segunda-feira, abril 12, 2021

Saab Naval

SIMULAÇÃO – Como o P-3AM Orion da FAB caça submarinos

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O Esquadrão Orungan (1°/7° GAv) realizou, nos dias 16 e 17 de julho de 2014, missão antissubmarino (ASW) na costa brasileira que contou com a participação de quatro submarinos estrangeiros.

Participaram do exercício os submarinos nucleares: USS Dallas – Classe “Los Angeles”, pertencente aos Estados Unidos; Amethyste – Classe “Rubis”, da França; HMS Ambush – Classe “Astute”, da Inglaterra e o submarino convencional Pisagua – Classe “Angamos”, do Peru.

As embarcações estão visitaram o País na ocasião para comemoração do centenário da Força de Submarinos (FORSUB) da Marinha do Brasil.

Nesta simulação realizada no Command Modern Operations (CMO), nós mostramos como é feito um exercício deste tipo, com o estabelecimento de uma área de busca e o lançamento de sonoboias para detecção e identificação dos alvos submersos.

P-3AM na Operação Atlântico III, em 2012

P-3AM da FAB, o guardião do Atlântico Sul

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rommelqe

Prezado Galante: simplesmente extraordinario! Muito legal!
Agora uma curiosidade: os Orions podem lançar cargas de profundidade, correto? Há algum estudo para prover essa possibilidade cargas de profundidade por meio de KC390? Pelo que entendo o radar dos KC390 podem ajudar muito quando o sub está com a vela exposta ou mesmo só periscópio, mas entendo que atuariam em conjunto com os P3AM e talvez com os R99. Faz sentido? Os Gripen brasileiros também teriam uma opção para ataque submarino?

Flanker

O KC-390 é uma aeronave de transporte e REVO, podendo realizar missões de apoio SAR. Ele não vai fazer AEW, ASW, nem ataque, nem nada de missões que não lhe cabem. Quanto ao Gripen, o que uma aeronave de caça pode fazer em uma missão ASW? Você já viu, pelo mundo, algum esquadrão ASW equipado com caças?

Doug385

Que o pessoal já queria ver o KC-390 fazendo AEW, Gunship e agora ASW eu já sabia, mas daí a querer enfiar o Gripen no meio desse balaio, aí já é forçar demais a barra. É só pendurar um Mk46 na asa do Gripen então?

rommelqe

Claro que não né! Primeiro conforme respondi acima para o Flanker voces tem uma visão limitada a analisar cada aeronave como um ente unico, que opera solitariamente no meio do infinito. Voce ja analisou a diferença que é voce operar um ùnico Orion ou um par deles? Veja na simulação do Galante: quando um deles localiza um sub logo em seguida é recrutado um segundo! E se um terceiro vetor com CINCO vezes mais cargas de pronfudidade e com velocidade de aproximação do alvo da ordem de duas vezes maior fosse enganjado para transportar armamentos e não somente localizar e… Read more »

carvalho2008

Muito bom, o resto é o resto.

A essência do seu modelo proposto apenas necessita de conexão em rede para que a estação do P-3 indique ao KC-390 onde largar cargas de profundidade, Mk-46, ou sonobóias…

rommelqe

EXATAMENTE Carvalho2008. Implementar o data linkBR nos Orions é o minimo que se espera. O KC390 já tem…os Gripens também…

Rinaldo Nery

TODAS as aeronaves da FAB terão o Link BR2.

rommelqe

Douglas385: quatro Gripens podem lançar 8 Mk46, ou seja, em termos de capacidade total 4 Gripens podem lançar tanto quanto um P3…mas são “um pouco mais rápidos” e contam com data link fantástico e serem vetorados pelo P3 e cada um deles pode vetorar o outro..”só isso”. Quantos Gripens teremos? Quantos Gripens voce compra pelo preço de um P8 Poseidon? Qual desses dois modelos voce vai operar no próximo ano? “MK-46 General Info: Type = Air and ship-launched lightweight torpedo Origin = U.S.A. Manufacture = Alliant Techsystems Guidance = Active or passive/active acoustic homing Power Plant = Two-speed, reciprocating external… Read more »

Elias E Vargas

Vocês já analisaram a diferença que é você operar um único Orion ou um par deles, mas o que nos queremos ver é o KC-390 fazendo AEW, ajudando os P-3 como uma matilha, um terceiro vetor multiplicando capacidade operacional com mais cargas de profundidade e com velocidade de aproximação do alvo que fosse engajado para transportar muito mais armamentos e não somente localizar e lançar um único torpedo ou um par de cargas de profundidade.
Lembrem-se que o KC-390 é um vetor multifuncional perfeitamente adaptável e compatível para operar com o Orion na Amazônia Azul.

Adriano Madureira

“o que uma aeronave de caça pode fazer em uma missão ASW? Você já viu, pelo mundo, algum esquadrão ASW equipado com caças?”

SU-34? Não sei se há esquadrão, mas o fullback tem capacidade ASW…

http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/05/SU34-1024×576.jpg
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Last edited 1 mês atrás by Adriano Madureira
Flanker

Quais armas ASW um Su-34 utiliza?

Adriano Madureira

radar de abertura sintética Leninets V-004 que fornece dados como mapa de alta resolução do terreno para permitir voos à baixa altitude e em alta velocidade seguindo o contorno do terreno de forma automática evitando, assim a cobertura de radar inimiga. Esse radar permite, ainda, ser operado em missões anti-submarino pois é capaz de detectar as ondas geradas por um submarino.  Como dito aqui em uma matéria do poder naval,Para ataques marítimos clássicos o Su-32FN pode ser armado com até seis mísseis antinavio supersônicos Kh-31A ou Kh-31R (como os dois cinzas da foto acima na barriga), seis mísseis Kh-35U, três… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Adriano Madureira
Flanker

Então tá…..

rommelqe

Caro Flanker: o ponto não é esse. Voce não deveria cair nesse senso comum de que cada aeronave é uma “força aérea particular”. O que eu coloquei não é que um KC390 iria substituir um Orion, mas sim que iria COMPLEMENTAR! Quantas cargas de profundidade voce precisa para destruir um sub? Quantas vc acha que um KC390, com sua porta de re, pode levar A MAIS que um Orion e despejar uma chuva de artefatos depois que o inimigo estiver vetorado? E a diferença de velocidade até chegar na área de alvo?

Flanker

Especificações e capacidades de armamentos do P-3C orion (A versão P-3AM da FAB se assemelha muito ou melhora essas capacidades): Compartimento interno 8x Torpedos Mk 46/50 8x Cargas de profundidade MK 54 3x Minas de 450Kg MK 36/52 3x Cargas de profundidade MK 57 2x Cargas de profundidade MK 101 1x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 Suportes externos da secção central (2+2) 2x AGM-84 Harpoon 2x AGM-65 Maverick 2x Torpedos Mk 46/50 2x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 Suportes exteriores (3+3) 2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK… Read more »

rommelqe

Voce acha que consultar o wikipedia é suficiente? Voce não sabe que a relação que voce colocou de armamentos são interelacionados com a palavra “OU” e não “E”?

Flanker

Não diga?! Sério?! Ora, por favor!! Acho que ainda ser ler! Você quer lançar torpedo de aeronave de caça……aí já não tem como discutir. Vocês adoram uma gambiarra.. .bizarrices….encerro o debate aqui. Fiquem com as viagens mentais e teorias e projetos fantasiosos. Um abraço.

rommelqe

Sim já vi sim, inclusive ao vivo e a cores. Voce sabia que o Gripen, só para citar o “nosso” exemplo poderá lançar torpedos?

Flanker

Qual, onde e quando vc viu?? O Gripen vai lançar torpedos? Onde foi publicado isso?

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Teropode

Sub com vela exposta ou é rendição ou a rapaziada tá pegando bronzeado , esqueça KC , os Hidro aviões fazem isto com mais segurança por um preço menor .

rommelqe

Voce sabe que o único submarino afundado na Gurerra das Falklands foi por intermédio de um helicoptero baseado em terra?

Flanker

Qual foi o submarino argentino afundado nas Falklands?

Last edited 1 mês atrás by Flanker
ROMMELQE

ARA Santa Fé, ilhas Georgias do Sul.

jose luiz esposito

O Santa Fé , velho Submarino argentino afundado atacado na superficie quando levava suprimentos, não operava como submarino formalmente , estava ancorado quando atacado !

Last edited 15 dias atrás by jose luiz esposito
Dalton

Não romm. Um helicóptero da fragata “Antrim” lançou cargas de profundidade contra o “Santa Fe” que estava na superfície o que causou grandes danos. Outro helicóptero da fragata “Brilliant” atacou em seguida e finalmente um terceiro helicóptero do navio de patrulha polar Endurance terminou o serviço com mísseis ar/superfície.
.
Há muitas fontes que corroboram isso e o livro do Roberto Lopes, O código das profundezas, dá uma descrição mais pormenorizada do incidente, visto do lado argentino.

Flanker

Ele foi afundado no ataque ou tempos depois, já após o final da guerra, pelos ingleses?

João Uchôa

Delmiro Ibalo, “timoneiro” do Santa Fe, na ocasião da Guerra das Malvinas, é meu amigo. Morou em Salvador (BA) durante muitos anos. Mantinha, em sua casa, um pequeno museu da guerra. Estive com ele em 2012, em Buenos Aires, na semana em que o conflito completou 30 anos. Conheci o comandante do submarino e o tripulante que perdeu uma perna devido ao impacto de um míssil lançado por helicóptero, que atingiu a vela do submarino. Antes de a guerra começar, ele já era casado com uma brasileira, baiana. Já faz algum tempo que não o vejo pessoalmente, mas mantemos contato.… Read more »

rommelqe

Prezado Dalton: perfeito! De qualquer forma, há algo no sentido de que esse helicptero que estava operando no Endurance tinha sua base na ilha, embarcando somente quando em apoio às operações na atnartica. Bom, de qualquer forma, o fato é que pelo menos o impacto de misericórdio foi efetuado de um helicóptero e por intermédio de um missil ar /superfície!

mk48

Prezado, o KC foi concebido para ser um transportador tático e reabastecedor. Aviação de patrulha naval requer um vetor específico, porque possui requerimentos específicos. Veja que a Boeing, por exemplo, fez uma versao (P8) do 737 específica para esta tarefa. O próprio P3 é um Electra especializado nesta função.

Abs.

rommelqe

Prezado: MK48, voce ja viu um torpedo pesado ao vivo e a cores? Eu não falei que um KC390 vá substituir um Orion. Voce, e outros aqui ficam, por exemplo, comparando um SH18 e um F39 como se fossem únicos e isolados, ou mesmo, comparam seu desempenho de forma “pura” . É evidente que um KC390 não ficaria patrulhando como se estivesse substituindo um Orion (aliás vc não deve ser do tempo da ponte aérea com electra, no qual voei um monte de vezes…). Você é daqueles que acha que um Leopard é auto suficiente e que não precisa do… Read more »

mk48

Caro Rommelqe, boa tarde. Meu comentário foi no intuito de esclarecer, mas pela sua resposta vi que voce é professor , o aluno aqui sou eu. Só peço que não me julgue ou me enquadre em nenhum estereótipo, do tipo “você é daqueles…….”. E sim, já vi torpedos mk48 e mk46 , ao vivo, bem como mísseis Ikara e tbm Exsocets e o saudoso Sea Cat. Cargas de profundidade e sonoboias tbm. Estava em Recife quando a fragata Defensora chegou da Inglaterra cheirando a tinta. Fiz todo o tour do navio naquela ocasião, sem contar todos os navios e submarinos… Read more »

Last edited 1 mês atrás by mk48
rommelqe

OK, Mk48, fui pesado demais e não era essa minha intenção. Por outro lado, voce há de convir que o uso dos meios que tenhamos imediantamente disponíveis é extremamente importante. O KC390 não foi concebido para voar sobre o mar, mas sim para poder operar em aeroportos com pistas rusticas, reabastecer aviões de combate e suprir pelotões de fronteira com preciosos palets contendo munição e viveres…Voce pode fazer uma simples analogia: palets lançados pelos sistema de controle do KC390 que permite uma precisão de mais ou menos 10m em relação às coordenadas que voce teclou no sistema de bordo são… Read more »

mk48

👍

Bosco

Rommelqe,
Os Orions, quando encontram submarinos inimigos só usam torpedos leves, no caso, o Mk-46.
O radar do KC-390 é só meteorológico e não se presta a detectar contatos de superfície, principalmente periscópios.

rommelqe

O meu caro Bosco, muito bom falar contigo e elevar o nível – para 50000 pés de altitude – do papo por aqui. Vamos aprofundar (para uns 500m de submersão no mar) o raciocínio: sei e concordo contigo que o Orion P3 só pode carregar um par de limitados torpedo Mk 46. Se tentar utilizar um Mk 48 sua asa flexiona e vai a colapso principalmente quando a mesma está no limite de sua vida útil por fadiga. Bom certamente VOCE que é um amador super profissional sabe perfeitamente a diferença entre um tigerfish e um Mk46 e não usa… Read more »

rommelqe

Ah, para o cmte Rinaldo Nery também…rsrsrsr

Bosco

A ideia é contraintuitiva mas não deixa de ser interessante. Só algumas curiosidades. *Cargas de profundidade estão em franco desuso. Talvez em mares fechados ainda tenha alguma utilidade mas em geral foram substituídas por torpedos leves, tanto em navios quanto em aeronaves (aviões e helis). *Também, aeronaves e navios só adotam torpedos leves. Os pesados, de uso duplo, como o Tigerfish, são exclusivos de submarinos. Claro, não há nada que impeça que torpedos pesados sejam adaptados para lançamento a partir de aeronaves, mas como disse, é contraintuitivo já que a aeronave reduz a distância em relação ao submarino e aí… Read more »

carvalho2008

Para a lockheed faz sentido pensar nisto para o seu C-130J…

“A Lockheed vê seu SC-130J Sea Herc como a solução acessível para atender às necessidades da futura MPA do Reino Unido”…

carvalho2008

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rommelqe

Carvalho2008: versão muito legal mas extremente cara e demorada para implementar (veja que salvo melhor juizo, nunca foi fabricada pois foi descontinuada pelo advento do P8 Poseidon). Notar que a presença do MAGE (cujo sensor requer um esporão bem pronunciado e extendido para jusante por que não pode ser “jameado” pelos componentes de materiais magnetizáveis a bordo (por exemplo aço dos trens de pouso) impede o uso da ramap de carga traseira.

carvalho2008

Depende….a Lockheed está comercializando como feature do C-130J….

É o SC-130J….na realidade kits para serem instalados ou vendidos juntons com o avião, que transformam temporariamente o C130J num MPA ASW…
não é um plug and play…mas em alguns dias voce coloca e em alguns dias voce tira….a configuração do KIts são de natureza removível…se desejar….ou permanente…se desejar….

ROMMELQE

Reformulo meu comentário caro Carvalho 2008: de acordo com o que vc já postou essa versão está colocada hoje na mesa! A LM não dorme no balanço do mar ….

rommelqe

EXATAMENTE meu amigo Carvalho2008 (aliás meu codinome, se considerar ha quanto tempo acesso o Naval seria mais remoto do que 2008…). Exercer criatividade quanto a imaginar o uso otimizado e devidamente customizado de uma aeronave em uso é uma atividade que poucos aqui desenvolveram (precisa aí de pelo menos uns 15 anos de projeto em novos equipamentos para começar a falar, bem como dominara algumas ferramentas tipo um Solid Edge da vida…). Mas o mais difícil ainda é enchergar de forma menos míope e entender de forma mais competente como empregar um KC390 (como vetor supridor de armamento adicional a… Read more »

carvalho2008

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rommelqe

Esse exemplo é muito mais próximo da minha proposição do emprego IMEDIATO do KC390, lançando cargas de profundidade e torpedos em COMPLENTAÇÃO aos P3 brasileiros. Quando um P3 (veja na brilhante simulação do GALANTE) engaja um sub, um KC390 baseado em terra (digamos em Aratu) e devidamente em prontidão (supõe-se que há um momento de tensão…) pode levantar voo e em menos de meia hora chegar em qualquer local a 100 milhas do litoral adjacente ou no máximo em tres horas ao largo de Itaguaí ou no litoral do Amapá . E essa fução pode perfeitamente ser estudada e efetivamente… Read more »

carvalho2008

Sempre se namorou o C-130 para varias coisas. A materia acima é sobre a proposição mais recente sobre o C-130J ASW.

Abaixo, outros estudos que seguiram no passado.
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carvalho2008

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carvalho2008

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carvalho2008

Surpreendentemente, não é uma fuselagem nova, mas sim apenas uma carenagem de casco parafusada diretamente na fuselagem padrão, na barriga do C-130. No entanto, a proposta previa como otimização inverter os motores para que ficassem acima da asa…notar que o motor está de ponta cabeça ao tradicional.comment image

carvalho2008

Modelo em escala do projetocomment image

carvalho2008

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carvalho2008

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carvalho2008

O Projeto de 1968 chamava-se HOW ( Hercules On Water)comment image

carvalho2008

O casco anfibio é uma carenagem de fibra de espuma flutuante parafusada a barriga da fuselagem de fabrica.comment image

Imaginem algo similar nos dias atuais tal como um M-113 desembarcado na praia por algo assim…

carvalho2008

Alem da carenagem flutuante, havia um sistema de esqui retratil para reduzir o impacto com a agua nas decolagens e pousos.comment image

rommelqe

Esse hydrosky no “casco” adaptado seria muito mais difícil de adaptar devido inclusive, creio, aos pulsos hidrodinâmicos induzidos sejam na decolagem seja na amerissagem e até em voo (esse hidrosky também atuaria como “aerosky”, comprometendo toda a estabilidade de voo que precisaria, por exemplo ser compensada pelos profundores).
É uma solução bem inventiva. Contudo, prefiro a versão anterior apenas com asas e motores invertidos e casco…mesmo assim bem dificl e caro.

Carvalho2008

Mestre Rommelque, este hidroesqui é retratil. Os projetistas pensaram em tudo

Carvalho2008

Todo onprijetobacima é uma coisa só HOW Hercules On Water.

Para operações anfibias se necessário, Eu prefiro o ACLS pois este sim deixa o avião capaz de mar, rios, neve e terra esburacada e empedrada, vals de até 1,7 metros….pedras e cupinzeiros de até 1,2metros. O colchão é desinflado após decolagem e fica grudado na fuselagem como uma capa de borracha sem causar arrasto

Mas tem um inconveniente! Um motor PT6 avulso é instalado para inflar e desinflar. Ele fica na lateral grudado a fuselagem. Se amplias a foto você enxerga.

carvalho2008

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rommelqe

Prezado: esse mecanismo de retração do hydrosky é bem interessante mesmo! Concepção de projeto é o início de um programa de desenvolvimento, que tem que ser realizado inclusive para uma eventual utilização! Abraços!

carvalho2008

Houve inda, o estudo para a implementação do conceito ACLS (Air Cushion Landing System)…uma saia que na hora do pouso era inflada e assim, permitia pousar na agua, neve, bem como terra inospita suportanto vals de 1,7 m de coprimento e obstaculos, pedras de 1,20 metros de altura…tranformava num hovercracf…kit removivel…comment image

carvalho2008

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carvalho2008

foi testado com sucesso no DHC-5 Buffalo.comment image

carvalho2008

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carvalho2008

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Apenas para demonstração de como projetos podem evoluir, embora em minha opinião não seja essencial um ASW ser anfibio…não velo como necessário para isto.

Flanker

De todas essas versões, adaptações e gambiarras para o C-130, quantas foram adquiridas? Quantas entraram em operação?

carvalho2008

O Amigo quer saber para provar que não funciona ou conhecimento do mundo dos projetos? Os protótipos funcionaram…então tecnicamente funcionam e são plenamente aptos, comprovadamente a mais de 50 anos… mas vou ajuda-lo… Para que os EUA dariam continuidade se já tinham o P-3 na agulha? Ninguém disse que um P-3 não seria melhor…Outro ponto, comprar um P-8 ou fabricar um P-190 da Embraer? Um P-190 não é melhor que uma plataforma KC-390 para a função? Tem mercado para alavancar o projeto comercial? Projetos militares hora são guiados por mercado, hora por necessidade estratégica acima das logicas economicas ( necessidade… Read more »

Flanker

Funcionar, funcionou. Cumpriu a missão a contento? Foi melhor do que a aeronave dedicada? Mas, vcs querem adaptar tudo que aparece para cumprir as mais variadas missões. Aí, via de regra, com raríssimas exceções, não cumpre a missão a contento. Faz assim, manda as tuas ideias, junto com as do Romelqe, para o MD….quem sabe eles utilizem.

Carvalho2008

Não Mestre Flanker, no caso em foco, apenas postei outros exemplos apenas para mantermos a mente aberta as janelas de oportunidades. Foram apenas exemplos de viabilidade funcional e tecnica. Não acho que um avião asw tenha de ser anfibio .

O foco mesmo é que a Lockheed tem um pacote de Kit para seu C130J afim de emprega-lo como MAPA ASW

Não ha pecado em desejar algo semelhante ao KC390 para continuar a boa e dura concorrencia

carvalho2008

A proposta ASW para o C-130J concorrente do KC-390

Willber Rodrigues

Só quero ver quando os Orions estiverem chegando na época de dar baixa e serem substituídos, com quem vai ficar com essa batata quente: se é com a FAB, ou com a MB…
No mais, obrigado pela excelente matéria

Nilton L Junior

Isso só o tempo dirá.

Willber Rodrigues

Como diria a minha avó:

Deus proverá

mk48

Willber, arrisco a dizer o seguinte :

Tudo vai depender do orçamento disponível.

A FAB ofereceu ha pouco tempo a transferência e operacao dos P3 para a MB, mas a mesma não aceitou exatamente por alegar que não havia dinheiro em seu orçamento para absorver a operação da aviação de patrulha naval.

Quando os P3 derem baixa acredito que corremos sério risco de perder essa capacidade.

Willber Rodrigues

A MB parece que nunca ligou muito pra aviação de patrulha ( o que é curioso, já que a MB faz de tudo pra manter o VF-1 ), da mesma maneira que parece que nunca se interessou muito pela área de varredura de minas.
A FAB só ficou com a aviação de patrulha porque…porque ALGUÉM tinha que ficar com isso. Mas duvido muito que a FAB vá mover uma palha quando chegar a época de escolher um substituto pro Orion

mk48

👍

mk48

Com relação a varredura de minas, ha (pelo menos havia) os varredores classe Aratu. Muitos deram baixa, não sei quantos restaram em serviço, e como sempre, não foram substituídos.

Com a nova base de submarinos em Itaguaí hoje maus do que nunca vai fazer muita falta, por conta da varredura do canal de acesso.

Flanker

Dos 6 Navios Vereadores classe Aratu, restam 4 ativos.

rommelqe

Nem isso! Já viu quanto custa um MCMV SAAB Kokuns TOTALMENTE reformado com propulsão específica, ROVs especializados etc? Pois é, deveríamos comprar imediatamente e deixar a função de ataque em alto mar para os Orions e Milenniuns…

Flanker

Olha, no site da MB aparecem 4 navios da classe Aratu ativos.

Willber Rodrigues

Restaram 4, mas esses 4 estão tão defasados tecnologicamente, que tê-los ou não na ativa, não faz a mínima diferença…

rommelqe

Pergunte para o Cmte XO…

Adriano Madureira

É o problema da defesa do brasil, a mania dos chefes militares, dão baixa mas não há sequer um plano para repor…

Se houvesse um plano de reposição, acompanhando a aproximação do fim da vida útil das embarcações e se antecipando financeiramente, seria algo inteligente.

rommelqe

Mas ha sim um plano de reposição muito bom …excelente…SAAB Kockuns

Zorann

De verdade, não haverá substituto para o Orion. Não vai ter grana. O que farão será estender a vida desses ai até onde der. Talvez trocar as asas, fazer mais uma modernização.

Esqueçam essa da Embraer desenvolver um patrulha baseado nos E-jets ou no KC. Para ser viável economicamente, teriam de encomendar bem mais de meia dúzia e não vai acontecer. O que a Embraer pode sim desenvolver é o substituto do bandeirulha, apesar de que um drone faria o mesmo serviço.

Last edited 1 mês atrás by Zorann
rommelqe

Zorann, não concordo. Veja minhas ponderações a respeito. Não precisaria desenvolver uma versão para aumentar o poder de fogo. A AKAER comprou todo o ferramental para produzir asas novas dos Orions…procure aqui mesmo no Poder aéreo…Para o futuro é imprescindivel sim desenvolver opçoes aptas…o litoral, espero, continuará a ser brasileiro pelo menos nos dois proximos milenios.

Pedro Bó

Que, sem querer parecer pessimista, é o cenário mais provável.

Não é factível imaginar a FAB ou MB pagando centenas de milhões de dólares no P-8, fora seus custos de operação.

A não ser que a Embraer apresente alguma proposta baseada no KC-390 ou nos E-Jets.

mk48

👍

Salim

Torço pelos ejts, seria uma opção que além de cobrir esta lacuna renderia nr razoável de exportações, visto custo alto do p8 e não ter outra solução deste porte mercado. Lembro que o nosso p3 e a versão A que ficou parada por problemas estruturais , sendo portanto urgente planejamento de substituição dos mesmos.

ROMMELQE

Caro Salim: Concordo!!!

Adriano Madureira

Não precisamos do P-8,há outras opções…

rommelqe

E o uso COMPLEMENTAR do KC390, não reformulou sua posição? Abs

Nilton L Junior

2014 eles ainda já tinham sido modernizados?

Flanker

A FAB só operou os P-3depois da modernização, ou seja, quando foram adquiridos dos estoques dos EUA, foram direto para a modernização na Espanha e depois entregues para a FAB.

rommelqe

Sim.

mk48

Galante, parabéns. Excelente matéria.

Umas perguntas :

Quantas sonoboias o P3 pode levar ?

Destas , Quantas ativas e quantas passivas normalmente levam ?

Estando em voo, e tendo lançado todas as sonoboias, pode-se fazer una recarga dos lançadores (assumido que levem sonoboias extras ) ? O carregamento nos lançadores é feito apenas externamente ?

Last edited 1 mês atrás by mk48
mk48

Galante, excelente!.

Salim

Muito bom o vídeo, valeu.

Teropode

Continuo achando que aviões Anfibios exerceriam este papel com mais eficiência .

Teropode

O Beriev 200 poderia ser equipado para esta missão , ou o hidro japonês .

Adriano Madureira

E se comprasse em Rublo, seria melhor ainda…

José Luiz

O Orion também é muito bom em ataque anti navio. Pode chegar no meio do Atlântico e usando o seu Mage voar abaixo dos lóbulos de radar do alvo aproveitando a curvatura da terra e atacar com o míssil harpoon totalmente fora do alcance das defesas de mísseis maus modernas. Ou seja o Orion é uma ameaça para qualquer frota que não conte com caças para cobertura aérea.

Bardini

É, mas vai falar isso aí pra alguém que defende um gasto sem sentido, como o tal Su-34 para a MB.
.
Uma aeronave como o Orion pode ser utilizada em várias missões. SAR e Patrulha de longo alcance, em tempos de paz ou em um conflito. Faz ISR, ISTAR e os afins. Faz o pacote completo no tocante ASW. Localiza e faz ataque a navio em grandes distâncias. Poderia até ser usado sobre terra, como bombardeiro, empregando bombas guiadas…

Fabio Jeffer

Só uma pergunta de leigo pra quem souber responder, essas aeronaves ficam todas no Rio? E se ficam porque só ficam por ali

Adriano Madureira

geralmente tudo fica no rio,um grande alvo estratégico…

Flanker

Questão de logística. Economiza um monte de dinheiro. Mas, eles operam em várias bases pelo país durante o ano.

Rinaldo Nery

Porque a FORSUB está sediada em Itaguaí, ao lado da BASC. E, operadores de sonar da MB vão tripular os P-3. Além de facilitar o intercâmbio, cursos e treinamentos.

carvalho2008

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carvalho2008

Acima, processo de desminagem proposta por um C-130….aviões eu não conheço fazendo isto….mas os Helicópteros sim…comment image

carvalho2008

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Ulisses

Muito legal Galante! A adição do navio classe ibiki só monstra que uma andorinha só não faz verão. É necessário um sistema com múltiplas unidades para cumprir a missão a contento

dod

Vídeo muito massa, quantas sonoboias um P-3 carrega ?

Ted

1397 sonoboias

rommelqe

132 sonoboias.

Joli le Chat

Glorioso Lockheed Electra.

Last edited 1 mês atrás by Joli le Chat
Flanker

Apesar de derivado do Electra, o Orion é Orion….Electra é Electra.

ROMMELQE

Prezado Galante: que tal simular um ataque com cargas de profundidade e torpedos. Para emular um binômio P3AM com um apoio adicional do KC390 acredito que pode-se prefixar no simulador um P3 e um P8 Poseidom, este último com seus detectores (Mage e radar ) desabilitados e sem sonoboias, “só” despachando carga e torpedos. Caberia ao P3 localizar e ao P8 atacar. Os subs podem ser os mesmos, porém a profundidades maiores. Entendo que supostamente as cargas de profundidade teriam que ser pre- definidas pelo armeiro do avião que as lança em séries de três nas profundidades de 30, 60… Read more »

Flanker

Aleluia, Galante!!! Aleluia!!! Luz na escuridão das ideias estapafúrdias!!!

rommelqe

Quando a FAB/Embraer produziram o Bandeirulha, muita gente torceu o nariz! Os avanços tecnológicos não seriam alcansáveis por gente obtusa, retrograda e preconceituosa.

Flanker

Ora, não se menospreze….eu não diria que vc é tudo isso. Só um pouco afeito ás ideias exageradas. Mas, o Galante já explicou em poucas palavras o erro do seu raciocínio. Um abraço.

rommelqe

Prezado Galante: meu raciocínio não é abandonar o P3 AM como principal vetor anti submarino; pelo contrario, entendo que foi um enorme avanço para o Brasil conseguir com que possamos aqui mesmo fazer um upgrade das asas e estender sua vida útil. Por outro lado, temos uma limitação muito grande . quanto à quantidade de vetores disponíveis, não é mesmo? Em períodos que tenhamos operacionais apenas uns quatro destes aviôes (sabendo que quando aqui chegaram apenas nove, se tanto, estavam em condições ) o que fazer? Por que não dotar um KC390 com pilones nas asas que possam ajudar no… Read more »

Flanker

Ainda estou aguardando a informação sobre o torpedo que o Gripen será capaz de lançar.

carvalho2008

Não seja malvado..rzrzr…existe impedimento dele ser integrado?…os Mk46 a 54 dentre outros, são lançados desde helis a turbo helices a jatos P-8 S-3…um Ikara é um missil/foguete teleguiado apenas com a missão de largar o torpedo com cabeça de busca na area indicada do plot visualizado do Sub… Um P-3 carrega bastante em qtde…cerca de 8 deles ao menos… A equação da pergunta do Rommelque pode parecer estranha, mas simplificando…: Se um P-3 pode ajudar outro, porque outro avião capaz de carregar armamento ou sonoboias não poderia? Seria mesmo obrigatorio somar dois grupos de estações “ouvintes” de sensores, uma para… Read more »

Flanker

Então, que se se invista o que se iria gastar nessas adaptações de KC-390 para ser um “bombardeiro ASW” em melhorias e aumento da frota de P-3 ou seu substituto. Na guerra se improvisa, sim. Mas, é a exceção, não a regra.

Carvalho2008

E o investimento seria suficiente? Pois se for por obvio so precisaria comprar mais e mais P-3….mas se nao for…

carvalho2008

Aos poucos, a própria Embraer poderá chegar a um pacote concorrente do SC-130J MPA ASW…

De pouquinho em pouquinho vai….poucos prestaram atenção e somente um colega comentou no video postado da Embraer, mas lá filmados junto aos outros aviões estava o KS-390 com um POD de reconhecimento
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Pod EO/IR (Electro-Optics/Infrared) para as missões de Busca e Salvamento, Vigilância e Patrulha Marítima.

carvalho2008

A fabricante explicou o uso do equipamento no KC-390: “O C-390 Millennium pode ser equipado com um Pod EO/IR (Electro-Optics/Infrared) para as missões de Busca e Salvamento, Vigilância e Patrulha Marítima. O equipamento possui câmeras de alta resolução, com capacidade de espectro infravermelho, com o objetivo de melhorar a capacidade de identificação e visualização. As imagens e vídeos capturados podem ser gravados para futura avaliação e análise. Há também aplicações complementares, com a utilização de laser, para a aquisição de coordenadas, marcação e designação de alvos.” “Imagem gerada por computador pela Embraer mostrando o KC-390 configurado para missões de busca… Read more »

rommelqe

Essa imagem da EMBRAER mostra um bote salva vidas pronto para ser lançado ao mar, considerando, no caso, a hipótese de que a missão seja para salvar naufragos que estejam precisando de socorro. Se o Flanker fosse um dos náufragos ele não iria entrar no bote por que seria um improviso, né meo? Tá bom, quando nos encotrarmos pessoalmente vamos tomar um chopps juntos, sem ressentimentos. Abs

carvalho2008

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Imagem gerada por computador pela Embraer mostrando o KC-390 configurado para missões de busca e resgate, como indicado pela sigla SAR na rampa da aeronave. O pod pode ser visto logo abaixo da porta na fuselagem. Imagem: Embraer.”
Novos pacotes para otimizar o produto.

rommelqe

Exatamente, havia dois KC390 voando a semana passada naquele fantástico voo de marketing da EMBRAER….Eu vi sim , me inclua dentro desses. Mas para o Flanker esse pod aí é só para poder lançar palets em pelotões de fronteira sem aterrizar…

rommelqe

Meu amigo vai ai buscar na Amarc os seus P3 quem sabe daqui a uns oitos anos eles venham para o Brasil após fazer turismo na Espanha. São ótimos. Enquanto vai juntando uns trocados pra comprar uns dois esquadrõs de P8 a gente pode improvisar (na realidade nem seria um improviso) utilizando uns 8 KC390 convertidos em uma semana para a função…É isso, na guerra se improvisa sim e não é,como voce pensa, a excessão…é a regra!

rommelqe

Só mais um argumento: o cabide para lançar cargas de profundidade a partir do deck e através da escotilha de lançamento de ré não seria nem um átimo do que custa reformar um P3 abandonado no deserto, cheio de areia (sim não sei se voce teve oportunidade de ver os F5 que vierem da Jordania aqui na BASP).

rommelqe

Então caro aliado Carvalho 2008: exatamente isso! Veja o exemplo do xara Rommel, o Erwin, nascido em Heindenhein, cidade que conheço muito bem, diga-se de passagem: quando ele resolveu bombardear o deserto a sua tropa que incluia Stukas, não entendeu direito. Mas foi o emprego desses pequenos caças bombardeiros suficiente para estourar as minas implantadas pelos ingleses e executar um bivaque na retaguarda das tropas inimigas…simplificação absurda? Não, é a inteligencia se sobrepondo a conceitos preconcebidos e obtusos. Todo muindo aqui já usou uma broca de videa. Sabe quem usou os primeiros projéteis com ogiva deste metal sinterizado composto de… Read more »

carvalho2008

Desenvolver equipamentos alternativos e sua forma de emprega-los antecipadamente a necessidade real, chama-se: “Doutrina” Improvisar equipamentos no desespero em meio ao conflito e emprega-los sem treinamento em cima da hora, chama-se: “Gambiarra” Situações das mais inusitadas podem ser solucionadas por doutrinas com sucesso, ou fracassarem por gambiarras. Ex,: Se Argentinos possuíam foco nas Malvinas com tantas baias recortadas, Turboélices Pucara, estoques de torpedos antigos, já deveriam possuir todo o pacote torpedeiro que teria feito um estrago descomunal em na frota de desembarque em aguas fechadas em San Carlos. Uma verdadeira Pearl Harbour, na segunda metade do século XX. Navios parados,… Read more »

rommelqe

O caro Flanker, voce sabe que esta adaptação é complexa mas possível. Se vc procurar veras que ha variantes de jatos como o SU34 que operam sim com lançamento de torpedos e até a propria LM já testou em F16. Mas o conceito é que importa: porque alguem empregaria um jato de alta performance com integração de torpedo leve padrão por exemplo do Mk46? E por que uma intergração de um Mk46 difere por exemplo de uma bomba “burra” de mesmo peso, quase mesmo arraste aerodinâmico e mesmo barramento de interface digital no cabide de asa? Se vc continua nesse… Read more »

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Guerra Antissubmarino

Doutrina de engajamento da US Navy contra submarinos inimigos

A doutrina de Guerra Antissubmarino (ASW) da US Navy (Marinha dos EUA) prioriza a destruição dos submarinos de um...
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