sexta-feira, dezembro 3, 2021

Saab Naval

Operação ADEREX – URANO/2021 vai reunir helicópteros da MB, FAB e EB a bordo do NAM Atlântico

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A fim de contribuir para elevar o aprestamento dos meios navais e aeronavais da Esquadra, a “ADEREX – URANO/2021” será especialmente voltada para as operações aéreas.

No dia 22 de março, o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico” e as Fragatas “Independência” e “União” suspenderão com o propósito de empregar todos os meios necessários para auxiliar na preparação, qualificação e treinamento dos Esquadrões da Força Aeronaval. Ao final da missão, objetiva-se atingir elevados níveis de adestramento e prontidão dos meios e das equipes.

Nesta quinta-feira, 18 de março, uma reunião foi realizada para definir os últimos detalhes do planejamento. Durante a missão, serão realizados exercícios de controle aéreo e esclarecimento, interceptação, trânsito sob ameaça, operações antissubmarino e ataque, além de transferências de carga entre navios (Vertrep e Pick-up). A estimativa é que 107 horas de voo sejam realizadas, contribuindo para a qualificação do maior número de pilotos, bem como para o adestramento das tripulações dos navios empregados.

Durante a “ADEREX – URANO/2021”, o NAM “Atlântico”, Capitânia da Esquadra, atingirá a marca de 2 mil pousos realizados em seu convoo. Essa marca histórica será alcançada em um exercício específico, que contará com a presença de aeronaves de asa rotativa da Força Aeronaval, da Força Aérea Brasileira e do Exército Brasileiro.

Será mais uma oportunidade para incrementar a interoperabilidade entre as Forças Armadas, que, unindo esforços, contribuem para reforçar a soberania do País na proteção das riquezas naturais da Amazônia Azul, área de interesse político-econômico e estratégico, com cerca de 5,7 milhões de km² ao longo da costa brasileira.

HM-4 Jaguar do EB

H-36 Caracal da FAB

UH-15 Pegasus da MB

FONTE: Marinha do Brasil

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Victor

Bom dia . Uma dúvida …
Os EC 725 , qual o nível de nacionalização deles ?

Flavio H.M.CO

Creio que 60% pelos menos

Foxtrot

Até na nomenclatura dos helicópteros nossas FAAs não possuem integração.
A mesma aeronave possue 3 denominações diferentes, impressionante.
Ao menos está se tornando um pouco mais frequente as operações combinadas.
Mas mais importante do que isso, é o desenvolvimento e aquisição conjunta de meios e sistemas.

Eduardo

Mesmo helicóptero ter 3 nomes nem deve tá relacionado que o mesmo equipamento tem 3 funções e componentes diferentes.

…. E como se isso tivesse alguma relevância

Foxtrot

Diferente das funções especiais que o mesmo tenha, o equipamento é o mesmo e no fabricante original possui a mesma designação que é Cougar.
Mas brasileiro adora enfeitar o pavão para iludir mentes menos esclarecidas e impressionaveis com qualquer show de luzes.

Marcos Cooper

Verdade. Nem um cocar temos de padrão pras três FA’s! É uma desorganização impressionante.

Marcelo

não vejo isso como problema…os 3 emblemas são bonitos e interessantes e têm a sua história.

Marcelo Andrade

Xará, nem respondo, ele não tem o que dizer , procura algo ruim! Impressionante!

Cristiano de Aquino Campos

Nos EUA e RÚSSIA, o mesmo modelo, quando usado para missão diferente, tem em geral uma letra diferente. Tipo- UH-60, SH-60. Obs. O UH-60 e usado pelo exercito e força aérea.
Na Rússia e MI-8A, MI-8B e MI-8C.

Gabriel

Observação muito pertinente, se a denominação for igual, os níveis de operacionalidade serão melhorados.

Porém, vou te contar um segredo.
Mas vou falar bem baixinho.
Por favor, não conta para ninguém.

O emprego e utilização, do “mesmo” helicóptero, é diferente na Marinha/Exército/Aeronáutica, devido as missões de cada força.

Qual será a próxima observação “significativa”? a cor é diferente!

Cada um que me aparece.

Foxtrot

Assim como sua mente, sou sarcasmo foi muito fraco !

Marcos Cooper

Sério que vc quer debater com esse argumento fraquinho?

Flanker

As denominações para um mesmo aparelho são diferentes nas 3 Forças….os cocares são diferentes nas 3 Forças….mas, esse 2 itens apenas, não interferem em absolutamente nada…..não melhoram nem pioram nada. Mas, compras conjuntas de aeronaves, uniformização de procedimentos (quando possível), talvez um Centro Conjunto de treinamento em asas rotativas, entre outras, são ações que gerariam economia e otimização de meios.

Foxtrot

Não debato com quem não tem bom senso.
Acho que nossos militares deveriam ensinar aos americanos que muito provavelmente não sabem nada de guerra.
Lá o M-4 tem o mesmo nome para as 4 forças, o mesmo serve para o Javelin, Stinger, M-249 etc etc.
Nossos militares que sabem de tudo, com certeza devem abominar esse tipo de situação.

Willber Rodrigues

A USNavy, a USAF e o USMC usam o F-35, cada aeronave com sua característica, se é pra pouso em NaE’s, VTOL ou decolagem “normal”. Eles simplesmente diferenciam as versões falando A,B ou C.
Tú não vê a USNavy chamando o F-35 de Tomcat 3, e a USAF chamando sua versão de F-35 de Phantom 3.
Esse “enfeitamento de pavão” é só coisa de BR mesmo…

Foxtrot

Excelente Wilber.
Mas assim como eu, você está “pregando no deserto” para um monte de pedras dementadas.
Perda de tempo !
Aqui se nossos militares resolverem adotar estilingues e nomear de outra coisa vão aplaudir de pé.
Um monte de “Marias bandeiras,” !

Marcelo Andrade

Gabriel, o Brasil virou um celeiro de “especialistas” onde existiam entusiastas!! Esqueceram o foco da notícia e procuram sempre denegrir! Observe que são sempre os mesmo! E agora não é só aqui. Nas outras publicações eles estaõ sempre lá com seus achismos e teorias!! Que pena!!!

Tallguiese

Concordo que a nomenclatura deveria ser uma só pra todos. Tipo super cougar!

Foxtrot

Não é ?

Sergio Cintra

Pelos relatos anteriores, os pilotos do Exer .e FAB tiveram que ser treinados para pouso a bordo fase I – Navio estático e posteriormente seriam os instrutores para passar os ensinamentos aos demais de cada força. Acredito que terá início a fase II, que era o pouso a bordo com o navio em movimento, que requer outra qualificação e preparo, além das outras manobras, pois terão o acompanhamento das Niterói. Outra coisa a se pensar é que na proposta do “Link BR-2” todos os meios deverão ser interligados ( tanques, aeronaves, navios, outros meios ) então o conhecimento operacional é… Read more »

Rinaldo Nery

¨Tanque¨ é de lavar roupa. Carro de Combate.

Up The Irons

Apesar de todas as nossas críticas diárias, e eu faço muitas, acho que devemos enaltecer o esforço feito nos últimos anos pelas 3 Forças buscando uma maior integração. E é assim que deve ser, pois em guerras a logística e a sintonia são meio caminho para a vitória. Em caso de guerra, que espero que nunca ocorra, nossos futuros Centauros (sim, eu acredito) serão transportados pelos KC-390 (caso seja o B1, que possui 24 toneladas) e pelo G-25 Almirante Sabóia; nossos blindados e infantaria terão suporte aéreo dos Gripen E, e assim por diante… Todo mundo precisa de todo mundo… Read more »

Last edited 8 meses atrás by Up The Irons
Tiago Gimenes

A imagem junto do titulo o da matéria, será que alguém tem o link?

Bueno

Linda Imagem!!

Flanker

Observem que, nessa foto, o A140 contava com 1 antena “esférica ” na base do mastro do Artisan. Hoje, já há mais outra antena desse tipo ao lado daquela. Quando chegou ao Brasil, não contava com nenhuma dessas duas antenas.

Dalton

Falando em navegar bastante, soubemos aqui no Poder Naval que o primeiro “PMG” do Atlântico está programado para o ano que vem, quando deverá entrar no dique Almirante Régis para uma necessária revitalização fundamental para continuar em serviço por muitos anos ainda.

Zorann

Que medo. Será que este PMG termina antes de 10 anos?

Dalton

Com certeza !

Zorann

Vou torcer.

Tutu

O recentemente realizado no NDM Bahia foi bem rápido.

Dalton

Foi um Período de Docagem de Rotina “PDR”, nada no mesmo nível de complexidade de um “PMG”.

carvalho2008

Com certeza. É um barco sem firulas.

Um mercantão oco e maquinario diesel padrão.

Feito para navegar e navegar sem chiliques. Os britanicos o adoravam por conta disto, baixa manutenção e baixo consumo, tal qual um ro-ro….Está dificil para eles se adaptarem aos custos dos seus proprios projetos mais recentes…

Cristiano de Aquino Campos

Não tem o porquê, fora a grana. E um navio simples, do motor ao casco.
Alias, sua maior vantagem e essa.

MMerlin

Lembro que a notícia gerou bastante críticas infundadas. Foi um artigo com comentários de níveis mais baixos que já li no Naval.
Referente ao PMG, não existem informações se durante a manutenção a embarcação receberá algum novo equipamento. O mais importante é que o PMG não se alongue mais que necessário. De longe o A140 é uma das melhores compras já efetuadas tanto pela MB quanto pelas FA. E a primeira tem feito um belo uso da mesma.

Sergio Cintra

“Mode Ironic on” sob “novo equipamento”.
Irão transferir o Phalanx do Matoso Maia.
“Mode ironic off”
Mas… nem tanto! E os Simbad não vão ser incorporados? Ou já foram?

MMerlin

Muito são contra remover o Phalanx do Mattoso Maia, principalmente porque não está funcional. Já comentei que não sou só a favor da remoção como sou a favor de torná-lo funcional. É caro? Sim. Mas é mais barato que comprar um novo. Lembrando que o conjunto Phalanx não é apenas o que fica exposto, mas um conjunto de sistemas e seu maior volume fica dentro da embarcação. Vale a pena? Sim. Esta versão é antiga mas já tinha um grau de precisão bastante elevado. Referente aos lançadores Simbad, a instalação tinha sido confirmada. Talvez entre nesta PMG. Lembrando que o… Read more »

Last edited 8 meses atrás by MMerlin
João das Botas

Ridículo! Ambientes e missões completamente diferentes.

Wellington R. Soares

A imagem ficou muito TOP, porém vendo essa fragata da classe Niterói fazendo a escolta fica nítido a urgência das Tamandaré e até mesmo uns dois no porte de uma meko A400.

Anthony

Perdoem a ignorância deste pobre escriba, mas pq o EB treinar pouso em porta-Heli???

Flanker

Um exemplo seria a utilização de helicópteros do EB em uma missão a serviço da ONU oi helicópteros da FAB em uma missão humanitária longe do Brasil. Lembre que os meios apenas da MB são limitados em quantidade. Contando com os meios da FAB e EB, se multiplica a quantidade de aeronaves disponíveis. O Reino Unido utiliza muito as aeronaves do Royal Army e RAF em seus PA. Os utilizava no próprio Ocean, antes de sua venda ao Brasil.

Marcelo Andrade

Que isso Anthony, aqui somos todos entusiastas, apesar de algumas figuras “especialistas” que temam em denegrir tudo em relação nossas FFAA que não são perfeitas. Estamos todos aqui para aprender e se informar! Muito pertinente a sua pergunta e bem respondida pelo colega Flanker!

Mauro

Gostaria de ver o AH-2 Sabre da FAB operando nessa máquina, mas isso não vai acontecer, causaria calafrios naquela turma do norte. Aí sim seria o encontro de dois gigantes.

Flanker

Os H225M, os SH-16, etc, podem ser hangarados no A140, ao contrário do AH-2 Sabre. Precisaria ser mantido o tempo todo no convoo.

Marcelo Andrade

Flanker, acredito tb que pelas 3 Forças utilizarem a mesma plataforma EC-725, a comunalidade de peças sobresalentes embarcadas ajudam na logística. Pode ter sido um toque de sorte, mas, a compra da mesma plataforma para as 3 Forças, mesmo com seus problemas, está gerando resultados.

Marcelo Andrade

Flanker, eu posso está errado mas os UH-15, assim como os da FAB e EB não dobram a lança da cauda. Se assim for, o Sabre não é táo maior que eles. Pelo que vi em uma LAAD dessas. Salvo Melhor Juízo!!

Flanker

Os UH-15 dobram as pás do rotor principal. Os HM-4 do EB e H-36 da FAB não dobram, assim como o AH-2 tb não.

Last edited 8 meses atrás by Flanker
fresney

Queria ver o MI-35 no Atlantico

Marcelo Andrade

Parabéns !!! Interoperacionalidade sempre!!! Ao invés de procurar pontos ruin sobre a cor das cuecas dos pilotos de cada Força, prefiro elogiar o Exercício!!!

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