domingo, maio 16, 2021

Saab Naval

Novidades sobre os aviões KC-2 Turbo Trader da Marinha do Brasil

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A Marsh Aviation Company divulgou nova imagem do KC-2 Turbo Trader da Marinha do Brasil com numeração 27 em montagem no hangar.

Segundo a empresa, o programa KC-2 (C-1T) Turbo Trader está avançando em direção à montagem final e ao primeiro voo.

O progresso está sendo feito na fase de teste de solo, a ser seguido por corridas de solo e depois o voo.

Essa é a primeira notícia do programa Turbo Trader da MB desde abril de 2019.

A Marsh é especialista na conversão de aeronaves Grumman Tracker e Trader para turboélice

Grumman S-2T Turbo Tracker convertido para combate a incêndios

No dia 15 de novembro de 2018, nas instalações da empresa Elbit Systems of America (ESA) em San Antonio-TX, EUA, a Diretoria de Aeronáutica da Marinha realizou o primeiro acionamento dos motores de um avião KC-2 Turbo Trader, o mesmo com numeração 27. Na ocasião foi dito que o primeiro voo seria realizado em setembro de 2019, com o início da campanha de ensaios e a sua entrega para a Marinha do Brasil (MB) no segundo semestre de 2021.

Por motivos não divulgados, o cronograma não foi cumprido.

Os aviões KC-2 na Marinha do Brasil receberão novos motores turboélice Honeywell TPE331-14GR-801Z, unidades auxiliares ESA RE100CS (APUs), sistemas de geração de oxigênio a bordo (OBOGS), um sistema de controle ambiental, e novos sistemas de comunicação.

A Marinha do Brasil planeja empregar os KC-2 para realizar o reabastecimento em voo de seus jatos AF-1B/C.

Os KC-2 também poderão realizar o lançamento de paraquedistas até a altitude de 25.000 pés (aproximadamente 7,2 Km), evacuação aeromédica, apoio às operações de busca e salvamento e transporte de cargas e passageiros.

Abaixo seguem mais imagens do KC-2 Turbo Trader da Marinha do Brasil divulgadas pela Marsh Aviation.


Cockpit modernizado do KC-2 Turbo Trader

Cockpit original do C-1 Trader, no Fort Worth Alliance Air Show – Texas, em 2015 – Foto: Alexandre Galante

Cockpit modernizado do KC-2 Turbo Trader

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Fabio Araujo

Temos as aeronaves falta o Porta Aviões!

Wellington R. Soares

Em geral na Marinha faltam navios de todos os tipos, desde patrulhas até escoltas kkkk…
Que desperdício de grana esse companheiro do AF1. Ainda eles tem a audácia de colocar que esses aviões servirão para reabastecer os AF1 em vôo 😂😂😂

Joao Moita Jr

Falta de visão da MB. Deveriam mandar uma comitiva para Hollywood. Para qualquer filme sobre a Guerra do Vietnã, todo o acervo está pronto, e em boas condições. Preços camaradas…

Mk48

João, bom dia.
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Queria te fazer um contraponto : Sobre aviões velhos para acervo para filme da Guerra do Vietnã, o que dizer então da USAF com seus B52s, C5 Galaxie, Talons, F4s ainda usados pelo Japão e Turquia, MIG21 pela India, etc. ?
.
Seria só o Brasil que forneceria acervo para o filme ?
.
Todos os vetores que citei são antigos mas revitalizados, como nossos A4s e os Traders. Por que só os nossos deveriam ir para o museu ?

Last edited 11 dias atrás by Mk48
leonidas

Velho, acho que deu para entender o que o Joao quis dizer né?
São contextos completamente diferentes, os americanos tem aeronaves com muitos anos de vida mas dispõe de meios para todos os quesitos de suas forças.
Nosso caso é algo tão esquizofrênico que até parece aquelas sandices de regimes como do Idi Amim Dada.
E um negócio que quanto mais você lê pior fica para entender…rs

Mk48

Prezado Leonidas, sim, entendi.
.
Só quis pontuar que não somos os únicos a operar vetores modernizados. Se a MB não tem nada moderno é outra conversa, mas não é errado operar os A4 e Traders.
.
Só isso.
.
No mais, obrigado pelo seu comentário. A idéia é essa mesmo, irmos trocando pontos de vista.
.
Abs

André Macedo

O problema não é operar vetores modernizados, é usar equipamento extremamente ultrapassado e nas raras modernizações demorar séculos e modificar poucas unidades. Além disso, o B-52 encontrou um nicho como vetor de armas de longo alcance, o Talon é um vetor de treinamento e o C-5 é um cargueiro.

Mayuan

Pra uma força que não tem meios para cumprir sua atividade fim que é navegar, é errado sim.

Agnelo

Excelente contraponto.

Marcos Cooper

Entenderia seu ponto de vista SE a MB operasse essa tranqueira desde os anos 60! Comprar S-2 em pleno séc 21 e levar quase 20 anos pra modernizar 4 míseras aeronaves é uma piada de mau gosto.

Marcelo

Gastaram mais de 1 bilhao com avioes da decada de 1950 e tem um monte de navio e submarino parado por falta de verba para manutenção !!!!! Marinha do brasil tinha que ser proibida de operar avioes por desvio de finalidade constitucional !!!!! DIRETORIA DE AERONÁUTICA DA MARINHA EXTRATO DE CONTRATO Nº 1 Carta de Oferta e Aceite BR-P-SDI Processo:NUP 63003.000415/2010-53; Objeto: Aquisição de 08 (oito) células de aeronaves C1-A Enquadramento: Decreto nº 3.831, de 1º de Junho de 2001; Partes: Acordo por Troca de Notas celebrado entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados… Read more »

Kornet

Talvez a MB tenha comprado essa peça de museu pq tentou ter uma aeronave de asa fixa que opera em PA ,já que existe um decreto irracional que a impede ,junto com o EB , de ter as aeronaves de asa fixa que quiser;sendo que em nosso país qualquer força policial pode comprar aviões como Cessa Caravan,Emb 145 e etc,mas o EB e a MB são proibidos de adquirir um Paulistinha.

Mayuan

Publicar ele aí pra nós por gentileza

Spitfire

Até agora não entendo a questão da MB operar os A4 e futuramente, gostaria que não, mas….os Trader…por outro lado os P3 operados pela FAB… não entendo essa lógica, ou a FAB deveria repassar os P3 a MB, ou a MB deixar a vigilância e dissuassão aérea com a FAB.. faria sentido a MB operar asa fixa em PA, mas isso esta fora de cogitação… ou se a MB fizer beicinho, para manter o treinamento de seus pilotos, a FAB então poderia repassar os P3 para a marinha, e alguns AMX de seu inventário fora de operação para a MB… Read more »

PCOA

É uma excelente idéia. Se a MB não quer perder a proficiência e quer manter a doutrina, pq não operar os A-1. Sairia muito mais barato. Mas…

Spitfire

amx – 30 anos na Aeronautica Militare – unidade 51ª Ala (Stormo). O AMX permitiu que a Itália se saísse bem no exterior em todas as operações de manutenção de paz, como no Afeganistão, como no Iraque, e é a aeronave que mais voou operacionalmente, mais do que as outras aeronaves táticas da “Aeronautica Militare”.”…Na Itália o AMX tem o record operacional de 18.000 horas em combate… Sinto que ainda poderiam ser melhor utilizadas por aqui,,,uma pena a pequena quantidade modernizada pela FAB…já que a FAB encostou elas, a MB poderia reaproveitá-las…

Pedro Tavares Nicodemos Filho

Infelizmente digo-lhe que foi cogitada uma versão do AMX para o NAE MINAS GERAIS, mas não mostrou-se viável, me parece que em função dos custos.

Spitfire

Olá amigo… mas não me refiro para operar de NAe…não temos NAe… para operar de NAe seriam necessárias modificações e reforços estruturais… para operar de base não necessita nenhuma modificação… apenas seria interessante a integração de míssil antnavio e mais nada…

Satyricon

Spitfire, o fabricante da turbina do AMX (RR) descontinuou o suporte à mesma, portanto é só uma questão de tempo (e estoque de peças) até sua operação ficar insustentável. É uma das razões de tão poucas unidades terem sido modernizadas, pois as demais serão canibalizadas.

horatio nelson

cara a tempos não vi um comentário com tantas ideias que podem sim ser aproveitadas…pena que a mb não sabe nem quanto vai gastar pra manter os subs…

Spitfire

olá amigo. Sinceramente custo a acreditar que a MB não tenha esse conhecimento prévio de custos dos subs… seria um amadorismo sem igual… para ser sincero, não creio nisso, impossível! Não creio!!! Mas a grana de fato está em falta, e inevitavelmente terá que escolher entre cobrir a cabeça e descobrir os pés…. e ai o menos prioritário em termos de equiptos seria os A4, que requerem custo de manutenção e operacional e pouco agregam a força…

guilardo

Temos o buraco lá em Cachimbo, mas faltou a bomba atômica. Temos a torre de lançamento do VLS para colocar satélites em órbita, mas falta-nos o veículo lançador. Temos agora o Tracker Turbo, mas falta o portaviões.

leonidas

Temos oficiais de alta patente mas falta comando…

Adriano RA

Esse é o único projeto mais longo que o do submarino nuclear.

Jodreski

Sabe pq esses absurdos acontecem aqui? Pq servidor público pode fazer o que quer, quando quer, quase nada acontece! Isso aí deveria (no mínimo) render uma excelente CPI (palavra do momento), os autores dessa proeza precisam ser conhecidos pela população, cabeças deveriam rolar! O dinheiro público merece mais respeito! Mas aqui, infelizmente, nada acontece! Dando aval para que essas burradas se multipliquem, e cá entre nós, pessoal da MB é mestre nisso!

eggfilho

nao tem porta avioes , mas terá outras funçoes importantes , sua autonomia com certeza é bem maior que o H225M por exemplo

Mayuan

Não. Não temos nenhum dos dois.

Tutu

A inspiração para o grupo aéreo do finado Nae São Paulo A-12.

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Moriah

Isso sim!

carvalho2008

Incrivel como um Nae pequeno cabia tanta coisa…..

Claudio Moreno

O suprassumo da tecnologia!

Que venham as Fletcher’s também as Gearing’s!

CM

Teropode

A tecnologia embarcada é de fato top e atualizada , toda estrutura foi reformada , motores novos , esta “faca” antiga teve o cabo e a lâmina trocados ontem . Tem um perfil de vôo ímpar e convenhamos pessoal : Russos , Americanos , Franceses e Chineses utilizam aviões com a mesma idade ( totalmente reformulados) .

Mk48

Exatamente.
.
Lembrando que recentemente quando a India usando um MIG21 abateu um F16 do Paquistao todo mundo aqui bateu palma e achou otimo a India ainda utilizar o MIG21 na linha de frente.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

A questão não é a idade da aeronave, mas a utilidade dela, em não havendo mais um porta-aviões. Todas as funções que ela promete, aviões da FAB podem prover!

Piassarollo

Fabio, o problema é que não tem mais retorno, existem contratos e provavelmente pesadas multas em caso de desistência. Já que começaram (erroneamente na minha opinião) que se terminem esses aviões e que possamos usar o mais rápido possível.

Jadson Cabral

Sim. O problema está nas decisões da MB. Isso só mostra o amadorismo. Como é que paga pra modernizar aviões antigos antes mesmo de ter a certeza de que iam conseguir modernizar o São Paulo? Ou eles acharam que não conseguindo modernizá-lo ia haver outros P.A disponível para compra???
O almirantado parece criança. Quando vc dá dinheiro eles não sabem o que fazer e gastam tudo da pior forma possível

Jaime Matos

Houve corte de verbas não esperado pela marinha. Difícil prever a economia brasileira

Juarez

Usar aond, com quais recursos. A Av. Naval mal e porcamente “voa’. Da uma olhada nas horas de vôo do pessoal do VF 1. E de chorar. Nem para manter doutrina de vôo tem.

EduardoSP

Melhor encerrar LIGO essa cinta do que ficar acumulado prejuízis por anos a fio.
Insistir no erro não faz um acerto.

Mayuan

Vende então! Anuncia no mercado internacional e se alguém se interessar essa tranqueira nem pousa aqui, vai direto para o novo dono.

Jadson Cabral

O problema não é esse. O problema é que estamos gastando grana para modernizar uma aeronave que não precisamos tanto e que não faz sentido nenhum para uma marinha sem P.A enquanto falta dinheiro para tudo o que é essencial.

Juarez

Pois e enquanto a faca está afiada, os revólveres não tem bala no tambores. Não temos escoltas, não temos Napaocs em número mínimo, não tem nem mesmo recursos suficientes para prover os distritos navais com marpol.o suficiente para manter um mínimo de dias de mar dos navios, mas enfiaram 110 milhões de dólares em quatro lixos que não servem adequadamente como cargueiros, não tem sistemas de combate para uso em patrulha e muito menos ASW.

carvalho2008

A China começou com os Fletcher Russos……degrau a degrau….as vezes se voce já quer mudar o aindaime sem andar pela escada…voce tropeça e cai….

Marcelo R

Tem que entregar eles logo…. antes que os AF 1 dêem baixa também…
É incrível com gostam de MATERIAL antigo por aqui….
.traduzindo….
como gostam de coisas velhas…. E demoradas para entregar…

Marcos Cooper

Isso é uma falta de respeito com instituição. Pobre,nos dois sentidos,MB,esse comando é uma verdadeira desgraça.

pgusmao

Eu acho que gostam é de “comissões” em negócios absurdos, só pode ser isso!! Não dá para comprar novo, então vamos comprar “alguma coisa” para gerar uma beirada.

Moriah

Até o São Paulo cansou de esperar… Juro que não lembrava mais deles. Uma pena que serão baseados em terra apenas.

Allan Lemos

Ué, mas na prática toda a MB é uma marinha de terra.

Bardini

A Marinha do Brasil planeja empregar os KC-2 para realizar o reabastecimento em voo de seus jatos AF-1B/C. . A MB não precisa ter aeronaves para isso, operando a partir da terra. Integra as operações com a FAB e justifica os muitos e muitos bilhões gastos com KC-390. . Os KC-2 também poderão realizar o lançamento de paraquedistas até a altitude de 25.000 pés (aproximadamente 7,2 Km), evacuação aeromédica, apoio às operações de busca e salvamento e transporte de cargas e passageiros. . A MB não precisa de aeronave baseada em terra pra isso. E se precisar: Integra as operações… Read more »

Wellington R. Soares

E a nossa poderosa marinha continua a ver navios kkkkk…
Uma lástima essa nossa Marinha 😂😂😂

Almeida

E ver navios dos outros, porque aqui tão ficando sem…

Spitfire

Verdade amigo…enquanto isso faltam navios de superficie… compactuo con sua indignação…

Parabellum

Vieram com um substancial atraso. Agora a realidade é outra. Será que é viável transformá -los em aeronaves para combate à incêndios florestais?

Allan Lemos

Pois é, na verdade nem dos AF1 a MB precisa já que eles seriam inúteis em qualquer cenário de guerra moderna. Mas eu acho que eles satisfazem o ego dos almirantes, que podem encher a boca para dizer que a MB tem uma aviação naval. Assim como faziam quando diziam que a MB era a única que operava um NA por essas bandas, apesar de que na prática ele era inútil.

Leonel Testa

nao poderia esses avioes pelo menos fazerem patrulha maritima junto com o P3 ?

Mayuan

Não

carvalho2008

Parece que o problema era que cancelar, não iria em si reduzir o custo ja despendido, haveria multas e coisas do genero….e as células já estavam compradas…

Então na ponta do lapis, cancelar não economizaria….

Bardini

Cancelar evita gastos futuros, que vão existir.
.
E se arranjarem comprador pra isso aí, se amortiza boa parte do prejuízo.

carvalho2008

Na caixa da MB pode não precisar…mas e na caixa do MD? O Brasil quase não tem nada para suas necessidades…pode não mais caber na Marinha, mas dificil imaginar que não caiba noutro lugar….

Guizmo

Concordo 100%. Absurda essa aquisição e manutenção do contrato. Enquanto isso, o oficialato finge assustado com o valor de manutenção dos Scorpene……

Gabriel

Antes que o pessoal comece a repetir as mesmas críticas já feitas, o programa passou do ponto viável para um eventual cancelamento/anulação.

Com os contratos assinados, agora é pagar como puder e fazer o melhor uso possível dos aviões, que podem operar de bases terrestres.

Quem sabe a Marinha não acaba descobrindo uma vocação para uso de aviões e assuma a aviação de Patrulha.

Wellington R. Soares

Em geral nossa Marinha já é de terra…Torcendo para eles comprarem alguns Leopard 2a4 pelo menos kkkkk…

Allan Lemos

Ai o EB iria dar piti, assim como a FAB faz quando alguém menciona a hipótese do EB operar alguma aeronave de asa fixa, mesmo que seja apenas um aviãozinho de papel.

Spitfire

Ola amigo… a prioridade 1 da MB deveria ser a negação ao mar… e ter meuos para isso… estamos quase sem navios de superficie/escoltas e as qie temos wstao defasadas… se nao tem mais volta, deveria a partir de ontem tentar repassar essa jaca para algum outro pais que tenha interesse, e montar um pacote bonitinho com os A4 junto… resolvido a atualizacoes para sua atividade fim ai pensar nessa outra opcao de operar aeronaves

Greyjoy

Mas a MB negou o mar…

Negou o mar para si mesma.

Marcelo

Ok, é mais caro cancelar que terminar de pagar, perfeito.
Agora, é mais caro cancelar do que terminar de pagar, operar, manter, treinar pilotos e equipes de manutenção e estrutura burocrática do esquadrão CQD por pelo menos 10-15 anos? Duvido… E em troca disso, sabe o que essa aeronave vai agregar? Pouco ou quase nada. Pode cancelar por favor

Spitfire

kkkkk ….tentar passar para frente isso ai…. quando um tonto e um esperto se encontram dá negócio!!! agora é tentar achar algum outro candidato para esse mico….se não estiver enganado são 193 países no globo…tentar achar algum por ai

Last edited 12 dias atrás by Spitfire
Almeida

Os tontos, nesse caso, somos nós.

carvalho2008

correto

Mosczynski

Círculo vicioso. Não tinha aviação de caça, compraram caça. Mas não tinha avião para reabastecimento. Agora tem, mas já não tem mais caças. Vamos comprar caças, mas não tem mais avião para reabastecimento…

Almeida

Não tem nem NAe…

BK117

Não sou especialista em nada mas parece uma aeronave que, mesmo modernizada, mostra sua idade. Imagino que foi adquirida quando o São Paulo ainda tinha esperanças, então queriam uma aeronave compatível, mas, será que o SP não teria capacidade de operar pelo menos C2 Greyhounds, visto que estes tem capacidade de carga superior, e são, portanto, mais versáteis (mesmo sendo o REVO a missão desejada)? Haviam unidades de C2 disponíveis à época que poderiam ser modernizadas?

Flanker

Não, os C-2 não podiam opera no A-12.

Marcelo R

Agora, serão
4 AF 1 monoplaces….
1 AF 1 B biplace
2 K C 2 para esticar a viagem…
Pergunto…
O custo para manter ISSO????
A que se destina todo esse “” PODER Aeronaval”” ?????
Qual a relevância para Apresentar isso como algum vetor do braço de defesa???

FABRÍZIO AMORIM DE MENEZES

Não muda muita coisa, mas não seria 6 AF 1 e 4 KC?

FABRÍZIO AMORIM DE MENEZES

Infelizmente deve ser para manter/justificar o investimento nos aviadores, imagino eu.

Não tem outra explicação.

Para um mero leigo como eu, se é para ter aviação de asa fixa, seria melhor ter um esquadrão completo de A-29. Pelo menos apoiaria os FN e serviria de patrulha, já que a autonomia dos Super Tucano pode chegar a aproximadamente 8h.

carvalho2008

Isto eu tambem acho…o Super Tucano poderia entrar na MB e desenvolver novas doutrinas…

Flanker

Sem entrar no mérito se servem, ou não, para alguma coisa, mas são 6 AF-1B/C e 4 KC-2.

Allan Lemos

Ora, servem para justificar mamatas e massagear o ego do almirantado.

A6MZero

Isso é uma piada de mal gosto com o contribuinte.

Não existe qualquer argumento lógico em manter essas aeronaves ou os a-4.
E não adianta vir com aquela historia de manter doutrina… que doutrina vai se ter com meia dúzia de aeronaves defasadas e que mal voam durante o ano.

No fim só serve pra gastar recursos (que poderiam ser destinados a um esquadrão de drones isso sim seria relevante para a MB), e para os manter os sonhos molhados dos almirantes com porta-aviões e segunda esquadra.

Teropode

Será como novo , pena que não há PA para ele mostrar suas capacidades e pelo jeito não teremos um antes de 2050 . Pessoal onde há A4 disponíveis para venda .

Wellington R. Soares

Não há mais…Todos já viraram sucata…Esses A4 são uma porcaria na atualidade, só serviriam de alvo…

Carlos Campos

esquece A4, temos que comprar F18 usado ou algum chinês melhor que o A4 que lance mísseis antinavios modernos

Spitfire

Olá amigo, a intenção é boa mas esquece isso de F18 ou caça mais atual….é alimentar uma decepção, pois não tem grana para isso…. caças mais modernos não cabem no orçamento…lembro aqui quando lia os comentários sobre gripen naval….esquece

Last edited 12 dias atrás by Spitfire
Spitfire

Esquece A4…. o Brasil é um dos poucos, se não o único ainda operador deste avião… a Argentina tb tem, mas não sei se estão operacionais… a melhor coisa que a MB poderia fazer é tentar repassar para algum país, por exemplo argentina, se tiver interesse em ainda operar esse avião, ou caso negativo, retirar de operação… atualmente serve apenas para treinamento….se for para a MB operar caças, como continuaria operando de terra, eu gostaria de melhor aproveitamento de nossos AMX retirados de serviço pela FAB, os não modernizados, que são em torno de 32 aeronaves….tentaria aproveitar parte desses aviões,… Read more »

Last edited 12 dias atrás by Spitfire
Teropode

Já defendi a transferência dos AMX para a MB , o Monstro seria uma excelente opção para ataques contra navios , um vetor de mísseis com função semelhante aos S.Etenndart . Pintei um dos meus modelos com as cores do F2 japonês e instalei 4 mísseis antinavios no bicho , ficou sinistro .

Spitfire

A única questão ai é qual o estado das células dos A1 retirados da ativa…isso quanto a parte estrutural e peças…consta que parte destas serviram para fornecimento de peças para as unidades em operação… mas como avião, penso ser muito mais viável do que os atuais A4… bota para rodar, faz a integração dos exocet e só…. solução mais viável do que manter A4 com bombas burras..

Satyricon

Teropode, se vc pensar que o país possuí uma costa enorme, e que nossa defesa costeira se resume a armamento de tubo da IIGM, faz sentido à MB operar aeronaves nessa defesa costeira. Os A4 estão cansados, tremendamente sub-armados e pedem uma substituição, mas em poucas horas podem estar em qualquer ponto do nosso litoral. A MB deveria repensá-los neste sentido, preferencialmente com algum míssil anti-navio (senão, não passam de alvos), e desenvolver essa doutrina de desmembramento.

Teropode

Mas infelizmente o Brasil em geral oscila entre dois extremos , um extremo exige só material top , zerado na caixa ( padrão OTAN) , outro extremo se dá por satisfeito com uma condição semelhante a das forças de Serra leoa e este impasse também está dentro das forças , consenso lá é coisa rara .

A6MZero

E seis A-4 sub armados que sequer possuem capacidade de utilizar armamento guiado ou misseis antinavio vão se prestar pra que?

lançar 3 ou 4 bombas burras e torcer pra o inimigo não revidar?

Investir neles seria gastar vela em defunto ruim…

Last edited 11 dias atrás by A6MZero
Satyricon

Zero, concordo. Faz sentido a MB operar aeronaves na defesa costeira, mas não necessariamente os A4, e muito menos os S2 ( mesmo porque o A4 é perna curta). A manutenção de meios tão antigos é inviável no longo prazo.
A MB precisa represar suas prioridades e doutrinas.

A6MZero

Acho drones de patrulha e ataque fazem mais sentido hoje para MB, quanto a defesa costeira contra navios mais vale equipar os Gripen com o RBS-15.

Uma rede de patrulha formada por drones de longo alcance, os P-3 da FAB e os Gripen todos atuando em um a ambiente de rede com troca de dados em tempo real formariam uma defesa robusta e a um custo acessível.

Mayuan

O desmembramento que a MB deveria fazer com o A4 é das células pra vender qualquer coisa nele que queiram comprar. Integrar qualquer coisa nele é jogar dinheiro fora e mandar pilotos pra combate nele deveria ser considerado homicídio doloso.

Nilo

 US$ 110 milhões sub utilizado na Marinha.

Oráculo

Sério que gastaram tudo isso?
Quase 600 milhões de reais no câmbio de hoje?

Não daria pra construir uns 3 Navios Patrulha 500t com esse dinheiro?

Coisa que estamos precisando muito mais do que essas latas velhas voadoras pra MB brincar de operar aviãozinhos.

Que crime com o dinheiro do contribuinte!

Wellington R. Soares

Daria para 3 patrulhas tranquilamente meu caro. Essa é a nossa MB.
Daqui a pouco vão comprar alguns tanques leopard 2a4, pois eles já são faz tempo uma força militar em terra.

Juarez

Agora pergunta se quem botou bode na sala foi responsabilizado….
Mais um prejuízo colossal na conta do imperador.

Wellington R. Soares

Que novidade a MB gastar mal seu orçamento 😂😂😂

Pedro Mariano

Daqui 2 anos: MB se assusta com os custos do KC.

Wellington R. Soares

Daqui a 2 anos: MB se assusta ao descobrir que seus navios de escoltas não fazem mais diferença no cenário de guerra moderna kkkk….

PCOA

Daqui 2 anos. MB tem 6 A4, 4 KC e NENHUM ESCOLTA!!!

Wellington R. Soares

Serão utilizados para reabastecer os jatos AF1 e olha que eu já achava os AF1 uma perca de grana kkkk..
Fecha essa marinha e passa tudo pra FAB logo, até porque navios de superfície estão acabando.
Transforma a MB em uma guarda costeira, deixa apenas a força de submarinos ativa e foca em navios patrulhas oceânicos.
Agora AF1, Niterói, Type 22 e Inhauna já não dá mais. Melhor parar de gastar esses bilhões com a MB e comprar mais lotes de Gripens, Drones Armados, Defesa antiaérea…..

Flanker

PerDa*

Salomon

Tinha um almirante que, ao apontarem para compra de hovercrafts, falava: “São uma solução ótima para um problema que não sabemos qual é.” O mesmo vale para os Traders. Uma nesga de oportunidade seria a MB ter um simulacro de aviação de patrulha.

Spitfire

Agora vai. ..kkkk trader sem porta aviões, para abastecer A4 modernizados que só lançam bombas burras, para treinamentos de bombardeio sobre navios de superfície em falta….

Last edited 12 dias atrás by Spitfire
Willber Rodrigues

Eu fico imaginando o quanto foi gasto na compra + modernização dos A4 e desses Trader’s…
E isso me lembra de que a FAB é obrigada a cuidar da aviação de patrulha e dos Orions, porque a MB, supostamente, não tem grana pra manter a aviação de patrulha.
Quer dizer…pra gastar grana com meia dúzia de caças da década de 60, que só servem pra jogar bomba burra em navio, pois não há mísseis anti-navio, tem grana. Mas pra operar os Orions, não tem?

Camargoer

Caro Wilber. A FAB foi criada em 1941 assumindo os meios da aviação naval e da aviação do exército. Durante a II Guerra, coube á FAB fazer a patrulha naval em busca dos submarinos alemães (creio que ela usava os Catalina fornecidos pelos EUA). No pós-guerra, a FAB continuou monopolizando os meios aéreo, sendo permitido á MB e ao EB empregarem helicópteros, tanto que a aviação embarcada era operada pela FAB. Somente no governo FHC a MB obteve permissão de operar aeronaves de asa fixa embarcada no A12. Portanto, desde a II Guerra, a patrulha naval foi de responsabilidade da… Read more »

Spitfire

Olá amigo camargoer…em relação a seu comentário, como vc bem disse, a MB teve permissão para operar aeronaves de asa fixa embarcada, as quais não são mais, com o passamento de nosso A12….ou quase nuca foram, mas tudo bem…. enfim, também não entendo essa questão…não faz sentido utilizar caças A4 em terra e não fazer a patrulha naval com os P3, que continua inventariados na FAB… ou a FAB ou a MB deveria fazer as 2 funções.. na minha opinião, a MB deveria acordar de seus sonhos e esperança de operar PA, ter os pés no chão, e prioriza em… Read more »

Camargoer

Olá Spitfire. A Guerra das Malvinas mostrou ser possível operar caças navais a partir de bases continentais. Isso faria sentido se pensarmos na aviação naval da MB como uma força de defesa contra uma força-tarefa inimiga operando no Atlântico. Em outros momentos, escrevi que a patrulha naval deveria ser em camadas, usando imagens de satétices, drones, e só então aviões. Eu temo que não faz sentido a MB operar um NAe. Pode ter feito sentido antes. Agora faz mais sentido operar submarinos modernos como meios de dissuasão.

Spitfire

Olá amigo… Também acho importante caças navais, mesmo que operando de bases…porém desde que operando mísseis antinavio… No cenário atual ter que sobrevoar os meios para lançar bombas burras é suicídio. Ou seja, atualmente nossos A4 só servem para treinamento, infelizmente após que modernizados, pois não integraram nenhum missil anti navio que até hj não consigo entender o motivo…mas enfim…Mas para isso penso ainda desde que a MB tivesse feito a lição de casa, ou seja, meios de superfície em qualidade e quantidade razoáveis para a batalha naval e patrulhas, as quais temos graves deficiências, e como vc bem disse,… Read more »

Esteves

Avião de guerra operando à partir ou em terra fazendo guerra no mar indo e voltando para as bases em terra é atribuição da MB?

Se sim o EB deveria ter navios para levar suas infantarias.

Leandro Costa

Poderia ser sim, não há problema algum nisso.

E o EB tem sim embarcações de desembarque, lanchas de patrulha e outros meios fluviais para suas operações.

Leandro Costa

Spitfire, só para complementar o que o Camargoer falou, é que na década de 1950 a Marinha do Brasil, que prestou atenção no que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial, decidiu que novamente teria uma aviação naval. A MB queria um porta-aviões e seria um porta-aviões de ataque, ou seja multifunção, com caças, aeronaves de ataque, aeronaves de transporte, aeronaves ASW, helicópteros, etc. Só que legalmente ela não poderia operar aviões. Sempre quiseram mudar isso, mas a FAB simplesmente deu uma de senhor feudal e disse que tudo que voa, desde passarinhos até jatos, ou é da FAB ou é… Read more »

Mayuan

Pois é. A MB passou décadas sem poder ter asa fixa e quando passou a poder, provou o que já se sabia, que quem entende de asa fixa é a FAB

Jagdverband#44

Poderíamos ter comprado whisky 12 anos para o coquetel com essa grana.
Santo desperdício!!!

Ronaldo Machado Pereira

KC-2 Turbo Trader??? O que nós vamos fazer com essa mer…cadoria??? Onde vamos enfiar isso??? Pra que serve???

Camargoer

Olá Ronaldo. A MB pode ajudar o EB abastecendo os pelotões de fronteira. Tenho certeza que o KC2 é melhor que os Sherpa.

Ricardo Cuore

Olá, Ronaldo. Acho que a MB podia comprar uns biplanos desses. O que você acha?

AN-2.jpg
carvalho2008

este biplano é excelente,,,e é por isto que ainda voa……

Luiz

É verdade, é robusto e muito requisitado. É pau pra toda obra. Quem tem dificilmente se desfaz de um.

Renato

O falso dilema da manutenção da ala aérea da MB. A ala aérea da MB, que não tem porta-aviões e nem terá um operacional em um horizonte de pelo menos 15 anos, é justificada com dois argumentos: Manter a doutrina; Não poderíamos jogar fora o investimento feito em meios aéreos e treinamento. Começando pelo segundo. Temos que aceitar que esse investimento já foi jogado fora no momento em que foi constatada a impossibilidade de se manter o São Paulo e foi constatada a impossibilidade orçamentária, mesmo no longo prazo, de se obter um outro porta aviões. Em vista, inclusive, das… Read more »

Rinaldo Nery

Muito bom. No passado, os caçadores navais serviam por um tempo no 1°/4° (AT-26 Xavante). Depois, alguns passaram pelos Terceiros (A-29). Inclusive, um faleceu em Campo Grande (desorientou após a decolagem, em condições IMC, e ejetou no dorso). Creio que uma boa solução seria juntar esses meios à uma UAE da FAB, integrando esforços e meios (logísticos, principalmente), e não perder a doutrina.

Renato

Grato pela atenção com o “textão”. Me orgulha o reconhecimento de um forista sempre ponderado e bem informado como o Sr. E mais uma vez o Sr tem razão, a doutrina da Aviação de caça já está na Fab. Óbvio, que as especificidades do ataque Ar-mar teriam q ser passadas, mas longe de ser um desafio insuperável. Já o pouso e decolagem nos porta aviões essas ñ se mantém sem ter um porta aviões. É difícil achar argumentos minimamente consistentes q justifiquem a situação. Nessas horas o ministério da defesa deveria impor o bom senso de volta e passando ele… Read more »

Rinaldo Nery

A perda da doutrina é um valor intangível. E, ao contrário do que muitos aqui pensam, nunca deve ser perdida. O cmt da MB é 01 de turma. Burro não é. Acredito que o assunto Aviação Naval no Almirantado terá novo rumo. E, os três comandantes de Força se dão muito bem. O TB Baptista Jr, certamente, não negará NENHUM tipo de apoio. E, acredito que ele concorde em passar a Patrulha pra MB.

Juarez

Ele concorda e tem pressa nisto. Quem não concorda e a MB.

Renato

Com relação a passar a patrulha para a Marinha não acho que traga uma alocação eficiente dos seus parcos recursos, apesar de concordar que meios dedicados a patrulha e ASW e ASuW sejam úteis e necessários, só que não na Marinha. Para a FAB exercer essas atividades é muito mais barato pelos ganhos de escala que ela tem. A Marinha manter uma estrutura física, de pessoal e treinamento dedicada a poucas aeronaves, certamente é muito mais custoso e ineficiente do que para a FAB, sem falar que a MB teria que absorver uma nova doutrina de operação que muito difere… Read more »

Rinaldo Nery

A FAB possui uma quantidade razoável de meios de Patrulha (P-3M e P-95M). Basta que a MB assuma as UAE, mantendo-as onde estão, nas Alas da FAB. O HU-41 já ocupa instalações da Ala 8 (Bélem). A 2a ELO (onde servi de 1988 a 1990) ocupou, por décadas, instalações na BAeNSPA). A doutrina não é novidade completa para a MB.
A transferência do 1°/7° GAV para a Ala 13 (Santa Cruz) teve, como uma das motivações, o emprego de militares da MB como operadores acústicos nos P-3M, além da proximidade com a FORSUB, em Itaguaí.

Sergio Cintra

Já não está na hora de acabar com as 3 forças distintas e assumir uma Força de DEFESA – uma vez que assim reza na Constituição. Acaba com Almirante, Brigadeiro e afins e cria-se o Estado-maior de Defesa e a “cambada” passaria a ter-se “fulano” com a especialidade de…
Infantaria é única, Especialidade de “escutador” (operador) de sonar ( embaixo d’agua, acima, sobre) , Helis com 1 “candango” qualificado p/ “tal” (especialidade), embora treinado em todos os ambientes.
Tem-se que quebrar paradigmas e também os “feudos” e ter-se sinergias.

Rinaldo Nery

Estado Maior de Defesa já existe há décadas. Por que não adotam essa sua tese nos EUA, na França, Reino Unido, Itália, Rússia, Espanha, Austrália, Alemanha, Japão, China…. ?

carvalho2008

Isto é verdade…poderia ir para a FAB e manter o que tem lá…e quem sabe se um dia a grande sorte da loteria chegar, compor um esquadrão “Tritão” focado a guerra aerea continental e marinha…

Marcelo Baptista

Obrigado Renato, um ótimo post, com informações e argumentos muito bem postos, de forma a nos fazer pensar, sem ofender ninguém. Parabéns.

Satyricon

Renato, concordo “em parte” com vc, pois a MB realmente não possui a perspectiva de operar um NAE, nem a longo prazo. Neste sentido, deveria rever sua doutrina de asas fixas, mudando o foco de ataque ao solo/superfície (com bombas burras) e apoio aéreo, para ASuW (com mísseis como o Penguin, que já opera) e se possível, patrulha e esclarecimento.

Renato

Como comentei a pouco com o Rinaldo, não acredito que seja eficiente a Marinha alocar recursos para uma atividade que a FAB pode fazer de forma mais barata. Especialmente deixando de alocar recursos na esquadra para realizar missões que apenas a MB pode fazer.

camargoer

Olá Renato. Concordo com você também. Eu tenho colocado esse mesmo argumento para criticar a compra dos Sherpa pelo EB. Não faz sentido duplicar meios sendo que há capacidade ociosa na FAB.

Satyricon

Camargoer, pelo seu raciocínio podemos então extinguir a infantaria da FAB, pois já existe no EB.
Otimização dos meios funciona pros dois lados.
Cada força tem de ter os equipamentos que julgar necessários à sua missão. (menos a MB, alguém precisa contê-los, senão faz caca)

camargoer

Olá Satyricon Concordo com você. A MB precisa realinhar seu plano para a aviação naval.

Fers

Muito bom

Johan

Resumo quando vejo uma notícia da MB: medo!! Parece que perderam totalmente o rumo me permitindo até fazer uma analogia com a empresa que trabalho, onde a minha unidade fica dentro de uma unidade muito maior a qual possui um orçamento anual de CAPEX de centenas de milhares de Reais, chegando até na casa dos milhões, mas nunca é suficiente, e os gestores ficam de olho no meu orçamento de CAPEX que são de poucas dezenas de milhares, e reclamando como eu consigo fazer tantas melhorias. E o porquê disso? Simples, enquanto faço planejamento buscando um horizonte de até dois… Read more »

Luiz Trindade

Eu comentei um post dos submarinos classe riachuelo e apagaram por lá… Quero ver se apagam aqui também… Tudo por causa de críticas feito aos responsáveis por esses gastos irresponsáveis… O Almirantado. Essa atualização dessas aeronaves é para alimentar o ego deles que não voaram mas querem ainda assim a Aviação Naval e como já disseram aqui sem Porta Aviões. Ou seja desperdício de dinheiro.

Satyricon

Eu realmente acredito que a MB deveria se poupar de passar essa vergonha de classe mundial pelo recebimento dessas aeronaves após a baixa do A-12. Isso vai sair em todas as mídias pelo globo, e muita gente dará boas risadas (não sem motivos).
Esse é só um exemplo do que se tornou a MB, um descalabro total.
Já que não quiseram cancelar esse contrato, e se houvesse algum bom senso, converteriam essas aeronaves em bombeiros voadores e entregariam à FAB para combater incêndios na Amazônia.
Teriam assim alguma (real) utilidade.
Mas optaram pela vergonha

Guilherme

Falou tudo! É uma vergonha para qualquer contribuinte ou pessoa minimamente estudada em defesa.

Renato

O uso no combate a incêndios florestais seria mais q uma saída honrosa. Seria uma destinação melhor q a original com potencial até de recuperar um pouco nossa imagem ambiental.

Wilson França

Os iranianos, qnd lêem essas notícias sobre a MB, devem rir igual alguns fazem aqui em relação aos equipamentos deles.

Ricardo Cuore

Que merda, hein? Que tal comprar uns biplanos Antonov AN-2 também?

Santiago

Não era para esse projeto que o Brasil mantem uma “equipe” de oficiais nos EUA para supervisionar e acompanhar o andamento do projeto ? Dá última vez que vi uma notícia deles já tinha 2 anos que moravam lá custeados com nosso tostões, mais difícil de entender a compra é entender essa história de supervisores in loco

Vitor

Alguma noticia referente a integração dos Harpoon nos A-4?
Esses KC quando estiverem prontos, a melhor coisa seria vender pra quem tivesse interesse e recuperar alguns dólares pra investir na integração do Harpoon ou manutenção dos A-4 ou para reforçar a força de superfície.

Wellington R. Soares

Vitor não houve e não haverá integração dos Harpoon em nossos caças. É um míssil muito caro para um jato muito antigo.
Seria mais prudente a aquisição de alguns mísseis RBS15 que já são integrados ao Gripen e deixar essa função com a FAB.

Danieljr

Isso não acaba nunca. Sempre tem alguma coisa acorrentada nas pernas pra sugar mais dinheiro. O correto seria, assim que possível, fazer um pacote com esses KC2 e todos os AF1 e equipamentos relacionados e vender em um bloco só, dane-se o preço. Dissolve os esquadrões e pára com essa palhaçada que está virando (virou já) a administração da MB. Manda os mecânicos para outros esquadrões, se os aviadores não puderem mais voar helicópteros, dá um jeito, sempre cabe mais gente nos escritórios das FFAA mesmo. Simplesmente para de gastar dinheiro. A MB está com o mesmo problema que tem… Read more »

Claudio Silva

Deveriam usar na Amazônia.

Marcos Cooper

Que noticia triste…. “Parabéns aos envolvidos.”

Defensor da liberdade

Vão usar isso aonde? De ponta à ponta do nosso Brasil falta competência e sobram devaneios, no nosso caro e infeliz serviço público.

Luiz

Podiam se espelhar na esquadrilha da fumaça, mas com um diferencial, fariam parte de um museu itinerante.

Defensor da liberdade

Poderiam colocar na FAB como avião tanque, para apagar incêndios.

Camargoer

Olá DF. Para lançar paraquedistas podem usar o KC390 e o C105.. para servir de abastecedor, podem usar o KC390… para transporte de cargas podem usar o KC390, o C105, o C98, o C99, o C95…. o KC2 só serviria para pousar e decolar de um porta-aviões.

EParro

Camargoer, os KC2 estão totalmente aptos para decolagem e pouso em porta-aviões, mas parece-me que os KC2 podem sim decolar e pousar em aeroportos comuns.

Leandro Costa

Claro que pode utilizar pistas comuns, mas a questão é que se só se vai utilizar pistas comuns, os outros, que nós já temos, que já estão enquadrados dentro de uma cadeia de suprimentos estabelecida, também podem.

camargoer

Olá Leandro. Obrigado pelo complemento. Era isso que eu queria dizer e não consegui. A FAB tem aeronaves operacionais para as várias missões usando pistas convencionais. O KC2 foi adquirido para operar em NAe. Entendo que o programa pode ter passado o ponto de não-retorno e talvez seja melhor completar o programa e colocar os aviões em operação.

camargoer

Olá EParro. Obrigado por chamar a minha atenção. Concordo com você que o KC2 pode operar em pistas comuns. Eu me expressei mal. Queria dizer que a FAB tem uma frota nova para as missões de transporte, paraquedistas e reabastecimento. Não seria necessário comprar o KC2 para cumprir estas missões que já são realizadas pela FAB. Sua utilidade era para operar em um NAe. Para operar em pistas comuns existem aviões mais baratos e eficientes. Creio até que o KC390 é mais eficiente para apagar incêndios.

Raul Seixas

Na realidade quem será o maior usuário dessas aeronaves será o CoNavOpEsp via Batalhão Tonelero, para a infiltração de Comandos Anfíbios!

Almeida

Ainda isso? Que palhaçada! Que fakta de rumo e de respeito pelo dinheiro público! Modernizar aeronaves completamente obsoletas só por poderem operar embarcadas para operar de terra! A MB é a pior das forças, mas MUITO pior!

Aislan

Forças Armadas brasileiras são:
Um grupo de escoteiros
Um aeroclube
Um iate clube

sub urbano

Nego pega tetano só de olhar.

sj1

Agora estamos prontos… para o teatro do Atlântico Sul na segunda guerra !

Alejandro Pérez

Ou seja…um avião NOVO, zerinho.

Russo

Que mentalidade neocolonial entranhada em nossa sociedade! Esse país só pode fazer guerrilha – a expressão máxima do seu sistema produtivo é a agropecuária – logo, não consegue fazer guerra no modelo de larga escala da Revolução Industrial e muito menos a guerra moderna com base na Revolução técnico científica! O Brasil perde indústria de segunda revolução industrial dia a dia – não tá produzindo nem banco de bicicleta – e ficou pra trás na microeletrônica! Os trabalhos sobre ligas metálicas especiais ocupam estantes e mais estantes em Universidades públicas e o Estado não tira do papel – a falácia… Read more »

Luiz