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BAE Systems abre suíte de visualização para combatentes de superfície canadenses

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CSC – Canadian Surface Combatant, versão canadense da fragata Type 26

A BAE Systems abriu a primeira Suíte de Visualização para o Combatente de Superfície Canadense (CSC) oficialmente em 26 de novembro em seus escritórios em Ottawa.

O evento contou com a presença do Ministro da Defesa Nacional do Canadá, Harjit Sajjan, e do Comandante da Marinha Real do Canadá, Vice-Almirante Art McDonald.

A tecnologia de visualização transformará a maneira como os navios de guerra são projetados, construídos e entregues para a Marinha Real do Canadá. O uso da tecnologia para criar um protótipo virtual e “Digital Twin” permite um entendimento profundo da embarcação e da experiência daqueles que servem a bordo antes do início da fabricação.

A tecnologia permite uma visão totalmente detalhada do projeto do navio de qualquer ângulo ou área, com a capacidade de inspecionar e examinar equipamentos e sistemas de forma rápida e fácil, um benefício chave no amadurecimento e garantia do projeto, e no apoio à contratada principal do programa, Irving Shipbuilding, enquanto planeja a construção. Nossos engenheiros são capazes de desenvolver projetos em vários países e fusos horários, trabalhando em conjunto com nossos parceiros e clientes para criar o navio certo para o Canadá.

Proposta da BAE Systems para o Canadian Surface Combatant
Canadian Surface Combatant

Mission Bay da fragata Type 26 que é usada como base para o projeto CSC

O Canadian Surface Combatant está sendo projetado para atender às necessidades exclusivas do Canadá e proporcionará imensos benefícios econômicos no Canadá de toda a equipe do programa. Nossa tecnologia de visualização promove eficiência, qualidade e segurança no programa CSC para a Marinha Real do Canadá e o Governo do Canadá.

A equipe do CSC inclui a BAE Systems como projetista do navio, a Lockheed Martin Canada liderando a equipe de projeto e a Irving Shipbuilding como o contratada principal que construirá o CSC em seu estaleiro Halifax. Mais de 10.000 pessoas estão empregadas no Canadá coletivamente em todas as empresas parceiras que apoiam o projeto do Canadian Surface Combatant, com milhares mais na criação de empregos de alto valor e longo prazo.

Em nossos três programas de Global Combat Ship no Canadá, Reino Unido e Austrália, as suítes de visualização 3D lançadas pela BAE Systems no Reino Unido para o programa Type 26 estão transformando a forma como os navios são projetados.

Primeira fragata Type 26 em construção no Reino Unido. O overlay digital abaixo mostra a forma do navio quando ficar pronto

FONTE: BAE Systems

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filipe
1 mês atrás

Incrível, a CANZUK está se transformando num bloco poderoso desde que o BREXIT começou, lembrando que CANZUK (Canada + Australia + Nova Zelandia + UK) são nações que partilham da mesma herança hereditária , e é a recriação o antigo Império Britânico, as Type 26 foram a prova disso, Acredito que o CANZUK será o bloco económico mais forte do mundo para os proxímos tempos.

Jefferson
Jefferson
Reply to  filipe
1 mês atrás

Brexit foi excelente para o RU e péssimo para a Alemanha, não é em vao que a Merkel chora até hoje.
Já a elite globalista está assustada até hoje com o membro fugitivo…não conseguiram castra-lo.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

o que mais me espantou é o algumas pessoas dizerem que a Democracia já não é mais um método bom para governo kkkkkkk,

Jefferson
Jefferson
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Sim, a democracia só vale quando é de interesse da mídia ou de outros poderosos infiltrados. Quando é uma ideia a aversão jamais a democracia é um bom parâmetro. Eu acompanho o brexit desde o início, havia uma choradeira imensa e eu já falava que ia ser ótimo para os britânicos…todos dizendo o oposto. Logo após o brexit há uma fuga enorme da Alemanha para o RU, quem é do mercado financeiro já esperava por isso. Londres é o centro financeiro do mundo, a Alemanha é uma fábrica.. Ambos são importantes, justamente por isso os impactos foram pequenos e quase… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Jefferson
1 mês atrás

Críticou militares e religiosos
É da turma de Maduro e Boulos.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Demos.

Você vence uma demanda contra o estado. Espera 1 ano para chegar até a segunda instância. Vence novamente.

Ganhou? Precisa aguardar publicar a sentença. Mínimo de 6 meses úteis.

Ganhou! Precisa aguardar certificar a publicação. Mínimo de 6 meses úteis.

Passados 2 anos da tua vitória, você venceu?

Precisa executar o estado. Processar a execução da sentença. Mais 1 ano útil.

No final, o estado pede ao juízo que a dívida seja recolhida e juntada na fila de precatórios que o STF decidiu extinta em 2020.

Demos. Demos de demônios.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  filipe
1 mês atrás

Não será.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Tenho até medo de perguntar: como, mesmo, a visualização 3D tem alterado a forma de projetar algo que já está em construção? É muito pouco visualizar sem poder simular dias, meses e anos de operação e manutenção – coisa que não é pra manipulação de modelistas mas de poderosos algoritmos e supercomputadores, como na iniciativa NGAD. Bom, sei lá…

Helio Mello
Helio Mello
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Na verdade a maquete 3D parcial já existe desde antes do início da construção. Com ela é possível simular remoção de equipamentos para manutenção, espaços vazios necessários para operação, vibração de tubulação, etc. Softwares comerciais como AVEVA Marine ou DS Catia já fazem isso há muito tempo em computadores comuns. O dia a dia de manutenção não é tão variável assim em um projeto como esse, já que, por exemplo, grande parte da tubulação é pensada de forma a ser substituída a bordo, com processos padrões. Quando vem uma manutenção de grande monta, o modelo 3D tem que ser atualizado… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Parece que a marinha canadense tem grandes aspirações. Quer se tornar uma digital navy:
http://www.navy-marine.forces.gc.ca/en/innovation/digital-navy.page?
Mas o mesmo se dará com as marinhas australiana e inglesa ou o global combat ship não será tão global assim já que profundamente customizado em cada local? Será que não teremos mais surpresas constrangedoras como a motorização das type 45?

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

No nosso caso…

A Emgepron não projeta. A Emgepron gerência o projeto. Então…se tivéssemos algo parecido…a Emgepron também deveria ter um bigdata para interferir na construção simultaneamente fazendo o 3D…parar?

O loko.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves The Block Man
1 mês atrás

Novos tempos, novos modelos de negócio. Pra construir os quinze botes CSC, morrem 36 bilhões de dolares canadenses. Mas o programa ainda custara mais 24 bi em custos gerenciais, de treinamento e outros. Tá caro? Sei lá…

André Castro
André Castro
1 mês atrás

Off-topic , segundob essa notícia o Brasil está de olha na nova versão do míssil Brahmos para armar o Gripe ng.
https://eurasiantimes.com/indian-brahmos-goes-brahmosglobal-after-indonesia-brazil-looks-to-arms-its-gripen-jets-with-indo-russian-missile/

filipe
Reply to  André Castro
1 mês atrás

Isso deve ser fake news o Brasil já tem o MICLA-BR , não precisa do BRahmos… O Gripen NG vai lançar o MICLA-BR e o METEOR.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
1 mês atrás

Essa história de Canzuk. Vamos ver se superam a distância geográfica. A projeção deles é construir um bloco econômico atrás somente dos EUA, da China, da UE e…de quem mais? Quem enxerga a Austrália indo defender o Canadá de uma agressão? Se sim, como superariam as distantes linhas logísticas sem depender dos americanos? Quem enxerga a Nova Zelândia, um país pacifista, metendo-se com energia nuclear, despesas absurdas com Defesa e posições militares conservadoras? Trump reclama da investida das indústrias canadenses nos EUA. Lá é uma questão de atravessar fronteiras próximas. A indústria e a metalurgia canadenses poderiam superar os obsoletos… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Esteves The Block Man
filipe
Reply to  Esteves The Block Man
1 mês atrás

Se reparares bem , a Austrália + Canada + Nova Zelandia + UK estiveram na Guerra do Iraque + Afeganistão, Se tocas num Canzuk é como se tocasses em todos, eles são os mesmos britânicos apesar da Geográfia, e o mundo global os favorece, mesma língua, mesma cultura, é tudo mais fácil, o mundo agora esta voltado para a Ásia e Pacífico e não há nada mais natural do que o Brexit para a sobrevivência do Reino Unido. Esses caras do CANZUK estão se readaptando aos novos ventos, 3 nações dos CANZUK estão no pacifico (Canada + Austrália + Nova… Read more »

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  filipe
1 mês atrás

Vai. Veremos se vai. Os ingleses tem ódio e inveja do euro. Da moeda. O euro nunca circulou na Inglaterra. Postos e agências de câmbio instalados até em estações de metrô garantiram o recolhimento do papel para fazer valer o pound. As indústrias canadenses conseguirão entrar na Ásia? Se sim receberão dólares. O agronegócio britânico atravessará fronteiras para chegar aonde não chega através do Canadá indo até Mexico e AL? Não é fácil construir linhas de comércio, rotas, distribuição, abastecimentos. A distância geográfica será vencida pelo mar atravessando rotas que são tarifadas. Renegociar em nome do Canzuk levará tempo. Africa… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Esteves The Block Man
Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Esteves The Block Man
1 mês atrás

O velho e bom Esteves, destilando suas asneiras , como sempre

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

Jovem,

Grato pelo bom. Arma boa não tem idade.

Mercenário
Mercenário
1 mês atrás

Configuração de armas equilibrada, com Mk45 127mm, torpedos (Mk54), 32 células VLS (ESSM, SM2, Tomahawk), Sea Ceptor e NSM.

Last edited 1 mês atrás by Mercenário
guilardo
guilardo
1 mês atrás

O colega Esteves falou sobre a EMGEPRON, que gere os recursos da armada para aquisição dos meios. Essa empresa é o retrato fiel da ramificação da burocracia que impregna o País. Para que a Marinha quer uma empresa de gerenciamento ? Se levarmos em consideração o tamanho do nosso efetivo naval, que seguramente mantém mais de 80% dentro dos quartéis, à falta de meios para embarcá-los, de plano veremos que se trata apenas de um cabide de mais empregos. Será que dentro da Marinha não haja ninguém capaz de gerenciar as finanças para início e conclusão de um projeto ?… Read more »

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  guilardo
1 mês atrás

Colega. Beato Salu. Velho e Bom. Bem bacana. A Emgepron toma conta de projetos. Cuida. A MB lançou em edital com requerimentos. A MB recebeu ofertas e propostas. Escolheu um navio sustentado por um projeto. Quem irá garantir a execução feita conforme o projeto? Que assumirá as consequências se a parte elétrica não funcionar conforme? Corte das chapas, soldas, sistemas, conexões e especificações. Suposição. Espera 4 anos. O navio chega. Vai ao mar para testes. Problemas. Com quem reclama sobre o navio pronto? A Emgepron faz a gerência da execução para garantir a execução de 100% do projeto. Conforme foi… Read more »