sábado, maio 28, 2022

Saab Naval

Esquadra pratica tiro real contra o casco do ex-NDD Ceará

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Durante a primeira semana de junho, navios e aeronaves da Esquadra realizaram o lançamento de armas sobre um alvo de superfície, na área marítima oceânica entre o Rio de Janeiro e Cabo Frio (RJ), com o propósito de manter elevado o grau de proficiência das suas tripulações e sistemas de combate.

Desta vez, o alvo foi o casco do ex-Navio de Desembarque Doca “Ceará”, considerado de grande porte, que foi rebocado pelo Navio de Apoio Oceânico “Purus” (G152) desde a Base Naval do Rio de Janeiro até a área do exercício, localizada a uma distância segura da costa.

Participaram da operação o Navio de Socorro Submarino “Guillobel” (K120), o Submarino “Tupi” (S30), o Navio Doca Multipropósito “Bahia” (G40) e as Fragatas “Independência” (F44) e “Liberal” (F43). A missão contou, também, com a participação dos helicópteros “Lince” (AH-11B), “Águia” (UH-12) e “Guerreiro” (SH-16) e dos aviões “Falcão” (AF-1B/C).

Os meios da Esquadra empregaram diferentes tipos de armamento, incluindo torpedos, mísseis superfície-superfície, bombas e metralhadoras de aeronaves e canhões das fragatas, culminando com o afundamento do alvo, em decorrência dos impactos provocados pelo armamento.

A Operação se reveste de elevada importância para a Marinha, pois permite verificar concretamente a eficácia dos sistemas de armas de nossos navios e aeronaves, responsáveis por assegurar a soberania do Brasil no mar.

FONTE: Marinha do Brasil

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Camargoer

Ola a todos. Ficamos sabendo que a MB tem, pelo menos, duas Niteróis e um Tupi operacionais. Com isso, vamos conseguindo montar o cenário para os próximos anos. Vamos aguardar os vídeos.

Dilbert_SC

Pra quem tem que defender quase 7500km de costa marítima, essa quantidade de meios pode ser considerada insignificante.

São os erros do passado (A-12, VF-1, KC-2, etc, etc, etc…) cobrando o seu preço.

camargoer

Olá Dilbert. Eu creio que a MB cometeu vários erros ao longo dos últimos 20 anos, mas também muitos acertos (poucas pessoas ou instituições têm o dom de errar sempre, mas alguns se esforçam muito nesse sentido). O melhor que se pode fazer com os erros é aprender alguma coisa. Não creio que a MB tenha que ser do tamanho do litoral. É preciso separa as funções de patrulha (ostensiva) das funções de combate (concentradas). A MB precisa de uma frota moderna, móvel e efetiva, que possa ser movimentada através do Atlântico sul com rapidez e letalidade para servir de… Read more »

TeoB

Vamos lá, 10~20 navios… isso é o que já temos para nosso tamanho acho insuficiente, veja só temos hoje 1 Navio Aeródromo Multipropósito: A140, 3 navios de assalto e desembarque: G28 G25 e G40, entorno de 6 Fragatas, 2 corvetas e 5 Submarinos, digamos que estejam todos em operação coisa que sabemos que não estão pois alguns estão encostados. 1+3+6+2+5= 17 nessa sua conta a MB está do tamanho bom razoável? a não ser que esteja se referindo exclusivamente em escoltas, pq se não, dá nem pro sal… Não coliquei na conta navios de apoio (que em qualquer senário de… Read more »

Piassarollo

Teo… realmente nas condições que estamos hoje, não tem como ter uma força dessa proporção. O que o colega Camargoer quis dizer é possuir uma pequena esquadra, com meios modernos e capazes de se deslocarem para qualquer ponto em caso de necessidade. Outro ponto é possuir uma força de patrulha mais robusta, para mostrar bandeira, esta sim necessita de muitos meios, para poder abranger nosso imenso litoral. Não há necessidade de ter muitos navios de combate. É necessário sim que estes meios sejam efetivos e que possam responder qualquer intenção de agressão com total credibilidade, mesmo que sejam poucas unidades.

camargoer

Ola TeoB. Nossos números são bem parecidos. Considerando apenas os navios de combate, chegamos praticamente á mesma configuração de uma frota de combate. Creio que 7~9 submarinos convencionais é um excelente número. Com o ingresso dos SBN a partir da próxima década, a MB poderá chegar em 30 anos a uma frota de apenas submarinos nucleares, talvez entre 4~6 SBN.

JJ Araujo

Ter Marinha é caro e a sociedade brasileira não está disposta a gastar com Defesa,o pior é que no dia que precisarmos os mesmos que são contra gastar com Defesa vão reclamar com muito empenho como se eles não tivessem culpa

Renan

A sociedade brasileira está disposta sim a gastar com defesa e destina o 3° orçamento da união para isto. Mas os militares gastam errado e mal este valor, pois acham que seu continente ira a nado enfrentar os inimigos do Brasil, pois não destina um valor razoável para aquisição ( 30%) muito menos um valor razoável para o custeio e modernização (20%) Ao contrário destina 92% para despesas obrigatória ( pensão, penduricalhos, soldos, escola, hospital, lanchinho, financiamento de imóvel, graduação fora do país etc) Não sobra nada para o que realmente interessa os meios. O Brasil investindo 25 bilhões de… Read more »

ERNANI BORGES

Respeito todas as opiniões contrárias à minha mas, ouço sempre opiniões que fazem menção a soldos e pensões. Afinal, quem estaria disposto a abrir mão de uma remuneração – que nem é lá essa coisa toda – atrativa e ao direito aos proventos na inatividade, por amor à pátria ? Na iniciativa privada não há também, embora não igual ? Aliás, as forças armadas perdem todos os anos mão de obra especializada, que custa muito à Nação formar, exatamente por concorrência desleal dos salários bem mais atrativos das empresas privadas, em especial do exterior. Há muitos casos que precisam ser… Read more »

Last edited 11 meses atrás by ERNANI BORGES
Dilbert_SC

Caro Ernani, Sugiro, mas sugiro mesmo, você pesquisar um pouco sobre quanto as FFAA do Brasil gastam com sua folha. Recentemente o TCU conseguiu abrir essa caixa preta. Pra você ter uma ideia do rombo: segue abaixo os números: Benefícios pagos a militares da ativa: R$ 152,9 bilhões Benefícios pagos a militares da reserva: R$ 252,9 bilhões Pensões: R$ 298 bilhões Militares da ativa: 369,4 mil Militares da reserva: 162,9 mil Pensionistas: 199,9 mil Isso meu caro, não tem nada de amor a pátria. E se você usar um pouco de matemática básica, vai entender que se isso continuar da… Read more »

Dilbert_SC

Uma observação:
Esses números são referentes aos gastos futuros que serão pagos de soldos e pensões.

Abaixo estão os números de 2020:

Gasto com pessoal: 79,6% do orçamento.

Militar da ativa: R$ 28,5 bilhões

Civis: R$ 1,8 bilhão

Militares inativos: R$ 29,2 bilhões

Pensões: R$ 24,5 bilhões

Salomon

Só um exemplo: o Centro Cultural da Marinha, numa mansão na 9 de Julho, Sampa, comprada peso de ouro e que não serve para nada. E ninguém toca no assunto.

Dilbert_SC

Salve Camargoer!
Como você bem disse, a MB realmente tem dois papéis a desenvolver no Brasil: patrulha e combate.

Na minha opinião, não consegue fazer nenhum dos dois direito. Principalmente a patrulha.
Do jeito que está, vamos chegar ao nível daquele país europeu (mais ao sul do Brasil) que não tem como patrulhar seus mares e Deus e o mundo passa o rodo (ou melhor a rede) e leva a sua riqueza marítima numa boa sem eles nem saberem o que está acontecendo.

camargoer

Olá Dilbert. Separando os dois papeis, fica mais fácil compreender os desafios, os problemas e as vantagens da MB. Primeiro, é preciso entender que a frota de combate não faz patrulha. Ela atua como uma força-tarefa localizada. Além disso, a área de atuação da MB é restrita ao Atlântico sul com objetivo dissuasório. Neste contexto, a principal arma são os submarinos. Quando á patrulha, ela precisa ser pensada em camadas, satélites, drones, aviação naval e finalmente navios de patrulha. Talvez a MB não precise de tantos navios de patrulha como antes mas precisa de outros meios (inclusive processamento de inteligência… Read more »

Jodreski

A minha bronca é que a força MB não condiz com seu orçamento, é possível fazer muito mais com os bilhões que recebem. Problema é a inércia da MB é maior que sua vontade de fazer as reformas que são necessárias.

camargoer

Olá Jadson. Eu tenho a mesma crítica á todas as forças armadas brasileiras, principalmente ao EB. Tenho repetido que o problema orçamentário é estrutural das forças armadas. Mesmo quando o país está sem restrição fiscal, as forças armadas apresentam problemas de restrição de recursos.

Pedro Bó

Os erros da MB são principalmente de governança. Aliás, não apenas da MB.

camargoer

Olá Pedro. Eu creio que os problemas das forças armadas brasileiras é estrutural. Alguns colegas culpam o ProSub. Discordo. O ProSub é vítima dos problemas estruturais das forças armadas, a começar pela obsoleta organização de unidades pelo país e pelo número elevado de pessoal de carreira. Se a MB não tivesse o ProSub, teria o ProSuper… ou outro programa, que estaria com problemas para obter recursos para ser executado.

Joao Moita Jr

Melhor que não precise nunca defender nada de ninguém, pois a MB atual possui meios para defender talvez 5% da costa, e olhe lá.
Triste ver que no aniversário da Batalha do Riachuelo, a situação atual é a da Guerra da Lagosta.

Abs

Leandro Costa

Moita, na minha opinião, estávamos melhor durante a Guerra da Lagosta. Os meios precisavam de manutenção, mas pelo menos existiam.

Bardini

PROSUB…

Camargoer

Caro MK48. Considerando a extensão do litoral, nunca haverá navio de patrulha suficientes. A vigilância primaria tem que ser feita por satélites e drones. A secundária por aviões de patrulha e a terciária por navios. Se for adotado um sistema de niveis integrado, talvez a MB tenha meios de patrulha em excesso.

Pedro

Concordo! Vigilância tem que ser por meios do século XXI. Drones e satélites monitorando horas por dia.

camargoer

Olá Pedro. Neste contexto de uma vigilância por satélites, drones e processamento de informação por inteligência artificial, a necessidade de navios de patrulha é substancialmente reduzida. O fato do litoral e da zona de exploração serem imensas jamais permitirá que a MB tenha um número de navios suficientes para uma patrulha convencional. Pelo preço de uma FCT seria possível construir ao menos 5 NaPaOC modernos. Contudo, estes NaPaOc nunca farão o trabalho de uma fragata em combate. Além disso, a MB não precisa de uma frota de três ou mais dezenas de NaPaOc. Talvez 10 ou 12 serão suficientes. Aliás,… Read more »

Enes

Camargoer, talvez eles algum dia, estudando muito consigam entender o que você esta falando, por enquanto ainda estão muito longe.

camargoer

Olá Enes. Obrigado pelas palavras. Isso me enche de vontade de continuar participando aqui do PN.

Wilson Look

Isso me lembra a forma de como fizeram a localização os pesqueiros franceses durante a guerra da lagosta, as estações de rádio interceptavam as comunicações, aviões P-16 ou B-17 se dirigiam para o local das comunicações e determinavam com precisam a localização dos navios e por fim 2 contratorpedeiros da MB se dirigiam para o local para interceptar os navios.

José Luiz

É isso aí. Um problema que como civil eu observo no nosso almirantado é que eles estão presos na tradição e são muito conservadores. Um sistema, equipamento etc somente entra em operação no Brasil quando já ficou provado no exterior sua validade e ainda mais apegados ao passado em termos de estrutura de pessoal etc.

Jadson Cabral

Nem os EUA usam satélites para vigiar o oceano. A taxa de visita de satélites de observação, quando alta é de no mínimo 2/3 dias. Nesse tempo já aconteceu o diabo e você não viu. Teria que existir uma constelação muito grande pra diminuir esse tempo e mesmo assim não seria útil o tempo inteiro, já que a noite satélites ópticos não enxergariam e pelo dia dependeriam muito das condições metereológicas e eu não tenho certeza da utilidade de satélites SAR pra observar a superfície do oceano

Luís Henrique

Esses vetores não tem culpa de nada. A culpa principal é do modelo de previdência militar que foi adotado lá atrás, o corporativismo, onde pensaram muito em salários, aposentadorias generosas, bem estar das filhas dos militares e isso gerou um buraco negro que suga 50% do orçamento. E o segundo culpado é nossa classe política, que entende o mínimo sobre defesa nacional, e pouco se importam para o tema, sempre aprovando o mínimo do mínimo e ainda contingenciando recursos para as 3 forças. O A-12 custou U$ 12 milhões apenas. É uma merreca. Não foi ele que afundou o orçamento… Read more »

Wilson Look

Não coloque toda a culpa nos militares, atualmente é lei que esses gastos são obrigatórios em todas as esferas do poder público.

O que ocorre com as FAs é só a ponta do iceberg, o problema é bem mais profundo afetando todas as esferas do poder público.

Joao Moita Jr

Isso se soluciona muito facilmente. Simplesmente colocamos as aposentadorias aonde sempre deveriam ter estado, na previdência. Folha de pagamento no orçamento só pode ser para os elementos ainda em serviço. É realmente assim tão difícil???

camargoer

Caro João. Se você colocar a folha de inativos em outra pasta, o MinDef sofrerá um corte proporcional de 35%. Seria um erro achar que transferindo o custo previdenciário para outro ministério faria sobrar dinheiro no orçamento do MinDef. Por outro lado, todos os ministérios, governos estaduais e prefeituras incluem o custo dos inativos em seus respectivos órgãos. É uma questão contábil.

Ricardo Rosa Firmino

Olá Camargoer só não ficamos sabendo, ainda, se o Mansup foi testado..aguardemos os vídeos..abs

Camargoer

Ola Ricardo. Segundo outra notícia publicada aqui no PN, a MB usaria um torpedo mk48, um Exocet AM39 lançado de um helicóptero e um MM40 lançado de uma fragata. Não havia programação para o ManSup agora. Talvez do ano que vem.

Enes

Foi testado também.

Zorann

Você realmente acredita que eles estejam mesmo operacionais? Talvez o Tupi. As Niterói, em uma situação real, não acredito que possam ser consideradas operacionais.

camargoer

Caro Zorann. Acredito que existam apenas quatro cenários para a MB se envolver em um conflito contra uma força-tarefa agressora. O primeiro cenário seria contra uma marinha de menor poder naval que a MB. Neste caso, a MB serve como força dissuasória, neutralizando qualquer agressão (no atual cenário, esse poder dissuasório é exercido principalmente pelos submarinos). O segundo cenário seria contra uma força-tarefa de poder similar ao da MB. Neste caso, a frota de superfície mesmo defasada serve para implementar uma guerra de atrito. Neste caso, a defesa tem vantagens sobre o agressor. O importante será colocar o agressor em… Read more »

carcara_br

Ok, poderiam liberar alguns vídeos

camargoer

Olá Carcará. Também estou ansioso.

Farias

As relações públicas das FFAA são terríveis, é incrível como mesmo em uma época onde todo mundo anda com uma câmera de alta resolução no bolso é difícil achar mídia de boa qualidade de atividades e exercícios realizados pelas FFAA.

camargoer

Caro Farias. Tem certas coisas que não são apenas acaso ou descaso, mas caso pensado.

José Luiz

Deve ter muitas imagens e vídeos mas a MB não faz publicidade.

Wellington R. Soares

Decepcionantes para quem estava esperando MANSUP, F21 ou SM39 rsrr..
Sobrou algum casco para testar O F21 e SM39 do Riachuelo ?

Leandro Costa

Sim, tem cascos de sobra.

EdLustig

Casco é o que não falta na MB……

Marcos Cooper

“Casco é o que não falta na MB”…
Imagine se contar de todos os burros que estão no comando….

Wellington R. Soares

Sai pra lá MK48, a moda agora é o F21 kkkkk…

A MB não postou vídeo do afundamento ?

FabioB

emprego de “Torpedo(s) e míssei(s)…”

Um vídeo ou imagem, com pelo menos 1 (um) acerto?

Tiro de canhão e bomba “burra” de avião não conta…

Christian

Acertamos os dois Exocet lançados. O vídeo sairá em breve,

FabioB

Obrigado, pela informação.

O pessoal ficou chateado com minha colocação, que não foi exatamente feliz na hora de colocar no papel.

Reformulando: já que foram disparados mísseis e torpedos, ainda bem que a Marinha vai disponibilizar um vídeo ou imagem com, pelo menos, um dos acertos (para fazer a alegria de entusiastas, como eu).

José Luiz

Chato como aqui no Brasil um exercício deste tipo é tratado com secretismo. Sem muita divulgação. Tenho certeza que muitas fotos e vídeos de qualidade nunca são divulgados para o público. Talvez para que não venham críticas com relação ao custo das munições e a questões de cunho ambiental que a mídia sensacionalista venha a levantar. Por esse parece ter sido o maior até hoje. Seria interessante pode saber e ver muito mais.

Leandro Costa

Acredito que ainda vão divulgar o vídeo.

J R

acredito que daqui a pouco liberam vídeos, dessa vez deu tudo certo.

Piassarollo

Quando não mostram nada, reclamam. Quando mostram, reclamam também. Ô povo que só sabe reclamar de tudo!

José Luiz

Sou entusiasta meu amugo nunca vou reclamar de ver armamento naval em ação. Aliás vídeos e fotos de disparos e impactos estão entre os mais interessantes.

Cleber

Será q acertaram o alvo ? Kkk

Heinz Guderian

O Sr. precisa se consultar com um oftalmologista.

Cleber

Vai q botaram fogo . No aguardo dos videos .

Welington S.

Mais é CLARO que tocaram fogo. Não viu ali? Sem sombra de dúvida um marinheiro estava lá, tocou fogo e pulou na água para aguardar o helicóptero de resgate ir buscá-lo. Confia.

Adriano RA

O impacto mostrado na foto foi de uma bomba lançada de um A-4, segundo o site da MB.

Marcos Cooper

Sei não… Se foi uma bomba burra,lançaram tudo que tinham. Ou foi muuuuuuita sorte.

Fabio Araujo

Esse tipo de exercício é muito importante a prática tiro real melhora e muito a prontidão!

Grozelha Vitaminada Milani

Acho que a MB deveria focar essa artilharia toda nesse bando de mimizentos que aqui habitam que não sabem comentar a notícia ou evento do uso de munições (que a pólvora deve estar chegando no final da validade) e ficam aqui num xororo sem fim achando que o Ministro da Marinha vai ganhar na loteria acumulada sozinho e vai as compras. Gente, cadê as viúvas do Sea Harrier? Dos F-18 A/B? Disco furado. Vão vender pamonha … Voltando ao que interessa, e motivo da matéria, gostaria de ver um teste com uma sucata de fragata, uma das Niterois “F-4…” pra… Read more »

FabioB

Amigo, quem é o Ministro da Marinha?

Grozelha Vitaminada Milani

O Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos foi indicado pelo Presidente da República no dia 31 de março de 2021 para assumir o Cargo da Comandante da Marinha. É coautor de dois livros na área de gestão de logística e da cadeia de suprimentos.

camargoer

Caro GVM *yahoo. Desde a criação do MinDef, o cargo de ministro da marinha (e das outras forças) foi extinto. Os comandantes tem status de ministro (por exemplo, foro privilegiado) mas estão subordinados ao ministro da defesa.

Grozelha Vitaminada Milani
Rafael g. de oliveira

Chama atencao a quantidade de armamento necessario para afundar um navio desse, comprovando que analise de defesa vai muito alem do que muitos pensam (basta atingir 1 missil e tudo se acaba)….quando se tem um projeto de engenharia naval forte não é bem assim que funciona.

Flanker

Nem sempre em um combate naval o afundamento do navio inimigo é necessário. Atingí-lo com um míssil, deixando-o incapacitado para o combate, já é o suficiente. Claro que afundá-lo seria perfeito, mas ele nao podendo combater já se atinge o objetivo.

Rafael g. de oliveira

Olá flanker…sim isso é muito importante….fiz o comentario ironizando para o pessoal se atentar aos detalhes ao inves de ficar perdendo tempo com papo que não chega a resultado algum….analise de nada com nada….exemplo…acho que poucos notaram que o classe mearin do texto teve capacidade de rebocar um navio de 11 mil toneladas mostrando o quão ele é capaz…o mínimo que se espera é que comentaristas de forum de defesa sejam pelo menos patriotas

glasquis 7

Não seria, avariar seriamente um navio em combate obrigaria outras unidades a dar assistência, tendo assim que desistir do combate pra auxiliar o navio avariado. Seria como “dois coelhos de uma cajadada só”. Essa mesma mentalidade se usa hoje em combate de infantaria. Um morto é apenas um inimigo a menos, um ferido pode representar até 3 inimigos a menos.

Leandro Costa

Rafael, existem outros fatores que precisam ser levados em consideração. Os navios utilizados como alvos foram preparados para isso, ou seja, estão vazios e limpos. Isso acontece por diversos motivos como impacto ambiental e obviamente reaproveitamente do que havia dentro do navio, claro. Em condições operacionais esses navios carregam combustíveis, lubrificantes, material bélico, etc. Muita coisa inflamável. Ou seja, por mais que um acerto seja relativamente pouco para afundá-lo, sendo mais provável que ele fique fora de operação por um tempo como o Flanker falou, ainda é possível que os danos sejam bem mais extensos do que aparecem nos testes.

carvalho2008

Afundar sempre afunda, a diferença é o tempo para tal. Normalmente fazem o exercício com minutos de intervalo

Flanker

Quero ver o vídeo do impacto do torpedo pesado Mk-48. Um impacto de torpedo pesado é impressionante.

Luiz Antonio

Esse tipo de exercício é ridiculo. Serve apenas para “queimar” munição obsoleta e ou vencida, além de fazer tomadas de imagens para videozinhos para afagar o ego de algúem. Da próxima vez coloquem um “alvo” em movimento e que rastreie e atire de volta. Isso aí é pior do que bater em bêbado.

Leandro Costa

Me fala uma marinha que treina com alvo que atire de volta.

camargoer

Olá Leandro. Eu acho que nem o sparring no boxe devolve soco.

Luiz Antonio

Olá colega, Pelo jeito você não praticou boxe. Sparring que não devolve o soco é dispensado, para isso existe o Saco de Areia.

Last edited 11 meses atrás by Luiz Antonio
Luiz Antonio

Caro Leandro, foi força de expressão, no sentido de entender que a MB não passa de uma arma mal administrada, mal planejada e muito bem inchada. Nossas forças de superfície estão apoiadas em NP’s, algumas corvetas ultrapassadas e Fragatas idem. Se pegar qualquer uma delas, seriam belos alvos para marinhas minimamente equipadas. Repito, esse tipo de exercício não acrescenta absolutamente nada para a proficiência das tripulações, portanto, apenas showzinho para a torcida, como tudo nesse país bananeiro. Os Almirantes deveriam crescer e agir como adultos responsáveis e não como brincalhões.

Leandro Costa

Agora imagine a revolta se nós não soubéssemos utilizar o pouco que temos, né?

Luiz Antonio

Ola Leandro, respeito sua opinião e concordaria com ela, se a situação da MB não fosse lamentável. Um exercício desse tipo não é barato e poderiam ter preservado esses recursos e direciona-los para para suprir os projetos que efetivamente produzam resultados palpáveis. Depois vão justificar cortes por falta de recursos? Todos queremos a MB fortalecida, mas está difícil. Ao longo dos últimos anos, só “morro abaixo” e tenho sérias dúvidas quanto aos recursos para tornar O Riachuelo, Efetivamente Operacional, pois isso requer Dim-Dim e não é pouco.
Abraços

mendonça

é muito vergonhoso ,e tambem , muitíssimo triste .
um país com uma economia entre as 10 maiores do mundo ,com quase 8.000 km de mar , não ter marinha ,existe só no papel , já os almirantes barrigudos e ridículos ,temos aos montes , quando na verdade ,deveria ser o contrário , muitos navios e poucos barrigudos …

Lucas

Bravo Zulu

Zorann

Eu acho isto importante.

É uma maneira de verificar se tudo que se imagina funcionar, está mesmo funcionando a contento. Além de ser uma maneira de melhorar o estado de prontificação das unidades, bem como de se estudar melhorias em tudo: dos equipamentos à doutrina de emprego.

Só não sei se a participação dos A-4 pode ser considerada efetiva.

Flanker

A participação dos A-4 Não pode ser considerada efetiva? Por que?

Paulotd

Dispararam míssil velho heheh, maior marinha em terra do mundo

Flanker

Você queria que disparassem o novo e guardassem o velho?

carvalho2008

Mestre Bardini,

De fato o 76 mm Sr apesar de excelente multiuso, deixou a desejar por obvio quando em comparação a calibres maiores em NSFS

carvalho2008

Em complemento. Parte disto poderia ser suprido instalando ente 16 a 24 lançadores de GLSDBs. Barato, ocupa pouco espaço , mas tem ate 150km de alcance com você precisão. Uma arma que pode ter precisão cirurgica e entregar uma bomba de 125kg em alvos fixos ou moveis. Custo barato entre U$ 80 a 120 mil a unidade.

guilardo

O Brasil já chegou até, de forma efêmera, passar a Inglaterra, e ser a quinta economia do mundo há 13 anos atrás. Naquela época não tinha a quinta marinha do mundo. Sempre ficou lá em baixo. Não podemos cotejar PIB com equipamentos bélicos, pois sabida e ressabidamente o Brasil gasta muito e pessimamente. Consideremos que só três países, Argentina Uruguai e Venezuela poderiam tentar nos negar o controle do mar. Para eles basta distribuir cestas básicas e o problema estaria resolvido. Contudo, temos as riquezas das nossas plataformas continental e petrolífera. Aí apenas patrulhas de alto mar, sem poder dissuasório,… Read more »

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