ai!ai! da aquele calafrio!… ai moçada fazer uma varredura total
em todo complexo hem!.., a superputência não da mole pra ninguem!
vide atentado de alcântara.
e tenho dito.
Na boa, vc REALMENTE acredita que nós saibamos de alguma coisa que os EUA não saibam? Ou que tenhamos algum conhecimento ou tecnologia que eles não tenham? Por favor diz pra mim que não, que vc não acredita realmente nisso…
Não é possível que alguém sempre resolve aparecer com essa estória de atentado em Alcântara, não importa o quanto a FAB desmente e tente explicar que eletricidade estática decorrente de mau aterramento foi a principal causa. Sempre sobra para potencias estrangeiras tentando liquidar com nosso rico, exuberante e temido programa espacial brasileiro!!
Olá Zorann. Discordo. A prioridade depois do S43 seria o SN10. A MB está em uma encruzilhada devido o atraso da construção dele porque pode significar a desmobilização da força de trabalho. Por outro lado, um SBR novo custa meio bilhão de dólares, o que é entre 1/3 e 1/4 do custo do SN10. Encomendar um quinto SBR pode mobilizar a equipe de um lado mas pode causar mais atraso financeiro para a construção do SN10. Como diria o pica-pau, é um “mato sem cachorro” (no episódio “o fantasma da ópera”).
Caro Renato. O problema de vender os submarinos antigos sempre foi o de encontrar quem queira comprar… ou havendo quem queria comprar, financiar essa venda.
Olá WG. O problema é o financiamento. O governo brasileiro terá que oferecer condições vantajosas para o comprador porque o INTERESSE DE VENDER é brasileiro.
Exato! Na última live, sábado passado, eles disseram q uma fonte informou q a Marinha ficaria somente com o “Tikuna”… Acho q até sei quem vai comprar, pelo menos parte deles. Uma dica: América do Sul, costa do pacifico… Aguardemos…
Olá amigo Renato!!! A questão levantada aqui realmente é uma encruzilhada….quanto sera que a MB conseguiria com a venda de 4 subs da classe IKL209? Cogitou-se de troca-los por uma unica embarcação em operação peruana!!! Sera que chegaria a 1/3 do custo de um novo classe Riachuelo?? Sou totalmente favoravel a priorizar a construção de novos subs convencionais mas pensando bem agora, neste momento, isso tiraria verbas do nosso SN mesmo!!! E isso esticaria ainda mais o cronograma de entrega deste e ai talvez qdo sair, se sair pode ja estar bem defasado…a melhor saída seria laçar desesperadamente algum cliente… Read more »
Olá Jef. Trocar 2 IKL por um Makassar não resolve nenhum dos problemas da MB. A prioridade é recompor a frota de combate de superfície com as FCT, iniciar o SN10 e concluir o PMG dos IKL remanescentes.
Sim amigo….eu só mencionei a news que circulou. dando ênfase a proporção de troca 2 x 1….ou seja quanto a MB conseguiria com a venda dos iKL se estaria oferecendo 2 subs por 1 Makassar? mas tb acho que um navio da classe makassar estaria longe de ser prioridade para a MB nesse momento
Olá amigo…só acho que se vender os IKL muito provavelmente os recursos provenientes nao serão suficientes para um novo Riachuelo….e ai voltamos a ter apenas 5 subs no curto prazo, o que é muito pouco, considerando que o Tikuna seja mantido. E se virar + 1 Riachuelo teriamos 6 (que nao muda muito o quadro) alem de jogar o SN a perder de vista por direcionamento de verbas deste para conclusão de + 1 Riachuelo
O submarino nuclear não vai sair antes de 2035/2040. Se é que vai sair. Não podemos perder a capacidade que já temos e nem confiar a defesa de nosso litoral a uma mísera força de 5 submarinos (lembrando que as Tamandarés não servem pra nada – é só um “patrulhão” caro e inútil). Precisamos construir mais para ter um mínimo de dissuasão. A pesquisa e o desenvolvimento do reator devem continuar. O dia que tiverem um reator e uma planta motriz funcional, voltamos a pensar em submarino nuclear. Até lá o mundo não pode parar. Esquece isso de submarino nuclear.… Read more »
Para se defender dos vizinhos é o suficiente. Para se defender de maneira efetiva de potências globais, precisaríamos de muito, mas muito mais que isso, e não podemos pagar. Então, tá bom assim. Foca nos coitados da vizinhança para não nos passarem para trás, e contra os grandes pense em boas estratégias de guerra assimétrica.
Não mestre Teropode…guerra assimetrica é investir e estruturar suas forças em equipamentos que possam representar um grande risco de perda ao adversário, resultando em um custo benefício assimetrico e inversamente proporcional.
Obvio que é um conceito limitante pois não cobre todas as necessidades ( voce abre mão de alguma dimensão da guerra) mas impõe um custo alto ao adversário.
Um SSK é assimetrico, um lança rojão, CSR, drones, UUVs, Minas burras, moveis ou inteligentes, etc…
O problema ainda é o reator. Após a homologação do mock-up deverão construir o reator do AA em Itaguaí…mas…será que não decidirão levar o Labgene até Itaguaí?
Nos anos 1980 pensaram em envelopar o reator do Ipen.
Camargoer, Por questões éticas vou omitir nomes. Mas o primo da minha mulher foi alto funcionário (STAFF) do núcleo administrador da ICN. E segundo palavras dele esse projeto do sub nuclear vai demorar e muito para andar. Existem enes problemas de ordem técnica de concepção desse reator. Segundo ele, esse projeto já se arrasta desde os anos 70 sem maiores avanços. Eu particularmente fiquei surpreso e desanimado. Mas como ele trabalhou por lá, mais de 30 anos, como posso duvidar? Muitas inverdades a respeito desse projeto são propagadas para dar uma satisfação a sociedade. O investimento real na construção de… Read more »
Olá Renato. Conheço alguns problemas relacionados ao desenvolvimento do reator. O Esteves também deve conhecer outros. O fato do reator do Labgene estar sendo construído mostra que muitos problemas técnicos foram superados. Esperamos que o labgene seja homologado em 2021. Isso significa que o modelo do reator estará pronto para ser usado no submarino. A África do Sul abriu mão da bomba atômica em decorrência da abertura do regime pos-apartheid. Foi um dos “preços” pagos para o país ser reabilitado… lembrando que o grande vilão da década de 80 era a África do Sul…. (lembrar que eles eram os vilões… Read more »
Camargoer,
Israel desistiu do seu projeto nuclear pelo mesmo motivo que a África do Sul.
Os custos são estratosféricos.
E repare que muitos mais que Brasil e África do Sul, Israel tinha todos os motivos GEOPOLÍTICOS de se aprofundar no seu programa nuclear mas mesmo assim declinou.
Até onde sei o único país do mundo ocidental que obteve ajuda de super potências (Rússia e França) no desenvolvimento de seu programa nuclear foi a Índia.
Até submarino nuclear russo a Índia recebeu.
Caro Renato. Uma vez li um relatório do governo japonês que os custos para manter uma capacidade nuclear (bombas) consumiria 50% dos recursos militares do país. A capacidade de operar submarinos com propulsão nuclear é apenas uma fração dos custos de operar um submarino com misseis balísticos com ogivas nucleares. Não pode confundir o custo de manter armas nucleares (bombas) com os custos de operar um submarino de propulsão nuclear com armas convencionais.
Camargoer, Rogo que você esteja certo e eu errado. Li por especialistas diferentes da mesma matéria, que ampla maioria dos cidadãos desconhecem que um sub de propulsão nuclear implica em três fases distintas de sua vida: construção, manutenção e descomissionamento. Segundo um desses especialistas as três fases geram onerosos recursos. Tanto, que a Rússia que tem uma fila de espera de subs nucleares para descomissionamento, está no aguardo de ajuda de bancos mundiais para proceder essa fase há pelo menos 15 ou 20 anos. Quanto aos mísseis dos subs isso ficou exclusivamente na conta da Rússia. Até porque ela não… Read more »
Olá Renato. Descomissionar um reator nuclear é caro, mas não proibitivo. O tamanho reduzido do reator naval facilita bastante o trabalho. O custo de desmantelar um míssil também é razoável. O maior problema são as bombas nucleares. O plutônio é instável e vai mudando de estrutura cristalina com o tempo e ficando contaminado pelo decaimento nuclear. De tempos em tempos, é preciso pegar o combustível nuclear de uma ogiva e reprocessar. Tem outros problemas bem complicados, principalmente onde estocar o material nuclear. Um reator está contaminado mas não explode como uma bomba. O material nuclear se for manipulado errado, explode.
Camargoer,
Demorei mas achei o nome do especialista da Marinha que te prometi:
MARIO SERGIO PORTO.
Ele tem canal no YouTube com nome próprio.
Vale a pena ver o que ele desnuda sobre o tema que discutimos.
Pergunta ao Nunão. Quanto tempo leva para construir o casco de um SBR? Seria possível faze as seções do casco do “S44” adiando um pouco o seu preenchimento? Ou seria possível adiantar as seções do SN10 mesmo sem a homologação do Labgene?
Caro Neto. Estou me referindo a um hipotético “quinto” SBR (por isso S44) que serviria para preencher o gap entre o fim da construção do S43 e o início do SN10
Eu reataria as gestões para vender o S44 e o S45 para as Filipinas, por exemplo (entendo que um dos maiores interessados é a propria ICN/DCNS) o que manteria o Itaguai em atividade e poderia trazer divisas ao Brasil para dar continuidade ao SN10; detalhe: o S43 que hoje é o Angostura poderia ser exportqado e o S44 ser o Angostura… O proprio Poggio comentou ontem, e eu concordo, que o SN10 não será necessariamente operacional mas sim uma plataforma para testes e desenvovilmento (como o foram normalmente os primeiros exemplares de qualquer outra série de subs que tenham tido… Read more »
Perguntinha: por quê esses submarinos não têm AIP? Por quê não são mais bem armados, com armamento moderno e eficaz? Por quê tudo que fazemos, por melhor que pareça, ou até realmente seja, tem sempre que ser tipo meia-bomba?
Isso me lembrou o desenho ‘Bambi’, da Disney…tem uma hora que a mãe do Bambi diz pro Tambor, que estava zombando do Bambi, a seguinte frase: ‘se você não tiver nada legal pra dizer, então não diga nada.’ Fica a dica.
Caro Antonio. A prioridade da MB é o submarino nuclear. A MB já domina a produção comercial de combustível nuclear e também sabe operar um reator nuclear. A Nuclep sabe fazer vasos de reatores nucleares. O preço de um Scorpene AIP é quase um bilhão de dólares, o dobro de um SBR convencional. O SBN deverá custras 1,5 bilhão a 2 bilhões de dólares mas deslocar 6 mil ton (então é mais caro porque também é maior). Nenhuma empresa no Brasil sabe fazer sistema de celula combustível na escala necessária para um submarino. A MB dependeria da manutenção francesa para… Read more »
Muito obrigado pela resposta, Camargoer, valeu!
Mas isso apenas confirma que esse acordo com a França foi, na melhor das hipóteses, muito bom pra França e pras autoridades brasileiras que certamente se beneficiaram dele. Já pro Brasil e pra MB…
Last edited 4 anos atrás by Antonio Renato Cançado
A MB não mostra interesse em um sistema AIP para submarinos convencionais, antes do PROSUB estava em negociação a construção de 1 IKL 214 no Arsenal, ele também não teria o sistema AIP, isso se deve entre outras questões ao fato do sistema AIP reduzir o alcance global do submarino, em teoria isso se traduz em menos dias de patrulha. No caso do Scorpene o sistema usado é o MESMA, a maior desvantagem que eu conheço desse sistema é uma limitação na velocidade máxima do submarino quando usando esse sistema, mas ele permite um maior alcance(é a exceção a regra),… Read more »
Caro Antonio. O objetivo do acordo Brasil-França era o submarino nuclear. Os SBR foram consequencia. Os alemães não tinham capacidade de ajudar o Brasil com o submarino nuclear. Aliás, o Scorpene é superior ao 214. Tecnologicamene e estrategicamente, o acordo com os franceses foi o melhor para a MB.
Desde as Malvinas, quando doisScub nucs de Sua Majestade botaram os Argies a correr, que os almirantes da Cantareira sonham em ter submarino nuclear. Mesmo ue “convencional e Nuclear”. Seja lá o que isso signifique,
E vamos seguindo em frente! É uma bela máquina!
ai!ai! da aquele calafrio!… ai moçada fazer uma varredura total
em todo complexo hem!.., a superputência não da mole pra ninguem!
vide atentado de alcântara.
e tenho dito.
Na boa, vc REALMENTE acredita que nós saibamos de alguma coisa que os EUA não saibam? Ou que tenhamos algum conhecimento ou tecnologia que eles não tenham? Por favor diz pra mim que não, que vc não acredita realmente nisso…
Perfeito. É exatamente isso aí mesmo.
Não é possível que alguém sempre resolve aparecer com essa estória de atentado em Alcântara, não importa o quanto a FAB desmente e tente explicar que eletricidade estática decorrente de mau aterramento foi a principal causa. Sempre sobra para potencias estrangeiras tentando liquidar com nosso rico, exuberante e temido programa espacial brasileiro!!
Muito bom!! Que sejam pelo menos uns 8 até 2030
Olá Zorann. Discordo. A prioridade depois do S43 seria o SN10. A MB está em uma encruzilhada devido o atraso da construção dele porque pode significar a desmobilização da força de trabalho. Por outro lado, um SBR novo custa meio bilhão de dólares, o que é entre 1/3 e 1/4 do custo do SN10. Encomendar um quinto SBR pode mobilizar a equipe de um lado mas pode causar mais atraso financeiro para a construção do SN10. Como diria o pica-pau, é um “mato sem cachorro” (no episódio “o fantasma da ópera”).
Camargoer,
Então seria o momento de se vender os subs com mais de 30 anos e construir mais um Riachuelo.
Caro Renato. O problema de vender os submarinos antigos sempre foi o de encontrar quem queira comprar… ou havendo quem queria comprar, financiar essa venda.
Mas tem quem queira… Aliás, já foi noticiado sobre e o que se viu foi gente dizendo para não vendermos… Vai entender… Rsrsrsrs
Olá WG. O problema é o financiamento. O governo brasileiro terá que oferecer condições vantajosas para o comprador porque o INTERESSE DE VENDER é brasileiro.
O PN noticiou a venda dos 4.
Exato! Na última live, sábado passado, eles disseram q uma fonte informou q a Marinha ficaria somente com o “Tikuna”… Acho q até sei quem vai comprar, pelo menos parte deles. Uma dica: América do Sul, costa do pacifico… Aguardemos…
Olá amigo Renato!!! A questão levantada aqui realmente é uma encruzilhada….quanto sera que a MB conseguiria com a venda de 4 subs da classe IKL209? Cogitou-se de troca-los por uma unica embarcação em operação peruana!!! Sera que chegaria a 1/3 do custo de um novo classe Riachuelo?? Sou totalmente favoravel a priorizar a construção de novos subs convencionais mas pensando bem agora, neste momento, isso tiraria verbas do nosso SN mesmo!!! E isso esticaria ainda mais o cronograma de entrega deste e ai talvez qdo sair, se sair pode ja estar bem defasado…a melhor saída seria laçar desesperadamente algum cliente… Read more »
a proposta que menciono acima que circulou seria de trocar 2 subs IKL209 por 1 navio da classe makassar peruano!!!
Olá Jef. Trocar 2 IKL por um Makassar não resolve nenhum dos problemas da MB. A prioridade é recompor a frota de combate de superfície com as FCT, iniciar o SN10 e concluir o PMG dos IKL remanescentes.
Sim amigo….eu só mencionei a news que circulou. dando ênfase a proporção de troca 2 x 1….ou seja quanto a MB conseguiria com a venda dos iKL se estaria oferecendo 2 subs por 1 Makassar? mas tb acho que um navio da classe makassar estaria longe de ser prioridade para a MB nesse momento
Especulações da venda de submarinos novos ou velhos encontram ecos na própria mídia especializada.
Olá amigo…só acho que se vender os IKL muito provavelmente os recursos provenientes nao serão suficientes para um novo Riachuelo….e ai voltamos a ter apenas 5 subs no curto prazo, o que é muito pouco, considerando que o Tikuna seja mantido. E se virar + 1 Riachuelo teriamos 6 (que nao muda muito o quadro) alem de jogar o SN a perder de vista por direcionamento de verbas deste para conclusão de + 1 Riachuelo
Vdd
Olá amigo…pensando bem no que vc comentou vc tem razão!!! Tem que guardar verbas para o SN 10 senão este nao saira tão cedo!!!
Olá Jef. A situação da MB está complicada.
Põe complicada, e falta de planejamento do Almirantado.
No caso, o problema está no ministério da economia…
Amigo, ambos ainda estão nos planos, o SN-BR e mais S-BR…
No hay plata amigo
O submarino nuclear não vai sair antes de 2035/2040. Se é que vai sair. Não podemos perder a capacidade que já temos e nem confiar a defesa de nosso litoral a uma mísera força de 5 submarinos (lembrando que as Tamandarés não servem pra nada – é só um “patrulhão” caro e inútil). Precisamos construir mais para ter um mínimo de dissuasão. A pesquisa e o desenvolvimento do reator devem continuar. O dia que tiverem um reator e uma planta motriz funcional, voltamos a pensar em submarino nuclear. Até lá o mundo não pode parar. Esquece isso de submarino nuclear.… Read more »
Para se defender dos vizinhos é o suficiente. Para se defender de maneira efetiva de potências globais, precisaríamos de muito, mas muito mais que isso, e não podemos pagar. Então, tá bom assim. Foca nos coitados da vizinhança para não nos passarem para trás, e contra os grandes pense em boas estratégias de guerra assimétrica.
Não mestre Teropode…guerra assimetrica é investir e estruturar suas forças em equipamentos que possam representar um grande risco de perda ao adversário, resultando em um custo benefício assimetrico e inversamente proporcional.
Obvio que é um conceito limitante pois não cobre todas as necessidades ( voce abre mão de alguma dimensão da guerra) mas impõe um custo alto ao adversário.
Um SSK é assimetrico, um lança rojão, CSR, drones, UUVs, Minas burras, moveis ou inteligentes, etc…
Guerra assimétrica é o que ocorre no Rio de Janeiro.
O Estado perde em todas as frentes/lados…mas a guerra não acaba. Nunca.
Logo, todos nós não veremos o seu lançamento. Quem sabe, nossos netos.
PRECISAMOS de um submarino nuclear? TEMOS CONDIÇÕES de manter e operar submarino nuclear?
Sim e sim.
Esse projeto não pode parar ; avante!
Olá Cassio. Os quatro SBR estão em encaminhados. O problema do ProSub hoje é o início do SN10.
Perfeito. Saúde e paz!
O problema ainda é o reator. Após a homologação do mock-up deverão construir o reator do AA em Itaguaí…mas…será que não decidirão levar o Labgene até Itaguaí?
Nos anos 1980 pensaram em envelopar o reator do Ipen.
Camargoer, Por questões éticas vou omitir nomes. Mas o primo da minha mulher foi alto funcionário (STAFF) do núcleo administrador da ICN. E segundo palavras dele esse projeto do sub nuclear vai demorar e muito para andar. Existem enes problemas de ordem técnica de concepção desse reator. Segundo ele, esse projeto já se arrasta desde os anos 70 sem maiores avanços. Eu particularmente fiquei surpreso e desanimado. Mas como ele trabalhou por lá, mais de 30 anos, como posso duvidar? Muitas inverdades a respeito desse projeto são propagadas para dar uma satisfação a sociedade. O investimento real na construção de… Read more »
Olá Renato. Conheço alguns problemas relacionados ao desenvolvimento do reator. O Esteves também deve conhecer outros. O fato do reator do Labgene estar sendo construído mostra que muitos problemas técnicos foram superados. Esperamos que o labgene seja homologado em 2021. Isso significa que o modelo do reator estará pronto para ser usado no submarino. A África do Sul abriu mão da bomba atômica em decorrência da abertura do regime pos-apartheid. Foi um dos “preços” pagos para o país ser reabilitado… lembrando que o grande vilão da década de 80 era a África do Sul…. (lembrar que eles eram os vilões… Read more »
Camargoer,
Israel desistiu do seu projeto nuclear pelo mesmo motivo que a África do Sul.
Os custos são estratosféricos.
E repare que muitos mais que Brasil e África do Sul, Israel tinha todos os motivos GEOPOLÍTICOS de se aprofundar no seu programa nuclear mas mesmo assim declinou.
Até onde sei o único país do mundo ocidental que obteve ajuda de super potências (Rússia e França) no desenvolvimento de seu programa nuclear foi a Índia.
Até submarino nuclear russo a Índia recebeu.
Caro Renato. Uma vez li um relatório do governo japonês que os custos para manter uma capacidade nuclear (bombas) consumiria 50% dos recursos militares do país. A capacidade de operar submarinos com propulsão nuclear é apenas uma fração dos custos de operar um submarino com misseis balísticos com ogivas nucleares. Não pode confundir o custo de manter armas nucleares (bombas) com os custos de operar um submarino de propulsão nuclear com armas convencionais.
Camargoer, Rogo que você esteja certo e eu errado. Li por especialistas diferentes da mesma matéria, que ampla maioria dos cidadãos desconhecem que um sub de propulsão nuclear implica em três fases distintas de sua vida: construção, manutenção e descomissionamento. Segundo um desses especialistas as três fases geram onerosos recursos. Tanto, que a Rússia que tem uma fila de espera de subs nucleares para descomissionamento, está no aguardo de ajuda de bancos mundiais para proceder essa fase há pelo menos 15 ou 20 anos. Quanto aos mísseis dos subs isso ficou exclusivamente na conta da Rússia. Até porque ela não… Read more »
Olá Renato. Descomissionar um reator nuclear é caro, mas não proibitivo. O tamanho reduzido do reator naval facilita bastante o trabalho. O custo de desmantelar um míssil também é razoável. O maior problema são as bombas nucleares. O plutônio é instável e vai mudando de estrutura cristalina com o tempo e ficando contaminado pelo decaimento nuclear. De tempos em tempos, é preciso pegar o combustível nuclear de uma ogiva e reprocessar. Tem outros problemas bem complicados, principalmente onde estocar o material nuclear. Um reator está contaminado mas não explode como uma bomba. O material nuclear se for manipulado errado, explode.
Camargoer,
Demorei mas achei o nome do especialista da Marinha que te prometi:
MARIO SERGIO PORTO.
Ele tem canal no YouTube com nome próprio.
Vale a pena ver o que ele desnuda sobre o tema que discutimos.
Pergunta ao Nunão. Quanto tempo leva para construir o casco de um SBR? Seria possível faze as seções do casco do “S44” adiando um pouco o seu preenchimento? Ou seria possível adiantar as seções do SN10 mesmo sem a homologação do Labgene?
Se vc se refere ao 4 sub do programa, então S43…
Caro Neto. Estou me referindo a um hipotético “quinto” SBR (por isso S44) que serviria para preencher o gap entre o fim da construção do S43 e o início do SN10
Pra que fazer o casco do AA sem a propulsão?
Para ocupar a mão de obra?
Mestre, não vejo isso (soldar e montar um casco 3 X maior) como sensato.
Se tivéssemos aprendido a construir e/ou produzir submarinos…mas, encomendar o aço francês para montar…tipo Lego?
Caro Esteves. Por isso perguntei. A solução lógica seria acelerar o SN10 ao invés de atrasar mais… O reto seria apenas paliativo.
A solução lógica seria…
Não abandonamos esse futuro do pretérito. Pode ou não acontecer. Incerteza.
Difícil decidir quando não se tem o controle.
Eu reataria as gestões para vender o S44 e o S45 para as Filipinas, por exemplo (entendo que um dos maiores interessados é a propria ICN/DCNS) o que manteria o Itaguai em atividade e poderia trazer divisas ao Brasil para dar continuidade ao SN10; detalhe: o S43 que hoje é o Angostura poderia ser exportqado e o S44 ser o Angostura… O proprio Poggio comentou ontem, e eu concordo, que o SN10 não será necessariamente operacional mas sim uma plataforma para testes e desenvovilmento (como o foram normalmente os primeiros exemplares de qualquer outra série de subs que tenham tido… Read more »
Seja bem Vindo Humaitá – s41 .
O Mascote é um Marlim ?
Pois é um Marlin tem mais apelo simbólico do que uma Arraia…agressivo e rápido, sem dizer que a nadadeira dorsal remete à vela do sub.
Perguntinha: por quê esses submarinos não têm AIP? Por quê não são mais bem armados, com armamento moderno e eficaz? Por quê tudo que fazemos, por melhor que pareça, ou até realmente seja, tem sempre que ser tipo meia-bomba?
As respostinhas para suas perguntinhas estão no histórico do blog. Faça uma pesquisinha e tenha sua respostinha.
Ok, obrigado, mas sempre que me deparo com uma pergunta cuja resposta eu conheço e posso responder, eu respondo. Simples questão de civilidade. .
Esses temas…AIP…meios navais, aquisições…programas…com paciência lá no buscador podem ser selecionados para leitura e aprendizado.
Isso me lembrou o desenho ‘Bambi’, da Disney…tem uma hora que a mãe do Bambi diz pro Tambor, que estava zombando do Bambi, a seguinte frase: ‘se você não tiver nada legal pra dizer, então não diga nada.’ Fica a dica.
Caro Antonio. A prioridade da MB é o submarino nuclear. A MB já domina a produção comercial de combustível nuclear e também sabe operar um reator nuclear. A Nuclep sabe fazer vasos de reatores nucleares. O preço de um Scorpene AIP é quase um bilhão de dólares, o dobro de um SBR convencional. O SBN deverá custras 1,5 bilhão a 2 bilhões de dólares mas deslocar 6 mil ton (então é mais caro porque também é maior). Nenhuma empresa no Brasil sabe fazer sistema de celula combustível na escala necessária para um submarino. A MB dependeria da manutenção francesa para… Read more »
Muito obrigado pela resposta, Camargoer, valeu!
Mas isso apenas confirma que esse acordo com a França foi, na melhor das hipóteses, muito bom pra França e pras autoridades brasileiras que certamente se beneficiaram dele. Já pro Brasil e pra MB…
A MB não mostra interesse em um sistema AIP para submarinos convencionais, antes do PROSUB estava em negociação a construção de 1 IKL 214 no Arsenal, ele também não teria o sistema AIP, isso se deve entre outras questões ao fato do sistema AIP reduzir o alcance global do submarino, em teoria isso se traduz em menos dias de patrulha. No caso do Scorpene o sistema usado é o MESMA, a maior desvantagem que eu conheço desse sistema é uma limitação na velocidade máxima do submarino quando usando esse sistema, mas ele permite um maior alcance(é a exceção a regra),… Read more »
Caro Antonio. O objetivo do acordo Brasil-França era o submarino nuclear. Os SBR foram consequencia. Os alemães não tinham capacidade de ajudar o Brasil com o submarino nuclear. Aliás, o Scorpene é superior ao 214. Tecnologicamene e estrategicamente, o acordo com os franceses foi o melhor para a MB.
Desde as Malvinas, quando doisScub nucs de Sua Majestade botaram os Argies a correr, que os almirantes da Cantareira sonham em ter submarino nuclear. Mesmo ue “convencional e Nuclear”. Seja lá o que isso signifique,
Caro Luiz. O SN10 será um submarino com propulsão nuclear com armas convencionais (torpedos F21 e mísseis exocet SM39)