segunda-feira, junho 21, 2021

Saab Naval

VÍDEO: Novo submarino espanhol ‘Isaac Peral’
S-81 chega finalmente à água em Cartagena

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Embora a cerimônia oficial de lançamento do novo submarino Isaac Peral S-81 da Marinha Espanhola tenha ocorrido em 22 de abril, só na sexta-feira (7 de maio) ele finalmente atingiu a água pela primeira vez no estaleiro Navantia em Cartagena. A etapa agora é a realização de testes no cais, incluindo o carregamento de óleo diesel, o carregamento das baterias e um teste de propulsão no cais.

O primeiro dos novos submarinos da classe S-80 foi colocado em um dique flutuante no dia 5 de maio e lançado na água na sexta-feira por um processo de inundação de seus tanques de lastro enquanto a Navantia e o pessoal da tripulação realizavam várias verificações de segurança dentro do navio. O Isaac Peral foi então removido do interior do dique e transferido para o cais de montagem.

Os testes de mar do Isaac Peral estão previstos para começar no primeiro trimestre de 2022 e, então, levará mais um ano até que seja finalmente entregue à Marinha Espanhola.

Após um redesenho durante a construção, a classe S-80 mede 80,8 metros de comprimento e 7,3 metros de diâmetro e tem um deslocamento submerso de cerca de 3.000 toneladas. Entre as características estão um sistema de combate integrado e sistema de controle de plataforma desenvolvido pela Navantia Sistemas, além do BEST-AIP, sistema de propulsão independente da atmosfera, que fornece energia elétrica ao navio em qualquer profundidade para que ele possa permanecer submerso por mais tempo.

A renovação da frota de submarinos da Marinha Espanhola com quatro S-80 demorou cerca de 20 anos e exigiu um investimento de quase 4 bilhões de euros. Os outros três da nova frota serão entregues à Marinha Espanhola progressivamente até fevereiro de 2028, de acordo com as últimas projeções.

FONTE: Murcia Today

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Alex Barreto Cypriano

Sorte pro Isaac Peral em sua vida operativa. Ô MB, vamos aplicar um silicone nos Scorpene pra ficar com esse visual BDSM bunitim dos S-80?

John Paul Jones

Oh dos patins, concordo com vc !!!, kkkkk

Esteves

Alguém precisa explicar essa tinta.

Camargoer

Olá Esteves. Gel de cabelo bozzano.

Esteves

Mestre das Químicas revelando a idade.

Camargoer

Olá Esteves. Eu usei meu navegador “Netscape”.

kemen

Alguns foristas longinquos andaram escrevendo que é uma tinta amagnética, vá la saber. Eu acho que é só visual.

Spitfire

o nosso desbotou kkkkk

TeoB

tbm acho que merecia uma baba de camelo pra dar brilho hehe
Ao ler me lembrei dos soviéticos que usavam sensores para captar o rastro químico dos submarinos americanos durante a guerra fira, a ideia era assim, através dos rastro de resíduos químicos deixados pelos subs americanos, os sub soviéticos tentavam detectar de maneira passiva as ´´pegadas´´ e saber por onde o submarino passou para rastreá-lo.
não sei se essa técnica tem eficiência no cenário atual mas eles tiveram avanços na época.

Jadson Cabral

BDSM foi de lascar kkkkkkkkkkk

Moriah

Realmente demorou demais…

Peter nine nine

Ao fundo, uma corveta de desenho adaptado de projecto português. ^-^ naquele ângulo da pra ver bem as semelhanças com as João Coutinho e Baptista de Andrade.

kemen

Amigo, na realidade tinham função de pequenas fragatas chamada classe Descubierta. Na sua época tinham até misseis, atualmente depois de em parte desarmadas, se usam como navios de patrulha, esse projeto do engenheiro Rogério dOliveira originou a classe Baptista de Andrade, Descubierta, Espora (Meko 140), e a DEstienne d`Orves. As Marinhas de Portugal, Espanha, Egito, Marrocos, Argentina, França e Turquia aproveitaram esse projeto muito bom nas suas marinhas.

Last edited 1 mês atrás by kemen
John Paul Jones

A pintura do Scorpene Espanhol dá de 10 x 0 na da Naval Group no SBR !!! kkkk

O pintura “Gorgota” do nosso Riachuelo rs rs rs rs

kemen

Se pintura fosse problema…

Palpiteiro

Depois de 133 anos um novo Issac Peral. Este estaleiro/cidade tem história na industrial naval.
https://es.wikipedia.org/wiki/Submarino_Peral

images.jpg
Esteves

“A renovação da frota de submarinos da Marinha Espanhola com quatro S-80 demorou cerca de 20 anos e exigiu um investimento de quase 4 bilhões de euros. Os outros três da nova frota serão entregues à Marinha Espanhola progressivamente até fevereiro de 2028, de acordo com as últimas projeções.” Pera aí, pera aí, pera aí. Estamos gastando em torno de 12 bilhões de euros. Ok, tem base. Ok, tem estatal. Ok, tem contrato. Ao que contaram aqui no PN o Labgene não está no contrato dos Scorpenes. Também o nuclear não. 12 bilhões de euros por 4 submarinos. 1 entrou… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Esteves
Thiago A.

Mestre Esteves, de onde você tirou esse valor de 12 bilhões de euro? Está considerando o ciclo de vida dos submarinos+ a inflação + a cotação do euro ? O que aconteceu com as estimativas de 37/ 40 bilhões de reais do prosub ?

Esteves

Thiago,

Esteves viajou. Escorregou nas ondas.

kemen

Tem a base de submarinos incluida, ou não ?

Esteves

Sei lá viu. Cada hora é uma história. Deviam publicar isso para afogar as dúvidas.

Gabriel BR

Top D+ !
A Espanha é agora membro do seleto grupo de países que projetam e constroem seus próprios submarinos.

marcos r

tiveram que pedir ajuda aos universitarios…o submarino teve um erro de calculo e precisou ser refeito com assessoria da General Dinamics Eletric boat para que quando submergisse nao ficasse de vez no fundo!

Spitfire

Alguém tem noticias de nosso Riachuelo??? Não se fala mais nada!!! Vistoria e limpeza concluida, ok… mas e ai???

Camargoer

Olá Spit. Tenho a mesma curiosidade. O cronograma previa a entrada em operação em meados de 2021 mas não encontrei em qual mês exatamente. Eu fiquei muito preocupado com danos internos nos equipamentos. Aliás, um projeto destes prevê de alguma forma esse tipo de acidente, de tal modo que a instrumentação e as baterias fiquem selados?

Mk48

Olá camargo.
.
Falando do S-80, curiosidade mesmo eu tenho é sobre do que se trata aquelas duas “janelas” quadradas que estão logo atrás do sonar de proa.
.
São simétricas e paralelas. Que sensor deve ser esse ??🤔🤔🤔🤔

Last edited 1 mês atrás by Mk48
Camargoer

Olá Mk48. Eu já havia notado isso e comentado em outro post sobre o S80. A gente teria que encontrar alguma literatura muito especializada sobre o S80 para descobrir. Também estou curioso.

Camargoer

Olá Mk48. Encontrei uma figura com detalhes do submarino S80. Segundo ela, aquelas janelas são para descarga dos torpedos.

S-80-Plus.jpg
Mk48

Olá Camargo.
.
Ótimo !
.
Mistério resolvido !
.
Vlw!

Esteves

Piorou.

Como assim sistema de descarga dos torpedos?

Camargoer

Olá Esteves. Vou especular. Pode ser tubos de exaustão para equalizar a pressão nos tubos de torpedo, até porque estão previstos disparos de Tomahawk.que demandariam instalações especiais.

Mk48

Olá Camargo. . Não creio nessa teoria de “tubos de exaustão”. . Assim como o Kemen falou, os mísseis lançados atraves de tubos de torpedos são envoltos numa especie de container, e só após o seu lançamento se “livram” desse container ( ou seja, são lançados como se fossem torpedos) e começam de fato sua trajetória de vôo. . Os torpedos em si tambem nao precisam desse dispositivo de descarga de torpedos. . Isso é um dispositivo novo. Das duas uma : Ou erraram a descricao no gráfico ou é um sistema/sensor novo. . Com relação ao sistema AIP, dois… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Mk48
Camargoer

Olá Mk48. Também notei que as células á combustivel do S80 usarão etanol. Apenas por curiosidade, bioetanol é etanol… nos EUA fazem a partir do milho, no Brasil a partir da cana-de-açúcar. Como são obtidos pela fermentação de um carbohidrato, fica chic chamar de bioetanol, mas também dá para fazer etanol a partir do gás natural. Isso facilita bastante o abastecimento do combustível. O problema continua sendo o oxigênio líquido que precisa ser refrigerado a -183C. Isso demanda muita energia. Se a refrigeração falhar, o submarino explode.

Mk48

Olá Camargo.
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Obrigado pela aula de química !
.
Voltando ao assunto das misteriosas janelas, pesquisei um pouco mais as poucas informações disponíveis sobre o S-80 e tenho uma especulação :
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O sistema de sonar desse sub é composto por 6 sensores : 1 sonar esférico de proa ; 2 flank arrays passivas ; 1 Towed Array e….. ai entra a minha especulação : aquelas 2 “janelas” ou sensores.
.
Resumindo : Minha especulação é que elas fazem parte do sistema de sonar do S-80.

Camargoer

Olá Mk48. Quando notei pela primeira vez essas estruturas quadradas e simétricas há umas duas ou três semanas, eu também achei que eram sensores. No vídeo, por outro lado, se parecem mais com grades para circulação de água. Procurei imagens de outros submarinos e não encontrei nada parecido. Festa estranha de gente esquisita.

Kemen

Camargo, geralmente nos submarinos a entrada/saida do lastro (agua do mar) esta na parte traseira, mas poderiam ser as conexões para entrada/saida do lastro, pois nos S-80 ocorreram alterações no projeto, lembra ?. Grato pelo desenho valeu, mas vi que não é oficial, poderia conter enganos.

Mk48

Kemen ,
.
Uma pequena correção : os suspiros dos lastros são na proa e na popa.
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Não se esqueça dos lastros de trimagem, existentes na proa e popa, com a função de fazer o “ajuste fino” no equilibrio e manutenção da profundidade operacional desejada no momento.
.
Abs

Last edited 1 mês atrás by Mk48
Kemen

Alcool Etilico. (Etanol e Bioetanol)

Etanol – obtido pela hidratação do etileno.
Bioetanol – obtido pelo processamento de materiais vegetais. (é o nosso também).

Composição: CH3+CH2OH (tem hidrogenio e oxigenio)

Nesse AIP, as células de combustivel recebem hidrogenio e oxigenio processados do bioetanol, não tem armazenagem de nenhum dos dois gases no submarino, só do bioetanol.

Camargoer

Caro Kemen. A molécula de etanol (CH3CH2OH) é a mesma, qualquer que seja a sua origem. No livro do Drauzio Varela “Estação Carandiru” ele explica como é feita a MariaLouca (pinga de cadeia) por meio da fermentação do arroz e restos de frutas. O etanol vendido nos postos de gasolina é obtido pela fermentação da sacarose da cana-de-açúcar por microorganismos. Existe o conceito de biorefinaria no qual sao usados diferentes microorganismos para produzir diferentes moléculas. O ácido cítrico usado em alimentos e medicamentos é produzido por microorganismos. De modo geral, é possível produzir etanol a partir do carvão que pode… Read more »

kemen

Tem algo estranho, torpedo se carrega no submarino. Descarga de torpedos ? Quando disparados eles saem pelos tubos frontais nos submarinos em geral, isso seria uma inovação ? Qual a vantagem ?

Last edited 1 mês atrás by kemen
Camargoer

Olá Kemen. Vou especular. Pode ser que estas saídas de exaustão sejam necessárias para disparar os tomahawk. Teríamos que ver os submarinos dos EUA e da Inglaterra se também possuem este dispositivo.

Esteves

Não vi em outros projetos. Não que não existam.

Camargoer

Olá Esteves. Bruxas também existem. Estas saidas são tão exóticas que outros colegas comentaram sobre elas em outro post sobre o S80, sugerindo que fossem escotilhas ou propulsores laterais para facilitar a manobra dos submarinos. Eu até imaginei que poderiam ser sensores. A única referência que encontrei sobre essas saídas foi nessa imagem do S80. Espero que algum colega com mais conhecimento sobre submarinos possa comentar.

Kemen

Também não vi. Fiquei com dúvida, quem sabe depois venhamos a ter plena certeza para que servem.

Mk48

Kemen,
.
Fiz um comentário acima onde te menciono.
.
Abs

Kemen

Obrigado amigo, sinal que vc lê e interpreta as mensagens ao pé da letra.
Obrigado, sinal que vc lê e interpreta as mensagens ao pé da letra. Gosto muito de submarinos.

Abs

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Willber Rodrigues

Cronogramas no Brasil tem uma única finalidade:

Serem descumpridos.

Camargoer

Olá WIlber. Segundo o Galante, a MB não apresenta mais cronogramas.

Willber Rodrigues

A MB não apresenta mais cronogramas, pelo mesmo motivo que o Min. da Saúde não divulga mais o cronograma de vacinação.

Como eu disse, cronograma no Brasil só serve pra ser descumprido.

Spitfire

Olá amigo camargoer…. então rapaz….naquela matéria sobre o “alto custo operacional dos nossos classe Riachuelo”, lembro de ler que havia a possibilidade de estar operacional somente no primeiro trimestre de 2022, atraso esse em função da pandemia….como assim se até o momento mesmo sob a pandemia não havia ocorrido atrasos nos testes do S40 e até mesmo na construção dos demais subs??? fiquei com uma pulga atrás da orelha depois disso… além tb da notícia após o incidente de que o impacto no cronograma de entrega só seria verificado após análise dos danos….ele já estava prestes a finalizar os testes…… Read more »

Marcelo

na expectativa se conseguira emergir, depois da primeira imersao.

kemen

O que mais me dói é que antes construimos os IKL aqui no Brasil, agora os Scòrpene, afinal adquirindo essa tecnologia, poderiamos ter nosso próprio projeto ao gosto da Marinha. E porque não temos?.

Esteves

Os IKL também não são nossos. Haveriam negociações e contratos (palavra maldita) com os alemães para atualizar, construir e mexer nessas coisas.

Disseram que mudamos para os Scorpenes porque os franceses apoiariam nosso subnuc vendendo o casco, coisa que os alemães não fariam de jeito nenhum.

Ante a experiência de Angra que nos deixaram na mão juntamente com a Westinghouse (até hoje não se explica quem fez ou não fez sexo com quem) e a fraterna amizade com os franceses (Oui, oui, Gesse, disse a ex) fez-se a luz.

Não temos projeto nativo de submarino.

Control

Jovem Esteves
Segundo velhos informes (lá dos anos 80) os IKL seriam usados para adquirirmos o conhecimento para desenvolvermos, posteriormente, um projeto local e, numa segunda etapa, o sonhado subnuc, Parece que a MB não confia na engenharia nacional e nem mesmo nos seus especialista, vide o caso das corvetas, onde se gastou tempo e dinheiro para, teoricamente, projetar uma corveta a partir da experiência obtida com a Barroso, depois, se gastou mais algum com o contrato para se revisar/aprimorar tal projeto e finalmente se abandonou tudo para se contratar os alemães.
Sds

Esteves

Esteves Menino lembra disso. A velha desculpa de desconfiarmos de nós mesmos. Não encomendamos o reator ao IPEN porque os diabos comunistas iriam levar o reator aos cubanos, aos argentinos, aos chineses. Os governadores poderiam usar o reator como vacina e fazer proselitismo. A influência dos alemães. Parte do país europeu come na baguete. Parte bota salsicha na baguete. A mesma história de porque escolheu o alemão. Almirante Karan disse. Se Almirante Karan disse não precisava do esforço da licitação. Bastava fazer do jeito que fizeram…afinal, depois joga no mato. É igual almoço na sogra. Esteves foi, a desgraça botou… Read more »

Helio Mello

Nem toda tecnologia é transferida. No caso dos IKLs, nós não temos a tecnologia para conformar a proa, todas foram feitas pela IKL. No Riachuelo, um dos ponto que não viria seria a união do casco com os tubos de torpedo, pois quando o tubo está alagado essa estrutura está sobre uma carga imensa. Mas aparentemente alguém resolveu localmente isso e não precisamos importar essa tecnologia. Até a maquete 3D estava sendo um problema pro ICN, pois eles só recebiam os desenhos de fabricação dos franceses. Além disso a própria maquete 3D dos scorpenes está numa tecnologia que nem é… Read more »

Esteves

Pois ora pois. Recebemos menos do que deveríamos ter recebido. Falha no contrato. Quantas páginas tem o maldito contrato e quem é o gestor do contrato? Esses problemas de execução são superados com a capacitação. Esforço próprio. Quem não sabe fazer precisa começar a fazer coisas menores. Depois cresce conforme as oportunidades vão surgindo. Sem parar, evidentemente. A esperança do Esteves e essa esperança não é a mesma esperança de quem senta no ponto esperando o ônibus é que um dia a gente não faça mais essas transferências de dinheiro pra lá e coisas que não sabemos fazer pra cá.… Read more »

Kemen

Seguindo a história dos S 80 e de outros projetos, poderiamos contratar as empresas especializadas para dar suporte nas partes que menos tivessemos dominio tecnológico, todos fazem isso, assim fizeram os suecos no passado, os alemães, e franceses ocasionalmente, coreanos (que agora querem um projeto nacional). Assim se adquire a completa tecnologia e sempre que surgir algo tecnologicamente novo, para um novo projeto, se fazem acôrdos comerciais ou se compra suporte tecnologico para o seu projeto. Agora por exemplo, com as baterias de Li-ion para submarinos, tem muita empresa fazendo acôrdos com quem tem o dominio tecnológico, pois serão as… Read more »

MMerlin

Esteves, acho difícil os alemães não nos apoiarem na construção do casco do SNBR.
Eles nos apoiaram, com a SIEMENS, no desenvolvimento do projeto e construção o Angra 3.
Acredito mais que a influência Luiz Inácio x Nicolas Sarkozy tenha falado mais alto.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Esteves

Na época foi o que foi noticiado. Os alemães não transfeririam a construção de um casco para o submarino nuclear. Angra Está ainda envolta em mistérios. Dizem uns que não cumprimos, dizem outros que os alemães pressionados pelos americanos desinteressaram-se, apontaram alguns que a Westinghouse atrasou propositadamente. Leio que a comunidade científica da época sentiu-se desprestigiada por não terem recebido participação no projeto. Naqueles anos a amizade luterana imperava na corte. Certeza tenho que somos mais inimigos de nós mesmos que amigos dos amigos dos inimigos. Nosso atraso se dá muito por vendetas. Quanto ao PROSUB penso que o camarada… Read more »

Esteves

Só um instantinho. Esteves levou block novamente.

Mk48

Kemen,
.
Ninguém vende 100% de sua tecnologia. Nos falta aqui no Brasil uma “Embraer dos mares”. Quem está por trás do projeto do S80 é a Navantia, a “Embraer dos mares” deles. Ainda assim tiveram muita assistência externa no projeto. Por exemplo, todos os sistemas de combate, sonares, etc foram feitos com a Lockheed Martin. Então não é tão simples….
.
Abs

Last edited 1 mês atrás by Mk48
Mk48

Queria deixar aqui para os colegas foristas que gostam de submarinos, o link de um site muito bom , especializado em submarinos russos/soviéticos. O site abre em russo, mas no topo da página há opção para tradução em várias linguas, inclusive o português.
.
http://deepstorm.ru/

Mk48

Sinceramente gostaria de saber quem é o corno que negativa um comentário como esse que fiz

Esteves

Quem falou sonar acertou.

Esteves

Sonar.

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Mk48

Fiz um post mais acima especulando que poderia ser parte do sistema do sonar.
.
Obrigado.

Alex Barreto Cypriano

As aberturas quadradas e gradeadas laterais baixas atrás do sonar? São a admissão de água pro pressurizador do tanque impulsor que fornece, através de válvula no tubo lançador, a água sob pressão que vai descarregar/lançar/impelir torpedos/misseis/minas. Há uma patente pra Babcock dessa ‘invenção’:
https://patents.google.com/patent/US20050051076A1/en
Eu queria ver o WHLS da Babcock funcionando no Isaac Peral já que, dizem, é muito automatizado e modular.
Na foto abaixo, dá pra ver onde o sonar de proa vai e as tais aberturas de admissão, que o Sutton chamou de torpedo discharge system.

208365_1F.jpg
Alex Barreto Cypriano

Aliás, o sistema de lançamento dos S-80+, que é da Babcock, se parece com o dos Los Angeles (SSN 688 class) da USN. O Jyve Turkey no YT explicou desenhando o sistema dos LA e se vê que ele usa um pistão (ativado pneumaticamente) pra comprimir a água no WRT (water ‘round torpedo) tank que vai ejetar o torpedo de dentro do tubo lançador. No sistema da Babcock o pistão é substituído por um tipo de bomba. Será que os nossos Scorpene têm o mesmo sistema de descarga que o Scorpene S-80+?

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Mk48

Pelo que vi nas fotos da proa do Riachuelo , tiradas antes do seu lançamento , não.

Mk48

Eita!.
.
Errei feio então.
.
Bom, acho que agora o assunto está finalmente esclarecido.
.
Eu não tinha conhecimento sobre esse sistema. Muito interessante.
.
Obrigado pelo esclarecimento.

Camargoer

Ola Alex. Agora sim. Obrigado.

Esteves

Type 212A. O mesmo sistema de sonar.

E27BB9ED-4E16-4DB8-9A18-917819DC8A96.jpeg
Thiago A.

interessante os minisub ou SDVs das forças especiais . Uma tradição bem sucedida da marinha italiana , desde os famosos SLC Maiale da segunda guerra mundial.

Mk48

Interessante notar também que o perfil da vela desta classe segue o perfil desenvolvido e inaugurado pela classe Seawolf americana. Na verdade essa solução hidrodinâmica foi adotada em todos os projetos pós o Seawolf.

Cleber

So tenho uma coisa a dizer : Inveja . Armado ainda com Tomawak e a pintura nao desbotou nao .

Thiago A.

Não, não terão os tomahawks nem tão cedo, por enquanto descartaram essa possibilidade assim como o AIP será instalado só em um segundo momento
.
…o Riachuelo teoricamente também pode lançar mísseis de cruzeiro através dos tubos de torpedos, a questão é se MB irá compra-los

Cleber

A MB nao comprara Tomawaks nem em sonho amigo . Acho q nem os EUA nos liberariam , nem o Subnuclear quando estiver pronto la por 2030 , lançara misseis de cruzeiro . Tera capacidade , mas nao tera estes misseis disponiveis .

Mk48

Olá Cleber.
.
Acho que o que o Thiago quis dizer é que os Riachuelo são capazes de lançar mísseis anti navio, como o Exocet SM39.
.
Não irão lançar nenhum míssil de cruzeiro.
.
Abs

Thiago A.

Oi MK, o míssil de cruzeiro MdCN possui um versão que pode ser disparada a partir de tubos de torpedo de 533 mm . O Tomahawk também possui um variante lançada por CLS e è justamente o UGM-109 que os espanhóis desejavam empregar.

Mk48

Ola Thiago, bom dia.
.
Obrigado pelas informações com relação aos mísseis de de cruzeiro.
.
Quando me referi ao que o Riachuelo não pode lança-los é porque o sub precisa estar equipado com um sistema de combate e equipamentos correlatos que suportem o lançamento desse tipo de arma.
.
Atualmente o único SSK produzido no Ocidente que poderia lançar esses mísseis de cruzeiro seria o S-80, mas como sabemos, vão deixar essa capacidade para um segundo momento.
.
Abs

Last edited 1 mês atrás by Mk48
Thiago A.

Bom dia meu nobre, eu tinha lido em uma matéria tempo atrás que os scorpenes teriam eventualmente essa capacidade , então a informação não procede e valia apenas para o Barracuda. Agradeço o esclarecimento. Mais uma curiosidade: se pode-se lançar um Exocet, cujo sistema de lançamento é similar, porque não mísseis de cruzeiro? No caso dos Exocet, os mesmos são involucrados em cápsulas, impulsionadas para a água por meio de ar comprimido. Quando o conjunto atinge a superfície esse invólucro é descartado e o motor do missil entra em ação. Não é o mesmo sistema para mísseis de cruzeiro? Qual… Read more »

Mk48

Prezado Thiago, . Não é o mesmo sistema do míssil de cruzeiro. O Tomahawk possui um sistema bem mais complexo e tomo a liberdade de transcrever a descrição e especificações que achei na internet : . The Tomahawk Weapon System consists of the missile, Theater Mission Planning Center (TMPC)/Afloat Planning System, and either the Tomahawk Weapon Control System (on surface ships) or Combat Control System (for submarines). Several versions of control systems have been used, including: v2 TWCS – Tomahawk Weapon Control System (1983), also known as “green screens,” was based on an old tank computing system. v3 ATWCS –… Read more »

Mk48

.

Last edited 1 mês atrás by Mk48
Dalton

Parece ser o caso também “48” dos submarinos israelenses, versões modificadas e aumentadas de tipos bem conhecidos como o “212” que são capazes de lançar mísseis de cruzeiro provavelmente com ogivas
nucleares, embora, nunca confirmado nem negado por Israel, sendo que esses mísseis são lançados de tubos de torpedos de 650 mm.
.

Mk48

Bem lembrado Dalton.
.
Em se tratando de Israel, nunca temos certeza de nada.
.
No entanto, como são versões modificadas do 212 para eles, pode haver essa possibilidade sim.

Mk48

Vários blogs de defesa argentinos estão dando como certa a venda do Tupi para eles.
.
Alguém sabe alguma coisa sobre isso ?

Camargoer

Olá Mk48. Espero que eles estejam certo. Quando ocorreu o acidente com o SanJuan defendi aqui no PN a venda de um ou dois Tupis para os argentinos (obviamente, fui criticado).

Mk48

Oi Camargo, boa tarde.
.
Sinceramente não tenho opinião formada com relação a venda de material de defesa do Brasil para a Argentina, especialmente submarinos, por suas características inerentes.
.
Penso sempre que numa situação inversa, eles fariam o mesmo por nós? 🤔.
.
No mais, resta a questão do embargo britânico/EUA (por tabela) a eles .
.
Será que valeria a oena vender o Tupi e nos indispormos com o UK e os EUA ? Vale a pena isso ?
.
Para finalizar : Não creio que o nosso PR aprovaria essa venda.
.
Abs

Last edited 1 mês atrás by Mk48
Camargoer

Caro Mk48. Considerando as relações Brasil-Argentina, seria ótimo a venda dos dois submarinos para a Argentina. Ao Brasil interessa que a Argentina seja capaz de manter uma capacidade de patrulha submarina. Presidentes passam, governos passam. A Argentina continuará sendo um país vizinho. Sobre os submarinos, há pouco interesse em mantê-los na reserva. Use-os, venda-os ou desmantele-os. Para a MB tanto faz vende-los para a Indonésia, Peru ou Argentina. Eu só duvido que qualquer país tenha hoje interesse ou condição de comprar submarinos usados. Se os argentinos os querem, ótimo. O atual governo tem uma visão equivocada sobre o Mercosul que… Read more »

Fabio Araujo
Last edited 1 mês atrás by Fabio Araujo
Marcelo

e navios espanhois nao reagem muito bem a colisoes…

jovem ainda

passaram pretinho casco

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