segunda-feira, dezembro 6, 2021

Saab Naval

Fragatas classe Tamandaré: Consórcio Águas Azuis começa a firmar contratos de construção de equipamentos

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Navios de guerra do tipo Tamandaré estão em construção em estaleiro em SC

O consórcio Águas Azuis, formado por Embraer Defesa e a alemã ThyssenKrupp, começou a firmar contratos de construção de equipamentos que farão parte da primeira de quatro fragatas da classe Tamandaré encomendadas pela Marinha brasileira.

A sociedade entre as duas companhias saiu vencedora em processo de licitação que começou em 2017 e foi finalizado no ano passado. Uma das exigências da Marinha era que pelo menos 40% dos componentes dos componentes dos navios de guerra fossem contratados no Brasil.

As quatro fragatas sairão a um custo total de cerca de 9,1 bilhões de reais. Cada navio custará em torno de 500 milhões de dólares cada. A previsão de entrega da primeira embarcação é para 2024. Existe ainda uma cláusula no contrato que permitiria a contratação de mais outras duas fragatas, algo que só será decidido mais adiante.

Segundo uma fonte do setor, o consórcio, que tem um estaleiro em Itajaí (SC), começou neste mês a contratar empresas brasileiras para a construção dos equipamentos relativos à propulsão e à casa de máquinas do navio.

Com a derrocada do setor de petróleo no país, o segmento de defesa é o que tem puxado o desenvolvimento do setor naval brasileiro.

Concepção em 3D da Fragata Tamandaré

FONTE: Veja

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FERNANDO

Parabéns.

Vovozao

30/06/2021 – quarta-feira, bdia, que não surjam empecilhos, e, tenhamos em futuro proximo essas fragatas, que não tenhamos atrasos como na construção dos submarinos Riachuelo’s, corremos um sério risco de ficarmos sem escoltas.

Camargoer

Olá Mk48. Projetos de longo prazo atrasam. Projetos de curto prazo também atrasam, mas são dias ou semanas… ninguém percebe. Projeto maiores atrasam meses ou anos. Todo mundo percebe.

Pedro

Problema é quando o atraso advém pura e simplesmente da falta de planejamento e isso sai da parte do “atraso” e adentra na área da má-gestão de dinheiro público. E é o que parece no caso do submarino nuclear.

Abraço.

Camargoer

Olá Pedro. Creio que o programa de submarinos da MB, considerando desde a aquisição dos Oberon da Inglaterra na década de 70, depois o desenvolvimento do programa de enriquecimento de urãnio, depois a construção dos IKL e agora a construção dos SBR do Labgne e do SBN, é um programa de 50 anos. Considerando tudo o que foi feito, tudo o que deu certo, tudo o que deu errado, é um programa de sucesso e principalmente, um programa que tem continuidade. Acho que o único programa que pode apresenta paralelo seria a aquisição dos F5E, depois sua modernização e agora… Read more »

Vovozao

01/07/2021 – quinta-feira, bnoite, MK, eu só fico preocupado se houve atrasos, seja ele por qualquer fator; como ficaremos??? Hoje vejo as fragatas classe (G), aparentemente só constando do patrimônio da MB; ja que nao se houve ou vemos elas sendo utilizadas; as classe (N), podemos até contar com 3….. até quando… ja estao bem usadas, corremos o risco de ter que descomissionar antes do prazo por varios problemas que podem surgir… e aí, ficamos como??? Por acaso existe uma 2a opção caso venha a surgir uma emergencia…… ou só rezar para nao acontecer???? Esse é meu medo.

Cavalli

Mk48, acredito que não seja o caso deste projeto, ao menos nas 04 primeiras Fragatas contratadas, pois o $$$$ já foi empenhado, ou seja, o projeto tecnicamente está pago e de acordo com o apostilamento do contrato, seus valores serão corrigidos automaticamente. Então qual seria a razão de atrasos?

Pedro Bó

Tá caminhando!

Espero que não demorem para cortar a primeira chapa.

Burgos

Bom dia a todos !!!
Além das 4,tomara que saia as outras 2 também !!!🇧🇷⚓️👏

Calos

Torcer pro Biden continuar desvalorizando o dólar pra viabilizar a compra de mais duas

Johan

Quanto a isso pode ficar tranquilo então.

Bruno

O mundo em uma corrida armamentista e o Brasil construindo corveta e chamando de fragata. O governo seja qual for, tem de tratar o assunto defesa com mais seriedade.

Nilo

Ao contrário do caminho seguido pela marinha chinesa o MB reseta e reinicia a construção de fragatas, abre mercado nacional, salva a indústria naval alemã.
Estamos caminhando a indústria nacional vai produzir muita chapa de aço.

Last edited 5 meses atrás by Nilo
Camargoer.

Caro Nilo. Em sua opinião, como a MB deveria conduzir o programa? Você listou o que discorda do programa FCT mas gostaria de entender qual seria a sua alternativa.

Nilo

congratulações, ao menos você concorda com descrição da ocorrencia fatos…'”MB reseta e reinicia a construção de fragatas, abre mercado nacional, salva a indústria naval alemã…”

Esteves

Depende. Vamos ver de onde vem esse aço. Não duvido que venha da Índia. A Tata fechou a compra da ThyssenKrupp Steel?

Nilo

Thyssenkrupp também está explorando parcerias com a alemã Salzgitter SZGG.DE , a sueca SSAB SSABa.ST e ainda a Tata Steel, com o nome de Thyssenkrupp Tata Steel, a joint venture planejada será administrada por uma holding enxuta com sede na Holanda, é para colocar aço com qualidade com uma posição de mercado muito competitiva, A joint venture planejada entre a Thyssenkrupp e a Tata Steel foi bloqueada em 2019, política antitruste. Thyssenkrupp teve prejuízo quase cinco vezes maior no ano fiscal de 2020 em relação a 2019.

Last edited 5 meses atrás by Nilo
Esteves

Bem…lá vai a Arcelor faturar novamente.

Camargoer

Olá Nilo. Eu e muitos colegas já criticamos a MB por ser incapaz de manter a continuidade de um programa naval. Por mais críticas que receba, o ProSub é o único exemplo de programa de longo prazo mantido pelas forças armadas brasileiras. Continuo interessado em saber qual seria a sua alternativa ao FCT.

Esteves

A alternativa mais justa para com o país teria sido a Marinha do Brasil cumprir seu papel constitucional. Empregar o poder naval.

A MB tem a missão de criar emprego? Abrir estatal? Cuidar da família naval? Construir reator?

Mas os surtos passados deram certo e de um jeito ou de outro jeito fizemos navios. Mas…o mundo não é mais um mundo de armadores amadores.

Vide China.

João

Primeiramente cortar 30% do seu efetivo.

Dilbert_SC

Primeiramente cortar 100% das pensões de filhas, netas, bisnetas, tataranetas, etc, etc, etc que consomem R$ 24,5 bilhões todos os anos.

Esteves

Pensionista é a viúva. Somente a viúva recebe pensão. O STF extinguiu a pensão sucessória.

Dilbert_SC

Caro Esteves,
Você está totalmente equivocado.
Quem tem direito adquirido ainda recebe.

O Brasil ainda paga pensão da guerra do Paraguai.

Esteves

Não existe “direito adquirido”. Existe direito. Quem tem o direito porque a legislação na época da pensão assim permitiu, recebe. Se a fonte pagadora deixar ou interromper por força da legislação atual que eliminou a sucessão, somente a Justiça pode ordenar o retorno do pagamento.

Quem recebe, recebe porque a lei da época foi assim. Hoje, não existe pensão para filhas nem pensão sucessória.

Acabou.

Dilbert_SC

Então tá né!
Quase 25 bilhões de reais por ano…
Haja viúva!!!!

Last edited 5 meses atrás by Dilbert_SC
João Leão Lyrio

Absurdo total . . . barnabés q ñ produzem !

Slow

Militares deram deslike kkkk

Dilbert_SC

E estão certos!
Eles não são trouxas de querer perder uma teta dessas.

Trouxas são os contribuintes que pagam essa conta.

Esteves

O regime estatutário é assim. Civil ou militar. O regime misto também.

Mudem a Constituição.

Fabio Araujo

Finalmente vai começar a sair do papel! Estamos precisando!

Luís Henrique

A 1a imagem com 8 misseis antinavio já me deixou mais animado.
Espero não me decepcionar. Pagar U$ 500 mi em cada Fragata para colocar míseros 4 mísseis antinavio e míseros 12 mísseis Sea Ceptor será muito desanimador.

Wellington R. Soares

Concordo contigo Luís Henrique, como temos tão pouco é melhor armar o máximo possível nossos escoltas.
Eu realmente espero que hajam alterações no MANSUP, pois querer colocar MANSUP com alcance de 70km em um navio tão moderno será complicado. Espero que haja uma nova versão do MANSUP com alcance prolongado, pelo menos igual ao Exocet block3.

guilardo

Wellington, do jeito que a banda está tocando nem de preocupe, o MANSUP quando ficar “pronto” estará completamente defasado e só servirá para atirar em treinos, nos alvos estáticos.

Barak MX para o Brasil

A primeira imagem é antiga. Veja que a fragata da imagem está equipada com um Millennium, e não com o Sea Snake.

manuel flavio vieira

Eu compartilho com vc, Luiz Henrique, com o receio da possibilidade da Tamandaré ter apenas 12 misseis antiaéreos. Eu cheguei a encaminhar um e-mail para o Consórcios Aguas Azuis, mas não me responderam.

Mas com certeza responderiam aos editores da Trilogia.

Galante, Poggio, poderiam fazer esse favor a nós (e há vários por ai…)e encaminhar o e-mail?

Esteves

Fonte. Revista Veja.

Poderia ser Marinha do Brasil, Emgepron, Almirantes. Mas é somente a Revista Veja.

Vamos ver.

Roberto Bozzo

“O consórcio Águas Azuis, formado por Embraer Defesa e a alemã ThyssenKrupp, começou a firmar contratos de construção de equipamentos que farão parte da primeira de quatro fragatas da classe Tamandaré encomendadas pela Marinha brasileira.”

Tenho pra mim que ao concluir o contrato das Tamandarés a Embraer assumirá o estaleiro produzindo novos produtos.

Esteves

Alguém na Embraer falou sobre isso. A empresa tem foco em aviação. Fazer aviões. Enfrentar desafios aeronáuticos.

A Embraer pode colaborar. E já tá de tamanho bom.

Roberto Bozzo

A MB sempre quis uma “embraer” do mar, talvez a participação dela não seja somente “colaborar”, até porque se fosse só isso, participaria apenas com alguma de suas subsidiárias.

Esteves

Penso que a Embraer pode nortear. Pode impor sua visão de negócios.

Mas uma empresa aeronáutica que precisa vender aviões não vai se meter a fazer navios.

Estaleiro faz navios. Iveco faz blindados. A vida vai assim.

Marcelo Baptista

Esteves, isso depende, se os acionistas considerarem que o investimento é bom, por que não? A Mitsubishi trabalha com carros, navios e aviões, basta saber administrar, eu pessoalmente acho a Embraer bem administrada. E seus executivos responsáveis com o dinheiro dos acionistas.

Camargoer

Olá Marcelo. Eu concordo com você sobre a Mitsubishi. Eles fazem de tudo, desde aviões de guerra até lapiseiras. Eu tive a sorte de visitar o estaleiro da Mitsubishi em Nagasaki. Um mostro. Sobre a Embraer, creio que ela tem capacidade de produzir e integrar os sistemas de um navio de guerra, porque essencialmente é o mesmo que integrar sistemas de um avião moderno. Contudo, a Embraer taria capacidade de produzir vagões de metros ou de trens de alta velocidade, por exemplo. Outra possibilidade seria participar da integração dos sistemas de novos navios caça-minas, por exemplo. Acho improvável que a… Read more »

Esteves

Mestre,

A Embraer tem um buraco no caixa. Não vi os últimos resultados mas em 2020 se a memória não falha precisavam de 4 bilhões. Precisam resolver os próprios problemas com as vendas.

Somente demônios pensariam em criar mais problemas para a Embraer resolver.

Camargoer

Olá Esteves. A aventura boeinguiniana custou caro.

Marcelo Baptista

sim Camargoer, só quis pontuar que não é uma limitação ser atuante em aeronaves, o limite é a capacidade de financeira e interesse em investir em outras áreas.

Camargoer

Olá Marcelo. Concordo com você. Nada impede que uma empresa decida criar uma cadeia vertical para a produção de um dado produto, ou prefira uma expansão horizontal diversificando os produtos. Isso é uma estratégia interna que deve considerar a capacidade de produção, as características de pessoal técnico, participação de sócios, etc e tudo mais.

Esteves

Holding é uma coisa. A ThyssenKrupp está sendo fatiada porque ficou grande demais e para os acionistas ou sócios, nem sempre gigantismo é sinônimo de grana no caixa. A MIT sempre foi. A Honda sempre foi. A Kawasaki inventou o jetski. Mas…a Ficantieri fábrica avião? Os estaleiros russos fazem aviões? A MIG faz navio? A NASA faz navio? A MIT é um complexo industrial. A Embraer é uma produtora de aviões. O mercado de aviões tem mais compradores que o mercado de navios de guerra. Podem haver similaridades como exigências de máquinas e de capital humano especializados, volume de financiamentos… Read more »

Marcelo Baptista

Entendo Esteves, mas então devemos deixar claro que o limite não é a área de atuação, o limite é a capacidade financeira e o interesse dos acionistas. basicamente.

Nonato

Mas isso se aplica a empresa. De início o ideal é ter foco. Posteriormente pode ser interessante diversificar. Muitas empresas já fizeram isso ao longo do tempo. Algumas voltaram ao foco inicial, outras quebraram, outras se deram bem… A própria Embraer já investe em veículos voadores. Não é um totalmente diferente mas foge um pouco do foco inicial, como também fugiria fabricar helicópteros. A própria Embraer já atua na área de defesa fora a fabricação de aviões (radares etc). Acredito que fabricar navios não seja interessante para a Embraer. Algumas participações pontuais, sim, em parceria e nessa área tecnológica. Navio… Read more »

Sincero Brasileiro da Silva

Ainda? Nossa, parece um parto de 10 anos…

Sincero Brasileiro da Silva

Em 2030 a primeira “criança” virá ao mundo!

Last edited 5 meses atrás by Sincero Brasileiro da Silva
Paulo

Com a eficiência do nosso país acredito que em 2035.

Carlos Gallani

Com sorte!

Frederico Boumann

Fazendo algumas contas, contas de padaria; gostaria da opinião dos colegas.
O texto informa que cada fragata (tá mais para corveta), custará US$ 500m. Se fôssemos comprar 50 delas acredito que sairia pela metade do preço (US$ 250m). Levando em consideração uma taxa de cinco unidades entregues por ano (após a fábrica estivesse totalmente pronta e em pleno funcionamento) e desembolsos anuais (divididos em 10 parcelas) que ficariam em US$ 1,250bi. Qual a dificuldade orçamentária de um país do tamanho do Brasil em pagar anualmente US$ 1,250bi?

Esteves

Navio não é biscoito. O texto informa o que o texto quiser informar. A MB não divulgou detalhes do contrato. Nem valores do contrato. Quanto custarão esses navios Saaberemos quando os navios Estiverem incorporados. Fragata por esse preço é maravilha. Não costumam acontecer coisas maravilhosas nesse país. 1 navio custa 1 bilhão. 10 navios custam 10 bilhões. Não existem estaleiros no mundo com capacidade para enfrentar encomendas de 50 navios. A China tem um cronograma ambicioso de entregas mas…a China tem um planejar bastante diferente do resto do mundo. Incluindo apresentar-se como a maior potência econômica e militar ainda que… Read more »

Frederico Boumann

Esteves, acredito que os valores contratuais são esses. “Não existem estaleiros no mundo com capacidade para enfrentar encomendas de 50 navios”. Em nenhum momento afirmei que seriam construídos simultaneamente os 50 navios (não sei da onde você tirou isso ou concluiu isso). Sei que navio não é “biscoito”, todavia, reafirmo, em nenhum momento disse que seriam feitos os 50 navios de uma vez, está lá, cinco navios por ano (cadência), e nada de fábrica de biscoito é só ler. Há total capacidade, em querendo, se construir cinco navios simultaneamente, isso não é nenhum obstáculo intransponível, estamos falando de corvetas, e… Read more »

Wilson Look

O Arsenal sozinho, se tivesse suas instalações modernizadas, poderia construir esse numero de fragatas(não existe um padrão internacional par se definir se um navio é corveta, fragata ou contratorpedeiro, ficando isso a cargo de cada marinha, a MB se baseou na tonelagem para a definição das Tamandaré).

Agora o que impede isso é a total falta de interesse do Brasil em ter uma marinha de guerra forte, quando houve interesse até os planos mais mirabolantes, para a época, saiam do papel.

Esteves

O Brasil não está em guerra. Não temos mobilização para guerra. Não temos orçamento para guerra. Não temos, salvo a Guerra do Paraguai e as incursões na IIGG, história com guerras.

50 navios. Teríamos que remar. Não produzimos nenhum sistema de propulsão. Ou comprar a MTU.

Wilson Look

Somente países em guerra tem orçamentos de guerra, e temos bem mais histórias com guerras do que apenas essas, sabia que durante a WWI possivelmente a DNOG destruiu um submarino alemão e que a mesma sofreu um ataque de torpedos no caminho para Dakar?

Não precisamos comprar a MTU, basta a mesma ter instalações no Brasil capazes de produzir os motores navais, o tempo em que um país tinha que fabricar todos os itens militares por empresas próprias acabou faz tempo.

E só para esclarecer em me referia a construção de 5 fragatas anuais apenas.

Esteves

Guerra é guerra. Missão em guerra é outra. Até nossa incursão na IIGG é chamada de FEB. Expedição. Força Expedicionária. As participações de alguns países sem orçamento para sustentar e até participar como Itália, Austrália, Espanha, Portugal. Basta a MTU produzir aqui. Se a MTU quiser. Ou se apresentarmos uma proposta sólida de jointventure como os chineses fizeram. Defesa é nativo. Defesa é autóctone. Se a guerra explode os franceses continuarão a vender torpedos? Se eles quiserem. Se a guerra explode os alemães seguirão vendendo blindados e motores? Se eles quiserem. Qual país constrói 5 fragatas por ano? Os chineses… Read more »

Camargoer

Olá Esteves. Apenas por curiosidade, a força britânica enviada para a França na II Guerra era chamada de BEF..  British Expeditionary Force

Esteves

Apenas por curiosidade.

Esteves

Jack, Encomendas de 50 navios de guerra são 50 tripulações de guerra, 50 X 32 ou 64 mísseis sup ar, 50 canhões para a proa, 50 sistemas, 50 radares, 50 helicópteros, 50 defesas de ponto… Pra que? O que faríamos com 50 navios de uma só vez para missionar e manter? Quem iria financiar 50 bilhões de euros ou 25 em navios? Americanos encomendam 50 navios aos seus estaleiros? Italianos? Turcos? Russos? Indianos? Mao de obra, inventários, infraestrutura, capacitação, aprendizado, treinamento. Depois que produzir os 50 navios o que faríamos com a desmobilização de máquinas e capital? Nada impede o… Read more »

EduardoSP

Não conseguimos fazer barquinho patrulha de 500 toneladas. Essa é a realidade.

Wilson Look

Pena que o INACE fica longe do antigo EISA, com toda certeza que esses 2 navios já estariam prontos. E só para lembrar o INACE construiu 2 patrulhas de 500 toneladas, e ainda completou a construção dos aviso patrulha classe Marlim quando o estaleiro em que eles estavam sendo construídos faliu(o estaleiro ficava no Pará).

Camargoer

Caro Eduardo. O caso da falência do Eisa não pode ser usada como referência. Deve-se perguntar aos controladores do Eisa quais foram as causas de sua falência, que não tiveram nada a ver com as duas contratadas. No mesmo período, o Inace foi contratado para construir outras Macaé que foram entregues no prazo e no custo combinado. Então, quando você comenta sobre a construção da Macaé você poderia usar o exemplo do Inace, que foi um sucesso, ao invés do Eisa que faliu por méritos próprios.

Frederico Boumann

Talvez eu não me tenha feito entender, me desculpem. Meu foco não está se há ou não necessidade de se adquirir 50 corvetas; se haveria tripulação para isso ou não. Meu questionamento está em uma encomenda tão ínfima (apenas 4 fraguetas) trazer tantos questionamentos e frisson. Até parece que estamos adquirindo muito mais. Toda essa celeuma, só expõe a incompetência pandêmica (para usar um termo bem batido) que está instaurada na MB a décadas. O que são 1,25bi ao ano para um país do porte do Brasil?? Sabe por que as coisas não acontecem aqui? Por que não há uma… Read more »

Wilson Look

Veja bem, eu pesquisei praticamente todos os programas navais da MB desde o de 1904 até os anos 50, e o que eu vi foi que apenas em 2 ocasiões ela teve orçamento, sendo o primeiro nos programas de 1904 e 1906, em que havia um grande interesse por parte do Barão de Rio Branco em ter uma esquadra brasileira poderosa para apoiar a diplomacia, isso traz muita força para o programa mas a revolta da chibata e o fim do ciclo da borracha impedem a continuação do programa, e o outro momento foi em 1934 em que Getúlio Vargas… Read more »

Camargoer

Caro Wilson. Discordo. Em praticamente todos os países, o orçamento é decidido anualmente. Os recursos para programas de longa duração são divididos em parcelas anuais. O problema é que os governos mudam, os programas passam por revisões e a economia como um todo passa por ciclos de expansão e de recessão. Quanto mais longo o programa, maior a probabilidade de que ele sofre algum tipo de interferência. Claro que se a MB executasse programas menores, seria menos provável sofrer problemas orçamentários, assim como se ela executasse programas mais curtos estaria menos sujeita ás flutuações econômicas. Outros países também passam por… Read more »

Wilson Look

Isso não explica o porque, então, os programas navais, tirando os 2 apresentados, não eram aprovados e a desculpa era sempre que não tinha dinheiro no orçamento para bancar um programa naval.
Tanto foi assim que a compra do submarino Humaitá só foi feita mediante a venda do encouraçado Deodoro ao México, a indiferença do governo a situação da marinha era tal que os analistas já viam a possibilidade de uma nova revolta da marinha, um deles chega a afirmar que era bom o governo parar de testar a paciência da marinha.

manuel flavio vieira

O projeto envolve 53 empresas nacionais e as fragatas terão 40% conteúdo local, exceto a primeira que terá 31,5%

737-800RJ

[OFF]
Acho que é interessante postar aqui: uma fragata holandesa, que acompanhava o HMS Defender no Mar Negro, também foi acompanhada de perto pelos russos. Pelo que parece 2 SU-30 armados com KH-31 deram rasantes perto do navio e fizeram uso de seus sistemas de guerra eletrônica.

https://www.thedrive.com/the-war-zone/41341/russian-jets-armed-with-anti-ship-missiles-harassed-dutch-frigate-in-the-black-sea

Moriah

Embraer Naval Defense? Seria ótimo!

Moriah

Agora o vídeo do projeto que perdeu… seria made in Guarujá, uma pena… https://youtu.be/bzdmgggSMsA

Esteves

Acho que ainda vamos arrependermo-nos.

Camargoer.

Ola Esteves. Segundo o ministério (público) da verdade, escreveu agora tem que provar. Arrependimento por que?

Esteves

Tem. Tem que mostrar recibo. Arrependimento porque…porque…diz a mulher do Esteves que quem acorda o síndico às 4 da manhã porque a bomba d’água quebrou é chato pra cacete…voltando ao navio, Assim como o PROSUB Está e custará o dobro do estimado (27 para mais de 50 bilhões), esses navios Tivessem o preço que dizem (500 milhões de dólares) mostravam. Pediram o dinheiro para assinar o contrato. Assinaram. Recibo não. Recibo não mostram. Saaberemos do $$$$ quando os desembolsos e as execuções aparecerem. Por fora bela viola, estaleiros inativos na Alemanha, projeto que os alemães não compram, offsets que Saabesse… Read more »

Camargoer

Olá Esteves. Eu não ficaria suspeito se um alguém pedisse US$ 1 por parafuso.

Camargoer

Digo, surpreso…. os suspeitos são os de sempre.

Thor

E o TCU serve para que?

Luís Henrique

Pena porque? O que esse navio de 2.600 toneladas tinha de tão melhor que o projeto escolhido. Pelo menos a MB escolheu um navio maior, com 3.500 toneladas que pode ser reclassificado como Fragata.

Alang

AGORA VAI???
Ou vai se esvair no propinoduto de todo projeto nacional?

Alang

Vejo que os “mitetes” sentiram e me negativaram. 😂😂

Diogo de Araujo

Cara o brasil pode ser muito ruim, ou melhor, péssimo quando o assunto é desenvolvimento de tecnologia, porém, na hora de assinar contratos nós somos muito bons, que Deus continue abençoando nossos generais com canetas de alta qualidade, para que mais contratos sejam assinados com louvor. Que nossos fornecedores continuem aceitando produtos agrícolas e minério de ferro como forma de pagamento por todo o sempre amém.

Esteves

De onde tu tiraste que pagaremos as fragatas com soja?

Camargoer

Olá Esteves. O glostermeteor foram adquiridos com algodão. Isso é fato. As fragatas serão pagas em reais para o estaleiro. Ao que parece, as importações serão feitas pelo estaleiro.

carvalho2008

Especial atenção a foto principal! Existe um container de 12 metros acima da estrutura logo atras dos lançadores Excocet. O que seria aquele container ali? Qual o objetivo da figura ali alocada?

Da mesma forma no vídeo aos 1:42 seg. Existem dois containeres na popa abaixo da plataforma de pouso do Heli. Como eles podem ser ali alocados? Por onde entram? O que seria?

Henrique

Aquilo ali é pra destacar a modularidade e a multinação do navio. É possível colocar kits adicionais no navio de acordo com a função que ele vai desemprenhar em alguma missão.  . Por exemplo, suponha que tem uma versão do Atoba (aquele drone da Stella) que pode operar nas condições marítimas e possui autonomia pra de 10h no oceano e depois o suficiente para voltar para a terra. A fragata não foi feita pra usar esse drone, até pq ele grande e não tem onde operar no navio. Tambem não é possível controlar o done por satélite (como é um… Read more »

Last edited 5 meses atrás by Henrique
Esteves

Ué. Containers é sugestão vossa.

Bardini

Existe um container de 12 metros acima da estrutura
.
É de 6m
.
O que seria aquele container ali? Qual o objetivo da figura ali alocada?
.
Um container, que pode levar o que couber dentro de um container de 6m… Simplesmente dizer que o navio pode atender várias demandas de missões.
.
Existem dois containeres na popa abaixo da plataforma de pouso do Heli. Como eles podem ser ali alocados? Por onde entram?
.
Por dois alçapões, montados sobre o convoo. O mesmo sistema pode ser visto nesse projeto, destacado por retângulos amarelos: comment image?rev=7956ec254b334b7fb55e9c92c8586361

carvalho2008

O mestre Bardini tem razão…existem dois alçapões no convoocomment image

Allan Lemos

Não gosto de ser estraga-prazeres, mas é preciso lembrar que o Brasil não terá muitos ganhos práticos em termos de desenvolvimento tecnológico. Exigiram a ToT só para depois deixar o estaleiro ser comprado pela própria Thyssenkrupp, ou seja, estarão “repassando” a tecnologia para si mesmo. É muito amadorismo. Deveria haver uma lei proibindo esse tipo de coisa.

Wilson Look

No que foi divulgado, a empresa recebedora da TOT é a Atech, o foco é os sistemas de combate e de gerenciamento da plataforma, fornecidos pela Atlas e pela L3 respectivamente.

O que sempre foi mencionado sobre o estaleiro é que ele passaria por uma adequação para construir as fragatas, e mais nada.

Allan Lemos

Ele foi adquirido pela Thyssenkrupp, deve ter saído matéria sobre isso aqui no Poder Naval.

Wilson Look

A aquisição foi um choque quando foi anunciada, pois não era algo esperado, mas isso não impactou na TOT, pois a empresa recebedora que é a ATECH continua sendo parte do grupo EMBRAER.

Camargoer

Olá Wilson. Pois é. O estaleiro vai ser reformado e atualizado para fabricar o casco. A Atech/Embraer vai ser a responsável pela integração dos sistemas. São coisas diferentes. Ambas importantes.

Camargoer

Caro Allan. Discordamos bastante. Quando os alemães adquiriram o estaleiro, eles realizaram um pagamento ao proprietário brasileiro. Isso obviamente não é investimento, mas é equivale a entrada de moeda estrangeira na balança de pagamento (inclusive sendo tributado). A partir deste ponto, os alemães estão investindo no estaleiro, adequando-o por meio de novos prédios e máquinas. Isso é capital novo que estará disponível no estaleiro para ser usado em outros projetos. Claro que os alemães poderão levar os lucros para a matriz após tributação, afinal eles colocaram capital da matriz na aquisição do estaleiro. Neste ponto, o importante é notar que… Read more »

Filipe

Agora entendo os estrategas da MB , primeiro o PROSUB (1 EBN + 1 LABGENE + 4 SBRs + 1 SNBR ) , segundo o desmanche do NAE São Paulo e a aquisição do LHP Atlantico , terceiro as 6 Fragatas da Classe Tamandaré (4 iniciais +2 de opção), em quarto de certeza será a construção de um NAE Convencional de 42 000 Toneladas igual ao CDG francês, assim lá para 2040 teriamos o nucleo do poder naval composto por : 1 NAE de 42 000 Toneladas ; 6 FCT de 3500 Toneladas ; 1 SNBR de 6000 Toneladas ;… Read more »

Henrique

É por ai, mas acho que o NAE (supondo que ele vai existir) não vai ser tipo o “CDG francês” já que ele é de 1986 o desenho. MB provavelmente vai querer um desenho de 2030-2040, mas pode usar o deslocamento de xemplo que é possível que essa seja a meta próxima da MB
.
.
e se der boa o projeto nas NaPa 500/1800 pode acrescentar mais ~30 navios de patrulha pra orbitar o núcleo

BK117

Sei não viu, vem bem mais coisa antes de a MB sequer pensar num NAe. Com esses números, numa situação de conflito, a marinha quase toda ia se dedicar só pra proteger o PA, ou ia ficar ancorado no porto… Eu acredito que depois das Tamandaré, ou vão mais Tamandaré, ou mais subs pra conservar mão de obra da ICN (quem sabe até construir patrulhas/NPaOc por lá). Só depois vão pensar em NAe, até porque pra operar com toda sua capacidade tbm tem vem muita coisa na conta (aviões de combate, talvez aeronaves logísticas embarcadas, navio de apoio logistico, etc.).… Read more »

Esteves

Filipe,

Otimismo é teu nome. Parabéns.

Up the Irons

Eu trocaria esse caríssimo porta-aviões com caríssimos caças embarcados por mais 4 Tamandarés, 4 fragatas do porte das FREMM italianas ou A-400 e mais 2 submarinos convencionais.
Teríamos até a metade da próxima década uma marinha de respeito:

8 fragatas de 3.500 toneladas
4 fragatas de 6.000 toneladas focadas em AAW
6 submarinos convencionais, fora os nucleares…

Penso que temos que focar no básico antes de pensar em NAE.

Camargoer

Olá Up. Eu até cheguei a defender que a MB operasse um pequeno NAe, mas também mudei de opinião, principalmente porque acredito que ele perdeu sentido como arma dissuasória para a defesa do Atlântico Sul. Acredito que uma pequena frota de SBN seja mais efetiva. Acho interessante que um esquadrão de caças navais embarcados novos custaria o mesmo que um SBN e a construção de um NAe com propulsão convencional custaria o mesmo que 2 ou 3 SBN. Um NAe com propulsão nuclear custaria o mesmo que 3 ou 4 SBN. Um NAe demanda mais de 1000 tripulante, mais do… Read more »

Adriano Madureira

esse helicóptero é um H-225?

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carvalho2008

É sim….

Renato de Almeida

Projetos e investimentos de defesa no Brasil são de longo prazo, começando via de regra em um governo e acabando (quando acaba!) nos próximos tres ou quatro governos posteriores
Vide o famoso FX-2.

Camargoer

Caro Renato. Considerando que um mandato é de 4 anos (8 se for reeleito), que um programa como o FCT, ProSub, FX2, KC390, Guarani demandam 2~3 anos para elaboração dos estudos preliminares, uns 2~3 anos para licitação, 1~2 anos para contratação, 2~3 anos para desenvolvimento, 3~4 anos para a primeira entrega e 5~20 anos para completar as todas as entregas, isso significa de 13~35 anos. Portanto, nem nos prazos mais curtos seria possível inicial e encerrar no mesmo governo. Só é possível ser mais rápido se for uma compra de oportunidade, porque o equipamento está pronto.

Renato de Almeida

Camargoer,
Surpreendentemente os 4 subs estão num ritmo inacreditável de produção e efetivação.
Mas isso não é prática rotineira na MB.
Espero que não fique apenas nesses 4 subs.
Um presidenciável já falou que é mais do que imperativo o Brasil investir em meios navais, terrestres e aéreos para se manter minimamente essas forças em condição de salvaguardar os interesses do país em nossas fronteiras.

Esteves

Estamos atrasados.

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Renato de Almeida

Um pequeno detalhe destacado pelo presidenciável, foi que seja quem for o próximo presidente, este terá obrigatoriamente de fazer auditoria independente nas contas do governo para saber a REAL situação financeira e econômica dos cofres públicos do tesouro, para depois colocar o que for possível para funcionar.

Esteves

Olha…

O Brasil tem uma despesa pública absurda. A crise atual e todas as outras vieram da queda da arrecadação X despesa pública.

A última saída foi dar ouvidos aos malucos da Unicamp (Belluzzo e cia) que fizeram aumentar a dívida interna. Não deu certo. Dinheiro emprestado + arrecadação em queda = não tapamos o buraco da despesa.

Larga essa história de auditoria pra lá.

carvalho2008

Muito….comment image

Camargoer

Olá Renato. Quem declarou isso? Dependendo do nome eu acredito, dependendo eu duvido. Sobre os SBR, eu espero que estes quatro Scorpenes sejam os últimos submarinos convencionais da MB. Espero que após o SN10 a MB contrate o SN11, o SN12.. e assim sucessivamente.

Esteves

Foi o Lázaro.

Camargoer.

Ola Esteves. A execução do rapaz comemorada por uns imbecis mostra o despreparo da polícia militar brasileira. Lembrei dos sucessivos fracassos do exército contra o arraial de Canudos.

Renato de Almeida

Camargoer,
O UOL promoveu um debate entre os presidenciáveis Ciro Gomes, Mandetta e o gov do RGS.
Ciro foi quem mais detalhou a situação de sangrias no governo.
Governo não investe e nem arrecada.
Crescimento 0% em 10 anos.

Camargoer

Olá Renato. Obrigado pelos nomes. Entendo que Ciro, Mandeta e Leite são políticos de carreira, com experiência suficiente para sustentar ideias (concordemos ou não com elas). O problema é chamar o Hulk (smash), o Batman ou Pato Donald de presidenciável. Ai não dá né? riso. A história recente mostra que ousider, um “nãopolítico” tenha competência para ocupar um cargo de presidente, governador ou prefeito é uma ideia que equivocada. Se a pessoa é não é um político, então não deve ser candidato. Se a pessoa que ser candidato, então que assuma ser é ou pretende ser um político.

Top Gun Sea

2024 para a primeira fragata de um projeto que começou em 2017 e que não é nenhum desenvolvimento inédito é foda! Como tudo que envolve a MB é logíncuo.

Camargoer

Caro TGS. Creio que a primeira FCT será entreguem em 2025.

Vitor Halécio

Uma pena não ter a possibilidade de aumentarmos o poder de fogo de nossas escoltas.

Camargoer

Olá Vitor. Creio nesta altura do programa, seria muito difícil mudar substancialmente a configuração desta quatro primeiras FCT. Isso poderá ser feito sobre lotes subsequentes ou até mesmo na contratação de uma outro modelo. Contudo, fico curioso em saber qual seria a sua sugestão de configuração? E como seria possível implementa-la considerando as dimensões, deslocamento e custo estimado destas quatro FCT?

Edson

Os senhores não acham quatro fragatas um número insuficiente para reposição da esquadra?

Camargoer

Olá Edson. Sim. É um número pequeno, por isso todo mundo torce para que em breve a MB contrate um segundo lote, e talvez um terceiro. O fato do primeiro lote ser apenas 4 fragatas não é problema. Seria um problema se ficar restrito a isso. Considerando que a primeira fragata começará a ser construída agora e levará 3,5 anos para ser entregue em 2025 e para a última ser entregue em 2028, a MB teria até 2025 para confirmar um segundo lote que para ser entregue a partir de 2029. Portanto, o segundo lote só será problema se chegar… Read more »

roberto

com certeza….. pelo 12, mais umas type 23 usadas ficaria bom…. mas as type 23 tão no bagaço tambem!

William André dos Santos

Boa noite. Esses projetos navais, são muito importantes pró Brasil, patrulhar a costa brasileira,cuja a mesma é imensa. Eu trabalhei muitos anos embarcado em 80% dás plataformas de petróleo, eu sou técnico em eletrônica, instrumentação, automação e Instrutor instrutor de instrumentação e controle de processos industriais e por várias vezes, eu e amigos, vimos periscópio dos nossos submarinos e barcos patrulha da “Marinha do Brasil”…em missão de patrulhamento.

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