de 2020.

Uma Unidade de Tarefas Aéreas da Força Aérea Real da Austrália foi enviada a Guam para participar de exercícios com a Marinha Real Australiana e os Estados Unidos.

F/A-18A Hornets, EA-18G Growlers, E-7A Wedgetail e KC-30A Multirole Tanker Transport realizarão exercícios avançados de integração ar-mar com HMAS Canberra, Hobart, Stuart, Arunta e Sirius que estão realizando um desdobramento regional pelo sudeste da Ásia, antes de participar do exercício RIMPAC no Havaí.

Esse desdobramento demonstra que a Força de Defesa é uma força capaz com capacidade de realizar desdobramentos complexos e estendidos no mar e no ar organicamente e com parceiros regionais.

FONTE: Ministério da Defesa da Austrália

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Karl Bonfim
Karl Bonfim
1 mês atrás

É um belo cartão de visita australiano, endereçado ao grande Dragão Oriental. Vão precisar demonstrar muita força junto com o Tio Sam e seus parceiros no Pacífico e no Índico para conter a fúria desse bichão do zoião puxado!!!

Eric Tkaczenko
Eric Tkaczenko
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Essa foto não assusta os chineses, mas as do exercício militar em conjunto dos EUA com a India, provavelmente assustam.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  Eric Tkaczenko
1 mês atrás

Assusta sim, e muito, porque é de um aliado dos EUA, como é o Japão, a Coreia do Sul, Taiwan, Índia…… E vamos combinar que as FFAAs australianas estão dando um show de muita competência, pés no chão e maximização de recursos e de eficiência.

A China está cercada de aliados dos EUA, armados pelos EUA e que treinam com os EUA. Por isso eu sempre relativizo as bravatas pró Dragão porque, sem a menor dúvida, são competentíssimos para desenvolver FFAAs de muito respeito, mas são sozinhos.

PACRF
PACRF
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

A ameaça chinesa é muito maior do ponto de vista econômico e comercial do que do ponto de vista militar. Esta é a razão para “todo mundo” estar com “raiva” ou até mesmo inveja dela.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  PACRF
1 mês atrás

Nunca esquecer que parte de sua riqueza provem das exportações para seus “inimigos”… muito engraçado isso.

PACRF
PACRF
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Concordo, realmente é muito engraçado, porém vale lembrar que nenhum de seus “inimigos” resolveu cancelar as importações de produtos chineses, assim como nenhum deles cancelaram suas exportações para a China, inclusive o Brasil. Não há, também, nenhuma indicação que seus “inimigos” irão fechar suas unidades fabris lá instaladas. Aliás, o fato da China ser a maior credora individual da estratosférica dívida pública norte-americana parece não incomodar o Tio Sam.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  PACRF
1 mês atrás

A China depende quase que totalmente do exterior: comida, energia, recursos naturais… só o que tem de próprio é mão de obra barata.

Em um hipotético cenário de conflito convencional com os EUA estaria em crise em 100 dias, sem comida, combustíveis, sem compradores para seus produtos….

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

No Brasil, desdobramento significa se desdobrar para manter as coisas funcionando.

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Uma linda imagem!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

As FA’s australianas são as FA’s que a gente deveria almejar e ter.
Maaaaas….

Cleber
Cleber
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Falou tudo ! Pouco efetivo e muito eficiente em termos belicos !

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Já as nossas FAA’s tem efetivos mas não tem meios adequados!

Davi
Davi
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Wilber,
Pelo nosso PIB e riquezas naturais temos a OBRIGAÇÃO de sermos mais fortes que a Austrália, contudo….
Para quem não tem quase nada como nós, almejar um dia ter o mesmo nível australiano chega a ser utópico.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Davi
1 mês atrás

Isso nunca vai acontecer.Outro dia fui muito criticado aqui no site por defender a teoria de que seria melhor para o Brasil se tivessemos um Irã ou uma Coreia do Norte aqui do lado porque só com uma clara ameaça regional um país investe devidamente em suas forças armadas,caso contrário o país negligencia a sua defesa.Não deve haver no mundo um único país que tenha forças armadas modernas e que não tenha uma ameaça externa,a Austrália por exemplo tem a China.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Davi
1 mês atrás

Poderíamos estar com as FA’s ( ou pelo menos a Marinha ) no mesmo nível que a Austrália ( o que já seria excelente ).
Mas pra isso, precisaríamos de reformas administrativas, enxugar quadros, reduzir quadros, aumentar a eficiência, investir pesado em P&D…

Mas a verdade é que…isso não interessa a ninguem. É mais cômodo deixar como está, empurrar com a barriga e viver choramingando aos céus que nunca tem dinheiro pra nada…

Agnelo
Agnelo
1 mês atrás

Prezados Por exemplo, o exército australiano é composto por duas Divisões. Uma na ativa e outra na reserva. Ou seja, um Corpo de Exército. Considerando que a Austrália é uma ilha, e não há como realizar uma concentração estratégica ( que dura meses) em sua fronteira, antes de invadi-la, há obrigação do invasor conquistar terreno por meio de uma Operação Anfíbia, como ocorreu nas Falklands. Ai…. vem o seguinte…. NINGUÉM, nem os EUA é capaz de realizar uma Operação Anfíbia de mais de um C Ex para enfrentar esse exército australiano…. Bem dizer….. uma Div dá pros EUA fazer? Difícil…… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Uma hipotética “Operação Anfíbia” seria precedida por bombardeiros e mísseis de cruzeiro que minariam as defesas australianas, algo muito além do que foi visto nas “Falklands” em 1982 quando os britânicos estavam em desvantagem ao menos numericamente quanto à aeronaves, enquanto um trio de NAes da US Navy já superaria em números a RAAF. . Depois de aberta uma ou mais “cabeças de praia” pelos fuzileiros navais e exército, estes seriam seguidos pelo restante do exército que levaria todo o equipamento necessário através da ainda relativamente grande frota de navios do “MSC”. . Não diria que os australianos “não precisam… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Acho que a Austrália deveria ter mais navios, submarinos e aviões.
Além de boas defesas antiaéreas e antimísseis.
Não adianta ter só 10 bons navios…
Essa compra de novos navios está muito cara e vai demorar a chegar…

Agnelo
Agnelo
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Prezado
Concordo, mas seria simples assim?
Desembarcariam onde? Para chegar onde?
Quantos meios seriam mobilizados?
Se levou meses pra mobilizar e transportar pra invadir o Iraque?
Se EUA se tornassem seus inimigos, China e Rússia não poderiam ser aliados?
Seria fácil chegar com tão grande frota na Austrália?
De Inglaterra precisou mobilizar “tudo e mais um pouco”, e para Austrália?
Sinceramente, ainda acho q ninguém tem essa capacidade.
Talvez, os EUA com uma mobilização hercúlea, ou seja, nas atuais condições, ainda acho q ninguém.
Sds e obrigado pelo contraponto.

Dalton
Dalton
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Agnelo…se o Corpo de Fuzileiros Navais não tem condições de desembarcar uma simples divisão tendo total superioridade aérea então eles deveriam fechar as portas. . São muitas variáveis e claro a Austrália tendo aliados do peso como China e Rússia seria outra coisa, mas, a princípio pelo que entendi do seu comentário seria à Austrália sozinha. . Tendo superioridade aérea e naval, não haveria necessidade de desembarcar inicialmente tantos fuzileiros para criar uma cabeça de ponte, o exército australiano não estaria concentrado em um único local então um único “MEU” advindo de um Grupo Anfíbio, desembarcado através de MV-22s e… Read more »

Matheus S
Matheus S
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Respondi por alto ele com o mesmo raciocínio, o seu esta muito mais completo e melhor explicado só que comentário está preso aguardando liberação.

Dalton
Dalton
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Isso é o que sabemos Matheus, provavelmente tem muito mais, não descartaria até mesmo a infiltração de comandos por um “SSGN” que também contribuiria com mais de 100 “Tomahawks” !
.
abraços

Heinz Guderian
Heinz Guderian
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

“China, Russia, NINGUÉM tem capacidade de realizar uma Op Anf para invadir a Austrália.” É claro que tem! O que o Dalton digitou, tirou as palavras da minha boca.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Heinz Guderian
1 mês atrás

Prezado
Respondi ao Dalton.
Sds

Mercenário
Mercenário
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Prezado Agnelo,

Qual dos nossos vizinhos seria capaz de realizar uma concentração estratégica na fronteira brasileira?

Em primeira análise, nenhum é capaz de reunir os meios necessários para invadir o território brasileiro.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Mercenário
1 mês atrás

Prezado
Um ponto importante.
Nossos vizinhos, não.
Mas, por termos fronteiras terrestres e haver locais com infraestrutura possível, um aliado deles pode com uma facilidade bem grande.
Vide as duas guerras no Iraque.
Sds e obrigado.

Mercenario
Mercenario
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Caro Agnelo,

Agradeço o retorno.

Sds

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Com um território tão grande, fica difícil defender todo o perímetro, três Grupos com Porta Aviões vindo em lugares diferentes já seria suficiente pra eles não terem meios de defesa plena.

Agnelo
Agnelo
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Prezado
Em parte, concordo, mas a Guerra teria um motivo e objetivo.
Seria um objetivo tão amplo?
Sem duvida, os EUA seriam os q dariam maior trabalho.
Mas ainda acredito q as “pequenas” FFAA deles seja bastante dissuasória.
Imagine uma das frotas q seria responsável pela parte do mar entrecortado por ilhas, um Sub, ainda q convencional, seria um perigo muito grande.
Sds e obrigado.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Senhores
Boa noite
A ideia principal do meu comentário foi levar, provocar, o assunto a um nível diferente das comparações normalmente lidas “por aqui”.
Defender a Austrália é igual defender o Brasil, pq são grandes em territorio, assim como casar com a Ana Hickmann é igual casar com Michael Jordan, porque são altos.
Muito obrigado pelos comentários longe da infantilidade.
Sds

Matheus S.
Matheus S.
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

“NINGUÉM, nem os EUA é capaz de realizar uma Operação Anfíbia de mais de um C Ex para enfrentar esse exército australiano….” O sistema organizacional da Força-Tarefa Aéreo Marítima(MAGTF) do Corpo de Fuzileiros Navais – vulgo USMC é muito flexível e pode variar de uma pequena Unidade Expedicionária Marinha (MEU) de tamanho padrão de aproximadamente 2.200 soldados (ou até menores em um MAGTF Especial) até os 4.500 a 14.500 membros Brigada Expedicionária Marítima (MEB), para uma Força Expedicionária Marítima (MEF) de 30.000 a 70.000 homens. Cada MAGTF consiste em um elemento de combate terrestre e um elemento equivalente de combate… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Matheus S.
1 mês atrás

Prezado Bom dia Sim Ou seja, precisam empregar o q mantém no Pacífico e no Atlântico em disponibilidade para emprego imediato, Isso “fere” a política americana de defesa de “vencer duas guerras no mundo ao mesmo tempo”, pois demanda duas forças distintas (pacífico e atlântico). Mais uma vez, agradeço por expor a complexidade para a maior potência do mundo atuar na Austrália. Comparemos agora com o Brasil, contra quem poderiam “rocar” meios para a guerra terrestre sem essa complexidade e concentrar seus meios no Uruguai e/ou Argentina e/ou Paraguai e/ou Bolívia. Sempre se organizando sem risco de ser torpedeado. Sempre… Read more »

Matheus S.
Matheus S.
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Bom dia! Não necessariamente irão precisar empregar recursos do Atlântico para manter operações no Pacífico. O MAGTF é justamente uma força de emprego imediato, flexível e que pode operar em todos os níveis de emprego de recursos. Por exemplo, a III Força Expedicionária Marítima mantém um número em torno de 30.000 militares, baseado no Japão para apoiar operações no Pacífico, isso dá um contingente conforme você disse de uma divisão do Exército australiano, mas a III MEF pode ser apoiado pela I Força Expedicionária Marítima, em que está baseado na Califórnia e serve também para operações até a área de… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Matheus S.
1 mês atrás

Matheus S Vamos fazer mais uma provocação? Já percebemos q no máximo os EUA conseguem “‘mandar” uma força terrestre pra invadir a Austrália. Obviamente, com o inigualável Apoio Aéreo de, pelo menos, dois Super Carriers. Só q, os EUA são aliados da Austrália. China está buscando ter capacidade de projetar uma Divisão. Para uma divisão ganhar de duas do CEx australiano, terá de ter quase q domínio aéreo. China tem condições? Quem tem condições? Só se basear sua FA na Indonesia por exemplo. Compare com o Brasil. Inúmeros locais vizinhos para por tropa e para concentrar com antecedência poder aéreo… Read more »

Matheus S.
Matheus S.
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Você está colocando a carroça na frente dos bois. Veja bem. Não se trata de uma batalha de fuzileiros navais contra um exército completo, um país nunca colocará todo o contingente de um exército para proteger uma cabeça de praia. O que você está pensando é o seguinte: A Austrália colocará os quase 50.000 militares(ativos e reservas) para proteger a costa marítima de uma grande Op Anf, e os fuzileiros por se tratar de um corpo leve, não conseguirá tomar a costa por conta dos recursos limitados. Não é assim que você deve pensar em termos de Op Anf. Eu… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Sofreram na Segunda Guerra na mão do Japão aprenderam a lição e não querem repetir o erro com a China.

Renan
Renan
1 mês atrás

Olha aí Brasil uma força armada de verdade

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Existe um risco de um grande conflito na região e precisam estar preparados.

Dalton
Dalton
1 mês atrás

Parte dos FA-18A foi vendida ao Canadá e os remanescentes serão eventualmente e
tardiamente substituídos pelo F-35A. A RAAF também adquiriu 24 “Super Hornets” do modelo “F” de 2 lugares.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Todo mundo se exercitando. 3a. frente

forummw
forummw
1 mês atrás

Lembrando que o orçamento militar da Australia é bem menor que do Brasil.

Nossas Forças Armadas precisam de uma reforma profunda.

Jagderband#44
Jagderband#44
Reply to  forummw
1 mês atrás

O que precisa de reforma é a social democracia brasileira e seu “estado de direito”.

Heitor
Heitor
1 mês atrás

Não gosto de fazer comparações entre Brasil e Austrália, apesar de serem grandes em massa de terra,têm realidades diferentes, estamos longes da China, não temos “ameaças” externas iminentes, logo deveríamos ter um estilo Colômbia, forças especializadas em conter o tráfego de armas e drogas na fronteira, já que nossos vizinhos, principalmente na parte mais ao sul, não ajudam muito. Austrália é uma ilha e sua porção mais ao centro não é convidativa. Quanto ao tráfego, dificil entrar lá com qualquer coisa. Porém, nossos inimigos somos nós mesmos, e só podem ser combabtidos com tecnologia e integração entre forças, força fluvial… Read more »

Heitor
Heitor
Reply to  Heitor
1 mês atrás

Tráfico*

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

O F-18 SH é um avião que só pela imagem já impõe respeito.
Esse deveria ser o avião da MB!

Jota Ká
Jota Ká
1 mês atrás

RAAF com efetivos de 14.000 (+4.000 da reserva) e Marinha Real com efetivos tb de 14.000 militares.
Porque o Brasil com tão poucos equipamentos precisa de efetivo tão grande? 😯