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Marinha Helênica incorpora 6ª FAC classe ‘Super Vita’

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A Marinha Helênica incorporou a sexta embarcação rápida de ataque de mísseis guiados da classe Super Vita (classe “Roussen”) Karathansis (indicativo visual P78) com uma cerimônia realizada no Estaleiro Naval de Scaramanga em 28 de julho.

O Ministro da Defesa da Grécia, Presidente da Comissão Parlamentar Permanente de Defesa e Relações Exteriores do Parlamento, Chefe do Estado Maior das Forças Armadas Gregas e Chefe da Marinha Helênica participaram da cerimônia.

O ministro da Defesa da Grécia, Nikolaos Panagiotopoulos, enfatizou a importância do poder naval da Grécia na região do Mar Egeu e do Mediterrâneo Oriental.

“As poderosas forças armadas enviam uma mensagem para inimigos e aliados: embora um país pacífico se comprometa com os princípios do direito internacional e com a cooperação dos povos, a Grécia pode, a qualquer momento, exercer seu poder sobre ele para defender seus direitos soberanos”, disse o ministro.

O navio recebeu o nome de um piloto de helicóptero AB-212 que perdeu a vida durante a crise da Imia entre a Turquia e a Grécia em 1996.

A classe “Roussen” é composta de sete barcos rápidos de ataque de mísseis de design britânico aprimorados e personalizados para a Marinha Helênica, também conhecida como Super Vita.

O projeto da classe “Roussen” baseia-se em barcos menores da classe “Vita” que servem na Marinhas do Qatar, bem como em embarcações de tamanho semelhante construídas para o Omã e outros países. O casco é feito de aço e a superestrutura é de alumínio, e a empresa Vosper Thornycroft (atualmente BAE Systems Surface Ships) forneceu o sistema de transmissão de eletricidade, o conselho de administração, equipamentos elétricos e sistemas.

O principal armamento dos navios são oito mísseis antinavio Exocet MM40 Bloco II/III, com alcance de até 70/180 km, respectivamente. Eles são complementados por um canhão naval Otobreda de 76 mm no arco e dois canhões menores de 30 mm como armas secundárias localizadas na superestrutura dos navios.

A principal arma antiaérea e antimíssil da embarcação é o sistema de mísseis RAM RIM-116, que compreende um lançador Mk-31 a bordo com 21 mísseis, bem como os sistemas de medidas de suporte eletrônico DR3000 e AR900 e o lançador de chamariz Mk36 SRBOC. Diferentemente dos navios anteriores, o HS Karathanasis possui o sistema Vigile-100 ESM.

O conjunto de sensores responsável pela identificação e localização oportuna dos alvos de superfície e aéreos inclui o radar de vigilância MW08 3D em banda G , o rastreador de alvo eletro-óptico Mirador e o radar Scout MkII de baixa probabilidade de interceptação que é controlado pelo sistema de gerenciamento de combate TACTICOS.

FONTE: navalnews.net

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Embarcação pequena e poderosa.

Teropode
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Mas a proximidade com a costa Turca deixe os meios de superfície vulneráveis a ataques vindos do continente e dos drinks , submarinos podem virar este jogo , sugiro uns 60 novos Svorpenes , apesar de que a Rússia possuí modelos eficientes e mais baratos .

Ghostcoscs
Ghostcoscs
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Claro! Estamos em 1500, onde os países defendem suas águas com canhões fixos na costa!

Teropode
Reply to  Ghostcoscs
1 mês atrás

Atualize_se , veja o mapa das águas Gregas na região , a Turquia não possui as 12 milhas , as ilhas estão coladas na Turquia e quanto ao século 14 ; não há a necessidade de tal observação , mesmo porque ela está errada , Taiwan possui a doutrina de usar canhoneiras para manter a frota chinesa 20km da sua costa , a maioria das ilhas Gregas estão até mais próximas.

Tomcat4,2
1 mês atrás

Projeto muito interessante hein e bem armado.

Tomcat
Tomcat
1 mês atrás

Melhor armadas que uma certa classe de futuras fraguetas…

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Realmente, muito bem armada, da um show em muitas fragatas e corvetas por aí!

Flamenguista
Flamenguista
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Caso esteja se referindo a classe tamandaré, esses são navios de ataque rápido, mais para um Napaoc do que uma corveta…

Jorge Knoll
Reply to  Flamenguista
1 mês atrás

De que adianta ter fragatas travestidas de corveta, e quase desdentadas, pois o armamento deixa a desejar.

Doug385
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Não fale besteira sobre o que não conhece. São realmente mais bem armadas até que a Barroso, mas não podem ser comparadas à classe Tamandaré.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Doug385
1 mês atrás

Não é besteira nem engraçado a nossa fraqueza diante da nossa enormes riquezas, temos uma gigantesca ZEE, que nós chamamos de “Amazônia Azul”, com enormes reservas de petróleo e outras riquezas inexploradas, mas não temos uma marinha a altura que a defenda (nem uma guarda costeira temos). Isso sim é uma enorme besteira! Graças a Deus, nós não temos uma China nas nossas vizinhanças, mas seus navios pesqueiros podem estar por aí!!

Tomcat4,2
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Rapaz, se vc se refere as Tamandarés vc disse uma sandice absurda q remete a não ter nem olhado as fotos(menos ainda lido) sobre as capacidades, tonelagem e armamentos das tamandarés.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Quer comparar as fragatas Tamandaré com navios de ataque rápido?
Os sistemas de armamento (defesa e ataque), blindagem, resiliência, navegação, sonares, helicóptero, etc?
Esta classe de navios têm a sua utilidade no mar Mediterrâneo mas no oceano Atlântico e para as missões da Marinha Brasileira…

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Hcosta
1 mês atrás

Que fragatas????? Elas já existem???? No papel elas podem ser qualquer coisa…

João Adaime
João Adaime
1 mês atrás

Um bolo simples que pode ser feito em qualquer confeitaria. O segredo está no recheio, que seria composto dos sistemas eletrônicos e de armas.
Fazer parte da Otan e ter inimigos bem ao lado é um bom incentivo.

Observador
1 mês atrás

Eis um belo exemplo para Marinhas com baixo orçamento, ou orçamento mal direcionado no nosso caso.
Baratas de adquirir e operar e muito bem armadas, são um complemento muito interessante a navios maiores.
A questão seria sua autonomia.
Na Grécia as distâncias entre as ilhas são pequenas. No Brasil poderiam fazer uma boa defesa costeira, deixando as fraguetas Tamandaré cobrirem outra camada mais distante.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Observador
1 mês atrás

E como se defenderia de submarinos ou evitaria ataques aéreos a mais de 10 km (RAM tem um alcance de 10 km)? Mais vale ter as fragatas e aviação de ataque naval…

Observador
Reply to  Hcosta
1 mês atrás

Pergunte isto aos gregos, vai ver que são estúpidos ao apostar nestes navios na situação de tensão total com a Turquia em que se encontram….
E não teremos fragatas e sim fraguetas.
Fragatas só a partir de 5 mil ton de deslocamento.
É uma opção barata para contextos específicos como eu disse, e não adianta sonhar com coisa maior por aqui. É melhor opinar baseado na realidade de condições.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Observador
1 mês atrás

Se não percebes a diferença entre o litoral grego e o litoral brasileiro ou até mesmo o mar mediterrâneo e o oceano atlântico… Estes barcos são baratos porque são limitados a missões de ataque e vulneráveis se forem detectados. Que funções teriam numa Marinha Oceânica? Se é para lançarem misseis os submarinos, helicópteros, aviões e as fragatas fazem isso. Vai-se gastar dinheiro em mais um vector de ataque que pouco acrescenta aos existentes? Ou deixa-se de operar submarinos ou outro sistema qualquer? As Tamandarés são fragatas bem equipadas para a sua função. Perdem para fragatas maiores alguma quantidade disponível de… Read more »

Observador
Reply to  Hcosta
1 mês atrás

As Tamandarés podem ser chamadas de Corvetas pesadas, mas isto da Marinha chamá-las de Fragatas é o mesmo que achar que um ônix tunado está na mesma categoria de um Mercedes AMG. Coisa de pobre complexado.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Observador
1 mês atrás

E qual é a grande lacuna nas Tamandarés para que não se possam ser designadas de Fragatas?
Têm o mesmo armamento que uma fragata, hangar, deslocamento, radares, etc…

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Observador
1 mês atrás

Tá bom teimosão! A futura classe Tamandaré possui uma tonelagem equivalente as das Fragatas da classe Niterói. Pela tua “lógica”, teremos que reclassificar nossas antigas Fragatas como o quê??? Só pelo deslocamento já não dá para classificá-las como Corvetas. “Fraguetas” é mero delírio de quem quer apenas contestar sem embasamento técnico.

Miguel Felicio
Miguel Felicio
Reply to  Observador
1 mês atrás

Novamente, creio eu (leigo) que denominação pouco vai importar em uma ação…..o que deve importar é o armamento.

J L
J L
Reply to  Hcosta
1 mês atrás

Falou certo !
E para quem não tem nada, essas fraguetas como querem chamar já tá bom para começar. O negócio é sair alguma coisa antes que só nos sobrem os barcos à remo da escola naval.

Miguel Felicio
Miguel Felicio
Reply to  Hcosta
1 mês atrás

Creio que lá em cima, a pessoa tenha se referido ao armamento e não à tonelagem, o alcance e outras coisas……foi somente quanto ao armamento e sem sombra de dúvidas estão muito bem armadas.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Observador
1 mês atrás

cadê a lei que diz que Fragata tem que ter mais de 5 mil ton?

Observador
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

É uma convenção mundial. Todo mundo adota este parâmetro, mas o pobres complexados do Brasil resolveram perverter a lógica.
Deslocando menos de 3.500 ton, 4 lançadores de Exocet, é uma Corveta em qualquer pais do mundo, fora Brasil e Irã.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Observador
1 mês atrás

Todo o mundo?
As MEKO da Austrália, da Grécia etc.., as Karel Doorman não são Fragatas?
Existem fragatas maiores, muitas vezes designadas por fragatas de defesa aérea, mas a maior parte das fragatas existentes têm um deslocamento de cerca de 3,500 ton.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Observador
1 mês atrás

Observador vejo que essa convenção do mundo é da sua cabeça, fragatas já existem há muito tempo, já tiveram várias tonelagens de deslocamento diferentes. antes uma embarcação que hj vc chama de fragatas era um destroyer ou cruzador.

J L
J L
Reply to  Hcosta
1 mês atrás

Se me permitem opinião, esse tipo de navio é para “aguas calmas ” como o mediterrâneo e aguas do golfo, aqui no atlântico sul só serviriam para defesa costeira mesmo. Se nossos classe Amazonas tivessem esse recheio, ai sim seria de bom tamanho.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  J L
1 mês atrás

Eu não sei de onde vem essa lenda que o Mediterrâneo é um mar de “aguas calmas”.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Considerando-se o tamanho do T.O deles, tá muito bem armada. Dá pra fazer um bom estrago.

Guilardo Pedrosa.
Guilardo Pedrosa.
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Nós estamos mais preocupados com quebra gelos e navios de apoio polar. Inclusive com navios anfíbios, certamente para invadir as nossas costas, vez que o Brasil não tem poder aeronaval para invadir país algum da América do Sul. Somos um gigante de pés de barro

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

E qual seria o tamanho do T.O. deles, prezado ?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

Já que a treta dos gregos é com os turcos, o T.O. deles é o Mar Egeu. Pouco mais de 200 mil km’s quadrados e quase 1500 ilhas, segundo a Wikipédia. Perfeito pra esse tipo de embarcação.

Antonio Ferreira
1 mês atrás

Tudo isso com 500t… Estamos MUUIIITTOOO mal! Da-lhe Brasil Potência. Triste viu?

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Um navio muito bem armado

Luís Henrique
Luís Henrique
1 mês atrás

Esse tipo de navio poderia ser desenvolvido no Brasil, adquirido em grande quantidade pela MB e viabilizar sensores e armamentos nacionais gerando demanda e economia de escala. Imaginem um Fast Missile Boat brasileiro com 800 toneladas de deslocamento, radar SABER M200, radar diretor de tiro Gaivota-X, Mage Defensor Mk3, sistema de comando Siconta, míssil anti-navio MANSUP 1 e em seguida evoluções com maior alcance, um míssil antiaéreo nacional baseado no A-darter ou uma parceria para desenvolver o Unkhonto-R com a África do Sul. Aí o FMB poderia ser equipado com 4 ou 8 MANSUP, 8 à 16 Unkhonto, e possuir… Read more »

Hcosta
Hcosta
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

E o que seria descartado para haver fundos para o desenvolvimento do zero de uma nova classe de navios?
E de que modo seria superior aos Hamina’s, Skjol’s, etc…?

E este tipo de barcos não são barcos de patrulha convertidos para navios de ataque. São desenhados especificamente para atacarem outros navios.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Hcosta
1 mês atrás

Hcosta, a MB carece de navios patrulha em quantidade para patrulharem toda a extensão da costa brasileira. Também carece de Fragatas e Corvetas em quantidade para alçar o Brasil ao status de potência naval ou a ponto de atingirmos um nível adequado de dissuasão naval, evitando assim, conflitos aeronavais futuros. O ideal é uma grande frota de Fragatas, Destroyers e Submarinos convencionais e nucleares. Mas sabemos que esses meios são caríssimos e levando em conta nosso histórico orçamento militar, sabemos que dificilmente teremos esses meios em grande quantidade. Portanto, não importa em sacrificar o número de Fragatas ou Submarinos, mas… Read more »

Hcosta
Hcosta
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

A grande questão é qual é a função deste tipo de navios? Acho que devido à sua autonomia, o seu desenho que favorece velocidade em vez de estabilidade e por não ter capacidade de ter um helicóptero, nem que seja para reabastecer, não me parece que seja o melhor meio para fazer patrulha. Tem capacidades para isso mas não é o ideal. Comparemos com os NPO’s. Um não substitui o outro. Da mesma forma que não basta colocar misseis nos NPO’s para serem equivalentes a estes navios de ataque. Uma outra questão é a quantidade vs qualidade. Com o mesmo… Read more »

Tomcat4,2
1 mês atrás

Pessoal confundindo as coisas e malhando pau na MB. Esses navios são para a realidade e mar gregos e as futuras Tamandarés são para as necessidades e mares brasileiros. Cada marinha com suas devidas necessidades e atribuições e no nosso caso há muito mais necessidades,fora os subs e as fragatas, de navios de patrulha fluviais e distritais( 200 t e 500 t) e oceânicos .

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

“Tomcat4,2”, ninguém em sã discute a garra e fibra das nossas FFA, em especial a Marinha, pois sabemos o grande esforço que os militares fazem com os recursos que chegam as suas mãos. O que se discute sim é a falta de visão, compromisso e patriotismo dos nossos políticos, de todos ao longo das últimas décadas. É isso!

Teropode
1 mês atrás

A Marinha Helênica necessita de um número bem maior de submarinos , a grande quantidade de ilhas só podem ser defendidas por armas furtivas , os barcos de superfície agiriam apenas como balizadores e porta- estandartes .

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

A nossa marinha deveria pensar nesse tipo de navio pequenos, rápidos e bem armados para patrulha mais próxima ao litoral enquanto as escoltas fariam o trabalho em mar aberto.

Nilson
Nilson
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Para patrulha próxima ao litoral brasileiro aqueles 26 ou 27 Macaé que foram planejados são suficientes. O problema é que apenas 2 ficaram prontos até hoje, passados já 14 anos da contratação das primeiras unidades…
Esses navios rápidos (lanchas missileras, para os chilenos) não teriam muita utilidade em mar aberto, pois sua utilidade principal é combate em mares fechados, cheios de ilhas para ocultação. Herança das famosas lanchas torpedeiras italianas, que fizeram história também no Mediterrâneo.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Mas poderiam ser melhor armados, como esses com mísseis anti-navios e antiaéreos

sergio ribamar ferreira
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Concordo com o sr. Nilson. 26 ou 27 Macaés que foram planejadas e pela grana, passados 14 anos, deveriam estar prontas. E só possuímos duas. Ponto de vista: vergonha da nossa MB. 14 anos para se construir uma corveta. . Dois navios de 50 toneladas que não foram construídos. E o dinheiro? contribuinte pagando o pato com laranja, a lagosta, os vinhos caríssimos . Uma MB inútil tal qual as outras Forças. Reformular as Forças Armadas tem de ser total. e quer por que quer ter submarino nuclear. Este só para 2040 d olhe lá…./

sergio ribamar ferreira
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Desculpa: dois navios de 500 toneladas …uma dificuldade para construir…Vergonha. O nome já diz: navios -patrulhas. tão difícil adquirir ou construir, vergonha. Nosso dinheiro empurrado para festas, banquetes e sustentar …

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

seria dinheiro jogado no lixo, a MB tem que operar o P3, e comprar VANTs com capacidade de lançar Penguin ou Exocet.

Maurízio Souza e Souza
1 mês atrás

Para o tamanho, realmente é muto bem armada…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Os equatorianos estão de olho numa frota de barcos pesqueiros chineses de mais de 200 barcos próximos à ZEE do Equador.

https://istoe.com.br/equador-comunica-china-sobre-o-mal-estar-por-frota-pesqueira-proxima-de-galapagos/

Paulotd
Paulotd
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Um desses aí é capaz de por a pique a “esquadra” Brasileira de Niterói, já que esse lanchão tem 8 exocet block III de maior alcance.

Maurício Veiga
1 mês atrás

O mesmo poderia ser feito com as patrulhas classe Amazonas com as devidas adaptações que são muito maiores e aptas a operar em mar aberto, inclusive o projeto é de propriedade da Marinha, mas inúmeros “especialistas” de Super Trunfo são contrários a esta ideia!!! Quem não planta não colhe…

MARCOS ANTONIO CAIEIRO
1 mês atrás

Bom dia!

A descrição do armamento não menciona armas antisubmarino.

Ivan
Ivan
1 mês atrás

O MAPA, sempre o MAPA. … … Aqui no NAVAL foi disponibilizado um mapa da região em torno da Grécia, na verdade Leste do Mar Mediterrâneo, o teatro de operações das classe Super Vita (classe “Roussen”). … As distâncias são curtas, tanto por ser Mediterrâneo como pela proximidade dos antagonistas. Cenário perfeito para as lanchas rápidas de ataque com mísseis anti-navio e de cruzeiro. As ilhas gregas, espalhadas pelo Mar Egeu (uma parte ainda mais fechada do Mar Mediterrâneo) ficam ao alcance de um míssil umas das outras e também da costa da Turquia. . Observem no mapa que Israel… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  Ivan
1 mês atrás

Considerando o armamento, essas embarcações não se destinam a guarda costeira. Foram projetadas para combate mesmo. A Gécia tem ilhas bem distribuídas em suas águas territoriais e inimigos potenciais a espreita. Não pode se dar o luxo de enfrenta-los com uma Macaé, por exemplo. Os gregos são marinheiros por excelência, e desde Ulisses combatem no Mediterrâneo. Sabem do barco que mais os favorece.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Normalmente discordo dos seus posicionamentos, mas desta vez concordo com você.

Marcelo R
Marcelo R
1 mês atrás

A Marinha do Brasil precisa ser reconstruída e RÁPIDO, se o Brasil quiser ter algum controle sobre seu mar territorial, sobre suas riquezas no subsolo e algum controle do que esta sendo pescado ( e por quem esta pescando), precisa urgente de uma marinha moderna e bem equipada.
Com um transatlântico o A140 e 3 iates os P120,121 e 122 não temos mais nenhuma capacidade sobre o nosso quintal.
A china ja sabe disso…