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Turquia desenvolve canhão eletromagnético de emprego naval e terrestre

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A Turquia está desenvolvendo desde 2008 um canhão eletromagnético do tipo “railgun” similar aos divulgados pelos EUA e China.

A arma usa energia eletromagnética para impulsionar projéteis metálicos sem cabeça explosiva, que destroem seus alvos apenas pela energia cinética.

O primeiro “railgun” denominado Şahi-209, dispara munições de 35 mm de 1,5 kg a 10 megajoule (MJ), alcançando velocidade hipersônica de Mach 6 e atingindo alvos a 50 km.

Outras versões estão planejadas, de 56 e 76 mm, com alcance de 100 e 150 km (ver tabela abaixo).

A arma poderá ser empregada em navios e também em plataformas terrestres.

Teste do primeiro modelo do railgun turco em 2008

Teste recente do segundo modelo do railgun Şahi-209

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Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
1 mês atrás

Caramba! Todo mundo está desenvolvendo isso? Alguém sabe se o Brasil também tem algum tipo de projeto?

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Daniel Ricardo Alves
1 mês atrás

OBS. Tá faltando o Irã!!!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

A preocupação do Irã, atualmente, não é esse tipo de canhão, mas o desenvolvimento de mísseis balísticos.
Não me pergunte por quê.
Semana passada foi anunciado o lançamento de outro modelo de míssil.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Fala Kings, conta mais detalhes para nós sobre alcance, peso de carga, ogivas empregadas, etc.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Suficiente para acertar Tel Aviv e além.
Quanto às ogivas, se os EUA continuarem roendo a corda, logo serão nucleares.

Paulo Siqueira
Paulo Siqueira
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Pobre povo iraniano governado por um bando de fanáticos inconsequentes!

Last edited 1 mês atrás by Paulo Siqueira
Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Daniel Ricardo Alves
1 mês atrás

O Brasil ainda está tentando mandar um foguete à Lua, mas dos dois lançados até agora, um lambeu e o outro pegou no fio.

Eduardo de Assis Ribeiro Filho
Reply to  Daniel Ricardo Alves
1 mês atrás

Oficialmente não temos nenhuma noticia do Brasil desenvolvendo essa Tecnologia. Seria bem interessante desenvolvermos isso, principalmente para uso em defesa costeira.

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Daniel Ricardo Alves
1 mês atrás

Acho que esse canhão não usa apenas eletromagnetismo para disparar, mas sim uma combinação de propelente convencional (pólvora) e eletromagnetismo, tal como o XM-360 americano.

https://www.nextbigfuture.com/2017/03/plans-for-new-us-super-tank-with.html

Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Essa tecnologia não tem segrdos ou gargalos a resolver. Se tivéssemos politicas de atualização técnica estaríamos com projeto desta natureza em andamento em nível de Institutos de Engenharia. ITA por exemplo.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Tem um que é a grande quantidade de energia que precisa para funcionar, para uso naval em navios de maior porte não tem tanta bronca, mas para navios pequenos e uso terrestre pode ser uma dor de cabeça conseguir tanta energia!

Last edited 1 mês atrás by Fabio Araujo
Kemen
Kemen
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Fabio, mesmo para as belonaves de maior porte, teria de haver um acréscimo enorme na geração de energia.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Sim, mas elas teoricamente podem ser adaptadas para isso já as pequenas não.

Kemen
Kemen
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Claro vc esta certo, mas considerando que fosse melhor usar o canhão magnético, acho agora muito prematuro ainda, eu apostaria mais no canhão laser.
O canhão normal também tem seus projéteis sendo aprimorados.____

https://www.defencetalk.com/gps-based-fuze-expected-to-triple-cannons-accuracy-2899/

_____Me lembro que estiveram testando catapultas magnéticas para substituir as catapultas de vapor ou ar comprimido, e imagine só, ainda as acharam menos eficientes, quem sabe no futuro melhoram esse problema…

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Henrique de Freitas
Henrique de Freitas
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Complementando Fabio, certíssimo seu ponto, e ainda não só a grande quantidade de energia disponível más em um período muito curto de tempo. Isso é sim um grande complicador.
Essa função impulso para a energía é bem complicada de se obter levando em consideração o ambiente fechado de uma embarcação.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Isso faz lembrar daquela piada do brasileiro aqui no Brasil comprando um celular de um Portugues que estava embarcando de volta para Portugal. O brasileiro ve o portugues no portão de embarque com um pedacinho metalico bem pequenininho apoiado no ouvido e falando sem parar com sua mochila nas costas a espera do voo. O brasileiro questiona o que é aquilo, o portugues responde que aquele pedacinho metalico bem pequeno é um celular feito em portugal. O brasileiro pergunta se o Portugues venderia para ele, o portugues fala que por 500 Euros venderia na hora e o brasileiro poderia começar… Read more »

Almeida
Almeida
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Tem vários gargalos sim, vai ler mais um pouco sobre o assunto.

Pra começar o trilho/cano sofre atrito e pressão em níveis extraordinários. O acumulador de energia necessário também é insano. E o peso tem que ser aceitável.

Teropode
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Basta esperar a conclusão do projeto e depois pagar bilhões pela ToT , nomeie a Avibras como a responsável pela absorção da tecnologia e depois venda ela para os Turcos .

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

É uma tecnologia que realmente poderíamos estudar!

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Outra nação caminhando há passos de gigante para auto suficiência tecnológica e verdadeira independência.
Vou dar uma ajudinha ao Brasil, o segredo dos Rails Guns é simples.
Para aumentar um campo magnético a ponto de disparar um projetil em velocidade hipersônica com baixa tensão (voltagem) precisa-se aumentar a corrente (Amperes) e diminuir a resistência.
V= RxI , simples assim.
Agora está por suas contas kkkkkkkk.
Até no youtube tem um vídeo de um americano que montou um canhão magnético sobre sua vam utilizando um banco de capacitores.
Puxa não entendo como as coisas no Brasil nunca andam!

Heinz Guderian
Heinz Guderian
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Simples assim né, cara você é o Einstein Brasileiro!

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Heinz Guderian
1 mês atrás

Não sou Einstein caro Heinz ( ou Bardine ou qualquer outro Nick mame dos vários que usa), sou lógico e prático .
Vá no YouTube e verá o vídeo que falei.
Se até um cidadão comum americano, com recursos tecnológicos limitados consegue, porque um governo não conseguiria.
E se estudar profundamente a equação verá que é exatamente isso.
Precisa-se de altíssima corrente para um altíssimo campo magnético, que criará um DPP entre o projétil e campo, repelindo o projétil a grande velocidade .

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Heinz Guderian
1 mês atrás

Observação.
No caso do americano, ele usou a bateria de 12 volt,s do veículo.

Mensageiro
Mensageiro
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Tu não disse nem 1% que envolve a tecnologia kkkk

ALLAN
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Cara, nao precisa nem ir fundo para ver que vc nao sabe do esta falando, tirando de lado todos os equívocos físicos e de engenharia, montar algo em escala reduzida nao significa quase nada, ao aumentar o tamanho de qualquer projeto os desafios físicos disparam e a dificuldade da engenharia sobe muito, afinal nem uma nação tem uma arma dessa em serviço ainda, mesmo sabendo que isso é possível.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Foxtrot,existem muitas pessoas que constroem e lançam foguetes feitos de garrafas e outros materiais caseiros no quintal de suas residências. Mas nem por isso elas estão aptas a trabalhar na NASA. A tecnologia necessária para o desenvolvimento de um projeto desse porte vem de vários anos de pesquisas específicas e muito investimento,depois é preciso direcioná-las à aplicação militar,o que demanda ainda mais pesquisas e investimentos. Ou seja,envolve muito mais do que apenas o conhecimento teórico de uma formula aprendida no Ensino Médio.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Foxtrot;
meu, você sabe o motivo de tanta fumaça assim, durante o disparo? Pareceu-me que no início é branca e depois é preta? Por que será? Lubrificante queimado?
Saudações

Last edited 1 mês atrás by EParro
Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Edson Parro
1 mês atrás

Enganado seu caro Edson.
Mesmos os canhões eletromagnéticos geram muito calor, e esse é um dos “calcanhares” de Aquiles dessa tecnologia.
Não posso falar dos testes desse canhão Turco, mas tem vídeos dos testes iniciais do canhão americano onde se vê chamas (literalmente) saindo do canhão no disparo.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Prezado, qual a cadencia de disparo do canhão do cientista americano?

Obs.: Por favor, não me decepcione, não me fale que os bancos de capacitores são carregados de 3 em 3 horas…

Obs.: Apenas uma curiosidade, qual o tamanho do projetil que esse americano disparou? tinha pelo menos 1,5Kg?

Lembro que F=M*A

“agora está por sua conta”… lembrando que o canhão caseiro não será disparado contra um alvo pintado no morro… e sim contra um veículo/embarcação com certa blindagem

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Meu caro Ricardo não me decepcione por favor. Lógico que não tenho os dados técnicos do projeto do jovem americano, use a lógica por favor. É um protótipo, e como todo protótipo se busca empregar o conceito tecnológico (validar) em escala reduzida. Explicando no popular, um protótipo você prova na prática cálculos em escala para confirmar de forma segura e com menos custo que irá funcionar. Como disse antes, lógico que se o canhão magnético reduzido do rapaz funcionou, ele terá maior alcance, cadência de tiro etc com maior tensão, corrente etc. Empregando tecnologias mais eficazes do que um banco… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Outra coisa Ricardo.
Tem uma equação mais eficiente do que essa para calcular o que quer que estava querendo (porém não me lembro pelo tempo que estudei).
Mas tem a lei de Joule para calcular a energia cinética do projétil
A fórmula de Existem E=MC^2
Também vai te dar os dados que deseja e muitas outras.
Pois não sei se quer a velocidade do projétil, massa do mesmo, força na hora do impacto no Alvo etc.

OSEIAS
OSEIAS
1 mês atrás

Agora fiquei com duvida, pois a informação que seria possível atingir alvo a 150Km com um projetil de energia cinética, ele manobra, porque a essa distancia a curvatura da terra não teria influencia?

Almeida
Almeida
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

Trajetória balística, provavelmente. Manobrar algo nessa velocidade não é fácil.

ALLAN
Reply to  Almeida
1 mês atrás

Creio que dependendo da forma do projetil é possível de se fazer um tiro de canhao quase horizontal com pouca inclinação, porem seria um tiro de trajetória previsível como os dos canhoes da segunda guerra.

Teropode
Reply to  Almeida
1 mês atrás

Nem é a intenção desta arma , acredito que serão úteis na interceptação de mísseis hipersonicos , estes projéteis alcançam maior velocidade e certamente são munições mais baratas , em navios nucleares oque não vai faltar é energia prá esta arma , versões para defesa de ponto em PAs , antídoto contra mísseis hipersonicos.

João Vitor
João Vitor
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

Pelo que já li em algumas reportagens de projéteis cineticos algumas munições conseguem fazer alguns acertos de trajetória, mas se aproveita mais a trajetória balística mesmo.

Teropode
Reply to  João Vitor
1 mês atrás

Ajustes pela GPS, mas isso vai encarecer a munição e um dos objetivos é obter arma eficaz de baixo custo , fora isso poderiam continuar com as atuais , que aliás …alguns projetos fazem correção de curso mas são proibitivas no preço , o cruzador Sthealt da USnavy tinha uma canhoneiras com um projétil deste nipe.

ALLAN
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

É possível, dependendo da velocidade e do peso do projetil é possível com aletas( ou superfícies de comando) diminuir a influência da curvatura para um nível aceitável.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

Também estava pensando nisso, esse treco é um canhão e não um obuseiro. Deve apenas fazer “tiros tensos”. O projetil viaja a 2 quilometros por segundo, um tiro de 50KM demora 25 segundo para atingir o alvo, mas o alvo estaria abaixo da linha de visada do horizonte??? muito louco isso. Fiquei muito curioso por esses calculos,

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Somos dois, pois ainda estou meio cético com isso, para não dizer que é marmelada. Como o projetil vai manobrar a essa velocidade?

Almeida
Almeida
1 mês atrás

Bons números, agora resta saber a cadência de tiro, a vida útil do trilho e o peso do conjunto.

Teropode
Reply to  Almeida
1 mês atrás

Não terá muita diferença pois os projeteis possuem invólucros eficientes , que aliás geram aquela fumaceira toda .

João Pedro
João Pedro
1 mês atrás

Podem falar oque quiser da Turquia, mas os seus projetos militares sempre estão de pé.

Renan
Renan
1 mês atrás

Parabéns para eles isso é investir em soberania

Esteves
Esteves
1 mês atrás

A curvatura da Terra.

A arma está limitada à curvatura? Montada em um navio, o alcance máximo seria até a linha do horizonte…em torno de 35km?

Canhão montado sobre trilhos (railgun) e canhão eletromagnético é a mesma coisa?

Qual a energia necessária para fazer disparar essas coisas?

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Esteves;
parece-me que na década de 1980, fizeram testes com os canhões de um encouraçado classe Iowa, com um projétil mais leve que o comumente usado, cujo disparo alcançou mais de 60Km, portanto, além daquele limite de 50Km onde a “curvatura” ocorrer. Mas isso foi num canhão de Iowa!
A confirmar meu caro.

Alex
Alex
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Senhores, a dinâmica para disparos em trajetórias balísticas é planamente conhecida pela humanidade.

As questões de desvio por rotação do projétil, rotação da terra, velocidade do vento, variações atmosféricas, desgastes dos tubos, locação dos alvos são problemas simples para a computação de hoje.

Se uma arma consegue atirar além do alcance visual, é outra história.

No caso dos rail guns, o segredo está na altíssima velocidade, que diminui a influência de algumas das variáveis que citei.

Conforme o folder turco, a energia envolvida é de 10 Mega Joules. Muita coisa.

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

A Turquia tem uma engenharia avançada e um parque industrial respeitável( o maior do Oriente Médio)

Agressor's
Agressor's
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

A Turquia me surpreendeu, ela está num nível muito superior ao Brasil no desenvolvimento de sistemas e equipamentos de ataque e defesa. Aqui, em vez de pensarmos em como desenvolver a nossa indústria bélica e o parque industrial nacional como um todo, ficamos presos só ao clientelismo. Em pensar que o Brasil já possuiu um parque industrial bélico e de produção de bens diversificados respeitável. A simples filiação acrítica aos EUA nós colocará na eterna posição de subserviência aos interesses dos estrangeiros. Lamentável !!!!!

Turquia é um país que vai incomodar bastante em breve.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

E nós assinamos vários acordos com eles até mesmo de cooperação militar…

Oséias
Oséias
1 mês atrás

A Turquia e o Irã poderiam travar uma bela guerra de maquetes.

Jagdverband#44
Jagdverband#44
Reply to  Oséias
1 mês atrás

Sad but true.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Oséias
1 mês atrás

Os Turcos, não costumam ficar pelas maquetes.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

quem gosta muito de maquetes somos nós também…

Oséias
Oséias
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

Produzem várias coisas uteis, mas 50% é propaganda ufanista, especialmente nesses ultimos anos com o novo sultão sonhando com um império bizantino reconstruído. Só das noticias recentes aqui na trilogia, temos um caça de quinta geração e canhões eletromagnéticos. Para comparação, os alemães, britanicos e franceses estão tendo de fazer vaquinha para iniciarem projetos de quinta geração. Paises muito mais ricos e avançados tecnologicamente que a Turquia. E em relação aos canhões eletromagnéticos, os europeus nem se arriscaram ainda. É uma tecnologia tão cara e complicada que até os americanos botaram o pé no freio com seus navios futuristas que… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Oséias
1 mês atrás

E com apoio aéreo do NGAD da reportagem anterior.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Oséias
1 mês atrás

Olha o Irã pode até fazer guerra de maquetes, mas a Turquia, depois de Israel tem a melhor industria bélica daquela região, ainda não tem tradição na fabricação de mísseis nacionais, mas já faz uma versão local do Harpoon, tem drones de guerra eletrônica testado em combate, tem veículos terrestres de guerra eletrônica testados em combate, produz sob fuzis e pistolas, tá obetendo tecnologia em todos os tipos de turbina, tem uma pesquisa sobre design furtivo para o seu proprio caça 5G, tem drones vigilância e ataque. vai construir em breve seus próprios veículos blindados e por aí vai.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
1 mês atrás

Um impulsor “eletromagnético” que produz “fogo” e “fumaça típica de pólvora” na saída do tubo? Ah, tá!

Luiz Floriano Alves
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Almeida
Gargalo a que refiro é um impeditivo de passagem. Interrupção. Os “rail guns” estão se disseminando. O da Turquia é de modestos 30 mm. , porém, dispara efetivamente. Resta tornar prático. como vc referiu. O desgaste do tubo ainda é um limitador, eis que tem vida curta. Mas, manipular plasma e campos magnéticos está ao alcance de nossa tecnologia.Faltam é recursos. Abço.

Flanker
Flanker
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Pois é….com o não entendo nada dessa tecnologia, alguém poderia explicar i motivo da chama e da fumaça…..

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Flanker
1 mês atrás

passa um objeto metálico no outro a velocidades supersônicas para ver se não sai fogo e fumaça.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

” … velocidade supersônica …”? Em uma Vo (Velocidade Inicial) com 3m de distância desde o disparo até a saída do Tubo? É “Física”, não Filme.

Alex
Alex
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Pois é, camarada, é isso mesmo.

É que diferentemente dos projéteis usuais que utilizam a expansão dos gases para sua propulsão, no caso dos rail guns a velocidade inicial (de saída do tubo) está diretamente ligada ao potencial elétrico aplicado na munição e em consequência à corrente que atravessa os corpos (munição e tubo), gerando os campos eletromagnéticos que impelem o projétil.

Com a vantagem de que os ciclos de tensão alternada podem ser controlados eletronicamente gerando maior eficiência na impulsão.

E é por isso que no momento são armas “grandes” pois demandam muita energia.

Theo Gatos
Theo Gatos
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Provavelmente produto do atrito do projétil com o tubo e expansão do ar com a saída do projétil geram temperaturas muito elevadas que podem causar tais efeitos.
.
Sds

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Theo Gatos
1 mês atrás

klklkl

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Theo Gatos
1 mês atrás

Caro Theo.

Se a cada tiro o “… atrito do projetil …” gerar resíduos do tubo a ponto de criar uma “nuvem de pó de cano” essa arma não aguenta 2 disparos.

E como essa “… expansão do ar …= … temperaturas elevadas …” pode produzir FOGO sem que haja algum COMBUSTÍVEL?.

O Campo Magnético (gerado pela direção da corrente elétrica da arma) necessário para impulsionar – por repulsão – o projetil (por isto extremamente leve) não deveria produzir fumaça nem fogo.

Theo Gatos
Theo Gatos
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Justamente, um dos maiores gargalos deste tipo de arma é o desgaste acelerado do tubo que tem um ciclo de vida 1/6 menor do que o dos atuais canhões!
.
Já a fumaça pode ser efeito do próprio ar saindo do canhão a temperaturas extremamente elevadas e encontrando o ar “frio” atmosférico…
.
Sds

Almeida
Almeida
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

É efeito do atrito mesmo. Do trilho com o projétil e do projétil com o ar. O combustível é o próprio projétil. Em temperaturas elevadas vários metais são explosivos, inclusive. Essas armas não funcionam por “repulsão” magnética, mas pelo efeito de Gauss. E sim, o efeito desse atrito nos trilhos é o maior problema técnico a ser resolvido para se desenvolver esse tipo de arma.

Vamos estudar um pouquinho de Física de ensino médio antes de ficarmos duvidando de qualquer coisa?

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Almeida
1 mês atrás

Caro Almeida.

Explique mais detalhadamente esta sua necessidade de estudar, por obséquio. Pelo menos no meu caso, a Faculdade e não o EM está em dúvida.

filipe
filipe
1 mês atrás

Brasil + Chile + Colombia + Argentina poderia trabalhar em um projecto semelhante em conjunto, o primeiro canhão electromagnetico sul americano.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  filipe
1 mês atrás

Amigo,
Acredito numa parceria Brasil-Chile , mas com relação a Colômbia um projeto assim dificilmente vai ser prioridade para eles.quanto a Argentina…bom…vocês já sabem kkkkkkkkkkk

Frederico Boumann
Reply to  filipe
1 mês atrás

Eu fico arretado com esse tipo de comentário. O Brasil tem que fazer as coisas só; não se juntando com nenhum país da América do Sul.
O Brasil tem a obrigação de ter a supremacia militar no sub-continente (naval, terrestre e aérea). Não tem nada que fazer aliança para desenvolver nada com ninguém (só com países fora da região e com tecnologia superior, ex: Israel, Suécia…)!!

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
1 mês atrás

Enquanto isso o Brasil só fabrica pensionista e funça público.

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

O “railgun”, se viabilizado no futuro, pode aumentar exponencialmente o risco para a Aviação adversária. Um projétil russo convencional calibre 23mm tem o alcance efetivo de 2,5km, voar abaixo disso na Líbia e na Síria tem sido sentença de morte para os pilotos, as ZU’s23 abateram mais aeronaves nessas revoltas árabes que a USAF na guerra do golfo, e são as versões canela seca da guerra fria, a Venezuela possui as com guiagem eletro-óptica, o Irã tem uma versão com 8 canos e guiagem IR chamada Mesbah. É a arma mais subestimada em atuação hoje no mundo,sou fã. Comparativamente, esses… Read more »

Marcelo R
Marcelo R
1 mês atrás

Com canhões eletromagneticos e misseis hipersônicos, que podem ser embarcados logo em navios tipo uma fragata, imagina só…um canhão de 35mm com alcance para 50 km!!!. Acredito que tudo isso deve estar disponível em um prazo antes de 10 anos. Na minha opinião as corvetas ou fragatas classe Tamandaré, com todo o respeito ao nosso Ilustríssimo chefe naval máximo, exemplo de líder naval, Almirante Joaquim Marques Lisboa, estes navios que ainda não foram nem batidas as quilhas, devem ser consideradas apenas um OPV, bem fraco antes de serem lancadas ao mar…ou seja sem representatividade nenhuma…e podemos ver que foram gastos… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Marcelo R
1 mês atrás

Então todas as marinhas do mundo estão tão erradas quanto a MB, pois nenhum navio que está entrando em serviço hoje e no futuro previsto é equipado com esse tipo de canhão. Você viu a quantidade de energia necessária para fazer funcionar um canhão desses? E vai se gerar energia dessa magnitude onde, de que modo, em um navio do porte de uma fragata?

Almeida
Almeida
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Bem, as marinhas mais modernas já estão colocando novas classes, ou versões mais modernas de classes existentes, com requisitos bem maiores de geração de energia não é a toa.

FREMM, Aleirgh Burkes batch 3, Zumwalts, Fords, Type 26, FTI e várias outras estão saindo dos estaleiros sem lasers e rail guns, mas com vários MW de geração extra. Junte os pontos.

Flanker
Flanker
Reply to  Almeida
1 mês atrás

Então tá….se vc acredita nisso, ok.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Almeida
1 mês atrás

com lasers de baixa potência, mas nenhuma, em nenhum lugar do universo conhecido tá usando Rail Gun.

Agressor's
Agressor's
1 mês atrás

O Brasil poderia aprender muito com a Turquia, que tem investido muito em suas forças armadas e ao contrário do que muitos pensam a indústria militar agrega muito para o desenvolvimento do país. Mas 2 motivos impedem que o Brasil faça algo do tipo e eles são nossos políticos e o povo que os elege!

Espero que algum dia nosso país, invista em tecnologia e saía da dependência das grandes potências, assim como outros países fizeram temos capacidade de ser muito mais do que imaginamos.

Kemen
Kemen
1 mês atrás

O canhão eletromagnético junto com o canhão Laser poderão ser utilizados no futuro, mas ainda não substituem o tradicional canhão com bala explosiva, poderiam inicialmente complementar o armamento tradicional das belonaves, mas substitui-los requer mais desenvolvimentos. Eu acho que projéteis maiores nos canhões eletromagnéticos consumirão muita energia, sendo necessario grandes geradores e armazenadores para descarrega-la no disparo.___ Outro detalhe é que a bala do eletromagnético ainda não tem a precisão necessaria para atingir objetivos.

Mahan
Mahan
1 mês atrás

Big guns estão de volta.

guilardo
guilardo
1 mês atrás

Amigos. Antes de tudo é necessário tentar fazer canhões convencionais. Pelo que me lembre, o Brasil fabricou sob licença alguns canhões para o Cascavel. Parou por aí. A Argentina fabrica canhões há muito tempo. Nós agora é que conseguimos fazer Morteiros de alma raiada. Se não produzimos canhões convencionais como fabricaríamos um eletromagnético ? Nós somos um país de contrastes. Temos a terceira maior fábrica de aviões do mundo, contudo compramos tecnologia para produzir caças, supersônicos ou sub, como o AMX. A China comprava caças russos, fez cópias e o diabo a quatro. Hoje fabrica caças extremamente avançados. Nós produzimos… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Vamos lá:

Velocidade do projetil Mach 6 = 7.350km/h.

Isso é 2.041 metros por segundo (2 km por segundo)

Não dá para mensurar a distancia do morro para o canhão no primeiro disparo, apenas acho que não está tão longe assim para demorar o que demorou do momento do disparo para o impacto no morro (ele errou o alvo? Aquele quadrado abaixo do impacto era o alvo?)

No mais acho muito legal o desenvolvimento da arma, isso é o futuro, e dependendo da vizinhança é importante ter esse tipo de defesa a disposição do Pais.

tony
tony
1 mês atrás

Acho que esse canhão não e tão eletromagnético não, no primeiro disparo, tem um intervalo de quase 3 segundos entre o disparo e o acerto no alvo, esse tipo de arma, a velocidade deveria ser maior, ou estou errado ?

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Tem algo errado nessa questão de energia de 10 Mega Joules, pois segundo a fórmula de energia cinética ( E= 1/2 * (m*v²)), se fizermos os cálculos veremos que a energia cinética do projétil de 1,5 kg a mach 6 (7344 km/h) é de 3,12 MJ, não 10 MJ.

E = 1/2 * (m*v²)
E = 1/2*(1,5*2040²)
E = 1/2*(1,5*4161600)
E = 6242400/2
E = 3121200 J ou 3,12 MJ

E = Energia Cinética em Joules
M = Massa
V = Velocidade em metros por segundo.

Pedro
Pedro
1 mês atrás

Quanto mais falam que a Turquia tá sem fôlego, mais ela vem e demonstra poder de fogo, seja por meio de aparelhos já em estado de arte, seja por meio de projetos.