Home Indústria de Defesa Fragatas Tamandaré: Brasil compra quatro canhões de 76 mm da Leonardo

Fragatas Tamandaré: Brasil compra quatro canhões de 76 mm da Leonardo

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OTO Melara 76mm / 62 com torreta furtiva

O contrato de quatro canhões tem opção para mais duas unidades

Segundo o site infodefensa.com, a companhia italiana Leonardo finalmente atingiu uma meta que tinha há quase 30 anos: fornecer os canhões 76 mm/62 Super Rapido para a Marinha do Brasil.

A empresa italiana e a Thyssenkrupp, em longas videoconferências, negociaram um contrato de quatro canhões, com opção de mais duas unidades, por um valor superior a 30 milhões de euros.

Com esta venda, a Leonardo passa a contar com 58 utilizadores do canhão 76/62, nas suas diferentes versões, em todo o mundo.

O canhão OTO Melara 76 mm é um canhão naval construído e projetado pela empresa de defesa italiana Oto Melara. É baseado no Oto Melara 76/62C e evoluiu para 76/62 SR e 76/62 Strales.

O sistema é compacto o suficiente para ser instalado em navios de guerra relativamente pequenos. Sua alta cadência de tiro e a disponibilidade de vários tipos de munição tornam-no capaz de defesa antimíssil de curto alcance, antiaérea, antissuperfície e apoio de fogo terrestre.

A munição inclui perfurantes de blindagem, incendiárias, com efeitos de fragmentação dirigida e um projétil guiado capaz de destruir mísseis antinavio de manobra. O canhão pode ser instalado em uma torreta furtiva facetada.

O OTO Melara 76 mm foi amplamente exportado e foi preferido em relação ao canhão naval francês de 100 mm para o projeto da fragata classe Horizon franco-italiana e a fragata FREMM.

Concepção em 3D da classe Tamandaré
Concepção em 3D da futura fragata classe Tamandaré
Dois canhões Oto Melara em uma fragata classe Horizon
O Oto Melara com a torreta original arredondada

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Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Bom dia a todos os Senhores camaradas do Naval e da Trilogia!
Esperemos que as duas opções se confirmem e que sejam mais 2 Tamandaré na carreira!

CM

EdcarlosPrudente
EdcarlosPrudente
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

Ou talvez para a possível versão maior da fragata.

Saudações!

Kemen
Kemen
Reply to  EdcarlosPrudente
1 mês atrás

Canhão ideal este Otobreda para essa belonave de medio porte, com munição normal alcança uns 15 Km, com munição Vulcano pode chegar a uns 35/40 km mas causaria uma troca abreviada do seu cano depois de muito uso.___
Uma versão maior de belonave poderia levar um canhão Otobreda de maior calibre 127/64 e maior alcance.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Kemen,

Salvo engano, a munição Vulcano para o 76mm ainda não está disponível, estando em desenvolvimento, como anunciado no site da própria fabricante.

https://www.leonardocompany.com/en/products/vulcano-76

Kemen
Kemen
Reply to  Mercenário
1 mês atrás

Bem observado a respeito do site da Leonardo sobre o 76 mm não ter Vulcano ainda disponível mas vai ter, para o 127 mm já esta disponivel.___ Uma dúvida que surgiu é sobre a versão desse canhão das Tamandaré.___ 1- É o novissimo canhão 76 mm refrigerado a ar ou é o antigo refrigerado com a agua do mar?___ 1- Qual é o modêlo, alguém saberia?___ 2- Esse modêlo adquirido já viria com sistemas para a futura munição Vulcano ou seria necessario uma modificação futura?___ Existem alguns questionamentos com relação a utilidade da Vulcano em belonaves que já dispõe de… Read more »

Kemen
Kemen
Reply to  Mercenário
1 mês atrás

Bom, algumas respostas as minhas próprias dúvidas. “O canhão naval de 76 mm com kit Strales tem as mesmas características da munição balística quando é usado para engajar alvos aéreos, navais e de superfície; com a munição Vulcano, ele garantirá o engajamento do alvo de alta precisão, com um alcance de fogo duas vezes maior do que a munição convencional. O sistema Strales pode ser instalado nos canhões navais de 76 mm que já estão em serviço.___ Observação: desde 2014 esta disponivel a munição DART, tem menor alcance que a munição Vulcano, mas é necessario também ter o Kit Strales instalado… Read more »

Eduardo
Eduardo
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Não se preocupe com muito uso meu caro, munição custa caro, serão muito poucos exercícios de tiro real por ano, além dos testes iniciais.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

Acho que os dois canhões extras provavelmente serão para reposição.

Tutu
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Não faz sentido comprar um canhão completo só para reposição.
Esses canhões são caros e comprados na quantidade correta, só como exemplo, se eu não me engano o 4,5 da Barroso era de uma das Niterói antes do MODFRAG.

Last edited 1 mês atrás by Tutu
Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Tutu,o texto não fala que eles irão comprar,falam que podem comprar eventualmente,então acho que eles irão adquirir os 4,e eventualmente comprarão os outros dois caso necessitem repor os já existentes,a “opção de compra” no contrato deixaria as coisas menos burocráticas no futuro. Mas eu torço mesmo para que esses dois sejam para outras Tamandarés,e não para reposição.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Tem lógica á depender da manutênção do canhão, se tiver que ir para a Italia. O navio vai ficar parado no porto até o canhão voltar?
Imagina a metade das escoltas paradas por manutênção. Um em manutênção preventiva e o outro tinindo, só esta parado por causa do canhão que esta na Italia sendo recuperado.

Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Olá Allan. Talvez você tenha razão, mas o texto diz em “opção de compra” não em “compra”. Se fosse para serem estocados para reposição, seriam comprar firmes. Além disso, imagino que apenas parte do equipamento sofreria desgaste, portanto a reposição seria de algumas peças. Fico em dúvida se faz sentido em ter um canhão estocado para reposição.

Alexandre
Alexandre
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

Exatamente isso ,essa compra mostra claramente a intenção de mais duas fragatas Tamandarés no radar da Marinha. Falava isso desde o começo, não serão apenas 4 , acredito que chegaremos a 8 unidades dessa classe.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Lembro de uma matéria, aqui mesmo do PN, que o almirantado estava trabalhando pesado junto ao governo pra conseguir +2 Tamandarés nesse mesmo lote.
Espero que eles tenham sucesso nisso.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Na verdade, assim que for entregue a última embarcação do primeiro lote, deveriam começar a pensar em cadência de produção, ou seja, incialmente uma a cada dois anos até chegar ao número de oito.
Assim, poderemos ir atualizando o projeto e diminuir para uma a cada três ou quatro anos de forma permanente, garantindo a linha de produção, retendo o conhecimento e utilizando um modelo de processo evolutivo.

Salim
Salim
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Também vejo nr 6 unidades Tamandarés coerentes para repor 6 Niteróis.

Kemen
Kemen
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Preferia que ficassem em 4 Tamandare e partissem para umas outras 4 (pelo menos) de umas 6.000 tn.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Só precisamos de grana para isso. E mais facil grana para uma tamandaré do quê para uma Fremm.

Emerson
Emerson
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Se ficarmos com 06 Tamandarés e mais 04 fragatas de 6000 ton (com o canhão de 127mm) seria ótimo. E colocar mais 02 scorpene para termos 06 scorpene e focar na construção de pelo menos 04 submarinos nucleares de ataque e um PA Trieste da Fincantieri. Sonhar não custa nada…

Kemen
Kemen
Reply to  Emerson
1 mês atrás

Melhor ainda.

Eduardo
Eduardo
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Se vierem mais 2 fragatas levanta as mãos pro céu.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

Com certeza.
Seria um bom começo. Mais duas.

fewoz
fewoz
1 mês atrás

O último navio será entregue apenas em 2028…

Pergunta aos especialistas:

Seria possível criar um segundo estaleiro da Oceana e acelerar as entregas? Estamos falando de apenas quatro unidades até 2028…

Neste período a MB não dará baixa em outras, assim ficando eternamente com um número pequeno de meios, para uma ZEE tão grande? Ou ficaremos amarrados eternamente às “compras de oportunidade”?

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Economicamente inviável pela pequena quantidade e construir um estaleiro é demorado.

Teropode
Reply to  Mateus Lobo
1 mês atrás

É por isso que deveriam produzir algumas unidades na Alemanha , assim ganharíamos tempo . Talvez a opção por um período mais longo entre as entregas é para cadenciar as futuras manutenções , teve uma matéria sobre este assunto , se referindo aos barcos chineses.

Camargoer
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Caro Terapode. O setor naval brasileiros e industrial estão com altas taxas de ociosidade, talvez maior do que 50%. Uma fragata Meko100 custa Eur$300 e uma Meko200 cerca de Eur$500 (a FCT deve ficar com um valor intermediário, ou R$ 2,5 bilhões). Considerando 40% de conteúdo nacional (tomando o preço total, o que incluiria o pagamento de mão de obra especializada) cada FCT significaria a injeção na economia de R$ 1 bilhão e a economia de Eur$ 160 milhões em pagamento em moeda estrangeira (considerando um preço de Eur$ 400 milhões para cada FCT). Qualquer argumento baseado na necessidade de… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Claro, vão construir um segundo estaleiro só para construir dois navios para a MB mais rápido. Depois eles fecham o estaleiro.

Camargoer
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Olá Fewoz. Possível sim, provável não. Seria necessário investir na modernização do segundo estaleiro e no treinamento de uma segunda equipe de funcionários. Isso pode representar uma elevação das despesas. Se a MB concordar em bancar esse custo adicional, seria possível sim. O que pode ser feito seria para acelerar o processo de fabricação seria, por exemplo aproveitar as instalações da UFEM para cortar e preparar partes das FCT que seriam levadas para SC para a montagem do casco lá. Tenho a impressão que o estaleiro catarinense só consegue montar um casco por vez .

ECosta
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, sou seu fã.

Camargoer
Reply to  ECosta
1 mês atrás

Obrigado ECosta. Um enorme abraço fraterno.

ted
ted
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

O estaleiro não pertence ao Brasil, assim todo investimento nele vem da Alemanha e parte dos engenheiros também.

Camargoer
Reply to  ted
1 mês atrás

Olá Ted. O estaleiro está localizado no Brasil. Ele até estaria habilitado para obter financiamento do BNDES para adquirir equipamentos modernos e ampliar sua oficinas e instalações. O lucro é do proprietário, mas a infraestrutura de produção poderá ser usada para produzir outros navios (FCT adicionais ou outros modelos). O investimento em infraestrutura para a produção das FCT continuará disponível no Brasil para produzir navios para uso doméstico ou para exportação. No caso dos estaleiros, o fato dele pertencer a um grupo estrangeiro tem pouco impacto. A produção é feita no Brasil, os salários são pagos a funcionários residentes no… Read more »

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Tudo é possível, mas compensa ? Esse é o ponto.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  fewoz
1 mês atrás

O problema é depois como manter o segundo estaleiro?

Teropode
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Basta encomendar um PA ligeiro tipo CAVOUR .

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Já temos vários estaleiros bons parados. Seria mais viável arrendar um.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

Ai sim é uma boa opção!

Maurício Veiga
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

Na “MOSCA”!!! Simples assim, outros estaleiros poderão ser contratados para acelerar a cadência de produção e acomodar as encomendas subsequentes as quatro iniciais, isso seria lógico e totalmente viável…

Bardini
Bardini
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Enquanto jogam uma montanha de dinheiro fora, bancando o Oceana um estrangeiro simplesmente lucrar com um programa sem visão de futuro, o AMRJ continua na M… . O AMRJ tinha todo o espaço físico necessário para receber a linha de montagem desses navios. O Oceana não tem nem doca seca!!! E além disso, investimentos feitos no AMRJ serviriam consequentemente para a manutenção de todo o restante da Esquadra, pois seriam investimentos feitos na MB, que ficariam sob o controle da MB para posterior utilização pela MB. E caso existissem outras concorrências, com diferentes vencedores, a MB poderia utilizar a MESMA… Read more »

Emerson
Emerson
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Com certeza, também penso assim. Jogamos dinheiro fora com estaleiros, vide Oceana e também o de Itaguaí. Com essa grana toda teríamos reformado/modernizado o AMRJ, já poderíamos ter colocado em produção o U-214 em 2006 (poderíamos já ter 04 na água e mais 04 em fases distintas de produção e as Tamandares já em construção (04 em construção e mais 04 planejadas). Já poderíamos estar planejando 04 fragatas de 6000 tons e uns 02 LHD Trieste (melhor modelo ao meu ver). Enquanto continuarem trocando projetos por propinas, a defesa sempre estará em plano de fundo. E parar com essas megalomanias,… Read more »

Satyricon
Satyricon
Reply to  Emerson
1 mês atrás

Prezado Emerson, não concordo quanto ao estaleiro de Itaguaí, mas quanto ao SubNuc, vc está corretíssimo.
E haja grana para concluir-se (e manter-se) o complexo nuclear (que sequer foi iniciado ainda)

Carlos Gonzaga
Carlos Gonzaga
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Sabe porque não se investe mais em estaleiros no Rio de Janeiro? Simplesmente porque nenhum estaleiro carioca entrega nada! Inclusive o AMRJ. Nem manutenção eles estão fazendo direito. Tive o desprazer de verificar isso pessoalmente. No AMRJ portam-se como uma repartição pública. Muito papo, muito cafézinho e pouco trabalho.

Bardini
Bardini
Reply to  Carlos Gonzaga
1 mês atrás

O AMRJ é uma repartição pública abandonada… e só tende a piorar se nada for feito, já que foi totalmente sucateado, tanto em termos de estrutura física quanto em termos de força de trabalho. Só o que resta lá, é realmente papo e cafézinho, pois isso não demanda equipamentos de ponta e conhecimentos no estado da arte, no tocante a construção.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Bardini
1 mês atrás

A questão toda esta no inico da sua frase. E uma repartição pública, portanto mesmo que as tamandares forem fabricadas lá, depois que a última for construida, o estaleiro perde tudobpor falta de encomendas como sempre.
Infelizmente, não teremos demanda o suficiênte para manter uma estrutura voltada só para a fabricação militar.

Salim
Salim
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Cristiano da sim, entre fragatas (6 ), corvetas (8) e opvs(12). Daria para entregar um navio novo a cada 18 meses . Quando sair ultimo primeiro estará com 39 anos nas costas, ou 15 meses o ultimo 32 anos. E so planejar e cumprir. Teríamos barcos novos e feitos e projetados aqui, solta um analisa 12 meses, melhora e vai soltando. Teria escala, daria para vender exterior, podia mesclar com equipamentos nacionais e estrangeiros. Ai teríamos 2 grupos tarefa : 3 fragatas, 4 corvetas e 2 OPVs. No total teríamos 14 escoltas de guerra e 12 opvs patrulha oceânicos. Se… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Salim
1 mês atrás

Duas considerações sobre o efetivo, primeira o aumento do efetivo foi determinado pela lei nº 12.216/2010 de 2010, descobri isso ao analisar os relatórios de gestão de exercício da Marinha do Brasil que encontrei(no caso os de 2015, 2016 e 2017), no geral o efetivo da MB é para estar dimensionado para a Esquadra prevista no PEAMB, como não saiu veio esse problema e não é fácil resolver e ai entra a segunda questão, cortar um número tão grande pode, e vai, causar problemas organizacionais, comprometendo muito a capacidade da Força de cumprir suas tarefas, isso tem que ser feito… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Wilson, e so mandar reserva não renumerada ( mandaram embora nr 1 deste jeito após greve por mais salario ) Sem navio e ate fácil. A previsão pessoal pode ate ficar, mais se fossem sérios nem teriam colocado todo este pessoal.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Salim
1 mês atrás

Como a lei tinha efeito imediato, não tinha muito o que fazer, sem falar que o cenário de 2010 era bem diferente de hoje, pelo que vi nos relatórios a MB começou a buscar reduzir o efetivo já em 2015, mesmo que de forma bem gradual. Não existe caminho fácil aqui, nem a reserva não remunerada ajuda, tem a lei que tem que ser revista, tem as burocracias de RH, tem o Congresso que pode tirar o dinheiro por achar que a MB não precisa dele mais. O cenário atual exige um reestudo de como deve ser a composição da… Read more »

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

A lei não manda aumentar o efetivo. Ela autoriza o aumento, segundo as prioridades e o orçamento das forças.

Tomcat4,2
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Isso tudo que vc espera que aconteceria caso se reformasse o AMRJ está sendo concluído na base/estaleiro de submarinos onde, já foi dito em vídeos do diretor da ICN, que se construirá navios tbm, não apenas submarinos e sua manutenção. Uma base/estaleiro nova e super moderna ali, pra quê gastar reformando o AMRJ??

Camargoer
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Olá TomCat. Concordo com você. Exatamente por isso parece razoável aguardar a conclusão do PMG dos Tupis em Itaguaí após o lançamento do S43 (o prédio principal do estaleiro cabe com folga dois submarinos). Alás, Itaguaí está concorrendo para a fabricação do navio de apóio antártico.

Wilson Lobe Junior
Wilson Lobe Junior
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Melhor o AMRJ se concentrar em entregar duas ou três classe Macaé para depois pensar em saltos maiores.

ECosta
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Talvez seja uma solução mais barata do que compras de oportunidade.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  ECosta
1 mês atrás

Não e não. Na verdade a mais cara, em segundo lugar vem as compra de navios novos de prateleira.
Más o problema das compras de oportunidade são: Navios disponíveis para compra, custo de manutenção, e tempo de uso restante.

Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Olá Cristiando. Acho que esta conta é mais complexa. Para uma empresa privada que gera seu lucro pela maximização da receita e minimização das despesas, o critério de menor preço é importante. Para o Estado, é preciso levar em conta outras variáveis. Por exemplo, a geração de empregos formais no país, com impacto sobre o consumo das famílias, elevando a atividade econômica local. Isso gera impostos nas diferentes esferas de governo e também eleva as contribuições previdenciárias, além de gerar encomendas para o setor de máquinas e equipamentos. Há um efeito multiplicador. Além disso, a geração de empregos no país… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  fewoz
1 mês atrás

O prazo dilatado de entregas esta mais relacionado ao cronograma de pagamento e nao a capacidade do estaleiro.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Eles iriam preferir construir na Alemnha que já tem um estaleiro próprio em caso de almento de cadência de produção rápiada e por um curto periodo.

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

ótima Noticia !!! Excelente canhão , no vídeo Contei 16 Tiros em 10 segundos , impressionante !

Last edited 1 mês atrás by Rodrigo Maçolla
Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Uma excelente noticia!!!

Profgeo
Profgeo
1 mês atrás

É impressão ou notícias boas estão ocorrendo para nossas forças armadas. Riachuelo, Tamandaré, Guarani, 4×4 da Iveco, Mansup, Gripen, Kc 390 e o MTC 300 que na verdade pode chegar a 1000 km. É um começo, lento mais gradual, visto que são programas de estado (e não de governo) com anos de desenvolvimento.

Camargoer
Reply to  Profgeo
1 mês atrás

Caro Profgeo. Alguns destes programas começaram há mais de 10 anos. Seria um erro dizer que “é um começo”.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Há muitas coisas que começaram há anos, mas só agora estão sendo concretizadas, e não apenas na questão militar. Ouvi certa vez de um gestor, não basta ter iniciativa, tem que ter “acabativa”.

Camargoer
Reply to  Sagaz
1 mês atrás

Olá Sagaz. Napoleão disse que um soldado estupido com iniciativa deve ser fuzilado. Ele causa mais dano ao próprio exército que a ação do inimigo. Os programas que estão sendo concluídos agora o fazem por uma questão de calendário. Eles foram iniciados em governos anteriores e financiados por governos anteriores. Os programa que forem iniciados agora serão concluídos por outros governos no futuro. Se os submarinos estão sendo entregues agora, é porque foram contratados em 2009. Se o KC390 está sendo entregue agora é porque foi iniciado em 2007. Se o F39 está sendo entregue agora é porque foi decidido… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Pois sim.

Programas antigos.

Kemen
Kemen
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Muitos desses atrazos são causados por algum pais nos proibir a compra de alguns componentes, causando com que se tenham que se buscar alternativas ou mesmo invalidando o desenvolvimento.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Camargoer
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Olá Kemen. Creio que a maioria dos atrasos ocorreu por questões politicas e financeiras. Por exemplo, quando Lula anunciou o Rafale em 2009, ele foi durante criticado (não importa se ele estava errado ou certo), levando-o a deixar a decisão para seu sucessor. Isso mostrou que seria necessário uma negociação política. Provavelmente, Dilma teria o mesmo problema caso anunciasse qualquer um dos modelos. O caso da espionagem da NSA deu as condições políticas para ela tomar uma decisão sem contestação. Ainda assim, houve uma movimento para criminalizar a escolha do Gripen. A questão financeira também sempre pesa porque no caso… Read more »

Tomcat
Tomcat
1 mês atrás

Interessante o alcance de 40 Km com munição Volcano. Alguém sabe o custo dela em relação às comuns?

Guilherme Poggio
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

São caríssimas. Quase o preço de um míssil. Abordamos o canhão OTO Melara (atual Leonardo) de 127mm e a munição Vulcano numa matéria especial feita na Euronaval 2012. Para conferir segue o link
.
https://www.naval.com.br/blog/2012/10/30/ecos-da-euronaval-2012-o-12764-lw-da-oto-melara/
.
Vale a pena a matéria abaixo também
.
http://www.naval.com.br/blog/2012/10/30/ecos-da-euronaval-2012-municoes-guiadas/#axzz2AlzVxY4k

Last edited 1 mês atrás by Guilherme Poggio
Kemen
Kemen
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Vulcano, um video sobre a munição.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Tomcat,

Para o 76mm a munição ainda está em desenvolvimento.

https://www.leonardocompany.com/en/products/vulcano-76

Salim
Salim
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Volcano e caro e abrevia muito tempo entre manutenções. Ideia meio fora da casinha, coloca 40mm anti missil e embarcação pequena e coloca um conteiner de astros vls 40mm guiados . Sera que daria certo? Criticas construtivas por favor rsss

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Salim
1 mês atrás

Sim. Daria super certo e a um décimo do custo. A munição guiada tem enormes qualidades e digna de admiração. mas perde o sentido se for tão cara quanto um missil. esta foi a derrocada dos projeto Zumwalt. canhão tem de servir para fogo sustentado, massimo e repetitivo. Uma boca é pouco…um casco precisa de mais de uma boca. Canhão pode armazenar muito mais munições do que misseis. Misseis por serem caros e grandes, tem pouca armazenagem e são empregados apenas para alvos taticos e estrategicos. Munição inteligente de canhão por conta de ser um projetil muito pequeno ( comparativamente… Read more »

Vovozao
Vovozao
1 mês atrás

21/09/2020 – segunda-feira, bdia, ótimas notícias, só gostaria que pudessemos acelerar a construção e as entregas, para não ficarmos sem escoltas, pelos problemas ex-MB tipo Covid19, necessidade de capacitação do pessoal do estaleiro, adaptacao do estaleiro, corremos um risco muito grande de ocorrerem atrasos, e, nossas escoltas não tem mais condicoes de enfrentar mar alto, se não acontecer uma compra de no minimo 4 fragatas de ocasião, como costumamos dizer…. nossos marinheiros…. ficaram a ver navios….. de outras marinhas fazendo visitas ao Brasil…

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Quatro nao sei mas pelo menos 2 fragatas terao que ser compradas com certeza. Eu iria nos KDX coreanos mais antigos .

Camargoer
Reply to  Leonel Testa
1 mês atrás

Caro Leonel. O problema para adquirir material de segunda-mão é existir navios ofertados por outra marinhas. Por outro lado, a aquisição de fragatas novas de estaleiros estrangeiros seria um erro já que agora o país contará com um estaleiro capacitado para fabricar as fragatas Meko. Além disso, é melhor demorar três ou quatro anos para ingressar um navio de combate feito no Brasil que terá um ciclo de vida de 40 anos do que adquirir um navio no exterior extremamente caro, que não terá qualquer impacto positivo sobre a atividade econômica do país em um período de forte recessão e… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Mas…

Seria uma forma e a única forma de corrigir uma situação real.

A MB não tem navios.

Camargoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. A MB tem um contrato para a construção de quatro FCT. Tudo indica que elas serão concluídas, assim como estão sendo concluídos os quatro Riachuelos. O problema apenas quatro serão insuficientes para substituir todos os navios que deram baixa ou estão programados para dar baixa. A solução mais simples seria adquirir navios usados, mas isso depende da oferta. Creio que não há previsão de baixas em outras marinhas de navios que interessam a MB. A MB tem 5 submarinos Tupi que estão com os PMG pendentes. Por um valor equivalente a uma ou duas fragatas usadas e por… Read more »

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Eu concordo Camargoer so que nossas escoltas aguentam ate 2028 ? acho que vamos precisar de navios usados em algum momento e a recessao pode ate ajudar por que muitas Marinhas podem ter que cortar gastos tambem .

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Leonel Testa
1 mês atrás

Precisar, vai.
Mas como ele falou ali, o problema é ter boas oportunidades disponíveis.
O cenário mudou. Após 30 anos de fim de guerra fria, os países produziram bem menos navios e os que foram produzidos rodaram até o osso.
Enfim… está osso!

Camargoer
Reply to  Leonel Testa
1 mês atrás

Olá LT. A MB fez excelente compras de oportunidades nos últimos anos. O A140, o G40, as Mearim e as Amazonas. Caso alguma marinha ofereça bons navios de combate, será ótimo, só que a MB não pode fazer planejamento considerando ter sorte. Como (dizem) escreveu Gramsci, “pessimista na análise e otimista na ação”.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

o problema de adquirir compra de material usado de oportunidade é justamente adquirir um equipamento talhado para a necessidade de um país que pode não ser a sua necessidade especifica. que o material usado está disponivel justamente por não mais atender os novos requisitos da guerra moderna drenar os recursos para um ciclo vicioso em que voce emprega material dimensionado para requisitos de guerra que não existem mais e que assim sendo impediram a produção interna, mesmo que de produtos medianos nacionais. Um produto mediocre nacional as vezes é superior a um produto de segunda mão colocado fora de operação… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Boa escolha, e seguimos avançando no projeto.

Salim
Salim
1 mês atrás

Quatro canhões, euro 7,5 milhões cada, o mesmo preço mbt zero. Os valores são bem altos neste mercado. Com estes números ressalto cada vez mais necessidade estratégica,econômica de nacionalizar ao maximo equipamento militar e munição empregada nestes armamentos.

Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Olá Salim. Também acho fundamental nacionalizar a munição. Creio que isso seja até fácil considerando a experiência da MB e da existência de empresas no Brasil que já fornecem munição para as forças armadas. O problema maior é a manutenção. Eventualmente, os equipamentos precisam de manutenção. Para isso é necessário chamar técnicos da Itália. A MB terá que treinar uma boa equipe de manutenção preventiva, mesmo que ela importe as peças de reposição, ou possa fabricar as peças em suas próprias oficinas.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Acho que o maior problema é a utilização. Comprar pra acumular.

O deal seria usar. Pra usar precisa de exercícios, treinos, aprestamento, aprontamento e usurpamento.

Teria que repor. Mais gasto com munição, mais gastos com manutenções das armas.

Com arma não tem jeito de fazer manutenção preventiva tipo elevador.

Acho.

Camargoer
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Olá Esteves. Concordo com você que estoque de munição em tempos de paz deve ser mínima. Munição perde validade. Por outro lado, é preciso ter a capacidade de produzir munição para os períodos de crise.

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Um grande problema desse projeto selecionado pela MB, é que ele não é capaz de receber uma arma de 127mm, como a MEKO A200 é capaz. . A MB atualmente tem uma péssima capacidade de realizar Apoio de Fogo Naval, que reside basicamente nos velhos 4,5″ ainda “operacionais” nos Escoltas. E essa capacidade se tornará pífia, com a baixa gradual desses Escoltas equipados com os 4,5″ e a incorporação de novos Escoltas equipados apenas com canhões 76mm. . Uma outra vantagem que essa reserva de peso existente na MEKO A200 traria para a MB, seria a capacidade de ter uma… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Rawicz
Rawicz
Reply to  Bardini
1 mês atrás

A questão é, a A200 caberia no custo?

Bardini
Bardini
Reply to  Rawicz
1 mês atrás

Óbvio…

Alexandre
Alexandre
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Bardini, como vc pode chegar a essa conclusão, se nem ao menos sabemos como será a configuração final das Tamandarés?
Outra coisa, esse casco das tamandarés(3450t) está mais para um casco A 200(3500t) do que um A 100(2400t)!

Bardini
Bardini
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

MEKO A200:
.
Comprimento: 121m
Boca: 16,3m
Tonelagem: 3700t
.
MEKO A100:
.
Comprimento: 107m
Boca: 15,95m
Tonelagem: 3500t
.comment image

Bogdan
Bogdan
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Bardini,
A idéia do texto da reportagem…

https://www.naval.com.br/blog/2019/03/31/exclusivo-as-razoes-que-levaram-a-escolha-da-meko-no-programa-tamandare/

…continuaria a ter fundamento na escolha de um projeto MEKOA100 “turbinado” até uma tonelagem proxima do A200 num valor permissível para a marinha no momento, mas pensando num futuro a negociação de uma MEKO A400?

Grato pela opinião.

Samuel Castro
Samuel Castro
Reply to  Bogdan
1 mês atrás

Desculpa, mas eu realmente dúvido que o Brasil compre as A400.

Talvez no começo do ano ainda existisse a esperança de adquiri-las, mas agora, com a crise financeira que o COVID trouxe, não iremos ter dinheiro para isso por pelo menos uns 6 anos.

Bardini
Bardini
Reply to  Bogdan
1 mês atrás

Eu não entendi direito a pergunta… . Te digo que, eu acho que optar pelo projeto base da MEKO A200, teria fornecido um verdadeiro navio EG, que poderia ser adquirido em maior quantidade e também em uma versão mais voltada para AAW. Fora que é um projeto que já existe… e além disso, minimizaria um pouco mais a necessidade por um navio maior, como as MEKO A400. . Sobre MEKO A400: nem os alemães querem. Foram de Damen. E se a MB selecionar uma FREMM da vida ou for de Damen também, lá na frente, vamos bancar a capacitação de… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Exato, Meko 200 e mais sensato, barco mais capaz e ja navegando pelo mundo em varias marinhas, partimos em uma adaptação de barco menor com menor capacidade.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Meko A400 é totalmente fora de nossa realidade, algo como sonhar com NAes de 60.000 tons….. Pensem mais na Meko A600 que foi oferecida no extinto ProSuper…com aproximadamente 5.500 tons seria muito mais viável economicamente, projetada sobre um casco com já comprovada qualidade e mais “pé no chão”.
Com 12 unidades, inclusive uma versão AAW que já existe, (mais as 6 Tamandarés) a MB estaria muito bem servida pros próximos 30 anos. Sem megalomania, cumprindo muito bem suas obrigações.

Camargoer
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Olá Bozzo. Concordo com você que a composição FCT + Meko600 seria uma excelente força de superfície. Sou incapaz de avaliar o tamanho desta frota, se a MB precisaria de 6 ou mais FCT ou quantas Meko600, mas seria uma excelente combinação.

Bardini
Bardini
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Essa visão de 18 Escoltas não condiz com a nossa realidade $$$ no curto prazo… Só se vier coisa usada, pra sugar mais recursos; O que não dá pra ficar sonhando com isso e aqui, sem ter o basicão primeiro. . É praticamente impossível comprar 12 Escoltas de um projeto que não existe e que seriam muito mais caro que o atual. Se fosse preço semelhante, até daria pra se iludir, mas não é. . Se as Tamandarés fossem MEKO A200, aí sim, poderia se pensar em 12 Escoltas com maior embasamento. Coisa na linha de 04 EG, 05 ASW… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Bardini
1 mês atrás

“É praticamente impossível comprar 12 Escoltas de um projeto que não existe e que seriam muito mais caro que o atual.” Então, a A600 é baseada nas F124, mesmo casco, mesma propulsão, etc….ela seria mais barata que as Sachen pois são EG enquanto a alemã é AAW. Mas concordo que hoje, agora, é impraticável tal compra. Mas se a MB se planejar corretamente para a partir de 2030 iniciar uma fragata ideal pra si, ela teria na A600 uma base já comprovada, reduzindo custos de desenvolvimento; e poderia focar em sistemas eletrônicos, propulsão elétrica nacional, missilistica, etc. Até porquê a… Read more »

FCC.jpg
Bardini
Bardini
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Não tem como ficar só com 04 Fragatas… . Meko A600 ou outro navio maior e mais caro, nesse momento, é uma ilusão muito grande. O problema todo, pra ser repetitivo, é que as Tamandarés são navio de menos. Isso é o que complica tudo. Por pouca coisa a mais $$$, estaríamos em melhor situação… . O que eu penso ser correto, agora, é deixar essas coisas de MEKO A600, A400 e etc de lado, por conta da situação financeira horrível e ir atrás de um navio menor, para fazer número em curto espaço de tempo. . Os alemães tem… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Concordo com tudo isso, só que, em vez de fazer OPV’s, faria tudo corvetas mesmo com suas 2.000, 2.500 tons, com a maior similaridade de equipamentos possíveis com as Tamandarés (exatamente o que descreveu), Fitted For But Not With com certeza pra baratear ao máximo a construção. Nas duas últimas Tamandarés a MB deveria fazer um esforço e instalar módulos ExLS, 3 em cada uma, para um maior poder de fogo. 04 + 02 (com foco em AAW) Fragatas Tamandarés 12 Corvetas de patrulha (que podem ser convertidas rapidamente em ASW/ASuW) Mas, tem sempre um mas, a MB necessariamente terá… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Sim, interessante, mas quanto seria esta estimativa de um casco deste de 1800 ton? na corveta no no pé de boi OPV? Considerando que 50% a 60% do custo de um navio são seus sistemas de combate, talvez não saia tão mais caro fazer Tamandares downgrade com dois bofors 40mm e motorização diesel. Uma espécie de U27 das Tamandares a exemplo do que o U27 foi das Niterói…e 3500 ton daria para acomodar mais facil qualquer up mais robusto se for necessário…basta que a geração eletrica seja similar ou proxima das Tamandarés….. Os canadenses tiveram no passado um desenho de… Read more »

Bjj
Bjj
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Por mim a Meko A-200 seria o navio a padronizar a frota de superficie em diferentes configurações e especialidades, tipo uma versão de “pobre” do que os italianos e franceses estão fazendo com as FREMM. Já em relação ao apoio de fogo, não acho que perderemos muita coisa com o novo canhão. Em que pese a munição ser menor e mais leve, o volume de fogo é maior em função da cadência de tiro mais alta. Canhão 114 mm: 25 tiros por minuto x 21 kg da munição = 525 kg de carga sobre o inimigo em um minuto. Canhão… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Bjj
1 mês atrás

Nós ganhos e muito, no tocante a ter uma arma mais multifunção com esses canhões, passando a ter maior capacidade de abater aeronaves e mísseis.
.
Mas no tocante a NGS, perderemos no fator alcance e no poder de destruição do impacto de uma munição.

Salim
Salim
Reply to  Bjj
1 mês atrás

BJJ, pelo que li, o magazine deste canhao comporta em torno 80 muniçoes, nao sei capacidade magazine do 114mm.

bjj
bjj
Reply to  Salim
1 mês atrás

Salim

A única fonte que encontrei cita 18 projeteis prontos para uso dentro da torre do 114mm.

Salim
Salim
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Concordo em grau e gênero, MEKO200 seria melhor solução para MB deste fornecedor. Mataram evolução Barroso em outro tot , agora para filial matriz, após compra Aceania.

Marcelo Danton
Marcelo Danton
1 mês atrás

Gostaria de sugerir matéria especial em referência à criação da segunda esquadra especificamente no Naranhao e/ou Pará..
Quais as melhores alternativas
Nova Base Naval x PA porta aviões

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Marcelo Danton
1 mês atrás

Marcelo, no ritmo que a banda toca, nem nova base naval, nem PA nem segunda esquadra por muito tempo ainda…

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Marcelo Danton
1 mês atrás

Não vejo muita utilidade em uma nova base naval no Nordeste(se fosse da minha escolha,teria que ser em Fernando de Noronha) se a MB não consegue nem ter uma única esquadra em estado decente. É certo que a MB sonha com duas esquadras,mas é como eu sempre faço questão de dizer aqui na trilogia,projetos dessa magnitude têm que vir do Congresso e do Governo Federal,e não dos militares.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Na minha opinião pessoal, para que o Congresso e o Governo lancem projetos dessa magnitude teria que ter um dedinho dos militares, e de empresas do setor(o que chamamos de lobby), pra mim sem isso não haverá interesse em projetos assim.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Wilson,exato,deve haver o dedo dos militares,mas quem tem que bancar o projeto e se esforçar para levá-lo adiante é o poder civil,já que são eles que têm a chave do cofre. Por exemplo,nos EUA,a ideia da USN operar 11 porta-aviões a qualquer tempo é bancada pelo Congresso,tanto é que ela virou lei,é lógico que quem chegou a esse número específico foram os especialistas militares que assessoram o Congresso,mas é o poder civil que leva a ideia adiante ao dar à USN o valor no orçamento necessário para a operação desses 11 porta-aviões. Claro,estamos em um diferente contexto,mas é de suma… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan, FAAS tem usd 25 bi ano para gastar. O que fizeram , mais que dobraram efetivo e deixaram meios velhos e obsoletos. Quem planeja e FAAS,congresso libera dinheiro e como demonstrado orçamento e bastante generoso FAAs.

João Adaime
João Adaime
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Prezado Allan
Independente de termos ou não a segunda esquadra ou uma base naval reforçada, tire Fernando de Noronha da sua lista. O local é área de preservação permanente, onde inclusive existem praias em que o acesso é limitado a um certo número de pessoas por dia e o aeroporto não pode ter vôos noturnos, fora outros cuidados. Além do que não existem locais abrigados como tem em São Luís ou Belém.
Abraço

Last edited 1 mês atrás by João Adaime
Camargoer
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Olá João. Concordo com você. Além de Noronha, tem Abrolhos e Alcatrazes, ilhas que se tornaram áreas de proteção biológica. Alcatrazes foi por muito tempo um campo de treinamento de tiro da MB. Acho que o conceito de “segunda-frota” pode ser substituído por um modelo mais dinâmico, no qual diferentes navios de combate são deslocados para operar na região da foz do Amazonas, como nas missões da MB no Líbano.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Olá,João. De fato,Fernando de Noronha é uma área de preservação ambiental,o que na minha humilde opinião é um erro pois é um local perfeito para que seja construída uma base naval,penso em algo semelhante à Base Naval de Pearl Harbor,sede da Frota do Pacífico. Após a Segunda Guerra,as autoridades deveriam ter investido no local como base militar,cuja localização é extremamente estratégica,agindo como um porta-aviões no oceano,tal quais as bases de Guam,Diego Garcia ou Ascensão. Sei que nunca irá acontecer,mas acho um grande desperdício deixar de usar todo o potencial militar do lugar só para ter (mais uma) área de preservação.… Read more »

Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro Allan. A vida marinha e insular buscam formam nichos ecológicos únicos. Galápagos é o exemplo clássico, onde Darwin percebeu a como a adaptação e a seleção natural formam a base da evolução (a mutação genética completou a ideia anos depois). Lá, cada ilha resultou em espécies diferentes, mesmo estando próximas. Noronha, Alcatrazes, Abrolhos são diferentes uma das outras. São ecossistemas únicos e afetam a vida marinha (inclusive o potencial de pesca) de modo diferenciado. Portanto, uma reserva marinha nunca será “mais uma” porque cada uma é única.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer,o valor estratégico de Fernando de Noronha como um grande porta-aviões estacionado em frente ao Nordeste supera a necessidade de se ter a ilha como reserva ambiental,na minha opinião,independente de qualquer nicho ecológico que haja ali. Já há muitas áreas protegidas no território brasileiro,isso atrapalha demais o desenvolvimento do país,enquanto outras nações usam seus territórios em sua plenitude,nós ficamos amarrados por uma regulação ambiental xiita.

De qualquer forma,não haveria necessidade de se destruir toda a floresta,apenas uma pequena parte dela,Guam é bem menor que Fernando de Noronha,e a base de lá consegue atracar até mesmo um Nimitz.

Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro Allan. Pelo contrário. Os animais marinhos têm hábitos migratórios e aspectos territoriais para a reprodução. A proteção destas áreas são fundamentais para a sobrevivência das espécies, muitas das quais com valor comercial e outras como reserva de biodiversidade. A extinção de uma espécie, mesmo de baixo valor comercial, pode impactar na sobrevivência de espécies de valor comercial de maneiras complexas e quase imprevisíveis. Essa ideia que a proteção ambiental trava o desenvolvimento do país já era antiga na década de 70, quando o movimento ambiental mundial ganha visibilidade a partir dos movimentos anti-nucleares.

Camargoer
Reply to  Marcelo Danton
1 mês atrás

Olá Marcelo. Pelo que que a MB escreveu em seu plano estratégico, o problema é a foz do rio Amazonas. Acho que no momento, bastaria uma base moderna que pudesse atender a uma parte dos navios de combate da MB caso fosse necessário ampliar a presença da MB naquela região. A FAB tem um conceito muito moderno de esquadrão. Nenhum esquadrão têm caças, mas eles operam os caças até serem enviados para manutenção, recebendo outro avião. A MB poderia fazer algo parecido. Alguns navios podem operar no N/NE até demandaram manutenção, quando seria substituidos por outros similares.

Juarez
Juarez
Reply to  Marcelo Danton
1 mês atrás

A segunda esquadra a ficará sediada em uma das luas de Júpiter e contara com quatro cruzadores estelares,seis destroyers espaciais e duas batleships classe Galáctica.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Kkkk é bom rever seus comentários Juarez, mesmo os irônicos…..andas muito sumido.

Gamayun
Gamayun
Reply to  Marcelo Danton
1 mês atrás

Estudos conduzidos pelo corpo técnico da Marinha do Brasil elegeram preliminarmente o sítio da Ponta da Espera/Ilha do Medo, na baía de São Marcos, em São Luís do Maranhão.

Juarez
Juarez
Reply to  Gamayun
1 mês atrás

Devem ter sido os mesmos “estudantes navais” que indicaram a compra do Foch, que autorizou o projeto corveta submarina classe Inhaúma, que coordenou o PMG do NDD Ceará e outras decisões “sábias”.

Salim
Salim
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Caro Juarez, bom ver vc de volta. O São Paulo navegou 5 anos sem reforma e com reforma ( informada na compra ) daria mais 15 anos operação ( tinha que comprar com a reforma e garantia 20 anos ), Corveta submarina Inhauma, tinha ate laudo técnico da Suécia que funcionaria fora UFRJ, porem foi bem resolvido Barroso ( quando saiu barco bom mataram por tot em filial matriz estrangeira ) e Ndd Ceara foi reforma mal feita sem culpa dos planejadores.

ECosta
1 mês atrás

Não parece ser uma boa opção contra navio.
Qual vai ser o nosso CIWS ?
Ainda vamos comprar fragatas pesadas de segunda mão ?

Camargoer
Reply to  ECosta
1 mês atrás

Olá Costa. Acho que não existem fragatas pesadas á venda por outras marinhas. Esta decisão só pode ser tomada quando há a oferta. Havendo interesse, a MB envia um grupo de trabalho para avaliar o navio. Sobre este parecer técnico é feito um segundo parecer financeiro (que precisa da autorização do MInEco) e dependendo, da aprovação do Senado.

Tutu
Reply to  ECosta
1 mês atrás

1 – É uma arma amplamente difundida e utilizada até em navios bem maiores que as Tamandaré.
2 – Ainda não se sabe, já saíram imagens das Tamandarés com canhões secundários de 40mm, MGL de 27mm e até millenium.
OBS: Esse 76/62 tb pode operar como CIWS com munição 3P.
3 – Só Deus sabe.

Tutu
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Particularmente gosto muito de conceito do millenium, se o problema for dinheiro, partiria para o MGL 27mm.

Peter nine nine
Peter nine nine
1 mês atrás

Adoro esse canhão… Uma variante do mesmo serve as duas “M” da MP 😍

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
1 mês atrás

Os próximos serão os Sea Ceptor…

Juarez
Juarez
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 mês atrás

Existem controvérsias quanto isto…..

Tutu
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Juarez, quais seriam as outras opções?
Aster 15, RAM?

Juarez
Juarez
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Não.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Juarez, estão especulando que os lançadores das Tamandarés serão tipo cogumelo, então só cabe o Sea ceptor mesmo.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

E a lista oficial dos “dentes” e sensores das Tamandarés, vai finalmente ser divgado quando?

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Estou curioso para saber qual será os VLS das Tamandaré,espero que consiga lançar mísseis maiores que o Sea Captor.

Bardini
Bardini
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Tudo indica que vão ser 12 células que só cabem o Sea Ceptor…

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Negativo. Cabem três outros modelos de mísseis ar ar

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Se eu fosse tu, esperava bem sentado por isso aí…
.
Sea Ceptor tem lançamento a frio. Se vir, pode vir em um VLS barato, feito para ele e tende a ser 12 mísseis por navio.
.
Mas o certo, seria pagar para ter capacidade de lançar outros mísseis, optando ou por ExLS ou Sylver A35.

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Pois e mas como nem eu e nem tu conhecemos detalhadamente a arquitetura interna deste projeto Meko 100 Frankenstein, se,e tão somente se o paiol não está abaixo dos VLS, tudo pode mudar, mas se ficou lá, aí realmente e só missil com lançamento a frio.

Bueno
Bueno
1 mês atrás

oFF topic..
Raro de se vê o P3 no Flightradar

Será que P3 esta fazendo operação com o Riachuelo ou inicio das operações conjunta com Heron I ?

https://www.flightradar24.com/LOCAL/2591212b

Luiz Floriano Alves
Reply to  ghutoz
1 mês atrás

Só espero que não se concretize o “velho e bom” 40 mm. como arma AA. e AM. E munição 3P;Até esses barcos ficarem prontos teremos coisa melhor. Já dizia o rei da França: na guerra e no amor, ousar, sempre.

Jefferson
Jefferson
1 mês atrás

Excelente compra!

Jhon
Jhon
1 mês atrás

O contrato das novas corvetas ja foram assinados?

Camargoer
Reply to  Jhon
1 mês atrás

Fraguetas. Sim, a MB já assinou o contrato para as quatro FCT.

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Bom quanto aos canhões navais não tenho como não aplaudir a decisão, já que não fabricamos esse tipo de armamento.
O mais interessante e ler que a TKMS comprou 4 canhões com opção de mais duas unidades?
Será que já estão estudando mais 2 unidades das CCT/Meko gambiarra?

Ten Murphy
Ten Murphy
1 mês atrás

Não faz sentido algum não transferir tecnologia de armas e munições, motores e radares, ferramentas e equipamentos de construção. Menos sentido ainda não ter cadência de produção programada e orçamento aprovado para isso. Não sei se falta mentalidade estratégica nos políticos ou estratégia política nos militares. No final das contas o errado deve ser eu.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Ten Murphy
1 mês atrás

Não só você ten. Murphy.
Eu também não sou muito são pelos olhos de muitos aqui.
Para mim, os armamentos deveriam ser nacionais e importação só de cascos, pois ninguém vai transferir tecnologia de armamentos que levou anos desenvolvendo e muita grana pesquisando.
Mas os “inteligentes” do Brasil acredita em transferência de tecnologia , coelhinhos da páscoa e papai Noel.
Fazer o que ?
Te pergunto, existe almoço grátis ?

Kemen
Kemen
1 mês atrás

Seria interesante sabermos a versão do Oto Melara 76 mm comprado para as Tamandaré. Quem sabe depois…

http://www.seaforces.org/wpnsys/SURFACE/Oto-Melara-76mm-compact-super-rapid.htm

carvalho2008
carvalho2008
1 mês atrás

off topic:

Antonio Renato Cançado
1 mês atrás

Esses navios já nascem mortos. Com o armamento designado, não podem sequer pensar na possibilidade de engajar navios mais modernos de marinhas que mereçam ser chamadas assim. Os mísseis MANSUP, jóia da indústria nacional de defesa, têm alcance de cerca de 70km, ou seja, na classe dos primeiros mísseis antinavio postos em ação, mais de quarenta anos atrás. Se comparados ao mais modernos em uso por marinhas mundo afora, como as versões mais atuais dos Harpoon, Exocet, RBS-15 ou OTOMAT, por exemplo, além dos mais novos como o NSM e o LRASM, isso sem mencionar seus pares russos e chineses,… Read more »

Renato
Renato
Reply to  Antonio Renato Cançado
26 dias atrás

Antônio Renato,
Muito interessante sua colocação.
Um ponto de vista a ser considerado diante da grana despejada na Marinha.
Sou leigo no assunto mas tento entender alguma coisa.
Por exemplo:
A Marinha afirma que só pode fabricar inicialmente 4 fragatas devido a custos.
Penso eu, se o problema é manter a vigilância de nosso território marítimo, porque em vez de fabricar 4 fragatas, não se fábrica mais 4 subs scorpéne brasileiro?
Acredito que em termos de custos os subs sejam mais baratos.

Renato
Renato
28 dias atrás

Desculpem a piada, mas não resisti.
A montagem dessas fragatas parece a de brinquedos Playmobil.
Tudo em blocos KKK.
Até chegar o casco não sei quando a 1ª fragata vai estar pronta.