domingo, março 7, 2021

Saab Naval

Marinha dos EUA busca novo projeto para destróier de próxima geração

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Destróieres da classe Arleigh Burke

WASHINGTON — A Marinha dos Estados Unidos está buscando construir uma nova geração de destróieres a partir de um projeto limpo, seguindo o modelo de uma de suas classes de navios de maior sucesso, o DDG classe Arleigh Burke, disse o oficial superior do serviço no dia 13 de outubro.

A ideia, coloquialmente referida internamente como DDG Next, é construir um novo casco menor do que o destróier classe Zumwalt de quase 16.000 toneladas, mas ainda grande o suficiente para acomodar um magazine de mísseis maior, disse o almirante Michael Gilday durante uma audiência virtual em Evento do Estado da Marinha do site Defense One.

“Eu não quero construir uma monstruosidade. Mas preciso de magazines mais profundos sobre os navios do que tenho agora”, disse o chefe de operações navais. “Estou limitado no que diz respeito aos DDG Flight IIIs em termos de quais coisas adicionais poderíamos colocar nesses navios. … Portanto, a ideia é chegar ao próximo destróier, que seria um novo casco. A ideia seria colocar as tecnologias existentes nesse casco e atualizar e modernizar essas capacidades ao longo do tempo.”

A Marinha deve começar a comprar o novo navio em 2025, de acordo com o plano de construção naval de 30 anos do serviço de 2020, embora não esteja claro como a avaliação da estrutura de força futura afetará esses planos. Em seu recente discurso sobre o plano do Departamento de Defesa para uma Marinha com mais de 500 navios, o Secretário de Defesa Mark Esper não fez menção ao futuro grande combatente de superfície.

Perfil em corte do USS Arleigh Burke (DDG-51)

Para evitar outra falha dispendiosa, como o cruzador de próxima geração cancelado ou o programa DDG-1000 gravemente truncado, o serviço está voltando ao seu bem-sucedido programa Arleigh Burke, o esteio do programa de combate de superfície da Marinha nos últimos 30 anos, disse Gilday. Bem como nas próximas fragatas da classe Constellation, o serviço planeja instalar sistemas em uso no novo navio e atualizá-los ao longo do tempo.

“Então, pense no DDG-51 (foi exatamente o que fizemos): tínhamos um novo casco, mas colocamos o Aegis nele”, disse Gilday. “Colocamos sistemas conhecidos que eram confiáveis ​​e já estavam em uso na frota. Esse é o tipo de ideia. Eu o chamo de DDG Next para ter o tamanho certo. Menor que um Zumwalt, mas ainda assim levando algum poder de fogo.”

A Marinha estima que precisaria de US$ 22 bilhões anuais em dólares constantes do ano de 2019 para executar seu antigo plano de construção naval, embora o Escritório de Orçamento do Congresso aumente a estimativa em mais de 30%. Um fator importante na diferença entre a estimativa do CBO e da Marinha foi o custo de um futuro grande combatente de superfície, de acordo com o Serviço de Pesquisa do Congresso.

O surgimento de mísseis hipersônicos tem sido um fator impulsionador no desejo da Marinha de colocar em campo um novo grande combatente de superfície, uma vez que tais armas não cabem nas células do sistema de lançamento vertical atual nos destróieres classe Burke e cruzadores existentes. Eles vão, no entanto, caber no módulo de carga útil do submarino Virgínia que está sendo construído nos submarinos Block V concedidos no ano passado.

Perfil e vista superior do Arleigh Burke Flight IIA com hangar para dois helicópteros

FONTE: Defense News

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Falcon

Vai sobrar Arleigh Burke pra MB … Umas 6 quebrava bem o galho …

Dalton

Não vai sobrar não ! Os primeiros 28, sem hangares, terão que cumprir 35 anos de serviço, ou seja, o primeiro deverá ser retirado em 2026. Os subsequentes deverão cumprir 40 anos. . Os que cumprirem 35 anos estarão bastante usados e não seria barato uma revitalização para durarem outros 10 ou mais anos. . Uma coisa é pagar pela revitalização de uma fragata Oliver Perry de 28 anos oferecida pelos EUA para durar outros 15 anos. Já um navio muito maior, muito mais complexo e caro de manter e muito mais usado não compensaria pagar uma exorbitância para se… Read more »

Guilardo Pedrosa

A falta de projeção e logística do almirantado relativamente às escoltas (reposição), levaram o Brasil a ficar com as calças nas mãos para a compra de usados de outras marinhas. Quem teve um pouco de juízo, o Chile por exemplo, comprou. Outros países compraram as “bicudas” dos EEUU, disponíveis. Os nosso almirantes, com mania de grandeza, acharam por bem ficar esperando que algo caísse do céu. Não caiu. Foram “encantados” pelos submarinos em construção, e principalmente pelo nuclear que devora todas as nossas economias e orçamentos. Só se fala dessas quatro corvetas que acharam por bem “denominar” fragatas, por decreto.… Read more »

Dalton

Guilardo…apenas Taiwan comprou duas das últimas Oliver Perry disponibilizadas, uma boa decisão até porque já operam outros navios da mesma classe. . Quanto ao Chile acho que há uma supervalorização do que eles realizam. Eles tem como vizinho o Peru com histórico de guerra e pendências, é quase como se o Brasil tivesse um vizinho com 350 milhões de habitantes e ainda por cima tem a Bolívia reclamando a saída para o Pacífico perdida justamente em uma guerra. . Na memória chilena paira ainda 1978 quando quase houve guerra contra a Argentina. Era apenas um garoto na época mas uma… Read more »

jodreski

Amigo, vou ter que rebater essa sua fala abaixo: “Para muitos sou ingenuo ou até ignorante, mas, simplesmente há muito o que se fazer no país antes de se investir seriamente em forças armadas.” Eu sinceramente entendi o que vc quis dizer e não discordo muito de você. Mas vc tem que levar em consideração que já gastamos anualmente um bom capital nesse setor, o problema é que o que gastamos não se traduz em forças bem preparadas e equipadas. Vc está certo que o Brasil tem outras prioridade mais importantes que investir em forças armadas, mas você está se… Read more »

Dalton

Partindo-se do princípio que se gasta mal, mesmo corrigindo-se isso, ainda assim seria necessário aumentar significativamente o orçamento militar para se ter “forças bem preparadas e equipadas” já que nossos vizinhos são “fracos” pelo que entendi do seu comentário e não nos preocupam. . Para isso, o país tem que crescer significativamente e continuamente e/ou o grau de percepção de ameaça também aumentar significativamente. . Navios de fato levam tempo para serem construídos, mas, dependendo da ameaça podem até não ser necessários ou tão necessários o que poderia exigir outras armas, mesmo as de destruição em massa”. . Faz mais… Read more »

Fernando

Fora que a Marinha dos EUA não vai vender logo assim de cara. Ela provavelmente vai deixar os Burkes na reserva caso a China ou algum outro ator global mostre as garras e eles precisem de navios com urgência.

Dalton

Fernando…não é costume dos EUA manter combatentes de superficie tão usados na reserva com status marcado para futura reativação.
.
Alguns anfíbios usados são assim mantidos por alguns anos
para em última necessidade serem reativados e alguns navios com pouco uso como os 2 grandes navios de apoio logístico classe Supply, mas, veja por exemplo que nehuma “Perry” foi deixada para futura reativação e sim jazem na reserva para desmantelamento ou futuros alvos.

Maurício Veiga

Isso era antes, agora a situação é outra, a China está chegando…

Dalton

Independe da China. Não faz sentido preservar por uns poucos anos mais os primeiros “Burkes” assim como não serão preservados os “Ticonderogas” que deverão começar a ser retirados ano que vem. . Irão para a reserva recebendo atenção contra inundações, incêndios , furtos, mas, nada de “desumidificação”, retirar equipamentos e preserva-los em terra e outras medidas que custam caro para quem sabe um dia serem reativados, depois, de obrigatoriamente terem que entrar em uma doca seca por muitos meses , custando dezenas de milhões de dólares. . Não há dinheiro sobrando nem doca seca também! . Uns poucos “anfíbios” antigos… Read more »

Alison

Perfeito seu comentário

Pedro Tavares Nicdeomos Filho

Fortaleza, quinta-feira, 15.10.2020. Não podemos pegar esses Arleigh Burke pelas mesmas razões que os USA: O navio não comporta mísseis hipersônicos. Ah, mas você vai dizer que não temos isso disponível … mas temos um projeto de aeronave hipersônica. Dos testes dessa aeronave para um míssil hipersônico não é um passo tão longe assim, e nessa altura os Arleigh Burke seriam uma furada, em que já teríamos enfiado muito dinheiro nesse programa de compra de navios usados … Pense lá na frente, meu amigo, como pensou a FAB em comprar o SAAB GRIPEN E/F, que é de arquitetura aberta, assim… Read more »

Fernando

Perdão mas, projeto de aeronave hipersônica brasileiro? Eu nunca ouvi falar.

Nossa maior fabricante de aeronaves até hoje não construiu sequer uma aeronave supersônica, está aprendendo a fazê-lo com a transferência de tecnologia do Gripen e já tem projeto de aeronave hipersônica?

Fiquei curioso a respeito.

Allan Lemos

Acho que o colega está se referindo ao 14-X. De qualquer forma,eu duvido que saia algo dali,ele já tem uns 20 anos e ainda nem saiu do laboratório.

Dalton

Pedro…encontra-se em construção e também já encomendados vários “Burkes” inclusive uma variante ligeiramente maior o “Flight III” e esses navios terão pela frente 40 anos de serviço ou seja, continuarão muito relevantes inclusive com o míssil SM-6 uma nova versão do “Tomahawk” e outras armas, como o laser que já equipa um deles para uso principalmente contra “drones”.
.
Os novos e maiores cujos comissionamentos estão muitos anos ainda no futuro também deverão substituir os “Ticonderogas” muitos dos quais serão retirados a partir do ano que vem.

ADRIANO MADUREIRA

Vai sobrar não amigo,eles irão usar ao máximo,estenderam a vida útil dos navios em dez anos…

Duvido muito que eles possam descomissionar navios dos anos 95-96,certamente irão modernizá-los também…

E certamente para a Marinha do Brasil,adquirir Arleigh-Burke do começo dos anos 90 não seria algo interessante,a não ser para fazer número e talvez sair bem na foto.

AB.jpg
Thom

Custo de operação desse navio.
Melhor não. hhahahahahaha

ADRIANO MADUREIRA

Eu sei que eles irão descomissionar quatro classe Ticonderoga,desses quatro,um é de 92(USS Port Royal – CG-73) e outro de 93(USS Vella Gulf – CG-72) ,infelizmente já passados para nós ou qualquer um que quisesse adquirir…

comment image
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https://en.wikipedia.org/wiki/Ticonderoga-class_cruiser#Ships_in_class

Last edited 4 meses atrás by ADRIANO MADUREIRA
Heli

A MB mal consegue mandar pro mar corvetas e fragatas com propulsao diesel-gas (apenas uma turbina a gas), imagina entao um monstro desses de mais de 8000 tons que tem 4 turbinas a gas LM2500 da propulsao gas-gas…

Carlos Campos

USNAVY quer aumentar o numero de combatentes, vão usar AB até o osso

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Realmente EUA e China vivem em um outra realidade, até mesmo a poderosa Marinha Russa já não adentra mais em projetos de grandes meios de superfície, focando em corvetas e fragatas.
O que achei interessante na matéria é o fato do congresso americano participar ativamente em questões de defesa, aqui no Brasil o exército faz um exercício na Amazônia e tem que dar explicações ao STF. Raros são os políticos interessados no tema militar, talvez por isso estamos nessa penúria naval.

Allan Lemos

Porque a doutrina russa nunca foi a de projeção de poder,como a dos EUA e a da China. Sua doutrina sempre foi defensiva,por isso eles sempre preferiram investir em submarinos e mísseis extremamente poderosos e capazes. Aliás,o imenso território russo já é,por si só,uma forma natural de projeção de poder,que permite à Rússia exercer seu poderio militar no Pacífico,no Oriente Médio e Europa. Eles não têm muita necessidade de operar uma grande frota de meios de superfície pesados.

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Eles até queriam ter uma força de projeção de poder, mas a grana por lá não é tão farta rsrr..

Allan Lemos

Wellington,como eu disse,o território russo alcança os lugares geopoliticamente mais importantes do planeta:Pacífico,Oriente Médio e Europa. A qual propósito serviria manter vários porta-aviões e dezenas de navios de 9k+ toneladas em sua frota? Totalmente desnecessário.

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Alan concordo que o território da Rússia abrange boa parte do globo, mas com certeza eles queriam ter cacife para continuar a produzir seus monstros marítimos, mas como eu disse, a realidade em termos de orçamento da China e EUA são fora de série.
A Rússia sabe o que cabe no seu bolso e faz muito bem, diferente da nossa MB que está no OSSO e fica pensando em porta aviões, ao invés de focar em corvetas e fragatas.

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Projeção de poder em precisa de dinheiro e de meios como porta aviões. Hoje apenas os EUA tem esse poderio e agora a China está crescendo nesse âmbito também.
Rússia não tem dinheiro como EUA e China, então eles cuidam do seu quintal. Estão corretos em gastar o dinheiro em fragatas e corvetas.

Last edited 4 meses atrás by WELLINGTON RODRIGO SOARES
Evgeniy (RF).

Excuse me, but how do you define Russia’s capabilities in shipbuilding?
The doctrine of Russia at sea fully implies the presence of an aircraft carrier and large surface ships such as landing helicopter carriers (already under construction), as well as large destroyers and frigates.

Dalton

Os russos estão ressuscitando o grande cruzador “Nakhimov” irmão do “Pedro o Grande” ambos com quase 30.000 toneladas, modernizando seus “Udaloys” de quase 8.000 toneladas e pretendem manter seus 3 cruzadores “Slava” o máximo possível até que sujam recursos para novos grandes combatentes.
.
Já é uma realidade a construção dos “LHDs” e a modernização do NAe “Kuznetsov” prossegue, então, a Rússia não pretende abandonar o grande combatente apesar de que a maior necessidade encontra-se em pequenos combatentes e embarcações lança mísseis inclusive para uso em duas de suas frotas em mares interiores e a flotilha do mae Cáspio.

WELLINGTON RODRIGO SOARES

O que eu quis dizer em meu comentário é que hoje apenas os EUA e China conseguem manter uma produção de grandes navios de combates em série, coisa de 40 ou 50 destroyer. A Russia tem esses monstros da era soviética, porém ja estão chegando próximo do fim da vida útil. O Nae pegou fogo e é bem provável que não volte a ativa, até porque o dique flutuante de manutenção deles naufragou, conforme notícia aqui do portal (link abaixo do comentario). Projeção de poder são para nações muito ricas e hoje isso será feito apenas pelos EUA e China.… Read more »

Dalton

Wellington, só quis salientar que além dos russos estarem “corretos em gastar dinheiro com fragatas e corvetas”, eles também estão gastando muito dinheiro com seus grandes navios da era soviética pois não pretendem abrir mão deles e eventualmente voltarão a construí-los evidentemente não nas mesmas quantidades que americanos e chineses. . Veja por exemplo o “Marechal Shaposhnkov”, o primeiro dos “Udaloys” da década de 1980 recém modernizado e que foi reclassificado como fragata. . Quanto ao “Kuznetsov” , recentemente foi publicado que ele retornará ao serviço em 2022, meta bastante otimista, mas, que não depende do “dique flutuante” que você… Read more »

Zorann

Lá o congresso participa porque os gastos/compras tem de estar detalhados no orçamento. Não é igual aqui, onde as 3 forças fazem o que bem querem com o dinheiro.

Antoniokings

Os EUA estão caindo na mesma armadilha que a URSS caiu.
Não vão aguentar essa corrida.

Junior

Tem vezes que acho que a China esta forçando essa corrida armamentista de propósito, e justamente em um momento que a situação interna americana esta um pouco conturbada com alguns sinais claros de divisão. Em termos tecnológicos os EUA estão bem a frente dos outros países, mas já vejo em alguns setores em que eles perderam a liderança e em outros muitos países cortaram o GAP que existia.

Sagaz

Eles estão nesse ritmo desde a segunda guerra…

Jacinto

O principal problema da URSS nos anos 80 não era a corrida armamentista com os EUA; era ter uma economia exageradamente dependente de petróleo. Como o preço do barril de petróleo, em no começo da década de 80, caiu de quase US$ 40 a US$10, a URSS viu sua receita com petróleo cair a 25% do que era. A economia soviética implodiu. Para termos uma idéia do que foi a década de 80 em termos de preço de petróleo, o preço do barril, que em 1982beliscou os US 40, só voltou a este preço em meados de 2004…

Carlos Campos

A corrida tá para os dois, bom para os EUA que tá na frente, tendo uma marinha com maior tonelagem deslocada

Alexandre Cardoso

Oi, uma pergunta, porque os americanos mesmo no projeto da nova fragata deles, mantém aquele mastro em formato antigo? Todas as outras marinhas ( até onde sei ), já faz um bom tempo, adotaram mastros em formato de torre ( Inglaterra, China, Rússia, Alemanh, etc. )? O formato de torre me refiro a formato similar ou igual ao do destróyer Type 055 da China.

Fragata-Tamandare-1024x583.jpg
Dalton

Basicamente porque é mais caro e os EUA precisam de muitos meios além de outras prioridades que “secam” o orçamento.
.
Veja por exemplo, os LPDs classe San Antonio que apresentam o que você descreveu como “torre”, mas, a partir do 12 navio haverá um mastro mais tradicional barateando a construção entre outras medidas que os deixarão mais baratos.

Alexandre Cardoso

Entendi, obrigado!

Victor Filipe

E Pensar que o Arleigh Burke Flight III ainda é um navio extremamente capaz na visão de qualquer outra marinha… Mas acho que a USNavy vai dar uma enrolada no congresso. Penso que essa nova geração de destroyers pode muito bem chegar na casa das 13mil tons e atuar tanto na função de um destroyer como cruzador (já que eles não vão fazer mais cruzadores por hora) A função atual de um cruzador para eles é a de um navio de comando, para o staff adicional de oficiais, penso que uma Belonave na casa das 13mil tons vai ter espaço… Read more »

Dalton

O cruzador dentro do grupo capitaneado por um NAe tem a função de navio chefe e coordenador da defesa aérea do grupo e para tanto se exige um maior número de consoles e operadores. . Pode não haver muita diferença no deslocamento de um Ticonderoga para um Burke IIA, mas, os cruzadores foram construídos utilizando-se muito mais alumínio, mais leve que o aço e assim propiciando muito mais espaço interno. . Um Ticonderoga construído com mais aço seria mais pesado e maior, mesmo que mantivesse o comprimento a boca teria que ser maior e isso resultaria em um navio mais… Read more »

Luiz Floriano Alves

Na atual tendência de acionar todos os barcos de guerra, com reatores a Tório,, e sem risco de acidentes radioativos, a China vai sair primeiro. Esses navios não terão tanta tonelagem, pois não armazenam fuel oil e a agua potável pode ser produzida com calor de sub produto da impulsão nuclear. Quando terminarmos a primeira Tamandaré, a esquafra da China será nclear, até o nível de corveta.

Marcelo

hein?

Yuri Dogkove

4 Arleigh Burke para o Brasil titio Trump! Por favor amigo!!!

Carlos Campos

TRUMP: Yes my friend, but where is the money?

Yuri Dogkove

Quero ver se nosso “aliado” Tio Sam irá doar ou vender algum Arleigh Burke pra gente…

Gabriel BR

Se quiserem continuar a ter a hegemonia vão ter que gastar

smichtt

Já há alguma classe de belonave da PLA Navy capaz de poder receber mísseis hipersônicos?

Vinicius

A USN esta sentindo a pressão da crescente marinha chinesa, é claro que a marinha americana é a unica no mundo a fazer uma escala global de ataque, acredito que pra aliviar um pouco as tenções os japoneses tbm estão crescendo e preocupando a China, os americanos nao irão aceitar independente do partido que vencer os chineses ter sua marinha melhor e maior que a deles no pacifico, a historia esta se repetindo, diziam que antes de Segunda Guerra Mundial, o Japão tinha uma esquadra temida e durante a guerra foi destruida, uma coisa sei, o parque industrial americano é… Read more »

Marcelo Mendonça

OK amigos, se as AB e Ticonderogas são caras de operar o que sobra para a MB adquirir caso opte por compra de segunda mão? Mundo, não apenas ex EUA

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