quarta-feira, março 3, 2021

Saab Naval

USS Zumwalt lança o primeiro míssil SM-2 em teste

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

WASHINGTON — O USS Zumwalt (DDG 1000) executou com sucesso o primeiro teste de tiro real do Sistema de lançamento vertical MK 57 com um míssil Standard (SM-2) no Naval Air Weapons Center Weapons Division Sea Test Range, Point Mugu, em 13 de outubro.

Como o primeiro navio da classe, o USS Zumwalt demonstrou com sucesso sua capacidade de detectar, rastrear e engajar uma ameaça de mísseis de cruzeiro antinavio com um SM-2. O teste de fogo estrutural avaliou a prontidão do material do navio contra choque e vibração do disparo da arma, bem como mediu quaisquer perigos ou degradações como resultado do disparo de munições reais.

“O teste bem-sucedido não apenas demonstra a capacidade do navio de disparar mísseis e conduzir autodefesa, mas também é um passo significativo em direção a testes e operações de sistemas de combate mais avançados para o navio de guerra mais tecnicamente inovador de nossa Marinha”, disse o Capitão Matt Schroeder, gerenciador do programa DDG 1000. “A tripulação do USS Zumwalt e o Surface Development Squadron One estão trabalhando lado a lado com a comunidade de aquisição para aprimorar a capacidade operacional deste navio.”

A furtividade dos navios e a capacidade de operar em ambientes oceânicos e próximos à costa criam um novo nível de complexidade do campo de batalha para adversários em potencial. A classe Zumwalt também funcionará como um facilitador chave na aceleração de novas capacidades de combate e no rápido desenvolvimento e validação de táticas, técnicas e procedimentos operacionais.

O DDG 1000 obteve instalação e ativação de sistema de combate suficientes no início deste ano para que a Marinha recebesse a entrega final e fizesse a transição para a próxima fase de desenvolvimento e testes integrados no mar.

Com 186 metros de comprimento e 24,4 metros de largura, o Zumwalt é 30 metros mais longo e 4 metros mais largo do que o destróier classe Arleigh Burke, fornecendo o espaço necessário para executar uma ampla gama de missões de superfície, submarinas e de aviação.

“O evento de lançamento de sucesso é um marco crítico no amadurecimento desta classe de navio incrível e representa o culminar de uma enorme quantidade de trabalho árduo e parceria da talentosa tripulação do Zumwalt e os engenheiros, designers e programadores nos ajudando a trazer suas capacidades para Frota”, disse o capitão Gary Cave, oficial comandante do Zumwalt. “É um dia pelo qual estávamos ansiosos e que demonstra os avanços que estamos dando para adicionar capacidade de combate à nossa força de superfície.”

O navio, seguindo para sua base em San Diego, continuará o treinamento tático e o envolvimento no cenário operacional em apoio à obtenção da capacidade operacional inicial em 2021.

FONTE: Marinha dos EUA

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Dalton

Se todos os 80 silos verticais forem preenchidos, especulando-se pode se ter
a seguinte combinação:
.
48 SM2 e SM6 este último também com melhor capacidade anti navio;
24 Tomahawks “V” para ataque terrestre e alvos navais;
32 ESSM, 8 silos com 4 mísseis cada;
08 ASRoc.

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Provavelmente apenas esse navio tenha mais poder de fogo que todos nossos escoltas juntos.

Dalton

Foge a nossa compreensão Wellington. Não é necessário visitar Norfolk para compreender isso, mas, quando se sai é quase como ter participado no papel de mero figurante de um filme de ficção científica.

Agressor's

Esperem pra ver o da China daqui alguns anos!

Paulo

Quantos anos?

Agressor's

Daqui a 2 ou 3 décadas, quem sabe.

filipe

Mas basta um tiro de Tupi e ele afunda, o Tupi até já afundou NAE Americano em treinamento.

MestreD'Avis

Dalton, faz sentido ter um loadout tão variado?
Pensei que fossem usar com mais Tomahawks para as missões de bombardeamento de defesas ou ataque a frota inimiga, deixando de forA os SM2/SM6 e confiando nos ESSM Blk 2 COM 70Km de alcance para defesa aérea.
Para ter os VL ASRoc estão a confiar que vai ser silencioso o suficiente para ser usado em luta antisubmarina?

A missão deles no fundo só vai ser entendida quando as tecnologias forem incorporadas em novas classes de navios

Dalton

Sim, Mestre. Um navio da importância do Zumwalt deve ser capaz de defender-se e considerando-se pelo menos 2 mísseis para cada alvo aéreo não serão tantos mísseis assim. . O SM-6 também terá uma importante capacidade anti navio então contando com os “Tomahawks V” poderá se ter mais da metade dos 80 silos reservados para esses 2 mísseis. . O Zumwalt tem sonar de casco e sonar rebocado, além do helicóptero MH-60R, mais 2 não tripulados então com exceção dos tubos de torpedos considerados armas de curto alcance não estará em desvantagem quando comparado a outros navios com relação a… Read more »

Mestre D'Avis

Obrigado! Não sabia que tinha sonar de casco e rebocado, pensava que ia depender do helicóptero e/ou drones.

E faz sentido o SM-6 como míssil ofensivo. Com mais de 200km de alcance reportados, Mach 4 e menor amanho, é quase impossível de detectar e interceptar. Pode não afundar, mas chega para um mission kill

Carlos Campos

SM6 é de dar inveja pelo alcance, letalidade, ser AA e Anti-navio.

Ricardo

Essa foi a parte fácil… ainda tem que resolver o canhões que não atiram.

Tomara que a adaptação do M982 Excalibur de certo ou os 3 Zumwalt vão ser os lança misseis mais caros já feitos

Dalton

O “Zumwalt” custou o dobro de um “Arleigh Burke IIA”, mas, tem metade da tripulação de um, o que ao longo de décadas significará uma boa economia. . E talvez mais importante que encontrar munição barata para os canhões seja desembarca-los e no lugar instalar silos para os futuros mísseis hipersônicos. . No que eles poderão tornar-se no futuro ainda é cedo para dizer, mas, as possibilidades estão sendo discutidas e mesmo com os canhões inativos ainda serão impressionantes com as armas hoje disponíveis além de servirem para testar novas armas e conceitos por conta do grande espaço e maior… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani

E com 3 desses carregados não tem China que encare.

Pena que não vão fabricar mais …

Imagine uma frota com 12 unidades em Taiwan …. no mar da China …. queria ver se teriam essa petulância de ficar se mostrando.

Ou mesmo no Golfo Persico (em parrticular próximo ao Irã) ou na costa da Venezuela …

Last edited 4 meses atrás by Grozelha Vitaminada Milani
Antoniokings

Essa é a versão naval do F-35.
Problemático, não funciona direito e é caro.
Muito caro.

Funcionario da Comlurb

X2!!!

Teropode

Ótima observação 😃, fez seu comercial , alegrou o Rei 🤣

M.@.K

Até pode ser mesmo, mas talvez graças, principalmente ao expansionismo bélico da China e sem o antigo foco de “Guerra ao Terror” dos americanos, que ofuscou muito as pretensões de dominância dos EUA, projetos como o F35, Zumwalt, Comando espacial… etc vão ter justificativa de investimentos altos. “Si vis pacem, para bellum” 😉

Carlos Campos

Mesmo não funcionando Direito é melhor que qualquer outro congênere em atuação no mundo, igualzinho o F35.

Last edited 4 meses atrás by Carlos Campos
Alison

Entende demais das coisas vc… navios no estreito de Taiwan meter medo na China… Claramente nao tem noção da quantidade de equipamento chines ali…

Allan Lemos

E com 3 desses carregados não tem China que encare.

Os DF-21D dão risada dessa afirmação.

Jorge Knoll

SOnho meu que provavelmente não assistirei, e muitos da minha década(1957), é a MB ter fragatas, ou outras belonaves com sistema de lançamento via comportas, na sua frota.
Demorará décadas para chegarmos lá, tende em vista ao orçamento apertado, limitado, enquanto a folha de pagamento não for desvinculado do seu orçamento anual, ou reaparelhamento das FFAA ser bancado pelo Tesouro Nacional, e não sujeito a contingenciamentos..

Jorge Knoll

Sistemas de comportas, o correto seria silos, isto.

Ersn

Orçamento apertado ?só o que foi enterrado no A12 e no SSN que não vai ter armas nucleares ,(o que por uma boa razão para países militarmentes fortes que por assinarem os mesmos tratados que o Brasil assinou decidiram não construir SSNs)so esses recursos seriam suficientes para para construir pelo menos umas cinco fragatas de primeira linha com capacidade de defesa aérea de área.

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