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Submarino Riachuelo realiza primeira navegação independente

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A primeira navegação independente do submarino Riachuelo, sem a necessidade do uso de rebocadores, foi realizada nesta terça-feira (12): um marco de extrema importância para a tripulação do comandante Vale.

Por meio desta atividade, nossos exímios marinheiros puderam adquirir confiança necessária para cumprir todos os exercícios de mar realizados a mais de 8 milhas náuticas do cais 12, seu ponto de partida.

Entre os treinamentos programados estavam os de propulsão e lemes, sistema de combate, mesa tática, radar, periscópios, eco e todos os sistemas de combate que associados à plataforma confirmam a segurança ao navio.

Segundo Vale, o sucesso desta operação possibilitará os próximos passos: a imersão estática e a imersão dinâmica com o submarino em movimento.

Parabéns a todos envolvidos neste grande feito para a ICN, para o Naval Group e a Marinha do Brasil.

FONTE: itaguaí Construções Navais (ICN)

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Alison Lene
1 mês atrás

Devagar, mas sempre, chegaremos lá!

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Alison Lene
1 mês atrás

O que é intrigante é que os Subs quando estão submergidos ou imergidos a grosso modo não se diferem um do outro modelo, se são velhos ou modernizados, pintura nova ou velha, apenas pequenos detalhes técnicos para quem conhece fazem a diferença. Detalhes do modelo do periscópio, da vela é que fazem uma sutil diferença. De resto só a pancada dos milhões.

Up The Irons
Up The Irons
1 mês atrás

8 coisinhas lindas dessa aí, mais 6 a 8 Tamandarés e 4 a 6 Meko A400 ou FREMM dentro dos próximos 10 anos… Estou sonhando demais ou isso é possível?

Tomcat4,2
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Rapaz some a isso mais 4 a 6 SNBR e quero ver alguém se aventurar por estas bandas marítimas sem convite.

Camargoer
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Seria mais barato e rápido concluir o PMG dos Tupi. São relativamente novos, MB já os conhece e sabe opera-los. A MB deve ficar na homologação do Labgene e na fabricação do SN10.

Marujo
Marujo
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Erro colossal abandonar os Tupis no momento em que a esquadra superfície está sucateada. Além do Tikuna, a MB deveria manter os dois mais novos.

Camargoer
Reply to  Marujo
1 mês atrás

Olá Marujo. O atraso no PMG dos Tupi seria mais um problema conjuntural do que uma decisão da MB de abandina-los. Os SBR estão sendo finalizados e entrarão em operação ao longo dos próximos quatro anos. Executar o PMG dos Tupi em paralelo não resolve o problema da disponibilidade de submarinos agora. Em breve às oficinas de Itaguaí estarão disponíveis e poderão ser usadas para o PMG dos Tupi. Quando a Argentina perdeu seu submarino sugeri que a MB poderia ceder um ou dois Tupis para eles. Talvez hoje, com o atraso nós navios de combate, a MB possa compensar… Read more »

Marujo
Marujo
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Acrescentaria o nuclear.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Os 4 Scorpénes e as 4 Tamandarés só ficarão prontas porque o contrato já foi assinado.Mas eu duvido muito que haja outras encomendas visto que a situação econômica e fiscal do país é aterradora.Além disso os almirantes jamais demonstraram interesse em operar mais do que 5 submarinos,devem achar que esse número é o bastante para proteger nossa costa gigantesca.

Caio
Caio
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

É aí que deveriam entrar às compras de oportunidades ou mesma de fornecedores mais baratos, penso eu. Porque não é certo nosso litoral ficar mal vigiado, até para momentos de socorro a acidentados no nosso mar.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Para te dizer a verdade amigo, 4 ou 5 submarinos convêncionais, em revesamento sempre foibo suficiente para patrular a costa da região sudeste que aliás sempre foi a area de atuação da nossa marinha. Toda missão fora dessa area, era um missão especial, rara como se fosse uma operação no estrangeiro.
Exemplo: Quer saber se um submarino nosso esta no nordeste? E só acompanhar o nosso navio de resgate submarino que sempre vai atrás deles nessas ocasiões.

Wilsonjr
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

É a MC, Marinha Carioca

Mayuan
Mayuan
Reply to  Wilsonjr
1 mês atrás

Parem de complexo. Quando os meios são escassos, são concentrados onde são mais necessários. A MB deveria ter mais presença ao norte mas ainda não tem os meios necessários nem para o básico.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

faltou o nae com os f35 kkk

Esteves
Esteves
Reply to  horatio nelson
1 mês atrás

Faltou a grana para o NAe + F35.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

“Up The Irons” como diz o verso daquele samba enredo, da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel de 1989 “sonhar não custa nada”! Só não temos verbas para isso!

Camargoer
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Olá Karl. Sem deixar de reconhecer a gravidade da situação, 2020 é um ano atípico para todos os países. Houve uma queda na atividade econômica devido a Covid que levou a uma brutal queda da arrecadação. Há um potencial de recuperação parcial dessa queda pela simples volta ás atividades e depois um período mais longo e difícil de recuperação econômica. Sou pessimista a curto prazo, mas a médio prazo haverá alguma recuperação econômica. A longo prazo vai depender da competência do governo.

Marcus Pedrinha Pádua
Marcus Pedrinha Pádua
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

“A longo prazo vai depender da competência do governo”. Se for desse que estamos suportando agora, “tamu lascado”…😞

Carlos Erthal
Carlos Erthal
Reply to  Marcus Pedrinha Pádua
1 mês atrás

Fique tranquilo, logo o Molusco será livre de suas condenações e poderá ganhar no primeiro turno em 2022. Outra opção seria o trio onestidade do PSDB chegar arrasando em mais dois anos. Tem também o CangaCiro, o Huck e o juiz que mostra conversas particulares no JN. Bolsonaro não tem chance alguma …

Salomon
Salomon
Reply to  Carlos Erthal
1 mês atrás

Vai sonhando..

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Na verdade a pandemia só acelerou algo que já estava acontecendo.

Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Olá Cristiano. De fato, os dados do comitê de ciclos econômicos da FGV mostram que de 2014~2016 houve um ciclo recessivo, e de 2017~2019 foi um ciclo de expansão (essa expansão foi frustrante para muitos analistas que esperavam um retorno tão acentuado quando foi a queda do ciclo de recessão anterior). 2020 teria sido o início de um ciclo de recessão mesmo sem a crise da COVID. O Banco Central divulgou hoje a prévia do PIB do 2 trimestre.Desastrosos -11%.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

sonho bom…bate com o meu, as Meko 400 ate poderiam virar Meko 200 que ainda estaria bom…

Marujo
Marujo
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Meko 200 mais parrdinhas – quatro mil e tantas toneladas – seria legal.

Mario SAE
Mario SAE
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Vontade nós temos, mas essa pandemia está consumindo recursos de tal maneira, que dificulta qualquer planejamento.

Caio
Caio
Reply to  Mario SAE
1 mês atrás

Os recursos são foram para comemorar equipamentos, mas para aumentar salários de oficiais em 75% não faltou dinheiro.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Possível? Sim, mas não se quiserem fabricar tudo no país. Para além do mais, desconfio que seja possível a presença de dois tipos diferentes de combatentes de superfície. A aposta é nas tamandare e a forma mais fácil e rápida de obter números é construí-las sem grandes devaneios e, mesmo assim, sabemos bem que faltam anos até ao seu estado operativo. Slecionar outro combatente seria prático se construído no estrangeiro, mas feito no Brasil seria contraprocedente. Por fim, o prazo de dez anos dado por si, poderá muito bem ser irrealista, com as minhas dúvidas se nesse prazo estariam alguma… Read more »

Tomcat4,2
1 mês atrás

Olha, o bichão é bem mais imponente que os IKL viu !!!

Alessandro
Alessandro
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Se a MB conseguir criar uma versão do Mansup para submarino ae que a coisa fica mais imponente ainda.

Pedro MARÇAL
Pedro MARÇAL
1 mês atrás

Acho que falta passar uma cera nessa lata dele 🤣😬🤷🏻‍♂️

Jose
Jose
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

aquilo cinza é pó ou a pintura “estragou” naturalmente com o tempo?

Pablo
Pablo
Reply to  Pedro MARÇAL
1 mês atrás

e um preteador nas hélices rsrs

igortepe
igortepe
Reply to  Pablo
1 mês atrás

Pretinho nos pneus.

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Grande dia!!!!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
1 mês atrás

Tem cara de “MAU”, muito orgulho e chega a arrepiar….

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

X2!!!!

Tomcat
Tomcat
1 mês atrás

Obrigado Editores por trazerem a matéria. É um marco muito importante, e esses Subs são muito bonitos. Já virou papel de parede a segunda imagem!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

E vamos seguindo em frente! Qual a previsão dele entrar em serviço? Começo do ano que vem?

Camargoer
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Olá Fábio. Creio que outubro desde ano.

marcus
marcus
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Depois dos 4 deveriam fazer um exemplar do nuclear ou do convencional a cada 5 anos. O Brasil pode produzir e vender submarinos dessa classe? Ou depende da autorização da França?

Camargoer
Reply to  marcus
1 mês atrás

Olá Marcus. Depois dos 4 SBR (S40~S41) será iniciada a construção do SBN SN10. A MB não tem nenhuma decisão sobre o que virá depois. Isso tem sido um amplo debate aqui no PN. Alguns colegas defendem SBR adicionais. Eu e outros colegas defendemos que a MB comece a construção do SN11 após o SN10 e mantenha a produção de submarinos nucleares, de tal forma que os 4 SBR que estão sendo entregues agora sejam os últimos submarinos convencionais. Creio que os franceses ficariam felizes se o Brasil fechasse a venda de alguns SBR (eles teriam royalties). Acho muito difícil… Read more »

sagaz
sagaz
1 mês atrás

Orgulho! E para os próximos subs, o período de testes precedendo a operação poderá ser menor ou será mantido o mesmo cronograma? Abç

Heinz Guderian
Heinz Guderian
1 mês atrás

Que orgulho, novinho em folha, me surpreende a rapidez com que está o cronograma dos Subs, ou é impressão minha? Saudações a todos do Blog.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Heinz Guderian
1 mês atrás

pois eh, brasileiro entusiasta militar nao esta acostumado com noticia boa! chega a rolar uma lagrimazinha…imaginem quando o Alvaro Alberto se mover pelos seus proprios meios nucleares!

Esteves
Esteves
Reply to  Heinz Guderian
1 mês atrás

Impressão.

Sergio
Sergio
1 mês atrás

Espetacular……

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Surpreendentemente o Prosub está progredindo de forma satisfatória,espero que continue assim até a conclusão do Álvaro Alberto. Mas acho uma pena que a MB não pense em operar SLCM,iria deixar os Scorpénes muito mais imponentes.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

mas isso eh totalmente possivel, se for decidido. Inclusive uma versao sub launched do MTC300 seria possivel de se fazer.

Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Olá Allan. O SN10 será um submarino de ataque “naval”. Ele servirá para manter uma força-tarefa agressora sob ataque ou ameaça de ataque. Ele terá propósito de ataque estratégico. Ele será equipado com torpedos e mísseis antinavio lançados pelo tubo de torpedos. O colega Marcelo mencionou a possibilidade do SN10 lançar misseis de cruzeiro para atingir alvos em terra pelos tubos de torpedo, mas inicialmente, ele não terá esse tipo de arma.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer,o que você falou está correto,o que sinceramente demonstra a falta de visão estratégica do almirantado.Já que vão fazer um investimento em um submarino nuclear,deveriam aproveitar para dá-lo alguma capacidade de projeção de poder,isso daria ao Brasil uma capacidade única na América Latina,que é a de destruir infraestruturas inimigas a partir do mar.Os oficiais brasileiros acham que uma guerra pode ser vencida apenas se defendendo.

Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Olá Allan. Neste momento, a MB tem os torpedos F21 e os misseis antinavio SM39 para atuarem contra uma força-tarefa agressora. Talvez seja o momento do MinDef iniciar o desenvolvimento de um míssil de cruzeiro para ser lançado tanto de submarinos pelo tubo de torpedos quanto de lançadores embarcados em navios. É preciso que esse seja um programa independente dos submarinos. Sendo lançado de tubos de torpedo (como o tomahawk), não haverá necessidade de projetar um módulo especial nos SBN nem nos SBR.

Dalton
Dalton
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Mísseis seja para ataque a navios ou alvos em terra roubam precioso espaço para os torpedos que continuarão sendo a principal arma e uns poucos para alvo terrestre não causariam dano significativo então uma combinação de uns 18 torpedos
e 4 mísseis anti navios demonstra excelente “visão”.
.
E submarinos podem embarcar diferentes tipos e quantidades de armas, dependendo da missão, como por exemplo minas, normalmente duas para cada torpedo.
.
E se for compreendido que mísseis para ataque a alvos terrestres são necessários, nada impede que futuramente sejam
desenvolvidos ou comprados.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Mísseis para alvos em terra são tão importantes quanto torpedos e qualquer marinha de respeito deve sabe opera-los,é uma forma bem eficaz de destruir bases navais inimigas ou alvos que estão mais no interior do território.Esse tipo de arma seria ainda mais útil a uma marinha sem uma aviação naval,como é o caso da MB(chamar meia dúzia de A4s de aviação naval é o fim da picada). Quanto a desenvolve-los futuramente,analise o histórico de desenvolvimento de armas das nossas forças armadas e veja o tempo que leva até para desenvolver um parafuso.Quanto a comprá-los,você vai ter que assumir que um… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Então não entendo seu ponto. O submarino estará apto à receber mísseis cruise lançados à partir de seus tubos, caso a missão assim demande.

Se comprarmos esses mísseis no exterior, de acordo com você, ficaremos passíveis de embargos e sem os mísseis. Se desenvolvermos os mísseis aqui, novamente de acordo com você, poderemos ver esses mísseis se tornando operacionais quando os submarinos estiverem sendo aposentados ou ter seu desenvolvimento cancelado.

De acordo com a sua ótica, não há como sanar o problema que você propõe de maneira satisfatória.

Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

A Argentina não sofreu embargos.

A Argentina deu calotes. Calotes. E golpes.

Sofre as consequências de um país populista.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Esteves
1 mês atrás

A Argentina sofreu um embargo quando tentou adquirir mísseis Exocet.Os britânicos inclusive pediram que a França lhes entregassem os códigos-fonte desses mísseis.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Qual seria a vantagem da obtenção dos códigos-fonte de um míssil? Tenho minhas dúvidas em relação ao quão efetivo isso seria.

Se a Argentina tivesse esperado a França terminar de entregar os mísseis antes de invadir, teriam mais mísseis para usar. Esse foi mais um dos inúmeros problemas de planejamento Argentino.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Conhecendo os códigos-fonte dos Exocet(ou de qualquer outro míssil),você pode cortar a comunicação deles com seus sistemas de lançamento através de pulsos eletrônicos,bem como tornar seus sistemas de navegação inúteis.Eles basicamente seriam transformados em flechas voando sem direção até cair em algum lugar.Mas de fato,os argentinos deveriam ter esperado e/ou comprado os mísseis em maiores quantidades.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

É um pouco mais complexo que isso, Allan. Primeiro você precisa vasculhar milhares e milhares de linhas de código. Se não estiverem bem documentadas ou você não ter a documentação delas, exige um trabalho quase que forense para se descobrir alguma vulnerabilidade. E os ingleses conheciam já muito bem o Exocet pelo fato de eles mesmos o utilizarem. E isso demanda tempo Depois disso você ainda precisa saber se o equipamento que você tem conseguem interferir com os sensores do próprio míssil de maneira eficaz. E não acho que você consiga interferir com a comunicação deles com a aeronave lançadora,… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Leandro Costa,em nenhum momento eu falei que a tarefa era algo simples.O meu ponto foi só destacar que os ingleses de fato pediram os códigos,agora a resposta dos diplomatas franceses a tal pedido é algo que está além do conhecimentos de qualquer pessoa.

De qualquer forma,guerra é guerra e forças armadas competentes sempre encontram uma forma de achar as vulnerabilidades do inimigo e usá-las contra eles.

Last edited 1 mês atrás by Allan Lemos
Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

“Aconteceu, então, o inesperado: os franceses, por decisão do presidente François Mitterrand, resolveram ajudar os ingleses. Resolveram, por outras palavras, contar “tudo” aos ingleses sobre o Exocet, sobre os meios e modos de transportá-lo e dispará-lo e, portanto, de como se defender dele.”

Existem diversas histórias sobre os Exocet nas Malvinas.

Algumas contando o envolvimento da igreja, de partidos e de negócios…italianos.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Pois é!
Parece que o HMS Sheffield está esperando esse “corte de comunicação” até hoje.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Mestre Allan, O Exocet não tem link de atualização Não tem receptor de dados Os dados são transmitidos de forma física pelo barramento do pod de lançamento. Não ha como inserir dados nele senão pelo barramento Fosse um missil avançado como alguns nos dias de hoje com atualização de alvo por link vá lá… A unica hipotese que resta de uso dos dados do missil seriam seus algoritimos de radar para tentar fazer um jamming do radar dele…mas jamming naquela época se engatinhava…. Não duvido que toda a conversa possa ter ocorrido, mas o jammingvseria quase impossível… Não tem chavinha… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

“ Os britânicos inclusive pediram que a França lhes entregassem os códigos-fonte desses mísseis.”

Não foi “códigos-fonte” que os britânicos pediram aos franceses. Sugiro pesquisar mais, tem várias matérias a respeito aqui mesmo.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Você deveria seguir seu próprio conselho,meu camarada.

https://www.theage.com.au/world/thatcher-used-nuclear-blackmail-to-get-missile-codes-20051123-ge1an3.html

Thatcher pressionou a França tanto pelos códigos quanto para que eles não entregassem os mísseis ao Peru,que poderia repassá-los à Argentina.

“With her four nuclear submarines in the south Atlantic, she’s threatening to unleash an atomic weapon against Argentina if I don’t provide her with the secret codes that will make the missiles we sold the Argentinians deaf and blind.”

A fonte é o próprio psicanalista de Mitterrand em seu livro Rendez-vous: La psychanalyse de François Mitterrand.

Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Acho isso conversa de malucos.

Fosse possível anular armas acessando seus “código-fonte”…melhor seria derrubar os aviões Super Ethandar que também eram franceses.

Os argentinos não precisaram de ajuda para equipar/montar os mísseis nos aviões.

Contra medidas é possível. Alertar sobre a velocidade, o radar, a carga, as respostas…

”Código-fonte” acho que não.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O psicanalista fez confusão. Se você pesquisar mais, vai descobrir que a pressão da Thatcher foi focada principalmente na questão da venda dos mísseis ao Peru do que nos códigos, conforme documentos recentemente liberados do governo britânico. E os “códigos” desejados e mencionados não são “códigos-fonte”. Eram dados específicos sobre mísseis da versão ar-mar, que os britânicos não utilizavam (eles usavam apenas a mar-mar), e mais especificamente ainda, os ligados a frequência do radar do míssil e outros detalhes pra melhorar as chances de jamear. Isso não tem patavinas a ver com “código-fonte”, que é relacionado ao software do computador… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

O artigo explicitamente fala em “code”,o que significa código,ou código-fonte se preferir,e não em “data”.Estou mostrando a informação exatamente como consta na fonte,você está só tentando interpretá-la da forma que lhe é mais conveniente.

Outra coisa,não estou debatendo aqui sobre onde os esforços da Thatcher foi mais colocado,só estou dizendo que os britânicos pediram os códigos dos mísseis.

Last edited 1 mês atrás by Allan Lemos
Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan, Todas as fontes (e especialmente pessoas relatando memórias) precisam ser interpretadas quanto ao conhecimento que têm dos assuntos. E também quanto a plausibilidade do que se quer interpretar a partir do que falam. O psicanalista do Mitterrand e o próprio não são as pessoas mais indicadas pra lembrar de detalhes técnicos sobre o que foi pedido a respeito do Exocet. Código é algo genérico para alguém na posição deles, e o que você escreveu, código-fonte, é algo extremamente específico, e muito mais comum de se falar a respeito hoje do que há 40 anos. E o que você está… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Maconheiros.

Não tinha códigos fonte de programas de mísseis coisa nenhuma.

Nem sei se era possível jamear alguma coisa naqueles anos.

Esse míssil é um sucesso de vendas.

Tinha contra medidas. E rezas. Muitas rezas.

Se os Argentinos tivessem mais Exocet e mais aviões tinham dado mais trabalho no mar.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Mestre Allan,

Uma forma de solucionar o entendimento é compreender como funciona o míssil

O exocet e principalmente aquela época não é um míssil com atualização por data link. Ou seja, não responde a comandos externos depois de lançado. Então, se não possui data link, código fonte compartilhado não serviria para nada. O que pode ou poderia ter acontecido seria o repasse dos parâmetros do radar do missil afim de tentarem identificar alguma forma de jamming…

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Mestre Carvalho…

Anos 1980. Computadores de 8 bits. Seleção de 1982.

Tinha radar.

André Bueno
André Bueno
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Lembro-me muito bem das capas de veja daquele momento, todas sobre a Guerra.

Seleção: Waldir Peres, Leandro, Oscar, Luizinho e Júnior; toninho cerezzo, Falcão, Sócrates e Zico; Serginho e Éder.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Para leigos codigo pode se confundir com parametros…mas sao duas propriedades totalmente diferentes

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Exatamente, perfeito

O missil sequer tem data link para alguem meter algum dado lá apos lançado . Se o cidadão disparar contra um navio amigo, um abraço…nao ha conexões para desviar ou auto destruir

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

É uma conversa sobre pressão, e que os menos avisados reportam codigos como programa. Parametros do radarve algoritmos dele ok, isto é altamente provavel, mas veja que jammear o radar do missil é ação passiva. O missil é imune e vai fazer o que foi feito para fazer até o final, cabendo o defensor tentar enganar com frequencias de ecos de radar que por ventura possam interferir…nada mais do que isto, tal como um Chaff virtual….mas estevtipo de jamming era muito primitivo a epoca….entao nao entenda codigo fonte e sim parametros de funcionamento do radar afim tentar visualizar alguma falha…o… Read more »

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“A Argentina não sofreu embargos.”

Como não ?

Sofre embargo de material militar até hoje.

Como não? Poderia explicar ? Fiquei realmente curioso com a sua afirmação.

Esteves
Esteves
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

A Argentina não tem grana.

O calote recente foi deixar de pagar 100 bilhões de dólares (30 bilhões são juros).

Embargo é bloqueio econômico. Proibição de comércio.

A Argentina não está impedida comercialmente ou economicamente.

A Argentina está quebrada. De novo.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Você está misturando os assuntos.

Após a Guerra das Malvinas é público e notório, ha 40 anos , que os Britânicos impuseram um embargo sobre produtos e artigos militares a Argentina, independente da situação econômica em que a Argentina se encontre. São coisas muito diferentes. Portanto continuo sem entender sua afirmação, mas também continuo aberto a receber seu contraditório.

Abs.

Esteves
Esteves
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

A minha afirmação. Embargo é bloqueio. Impedimento. Proibido. Os britânicos podem ter se negado, como fornecedores de meios e de conteúdos, a vender e a não permitir a revenda de produtos britânicos militares aos argentinos. Coreia do Norte, Iran, Cuba, Iêmen…há uma lista de países embargados, hoje. Não me recordo de ter visto a Argentina em listas de países embargados. Não creio ter havido houve bloqueio econômico, financeiro ou marítimo impedindo a Argentina de comprar de outros fornecedores se…essa decisão militar ainda que custando prejuízos e ameaças a todo o continente…se a Argentina tivesse buscado com dinheiro outras alternativas…se outros… Read more »

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Obrigado pela sua explanação, mas mantenho meu ponto de vista.

Acho ainda que você se perdeu nas suas idéias.

Vamos em frente, discordando mas mantendo o respeito mútuo.

Abs.

Esteves
Esteves
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

Em julho de 2019 dois navios iranianos levando milho tiveram dificuldades para se abastecer de combustíveis no Brasil por conta de sanções dos EUA alegando que o Iran estava na lista de países com embargos. O STF obrigou por lei o abastecimento pela Petrobras. Não recordo de dificuldades na venda/compra/ de produtos de outros países aos argentinos por conta da proibição/embargo militar britânico naqueles anos. Lembro do Kempes, do Passarela… Natural que após a guerra os britânicos tenham proibido os negócios britânicos militares com a Argentina. Mas…o problema maior…já que os ingleses levaram uma surra dos Exocet…era a falta de… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Só mal informado, ou é mesmo para tentar desinformar.

Dalton
Dalton
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

A Marinha pretende ter dentro de uns 20 anos 6 submarinos de propulsão nuclear e primeiro é preciso assegurar esse número mínimo cuja área de atuação será o Atlântico Sul, até lá muita coisa pode mudar, mesmo assim não encontro alvo para esses mísseis de cruzeiro para ataque terrestre. . Quais seriam essas hipotéticas “bases navais inimigas” ? Enviar um ou dois submarinos para sabe-se lá onde, com um punhado de mísseis também não causaria danos significativos. . É diferente da marinha francesa que tem também um requerimento para 6 submarinos táticos de propulsão nuclear, baseados no Mediterrâneo, relativamente próximos… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Projeção de Poder é uma doutrina.

Negar o Mar é uma doutrina.

Definidos à partir da disponibilidade de recursos financeiros, humanos, técnicos e das missões. São os programas.

Projetar poder inclui embarcar e desembarcar. Feito com os meios apropriados como porta-aviões, porta-helicópteros e navios multiproposito e multitarefas.

Negar o mar inclui o que Mestrissimo Dalton explica abaixo. Torpedos, minagem, alguns mísseis. No mar. Sempre no mar.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Negar o mar é válido mas não significa abrir mão da ofensiva,a melhor defesa é o ataque.Se você ficar apenas na defensiva,eventualmente o inimigo vai achar uma forma de furar o seu bloqueio.Por isso é necessário formas de se levar o conflito até ele e agredí-lo.Além do mais,um país será visto como ainda mais vulnerável caso o inimigo perceba que ele não possui nenhuma capacidade de retaliação,como é o caso do Brasil.Um submarino equipado com SLCM ofereceria as duas coisas.

Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Negar o mar não é uma missão.

Negar o mar não é estratégia de ataque ou de defesa.

Negar o mar é dissuadir. Obrigar o inimigo a fazer contas e temer.

A MB não pensa e acho que nenhuma Marinha pensa em atingir alvos costeiros com submarinos.

Retaliação sai da capacidade de sustentar uma guerra. E pouquíssimas nações contam com isso.

Logo…melhor negar.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Uma coisa após a outra.

paulop
paulop
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Caro: o SNBR não tem previsão de VLS. Talvez, um segundo SNBR também não tenha. Porém, quem sabe, em um terceiro ou quarto, com o projeto já evoluido, dote-se um lançador VLS nos Sub. Isso além possibilitaria ampliar a capacidade de “amedontrar” os possiveis invasores da Amazônia Azul.
Deixa os tubos de torpedo só com torpedos e dota os VLS com misseis (anti-navio e talvez misseis de cruzeiro… fica o sonho..kkkk)
Abraço.

Camargoer
Reply to  paulop
1 mês atrás

Ola Paulo. Entendo seu ponto de vista. O desenvolvimento de um míssil de cruzeiro lançado pelos tubos de torpedo poderiam ser usados contra alvos continentais. Contudo, creio que as ameaças ao Brasil não virão dos nossos vizinhos latino americanos, cujo território poderia ser acessado (em caso de necessidade) por via aérea. Como o Brasil não terá armas nucleares, creio que o custo de construir um submarino com mísseis de lançamento vertical pode ser desnecessário.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Como diria Nelson Rodrigues…o óbvio ululante.

Entrar em um submarino, navegar, chegar a águas de outros e disparar mísseis de volta.

Que trem doido.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

O almirantado enxerga a força de submarinos como uma força de defesa, uma força de negação do mar e dentro dessa função os torpedos e os mísseis antinavios são suficientes. Os mísseis de cruzeiro são armas de caráter ofensivo e fogem do atual escopo da força, mas nada impede de no futuro essa visão mudar e eles passarem a ter misseis de cruzeiro também.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Ufa.

So faltava terem feito um submarino de ataque terrestre.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Tarefa cumprida. Etapa vencida. Missão da MB. Preparar e empregar o poder naval. Sob o mar deverá ser feito com os 4 + 1 e 2 IKL que sobrarem. Li em algum lugar que manter 6 prontos é o objetivo. A MB está cumprindo a sua finalidade e obrigações. Somente. Não precisa abrir champanhe. Esta custando 8 bilhões de euros. As Tamandarés…Pai Jesus ainda guarda segredo sobre? Descobriram que o soro produzido com a mesma técnica dos soros antiofídico e anti-rábicos é 50 vezes mais eficiente e mais potente contra o COVID X qualquer outro tratamento conhecido. 50 vezes. Patente… Read more »

Paulo
Paulo
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Em qual revista científica da área de bioquímica, e com ‘peer review’, foram publicados os dados e os resultados dos efeitos de soros antiofídicos e anti-rábicos sobre os vírus do COVID?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Paulo
1 mês atrás

Mestre Paulo, Esta terapia que o Mestre Esteves ja comentou é conhecida. Metodo de produção de anti corpos em equinos exatamente como o soro anti ofidico. Extremamente eficaz pela propria razao de ser “inoculação direta de anti corpo” no paciente. O ponto negativo é por obvio o metodo produtivo em que ao contrário de fármaco industrial em que voce consegue produzir em milhares de doses em massa numa maquina, a produção em equinos é limitada pela quantidade. O Butantã esta entre os maiores centros de produção de soros anti ofídico no mundo. O soro é matador, o problema é a… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Paulo
1 mês atrás

É o plasma do cavalo produzindo imunização contra o vírus inoculado. A técnica é a mesma. “Nesta quinta-feira, 13 de agosto, em sessão científica na Academia Nacional de Medicina, o médico Adilson Stolet, presidente do Instituto Vital Brazil, e Jerson Lima Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ) e presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), anunciaram o depósito de uma patente e a submissão de uma publicação oriundos dos excelentes resultados das pesquisas com soros produzidos por cavalos para o tratamento da Covid-19.  Depois de 70 dias, os plasmas… Read more »

Leo Rezende
Leo Rezende
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“Tenho medo de perguntar do que seríamos capazes e onde poderíamos chegar…”. Eu acredito que se toda adaptabilidade,criatividade,diversidade cultural do brasileiro fosse recheada de uma educação formal e levada a sério por todos,e tendo disponível uma imensidão territorial riquissíma em muitos aspectos e que não é contestada por ninguém e que é recheada de biomas diversos e que não sofrem grandes desastres naturais devastadores como terremotos,ciclones e afins,fosse ainda coroada por uma sociedade que prezasse valores tais como honestidade e responsabilidade,não estaríamos aqui debatendo diuturnamente ações das grandes potências mundiais e seus efeitos. Se esse imenso “se” se tornasse realidade,essas… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Leo Rezende
Renato
Renato
1 mês atrás

Brasil precisa pra ontem de uma segunda base naval no norte/nordeste.
Concentrar todos os meios navais num único ponto para um país continental como o Brasil somente em Itaguaí é de uma burrice estratégica sem tamanho.

Esteves
Esteves
Reply to  Renato
1 mês atrás

Não.

Itaguai foi escolhida pelos sabidos. E está localizada no centro da região mais rica em infraestruturas como usinas, fábricas, meios de transportes (aeroportos, portos, rodovias, hidrovias, cabotagem), institutos e instituições, meios de produção de comida e agronegócios…

Concentrar os recursos de defesa na região mais rica e mais vital. E aonde tem o melhor bolinho de bacalhau.

Renato
Renato
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Vc é um grande visionário e estrategista.
Imagino q vc fosse um almte da Marinha a segurança do país estaria bem entregue só se preocupando com RJ e SP.
Vivendo e …. desaprendendo.

Esteves
Esteves
Reply to  Renato
1 mês atrás

Nos últimos anos assistimos uma descentralização das unidades fabris outrora localidades no corredor Via Dutra.

Montadoras, metalúrgicas, indústrias de bebidas, investimentos em serviços e turismo avançaram para outras regiões principalmente para o nordeste. Também os negócios logísticos estabeleceram-se no Centro-Oeste já que…lá é o centro.

Mas…o valor maior está na faixa litorânea de São Paulo até Vitória
As maiores concentrações urbanas e os maiores ativos econômicos.

O cobertor é curto.

Renato
Renato
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Se vc mora numa casa (estado) de um condomínio (país) não é mais fácil fiscalizar quem entre e quem sai na portaria?
Ou vc prefere “recepcionar” convidados indesejáveis na porta de sua casa?

Renato
Renato
Reply to  Renato
1 mês atrás

Em termos de economia de tempo, gastos, lojistica e custos operacionais, manter uma base no norte/nordeste ao longo do tempo representaria ganhos que só com uma base naval para um país continental seria ineficaz sob vários aspectos.

Esteves
Esteves
Reply to  Renato
1 mês atrás

Então deveríamos ter várias capitais e sedes de governo.

Mas…o modelo eurocentrista e feudal no qual vivemos determina fronteiras e um poder central.

Voltando aos anos 1960/70, houve a Fordilandia. Extraoficialmente uma “tentativa” de interseção. Um corte na nossa fronteira.

Futuramente será mandatório mais 1 base, comando, esquadra, seja lá o que decidirem. No Norte, acho que São Luís. Acho.

Precisa reformar os orçamentos.

Renato
Renato
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Não afirmei em nenhum momento que o país está de braçadas em dinheiro.
Afirmei e ratifico a NECESSIDADE de uma segunda base naval.
É questão de soberania nacional.
É vergonhoso para nosso país receber no nordeste mais visitas de navios de guerra norte americanos do que nossa Marinha.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Renato
1 mês atrás

Renato, só deixa eu corrigir um detalhe. Acho que você está se referindo à construção de uma segunda Esquadra ao invés de uma segunda base naval. Temos muitas bases navais espalhadas pelo país, mas apenas uma grande base naval que contém o núcleo de navios de guerra. Na minha humilde opinião, uma das grandes prioridades no momento são navios patrulha tanto de 500t quanto de 1500/2000t em quantidade suficiente para serem espalhados pela costa operando à partir das bases navais que já existem. Em um futuro de médio prazo, quando já não apenas tivermos os navios patrulha mas mais meios… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Além dos recursos e das ameaças possíveis…mudar as pessoas e o pensamento das pessoas é mais difícil.

O Rio de Janeiro continua lindo.

Renato
Renato
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Leandro,
Creio q vc esteja certo.
O que eu não consigo aceitar é a concentração da esquadra num único ponto do país.
Que dívida mesmo com uma quantidade menor os meios navais.
Do jeito que está, ou cobre os pés ou cobre a cabeça.
Porque não pegar os 4 submarinos IKL mais o Tikuna junto com os 4 Riachuelo e dividi-los em 2 pontos do país?
Seria mais econômico até para os subs mais antigos cobrirem metade do percurso do que fazem até os dias de hoje de norte a sul desse país se esforçando para cobrir toda a costa.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Renato
1 mês atrás

Renato, eu concordo bastante que esses meios todos deveriam estar espalhados pelo território nacional. Inclusive o plano é esse mesmo. Infelizmente, devido à$ condiçõe$ atuai$, optou-se por focar aonde fica mais fácil de manter, operar e até defender, que é aqui na costa do Rio de Janeiro mesmo.

A MB vai eventualmente se espalhar pelo país, à exemplo do que o EB está fazendo também já a algum tempo.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Esteves
1 mês atrás

”’Modelo Eurocentrista e feudal, no qual vivemos”’ ???? Será???? A UE é metade do Brasil em superfície terrestre e tem muitas bases, naval e aeronavales, só a França, têm uma no mediterrâneo e outra no Atlântico, assim como a Espanha, e essas bases não estão nas zonas mais ricas, mas nas entendidas como mais estratégicas.

Esteves
Esteves
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

Fronteiras. Governabilidade. Poderes centrais.

O Esteves viajou aos anos 1648. Vestfalia. A Paz. As posses. As capitais.

Antes desse acordo aquela gente não respeitava governos nem fronteiras.

Havendo capitais e governos centrais…é natural defendê-los.

Mas o Esteves anda meio amalucado.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Renato
1 mês atrás

Antes de termos uma segunda esquadra, seria melhor pelo menos ter meios para mobiliar uma esquadra. Existem planos para essa segunda esquadra no norte/nordeste e houve tempo em que estavam bem avançados, mas não adianta correr com isso agora e gastar milhões e milhões em uma base que ficará vazia por total falta de meios.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Está previsto na END.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

É emocionante ver o “bixão” na água ( imagem imponente, diga-se de passagem ) e ver um projeto das F.A’s progredindo bem.
Como disseram abaixo, nós brasileiro não estamos acostumados a esse tipo de boa notícia.
Parabéns.

Last edited 1 mês atrás by Alexandre Galante
Gabriel
Gabriel
1 mês atrás

Até quando a notícia é 100% positiva aparece o “urubuzinho de plantão” para dizer: “mas”, “porém”…

Fazendo uma referência a uma letra de música: “Mesmo que seja burra toda unanimidade/Burrice achar qualquer polêmica inteligente” (GESSINGER. 2020).

Alessandro Vargas
Alessandro Vargas
1 mês atrás

Essa foto já virou “tela de fundo” do Note!

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Penso que ainda existem entremeios e confusões para os conceitos navais de negação do mar e projeção de poder.

O Esteves compara a negação do mar com terra de lobos. Não entro lá se não sou lobo. Recomendo o filme A Perseguição com o Liam Neeson de 2012.

Projetar poder…isso é complicado. O ponto zero é que não temos o projetor. Nem o filme. Talvez o cinema. E a pipoca.

E pensar que o Amyr foi remando até a África…

Camargoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Concordo com esta diferenciação. Os submarinos da MB têm função de negar o mar (o Atlântico Sul) ao inimigo. Projetar poder é outra coisa.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Trump fez os Emirados Árabes reconhecerem 1 acordo de paz com Israel.

Eleições. Isso é projeção de poder.

Last edited 1 mês atrás by Esteves
Matheus
Matheus
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Trump? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA

Esteves
Esteves
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Mais conhecido como presidente dos EUA.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Nossa estratégia naval foca em negação e controle.
A gente até tem doutrinas e capacidades de projeção de poder. Os fuzileiros navais projetam poder, o NDM Bahia projeta poder… Mas definitivamente, nossos submarinos não objetivam projeção de poder.

Nilson
Nilson
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Em verdade ele veio remando da África.

Esteves
Esteves
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Verdade.

Carlson
Carlson
1 mês atrás

Se conseguimos construir submarinos que são bastante complexos então conseguimos construir Fragatas, Destróier, e outros demais navios mas é claro só vai precisa de tempo, dinheiro e boa vontade por partes das autoridades envolvidas…
OBS: Lembrando que corte na já quase falida educação é inaceitável e aumentar imposto dos livros também, na crise houve aumentos de salários sem necessidades e ainda teve de mais isenções fiscais para as igrejas que quase não pagam imposto nenhum e a conta só aumenta com coisas fúteis…

Esteves
Esteves
Reply to  Carlson
1 mês atrás

É verdade.

Da mesma forma que a descoberta do potente tratamento contra a COVID realizada pelo Instituto Vital Brasil. Vão deixar de lado porque Oxford é chique. Vacina americana ou chinesa X tratamento nativo…não temos chances.

Alemão faz navio bom.

E…aqui vamos assinando eternos contratos com estaleiros europeus.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Oxford não é chique, é credível, que é bem diferente.
Os Russos também dizem que têm uma vacina, o problema, é que ninguém acredita nisso, principalmente cientistas credíveis, pois ter uma vacina, sem ela ter sido testada na fase 3, isso já vários países tinham.
E quando se tem uma administração de um país, que jura a pés juntos, que a cloroquina é a última maravilha contra a covid19, quando está comprovado o contrário, isso depois têm um preço.

Esteves
Esteves
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

Pois é…

Mas é igual às histórias dos respiradores.

Não tem, tem que importar, custa trocentos mil…enquanto universidades e até a Flextronics…uma indústria de eletrônicos…produzem por pouco dinheiro.

É só encomendar.

Helio Mello
Helio Mello
1 mês atrás

Alguém sabe me explicar pq o casco hidrodinâmico é soldado e a vela é rebitada? Qual material é utilizado na vela?

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

O casco de pressão (ou casco resistente) é soldado.

O casco externo / hidrodinâmico (instalado nas extremidades e na parte superior do casco de pressão) e o revestimento da vela (cuja estrutura é metálica) geralmente são de fibra de vidro ou material composto com plástico e fibra.

Por isso a fixação aos suportes metálicos do casco de pressão é feita por parafusos ou similares, de forma que os painéis possam ser retirados.

Mais detalhes desses elementos de fixação podem ser vistos nesta matéria especial do Poder Naval de 2 anos atrás:

https://www.naval.com.br/blog/2018/06/11/11-de-junho-dia-de-entrar-no-futuro-riachuelo-com-o-poder-naval/

Last edited 1 mês atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Bom ter noticias suas. Espero que o isolamento não tenha prejudicado seu projeto.

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Eu ia escrever a mesma coisa…mas,

Bom ter notícias. Que todos estejam muito bem.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá, Camargoer e Esteves. Tudo bem por aqui. E com vocês? Obrigado pela preocupação!

O projeto chegou a bom termo, fui titulado em abril (a defesa foi feita online, única coisa que a pandemia prejudicou, pois defender presencialmente é bem mais legal) e entreguei a versão corrigida da tese agora em julho.

Aguardando publicarem no banco de teses da USP.

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Parabéns!

Quando estiver disponível, manda pra ler.

E não desapareça.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Parabéns Nunão!
Dedicação, esforço e mais um “tantão de coisas”, justamente coroados.
Forte abraço

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Nunão, Parabéns! Bom vê-lo novamente por aqui. Faço eco às palavras do Esteves. Quando disponível para leitura, nos avise. 🙂

Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Parabéns. Que legal.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Obrigado a todos!

Luiz Floriano Alves
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

Será muito interessante o teste de submersão, com plena potência. Vamos conferir a assinatura acústica do nosso exemplar e conferir com a reclamação dos Indianos. Um submarino ruidoso é um submarino imprestável. Será detectado e destruído pela primeira corvetinha que passar por perto.

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Vixi.

Mais essa.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Qual é especificamente a reclamação dos indianos ? Até onde sei os chilenos, tão reverenciados aqui na Trilogia, não reclamaram de nada.

Esteves
Esteves
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

“O problema mais preocupante que a Marinha Indiana descobriu durante os testes no mar do INS Khanderi foi um defeito fatal para um submarino: seus motores e propulsores estavam emitindo um nível excessivamente alto de ruído.”

PN de 16/06/2019

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Esteves, ok. Fato.

Pergunto : Algum outro operador do Scorpene também relatou isso ?

Esteves
Esteves
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

PN de 31/08/2009

Problemas técnicos que a Marinha terá de enfrentar no Scorpène.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Uma reportagem de 11 anos atrás?

Vc não tem nada melhor que isso ?

Esteves
Esteves
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

Reclama com os editores.

Marcos R
Marcos R
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Pelo que me lembro de ter visto a respeito, parece que o problema adveio da baixa qualidade do trabalho no estaleiro indiano, tanto que a mesma reclamação não ocorre com outros usuários do Scorpene, como o Chile e Malásia.

Last edited 1 mês atrás by Marcos R
Augusto Mota
Augusto Mota
1 mês atrás

Encontrei uma revista T&D antiga aqui em casa que falava do Tikuna, quarto IKLda MB, e que foi construído inteiramente no Brasil pelo AMRJ. Falava aquele mesmo blá-blá-blá de sempre, vai ensinar o Brasil a fazer submarinos, dominar a tecnologia, independência estrangeira, vão construir mais subs nacionais, um passo gigantesco para a nação, e mais blá-blá-blá… Voltamos á estaca zero? Espero que os scorpenes não caiam na mesma vala comum, acabando por virar lixo.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Augusto Mota
1 mês atrás

Augusto, não voltamos a estaca zero.

Ocorre que o Brasil persegue a construção de um sub nuclear há décadas e os alemães não possuem nenhum projeto de sub nuclear por razões óbvias. Portanto foi necessário partir para outras possibilidades e aí surgiu a oportunidade do projeto com os franceses.

Resumidamente é isso.

Abs.

Esteves
Esteves
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

Mais ou menos.

O que o Brasil persegue ou o que a MB persegue é o reator.

As razões óbvias dos alemães são muitas incluindo ambientalistas, conservacionistas, apaziguadores, pacificadores e eleitores que querem ver reatores nucleares bem longe da Alemanha.

Unimos a oportunidade com…com…o jeito francês de fazer negócios comissionados e ZAZ!

Contrato.

Mas o pensamento dos marinheiros da época era evoluir com os IKL.

Essa história do reator, do submarino, do IPEN, da CNEN, do Almirante…é muito longa.

História para historiadores.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Matou a charada, Esteves.

“…o jeito francês de fazer negócios comissionados…”

E parabéns pelo bom humor.

Jose Juscelino de Oliveira Neto
1 mês atrás

Parabéns pelas limagens.

Jose Juscelino de Oliveira Neto
1 mês atrás

Desculpem, quero dizer “imagens’.

Edson Parro
Edson Parro
1 mês atrás

Um viva aos céticos!

Camargoeri
Reply to  Edson Parro
1 mês atrás

Olá Edson. O tempo continua sendo o senhor da razão.

Leonardo M.
Leonardo M.
1 mês atrás

Vendam os submarinos usados que temos e contratem mais um lote de 4 unidades de submarino, por favor MB.
8 dessas belezuras + 2 nucleares já estaria de bom tamanho.

Camargoer
Reply to  Leonardo M.
1 mês atrás

Caro Leonardo. Um SBR novo custa cerca de US$ 600 milhões (depende de onde foi publicado). Um Tupi usado deve custar entre US$ 60 ~US$ 90 milhões. Um conjunto de baterias novos do Tupi custa cerca de US$ 6 milhões. Um amplo PMG deve custar em torno de US$ 25 milhões ~ US$ 35 milhões (uma estimativa minha pois não encontrei esse valor. Talvez algum colega saiba). A remotorização custaria US$ 60 milhões (segundo noticia aqui no PN). Portanto, os recursos obtidos da venda dos 4 Tupi (S30~S33) é inferior ao da construção de um submarino novo. Considerando 3 PMG… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

É o que eu penso.

Carro, mulher e navio. Não necessariamente nessa ordem.

Mantenha, conservem, sustentem, alimentem, eduquem, sejam fiéis, não mintam, pratiquemos constantemente para seguirem modernizados e satisfeitos…importante isso.

Todos os 3…nenhum deles pode falhar.

Marcos R
Marcos R
1 mês atrás

Acho incrível como os submarinos tem excelente hidrodinâmica, mas na superfície são tão desajeitados, navegam arrastando na água como se quisessem submergir e necessitassem de muito esforço para permanecer emersos.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Marcos R
1 mês atrás

É resultado do projeto a que se destina o casco

Na segunda guerra, o tempo de submersão e baterias era muito mais limitado, sensores eram quase apenas o periscópio e atirava-se em linha reta e o sonar era básico apenas para descobrir de que lado alguém estava vindo ou barreiras naturais. Então , o sub. Viajava na superfície e somente próximo do ataque é que mergulhava. Em miúdos, viagens rápidas na superfície e lenta submerso.

Hoje é o contrário, toda hidrodinâmica é vocacionada extrair a maior velocidade submerso . Superfície é somente para recarga de baterias e ar.

EdcarlosPrudente
EdcarlosPrudente
1 mês atrás

Olha, seria ótimo mais quatro desses, porém acredito que tudo que veremos na próxima década será um protótipo de submarino nuclear que provavelmente será o único de sua classe.

Saudações!

Cleber
Cleber
1 mês atrás

Espero continuidade deste programa , q com a experiencia adquirida na classe Riachuelo , possamos no futuro , fazer novas classes com submarinos mais furtivos e mortais com misseis de cruzeiro e balisticos .

Paulotd
Paulotd
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Parece submarino velho com essa carcaça esbranquiçada, devem ter usado parte da verba pra lagostas.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

Parabems Nunão. Voce qualifica se mais e, nós da galera agradecemos sua formação, que será de grande valia para todos. Creio… Abço.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

A marinha da Índia está muito preocupada com seus vizinhos. Não pode se dar ao luxo de ter um submarino de passeata. Se for a combate tem que ser silencioso, ou será destruído em poucas horas. Seus inimigos, como China e Paquistão tem tecnologia ASW. O Japão, da mesma forma, equipou seus subs. classe Soryu, convencionais, com barreiras acústicas externas. Pela mesma razão. Agora, por aqui acho que fica na mesma. Tem quem goste de batucadas.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Grato, Luiz!

Esteves
Esteves
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Vamos ficar por aqui,

“Armados com seis tubos lança-torpedos de 21 polegadas para até 18 torpedos F21 e/ou mísseis SM39 SubExocet e minas submarinas.”



Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
1 mês atrás

Oito desses a disposição da MB e nem precisaria construir o nuclear!

GUPPY
GUPPY
1 mês atrás

Prezado Nunão,

Parabéns pela conquista!

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  GUPPY
1 mês atrás

Valeu, Guppy!

Sequim
Sequim
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Prezado Nunão, parabéns pelo sucesso do projeto e pelo sucesso da Trilogia. Duas grandes realizações!

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Sequim
1 mês atrás

Obrigado Sequim

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 mês atrás

Show… Avante MB…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Publicado em: 11/08/2020 | Edição: 153 | Seção: 1 | Página: 4 Órgão: Atos do Poder Executivo DECRETO Nº 10.454, DE 10 DE AGOSTO DE 2020 Altera o Decreto nº 5.417, de 13 de abril de 2005, que aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Comando da Marinha do Ministério da Defesa. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 2º, parágrafo único, da Lei nº… Read more »

Camargoer
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Olá Fábio. Parece um ajuste no decreto em função do submarino nuclear.