Home Exercício NPaOc Apa participa da Operação ‘Grand African Nemo 2020’

NPaOc Apa participa da Operação ‘Grand African Nemo 2020’

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NPaOc Apa – P121

O Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Apa”, subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, participou da Operação “Grand African Nemo 2020”, no período de 5 a 9 de outubro, no Golfo da Guiné.

A operação tem o propósito de treinar as Marinhas dos países da África Ocidental e dos países participantes para incrementar a segurança marítima no Golfo da Guiné, por meio de adestramentos e exercícios de combate aos ilícitos marítimos.

A edição de 2020, apesar das restrições impostas pela Covid-19, contou com a participação das Marinhas da França, Estados Unidos da América, Itália e Brasil, além das Marinhas dos países do continente africano: Senegal, Guiné, Togo, Benin, Nigéria, Gabão, Congo e República Democrática do Congo.

Países da costa ocidental africana que participaram do Grand African NEMO

O NpaOc “Apa” realizou exercícios no mar com os Navios-Patrulha “Kedougou”, “Anambe” e “Soungrougrou”, e com o Destacamento de Operações Especiais da Marinha Nacional do Senegal. Foram simulados cenários operativos que visavam à repressão ao tráfico de drogas e à pirataria, bem como à proteção de plataformas petrolíferas. Também foram conduzidos os procedimentos de interrogação, interceptação e acompanhamento de embarcações suspeitas, além da aproximação e abordagem do grupo de visita e inspeção dos navios de ambos os países.

Em proveito à presença da aeronave “Falcon 50”, da Marinha francesa, foi realizado, ainda, o exercício de trânsito sob ameaça aérea com o NpaOc “Apa”, com o objetivo de adestrar as equipes de bordo durante as aproximações de ataque da aeronave.

A “Grand African Nemo” e a “Obangame Express” são as duas operações multilaterais realizadas anualmente no Golfo da Guiné que contam com a presença da Marinha do Brasil. A participação brasileira, além de incrementar a interoperabilidade entre as Marinhas, reforça os laços de amizade com os países da costa ocidental africana, contribuindo para a segurança marítima da região e, sobretudo, fortalecendo a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul, de modo a consolidar o Brasil como ator regional relevante e influente em nosso entorno estratégico.

USS Hershel “Woody” Williams da Marinha dos EUA
Moliro – P141 classe Hainan/Type 62 chinesa da Marinha do Congo
NNS Thunder (F90) da Marinha da Nigéria

FONTE: Marinha do Brasil

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Alison
1 mês atrás

Rapaz… o que danado e aquele navio do Congo na terceira foto hein? Parece uma traineira de pesca com canhão…

Joelson
Joelson
Reply to  Alison
1 mês atrás

Tem algum U-Boot caçando ele… só pode!

Peter Nine-nine
Peter Nine-nine
Reply to  Alison
1 mês atrás

goza, goza…..

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Peter Nine-nine
1 mês atrás

Hehe…

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Alison
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Esse do Brasil ainda ta muito acima daquele negocio lá do Congo fera. rsrsrsrs

oswaldo
oswaldo
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Nao da pra comparar. Ta forcando … kkkkk

Jagdverband#44
Jagdverband#44
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Na boa amigo, mais respeito com a MB. As IM prestaram tanto serviço para o Brasil, que tu não tem noção.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Aposto que aquele barco dos caras é bem mais rápido e tem a manutenção BEM mais barata e mais fácil de ser feita. Essa Corveta já deveria estar aqui no Museu Naval no RJ faz tempo.

Capitao Tenente
Capitao Tenente
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Ainda tem Corveta IM, Brasileira operando para a marinha da Namibia, sabia?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Capitao Tenente
1 mês atrás

E…? Se o intuito foi o de sugerir a venda da Caboclo para a Marinha da Namíbia, eu acho uma péssima ideia. Deveríamos preservá-la pelos serviços prestados em um museu. Ao mesmo tempo deveríamos definir de uma vez o que faremos de projeto/construção de NaPas e NaPaOcs e aí sim oferecermos à países como Namíbia, Congo, Nigéria e outros tantos que obviamente precisam de algo melhor tanto quanto nós mesmos.

R_cordeiro
R_cordeiro
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Uma coisa é ter navio antigo, outra bem diferente eh ter essa tranqueira do congo cheia de ferrugem e com cara de suja. Nunca entrei num navio da MB, por mais velho que fosse que estava neste estado.

R_cordeiro
R_cordeiro
Reply to  R_cordeiro
1 mês atrás

Ou melhor, acho que nem os navios da MB que estao em baixa esperando desmanche estao nesta situacao. Nao ter dinheiro pra comprar uma tinta cinza ou ate mesmo uma lona azul nova pra um exercicio internacional que deve estar marcado a meses é o fim do poço mais fundo que eu ja vi numa marinha.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

O canhão dessa V15 parece um Flak 18, isso ainda funciona?

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Alison
1 mês atrás

Debaixo da lona azul dá pra comer um churrasco.

joão Fernando
joão Fernando
Reply to  Alison
1 mês atrás

Cuidado, não estamos lá muito melhor hehehe

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Alison
1 mês atrás

Também fiquei impressionado!

Rudi PY3TO
Rudi PY3TO
Reply to  Alison
1 mês atrás

Me lembrei daquele barcos torpedeiros da WWII

Ronaldo Rangel Pires
Ronaldo Rangel Pires
Reply to  Alison
1 mês atrás

Realmente. Mas foram com o que tinham na mão, fazer o que? Tiraram proveito do encontro com nações amigas.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Alison
1 mês atrás

Para um navio de patrulha costeira, até que esta mais bem armada que as nossas de 500T. Alias ela deve ter esse mesmo deslocamento ou quanse. Canhão duplo de proa e popa de 35/40mm e dois canhões duplos de estebordo e bombordo de 20mm.

Last edited 1 mês atrás by Cristiano de Aquino Campos
eder
eder
1 mês atrás

Só tem canoa neste exercício militar kkkkk

Victor
Victor
Reply to  eder
1 mês atrás

Só tem canoa?
Queria uma canoa dessas na MB…

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Zézinho
Zézinho
1 mês atrás

Devia estar no Caribe contra a pirataria na costa da venezuela ou no esforço internacional contra a ditadura chinesa em represália ao expansionismo ilegal dos comunistas e contra o ataque biológico mundial do COVID 19.

Marujo
Marujo
Reply to  Zézinho
1 mês atrás

Coitado.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Zézinho
1 mês atrás

Estreitar laços com os países do outro lado do Atlântico é uma maneira de se combater a expansão de qualquer país de fora do entorno (leia-se: China) de forma diplomática e útil para nossos interesses.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

China e EUA.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

EUA? Por que? Eles não tem costa no Atlântico? Não fazem parte do nosso entorno estratégico?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Eles têm costa no Atlântico Norte,a parte Sul deveria ser zona de influência do Brasil porque é o nosso entorno estratégico,bem como a América do Sul.Por isso acho a influência americana nessas regiões vai contra nossos interesses,assim como a chinesa.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Então… vou explicar. Os caras tem influência global e são nossos aliados. Nós NÃO temos e nem teremos tão cedo, como assumir total responsabilidade pelo Atlântico Sul. Então se é para atuarmos em conjunto, que seja com os EUA. A ideia é não precisar de ninguém, e ir fazendo as parcerias com outras nações banhadas pelo Atlântico Sul. Mas à julgar pela nossa política externa de algumas décadas para cá, isso não vai acontecer. Não temos estabilidade política, econômica e nem direcionamento de Estado para fazer isso acontecer nem à longo prazo. Se houver mudança no pensamento, no trato estratégico,… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Balela para você, que obviamente não sabe o que está falando. Isso é diplomacia, e se usa diplomacia com meios militares também. Usa-se o que quer que se tenha à disposição. No caso aumentar a interoperabilidade com Marinhas amigas ou do entorno estratégico é aumentar o grau de confiança, proximidade e portanto, relacionamento entre os países. Fazer com que prefiram tratar conosco em determinados assuntos do que com outros, é uma oportunidade de mostrar produto Brasileiro (não foi o caso dessa vez) e por aí vai. Vai ver por isso navios de guerra de diversos países não apenas fazem exercícios… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

E o que é que isso tem a ver com exercício na costa Africana?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Como, se mandamos um navio patrulha que não fabricamos, eles mandam um destroyer, oferecemos um patrulha qur mal conseguimos construir financiado por terceiros, a China financia a jutos baixos patrulhas deles?
Agente esta pedindo investimentos da China e China oferece investimentos, pana nós e para quem quizer.

Last edited 1 mês atrás by Cristiano de Aquino Campos
Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Esse é o X da questão, Cristiano. Talvez se conseguíssemos resolver nosso mesmo problema em relação à construção dos nossos Patrulhas à um custo que consigamos desenvolver e manter, talvez a gente possa oferecer boas condições para atrairmos possíveis clientes.

Mas deixar de participar de exercícios assim só traz resultados negativos.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Zézinho
1 mês atrás

Esse NApOc iria causar um medo nos chineses. Eles iam se borrar.

Caio
Caio
Reply to  Zézinho
1 mês atrás

Isso é culpa da Cátia… Cathaça.

Last edited 1 mês atrás by Caio
WELLINGTON RODRIGO SOARES
1 mês atrás

Aquele navio do Congo chega a dar dó 🤣🤣
Agora falando sobre esse navio da classe Amazonas, uma pena não termos uma linha de produção desse tipo de embarcação aqui no Brasil. Com um bom planejamento dava pra lançar 1 navio patrulha desse a cada 2 anos. Em pouco tempo teríamos uns 6 ou 8 navios desse porte para patrulhar nossos mares.
Mas se tá difícil concluir 2 de 500 ton, imagina um patrulha de 2000 ton ?

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  WELLINGTON RODRIGO SOARES
1 mês atrás

“ uma pena não termos uma linha de produção”
Exatamente!!!
Para um país gigantesco como o Brasil, seriam necessários ao menos 120 desses aí. Imaginem só, uma linha lá no Ceará, outra no Rio e outra ainda lá em Santa Catarina.
Imaginem só o número de trabalhos diretos e indiretos criados, e claro que isso repercutia internacionalmente, e mais ordens chegariam. Esses países africanos mesmo, seriam clientes empolgados.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Concordo com o Sr. João Moita Jr. Trabalho não iria faltar. Perfeito.

Wilson França
Wilson França
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

A prioridade do presidente é aumentar em uns 100 reais o valor do bolsa família e nem pra isso tem dinheiro…

Capitao Tenente
Capitao Tenente
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Sou super fa da classe river MK2 tambem. Existem variantes mais equipadas dessa classe como as covetas Khareef da marinha o OMAN, contudo na minha opiniao podiamos produzir uma quantidade volumosa desses patrulhas oceanicos armados com canhoes de 30mm e metralhadoras e espalhar eles pelo atlantico j’a bastaria para uma acao de presenca, instecao naval e combate a ilicitos adequada.

(perdoem erros de potugues e falta de acentuacao, estou num teclado desconfigurado)

Flanker
Flanker
1 mês atrás

Aquela coberta na popa deve ser, com certeza, para um churrasquinho……o que são aqueles pneus!?!?…..gostei do reservatório de combustível……
Sei que a MB está em estado crítico….e lamento e critico muito essa situação. Mas, poderia ser bem pior, não é? Basta olhar essa foto….
É para quem comparou com a V-19 Caboclo, única ainda ativa da classe Imperial Marinheiro, pode procurar imagens dela. Vai ver as condições com que é mantida. Não há comparação. Não é pq é antigo que tem que ser mantido de forma porca.

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Tomcat4,2
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Concordo contigo Flanker !!!

Veiga 104
Veiga 104
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Perfeito.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Os pneus são as defensas. Equipamento universal em embarcações onde se precisa economizar em alguma coisa aqui e ali hehehehe. O fato de elas estarem para baixo e não recolhidas, significa que a foto provavelmente deve ter sido tirada perto de efetuarem abordagem. Mas achei interessante que esse barquinho tem um poder de fogo razoável e provavelmente deve fazer muita água todo ano. Provavelmente deve navegar bem mais que a Caboclo, exatamente pela falta de complexidade da embarcação, mas ainda assim é lamentável o estado de preservação desse barco. Certamente não temos os problemas que eles tem, mas ainda assim… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Os pneus eu sei que são as defensas.. ..só citei pq ficou bizarro….e é muito comum ver isso em rebocadores e outros navios com função mais de apoio. Mas, em navios com função mais “militar”, digamos assim, é muito raro….Quanto à Caboclo, concordo que deva ser substituída urgentente, mas é aquela velha maxima: ruim com ela, pior sem ela…..

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Demais esse patrulha congolês! Old school, raíz, faca nos dentes… é pouco pra definir isso. Dá medo até no Rambo. Parabéns para eles, por mostrarem que falta de recursos não é motivo pra ficar no sofá.

J L
J L
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Concordo com o que o Flanker escreveu.

Capitao Tenente
Capitao Tenente
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Correto Flanker, bastas olhar o nosso Glorioso Monitor Parnaiba e NaPLogFLu Potengi aos quais tive a chance de navegar, navios com quase 100 anos de idade e da forma com que sao mantidos chegarao la nesses 3 digitos se a marinha quiser. Para as funcoes proposta eles nao deixam nada a desejar

Jefferson
Jefferson
1 mês atrás

Procurando Nemo.
Poderiam ter mandado uma fragata, mandar esse navio pequeno atravessar o atlantico é complicado.
Eu vejo esse navio com a finalidade de proteger a costa e nao participar desses exercícios.

Jagdverband#44
Jagdverband#44
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Jefferson, a classe Amazonas é NaPaOc. Aguenta qualquer mar. Não à toa a RN mantem um River Class nas Falklands.

Jefferson
Jefferson
Reply to  Jagdverband#44
1 mês atrás

Eu acho irresponsável.

Alm. Tanda
Alm. Tanda
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

A MB agradece sua preocupação

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Bom, então é melhor deixar as pessoas que não acham, mas tem certeza, que ordenem as comissões dos navios em serviço.

As Amazonas são, como o JV44 disse, navios de Patrulha Oceânicos, ou seja, enfrentam praticamente qualquer coisa. À julgar pela sua ótica, um veleiro de 34/36 pés não conseguiria dar a volta ao Mundo e o fazem à todo o momento.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Colega. Esta classe tem um deslocamento de quase 2.500 toneladas quando carregado. Você deve estar confundindo a classe Amazonas com a Macaé.

Flanker
Flanker
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Um classe Amazonas já foi até para o Libano, substituir uma fragata classe Niterói em pane. E olha os outros navios….não tinha nenhum navio do porte de fragatas. E qual o foco odo Exercício: treinamento para coibir os ilícitos. Portanto, função mais para um navio de patrulha do que para um navio de combate como um fragata.

Jefferson
Jefferson
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Então deixem as fragatas aqui no litoral e a corveta para atravessar o atlântico. Conduta bem inteligente. Eu arrisco dizer que a MB tem medo das fragatas com 500 anos quebrarem no meio do caminho.

Flanker
Flanker
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Que corveta para atravessar o Atlântico? Qiando o NaPaOc foi para o Liga no e pq era o que tinha disponível. Agora, ele foi pq era uma missão dentro daquilo que ele realiza.

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Avise os congolêses. Os caras estão lá no meio do Atlântico, tirando a água no balde, mas não tão nem aí.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Onde entra Dory nesta história toda?

M65
M65
1 mês atrás

A Marinha do Congo está precisando de doações.

João Pedro
João Pedro
1 mês atrás

É um desrespeito tirar sarro com a Marinha do Congo! Toda Marinha é feita baseada com a realidade do país. A Baía de Guanabara é rota de tráfico de armas e drogas, mesmo sendo na sede da Marinha. Se não damos conta na Baía, imagina de uma ameaça naval?

MMerlin
MMerlin
Reply to  João Pedro
1 mês atrás

Não só a Baía de Guanabara, João Pedro. Toda nossa costa é uma peneira. Não a toa, os produtores preferem enviar as “mercadorias” para este lado do atlântico onde a saída é muito mais fácil.

João Pedro
João Pedro
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Exatamente! Apenas citei a Baía de Guanabara por ser a sede da MB! Abraços

Pedro Rocha
Pedro Rocha
1 mês atrás

Olá senhores! Marinha “raiz” realmente é do Congo! Operar na US Navy ou PLA Navy é moleza! Mestre Dalton você está lendo esse artigo? Eu gostaria que o mestre descrevesse um pouco do conceito do USS Hershel “Woody” Williams que para mim é uma solução para esse tipo de missão de patrulha.

Fernando
Reply to  Pedro Rocha
1 mês atrás

Eu também fiquei bastante curioso com esse navio da Marinha Americana. Aquela coberta é um convoo? E tem muita cara que foi colocada ali depois da construção do navio.

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Sim é um convoo e também há um hangar na parte dianteira dele. Os “ESBs” são uma variante dos 2 “ESDs” ou Docas de Transferência Expedicionárias, que ao invés do convoo utilizam o espaço abaixo dele para transporte de até 3 embarcações de desembarque “hovercraft”
funcionando como uma base móvel para apoiar um assalto anfíbio.

Dalton
Dalton
Reply to  Pedro Rocha
1 mês atrás

Oi Pedro. . O USS Hershel Williams é baseado na Baía de Suda na ilha grega de Creta e serve a VI Frota, o USS Lewis B Puller é baseado no Bahrain no Golfo Pérsico servindo a V Frota e ano que vem o USS Miguel Keith será enviado às Ilhas Marianas para servir com a VII Frota e já foram autorizados outros 2 e mais um deverá ser autorizado em breve o que demonstra a importância deles. . Classificados como Bases Móveis Expedicionárias (ESB) tais navios devem apoiar forças especiais, combater a pirataria ou demais missões de segurança marítima… Read more »

Pedro Rocha
Pedro Rocha
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Obrigado Mestre Dalton!

Veiga 104
Veiga 104
1 mês atrás

BOM DIA A TODOS. O ESTADO CRÍTICO DA MARINHA DO CONGO É EVIDENTE. MAS GOSTARIA DE DESTACAR AS DIFICULDADES DA TRIPULAÇÃO E PORQUE NÃO DIZER DE TODOS OS MILITARES DA MARINHA DAQUELE PAÍS. TRÁFICO DE OURO E DIAMANTES E OUTROS INTERESSES DOS GOVERNANTES QUE, SÓ MESMO MUITO AMOR PELA PROFISSÃO FAZ COM QUE SE TRABALHE NESSAS CONDIÇÕES. NÃO TENHO DÚVIDA QUE SE FOREM CONVOCADOS ELES IRÃO TENTAR CUMPRIR SUA MISSÃO.

Veiga 104
Veiga 104
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Ok. Eu não sabia, peço desculpas.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Acho esse Navio de Patrulha Oceânico bem interessante. É sempre bom trocar experiencia e ensaiar futuras coalizões.

Marcos10
Marcos10
1 mês atrás

Importante a participação da MB, entretanto é necessário pensar também em coisas básicas, como patrulhamento efetivo da costa brasileira, coisa que tem sido negligenciada, haja visto os ataques de pesqueiros chineses contra navios brasileiros.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Marcos10
1 mês atrás

Quando um navio brasileiro foi danificado por pesqueiros chineses?

Ronaldo Rangel Pires
Ronaldo Rangel Pires
Reply to  Marcos10
1 mês atrás

Nossos pescadores tiveram sorte em estar num barco novo. Se fosse num barco menos reforçado, virariam comida para os peixes.

Salim
Salim
Reply to  Ronaldo Rangel Pires
1 mês atrás

Vejo ato chinas como pirataria e MB conseguiria coibir facilmente estes atos com envio de 2 tucanos para conduzir chinas ao porto, um aviso, depois tiros .50 paralelo ao barco e caso náo mudassem curso tiro no maquinário navio. Só náo temos meios navais disponíveis nem com velocidade compatível para acompanhamento. Resulta que opvs são extremamente necessários em quantidade e com velocidade para interceptação apos ação tucanos.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Esse tipo de integração com as nações africanas é interessante deveríamos sempre fazer isso!

Jodreski
Jodreski
1 mês atrás

Muitos amigos zoando do navio do Congo, mas convenhamos colegas, quando o exercício é de outra magnitude e envolve nações com meios mais capazes que os nossos, quem deve ser motivo de chacota somos nós! Eles devem tirar uma onda que paramos na década de 90!

Fernando
Reply to  Jodreski
1 mês atrás

O Congo nesse exercício é o Brasil no Rimpac

Up The Irons
Up The Irons
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Não concordo com a afirmação, pois o problema não é a idade do meio operado, mas o estado em que ele se encontra. Apesar de vasos antigos, o profissionalismo é visível nos equipamentos operados pela MB a nível estrutural e operacional! Se você for a um encontro de carros com um Opala da década de 70 impecável, o mesmo será admirado pelos donos da Ferraris e Lamborghinis. Independentemente de todas as falhas que conhecemos em nossas Forças Armadas, não somos chacota pra ninguém, pois elas são muito qualificadas!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Nego tirando sarro da Marinha de Gana…
Imagine alguem da Marinha da Austrália, Grecia, Egito, India ou Itália sabendo do estado e idade das escoltas da MB, que só temos 4 submarinos pra patrulhar uma costa de 8 milhões de km’s quadrados, que nenhum navio nosso tem lançador vertical de mísseis, e que usamos A4 pra soltar bomba burra em embarcaçóes inimigas…

Eduardo
Eduardo
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

E só 5 ou 6 A4, ainda se fosse um enxame, mas essa miséria de aviões é dose.

Last edited 1 mês atrás by Eduardo
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Eduardo
1 mês atrás

Vão me chamar de vira-lata, mas…
Só pra enfiar o dedo um pouquinho mais na ferida:
Nenhuma das asas fixas da MB tem míssil antinavio. Coisa que os argentinos já fazia a 30 anos atrás.
Ser melhor que a marinha de Gana é fácil. Quero ver ser igual ou melhor do que a marinha australiana ou italiana…

guilardo
guilardo
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A nossa sorte é que a nossa Marinha opera no Atlântico Sul, onde as armadas africanas são de pobreza franciscana. No hemisfério sul temos apena as Marinhas Australiana e Sulafricana, tidas como relevantes. Os nossos vizinhos aqui do continente estão numa miséria de fazer gosto. Ninguém ostenta poderio para um enfrentamento com o Brasil, apesar da nossa frágil Marinha desdentada. Inimigos mesmos, só temos os políticos e nossos almirantes. Graças ao bom Deus não vamos nos envolver em guerra alguma, pois iríamos passar vergonha e humilhação. Vi ontem uma reportagem sobre o São Paulo, cadáver insepulto, que ninguém da Força… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  guilardo
1 mês atrás

Tudo bem que a MB tem programas importantes em andamento, como o PROSUB e as Tamandarés, coisa que mais nenhum outro país da AS tem.
Mas isso não muda o fato de que dá pra escrever uma Bíblia com todas as áreas que a MB tem de defasado e deficiente.
Quer apenas um pequeno exemplo? Navios caça-minas.
Quer tirar sarro de Gana? Beleza.
Mas antes de tirar a trave do olho do seu irmão, tire a trave do próprio olho primeiro.

Flanker
Flanker
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

8 milhões de km² de costa? Tem certeza? Concordo que a MB tem muitas limitações e deve ser motivo de chacota para outros países….mas, isso não muda o fato de que o navio da foto, dá Marinha do Congo, é uma su-ca-ta!!! Um ferro-velho flutuante!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Ok, exagerei e muito. 7.500 km’s de extensão, falha minha. Mas, falando em ferro velho ambulante e sucata…e os navios varredores e caça-minas da MB? Nenhuma expectativa de serem trocados no curto e médio prazo, uma quantidade irrisória pelo tamanho do nosso litoral, se forem trocados, serão por algum meio já usado ( da última vez que pesquisei, os suecos eram os preferidos ), utilidade questionável, pra dizer o mínimo, numa guerra moderna, e navegam apenas com a desculpa fajuta de “não perder doutrina”. Continuo batendo na tecla que a gente não tem moral nenhuma pra tirar sarro deles. Pelo… Read more »

Renan
Renan
1 mês atrás

A dúvida é se acharam o Nemo?

Caio
Caio
1 mês atrás

Se tivéssemos com capacidade para produzir para nós mesmos, poderíamos até estar vendendo a esses países, barcos não muito complexos.

Salves
Salves
1 mês atrás

Boa noite a todos.
O navio patrulha da Rep. Democrática do Congo que aparece na foto é o Moliro – P141 classe Hainan/Type 62 chinesa. É o único navio ativo de maior porte congolês. O nome na foto saiu errado. O FS Commandant Ducuing é um OPV da França classe A69 que também participou desta manobra no Golfo da Guiné.

Salim
Salim
1 mês atrás

Infelizmente o que temos hj operacional e a valorosa Barroso e estes 3 napaoc Amazonas que são patrulhas. As trés Niterois em melhores condições tem que ser reformadas com urgência. Muito triste situacaso atual. Com só um tupi operacional praticamente náo temos marinhas, porem temos 75 mil alocados MB. Década 90 tínhamos cerca 15 escoltas e 4 subs zero.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
1 mês atrás

Só temos 3 navios como este P121? Deveria ser uns 10.

Marcelo-SP
Marcelo-SP
1 mês atrás

Uma pergunta aos que conhecem do assunto:

Seria possível equipar os NaPaOc’s da classe Amazonas para guerra anti-submarino e/ou caça-minas?

Pergunto porque, como sabemos da dificuldade de se obter novos vasos, um patrulha oceânico com 2.000 ton poderia desempenhar alguma outra função. Até mesmo para que a característica de patrulha estenda-se às ameaças submarinas. Entendo que ele não é feito para o combate aberto contra fragatas ou destróieres, mas para ajudar na caça de ameaças sorrateiras em nosso mar territorial seria uma boa.

Posso estar falando uma imensa bobagem, mas entendo que cascos multifunção são importantes para quem tem poucos.

Bardini
Bardini
Reply to  Marcelo-SP
1 mês atrás

Para ASW, teriam de adaptar o navio para receber e operar um Sonar de Profundidade Variável. Isso mitigaria em parte o problema de operar com uma propulsão que não foi pensada para fazer ASW e etc. . Aí tem que ver onde montar tubos de torpedos. Mas isso aí é o de menos. . Nessa linha de pensamento aí, valeria mais a pena construir um outro projeto de Patrulha, com a linha de pensamento “Fitted For But Not With”. Sairia barato e agregaria número a Esquadra, de forma rápida. Esses 03 NPaOc aí, são muito bons do jeito que estão.… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Marcelo-SP
Marcelo-SP
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Obrigado pela resposta, Bardini. Seria interessante a MB desenvolver esse tipo de versatilidade que você sugere. Essa capacidade básica de vigiar nosso mar territorial de forma moderna e inteligente seria um bom alicerce para aperfeiçoarmos nossa força naval de forma organizada, progressiva e competente.

Salim
Salim
Reply to  Marcelo-SP
1 mês atrás

Veja como referência corveta6 israelense saaa6 e menor que nossos opvs
:
Corvette
Displacement:
1,900 long tons (1,900 t) at full load[1]
Length:
90 m (295 ft 3 in)
Range:
4,000 km [2]
Sensors and
processing systems:
EL/M-2248 MF-STAR AESA radar
Armament:
1 × Oto Melara 76 mm main gun
2 × Typhoon Weapon Stations
16 vertical launch cells for Barak-8 surface-to-air missiles
40 vertical launch cells for C-Dome point defense system
16 anti-ship missiles,
2 × 324 mm (13 in) torpedo launch

Salim
Salim
Reply to  Salim
1 mês atrás

Saar-6–Our-IDF-2018-IZE-001.jpg

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Interessante é saber que o Congo é um dos países mais ricos da África… O país detém cerca de 75% de toda reserva mundial de coltan(Tântalo), mineral onipresente em circuitos eletrônicos de smartphones e tablets. Latão, tungstênio, cobalto, cobre: boa parte dos minérios que abastecem indústrias mundo afora sai de rios, jazidas e florestas tropicais congolesas. E não para por aí: o Congo é rico, também, em diamantes, ouro, petróleo, madeira e urânio. O tântalo é a chave para a indústria eletrônica mundial. O US Geological Survey lista Brasil, Canadá e Austrália como os principais produtores de concentrados minerais de tântalo… Read more »

Last edited 1 mês atrás by ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Sempre tem o USGS interessado em ajudar os países menos favorecidos para seguirem o caminho do futuro…

Por coincidência,quando andaram no afeganistão, o Serviço Geológico dos Estados Unidos encontrou reservas de lítio, ferro, ouro, nióbio, cobalto e outros minerais no país.
Declarando que Afeganistão tem aproximadamente US$ 1 trilhão em reservas minerais.

Andaran rapidamente no Haiti,mas não encontraram nada animador.

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nonato
nonato
1 mês atrás

Que navio é esse, de nome estranho?
Napaocapa?
🤔

Bardini
Bardini
Reply to  nonato
1 mês atrás
Flanker
Flanker
Reply to  nonato
1 mês atrás

Não é Napaocapa……é NaPaOc Apa……Navio Patrulha Oceânico Apa…. sendo Apa o nome dele. Tem tb, na mesma classe, o Amazonas e o Araguari.

R_cordeiro
R_cordeiro
1 mês atrás

Tive a oportunidade de entrar neste NPaOc, pouta navio feio por dentro, acho ele muito bonito externamente. Eu acostumado a entrar nas niteroi, que apesar de antigas sao lindas, esse ai parece navio cargueiro daqueles bem chule por dentro. Mudando de assunto, o que sao estes montes de ferrugem flutuante destas marinhas africanas… Credo gente, nos bem sabemos que navio antigo nao eh sinonimo de navio velho, isso ai eh insalubre, digno de pesqueiro chines na costa argentina.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  R_cordeiro
1 mês atrás

Tive a oportunidade de entrar neste NPaOc, pouta navio feio por dentro, acho ele muito bonito externamente. Eu acostumado a entrar nas niteroi, que apesar de antigas sao lindas, esse ai parece navio cargueiro daqueles bem chule por dentro”. 

Meu caro R.Cordeiro,o navio é militar,não um iate para ricaços ou um transatlântico…

Ele é feito para uma função específica: PATRULHAR ! Simples assim,não precisa de muitos luxos para oficiais e marinheiros.
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Ver Mais em:

https://www.naval.com.br/blog/2012/09/29/por-dentro-do-amazonas/

Thrash Metal
1 mês atrás

Já que fecharam contrato com a Thyssenkrup para a construção das Light Frigate, como a própria empresa chama as Tamandaré de 3.400 ton, poderiam construir por aqui os navios patrulha oceânicos da Thyssenkrup – Meko A 100 – Patrol Corvette. Technical Data – MEKO® A-100 Patrol Corvette: Length, over all 98.5 m Beam, maximum 14.0 m Displacement, full load 2,250 t Propulsion (CODAD) 2 x 6 MW diesel engines on 2 x CPP Range 4,500 nm/14 knots Complement (+ supernumeraries) 65 (+20 special forces/trainees) Organic Helicopters 1 x 11 ton; or 1 x 5 ton + 1 UAV Boats/USV 1… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Thrash Metal
R_cordeiro
R_cordeiro
1 mês atrás

Tudo bem ser uma marinha pobre, mas pqp nao ter dinheiro pra esticar uma lona azul nova pra um exercicio internacional é dureza.

Roberto
Roberto
1 mês atrás

ta errado…. esse barco do Congo é uma Type 062 Shanghai – Chinesa
Type 062-I Shanghai, tem dois tipos.
quanto a lona…. Africa deve ser frio né, só pra lembrar… O Brasil usa tb!
O navio da Nigéria é um Cutter ex- US cost guard que participou da guerra do Vietnã.-

Last edited 1 mês atrás by Roberto
Renan
Renan
1 mês atrás

Como são excelentes os navios classe Amazonas.
O patrulheiro tem capacidade de ir a África e voltar em segurança.
Poxa temos o direito de fabrica este navio, deveríamos fazer dezenas deles para mostrar bandeira, seria muito bom ter no mínimo uns 12 desse.
Sei que a MB sonha com um de 1800 toneladas com capacidade de operar helicópteros. Mas se não tem tu vai tu mesmo

Nunes-Neto
Nunes-Neto
1 mês atrás

Li vários comentários denegrindo o Patrulha do Congo,mas se eu fosse um pirata, ia ter medo do navio do congo, ia olhar APA, Navio Frances,EUA e iria falar mete o pé que esses não vão atirar.Agora se eu fisse o Patrulha do Congo, com varias canhões/metralhadoras e naquele estado, falava p galera,para,para que esses vão meter chumbo…kkkk