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Helicópteros das três Forças operam no PHM Atlântico

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Um marco histórico na interoperabilidade das Forças Armadas brasileiras.

Pela primeira vez é realizado um adestramento conjunto de emprego de helicópteros das três Forças a partir do Porta-Helicópteros Multipropósito Atlântico.

No dia 6 de outubro, helicópteros HM-4 Jaguar do EB, H-36 Caracal da FAB e UH-15 Pégasus da MB realizaram pousos e decolagens no PHM Atlântico.

Na manhã de 7 de outubro, o Tenente-Brigadeiro do Ar Raul Botelho, Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (CEMCFA), embarcou no PHM Atlântico e recebeu um briefing sobre as principais atividades do adestramento conjunto, além de conhecer as instalações do navio.

Durante o adestramento conjunto, as Forças Armadas treinaram o processo de infiltração por Fast Rope, ação em que os militares descem do helicóptero por uma corda. Além disso, executaram o “tiro de aeronave” e o “tiro de caçador na aeronave”.

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Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Excelente! Que ações como essas se repitam cada vez mais.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
1 mês atrás

Esses fios bagunçados igual na quinta foto é padrão em outras marinhas tb?

Luiz
Luiz
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

Minha nossa! Se é padrão ou não eu não sei, mas que a coisa impressiona negativamente, impressiona!

Rennany Gomes
Rennany Gomes
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

Sim, em um meio militar, se prioriza o acesso e a praticidade em detrimento da estética, ou seja quando ou se houver um curto deve-se ser prontamente identificado e reparado.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Rennany Gomes
1 mês atrás

Quem trabalha com infra sabe que esta praticidade se perde e o acesso fica confuso quando o estado do cabeamento é de bagunça.
Fora o aumento de probabilidade de alguém “esbarrar” em um daqueles cabos.
Ao que parece, as TVs/monitores foram instalados posteriormente, pela MB, sendo utilizados para auxílio em alguma operação.
Se for para uso temporário, ok. Se não, esperemos que o temporário não vire permanente.

Sagaz
Sagaz
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Depende, infra em prédio comercial (esteticamente não pode impactar) ou infra na indústria (não importa a estética, disponibilidade 365 dias 24h) ?

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Pela os cabos foto dá para ver que os cabos estão identificados e os fios estão fora da área de circulação.
Ao que parece, as TVs/monitores foram instalados posteriormente, pela MB, sendo utilizados para auxílio em alguma operação.”
De onde veio essa informação?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

E eles me parecem estar bem especificados, cada um com sua função e classificados por cores diferentes, etc. Quem dera meu computador tivesse os fios organizados assim heheheheh

Mayuan
Mayuan
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Parece coisa da minha ex mulher reclamando da minha mesa.

Ainnnn os fios estão uma zonannn

Camargoer
Reply to  Mayuan
1 mês atrás

Caro Mayuan. Os fios e os livros podem ser usados como tática diversionista para preservar a confidencialidade do estoque de Blue Label (o importante é manter aquela garrafa aberta com metade do volume, mesmo que a gente troque a garrafa periodicamente)

Silas
Silas
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

kkkkkkkk….. excelente….!!!

Mazzeo
Mazzeo
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

Depende o que significa “bagunçados” para o sr.
Eles ficam a mostra para identificar qualquer problema e também para uma troca rápida se necessário.
Se identificados, tanto no corpo, quanto em seus terminais, não estão bagunçados, estão apenas a mostra.
É melhor que ocultos e “arrumados” mas com manutenção dificultada.
Em navios tubulações e cabos tendem a ficar expostos, identificados por cores e códigos, isso é normal em todas as marinhas.

Fernando XO
Fernando XO
1 mês atrás

A denominação do A140 passará a ser Navio Aeródromo Multipropósitp Atlântico em função da possibilidade de operar com ARP

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fernando XO
1 mês atrás

Bom saber disso, XO. Obrigado pela info.

Já foram feitos testes nesse sentido ou podemos esperar que sejam feitos em breve?

Bardini
Bardini
Reply to  Fernando XO
1 mês atrás

Isso aqui tem possibilidade de vingar ou esse tal ARP seria um mero Scan Eagle?
.
https://pbs.twimg.com/media/ESM8rjbXYAA_SIC?format=jpg&name=900×900
.
Se a nova nomenclatura for por conta de operar Scan Eagle, nós teríamos automaticamente vários Porta Aviões na Esquadra, rs…

Tomcat4,2
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Em recente entrevista o mike da MB falou em aeronaves de pouso vertical( mencionou o fato de haver estrutura capaz de receber o V-22 Osprey, que já pousou e operou no A-140 e tal e que , se suportou ele…..) e mencionou tbm os drones.

FighterBR
FighterBR
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Tem o link dessa entrevista?

Camargoer
Reply to  FighterBR
1 mês atrás
Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Pousar e operar, até o CH-47 o fez, agora caber no hangar e outra história. Duvido a marinha gastar um dinheiro que não tem numa aeronave carissima em tudo, para navegar com ela amarrada no convôo exposta a dias de maresia e ao clima.

Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Olá Cristiano. Os helicópteros foram escolhidos antes da compra do A140.

Flanker
Flanker
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Ele se refere ao Osprey que, salvo engano, não cabe nos elevadores do A140. Todos os modelos atuais de helicópteros da MB podem operar nos elevadores do A140.

Camargoer
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Caro Flanker. Eu disse que os Caracal que operaram no A140 na missão de treinamento foram adquiridos antes da MB comprar o A140. Portanto seria um erro dizer que eles foram planejados para operar no navio. É ótimo que possam ser movimentados pelo elevador do navio. Foi o comandante da MB quem mencionou que o V22 já operou no deck do A140 quando ele era da marinha inglesa;

Luiz Henrique
Luiz Henrique
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Segundo entrevista recente com o Cmd do Atlântico, o Hermes 450 está sendo avaliado.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Fernando XO
1 mês atrás

É isso aí!!

fresney
fresney
1 mês atrás

Previsão para o MI-35 Sabre operar no Atlântico???????

TeoB
TeoB
Reply to  fresney
1 mês atrás

sim… esse heli seria ideal em uma verão naval, já comentei varias vezes ele navalizado poderia receber misseis ant-navio, como tbm uma versão para assalto aerotransportado e apoio de fogo as tropas… enfim agora acho que a bola vai para o v-280

sj1
sj1
Reply to  TeoB
1 mês atrás

Vamos desembarcar tropas onde ?

Mensageiro
Mensageiro
Reply to  sj1
1 mês atrás

No quintal dos inimigos

TeoB
TeoB
Reply to  sj1
1 mês atrás

se for por esse pensamento nem FA teríamos…
mas pra ilustrar imagina ter que reconquistar Fernando de Noronha de uma invasão estrangeria ou até parte do nosso litoral especialmente ao norte onde da acesso á Amazônia.

zé zão
zé zão
Reply to  sj1
1 mês atrás

No aeroporto fechado de Porto Princípe?

Bille
Bille
Reply to  fresney
1 mês atrás

Pousar ele pousa. Operar é que é o problema.
O MI35 não tem kit “naval”(rebatimento de pás, rebatimento de rotores, pontos de peiamento para esse fim). Ele não desce no elevador do convoo por conta do tamanho e dessas coisas.

Teria que ser transportado no convoo.
Aí tem os efeitos da corrosão, entre outros.

Deve dar, mas vai demorar um tempo.

Renan
Renan
Reply to  Bille
1 mês atrás

Na necessidade ele vai até no navio de apoio G151 mais que vai vai.
Eu duvido tomar uma cabeça de praia sem mandar uns h2 antes
O problema é que não foi treinado mas na necessidade dúvido que não usem

TeoB
TeoB
1 mês atrás

muito bom, só faltou aquela foto bem de cima do convoo lotado….

Marcos Pesado
Marcos Pesado
1 mês atrás

Vendo esta reportagem ficou pensando a razão das FFAA não terem uma estrutura de treinamento unificada para formar tripulações de helicópteros.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Marcos Pesado
1 mês atrás

Salvo engano essa ideia já foi levantada pelos próprios militares algumas vezes, mas acho que, no momento em que tiverem como selecionar um novo helicóptero de treinamento comum às três forças, isso possa ser executado.

Camargoer
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Olá Leandro. Primeiro tem que unificar o aparelho, mas seria bom unificar a nomenclatura também…. O EB chama de HM-4, a FAB de H-36 e a MB de UH-15. Qual a dificuldade de chamar de H algumacoisa A, B ou C?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, sim, estou completamente de acordo. Mais uma questão na qual o Ministério da Defesa deveria bater o pé e fazer acontecer. Não faz o menor sentido não ter uma nomeclatura unificada. Facilita em muito o entendimento, embora aparente ser apenas um detalhe.

Camargoer
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Olá Leandro. Pois é. È um detalhe que mostra a falta de coordenação das três forças. A falta de uma padronização da nomenclatura reflete os problemas de integração, sem que seja a causa.

Bille
Bille
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Camarada, A quanto temos usamos fuzis? não são unificados A quanto tempo usamos pistolas? não são as mesmas e Mochilas? Cada um tem a sua, e mais de um tipo e Camuflado? nem se fala e coturno? Piorou e a meia preta? nem a meia preta é a mesma. Sei que parece bacana falar em padronização, mas a verdade é que ela deveria começar pelas coisas simples, como o “nome/numero” dos uniformes (não precisar de uma tabela de correspondência de uniformes, por ex), os uniformes de educação física e de campanha. E ainda assim, como “cada um carrega o peso… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Concordo, mas isso é a falta de um MdD forte, um ministro com pulso firme e não militar (sem os vícios corporativo da caserna). Isso já aconteceu, mas uma determinada PresidAnta o tirou do cargo… Depois só apareceu figurantes…

Camargoer
Reply to  Wellington Góes
1 mês atrás

Olá Wellington. Fui rever os ministros da defesa que o país já teve (foram 12 em em 20 anos de ministério). O que ficou mais tempo foi Nelson Jobim (4 anos). Qual foi ministro não-militar que a Dilma sem vícios corporativos que ela trocou? Todos os ministros eram foram civis (deputaldos, vice-presidente, embaixadores). Apenas Temer e o atual governo indicaram militares (foram dois generais de exército) para o cargo. Inclusive, já apontei aqui os problemas disso.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Vamos lá tentar me explicar melhor… Quando digo “não militar (sem os vícios corporativos da caserna)”, não quis dizer que ministros civis tiveram algum vício corporativo da caserna, mas de quê, normalmente, ministros militares tendem a querer preservar algumas coisas que não cabem mais nos dias de hoje, não a toa, os dois ministros militares que foram indicados, um no governo Temer e outro no atual governo Bolsonaro, sequer trabalharam alguma proposta para diminuição de alguns privilégios ou diminuição de estruturas redundantes, que dragam os recursos disponíveis, que têm impactado sobre maneira o orçamento militar, coisas criadas quando os comandos… Read more »

Tutu
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

O programa para selecionar um novo helicóptero de treinamento já existe, e está rodando, se chama TH-X, e já tem até orçamento previsto para 2021.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Mas as 3 Forças não operam Black Hawk e Caracal? Não poderia ter uma única academia pras 3 Forças treinarem pilotos pra esses 2 modelos de helicóptero? Pelo menos, a instrução básica?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Fazer instrução básica nesses modelos é simplesmente cara demais. Nesse caso, é melhor o piloto fazer a conversão operacional no modelo nos esquadrões que os utilizam.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Ok, então que tal o contrário?
Uma academia unificada pra ensinar pilotos das 3 Forças o “básico” ou “intermediário” pra pilotar helis, e depois cada piloto vai pra sua Força, aprender o “avançado” específico pra sua missão, como por exemplo, os pilotos da Marinha aprenderem a operar Caracal em navios, e os pilotos da FAB a fazerem CSAR.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A idéia seria essa. Escolherem um helicóptero de treinamento comum, fazerem um centro de treinamento básico comum em asas rotativas, quando então os formandos iriam ser ensinados as especificidades de suas missões em esquadrões dentro de suas próprias forças. Acho que isso é uma racionalização de meios (humanos e financeiros) muito boa e só tende a aumentar a interoperabilidade e cooperação entre as forças.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Desculpa amigo, mas é justamente o contrário, são os próprios militares que fazem de um tudo para que isso não avance, do contrário, já teriam feito… Haveria perda de poder para alguns, diminuição no quadro de pessoal, menos dinheiro a disposição, etc, etc, etc… Aliás, o próprio Aeroclube é quem vive criando situações para que isso não ocorra, vide o caso das picuinhas com o EB por causa da aviação de asa fixa, no caso de transporte leve/tático.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Wellington Góes
1 mês atrás

Sua persistente desfaçatez de chamar a Força Aérea mais profissional da América Latina de aeroclube é extremamente triste e lamentável. Só não é surpreendente…

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Mayuan
1 mês atrás

Se não se comportassem como tal, com certeza não a chamaria assim… Uma força aérea que fica fazendo picuinhas com outras forças por besteira, quando não sabota sua própria capacidade de desenvolvimento tecno-industrial de armamentos inteligentes e sistemas, além da degradação proposital da sua capacidade de combate?! Desculpa, não há um nome melhor do que esse. Se não gosta, é um direito seu, daí dizer que não é verdade o que escrevo, vai uma grande diferença… Realmente, muita gente não gosta de encarar a realidade dos fatos, paciência… Mas me reservo o direito de liberdade de opinião. Te garanto que,… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Mayuan
1 mês atrás

Ele tem algum problema. Aquele do Maurício R. com a EMBRAER. Acho que não passou nos concursos. Só pode.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Ah claro…. Não sabia?! Todos que por ventura tenham a audácia de questionar as decisões FABianas, ou menosprezá-la, é porque não conseguiram passar no concurso público para a AFA/EPCAR… Por óbvio, se a FAB não é a melhor e mais poderosa força aérea do hemisfério sul, é por causa de pessoas iguais a mim, pessoas frustadas que não conseguiram ingressar na melhor e mais poderosa força aérea da América Latina… Aonde já se viu questionar as decisões e rumos que a toda poderosa FAB tomou nessa última década e meia?! Realmente, é muita desfaçatez da minha parte…

Leandro Costa
Leandro Costa
1 mês atrás

Muito bom! E pelo que me lembro, à dois dias atrás realmente o clima não estava muito bom, como fica bastante óbvio pelos videos.

Espero que esse tipo de operação se torne regular no A140.

Rawicz
Rawicz
1 mês atrás

Um comentário “maldoso”…..

O PHM Atlântico é da Marinha. A Marinha treina muita mais com ele que qualquer uma das outras forças. Ai você vai assistir os vídeos e percebe que o Heli da marinha no primeiro vídeo é o que mais “joga” o aparelho contra o convés durante o pouso

Aos amigos que assistiram tropa de elite, me veio a frase….

“Po#$a aluno 20 anos de curso nessa po#@$a”

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Rawicz
1 mês atrás

Raw

Note que o heli da Marinha foi o único que pousou com o Atlântico em aparente “alto” mar. E em mais claro movimento.

Tanto o do Exército como o da FAB, aparentam pousar enquanto o navio se encontra quase imóvel, ao largo da costa, com mar calmo e pouco ou nenhum vento aparente.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Peter, pouso a bordo demanda vento, nós chamamos de “vento no convoo”… os deferentes valores de direção e intensidade formam o “envelope de pouso e decolagem” (nesse caso específico), o qual varia com o binômio navio-aeronave… abraço…

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Fernando XO
1 mês atrás

Humhum

Só não percebi o que está a tentar complementar.

Chamei a atenção para o facto de que os pousos do EB e FAB foram realizados em condições aparentemente mais fáceis, o que poderá justificar esse mesmo pouso parecer mais facilitado (mais profissional na mente do raw).

Last edited 1 mês atrás by Peter Nine-nine
Tutu
1 mês atrás

Os H225M da FAB e do EB recolhem as pás do rotor principal?

Veiga 104
Veiga 104
1 mês atrás

Boa tarde a todos. Tenho uma pergunta que não diz respeito a matéria. Estava lendo sobre operações submarinas e me surgiu um curiosidade. Quantos metros tem o cabo que guia o torpedo ? Até que distância o torpedo percorre até o cabo se soltar ? Obrigado e agradeço a quem puder compartilhar conhecimento. Abraços.

FERNANDO
FERNANDO
1 mês atrás

Well, se alguns estão reclamando os fios expostos, eu não vi nada de anormal.
Podemos mudar a designação do navio, para
Porta Helicopteros Transatlântico – PHTLogo de cara vamos mudar a cor;
Onde hoje é o hangar, tem espaço suficiente para fazermos um cassino,bares, refeitórios, restaurantes entre outras comodidades, talvez até um shopping.
Mas, se formos utilizar outros espaços, bem, não podemos esquecer que teremos que deixar muito espaço para cabines e suites.
hehehehehe

Flanker
Flanker
Reply to  FERNANDO
1 mês atrás

Entendo sua brincadeira, mas praticidade não tem a ver com desleixo. Acima daqueles monitores tem 2 cabos “com barriga”….fora o emaranhado abaixo dos monitores…….bastava organizar, fazendo pequenos rolos e prendendo com fitas/cintas plásticas …..vão estar a mostra e de facil acesso da mesma maneira….observe que no teto, os cabos estão presos com cintas.

Last edited 1 mês atrás by Flanker
Fernando
Reply to  FERNANDO
1 mês atrás

Tomara que nenhum almirante leia sua sugestão senão periga eles implementarem.
Imagina um transporte VIP de almirantes, cassino, lojas, eles podem levar a família, lagostas e Scotch 18 anos a vontade…

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Fernando
1 mês atrás

O Almirante que conheco e é meu amigo, não vive nessa farra que você apregoa. Conheço sua família e história, 40 anos de serviços prestados. Acho que você se enganou de Poder, deve estar se referindo aos Ministros do STF!

Fernando
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Eu e 2/3 dos foristas estamos enganados então não é? Qualquer matéria que apareça sobre a MB aqui é sempre a mesma ladainha dos privilégios e, sim, desculpe por seu amigo mas estamos certos. Seu amigo é a exceção que prova a regra.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Você e os 2/3 estão enganados, pode apostar. Privilégios que NINGUÉM aqui pode comprovar. Nunca embarcaram num navio.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Esse tipo de exercício é muito importante, pois numa guerra ou numa ação humanitária não vão ser só os helicópteros da MB que vão precisar operar nele!

Mahan
Mahan
1 mês atrás

Nada a ver. Cada Força com sua missão e os meios necessários para cumprir sua missão. A FAB tá querendo fazer cruzeiro marítimo depois de criar caso com a viação do Exército??

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Mahan
1 mês atrás

Pode ser… Da mesma forma que a Royal Air Force fez um cruzeiro marítimo nos porta-aviões da Royal Navy em 82 nas Falklands. Ou, no mesmo conflito, que a FAA teve que se f… para uma preparação relâmpago para o combate aeronaval. 

Marcos Cooper
Marcos Cooper
Reply to  Mahan
1 mês atrás

Esse tipo de pensamento é que atrasa nossas FA”s.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Mahan
1 mês atrás

É sério esse comentário?

Satyricon
Satyricon
1 mês atrás

Excelente, fantástico!
Essa interoperabilidade entre as forças não tem preço, e só agrega. Pena que a FAB insista em tentar manter seu feudo (vide Sherpa). Mas isso um dia passa.
Em tempo, o Atlântico (ex Ocean) já tinha 20 anos quando foi transferido para a MB, e deve durar mais uns 10 por aqui. Tomara que tal exercício abra a cabeça do MinDef/ MB para a importância de tal meio, e já se inicie os estudos para seu substituto.
Pq aqui por essas bandas, as coisas demoram

Renan
Renan
1 mês atrás

Isto é uma ótima notícia, treinamento de integração das forças para na hora que precisar não ter surpresa.
Um dia espero ver o h2 sabre no Atlântico

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
Reply to  Renan
1 mês atrás

“Um dia espero ver o h2 sabre no Atlântico”

Realmente isso seria Interessante de ver

Gustavo
1 mês atrás

Parabéns às FFAA. Compartilhando operações e fortalecendo doutrinas.

Augusto Mota
Augusto Mota
1 mês atrás

Putz, que fotos e vídeos sensacionais!!!!!!!!!!! Aí sim, deu gosto de ver, parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Zorann
Zorann
1 mês atrás

É isso ai. Já passou da hora de se discutir a união das FFAA. Nao precisamos de 3 forças para ficarem disputando orçamento e brigando pra ver quem faz oque.

Camargoer
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Olá Zorann. Concordo com você. Esta unificação depende do MinDef assumir a coordenação das forças.

Marcos10
Marcos10
1 mês atrás

helicópteros HM-4 Jaguar do EB, H-36 Caracal da FAB e UH-15 Pégasus da MB
—-
Mesmos helicópteros, mas nomes diferentes. Tamo bem, viu!

Camargoer
Reply to  Marcos10
1 mês atrás

Olá Marcos. As forças armadas dos EUA também tinham esse problema.MacNamara, que tinha sido presidente da Ford e se tornou Secretário e Defesa de Kennedy, introduziu a unificação de nomenclatura no início da década de 60.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
1 mês atrás

Show!

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

Bah que top é aquela foto do militar com um fuzil de precisão . De qual força? Fardamento muito top também.

Last edited 1 mês atrás by Marcelo
Kommander
Kommander
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Provavelmente é do GRUMEC, Marinha.

Pedro
Pedro
Reply to  Kommander
1 mês atrás

Isso mesmo.
Aqui o uniforme

http://karinaoliani.com.br/wp-content/uploads/2017/02/WhatsApp-Image-2017-01-19-at-12.28.30-4-1-1024×875.jpeg

Aqui o emblema ou “bolacha” na manga do uniforme.
comment image

Cadillac
Cadillac
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Aparentemente ele está utilizando um fuzil PGM 338. Só a Marinha comprou esses fuzis de precisão franceses.

cwb
cwb
1 mês atrás

Bom dia!
No dia 6 olhei o flight radar e havia um c-130 orbitando o litoral do Rio de Janeiro,achei estranho,mas parece que agora essa notícia esclareceu o porque.
Será que algum colega poderia confirmar se os dois fatos estão interligados?
Obrigado e bom dia!

Wellington Góes
Wellington Góes
1 mês atrás

Enfim voltaram a treinar a interoperabilidade… Aleluia!!!
Quanto aos incômodos com os cabos aparentes na sala de comando e controle do navio, vale lembrar que é uma belonave com uma certa idade… Não é tão velho para os padrões militares, mas já tem algum tempo, então… Sem contar que, por ser um navio militar, convém uma estética (se podemos chamar assim) mais espartana…
Até mais!!!

Robson Douglas Rochedo
Robson Douglas Rochedo
1 mês atrás

É bom errar no treinamento para que na hora da verdade não se acerte.

Mas eu gostei. Isso mostra que vc pode se aperfeiçoar. Ou escutar outros militares com ideias inovadoras.

Tiger 777
Tiger 777
1 mês atrás

Alguma notícia sobre helis de ataque???
Ou vcs acham que não saí??

Camargoer
Reply to  Tiger 777
1 mês atrás

Olá Tiger. Eu acho que vai demorar mais uns 10 anos para o EB abrir um programa de novos helicópteros. Seria o caso de pensar na transferência dos Sabre da FAB para o EB, como um esquadrão de apoio á infantaria (ou até aos FN, que sabe) do que a aquisição de mais helicópteros sem que o programa H225 tenha sido concluído.

pgusmao
pgusmao
1 mês atrás

Acho legal usarem o navio nem que seja para manobras, pois a chance de ver algum combate é próxima a zero, deviam ter usado o dinheiro para comprar navios-patrulha, pois precisamos muito mais para patrulhar a nossa costa, mas o planejamento da nossa marinha é feito sabe deus por quem, são gastos inúteis diante da falta de equipamentos básicos. Navio porta-helicópteros é coisa para marinhas que entram em combate real, nos falta realismo nas compras realizadas e não é de hoje, isto é corriqueiro ao longo dos últimos 80 anos. A nossa sorte é que estamos na América Latina, onde… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  pgusmao
1 mês atrás

“Acho legal usarem o navio nem que seja para manobras, pois a chance de ver algum combate é próxima a zero, deviam ter usado o dinheiro para comprar navios-patrulha, pois precisamos muito mais para patrulhar a nossa costa”. Ainda bem que a chance de nossos navios da marinha de entrarem em combate é de 0% amigo,guerra não é como jogo de PS4,de divertido não tem nada… Sim,precisamos de navios de patrulha mas a aquisição do HMS Ocean foi muito bem oportuna Gusmão,mas sobre a compra não preciso nem comentar muito,£84.6 milhões de libras por um navio comissionado em 98, na… Read more »

FABRÍZIO AMORIM DE MENEZES
1 mês atrás

Alguma novidade sobre a colocação de algum tipo de armamento para substituir os Phalanxs?

Santiago
Santiago
1 mês atrás

Este Exercício foi até matéria no Jornal d a Band hoje:

https://www.facebook.com/watch/?v=1052352468532123