terça-feira, setembro 28, 2021

Saab Naval

Capitânia da Esquadra sedia fase preparatória para o mar do Intercâmbio Operacional das Aeronaves H225M

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

No dia 13 de julho, foram conduzidos adestramentos a bordo do Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, com o navio atracado no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), envolvendo o pouso de aeronaves H225M do Exército Brasileiro (HM-4 Jaguar) e da Força Aérea Brasileira (H-36 Caracal), acompanhados por uma equipe do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2), da Marinha do Brasil.

Os adestramentos consistiram em atividades de apoio de solo, como peiação, dobragem das pás do rotor principal, rolagem das aeronaves no convoo e hangaragem, realizadas pelas equipagens das respectivas Forças. Os eventos preparatórios são fundamentais para a execução da fase de mar, que envolverá o pouso dessas unidades a bordo, durante comissão operativa.

O Intercâmbio Operacional das Aeronaves H225M contribuirá para o incremento da interoperabilidade entre Marinha, Exército e Força Aérea e alavancará novas capacidades operativas para as Forças Armadas, envolvendo Operações Aéreas embarcadas a partir de Navio-Aeródromo.

FONTE: Marinha do Brasil

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Filipe

É exatamente o mesmo que a Royal Navy fazia quando NAM Atlantico era o HMS Ocean, havia apaches do Exercito e Chinooks do Exercito embarcados nele, nada mais natural do explorar a principal força desse navios , que são as operações helitransportadas.

Yuri Dogkove

Vc só se esqueceu que nós não temos Apache, portanto não é a mesma coisa!

Camargoer

Olá Yuri. Além disso, acho que existem mais oficiais brasileiros que falar inglês do que oficiais ingleses que falam português… outra diferença.

Flanker

Não temos Apache e nem Chinook…..mas, o que o colega quis dizer foi em relação à interoperabilidade e operações conjuntas entre as 3 Forças. E, nisso ele está correto.

Last edited 2 meses atrás by Flanker
Pablo

A questão é a interoperabilidade das três forças, independente dos meios, que é a MESMA coisa sim!

J R

Mas temos o Mi-35, seria interessante ver esse helicóptero a bordo do Atlântico.

Camargoer

Olá Filipe. Quando o A140 foi adquirido, a MB comunicou que os helicópteros que iriam operar no navio iriam variar, dependendo da missão, inclusive já havia a previsão de operações conjuntas das três forças. Acredito que este tipo de treinamento conjunto é importante e deveria ser a rotina.

Mk48

“Quando o A140 foi adquirido, a MB comunicou que os helicópteros que iriam operar no navio iriam variar, dependendo da missão, inclusive já havia a previsão de operações conjuntas das três forças. ”
.
Exatamente.

737-800RJ

Camargoer, lendo a sua piada lembrei de outra que gosto bastante:
As coisas são tão evoluídas no Japão que as crianças e até os moradores de rua falam japonês!

Camargoer

Olá 737. De fato. Sobre este assunto, tem um método de ensinar música chamado “Método Suzuki”, desenvolvido para violino mas adaptado para outros instrumentos, cuja base é “ensinar uma criança a tocar um instrumento do mesmo modo que ela aprende a falar”. O mais interessante é o lema “sem pressa mas sem descanso”.

Junior P.

Bem lembrado Camargoer. Inclusive, o idealizador do método teve o seu momento eureka depois de se dar conta de como crianças com menos de 5 anos já falavam japonês fluente. Algo que, além de fantástico e óbvio, mostra que a forma de aprender a linguagem materna é muito eficaz e talvez possa servir para aprender outras coisas.

FABRÍZIO AMORIM DE MENEZES

E nenhuma novidade sobre a defesa antiaérea do A 140? Nada nos depósitos da marinha retirados das desativadas corvetas, fragatas e do São Paulo?

Mk48

Fabrizio, bom dia.
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Esse navio foi concebido (ainda como HMS Ocean) para operar dentro de uma Força Tarefa , onde a defesa anti aerea é provida pelos escoltas (normalmente fragatas). Apesar disso Quando ainda era operado pela RN ,ele possuía se nao me engano 3 canhões Phalanks, como última linha de defesa, mas……….os mesmos foram retirados antes da venda ao Brasil.
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Abs

Last edited 2 meses atrás by Mk48
Leandro Costa

Bom, esse tipo de interoperabilidade e além, é o que se espera das FFAA. Espero que aconteça com frequência cada vez maior.

Camargoer

Olá Leandro. Concordo. Considerando que os recursos de equipamentos das forças armadas brasileiras são mais restritos que em outros países, o emprego conjunto das forças faz muito sentido. Acho que os anos nos quais os comandos militares foram ministérios independentes fez muito mal ás forças armadas brasileiras.

Mk48

Na verdade Camargo esses anos existiram porque precisava-se apaziguar muita coisa entre as 3 Forças, especialmente entre a FAB e a MB.
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Não sei se todos aqui sabem mas a MB foi a 1a Força do Brasil a utilizar aviões.
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Anos depois foi criada a FAB e aí começou a briga, porque a FAB exigiu a exclusividade na operação de asa fixa.
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Restou a MB partir para os Helis até que no Governo FHC “fizeram as pases ” e a MB foi então finalmente autorizada a voltar a operar asa fixa.
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Abs

Leandro Costa

Oi 48, acho que isso foi mais um reflexo do nosso lado de radicalizar tudo. Quando Getúlio criou a FAB em 1941, era necessário equipá-la do zero com aeronaves e pessoal qualificado que já existiam na Marinha e no EB. A Marinha ainda deu uma de esperta e promoveu todo mundo que seria repassado à FAB, mas aparentemente não funcionou. O galho é que pelo decreto de criação da FAB, estava praticamente dizendo que ‘tudo que voa, agora é da FAB’ e isso foi usado para se tentar monopolizar a aviação no Brasil de forma completamente irracional. Acho que se… Read more »

Mk48

Oi Leandro, bdia.
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Rapaz, acho que esse foi o melhor comentário que você fez , ao menos os que pude ler.
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Abs
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P.S. – Curiosidade histórica : Nosso querido Alberto Santos Dummont foi o 1o passageiro transportado por um avião da MB.
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🤣🤣🤣🤣
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É MB !!! Sempre na frente !!!! Ahahaha.

Last edited 2 meses atrás by Mk48
Leandro Costa

Oi 48, não sei se você já conhecia ou teve oportunidade de ler um livro chamado ‘O Vôo do Falcão Cinza’ sobre a aviação naval. Dava para comprar lá no 1º DN mesmo, mas não sei como anda esse processo hoje em dia.

Acho que irá gostar 😀

Camargoer

Ola Mk48 De fato, a FAB nasce da junção dos meios aéreos do EB e da MB, além de absorver todas as responsabilidades aeronáuticas do país. O problema foi que passada a II Guerra, era o momento de criar o MinDef integrando as forças e coordenando os esforços de aparelhamento. Se por um lado os governos civis foram incapazes de fazer isso, os governos militares também ignoraram esta demanda. Por algum motivo muito pouco racional, os militares continuam resistindo ao papel central do MinDef.

Peter Nine Nine

isso não é exclusivo ao Brasil.
Em muitos países o primeiro ramo a operar aviões foi uma Marinha, em alguns casos Exército, isto porque a necessidade para um ramo independente e especializado tende a ser notada apenas depois.

Leandro Costa

Camargoer, eu concordo também. Temos agora é que conseguir colocar sucessivos Ministros da Defesa civis que sejam fortes e atuantes junto às Forças para conseguir dar direcionamento concreto e uníssono nas mesmas o que pode levar à maior economia e aumento do preparo para as atividades-fim das forças.

Camargoer

Olá Leandro. No início do atual governo, eu critiquei fortemente a opção de colocar um general do EB como ministro da defesa. Na época tentei explicar que o Ministro é o representante do gabinete presidencial junto aos militares, nunca o representante dos militares dentro do gabinete. O papel do ministro é harmonizar as demandas das três forças, promover a integração e interoperacionalidade e defender as demandas do MinDef frente aos outros ministérios e dentro do Congresso. Por isso é necessário que o ministro seja um civil, nunca um militar oriundo de uma das forças.

EduardoSP

Sobre o MD, cabe observar que após mais de 20 anos de sua criação ainda não conseguiu unificar as folhas de pagamento das três armas. Outros processos administrativos ainda continuam sendo feitos de forma separada, ocupando mais pessoal do que seria necessário.

Sincero Brasileiro da Silva

A MB poderia fazer um upgrade e trocar metade dessas “kombi” por helicópteros de ataque. Ficaria mais bonito.

Camargoer.

Caro Sincero. Os H225 são novos. Faz mais sentido pensar nas substituição de helicópteros mais velhos do que trocar estes.

Cristiano de Aquino Campos

E como vão desembarcar os fuzileiros e carga com os apaches? A principal função do Atlântico e o desembarque aeromovel de tropas. Desembarque anfíbio só se o inimigo não tiver artilharia de costa que atinja a cabeça de praia ou os navios de desembarque.

Pablo

Quantas vezes tem que falar que os helicopteros utilitários são muito mais úteis pro Brasil que helicopteros de ataque?

Flanker

Os H225M do EB e da FAB tb “penteiam” as pás do rotor principal. Interessante!

carvalho2008

É uma pena o MI-35 não recolher as pás…senão daria um bem bolado….

Renan

Este navio é muito grande e acho que mesmo assim seria possível levar uns 2 para missão.
Acho por pura especulação.

Cristiano de Aquino Campos

Nada impede. Os CH-47 tambem não cabiam nos elevadores e ficavam presos no convez.

Bille

Essas operações do H225M nasceram do sonho do AH-2 fazer isso, mas seria necessário uma expertise de mais gnt por conta dos percalços da maquina.

Se a FAB fechasse contrato de manutenção dos AH-2 com a Rep Tcheca, isso se tornaria realidade – eles tem expertise em algumas soluções logísticas para isso.

E se pousassem e permanecessem no CONVOO, a corrosão ia arrebentar as maquinas.

Renan

Caberia aos fuzileiros navais adiquirir uns 7 helicóptero de ataque com capacidade de operar no Bahia e no Atlântico.
Seria um salto tecnológico enorme.
E acho que seria muito bem gasto este dinheiro

Bardini

Quem precisa de helicóptero de ataque, é o Exercito. https://www.dsca.mil/press-media/major-arms-sales/philippines-ah-1z-attack-helicopters-and-related-equipment-and-support . Mas pensa um pouco… Só um pouco. Cada helicóptero de ataque novo, anda custando módicos ~75 milhões de dólares a unidade, isso com logística, armamentos, treinamentos e etc, fazendo aquela conta burra de dividir preço de pacote pelo número de unidades de aeronave… E isso é dentro de um FMS, com pagamento facilitado e blábláblás mil. . Então 7 x 75 = 525 milhões de dólares. Chuta 500 milhões de dólares, pra ficar bem redondo e fácil de ver. . 500 milhões de dólares… para MB comprar aeronave de… Read more »

Zorann

Perfeito

Pablo

Pessoal não cansa de viajar com essa idéia de helicóptero de ataque

ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA

Para isso, e outras coisas, serve o MD.

José de Souza

Nessa linha de raciocínio, o Brasil deveria seguir o exemplo de outros países, como a Coreia do Sul e ter um batalhão-anfíbio de “infantaria-naval” dentro da estrutura do Exército, e não um Corpo de Fuzileiros Navais.

Nilo

Este navio da MB dificilmente ou melhor nunca irá participar de missão em uma área de conflito, portanto cumpri seu papel em exerícios de operações helitransportadas com os H225, exercendo interoperabilidade das três forças, se capacitando para auxilio em funções no mar em tempos de paz.

TeoB

Olá, acho muito bom essa interação entre as forças, gostaria mesmo era de ver os AH2 sabre da FAB no atlântico, na verdade é uma pena não ter a versão naval do MI35 para assalto aerotransportado a partir de meios navais uma vez que o poder de fogo casado com a velocidade a sua capacidade de transportar tropas é impar… pra mim é o heli mais poderoso e versátil que temos em nosso inventário pra ser perfeito só faltava ser ocidental hehe

Nilo

Depois da vitoriosa proposta da FAB de manutenção de Mi-35M no Brasil sobre a resiliente insistência russa de negação e a assinatura de acordo com a IAS – Indústria de Aviação e Serviços, localizada em MG, da adaptabilidade dos helicópteros russos às condições climáticas do Brasil e sua multifuncionalidade, 12 unidades incorporado desde 2009, já pede uma nova leva de 12 unidades do novo MI-35P.

Last edited 2 meses atrás by Nilo
Marcelo Baptista

Oi Nilo, é vero? Onde podemos ver esta informação? Grato

Mk48

Oi Nilo.
.
É sério isso ?

Nilo

https://www.ias.ind.br/site/?p=28537
Jun 23, 2021 – objetivo da visita – analisar a eficácia do projeto – cooperação técnico militar entre o Brasil e a Rússia, que conta com o suporte da IAS.
O MI-35 permanecerá no Brasil durante seu período de manutenção , exigência feita pela FAB, o russo tiveram o bom senso de acatar. Especialista Caiafa.

Last edited 2 meses atrás by Nilo
Mk48

Rapaz……
.
Blz amigo
.
Obg

Nilo

vídeo a partir 01:02:00 -Defesa Review Caiafamaster Edição Domingueira! (cópia e cole)a duas semanas.

Marcelo Baptista

Oia!
brigado.

Juscelino

Belíssima foto, a 1ª. Podemos perceber que a estrutura do navio Atlântico possui uma pintura que reflete bastante a luz do sol. Poderia ser uma pintura mais fosca e assim se tornaria menos perceptível no mar.

Wellington Góes

Bem, já algum tempo as forças têm feito esse tipo de missão de treinamento com o H225M, de repente seria interessante, também, algo semelhante com os Black Hawks e Seahawks, ou então com os Esquilos. Fica a dica!

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