Home Indústria Naval Primeira fragata FFG(X) será a USS Constellation (FFG-62)

Primeira fragata FFG(X) será a USS Constellation (FFG-62)

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A Marinha dos EUA nomeará a primeira de sua nova classe de fragatas USS Constellation (FFG-62), em uma homenagem a uma das seis fragatas originais que a U.S. Navy comprou logo após a Guerra Revolucionária.

O secretário da Marinha, Kenneth Braithwaite, fez o anúncio em 7 de outubro do nome da primeira fragata de mísseis guiados FFG(X).

Os EUA já tiveram três navios com o nome Constellation, entre eles uma chalupa de guerra, lançada em 1854 e desativada em 1933, que é preservada como um marco histórico nacional em Baltimore, Maryland.

O último USS Constellation foi um porta-aviões da classe “Kitty Hawk”, que serviu de 1961 a 2003.

MODELO EM 3D: @nwr_controller no Twitter

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Dalton
Dalton
1 mês atrás

Fragatas anteriores homenageavam ilustres marinheiros e fuzileiros navais da mesma forma que “destroyers”, mas, o sistema para dar nomes a navios está uma “bagunça”.
.
Ao menos respeitou-se a sequência do indicativo já que a última, USS Ingraham portava o número “61”, então não se verá abominações como se viu com os 3 “Seawolf” e os 3 “Zumwalt” com indicativos fora da sequência limitados apenas a eles já que a numeração para os “Virginias” seguiu a dos “Los Angeles” e os novos “Arleigh Burkes III” seguirão a dos “Burkes II/A”.

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Dalton, provavelmente as próximas seguirão o nome de Marinheiros/Marines. Mas a US Navy já devia ter falta desta designação histórica e acaba por ser apropriado para uma nova classe de navios

Pelo menos a malta do Star Trek vai curtir o nome 🙂

Dalton
Dalton
Reply to  MestreD'Avis
1 mês atrás

Pode até ser Mestre afinal mesmo entre os “LCSs ” que homenageiam cidades, deu-se um “jeitinho” de chamar um deles de USS Gabrielle Giffords por conta de uma deputada ferida em um tiroteio e entre os “SSNs” da classe Virgínia que homenageiam Estados, até por haver apenas 50 deles, um deles foi chamado de USS John Warner.
.
Essa “mistura” é que não gosto, seja como for, a classe como um todo será sempre conhecida como “Constellation”, mesmo que futuras unidades homenageiem pessoas.
.
abs

Mestre D'Avis
Mestre D'Avis
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Dalton, já não dá para aquela clareza da 2a guerra, mas ainda poderiam fazer:

PA: Presidentes
SSBN: Estados
SSGN: Cidades
Cruzadores: Batalhas
Destroyers/Fragatas : Marinheiros

Os SSBN ainda são o mais equivalente aos couraçados de outrora

Dalton
Dalton
Reply to  Mestre D'Avis
1 mês atrás

Mestre…tudo indica que os “Virginias” continuarão sendo chamados com nomes de Estados e possivelmente os “Ohios” que forem sendo retirados cederão seus nomes para os futuros.
.
Ao menos o próximo SSBN será chamado Columbia, homenageando o distrito onde encontra-se a capital.
.
O quarto NAe da classe Ford será o futuro USS Doris Miller e o terceiro será Enterprise, então já complicou
para Presidentes também.
.

.
Ainda não é certo que haverá novos SSGNs após a
conclusão da classe C

J R
J R
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Tá certo que é meio esquisito um brasileiro dar pitaco em nome de navio norte-americano, mas achei exagerado dar a um NA o nome de Doris Miller, presidentes no EUA tem a mesma mítica dos reis em monarquias lá (pelo menos era assim), tem uma aura sobre esse cargo, portanto acho que os NAs deviriam se limitar aos presidentes, e Doris Miller poderia ser homenageado nessa nova classe de fragatas.

Last edited 1 mês atrás by J R
Dalton
Dalton
Reply to  J R
1 mês atrás

Não é esquisito não J R…quem gosta de marinhas e navios não deve ou não deveria ficar limitado a nossa marinha, a brasileira. . E concordo inteiramente com você. Doris Miller foi homenageado no passado com uma fragata da classe Knox e o ganhador da medalha de honra que insistiu em voltar ao combate e acabou morto em Iwo Jima, John Basilone já havia sido homenageado com um destroyer e em breve se verá um “Arleigh Burke” com seu nome na popa. . Não há na historia americana muitos bons presidentes, mas, se dependesse de mim se teria um novo… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Mestre D'Avis
1 mês atrás

Só lembrando que os SSBNs anteriores aos Ohios foram batizados com nomes de personagens ilustres da história americana inclusive estrangeiros como Lafayette SSBN 616,Von Steuben SSBN 632 e Casimir Pulaski SSBN 633.

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Boa informação, obrigado!

Marcelo
Marcelo
Reply to  Dalton
1 mês atrás

mas se a primeira Constellation foi uma chalupa…hehe. Não vejo problemas em variar os nomes. Poderiam fazer como a RN e reusar mais os nomes da 1a e 2a Guerra.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  MestreD'Avis
1 mês atrás

Ah sim, o pessoal que gosta de Star Trek certamente curtiu, mas ainda acho que seria mais apropriado, caso fossem realmente batizar uma FFG de “Constellation” que ela tivesse o indicativo “FFG-64” em homenagem ao último USS Constellation.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Dalton
1 mês atrás

acho mais bonito esses nomes tradicionais como “Constellation”, “Ënterprise”, ou de batalhas (Coral Sea, Tripoli) do que os nomes dos marinheiros (sei que todos foram heróis) mas sem conhecer a história de cada um acho meio sem graça. No caso da materia nao deixa de ser uma referencia cruzada à Star Trek também, a USS Enterprise era da classe Constellation (Star Trek é que se baseou nos nomes da US Navy, mas não deixa de ser bacana para mim, trekker de carteirinha).

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

O “problema” Marcelo é que existe uma tradição de se homenagear
os combatentes de superfície, “destroyers” e fragatas com nomes de pessoas que prestaram relevantes serviços e há não apenas os mais tradicionais como o sargento Basilone de fama da guerra no Pacífico
que será outra vez homenageado com um navio, o futuro USS John Basilone, como muitos outros que se destacaram mais recentemente.
.
O nome “Constellation” poderia ser usado em outra classe de navio,
ao menos para tipos mais conservadores como eu, faria mais sentido.
.
abs

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Acho que poderia ser utilizado em novos navios da Classe America (LHA?), que na minha opinião seria mais apropriado.

Dalton
Dalton
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

O “America” foi seguido pelo “Tripoli” e o terceiro em construção será o “Bougainville”.
.
Pode-se até dizer que esses 3 nomes pertenceram a NAes do passado, mesmo assim, o “America” foi um “Super Carrier” enquanto que os outros dois não passaram de pequenos NAes de escolta.

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Não dou a mínima para os nomes dos navios da US Navy. Podem se chamar Flamengo, Jorge Jesus, Giselle Bündchen, Pangaré Perneta, Fim do Mundo, Matusquela, Saaravá Meu Pai, seja o que for, não estou nem aí.

Jefferson
Jefferson
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

Então por que esta aqui comentando?

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Por que gosto dos aspectos técnicos das matérias e das discussões.Mas não dou a mínima para os nomes dos navios da US Navy. Pronto, a primeira fragata deveria se chamar Neymar Jr.!

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

A questão “gênio” é que se você não da a minima para os nomes e não se importa com essa parte da historia naval, você pode simplesmente ignorar e ir comentar em outras partes da sessão de comentários que agrade mais a você, ao invés de fazer um comentário inútil pra chamar atenção

Dalton
Dalton
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

Voce e a grande maioria. Mas há quem goste de história naval e
interessado na origem dos nomes, uma espécie de etimologia naval.

Jefferson
Jefferson
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Eu gosto! Obrigado por sempre postar, seus comentários são ótimos! Eu sou leitor do tempo do Bosco…

Dalton
Dalton
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Obrigado Jefferson…a grande maioria não gosta e segundo o Galante em breve o Bosco volta.
abs

Alison
1 mês atrás

Quais a especificações? já se sabe?

Kemen
Kemen
Reply to  Alison
1 mês atrás

Salvo algum êrro ou modificação futura, publicaram isso.____ É uma fragata, o que acho muito bom é o AEGIS, o RIM 174, o sonar e o Alamo, o resto é de praxe…___ Boa Fragata. Displacement: 7,400 short tons (6,700 t) Length: 496 ft (151.18 m) Beam: 65 ft (19.81 m) Draft: 26 ft (7.92 m) Propulsion: CODLAG Speed: in excess of 26 kn (48 km/h; 30 mph) Range: 6,000 nmi (11,000 km; 6,900 mi) at 16 kn (30 km/h; 18 mph) (electric drive) Boats & landing craft carried: 2x rigid-hulled inflatable boats Capacity: 200 accommodations Complement: 140 crew Sensors and… Read more »

Fernando Zappa
Fernando Zappa
Reply to  Kemen
1 mês atrás

7,400 tons de deslocamento. E é “só” uma fragata! Nas bandas de cá vai demorar (se é que vai acontecer) muito tempo para termos um navio desse tamanho.

Vovozao
Vovozao
1 mês atrás

09.10.2020 – sexta-feira, btarde, a primeira deverá ficar pronta antes da 1a. Tamandaré, e o processo de compra das nossas são anteriores as deles, fica muito dificil tentar alcancar a capacidade de construcao/operação da USNAVY.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Segundo uma matéria anterior do PN sobre esse navio, a USN quer construir 20 desses até 2030. E é óbvio que eles vão conseguir.

Dalton
Dalton
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Na verdade a US Navy quer encomendar/garantir fundos para as 20 unidades até 2030. Elas continuarão sendo construídas depois dessa data, e a primeira só deverá ser entregue em 2026.

Marcio
Marcio
1 mês atrás

É capaz de ficar pronta antes da Pangaré (Tamandaré)

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Marcio
1 mês atrás

Você ainda duvida?Rsrs

Kemen
Kemen
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

l

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Até 2030, talvez fique pronta a 1ª Pangaré, talvez.

Kemen
Kemen
Reply to  Marcio
1 mês atrás

Chamar uma fragata Meko que chega a 59 Km/h de pangaré quando a FFG-62 chega a 48 Km/h seria incoerente.__ Nove paises tem fragatas Meko e nós seremos um a ter corvetas modêlo Meko.___ No inicio a MB chamou a Meko comprada de corveta, me lembro da informação em video, algumas midias chamaram de fragata, o êrro esta aí, uma corveta geralmente é mais lenta que uma fragata, agora compare a velocidade das chamadas fragatas Meko (uma 200 por exemplo), são geralmente mais velozes que outras fragatas que navegam por ai, aliás o nome Fragata faz alusão ao pássaro marinho… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Bardini
Bardini
Reply to  Kemen
1 mês atrás

A MEKO A100 vai fazer no máximo 26 nós, mas tem propulsão CODAD, voltada a ter melhor desempenho a baixa velocidade. Esses navios do FFG(X) são CODLAG, que tem um maior range de aproveitamento do combustível e conseguem sustentar melhor altas velocidades. . A velocidade econômica da MEKO A100 é de 14 nós, enquanto que a da FFG(X) será 16 nós. . A FFG(X) certamente será superior no tocante a produção de ruídos em se tratando de ASW. . MEKO A200 usa um sistema de propulsão diferente… Banana vs Laranja. . “ êrro esta aí, uma corveta geralmente é mais lenta… Read more »

filipe
filipe
Reply to  Bardini
1 mês atrás

A diferença entre CODAD e CODLAG/CODLOG esta na propulsão por turbina de gaz, as FCT são CODAD , logo não têm turbina, as turbinas consomem mais combustível.

Kemen
Kemen
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Bardini, é só você se dar ao trabalho de olhar a velocidade das corvetas que existem e comparar com a velocidade das fragatas que existem, uma comprovação do que escrevi.__ A excessão poderia ser alguma compra de alguma Marinha especificando uma maior velocidade para as suas, o que é raro pois envolveria muitas alterações aerodinâmicas e de propulsão encarecendo o projeto:___ ” uma corveta geralmente é mais lenta que uma fragata”.___

“Não existe nada que define e fundamenta isso.”__ A realidade, navegando pelos mares, comprove!

Salim
Salim
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Caro Kemen, velocidade e um parâmetro meio irrelevante pois depende da aplicação do navio. As altas velocidades são utilizadas geralmente para acompanhar grupos capitaneados por porta aviões ou operação contra ataque submarino. Estes paises , com esta capacidade utilizam barcos bem maiores que corvetas neste proposito, portanto e difícil ver corvetas com esta capacidade. Como exemplo temos as corvetas Suecas com baixíssima tonelagem e velocidade superior a 32 nos.

Kemen
Kemen
Reply to  Salim
1 mês atrás

As Visby são um projeto especifico, feito a medida por estaleiro sueco conforme especificações da Marinha Sueca, o caso raro como mencionei anteriormente. __”A excessão poderia ser alguma compra de alguma Marinha especificando uma maior velocidade para as suas, o que é raro pois envolveria muitas alterações aerodinâmicas e de propulsão encarecendo o projeto“. ___ No caso foi um projeto novo, não um projeto existente com grandes alterações.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Teropode
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Neste caso pangaré acredito que seja por causa da lerdeza do ritmo de aquisição , corre o risco de ficarem prontas quando o Atlântico já estiver em Minas . Pegou ?

Kemen
Kemen
Reply to  Teropode
1 mês atrás

É o preço da Tranferência de Tecnologia para um estaleiro nacional, se comprar projeto pronto, sem alterar o projeto e pagar no acordado, entregam rápido, por exemplo, como as compras navais do Egito.

Salim
Salim
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Barroso demorou 14 anos, napa500 dos 26 propostos só tem 3. Scorpene só vai acontecer pois as multas aceitas pelo nine fingers são brutais ( embora, que eu saiba, já pagamos uma).

Kemen
Kemen
Reply to  Salim
1 mês atrás

Pois é Salim, nem tudo é um mar de rosas, nessa luta da MB para introduzir tecnologia naval bélica nos nossos estaleiros, as vezes a coisa se complica por diversos motivos, falta de verba, estaleiro falindo, etc.__ No caso do Egito, até duas Frem que eram para a Marinha italiana serão redirecionadas para o Egito, a Frem francesa foi concluida rapidamente, bom pagador, comprando e pagando os acôrdos em dia por dispor de verba, mas comprando fora.

Zorann
Zorann
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Vc acredita realmente nisso?

Marcos10
Marcos10
Reply to  Kemen
1 mês atrás

A designação Fragata Pangaré é por conta da lerdeza em seu processo de escolha, contratação, construção, como tudo o resto.

Teropode
Reply to  Marcio
1 mês atrás

Eu nem pensei nesta possibilidade 😞.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Marcio
1 mês atrás

Podia mudar o sistema de nomenclatura dos navios que forem e qdo forem construídos no Brasil. Um sistema bem simples: Lerda 1, Lerda 2, … ou devagar quase parando 1, 2, … Pois ao contrário do que ocorre em outros países, aqui demora-se décadas para se construir um navio como ocorreu com o navio de originou as Tamandarés ( não lembro o nome ). Aqueles navios patrulha que nem lembro mais a qtos anos estão para serem terminados … acho que são da classe Macaé, se estou acertei o nome. E ainda no caso da Pangaré( Tamandaré ) como o… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Quantas serão fabricadas?

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Bem que eles poderiam mandar umas Arleigh Burke para cá,precisamos de experiência em operar navios maiores do que as atuais ou futuras “fragatas”.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Arleigh Burke é Navio pra Marinha de Guerra ( com inicial maiúscula ), e não ora marinha que rica contando moedinha em fundo de gaveta pra fazer PMG de IKL.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Foi dito a mesma coisa quando quando a MB quis comprar 3 Fletcher pouco tempo após o fim da Segunda Guerra, no fim tivemos 6 desses.(a diferença é que os 3 seriam construídos no Brasil).

Dalton
Dalton
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Há uma diferença considerável. Um “Fletcher” deslocava totalmente carregado 3.000 toneladas enquanto os classe “M”
construídos no Brasil e incorporados em 1943, deslocavam
cerca de 2.200 toneladas carregados e o armamento principal era o mesmo para ambos, o canhão de 5 polegadas.
.
Um “Burke” simplesmente é grande e complexo demais, deslocando cerca de 9.000 toneladas carregado e com 96 silos verticais para uma grande variedade de mísseis.

Rudi PY3TO
Rudi PY3TO
Reply to  Dalton
1 mês atrás

E tripulação para os BURKE ? onde a Marinha iria conseguir!

Salim
Salim
Reply to  Rudi PY3TO
1 mês atrás

Tem oitenta mil disponíveis, marinha ingleses e franceses 36 mil.

Dalton
Dalton
Reply to  Salim
1 mês atrás

A marinha tem menos de 80.000 Salim, esse é o limite máximo imposto por lei que vem caindo gradualmente. . A Royal Navy tem cerca de 40.000 pessoas contando com o “RFA” e tem apenas cerca de metade dos fuzileiros navais que a marinha brasileira e há motivos para isso. . De fora você não computou as guardas costeiras do Reino Unido, uma maior necessidade de forças distritais por parte do Brasil e o fato de que na Royal Navy “falta” pessoal ! . Só lembrando que o HMS Queen Elizabeth tem no momento um número maior de F-35Bs dos… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Mestre Dalton, marinha francesa cerca 35 mil, Austrália 15 mil. Força fuzileiros desproporcional aos meios aqui, e meio irracional ter fuzileiros em excesso e náo ter defesa costeira minima nem meios ou fins estratégicos para os mesmos. Inglaterra terá 2 PA com aviação e muitíssimos meios a mais que MB, alem de ter presença mundial estratégica e em suas colonias.Navegue pelo Brasil e veja se VC vê presença MB, nem como guarda costeira atende. Náo e critica simples, MB tem que mudar muito para valer o que se gasta com ela e a defesa prestada.

Dalton
Dalton
Reply to  Salim
1 mês atrás

Salim não digo que não haja excesso, apenas não é tanto assim ao se comparar com outras marinhas porque nesses totais ficam de fora meios da guarda costeira, pesquisa, meios distritais, mesmo civis que tripulam navios auxiliares. . O Corpo de Fuzileiros é uma tropa profissional que pode ser utilizada em nosso próprio território e se a marinha francesa não os tem costuma embarcar tropas do exército em seus navios. . Cada nação com suas necessidades ainda mais que alianças militares permitem uma economia de recursos já que um parceiro poderá cobrir pontos fracos. . Os britânicos por exemplo economizam… Read more »

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Estou ciente disso.

Sei que é bem baixa a possibilidade da MB operar algum classe “Burke”, só que não pude me conter perante a afirmação, já que é muito similar ao que foi dito quando a MB com apoio da missão naval americana trabalhava para viabilizar a construção de 3 “Fletcher” no Brasil.(pelo que pesquisei, a missão naval já tinha conseguido a liberação dos diagramas dos navios).

Salim
Salim
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Um Burke tem quase sem silos misseis anti superfície. Lembro que missão Líbano tem que cambiar os parcos armamentos Niterói e Barroso para ir uma pelo menos armada. Tivemos OPV cumprindo missão exterior sem radar. Na MB só tem gente em abundancia, equipamento e armamento e osso.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Salim
1 mês atrás

Como eu já mencionei, eu sei o que é um destroier AB, a minha afirmação tem a ver com o fato de que quando a MB foi pedir ao governo brasileiro para concretizar a compra de 3 “Fletcher” construídos no País, o governo disse que esses navios eram navios de marinha grande e que a MB não era uma, sendo que alguns anos depois a MB veio a operar 6 desses navios.

Não estou dizendo que a MB vai operar um “Burke”.

Salim
Salim
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Um oficial da aeronáutica também falou que F 35 e muito pro Brasil. Com esta mentalidade difícil ne..

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Salim
1 mês atrás

Não foi o ministro da defesa que disse isso?

Apesar que nem chegou a ser oferecido ao Brasil.

Mas sim esse tipo de mentalidade apequena o País.

Dalton
Dalton
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Meu comentário foi no sentido de que não havia uma grande diferença entre um “M” e um Fletcher”, então a construção do último e consequente operação pelo Brasil no fim da década de 1940, independente de já se estar construindo a classe “A”, não teria sido um passo tão grande.
.
Já o maior combatente de superfície, os populares, contratorpedeiros, fragatas e corvetas, construído no Brasil foram duas fragatas classe Niterói que totalmente carregadas deslocam menos que a metade de um “Burke” isso para ficar apenas na questão do tamanho.

WSMDAL
WSMDAL
1 mês atrás

comment image
Report to Congress on U.S. Navy Frigate FFG(X) Programhttps://news.usni.org/2019/10/18/report-to-congress-on-u-s-navy-frigate-ffgx-program-5

Mercenário
Mercenário
Reply to  WSMDAL
1 mês atrás

A versão americana, em primeira análise, é superior às FREMM italianas em armamento (exceto armamento de tubo).

Salim
Salim
Reply to  Mercenário
1 mês atrás

Conforme SrGalante comentário um pouco abaixo, lançadores tubo serão interno.

Thiago
Thiago
1 mês atrás

Adoraria ver essas lindas primas da Bergamini na MB, infelizmente já era. Tenho lido que as sucesivas serão denominadas United States, Constitution, Chesapeake, Congress e President. Alguém confirma ?
Se for o Chesapeake mesmo é mais uma homenagem, reconhecimento e agradecimento implícito aos franceses pelo rol decisivo na luta em prol da independência dos EUA. Implicitamente “obrigado comedores de baguete pela nossa liberdade e independência da coroa britânica. “

Last edited 1 mês atrás by Thiago
Lemes
Reply to  Thiago
1 mês atrás

Já pagaram esse favor pelo menos duas vezes ao livrar o traseiro dos comedores de chucrute na Primeira e Segunda guerra Mundial.

Jodreski
Jodreski
1 mês atrás

Me corrijam se eu estiver errado, eu não vi lançador de torpedo nesse projeto. É isso mesmo? E se não tiver pq raios não colocaram ele lá? Mudança de doutrina?

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Eu acredito que não tenha mesmo. Pode ser que só opere torpedos a partir do helicóptero ou os lance verticalmente do vls.

Bardini
Bardini
Reply to  Helio Mello
1 mês atrás

Esses navios não tem nem sonar de casco.
.
ASW vai ser feito com VDS e MFTA, sendo o emprego de armamento feito via MH-60R (que também conta com sonar e sonoboias) ou por outros meios da FT, isso enquanto o MQ-8C não receber um torpedo.
.
Terá 32 células em 04 módulos de VLS, mas será que não são todas voltadas ao tamanho mais curto do ESSM?
.
Se cabe um ASROC, cabe um ESSM. Se cabe um ESSM, pode não caber um ASROC, pois pode ser um MK41 versão “self-defense”, que é a mais curta.

Cadillac
Cadillac
1 mês atrás

Uma pergunta aos mais entendidos: Na ilustração a FFG tem 16 lançadores de mísseis anti-navio distribuídos em 4 conjuntos de 4. A instalação de mais ou menos lançadores depende do que? Quero dizer, em fotos e imagens conceito das fragatas Tamandaré, normalmente são mostradas apenas quatro lançadores, mas em caso de necessidade, as nossas fragatas teriam como aumentar esse número? Se sim, para quantos?

Salim
Salim
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Este seria escolha correta meko200.

Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Caro Salim. No vídeo do almirante no clube naval há uma explicação de como foi o processo. Havia um projeto de uma corveta elaborado a partir da Barroso. A licitação foi aberta para a construção desse projeto ou de outro similar que atendesse às especificações do projeto da MB ou as superasse. A escolha foi feira sobre as propostas apresentadas considerando um enorme números de itens, incluindo a avaliação das empresas que compunham o consórcio. O projeto escolhido foi de um navio maior que o projeto da MB, com deslocamento similar as Niterói, por isso passou a ser chamado fragata.… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
1 mês atrás

Uma AB menos parruda

Salim
Salim
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Mesma filosofia da F31 ingleses, porem superiores em armamento a equivalentes da mesma tonelagem. China usa esta filosofia também com barcos bem menos capazes para compor numero, porem em tonelagem e armamento são inferiores. Vejo marinhas capazes mantendo núcleo bem armado e para patrulha estão lançando barcos mais simples para mostrar bandeira , embora a fragata acima e superior a maioria barcos equivalentes de outras marinhas.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
1 mês atrás

Me parece um belo navio … Mas, seria muito mais belo com 02 canhões Mk 38 disposto nela

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Maquete estranha, hein? Superestrutura muito avançada, casco muito delgado a vante, ficou parecendo seios fartos em decote apertado. O desenho e o bote finais devem ser mais equilibrados. Até lá…

Marcelo
Marcelo
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

como são baseadas nas FREMM italianas, essas são características do projeto básico que com certeza não irão mudar. O bote aí fica à gosto do freguês…

Jhon
Jhon
1 mês atrás

Imaginem se no Brasil tivéssemos Porta aviões e com nome de presidentes: A10 José Sarney , A12 Fernando collor, A13 Fernando Henrique, A14 ,A15 Luís Inácio, A16 Dilma Rousseff…