Home Aviação Naval Marinha da Coreia do Sul vai construir porta-aviões leve para jatos F-35B

Marinha da Coreia do Sul vai construir porta-aviões leve para jatos F-35B

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O projeto de defesa 2021-2025 da Coreia do Sul, que foi revelado ontem, fornece alguns detalhes novos sobre os planos para desenvolver uma capacidade de porta-aviões para a Marinha da República da Coreia (RoK Navy): o projeto LPX-II será um porta-aviões leve dedicado para F-35B, não será um navio de assalto anfíbio.

O programa LPX-II, originalmente concebido para ser um projeto de navio de assalto anfíbio, foi agora oficialmente revelado como um projeto de porta-aviões leve dedicado. Isso significa que o LPX-II não terá capacidade de apoio anfíbio (não haverá doca alagável) e a embarcação será dedicada às operações aéreas, com F-35B e asas rotativas.

O LPX-II deve deslocar cerca de 30.000 toneladas (provavelmente mais de 40.000 toneladas em plena carga). Os detalhes sobre o programa têm sido muito limitados até agora devido ao clima geopolítico e porque ainda está muito no início do programa. Originalmente programado para ser lançado em 2033, o cronograma do projeto LPX-II foi acelerado para ser lançado no final de 2020.

A aquisição do F-35B Lightning II também foi acelerada. O F-35B será operado pela Força Aérea e será adquirido separadamente de 20 F-35A adicionais. Isso significa que a ROKAF irá operar um total de 80 F-35 (60 F-35A e 20 F-35B).

A Coreia do Sul não é o único país asiático com ambição de desenvolver uma capacidade (limitada) de aviação de porta-aviões para sua marinha: o Japão também está trabalhando ativamente para adquirir o F-35B.

F-35B

O 𝗠𝗶𝗱-𝘁𝗲𝗿𝗺 𝗗𝗲𝗳𝗲𝗻𝘀𝗲 𝗔𝗰𝗾𝘂𝗶𝘀𝗶𝘁𝗼𝗶𝗻 𝗣𝗹𝗮𝗻 do Ministério da Defesa Nacional 2021 ~ 2025  (국방 중기 계획) publicado ontem destacou outros programas navais além do LPX-II:

Melhoria da capacidade de guerra naval

  • A aquisição da Light Aircraft Carrier começará anteriormente em 2021
  • O porta-aviões leve (30.000 toneladas vazias) embarcará os caças STOVL e servirá como navio-capitânia da frota móvel (해상 기동 부대)
  • Para proteger as rotas marítimas e os interesses coreanos no exterior, a frota móvel será fortalecida por meio da aquisição de destróieres AEGIS adicionais (KDX-III Batch-II) e destróieres de próxima geração KDDX.
  • Além dos submarinos de ataque de 3.000 toneladas (KSS-III Batch-I), novos submarinos de 3.600 e 4.000 toneladas com armamento e autonomia aumentados serão construídos (KSS-III Batch-II/III).
  • A cobertura de vigilância marítima 24 horas será aumentada em 1,5 x
  • O Corpo de Fuzileiros Navais continuará a adquirir novos helicópteros utilitários, helicópteros de ataque, navios de desembarque rápidos e novos veículos de assalto anfíbios KAAV-II para fortalecer sua capacidade anfíbia.
KDX-III
O Dosan Ahn Chang-Ho classe KSS-III

Novos programas de aquisição (programas conjuntos ou relacionados com a marinha em itálico)

  • Satélite de radar de abertura micro-sintética (100 kg; final da década de 2020)
  • GPS coreano (meados dos anos 2030)
  • Produção de L-SAM
  • Produção de equipamento de infantaria futura
  • Navio de apoio de combate rápido adicional (AOE-II; construção adicional de AOE classe Soyang)
  • Helicóptero de Operações Especiais (MH-47)
  • Stealth UAV (Kaori-X)
  • Veículo terrestre não tripulado multifuncional
  • Veículo de superfície não tripulado
  • Veículo submarino não tripulado

FONTE: navalnews.com

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FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Antigamente se dizia que o Oriente Médio era um barril de pólvora… hoje em dia, se pode dizer que a Ásia é um tremendo deposito de pólvora.

Marcos R
Marcos R
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

A China está puxando uma corrida armamentista em todo o extremo Oriente… Quem não quiser virar capacho chinês precisa correr atrás.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Marcos R
1 mês atrás

O problema é que, quando há várias nações limítrofes armadas até os dentes (China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Japão, Índia), um pequeno incidente pode virar uma grande guerra.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Esqueceu os EUA?
Que está presente na região com inúmeras bases militares!

Jorge Knoll
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

MAS esqueceste de mencionar que DONALD TRUMP, vem repatriando tropas americanas espalhadas pela na Europa, Oriente Médio e Ásia, fechando bases militares, inclusive na Turquia, Afeganistão e Síria. As bases que não fechou, está a reduzir o seu contingente.

Marcos R
Marcos R
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Sim, Fábio, mas a alternativa é submeter-se a toda imposição chinesa, ou Vc tem poder de dissuasão ou aceita e fica quietinho.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Marcos R
1 mês atrás

Infelizmente !

Mameluco Pernambucano
Mameluco Pernambucano
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Não seria uma possibilidade, um planejamento futuro para Marinha do Brasil, uma aquisição desse tipo de Navio Aeródromo, haja vista que seria mais “fácil” pela questão do custo sua aquisição? Sei, que para se ter esse tipo navio, o interessante é ter uma Esquadra bem organizada e moderna, para poder da o suporte necessário para as operações navais com esse meio de valor estratégico. Mas como disse no início, possibilidade e planejamento futuro.

Mario SAE
Mario SAE
Reply to  Mameluco Pernambucano
1 mês atrás

Estava demorando.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Os coreanos ao longo da história sempre sofreram invasões de chineses e japoneses, eles precisam estar preparados.

PACRF
PACRF
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

A última e mais cruel invasão japonesa à Coreia foi em 1910 e durou até o fim da guerra em 1945. Foi uma ocupação de 35 anos. Aliás, historicamente e imperialista como sempre, o Japão sempre desejou conquistar a Coreia, como ponto de partida para conquistar a China. Essas feridas históricas, principalmente as da II Guerra, ainda não estão bem cicatrizadas. Nunca houve um reconhecimento formal do Japão pelas atrocidades cometidas na II Guerra, tanto na Coreia quanto na China.

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

O Japão deseja provocar a guerra na península coreana para recuperar sua economia. Primeiro ministro Abe tem falado em ataque preventivo contra a Coreia do Norte faz tempo e para isso precisa modificar a constituição pacifista do país mas está tendo problema. Esta intenção está deixando a Coreia do Sul nervosa pois esse tipo de ataque será considerado como uma declaração de guerra contra ela uma vez que a constituição Sul coreana declara que toda a península coreana é de domínio dela. O Japão não liga e continua com sua intenção.

Last edited 1 mês atrás by Andromeda 1016
Teropode
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Fonte por favor !

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Notícias sobre ataque preventivo do Japão à Coreia do Norte tem em jornais de língua inglesa. Agora, notícias sobre intenção do Japão de querer causar a guerra na península coreana só tem em coreano. A Coreia do Sul já se prepara para esta possibilidade faz tempo por isso corre para se armar da melhor forma possível

Last edited 1 mês atrás by Andromeda 1016
Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Deve se Fake News!

Andromeda1016
Andromeda1016
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Eu coloquei referências abaixo. Por que você diz que seriam fake news? Provocar guerra na península coreana faz todo o sentido do ponto de vista do Japão que quer resolver o problema financeiro deles mas não querem fazer qualquer sacrifício para resolver. Nisso uma guerra no vizinho é perfeito. Se você acha que isso é falso só porque acha que os japoneses são pacíficos e amam a paz, precisa estudar um pouco mais.

Teropode
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Valeu , cara 👍👍👍

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Segue referência sobre intenção japonesa de provocar guerra na península coreana para fins de seu benefício econômico. Está em coreano como te disse, infelizmente. É trecho de uma palestra sobre o declínio da economia japonesa e como uma guerra na peninsula coreana será benéfica a eles como foi a guerra da Coreia e por isso Abe quer modificar a constituição pacifista deles (sou coreano logo entendo o conteúdo da palestra)

https://youtu.be/23Cf4Ngf248

Teropode
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Cometeriam um erro pois a China ocuparia antes dos Japoneses o lugar dos produtos sulcoreanos .

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Teropode
1 mês atrás

O benefício econômico de uma guerra na península coreana é que o Japão será utilizado como base militar dos EUA para intervir na guerra e nisso eles lucrarão vendendo suprimentos às forças armadas norte americanas. Foi isso o que ocorreu na guerra da Coreia que acabou tirando o Japão da miséria depois da derrota na segunda guerra mundial. Claro que como você observa tiraria os coreanos do mercado também. A dívida interna deles é impagável mas como não querem fazer o dever de casa e arcar com o custo de um sacrifício econômico preferem que o país vizinho se exploda… Read more »

Roger
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Eu falo para as crianças: não ouçam muito k-pop senão vocês virarão pessoas excêntricas e paranoicas… começa com uma musiquinha coreografada por uns garotos andrógenos cheio de maquiagem e plásticas, daqui a pouco estarão adorando Kim Jong Un num altar dentro de casa, esperando ansiosamente aquela viagem internacional num gulag resort norte coreano…

Agora deixa eu avisar meu amigo da agência de segurança japonesa que o plano deles foi descoberto e que eles devem usar o plano B, de conquistar o mundo com hentai de tentáculos com as partes intímas pixeladas (made by Toyota)…

Andromeda1016
Andromeda1016
Reply to  Roger
1 mês atrás

Não entendi o que isso tem a ver com o assunto aqui.Estamos falando de geopolítica aqui.

Mario SAE
Mario SAE
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Você acredita realmente no que está escrevendo? O Japão provocaria uma guerra apenas para lucrar com comércio de suprimentos… Caro Andrômeda, não está levando em consideração que toda aquela região poderia se envolver ou se ver envolvida em uma loucura como esta, que você escreveu. Fora o fato de que nações como Coreia do Norte, China, Índia e Paquistão, possuem armas nucleares. Acha mesmo que os japoneses correriam o risco de ver misseis nucleares caindo em seu território, apenas para obter lucro, seja lá de que tipo for? A inteligencia Norte Coreana rapidamente entenderia que tal guera em sua península,… Read more »

Andromeda1016
Andromeda1016
Reply to  Mario SAE
1 mês atrás

Guerras são lucrativas, muito lucrativas, a ponto de poder resolver problema econômicos como o japonês, e lembre-se que já se beneficiaram de outra, a guerra da Coreia para se recuperarem da derrota da segunda guerra. A guerra seria na península coreana e mesmo que todas as potências locais fossem envolvidas ninguém vai usar bombas nucleares. Lembre-se de que elas são armas de disuação ou seja, são para incutir medo e são a última opção, logo não se usa senão em estado de puro desespero. Sinceramente não acredito que a Coreia do Norte possua bomba nuclear pois se tivesse teria mostrado… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Ataque preventivo contra a Coreia do Norte não tem nada a ver com guerra contra Coreia do Sul ou ocupação da Coreia do Norte

Andromeda1016
Andromeda1016
Reply to  nonato
1 mês atrás

Um ataque à Coreia do Norte será considerado uma declaração de guerra à Coreia do Sul pois como disse a constituição sul coreana afirma soberania sobre toda a península coreana. A questão do ataque preventivo é mais um daquelas retóricas que os conservadores japoneses usam para mudar a constituição deles. Veja um fato curioso que ilustra bem os interesses escondidos dos políticos conservadores japoneses: Coreia do Sul e Japão enviaram soldados e estabeleceram bases no Sudão como parte da missão de paz da ONU. Um dia a base coreana estava sem munições e foi obrigada a pedir alguns emprestados ao… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Dizer que uma guerra Vai melhorar economia do Japão é muita viagem.
Teoria da conspiração pura.
Ataque preventivo tem a ver com evitar que a Coreia do Norte lance mísseis nucleares contra o Japão.
A Coréia do Norte já deveria ter sido atacada há muito tempo.

Andromeda1016
Andromeda1016
Reply to  nonato
1 mês atrás

Sem dúvida é viagem pura provocar a guerra no vizinho só para seu benefício econômico mas o interesse existe só que não de forma expressa. Conservadores japoneses ainda acreditam que tem direitos sobre a china e coréia pois perderam o controle desses países só por causa do EUA, ou seja, uma vez que seu controle foi “expropriado” pelos gringos eles ainda teriam direito sobre estes países, logo acreditam que podem fazer o que quiserem com estes países.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Bom dia a todos os Senhores!

Eis aí um exemplo de planejamento consciente e equilibrado, do qual nossa gloriosa Marinha de Guerra deveria imitar.

Vou mais além, digo ainda que o Prosup deveria ser retomado na base original (a despeito do contrato da classe Tamandaré) e desta vez firmar acordo com oa Daewoo para 6 fragatas, 1 navio logístico e 1 Nae como o proposto no artigo.

CM

Esteves
Esteves
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

A grana?

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

Concordo, mas prefiro continuar a parceria com os alemães.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Aposto que eles terminarão tudo antes que nós terminemos 2 das 4 Tamandarés.

Last edited 1 mês atrás by Allan Lemos
Vovozao
Vovozao
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

11/08/2020 – terça-feira, bdia, Allan, previsão entrega até 2030, porém, na Coreia tudo é entregue antes, ou no maximo no prazo, e, aqui normalmente são entregues apos as datas determinadas.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Vovozao, quando resolvi montar uma empresa de automação em solo estrangeiro, principalmente pelo custo e agilidade no trâmite de documentação de importação, para foco em exportação, fiquei com três países asiáticos: China, Coréia do Sul e Japão. Vários fatores influenciaram na decisão. Já comentei algumas vezes aqui os motivos que me fizeram descartar a China. Adiciono ainda uma informação de que muitos já desconfiam, o nível tecnológico e de qualidade deste país está razoavelmente abaixo dos outros dois. Mas isto já sabia e não foi a característica que definiu a decisão. Na questão da Coréia e do Japão, em vários… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

11/08/2020 – terça-feira, btarde Merlin, sabemos que eles Coréia do Sul e Japão, são duas nações, que tem um historico de pontualidade e determinação muito grande, e, por coincidencia e em momentos diferentes ambos tiveram seus paises arrasados por guerras, e rapidamente se recuperam, nao deixando de agir rapidamente na reconstrução, além, do mais importante, a qualidade dos seus equipamentos, sistemas, etc… dificilmente voce tem problema com produtos vindo destas 2 nações.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Não precisa nem apostar, rsrsrs. Pra quem demora 15 anos pra fabricar 2 classe Macaé isso é óbvio

Esteves
Esteves
1 mês atrás

30 mil toneladas?

Essa gente tá levando as ilustrações do Carvalho.

De novo!

Bardini
Bardini
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Sim, sim…
Esse CVL vai ser baseado em um navio mercante basicão, com todos os compartimentos de combate sendo montados em contêineres. E nas “horas vagas”, os Koreanos vão ir pra cabotagem com ele, fazer despacho de carga para a Samsung.
.
Pqp.

Matheus S
Matheus S
Reply to  Bardini
1 mês atrás

kkkkkkkkk

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Eu acho as ilustrações bem bacanas.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Deixa eles Mestre Esteves, analista ou comprador de bolso cheio é facil…bastam uns US$ 15 bi e vc compra um classe Ford…com dinheiro é fácil oras… vai no supermercado, pega da prateleira e leva pra casa… Haaa… não tem?! Puxa…se vira…o quê??? Não tem da marca e cor que queria??? Senta e chora e deixa o tempo passar… Ou melhor façam a competição sobre quem vai postar o septuagesimo milesimo terceiro post sobre as viuvas, aposentadorias de militares, Folha de pessoal, afinal é algo inédito e bacana de comentar quando se faltam ideias, da ate a sensação que se entende… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Ô Carvalho, posso até discordar com você um sem número de vezes e concordar outras tantas, mas que seus posts são bem ilustrados, isso são!

Espero que qualquer crítica não o faça mudar o modus operandi aí 🙂

Esteves
Esteves
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Tem 1 ponto.

Podemos levar a vida comprando e montando soluções de outros, dando dinheiro suado para estaleiros alienígenas, dependendo eternamente de tecnologia e de técnicas estrangeiras…ou

Morrer tentando fazer coisas novas.

O Esteves celebra a morte.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Correto

MMerlin
MMerlin
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Onde alguns veem apenas problemas, outros enxergam oportunidades para oferecer soluções.
Podemos não concordar com algumas delas, mas sem dúvida o Carvalho se encaixa no segundo perfil.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Ativos, inativos, folha, 80%, 80% de 80%, pensionistas, viúvas… Deu né. O dia em que reformarem o Estado acabando com esse comprometimento absurdo dos orçamentos públicos quem sabe. Por enquanto precisam encontrar soluções para o estado geral das Armas. Fui ler a entrevista com o Bacchi. Ele reclamava que o EB (o Estado na verdade) não paga. Papai teve uma montadora lá os anos 1980 que veio de outra maior. Montavam para o EB. Mas fizeram de um jeito para receber da Mercedes porque se faturassem para o EB não recebiam. Ainda hoje é assim. Tem muito pra mudar na… Read more »

Mayuan
Mayuan
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Exatamente. Ficam buzinando a mesma ladainha aqui quando o fórum correto para essas reclamações é o congresso. Escrevam suas reclamações sobre as FAs para os deputados e senadores. É lá que esse tipo de coisa pode mudar. Pode até demorar mas somente se houver uma massa de pessoas escrevendo de forma constante é que essa situação tem chance de mudar.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Mestre Bardini, conheço o amigo desde os tempos do “Base Militar” na Alide. O tempo deveria apenas depurar o vinho e não sucede-lo ao vinagre. O sarcasmo tem aumentado talvez pela sedução do modismo da lacração. É uma pena pois acredito que os editores que suam muita a camisa na editoração das matérias, ficariam muito felizes se ao menos se os leitores e entusiastas mais antigos focassem no enriquecimento de conhecimento e conteudo. Quá-quá-quá, kkk, ironias não agregam. Elas desagregam e confundem os demais leitores.

Não é o que escrevi.

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Essa história de vinho velho. Vinho velho não presta. O que presta são alguns cortes de cepas que produzirão uma bebida que se for devidamente armazenada e abrigada da luz, do calor e das vibrações…pode…pode produzir vinhos excelentes. Na França. Talvez na Itália. A bebida foi armazenada. Mas já era excelente. Não ficou melhor porque envelheceu. Vinho dura uns de 2 a 4 anos…deitadinho. O que é bom é bom. Não precisa envelhecer para ficar bom. Um vinho Super Toscano de alguns anos é ótimo. Tem esses programas de reformas de casas na TV. Casas antigas podem ser reformadas, recuperadas,… Read more »

Jagderband#44
Jagderband#44
1 mês atrás

Mais uma pedrinha no sapato chinês.

Teropode
Reply to  Jagderband#44
1 mês atrás

Terão que andar descalços , a Indonésia está resolvendo as pendências com a Austrália e se armando discretamente .

Helio Mello
Helio Mello
1 mês atrás

Mesmo propósito da China: dar ocupação para os estaleiros que estão sem carteira. Eu duvido muito que esse ritmo de construção naval na Ásia se mantenha com o aquecimento do transporte marítimo.

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

O colega está mal informado. Diferente dos chineses os estaleiros coreanos estão bastante ocupados, principalmente atendendo pedidos de cargueiros de LNG. Só do Qatar receberam uma encomenda de 100 navios no valor de 20 bilhões de dólares.

Andrew Martins
1 mês atrás

”O F-35B será operado pela Força Aérea e será adquirido separadamente de 20 F-35A adicionais” Então será uma operação conjunta entre a Marinha e a Força Aérea similar a que acontecia aqui. Se confirmado isso espero sucesso, pode abrir um precedente interessante.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Andrew Martins
1 mês atrás

Isto é algo que combina perfeitamente com qualquer marinha focada em defesa aeronaval de frota. Inclusive quando de navios anfíbios de propósito múltiplos ou pequenos aeródromos como este. Nada impede a marinha possuir um pequeno grupamento fixo especializado e que desenvolva doutrina, ou que opere asa fixa da força aérea ou ainda que opere ambos e de forma complementar

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Os britânicos fizeram um bom trabalho usando os Sea Harrier nas CAPS e defesa de frota, ao tempo que os Harrier da RAF ocupavam-se mais das missões de ataque e apoio de tropas nas ilhas

J R
J R
1 mês atrás

Será que uma rampa de decolagem não fará falta nesse navio?

Matheus S
Matheus S
Reply to  J R
1 mês atrás

O projeto conceitual ainda está em desenvolvimento e será finalizada ainda no segundo semestre de 2020. Na própria matéria do “Naval News” mostra um conceito do CVL com rampa de decolagem.

b.JPG
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Bem no início do conceito dos CVFs britanicos, era algo similar a isto. Um Imvencible mais parrudão

Matheus S
Matheus S
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Só nos resta especular mesmo o motivo de tal decisão dos coreanos.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Não ha tempo, nem dinheiro para investir em im Nae CTOL ortodoxo.

Precisam para algo agora, ja.

E provável algo que possa ser realizado em mais de uma unidade.

Ou ainda somente um balão de ensaio que na realidade esta mascarando uma compra do CVF britanico que os ingleses não estão conseguindo manter.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

E em tempo e complementando …um Invencible parrudão?de imas 35 mil ton, mas de construção mercante similar ao HM Ocean, pois ficaram extremamente satisfeitos com o resultado dos custos e ficha operacional fornecida por este. Mas isto foi no inicio dos conceitos, que concomitante as duvidas do F35 a época , códigos fonte, etc, sentiram-se onseguros e passaram a desenhar ima planta pouco maior CTOL a fim de permitir a liberdade de outras escolhas de asa fixa. Aumentou o tamanho pois o que era um MIX STOVL bombado Imvencible/Ocean de operações anfibias e aerodromo, passou a ser um CTOL autentico.… Read more »

Marcelo
Marcelo
Reply to  J R
1 mês atrás

a principio nao, se tiver comprimento de pista suficiente. A rampa acaba atrapalhando a operacao soh com helicopteros e o estacionamento de aeroanves no conves, entao sao pros e contras a se pesar, como sempre.

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Plataformas voltadas a operar F-35B, que eu me lembre:
Cavour & Trieste
Izumo & Kaga
America, Tripoli e Bougainville
Wasp & Cia (Preguiça de escrever todos)
Queen Elizabeth & Prince of Wales
Anadolu (Deu ruim, rsrs)
+ Esse Koerano.
.
Ainda tem a questão da possibilidade em aberto para o Juan Carlos I, dos Espanhóis e os Australianos, com o Canberra & Adelaide. Coisa que provavelmente vai acontecer na próxima década.
.
Se o F-35 não é um sucesso, eu não sei o que ele é.
.
Brazil???
Cricricri…

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Acho que o Brasil poderia ir nesse rumo..creio mais em conta..pegaria os sea harrier..depois partia p o F35..( sonhar nao custa)

Bardini
Bardini
Reply to  Wagner Figueiredo
1 mês atrás

Sea Harrier não faz mais sentido algum para o Brasil a umas 3 décadas…

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Pois é..a MB quer tudo ..e acaba ficando sem nada…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Wagner Figueiredo
1 mês atrás

Alguns entusiastas também…

Não existe industria naval de defesa sem antes estar alicerçada em marinha mercante

Voce pode fazer um, dois, três , mas o pedido acaba e o desenvolvimento naufraga…1o, industria mercante, ela é quem dará o lastro de sobrevivência para projetos militares.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Dúvida… Quem faz de AEW para esses NAes? Helicópteros?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

No momento, sim. Somente heli AEW. E tecnicamente possível implementar num Osprey também. Pode-se lembrar que a capacidade radar e data link do próprio F35 neste papel também é possível. Não o ideal, mas possível

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Nos Wasp é o Osprey quem faz a função?
Há aeronaves de Revo nos Wasp também?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Não tenho certeza. Que saiba não. Mas a Us Navy e US Mariners são forcas muito distintas lá….cada uma com um inventario próprio em que não se misturam muito. Os LHA ficam com os Mariners em função bem distinta e cada macaco no seu galho. Entao, em regra geral não cabe aos LHAs a função de defesa de frota nem cobertura aeronaval nem p ataque estratégico ou tático, pois seu grupamento aéreo é primariamente focado ao apoio as tropas de terra. Uma exclusividade de funcoes mais acirrada pela abundancia de 11 Supercarriers de um lado, e seis a oito anfibios… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Carvalho com certeza você sabe, mas, só para clarificar melhor, os LHAs/LHDs são comandados e tripulados por pessoal da US Navy e cabe a ela decidir como deverão ser empregados, seja tradicionais anfíbios ou mesmo navios de controle marítimo embarcando maior número de F-35Bs por exemplo às custas de MV-22s e helicópteros. . O USS Wasp por exemplo na primeira missão onde foi embarcado um destacamento de F-35B, quando baseado no Japão, foi integrado a “Arleigh Burkes” enviados a partir da costa oeste dos EUA, para justamente testar essa maior cooperação entre aeronaves e navios. . Os “marines” embarcam na… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Eu sei Mestre Dalton, mas la parece uma marinha dentro da outra …

A versão “B” do F35 não é inventario dos Mariners? posso estar enganado, mas no frigir dos ovos, apesar de plenamente capazes e treinarem caps, interceptação, Nacm, p combate oceanico cabe aos Nae e portanto, aew e operações de reabastecimento com os Nae…mas sei queestao trabalhando isto nos Osprey pois ele tem muito desenvolvimento pela frente

Dalton
Dalton
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Sim Carvalho…o “B” é de uso exclusivo dos “Marines” assim como o AV-8B (Harrier) e durante a invasão do Iraque, por exemplo, dois classe “Wasp” chegaram a operar por um curto período de tempo com mais de 20 deles a bordo, então, conforme a necessidade, mudam-se as prioridades.
.
Os “Marines” também contribuem com aviões a bordo dos NAes e 4 esquadrões de F 35C serão formados, o que significa que alguns NAes terão a bordo um esquadrão, como é o caso hoje da ala aérea destinada ao USS Abraham Lincoln com o VMFA-314 com 10 unidades.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Talvez o WASP que é dedicado aos fuzileiros e, portanto, objetiva projeção de poder não seja o melhor exemplo.
Minha dúvida são esses NAes STOVL para a função de proteção aérea de esquadra. Ok, os caças decolam e pousam, mas e as aeronaves de apoio para AEW e Revo? Como o Queen Elizabeth, por exemplo, pretende operar?
E isso valeria para esse NAe coreano aí também… claro, se é intenção de usar esse bichinho aí para a proteção de esquadra.

Não sei se estou perguntando uma besteira…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Nos britanicos ja esta decidido que é um heli AEW, inclusive Estao com problemas de atraso no projeto e cronogramas. Reabastecimento eu nao sei, provavnel um buddy-buddy com outro F35….

Matheus S
Matheus S
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Antes não tinha a necessidade de se investir em uma plataforma AEW para cobertura de Op Anf, portanto, de uso exclusivo do USMC. Os rumos dos acontecimentos atuais com a China ascendente e uma Rússia ressurgente colocaram em prancheta essa iniciativa de se investir em uma plataforma AEW baseado nos Ospreys. Eu concordo que os ativos aéreos eram primeiramente focados no apoio as tropas anfíbias, mas os planos dos americanos mudaram. O programa Force Design 2030 visa a maior integração do USMC e USN, colocando seus ativos para trabalharem em conjunto, tanto a USN apoiando o USMC e vice-versa. Pois,… Read more »

Matheus S
Matheus S
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Sobre essa reformulação, vale a pena mostrar uma imagem e se possível, encontre o “erro”.

3INHDVRKSBHALN67GM7GMHIFZU.jpg
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Um Piranha no convés??!!

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

É por ai…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Também acho isto mestre Matheus.

A agua batendo bem lá, fará com que os LHAs sejam mais uteis como Nae do que anfíbios , e assim a força poderá manter e dianteira no Globo. A capacidade anfíbia ficara para segundo plano e a aérea e Controle de Area ou apoio aos Super Carriers prevalecerá

Tenho dito a anos…não tem outra saída

Matheus S
Matheus S
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Exatamente.

Dalton
Dalton
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Tenho minhas dúvidas. Acho que continuarão sendo uma “carta na manga” e rotineiramente os VM-22s e em breve os novos helicópteros CH-53K continuarão sendo embarcados, juntamente com o destacamento de pelo menos 6 F-35Bs. . O terceiro da classe América e os seguintes serão construídos com uma doca para embarcações de desembarque o que roubará precioso combustível para aeronaves, mas, será mantido o hangar ligeiramente maior e mais alto e uma nova superestrutura mais curta permitirá mais espaço para estacionamento de aeronaves. . Em caso de necessidade como se viu na invasão do Iraque em 2003, quando 2 “LHDs” operaram… Read more »

Matheus S
Matheus S
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Dúvidas eu tenho do conceito de transformar o Osprey em uma plataforma AEW, mas o conceito de se ter uma plataforma AEW de asa rotativa é algo que já está em desenvolvimento. O próprio desenvolvimento do V-247 da Bell, em que provavelmente o USMC solicitará uma versão AEW está no contexto. Uma plataforma AEW em VSTOL forneceria uma capacidade de suporte que até agora não foi vista no campo de batalha, e essa capacidade de operar em qualquer lugar que possa suportar uma aeronave de asa rotativa de 70.000 lb. Isso poderia ser no Ártico, em uma montanha, ou nos… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Existe o desenvolvimento da versão AEW do Osprey, trata-seda EV-22

comment image?caw=375

Dalton
Dalton
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

Interessante sem dúvida Matheus, mas, ainda uma carta na manga, pois nunca se terá tantos LHDs e LHAs disponíveis e aquelas missões do dia a dia ainda precisarão ser cumpridas pelo Grupo Anfíbio.
.
Ainda é necessário também embarcar os 20 F-35Bs
e aprender com isso e qual o impacto na quantidade e surtidas que se terá embarcando “Ospreys” e mesmo “drones”, pois até o momento o número máximo embarcado foi de 13 F-35Bs e isso a bordo do “América” mais adequado que um classe “Wasp” e também os futuros da classe America que terão a doca para embarcações reintroduzida.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Pois é Mestre Dalton, a questão é qual seria o papel do Ch53 contra a China. Em qualquer que seja o cenário, o menos provável é haver uma batalha terrestre. A primeira guerra do golfo ja foi uma pista disto. Uma guerra de desgaste para eliminar a maquina militar dos Iraquianos. Depois de 10 anos é que houve a segunda guerra verdadeira e ai sim a batalha terrestre. Sem batalha terrestre, os anfíbios vão fazer o que? Não haverá esta etapa. Mesmo que houvesse, mais valera empregar os LHAs como aeródromos e deixar eventuais desembarques de material com a MSC… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Não se trata apenas de pensar em guerra contra a China algo que pode nunca acontecer, afinal, os “grandes” costumam evitar-se daí as tais guerras de procuração onde os “grandes” atuam por trás de respectivos aliados. . É preciso pensar também e principalmente no dia a dia e isso envolve patrulhas com o grupo anfíbio e seus fuzileiros a bordo capazes de atuar em cenários de baixa intensidade, proteger e evacuar cidadão americanos e aliados, prestar ajuda imediata em caso de calamidades, etc. . Os novos CH-53Ks estão chegando e pode ser que haja uma diminuição na quantidade deles mas… Read more »

Matheus S
Matheus S
1 mês atrás

Interessante essa mudança no projeto transformando o navio de assalto anfíbio em um CVL. Gostaria certamente de saber se a China influenciou essa decisão, haja visto o projeto do Type 076 na qual visa primeiramente o controle aéreo/marítimo do que a capacidade anfíbia, assim como o ritmo surpreendente dos lançamentos do Type 075 e um terceiro já estará a caminho para provavelmente ser lançado daqui a 6 meses. E nem preciso falar dos NAe.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Matheus S
1 mês atrás

esse Type 076 acho que ainda eh lenda de internet…

Matheus S
Matheus S
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Pode até ser uma lenda, mas provavelmente deve impactar militarmente os países próximos da China. Eu vejo isso claramente com esse CVL dos sul-coreanos que visa controle aéreo-marítimo e limitou bastante a capacidade anfíbia. O próprio projeto do Type 076 é provavelmente parte dessa mesma doutrina.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Não aparece ninguém pra perguntar se o F35 opera no A140?

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Mestre Estevez, e nem apareceu ninguém falando em reformar o SP tirando catapultas e cabos de parada pra operar o F-35B…. este ano de 2020 tá estranho mesmo kkkkkk

Esteves
Esteves
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Eu digo.

Entramos em uma zona morta. Uma parte do espaço ocupada pela matéria escura. Sem energia.

Tempos estranhos.

Teropode
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Já sugeri isto exaustivamente , desisti da idéia .

Hélio
Hélio
1 mês atrás

Com 30 mil toneladas ele operará quantos aviões?

Marcelo
Marcelo
Reply to  Hélio
1 mês atrás

creio que por volta de 20, e uns 3 ou 4 helicopteros.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Deve ser por aí, umas 20 a 24 asas fixas e uns 2 a 4 helis…entre 24 a 28 aeronaves no total… e está muito bom por aí….melhor fazer um segundo Nae se precisar do que fazer um grandão que leve tudo ao fundo se for atingido…colocar tudo na mesma sexta é perigoso…

Dalton
Dalton
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

O “América” a plena carga desloca mais de 40.000 toneladas tamanho similar a esse futuro NAeL e até hoje exercitou-se com “apenas” 13 F-35Bs embora teoricamente possa operar 20, só que isso não foi feito até agora então ainda não se sabe com certeza o impacto que um número maior causará.. O “América” também não tem doca para embarcações e assim pode levar mais combustível para aeronaves embora muito do espaço interno seja devotado para transporte de tropas o que aparentemente não será o caso para esse NAeL. . Uma previsão de 20 F-35Bs é boa, resta saber se a… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Dalton
1 mês atrás

O Mestre Dalton sempre aborda este aspecto, mas não consigo deixar de lembrar do Nae Chackri Naruebet ou o Principe das Asturias com apenas 185 metros e 11 mil ton levam 10 Harriers + 4 helis… Em que pese o F35B ser maior e mais beberrão, multiplica-se por 2, por 3, por 4…e a conta ainda assim parece muito razoavel que comporte ap menos 24 unidades tranquilo…obvio que se o recheio do casco estiver repleto de dormitórios e salas, falta espaço…mas o primeiro passo É olhar o casco de fora para dentro e aí, aquilo que é construído ja o… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

comment image

Casco de 11 mil ton…

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Isso em cima..e dentro dele?! Rsrs

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Wagner Figueiredo
1 mês atrás

o que vai em cima…vai embaixo socado nele….comment image

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Sim…foi o que quis dizer…em tempo de guerra..da pra levar bastante coisa…Melhor uns 3 desses que um grandão. Rsrsrs

Dalton
Dalton
Reply to  Wagner Figueiredo
1 mês atrás

No caso de 3 menores ainda assim se terá que dar a mesma proteção que a 1 bem maior, digamos 3 navios do porte de uma fragata para cada um e mais navios de apoio também serão necessários. . Ter 3 significa que ao menos um estará sempre certificado para missão, o que é bom, mas, ao mesmo tempo será mais caro de adquirir e manter todos os demais necessários para se manter um grupo de navios certificado e dependendo da missão um NAe menor não poderá realiza-la a contento. . Mas a realidade da maioria das nações não permite… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Capacidade máxima é uma coisa, real é bem diferente. Para aumentar o número de aeronaves embarcadas é preciso aumentar o número total que abrange aeronaves em manutenção e treinamento e isso requer mais pilotos, pessoal de manutenção, peças, motores, etc e os recursos são limitados. . O Charles De Gaulle já foi visto com 30 Rafales M, mas, apenas durante treinamento, pois em uma missão real não tem embarcado nem os 24 que se espera dele, para não comprometer o treinamento e aeronaves que precisam de manutenção e/ou atualização. . Ter mais aeronaves a bordo significa que haverá menos combustível… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Ok mestre…mas este ai de 190 metros e 11 mil ton está com dez…nem ao céu nem a terra…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Em complemento mestre Dalton, o foco é quanto cabe e dá para operar dentro do caixote…o que cabe nele…complementos, disponibilidade é outra coisa que independe do navio…tamanho do caixote é uma coisa…ter grana para tripulação, esquadrão reserva e taxa de operacionalidade é outra coisa certo?

Andromeda 1016
Andromeda 1016
1 mês atrás

Engraçado como o site não fala do projeto mais importante da marinha Sul coreana, os “mini” destroyers aegis KDDX. Serão os substitutos do KDX III Sejong the Great. Estes navios serão equipados com sistema aegis local com as bandas S e X e mísseis supersônicos coreanos de interceptação aérea e de mísseis convencionais e balísticos. Dizem que quando as especificações técnicas do projeto KDDX foram definidas a Lockheed Martin de repente ofereceu vender à marinha coreana a versão top do seu sistema aegis pelo preço dos sistemas inferiores que antigamente a Coreia comprou para equipar o Sejong, mas a Marina… Read more »

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Pode até ser, sei que os Coreanos choraram para tranferência de tech dos EUA, para radares, então se eles tem radares de ponta assim, eu só acredito vendo, mas acredito na capacidade CS, mas acredito que vai demorar.

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Não vai demorar. Já estão prontos. Falta instalar e fazer as integrações. As empresas Hanwha e LIG já estão participando da licitação para fornece os sistemas de sensores e navios. A tecnologia de radar foi comprada dos russos da Almaz faz uns 30 anos atrás e desde então tem sido desenvolvido constantemente. Como disse acima os gringos ofereceram o sistema aegis de ponta deles a preço de banana. Acredito que isso aconteceu pois temem o desenvolvimento do sistema coreano

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Ah, sim com certeza, eles temem, se não daqui um tempo não terão como vender para CS, esses radares são GaN?

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Sim. GaN produzido por uma empresa coreana chamada Wavice. O transistor produzido por esta empresa tem aplicação de diamante o que aumenta a sua capacidade aguentando temperaturas mais altas assim como nível de energia também. Este transistor está sendo usado no radar do KFX.
Abaixo segue link de mídia da LIG Nex1 que junto com a Hanhwa está produzido o mastro integrado do KDDX.

https://youtu.be/oattVJ_gIPI

Tomcat
Tomcat
1 mês atrás

Gostei desse projeto de NAe leve. E o KDX-III é, para mim, o navio mais bonito em atividade hoje.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

O que acho estranho é a ausência de qualquer angulo de convés Obvio que ela existe dedicada aos CTOL e STobar por conta da aterrisagem enganchada e assim, exige por segurança uns 130 metros de corredor desimpedido para evitar riscos de colisões com outros aviões pousados. O CVF QE acabou fazendo uma pista para o pouso semi vertical rolado…os Coreanos poderiam incluir algo discreto de uns 8 graus, pouca coisa como era no Nae Minas Gerais, e assim ter mais liberdade de convés. Isto nao aumentaria necessariamente o deslocamento se fosse angulo discreto assim. Ou então, sempre estamos valorizando em… Read more »

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Ninguém comentou deste ponto aqui: GPS coreano (meados dos anos 2030)
Vai faltar espaço lá em cima pra tantos satélites de GPS…

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Tudo isso depende do sucesso do lançamento do foguete espacial coreano no ano que vem. O foguete foi desenvolvido por eles. Se o lançamento for um sucesso os satélites poderão ser lançados de forma rápida, mas se falhar vão demorar pois vão precisar contratar os lançamentos com outros.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

o 1o tinha motor russo no 1o estagio. Esse foguete que voce se refere eh novo?

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Sim. Desta vez será um motor nacional de 75 toneladas. Será um foguete de 3 estágios com 4 motores no primeiro estágio, 1 motor no segundo e um motor de 5 toneladas no último estágio. O motor já foi testado alguns anos atrás com sucesso conseguindo levar um satélite ao espaço.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

esse motor é de combustível sólido?

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Líquido

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Humm eu defendo que o Brasil passe a investir em motores de combustível líquido, são mais fácil de projetar e manter, mesmo que não seja o tempo todo pronto para o lançamento, seria a base um ICBM

Jacinto
Jacinto
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

A base do ICBM brasileiro é o VLS…

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

So umas semanas atrás é que os EUA autorizaram a Coreia do Sul a desenvolver foguetes de combustível sólido. A CS vai desenvolver estes motores para equipar seus mísseis balísticos. Abaixo tem mídias sobre o foguete de 3 estágios a ser lançado ano que vem

https://youtu.be/rYG93PV9fHg

https://youtu.be/o_vD_JU2wFI

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

seria ótimo se o Brasil fosse até a Coréia ver o projeto de lá.

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

A peninsula coreana é muito dificil de ser defendida a partir do continente. A invasão chinesa na guerra da coreia e a guerra russo japonesa são exemplos disso… Se ocorresse uma guerra agora o exercito chinês + o norte coreano tem quase 4 milhões de soldados na ativa, 7 mil tanques e 9 mil peças de artilharia, é mais gente que os soviéticos usaram na Batalha de Berlim. A melhor saída para a Coreia do Sul é se unir a China e aproveitar seu progresso economico e tecnologico.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

O envolvimento Chinês na Guerra da Coréia foi um ataque surpresa, em que as tropas envolvidas no confronto simplesmente não estavam esperando. Quando houve uma reorganização das forças para a contenção da nova ameaça houve um impasse que praticamente perdurou de forma inalterada até o cessar-fogo. E a vantagem numérica estava avassaladoramente do lado dos Chineses. As diferenças dignas de nota para os dias atuais é que hoje em dia a China conta com aviação e marinha que poderiam tentar quebrar esse impasse em um eventual conflito moderno. Mas percebe-se que a Coréia do Sul já atentou à essa diferença… Read more »

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

A quantidade de mísseis que a Coreia do Sul tem estocado preparando para eventual invasão chinesa e japonesa é animal e pretendem triplicar este número para daqui a pouco. Para ter uma ideia deste fato a CS está pensando em construir navios paiol para estocar mísseis em plataformas móveis no mar, pois não tem mais lugar em terra para fazer isso. Tiraram essa ideia dos “Arsenal Ships” dos gringos e parece que 3 navios poderão ser construídos logo. Cada navio seria armado com em medida 150 mísseis e ficariam se movimentando perto de portos da marinha para dificultar sua identificação… Read more »

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

eu acho uma ideia muito boa, mas eles vão ter link para serem guiados via AEGIS? se sim, será erfeito, porém o problema que os inimigos dia e noite iam tentar afunda ele

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Acredito que sim, mas somente aos novos destroyers KDDX que usarão sistema aegis coreano e outros navios que usem sistema de combate coreano.

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Andromeda 1016
1 mês atrás

Um spotter vigiando os portos resolveria essa identificação logo, navio que não carrega ou descarrega e fica de lá pra cá não é difícil identificar.

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Esses navios ficarão perto dos portos da marinha para serem protegidos pelos destroyers além do mais tem muito mais mísseis em outros lugares em terra logo mesmo que esse navios sejam atingidos a capacidade de resposta da CS não sofrerá perda considerável.

Andromeda 1016
Andromeda 1016
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

Putz viajou na maionese. O custo econômico e político de uma guerra assim seria desastroso para a China e Coreia do Norte. Eventual guerra não será rápida nem fácil. O prejuízo é fartamente superior a qualquer vantagem que possam vislumbrar, logo essa guerra não tem condição de acontecer.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 mês atrás

É… O mundo se preparando para uma nova guerra…

Paulotd
Paulotd
Reply to  Luiz Trindade
1 mês atrás

MB sonha com F-35B no Atlântico e acorda com as duas sucatas de Classe Macaé inacabadas no estaleiro EISA.

Last edited 1 mês atrás by Paulotd
Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

E ae vem a música mais do que atual… Que país é esse?!?

Nilo Rodarte
Nilo Rodarte
1 mês atrás

Porta avoões leve operando 20 F-35B: esse é o caminho natural para a Marinha do Brasil? (eu sei a questão do dinheiro, mas acho que a falta dele tem muito mais a ver com gerencia do que com disponibilidade)

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

CVL, não LHA (centrado em operações aéreas). Mas o desenho parece muito um LHA (os elevadores à ré significam um hangar pequeno pra liberar os deques abaixo do convoo à vante pra alojamentos, hospital, centros de comando, etc). Bom, cada um chama como quiser, e eu tô perdendo tempo…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Este desenho esta mal feito para alguma coisa profissional. A escala não permite visualizar um navio maior que 19 mil ton. Para se ter ideia o Clemenceau tem 260 metros e mais de 40 de convoo e possui 33 mil ton …e este desenho ai parece muito menor que ele…

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Ótima oportunidade de cooperação com MB para uma versão maior para nós , algo em torno de umas 50/60 toneladas para nós.
Uma cooperação com o perú, já que o perú fábrica a classe Makassar seria interessante.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Desculpe Foxtrot, mas se a MB fosse embarcar em NAE novamente, deveria fazē-lo com algo menor: comment image
18.000t Full
Isso se conseguisse sanar todas as suas deficiências mais urgentes antes.

Paulo
Paulo
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

Pergunta por curiosidade, um navio de 18.000 ton teria capacidade de operar com o F35B?

Se sim, quantos?

Satyricon
Satyricon
Reply to  Paulo
1 mês atrás
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Paulo
1 mês atrás

Dificil dizer, mas eu chutaria…chutaria mesmo ao menos uns 10, a exemplo do Chackri Naruebet e Principe das Asturias de 11 mil ton. que postei acima…operavam 10 Harriers +4 helis medios… o F35 é maior e mais beberrão…o Mestre Dalton por exemplo é mais conservador mas ele ja viu muitos destes navios por dentro…então pode ser complicado sim…mas quando voce olha o historico dos projetos CSS ou VSS I, II, III zumwalt percebe que alguns foram propostos e projetados para F-18A…então ao menos nas medidas dá para ter uma noção de equivalência .

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

Olá Satirycon .
Acho que 18.000t Full não abrigaria um grupo aéreo de respeito, com aeronaves AWAC-C, REVO, COD, CDF (Caça de defesa de frota) etc.
Soma-se a isso helicópteros diversos, um batalhão de fuzileiros e seus equipamentos, uma defesa AAe autonoma, Drones etc etc.
Ou seja, tudo de primordial para uma belonave mãe moderna .
Mas para um LHD essa capacidade seria ótima!

Satyricon
Satyricon
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Foxtrot, realmente, vc tem razão, provavelmente não caberia.
Mais um motivo para a MB parar por aí.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
1 mês atrás

Dianteira estranha …

tadeu54
1 mês atrás

Com o gordinho atômico cada vez mais agressivo e desesperado, é mesmo preciso ter forças dissuasivas que evitem um ataque do Norte.
A guerra mais barata é a que se evita.